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domingo, 6 de março de 2016

Na trave! Sampaio faz grande jogo, mas leva gol no final e fica fora da decisão

Faltou pouco, muito pouco. Para ser mais preciso, pouco mais de três minutos de tempo regulamentar. Foi quando Paulo César marcou o segundo gol do Maranhão, diminuiu a vantagem do Tubarão e levou o time de melhor campanha na primeira fase para a final do turno diante do Moto Club. O terceiro gol, pouco depois, apenas confirmou a festa em um jogo que teve emoção desde o primeiro minuto.

MAC e Sampaio ficam na igualdade no jogo de volta pela semifinal do 1º turno do Maranhense (Foto: De Jesus/O Estado)
Não faltou emoção no empate entre Sampaio Corrêa e Maranhão.
(Foto: Globo Esporte)
A missão era bastante ingrata: vencer e por dois gols de diferença. Ao menos o fator casa era neutro, aumentando as esperanças do Tricolor. Se parecia impossível, o início do jogo tratou de acender as chamas dos mais desacreditados torcedores do Sampaio.

Pressionando desde o apito inicial, foram dois gols em menos de dez minutos. Primeiro com Carlos Alberto de cabeça, depois com o Edgar, goleador do time, driblando o goleiro adversário e fazendo explodir a torcida do Tubarão.

Mesmo revertendo à vantagem, o Sampaio seguiu pressionando e criando chances. A melhor delas veio com Guilherme Santos, que bateu com muito perigo. A busca pelo terceiro gol, porém, foi castigada. Em bola parada, Gilearde descontou.

Se o primeiro tempo foi emocionante, o segundo não deixou por menos. Voltando melhor, o Maranhão controlou mais as ações do jogo. A Bolívia Querida, por sua vez, também atacava buscando o gol que daria a vaga para a final e ele veio com Felipe Costa, aos 22 minutos, aproveitando rebote do goleiro Pablo.

Desesperado por um gol, o Maranhão se jogou ao ataque e deixava contra-ataques para o Sampaio. O jogo ficou aberto e, quando parecia que a vaga seria mesmo Tricolor, um lance animou a torcida quadricolor: a expulsão de Luiz Otávio, já aos 39 minutos.

Com um a mais, a pressão ficou ainda maior. E veio o chorado gol salvador do Maranhão. Com 42 minutos do segundo tempo, Paulo César marcou após cobrança de falta. Em um contra-ataque minutos depois, ainda veio o terceiro gol do Maranhão, empatando o jogo e garantindo vaga na final do turno.

Na abertura do returno, Chapecoense vence Inter de Lages e segue invicta


Kempes comemora o primeiro gol da partida com seus companheiros. (Foto: Cleberson Silva)
Depois de garantir o título do turno, e a vaga na grande final do Catarinense 2016, a Chapecoense voltou a campo na tarde deste domingo (6), na primeira rodada do returno. Jogando em Lages, e com gols de Kempes e Rangel, o Verdão não deu chances ao Colorado Lageano e venceu por 2x1, se mantendo invicto na competição.

Guto Ferreira que já tinha os zagueiros Neto e Rafael Lima como desfalques por contusão, acabou ganhando mais um problema para a partida deste domingo, já que o volante Josimar após se contundir na quarta-feira (2), se juntou a dupla de zaga no departamento médico. A novidade foi à volta do lateral direito Gimenez, e a volta de Gil no meio.

O JOGO

O primeiro tempo iniciou pressão dos donos da casa, que pecavam na finalização. A primeira chance de perigo aconteceu com 12 minutos, quando Isac ajeitou de cabeça, para Romarinho que cabeceou passando perto do gol. O tempo passava e a forte marcação dos Colorados dificultava a vida dos atacantes do Verdão.

A primeira grande chegada dos visitantes foi aos 32 minutos, quando Kempes encontrou Silvinho na grande área, o atacante girou e bateu no canto, Neto Volpi ligado fez bela defesa e jogou para escanteio. Depois do lance de perigo, a Chape pareceu ter gostado da partida, e aos 36 minutos após bela cobrança de falta de Cleber Santana, Kempes subiu mais que a zaga e de cabeça empurrou para o fundo das redes, abrindo o placar em Lages. A resposta do Inter não demorou, aos 41 minutos após cruzamento rasteiro da direita, Isac com o gol aberto, chegou atrasado e perdeu a última oportunidade da primeira etapa.

As equipes voltaram para o segundo tempo como terminaram o primeiro tempo. Com a bola rolando, quem assustou logo no inicio foi o Verdão, Cleber Santana cobrou falta na cabeça de Thiego, que desviou e obrigou Neto Volpi fazer grande defesa e jogar para escanteio. O jogo acabou esfriando, até que os 32 minutos quando Cleber Santana cobrou escanteio, Bruno Rangel antecipou a marcação e ampliou o placar.

A tranquilidade da Chapecoense durou pouco, já que aos 34 minutos, após cobrança de escanteio o volante Michel Schmoller subiu mais que a zaga e desviou para o fundo das redes. O gol deu forças ao Inter, teve a chance de empatar nos 45 minutos, quando André Gava dominou na entrada da área e bateu com categoria, a bola passou perto do gol e assustou o goleiro Danilo. E depois de mais quatro minutos de acréscimos, restou o Verdão segurar o placar, até o apito final do árbitro com o placar de 2x1.

A vitória manteve a invencibilidade da Chapecoense em jogos oficiais em 2016, agora são oito vitórias e dois empates. Na próxima rodada, o Verdão receberá o Camboriu no próximo sábado, na Arena Condá, às 16h. Enquanto o Inter de Lages viaja até Palhoça, aonde enfrenta no domingo também às 16h, o Guarani no Renato Silveira.

FICHA TÉCNICA

Local: Estádio Tio Vida, em Lages.
Público: 3.020 torcedores.
Renda: R$ 49.010.
Arbitragem: Braulio da Silva Machado, auxiliado por Carlos Berkenbrock e Alex dos Santos.
Cartões Amarelos: Parrudo, Gustavo, Isac (INT); Gimenez, Marcelo, Bruno Rangel (CHA).
Gols: Kempes, aos 36 do primeiro e Bruno Rangel aos 32 do segundo tempo (CHA); Michel Schmoller, aos 34 do segundo tempo (INT).

INTER DE LAGES (1)
Neto Volpi; Parrudo, Cristian, Petterson, Carlos Henrique; Revson, Michel Schmoller, Gabriel (Gustavo); Valdo Bacabal (André Gava), Romarinho (Vitor Michels), Isac. Técnico: Waguinho Dias.

CHAPECOENSE (2)
Danilo; Gimenez (Moisés), Marcelo, Thiego, Dener; Gil, Cleber Santana, Lucas Gomes; Maranhão, Silvinho (Martin Alaniz), Kempes (Bruno Rangel). Técnico: Guto Ferreira.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Com herói inesperado, Paysandu é campeão do primeiro turno

Mascotes confraternizando(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Depois de polêmicas e discussões acaloradas ao longo da semana, hoje tivemos o primeiro RexPa do ano, o jogo valia a Taça Cidade de Belém. Um clássico por si só já é motivo suficiente para deixar o torcedor apreensivo, valendo taça, a torcida fica ainda mais “nervosa”, para completar, hoje a torcida ainda teve que ver o jogo ser decidido nos pênaltis, após os clubes empatarem por 1x1.

O JOGO

Momento do gol (Foto: Fernando Torres/ASCOM PAYSANDU)
O jogo começou bastante nervoso, ambas as equipes não conseguiam finalizar. Aos 18’ o Paysandu teve sua primeira boa chance, Fabinho Alves cruzou e Betinho tentou um voleio, mas a bola acabou indo por cima do gol. O Remo respondeu logo depois, Eduardo Ramos fez jogada individual e cruzou para Ciro, que desviou muito fraco para Emerson fazer a defesa. Aos 25’ Levy chutou forte e Emerson fez grande defesa, no rebote, Ciro chutou e o goleiro alviazul novamente salvou o que seria o gol do Remo. E cinco minutos depois, Marcelo Costa cobrou falta pela lateral, à bola desviou no azulino Eduardo Ramos e entrou no gol, abrindo o placar no Mangueirão.

(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Na segunda etapa, a chuva castigou ainda mais o gramado, atrapalhando o decorrer da partida. Aos 12’ Ciro fez jogada individual e cruzou na área, mas a zaga do Paysandu apareceu e mandou o perigo para longe. E o Remo começou a colocar mais pressão no jogo, chegava fácil para atacar e tentava de todas as formas o empate. Aos 35’ Whelton apareceu dentro da área, à bola parou numa poça e Emerson ficou parado, os dois se chocaram e o juiz deu pênalti para o Clube do Remo e ainda expulsou o goleiro alviazul (que já havia levado amarelo num lance anterior por retardar a partida). Marcão entrou para tentar defender a cobrança, mas Eduardo Ramos converteu e deixou tudo igual, resultado que se concretizasse, levaria a decisão aos pênaltis. E assim foi jogo finalizou 1x1 e a partida teria de ser definida nas penalidades.

Pênaltis:


Leandro Cearense abriu as cobranças convertendo para o Paysandu. Eduardo Ramos fez o dele também. Bruno Veiga converteu o seu e deixou o alviazul na frente. Léo Paraíba chutou e Marcão fez a defendeu. Augusto Recife fez o terceiro e Ciro acabou vendo Marcão defender seu pênalti. Antes da última cobrança, jogadores se estranharam e começou uma confusão. Depois de normalizado, Raphael Luz marcou e o Paysandu sagrou-se campeão do primeiro turno.

"Foi no sufoco, mas tem que estar preparado. É complicado, goleiro reserva dificilmente joga, mas eu não comecei a me preparar ontem, eu venho me preparando há quase um ano, esperando essa oportunidade. E o destino me dá essa chance logo em uma final de campeonato, um Re-Pa. Estrear em um Re-Pa é muito complicado, mas foi muito glorificante pra mim. Tive paciência de esperar a minha vez. O que fiz no ASA é passado e sempre disse que queria fazer história aqui", disse o goleiro Marcão.

(Foto: Fernando Torres)
Palavra da colunista: O Paysandu foi razoavelmente bem, poucas criticas podem ser feita no jogo de hoje. Praticamente só Raphael Luz teve uma atuação fraca. É bom frisar aqueles que se saíram bem, Emerson defendeu muito no decorrer da partida e Marcão coroou o trabalho do goleiro com suas defesas também. Pablo teve uma atuação impecável, tem de ser titular. Lucas se saiu bem novamente.

FICHA TÉCNICA:

Paysandu: Emerson; Roniery, Fernando Lombardi, Pablo e Lucas; Ricardo Capanema; Augusto Recife, Marcelo Costa (Bruno Veiga) e Raphael Luz; Fabinho Alves (Marcão) e Betinho (Leandro Cearense). Técnico: Dado Cavalcanti

Remo: Fernando Henrique; Murilo (João Vitor), Henrique, Ítalo e Levy; Alisson, Michel, Yuri (Léo Paraíba), Eduardo Ramos e Marco Goiano (Whelton); Ciro. Técnico: Leston Junior

Árbitro: Joelson Nazareno Cardoso (PA)
Assistentes: Luiz Diego Lopes (PA) e Lúcio Ipojucan Ribeiro (PA)
Cartões amarelos: Fernando Lombardi, Betinho, Lucas, Pablo, Emerson, Augusto Recife e Roniery (PSC); Murilo, Ítalo, Michel e Ciro (REM)
Cartão vermelho: Emerson (PSC)
Público total: 18.119

@_cassiagouvea

Atlético vence o Valencia e ainda sonha com o título

Griezmann novamente é o cara do Atlético
Foto: www.marca.com
O jogo:

O Atlético foi até Mestalla para encarar o fraco time do Valencia e não decepcionaram os torcedores colchoneros. O jogo prometia muita emoção do início até o final, às duas equipes buscavam objetivos diferentes no campeonato. O Atlético precisava da vitória para seguir sonhando com o título da liga, já o Valencia precisava dos três pontos para tentar subir na tabela.

Um pouco antes de o jogo começar, os torcedores do Atlético receberam uma péssima notícia, Godín não iria entrar em campo contra o Valencia. A notícia da ausência do zagueiro abalou um pouco a torcida colchonera, já que Godín praticamente atuou em quase todas as partidas do time no campeonato espanhol. Lucas foi o elegido pra entrar no lugar de Godín.

O primeiro tempo foi bem movimentado, o Atlético foi quem buscou o gol mais vezes e não demorou muito em ter sua primeira chegada com perigo, Koke arriscou um chute rasteira, mas a bola saiu pra fora, em seguida o Atlético tentou abrir o placar com uma cabeçada de Gimenéz, mas saiu muito fraco e por encima do gol. O Atlético só mandava no jogo e aos 16 minutos, Vietto teve uma oportunidade clara de gol, a bola caiu sem querer nos pés do argentino, dentro da área, mas o atacante pegou mal na bola e mandou por encima do gol.

O Atlético criava chances de gol praticamente a cada 5 minutos, mas sempre parava no goleiro Diego Alves ou pelo mesmo problema do time, a falta de pontaria. O Valencia só chegou preocupar o goleiro Oblak aos 22 minutos, quando Cheryshev acertou um belo chute de fora da área, mas Oblak estava atento e conseguiu fazer a defesa.

Os colchoneros não demoraram muito em responder o Valencia, e aos 24 minutos, o Atlético conseguiu abrir o placar com Griezmann, o francês está impagável, e é o maior artilheiro do time nessa temporada e o mais decisivo. O gol saiu só saiu por causa de Vietto, que conseguiu roubar a bola perto do gol adversário, e entregar para Griezmann, o francês só teve que tirar do goleiro e sair para o abraço. A alegria do Atlético não durou muito, e quatro minutos depois, Cheryshev empatou o jogo. O colchoneros ainda buscaram o gol no primeiro tempo, mas depois do gol do Valencia, o Atlético não teve mais aquele controle do jogo como antes.

Atlético ainda sonha com o título
Foto: www.marca.com
O fato de saber que o Barcelona tinha ganhado o jogo contra Eibar no sábado (5), deixou o time ainda mais nervoso, todos sabiam que se o Atlético não conseguisse a vitória contra o Valencia, o título ficaria para o Barcelona, já que o time abriria 11 pontos de diferencia. E foi nesse pensamento de decisão que o Atlético veio pro segundo tempo. O time foi pra cima, Gabi arriscou um chute aos 54 minutos, mas a bola só passou perto do gol, aos 60 minutos, o Atlético teve uma oportunidade claríssima com Vietto, mas o goleiro do Valencia conseguiu fazer um milagre e impediu o gol do Atlético.

Diego Simeone viu que o time estava jogando bem e que tinha o controle do jogo, mas que faltava o gol. A solução que teve o treinador foi colocar Fernando Torres no lugar de Kranevitter e logo depois colocou o Carrasco no lugar do Vietto. As substituições surgiram efeito, e aos 70 minutos, Fernando Torres aproveitou um desvio de cabeça de Gimenéz dentro da área para colocar o 2 a 1 no jogo.

Depois do gol, o Valencia ficou praticamente desordenado dentro de campo, e não demorou muito para que o Atlético aproveitasse disso, aos 78 minutos, Carrasco tentou um chute de fora da área, à bola por pouco não entrou. O terceiro gol do Atlético era questão de tempo, e aos 85 minutos, Carrasco colocou ponto final no jogo, o belga conseguiu sair em velocidade e chutar, a bola ainda saiu fraca, mas por primeira vez no jogo, o goleiro brasileiro errou feio e aceitou o gol.

O Atlético com essa vitória ainda sonha com o título, mas será uma parada dura tirar esse campeonato do Barcelona. O time de Simeone só volta a jogar no próximo sábado (12), contra Deportivo, no estádio Vicente Calderón.

Texto escrito por Alzemir Neto, colunista do Atlético de Madrid.

Ficha Técnica:
Valencia 1 x 3 Atlético de Madrid

Escalação:

Valencia:
Diego Alves; Cancelo, Mustafi, Aderlan, Siqueira; Enzo Pérez (Danilo), Fuego (Negredo), André Gomes; Feghouli, Alcácer, Cheryshev (Rodrigo).
Treinador: Gary Neville

Atlético de Madrid:
Oblak; Juanfran, Lucas, Gimenéz, Felipe Luís; Gabi; Koke, Kranevitter (Fernando Torres), Saúl, Griezmann (Óliver Torres), Vietto (Carrasco).
Treinador: Diego Pablo Simeone

Twitter:
Alzemir Neto: @NeetoMoraes96
Linha de Fundo: @SiteLF

Sem sufoco e chutão, Palmeiras domina e goleia

Muito mais de olho na quarta-feira do que no jogo deste domingo, Marcelo Oliveira poupou alguns titulares diante do fraco Capivariano - time que não é lanterna da competição por mero acaso. Sem fazer muita força, o Palmeiras conseguiu vencer bem e dar, enfim, um pouco de tranquilidade ao treinador alviverde.

Com Rafael Marques e Allione nos lugares de Robinho e Gabriel Jesus, o Palmeiras conseguiu trabalhar melhor a bola do que vinha fazendo nos últimos jogos. Com paciência e girando bem a bola pelas laterais, não demorou para Lucas encontrar Cristaldo na área. O argentino fez um ótimo pivô e deixou Allione na cara do gol para abrir o placar logo aos 8 minutos.

Palmeiras x Capivariano
Allione voltou a marcar neste domingo.
(Foto: Globo Esporte)
Ao contrário de outras partidas, o Verdão tocava bem a bola e evitava ao máximo o tão (justamente) criticado chutão - terminou com mais de 90% de aproveitamento no quesito. É bem verdade que o adversário ajudava muito: ao contrário de outras boas equipes do interior, o Capivariano não armava sequer um bom contra-ataque.

Mesmo assim, a defesa alviverde voltou a falhar. Praticamente na única jogava armada pelo time do interior - ainda que de forma bagunçada, com um zagueiro aparecendo para cruzar-, Rodolfo recebeu absolutamente livre em outra falha incrível de marcação do Egídio e empatou o jogo.

A desatenção palmeirense, já comum nos jogos desse ano, podia ter custado caro. No lance seguinte outra boa chance desperdiçada de maneira bizarra pelos visitantes. O gol e esse ataque foram tudo que o Capivariano conseguiu fazer ao longo dos noventa minutos.

Palmeiras x Capivariano
Thiago Martins deu sorte, mas marcou em seu quinto jogo pelo Verdão.
(Foto: Lancenet)
Ao contrário de outras partidas, o Verdão não sentiu o gol e seguiu trabalhando bem a bola. Cristaldo deu uma movimentação muito melhor do que Alecsandro e as tabelas saíram. Em uma dessas, o Palmeiras conseguiu uma falta para Egídio cruzar e encontrar Thiago Martins que, no susto, empatou e fez maior justiça ao que acontecia em campo.

O segundo tempo foi praticamente um jogo-treino. Logo nos primeiros minutos, o Capivariano bateu mal uma falta e gerou um contra-ataque em velocidade com Dudu que fatalmente terminaria em gol, mas foi cortado com a mão pelo zagueiro e o juiz marcou pênalti. Cristaldo bateu firme e marcou o terceiro.

Pouco depois, Dudu fez outra jogada pelo meio e só foi parado com falta, gerando a expulsão do zagueiro adversário. Ficou ainda mais fácil para tocar a bola e deixar o tempo passar. Já pensando no Nacional, do Uruguai, o Palmeiras não forçou muito. Mesmo assim, ainda deu tempo para algumas jogadas de efeito do Dudu e de marcar o quarto gol com Alecsandro em outra boa jogada do camisa 7 do Palmeiras.

Cristaldo voltou a marcar. Ganha moral e a vaga de titular para quarta-feira.
(Foto: Futebol Interior)
A exibição segura ajuda a dar mais confiança para o duelo de quarta-feira pela Libertadores, ainda que contra um adversário praticamente inexistente e que ocupa com mérito (ou demérito) a lanterna da competição. Marcelo, ainda inseguro no cargo, perdeu a chance de somar pontos com a torcida e colocar Gabriel no jogo que voltava de lesão. Se a equipe realmente evoluiu, saberemos apenas na quarta-feira.

PONTO TÁTICO: Muito dos problemas do Palmeiras em manter a posse de bola nos jogos passam pelo meio-campo. Jean e Robinho apresentam dificuldades em trabalhar com mais paciência. O jogo ajudou hoje pela marcação ruim do Capivariano, mas é preciso criar mais alternativas para evitar que os chutões voltem em um jogo mais difícil. Além disso, é preciso alterar o esquema quando Egídio entra em campo. Ele não consegue marcar e deixa espaços básicos nas suas costas.

O DESTAQUE: Com tantas citações no texto, não tinha como deixar de ser Dudu. Com muitas jogadas positivas, puxadas de contra-ataque, expulsão de adversário e um belo chapéu no segundo tempo, ele foi decisivo para a construção do placar de 4x1. Allione também merece menção honrosa.

BOLA MURCHA: Mesmo participando do segundo gol alviverde, Egídio definitivamente não faz por merecer mais chances como titular. Ele até se apresenta bem ao ataque, mas é muito displicente nos cruzamentos. Além de errar no ataque, deixou os habituais buracos atrás e foi culpado direto no gol de empate do Capivariano em uma falha de marcação que beirou o ridículo.

Outra vitória sem graça

É fato que quando paramos para ver o Goiás atuando na Serrinha sempre esperamos uma vitória, e na pior das hipóteses, um empate. Nem no pior time que tivemos no ano passado, fomos derrotados jogando na nossa pequena casa verde, e hoje, não foi diferente. Conseguimos mais três pontos, mas seguimos sem convencer contra equipes menores. Foi o terceiro jogo no estádio Hailé Pinheiro nesse ano e a terceira vitória por um gol apenas, e por mais que os três pontos sejam mais importantes, a postura do grupo ainda preocupa um pouco.

Mesmo com jogo ruim, Goiás vence o Goianésia na Serrinha.
Foto: Globo Esporte.
Foi outra vitória sem graça. Nos primeiros minutos de jogo, vi um time sem vontade de jogar, criando pouco e errando muitos passes. Daniel Carvalho não estava inspirado e não conseguia ter destaque em campo fazendo suas jogadas ofensivas. Tínhamos Carlos novamente em campo e foi o melhor da partida, destacando-se na velocidade de sempre e também marcando o gol da vitória no primeiro tempo, porém, Wagner não jogou por conta da suspensão dos três cartões amarelos e com isso, Léo Sena ganhou a vaga de titular. Em minha opinião, Enderson acertou nesse quesito ao invés de colocar Liniker.

No segundo tempo, tivemos uma melhora bem significativa no meio de campo, mas faltou capricho pra colocar a bola dentro do gol. O ataque não me agradou muito e Rafhael Lucas segue com sua seca de gols na Serrinha, mas ao menos, vi uma defesa muito mais atenta e que neutralizou o atacante Nonato, carrasco na última partida. Anderson Salles foi bem na marcação do começo ao fim e sua vaga de titular é incontestável no momento.

Gostei muito do garoto Thalles, que entrou hoje no jogo e teve uma boa movimentação, trabalhando a bola como deveria e sendo participativo na individualidade. Mostrou vontade de jogar e vestir a camisa do Verdão, sendo uma boa surpresa, já que ninguém o esperava como uma opção de Enderson Moreira. Por mim, já tem o lugar garantido no próximo jogo. Outro jogador que teve uma boa atuação mais uma vez foi o lateral Juninho, mas infelizmente, Suelinton não consegue chegar ao seu nível.

Entrando em outras questões do jogo, tivemos mais uma bela atuação da nossa torcida. As mulheres esmeraldinas foram às privilegiadas hoje tendo entrada franca ao jogo e algumas até participaram de atividades promocionais no intervalo do jogo, e é claro, provando sempre que futebol também tem espaço no mundo feminino. Parabéns as mulheres pelo seu dia!

O próximo desafio é contra o Atlético Goianiense, e não quero nem pensar em empate ou juiz ajudando o lado deles. É vencer ou vencer! Vai pra cima deles, Goiás!

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Fernandes decreta vitória do Botafogo no fim do jogo

Boavista e Botafogo enfrentaram-se na tarde deste domingo (6), em São Januário, em jogo válido pela 8ª rodada do Campeonato Carioca. Como foi a última rodada da primeira fase, o Glorioso, já classificado, aproveitou a partida para testar novas opções, com jogadores que não têm recebido muitas chances no time principal. Com gol de Fernandes no fim do jogo, o Botafogo derrotou o Boavista e encerrou a primeira fase invicto e com a melhor campanha da competição. O próximo adversário do Alvinegro é o Fluminense, em jogo válido pela 1ª rodada da segunda fase. A partida ainda não tem data definida.

O JOGO

O primeiro tempo foi bem fraco. Vários erros de passe e lentidão em demasia mostraram como foi à atuação do Botafogo na etapa inicial. Com time misto, ainda desentrosado e sob o forte calor, talvez por esses motivos a atuação do Glorioso tenha sido tão abaixo do esperado. A primeira finalização do Botafogo aconteceu aos 11 minutos, em um chute de Fernandes, que arriscou de fora da área. Ainda que não tenha levado tanto perigo, o goleiro Vinícius defendeu de maneira estranha. No minuto seguinte, após cobrança de escanteio, Salgueiro mandou a bola na cabeça de Ribamar, que sozinho, cabeceou para fora. Foi a primeira grande chance de gol do Botafogo.

O Alvinegro só voltou a arriscar aos 22 minutos, de novo com Fernandes, de fora da área, dessa vez rasteiro. O goleiro Vinícius espalmou. Aos 31', o Botafogo quase abriu o placar. Ribamar bateu de frente para o gol, mas a bola, que tinha endereço certo, foi desviada em Victor, que mandou pela linha de fundo. Aos 44', 'Yaca' chutou rasteiro de canhota para defesa fácil de Vinícius. E foi só. 

O Glorioso retornou para o segundo tempo sem alterações. Com apenas 1 minuto, Neilton e Salgueiro fizeram boa troca de passes. Na hora da finalização do atacante, a zaga afastou. Aos 7 minutos, Ribamar foi derrubado na área. Pênalti claro a favor do Botafogo. O uruguaio Salgueiro cobrou no canto e o goleiro defendeu. Aos 16', de fora da área, o Boavista quase abriu o placar em chute perigoso de Caio, que bateu consciente. A bola passou perto da trave. No minuto seguinte, cobrança de escanteio. Ribamar cabeceou para fora. Aos 20', Ricardo Gomes resolveu fazer duas substituições no time ao mesmo tempo: Neilton e Gervasio Nuñez saíram para as entradas de Luis Henrique e Leandrinho, respectivamente.

Aos 26 minutos, o Boavista teve a chance de abrir o placar com Leandrão. No entanto, a zaga conseguiu cortar. Aos 30', Ricardo Gomes fez a última alteração no Botafogo. Salgueiro, péssimo no jogo, foi substituído por Lizio, outro gringo. Aos 33', Jean mandou de fora da área com efeito. O goleiro Vinícius foi obrigado a espalmar. Boa chance do Glorioso. Aos 44 minutos, enfim o gol do Botafogo. Fernandes iniciou a jogada, Diego chutou cruzado e o goleiro Vinícius espalmou. A bola ficou viva na área, e Fernandes aproveitou para completar e decretar a vitória botafoguense. 1 a 0 sofrido. Aos 48', o jogo chegou ao fim. 

Fernandes comemora o gol da vitória (Foto: Vitor Silva/SS Press/ Botafogo)
OBSERVAÇÕES

O Botafogo encerrou a primeira fase do Carioca com a melhor campanha. 22 pontos, líder do grupo B, 91,7% de aproveitamento e INVICTO.

O Botafogo terminou o jogo com SETE jogadores oriundos da base. E foi dos pés da garotada alvinegra que saiu o gol que decretou a vitória do Glorioso.

Salgueiro atuou como titular pela primeira vez. E perdeu pênalti. Apesar de participativo no jogo, não teve boa atuação. Assim como 'Yaca', o outro gringo.

FICHA DO JOGO

Boavista 0
Vinícius, Léo Cunha, Victor, Anderson Luiz (Cristiano), Leandro Rocha; Willian Maranhão, Thiago Silva, Romarinho (Caio), Luan (Paulo Ricardo); Matheus Paraná, Leandrão. Técnico: Rodrigo Beckham. 

Botafogo 1
Jefferson, Diego, Emerson Silva, Renan Fonseca, Jean; Dierson, Fernandes, Salgueiro (Damían Lizio), Gervasio Nuñez (Leandrinho); Neilton (Luis Henrique), Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes.

Estádio: São Januário (RJ).
Árbitro: Lenilton Rodrigues Gomes Junior (RJ).     
Assistentes: Ivan Silva Araujo (RJ) e Marcio Moreira de Queiroz (RJ).   
Gol: Fernandes (44' do 2º T).
Cartões amarelos: Leandrão e Romarinho (Boavista); Renan Fonseca (Botafogo).
Público: 1.374.
Renda: R$ 24.715,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 

Corinthians cai na Vila e perde a invencibilidade na temporada

Na tarde deste domingo (06), Santos e Corinthians fizeram o clássico alvinegro na Vila Belmiro. Em partida válida pela 8ª rodada do Paulistão, os donos da casa venceram e tiraram a invencibilidade do Timão na temporada.


Tite entrou em campo com um time misto pensando no jogo do meio de semana pela Copa Libertadores da América. Dorival colocou o que tinha de melhor à sua disposição, buscando manter a liderança do seu grupo no Estadual.

Logo no começo do jogo, o Santos se mostrou melhor e controlou as ações ofensivas da partida. Aos 9 minutos, Lucas Lima escapou pela direita e cruzou rasteiro, Serginho finalizou para a defesa de Cássio, mas a bola caiu nos pés de Ricardo Oliveira, que abriu o placar para o time da Vila.

O Corinthians se mostrava sem entrosamento e um pouco desinteressado do jogo, enquanto o Santos esperava uma chance no contra-ataque. O primeiro tempo acabou sem muitas emoções, com a vitória parcial santista pelo placar mínimo.

Na volta para a segunda etapa, Tite promoveu a estreia de Alan Mineiro, que entrou no lugar de Romero. O Timão melhorou no jogo, mas continuou pecando nos erros de passes e na falta de entrosamento, sem conseguir nenhuma grande jogada para ameaçar a meta santista.

Aos 40 minutos, Ricardo Oliveira recebeu uma bola, depois de falha de Alan Mineiro, deixou Yago no chão e chutou com frieza para vencer Cássio e fazer o segundo gol. O Timão não teve forças para reagir e a partida terminou com a vitória do Peixe por 2 a 0.

Com a vitória, o Santos chegou aos quinze pontos na liderança do Grupo A. O Corinthians se manteve com dezessete pontos, na primeira colocação do Grupo D. Na próxima rodada, o Peixe recebe o Água Santa, na Vila Belmiro, no próximo sábado (12), às 18h30.

O Timão volta a campo na próxima quarta-feira (09), às 19h30, quando enfrenta o Cerro Porteño, no Paraguai, pela Copa Libertadores. Pelo Paulistão, os comandados de Tite viajam até Ribeirão Preto, para enfrentar o Botafogo, no sábado (12), às 16h.

Milan perde para o Sassuolo e se afasta da UCL

Nesse domingo (06) o Milan foi visitar o Sassuolo no Mapei Stadium, pela 28ª rodada do Campeonato Italiano.

O jogo começou aberto, com chances e faltas para os dois lados, e em 10 minutos de jogo, os rossoneri já tinham cinco finalizações e o Sassuolo três.

O Milan controlava o jogo, mas pecava nas suas finalizações, e aos 25 minutos de jogo sofreu as consequências. Jogada ensaiada no escanteio e Duncan acertou belo chute na entrada da área e abriu o placar para os mandantes.

Logo após abrir o placar, o Sassuolo recuou, o Milan tinha a posse de bola, mas não conseguia criar chances de perigo, até os 44 minutos, quando em chute cruzado de Bacca a bola cruzou por toda pequena área, mas Mario Balotelli não conseguiu chegar na bola, dando números finais a primeira etapa. Onde o Milan foi melhor, mas não soube aproveitar.

Sansone esulta, Kucka deluso: è il 2-0 Sassuolo. LaPresse

O segundo tempo começou sonolento, até que com cinco minutos jogados Mihajlovic substituiu Balotelli por Menez, e enfim o Milan voltou a pressionar, mas não durou muito.

Com a entrada de Menez, o Milan empolgou por cinco minutos e voltou a cair de rendimento, totalmente perdido em campo, e em falha da defesa, Berrardi quase aumentou a vantagem do Sassuolo com 15 minutos do segundo tempo.

E até que finalmente, aos 20 minutos, em jogada pela lateral Sansone aproveitou cruzamento de Berrardi e ampliou a vantagem dos mandantes, 2-0 sem sustos. Logo após o gol, Mihajlovic foi expulso por reclamação.

Logo em seguida, cinco minutos depois, Defrel fez falta pesada em Kucka e foi expulso. Mesmo com um a mais o Milan não conseguiu produzir no segundo tempo, e sofreu com os gols perdidos na primeira etapa. E nada mais fez. Sassuolo 2-0 AC Milan.

O Milan novamente foi derrotado no Mapei Stadium, são três jogos e três derrotas, e ainda viu sua sequencia de 13 jogos sem perder cair. Já o Sassuolo encosta no próprio Milan e vê de perto a possibilidade de jogar a Europa League, e chega a cinco jogos de invencibilidade e vai a Turim enfrentar a Juventus. Já o Milan vai a Verona, encarar o Chievo.

FICHA TÉCNICA:

Sassuolo (4-3-3): Consigli; Vrsaljko, Cannavaro (Antei), Acerbi, Peluso; Missiroli (Biondini), Magnanelli, Duncan; Berardi (Falcinelli), Defrel, Sansone.

Milan (4-4-2): Donnarumma; De Sciglio, Alex, Zapata (Romagnoli), Antonelli; Honda (Boateng), Kucka, Bertolacci, Bonaventura; Bacca, Balotelli (Menez).

Por: @acm_vinicius 
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