A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

segunda-feira, 7 de março de 2016

Líder invicto, prazer Vasco da Gama

Depois de duas rodadas saindo com o empate, o Vasco voltou a ganhar no Campeonato Carioca. Com o Placar 3x1 contra o Bonsucesso, o time Cruzmaltino garantiu a liderança do grupo A.

Foto: GE
A estrela da noite foi Thalles, que marcou o primeiro do Vasco, logo aos três minutos de jogo. Julio Cesar levantou na área, Thalles tirou a marcação e finalizou, abrindo o placar, 1x0. A equipe tinha tudo para crescer na partida, com boas jogadas, parecia que logo outro gol sairia, mas não foi tão fácil. O time se perdeu um pouco em campo e o Bonsucesso começou a achar buracos na defesa vascaína, Matheus Pimenta quase empatou, mas chutou na trave, para alívio dos torcedores vascaínos.

O Vasco acordou e o segundo gol saiu, aos 31’ depois do passe do destaque da noite, Thalles, Nenê caprichou, fez bonito e marcou. 2x0 para o Cruzmaltino. No finalzinho, o Bonsucesso ainda deu um susto, Breno chegou perto, mas parou no travessão.

Foto: ESPN
O segundo tempo também foi movimentado, mas dessa vez quem marcou antes do primeiro minuto foi o Bonsucesso. Matheus Salgado encarou a marcação, tocou para Matheus Pimenta, que livre na área descontou, 2x1. Após o gol, a partida ficou morna, os times esfriaram, mas ainda dava tempo para mais um gol. Mais uma vez ele, Thalles! Pikachu tentou, mas não conseguiu e no rebote dado pelo goleiro Thalles fez mais um, matando a partida.

Com a vitória, o Vasco completou 20 pontos e permanece líder do grupo A, enquanto o Bonsucesso permanece em último no grupo B e vai lutar contra o rebaixamento ao lado das outras equipes que não se classificaram.

Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)

Ficha Técnica

BONSUCESSO: Léo; Rossales, Gustavo Rambo, Anderson e Thiaguinho; Dieguinho (Julio Cesar), Julinho, Marco Junior, Matheus Salgado (Geovani) e Breno (Renan); Matheus Pimenta. Técnico: Mário Marques

VASCO: Martín Silva; Madson, Jomar, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Éder Luis (Yago Pikachu) e Nenê (Evander); Jorge Henrique (Caio Monteiro) e Thalles. Técnico: Jorginho

Cartão amarelo: Rossales (Bonsucesso)
Árbitro: Diego da Silva Lourenço

Mudou tudo no Fluminense

Que mudanças! O nosso Tricolor em menos de duas semanas mudou praticamente tudo no futebol: técnico, diretor executivo, fornecedora de material, patrocínio master e até nosso vice da área. As mudanças eram necessárias e só posso lamentar que nosso presidente tenha demorado tanto a perceber que todas essas relações não eram benéficas ao Fluminense.

Comecemos falando de Eduardo Baptista. A demissão dele foi tão boa, que aconteceu duas vezes. Nosso comandante já não se mostrava apto a dirigir o time. O time era mal escalado, as substituições eram malfeitas, as falhas da defesa continuavam terríveis, o time não tinha uma jogada ensaiada e não mostrava disposição em campo. Cheguei até a tentar ajudá-lo no último texto que fiz duas semanas atrás, mas o jogo contra o Botafogo foi à gota d'água. Levir chega com o apoio da torcida. Sabemos que se ele não der jeito, o problema é o elenco. Ele é o tipo de técnico que precisamos: não tem medo de jogador e se ver falta de comprometimento vai mandar embora. Estou 100% com ele.

Levir já foi apresentado e disse que o time tem condições de disputar o título. Foto: ESPN
Outra saída necessária era a de Mário Bittencourt. Desde que ganhou espaço na mídia com o caso do rebaixamento da Portuguesa em 2013, Mário só queria saber de aparecer. Conseguiu o cargo de vice de futebol e a partir daí tomou gosto de estar nos holofotes. Adorava entrar no vestiário antes dos jogos e falar com os jogadores, dava entrevistas inflamadas e se orgulhava dos jogadores que trazia para o clube. Tanta politicagem foi minando a paciência não só dos conselheiros do clube como do torcedor comum. Com ele no comando, paramos de ter técnicos bons e passamos a contratar Cristóvão Borges, Ricardo Drubscky, Enderson Moreira e Eduardo Baptista. Se a lista de técnicos já é ruim e extensa, evitarei dar todos os atletas que ele trouxe para que seus olhos, amigo leitor, não sangrem. Espero que quem chegar, faça um trabalho sóbrio e sem alardes.

Jorge Macedo é o novo diretor executivo de futebol. Quanto menos aparecer, melhor o trabalho. Foto: Fluminense FC
Falando em sobriedade, gostei bastante da postura da Dry World com relação ao nosso novo uniforme. Não inventaram e tiveram a aprovação da torcida. Esse primeiro ano é essencial para a conquista do mercado brasileiro. Continuo na esperança de que eles façam o terceiro uniforme grená e acho até que existem boas possibilidades já que eles ouviram a reclamação da torcida com relação ao espaço entre escudo e logo da empresa. Só não entendi a ausência de Fred no evento. O que será que nosso capitão fazia de tão importante para não participar de um evento tão importante?

Apresentação do novo uniforme da DryWorld - 04/03/2016
Foto:Fluminense FC
Pergunta mais pertinente que a de Fred, só com relação à Vitton 44. Como que fizemos parceria com uma empresa que não tinha condição de honrar seus compromissos? Os executivos da empresa eram tão bons mentirosos assim? O que eles fizeram é inadmissível. O Fluminense tentou se mostrar rápido com a saída da Unimed, mas esqueceu de que a pressa é inimiga da perfeição. Parece que Peter aprendeu e está avaliando as melhores opções que o mercado oferece.

Adeus patrocínio horrível, até nunca mais!
Agora é trabalhar duro, pois desperdiçamos três meses e quinta já tem jogo importantíssimo contra o Criciúma pela Primeira Liga. Se o Levir arrumar a defesa e conseguir dar a mesma velocidade do Atlético do ano passado ao nosso ataque, temos boas chances de sair dessa seca de títulos que já está começando a incomodar.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Remo tropeça nele mesmo e entrega o primeiro turno ao rival

Na tarde deste domingo (6), tivemos a decisão do primeiro turno do Campeonato Paraense. Remo e Paysandu protagonizaram uma grande final em que o Paysandu saiu como vencedor da Taça Belém.


"Essa mancha não se apaga nunca mais." - Referencia ao tabu de 33 jogos de invencibilidade
O jogo foi equilibrado, praticamente 45 minutos de domínio para cada equipe. O Remo começou mal posicionado com o esquema 4-5-1 (??e não conseguia assustar o rival. Apenas um lance de perigo com Ciro logo no início arrancou uma ponta de esperança da torcida azulina no primeiro tempo, que via o Paysandu melhor posicionado em campo e explorando bem as laterais para armar as jogadas.

Apesar da leve superioridade imposta no primeiro tempo, o Paysandu apenas conseguiu sair à frente no placar após um gol contra do maestro azulino Eduardo Ramos, que cabeceou direto para o próprio gol.

Já no segundo tempo, o Remo modificou a sua postura em campo e começou pressionando. Ciro fez uma bela jogada individual, mas foi parado pela zaga do Paysandu. Leston decidiu finalmente mexer na equipe e colocou Welthon no lugar de Marco Goiano. O
Remo seguiu pressionando e dominando o jogo até que aos 35 minutos, quando o goleiro Emerson derrubou Welthon dentro da área e Eduardo Ramos, o dono do jogo, cobrou o pênalti que deu o empate ao Remo.

No final da partida, tivemos mais duas chances de gol para cada lado. Ciro chutou dentro da área, mas Marcão, que entrou substituindo Emerson, expulso, defendeu; e Raphael Luz, aos 47 minutos, dentro da área do Remo, chutou para fora e perdeu a chance de decidir ali mesmo para o Paysandu.

A decisão foi para os pênaltis e o Remo veio para as cobranças com Eduardo Ramos, Ciro, Léo Paraíba, Ítalo e Levy. Apenas Eduardo Ramos conseguiu fazer o gol. Eu já comentei aqui que ele foi o dono do jogo?!

O Paysandu teve Leandro Cearense, Bruno Veiga, Augusto Recife, Raphael Luz e Lucas para as cobranças e todos marcaram, faltando apenas Lucas, que não precisou cobrar.
Com a conquista do primeiro turno, o Paysandu já está na final do Parazão e também está classificado para a Copa Verde e Copa do Brasil de 2017.

O que podemos aprender com essa derrota?
A meu ver, o Remo tem um elenco bom sim e o Leston não está sabendo posicionar certas peças em campo. Prova disso neste jogo foi a melhoria do time após a entrada do Welthon no lugar do M. Goiano. Por falar em posicionamento de jogadores, uma pergunta pertinente: O que o Leo Paraíba estava fazendo dentro de campo?

Bom, alguns remistas até estavam com receio dessa final, afinal, o Paysandu vinha com uma campanha invicta e com um time aparentemente melhor.  Em minha opinião, o elenco deles não é em nada superior ao nosso, apenas há um maior entrosamento. O jogo foi equilibrado e o rival só conseguiu fazer o gol com a ajuda do nosso querido maestro, que desastrosamente cometeu esse erro do gol contra, porém não o culpo de absolutamente nada. Ele fez o gol do empate, foi o único a marcar o pênalti e se redimiu do erro no próprio jogo. Porém, seus companheiros esqueceram como se joga futebol e fizeram de uma simples cobrança, uma verdadeira lambança.

O rival após anos finalmente voltou a ganhar alguma coisa e deixo aqui o meu "PARABÉNS". Mas e se não fosse o gol contra do Eduardo? A história estaria em aberto e o desfecho provavelmente seria outro.

O Remo não pode se iludir com essa final. Pressionamos o rival, mas sabemos que o Paysandu pode vir até com a seleção alemã em campo, ele sempre irá tremer para o Remo. Mudanças precisam ser feitas urgentes. Precisamos vencer o segundo turno e nos classificar para a Copa Verde e Copa do Brasil 2017 em campo.

REMO
Fernando Henrique; Murilo, Ítalo, Henrique e Levy; Michel, Alisson, Yuri, Marco Goiano e Eduardo Ramos; Ciro

SUPLENTES
Douglas Borges, Igor João, Chicão, João Victor Severino, Edicléber, Léo Paraíba, Arthur, Welthon, Silvio e Potita

PAYSANDU
Emerson; Roniery, Fernando Lombardi, Pablo e Lucas; Ricardo Capanema, Augusto Recife, Raphael Luz e Marcelo Costa; Fabinho Alves e Betinho

SUPLENTES
Marcão, Flávio, Mauro, Vélber, Bruno Smith, Paulinho, Marquinho, Leandro Cearense, Wanderson, Jonh César e Bruno Veiga

PROXIMO JOGO
No próximo domingo (13), o Remo enfrenta o Paragominas no Arena Verde às 16 horas.
Porém, nesta quinta-feira (10) o Remo vai até Roraima para jogar contra o Náutico, no Ribeirão, de portões fechados, às 21h30.

Texto por:

@Angel_Caldeira

Agora é bola para frente: América perde e está fora do "Cariocão" 2016

Hoje no Estádio de Los Larios, em Duque de Caxias, o América enfrentou o Fluminense em confronto que valia a classificação do Grupo B do Campeonato Carioca.


(Foto: Gazeta Press)
O América começou a partida com muita tranquilidade, executando diversos toques curtos no meio campo e só criando jogadas em situações oportunas. Infelizmente isto não durou tanto quanto o desejado.  A partir dos 30 minutos, a blitz tricolor passou a agir, com chutes de longa distância de Gustavo Scarpa e algumas bolas na área para a “referência” Diego Souza tentar algo.

Felipe Eduardo (América) e Diego Cavalieri (Fluminense) estiveram com um brilho especial naquela tarde, já o goleiroamericano operou um milagre em uma cabeçada de Diego Souza; e o arqueiro tricolor fez uma defesa impossível num chute de Leandro Aguiar.

O América prosseguiu o final do primeiro tempo com diversas tentativas de abafa, abusando da impulsão de Gabriel Vasconcelos e da força física de Leandro Aguiar. Mas o jogo seguiu no zero a zero.

Na volta para a segunda etapa, Darlan saiu para a entrada de Renato na equipe do América. Já no Fluminense, Pierre deu lugar ao atacante Magno Alves e o lateral direito Jonathan substituiu o lateral esquerdo Giovanni, assim Wellington Silva passou a atuar na lateral esquerda.


O América voltou para a segunda etapa com a mesma lentidão que começou a partida, rodando muito a bola e tentando explorar as laterais frágeis do tricolor carioca. Assim como na primeira etapa, o Fluminense novamente reagiu e desta vez a pressão não pôde ser contida. Na marca de dezenove minutos, Magno Alves faz o primeiro do Fluminense, 1 a 0 Flu. 

(Foto: ESPN, Site Oficial)
Aos vinte e três minutos, o Fluminense trocou de atacantes quando Osvaldo substituiu Marcos Júnior. No América, o meia Matías Sosa saiu e entrou o volante Ramon para passar mais segurança defensiva, ficando a responsabilidade de armar as jogadas para o até então volante Muniz. Apesar da tentativa de Ricardo Cruz de fortalecer o meio campo, nada mudou e o tricolor continuou com sua pressão em busca do segundo gol.

Na marca de trinta e quatro minutos, o América efetuou sua última substituição, tirando o lateral Erick, que sentiu lesão, e colocando o também lateral Wander, o que nada alterou no decorrer da partida. No fim do jogo, o Mecão passou a ir desesperado em busca da classificação, com diversas bolas alçadas e chutes de fora da área, que em nada resultaram, sacramentando assim a eliminação da equipe rubra, que somou apenas 11 pontos e não conseguiu avançar para a segunda fase.

Agora o que resta aos americanos é a reza brava na briga de foice para não voltar a tão temida e dolorosa segunda divisão.

Vamos Mecão, não pare de lutar!

Escalações:

Fluminense: Diego Cavalieri, Henrique, Marlon Santos, Wellington Silva, Giovanni (Jonathan), Pierre (Magno Alves), Edson, Cicero, Gustavo Scarpa, Marcos Junior (Osvaldo) e Diego Souza. Técnico: Marcão

América: Felipe Eduardo, Fábio Braz, Marcão, Erick (Wander), Marlon, PH, Muniz, Darlan (Renato), Matías Sosa (Ramón), Leandro Aguiar e Gabriel Vasconcelos. Técnico: Ricardo Cruz

Com roubo celeste em Poços de Caldas, Caldense perde para o Cruzeiro

Ontem, dia 6 de março, a equipe da Veterana enfrentou o Cruzeiro em Poços de Caldas.

(Arte feita pela Federação Mineira de Futebol, a FMF)
A Caldense começou a partida sofrendo muito nas laterais com a fraca marcação de Jefferson Feijão e de Rafael Estevam. Os donos da casa pouco produziram nos primeiros 45 minutos e, na cobrança de um escanteio, Alisson, meia convocado para a Seleção Olímpica, em escandaloso impedimento abriu o placar aos quatorze minutos, 1 a 0 Cruzeiro.

O time que vencia manteve a mesma intensidade ao longo do primeiro tempo. Aproveitando a dificuldade da Caldense de se recompor no meio campo, a equipe celeste teve facilidade para atuar no contra-ataque em velocidade. Apesar das dificuldades defensivas, a Veterana não sofreu o segundo gol, muito em função da incompetência do Cruzeiro na hora de finalizar.

Destaques do primeiro tempo: O destaque negativo da primeira etapa ficou com o capitão da Caldense, Paulão, que esteve muito inseguro durante os primeiros quarenta e cinco minutos, cometendo diversos deslizes e dando oportunidade para os cruzeirenses ampliarem o placar. O destaque positivo fica com o volante Lucas Romero, já que o argentino conseguiu conduzir o meio campo celeste com uma facilidade impressionante, mostrando as sérias dificuldades de marcação do time de Gian Rodrigues.

No início da segunda etapa, o Cruzeiro mudou, tirou o lateral Fabiano e botou o também lateral Mayke. A Caldense voltou do intervalo com uma postura muito diferente, apostando em sua força ofensiva e arriscando com os chutes de fora, aproveitando o campo escorregadio devido à forte chuva que ocorreu em Poços.

O centroavante Rafamar tentava de tudo quanto era maneira, arriscava de fora, de dentro da área, chegou a perder gol até debaixo da trave, mas nada dava certo. Aos 21 minutos, em tentativa desesperada de renovação ofensiva da equipe da Caldense, o treinador tirou o marcador Michel Elói e colocou o homem de criação Marcinho.

Já no final da partida, aos 33 minutos, a pedidos dos torcedores, entrou o atacante Edu e saiu o meia Tiago Azulão na equipe da Veterana.  O “capetinha”, como é conhecido Edu, passou a ameaçar no lado direito da equipe do Cruzeiro, se aproveitando da dificuldade de marcação de Sanchez Miño e da falta de velocidade de Bruno Rodrigo.

Como é de costume, a Veterana começou a se desesperar nos acréscimos e passou a tentar tudo que era possível, mas nada foi suficiente para evitar a dolorosa derrota. Dolorosa por que dominamos a etapa final, mas não tivemos a capacidade de finalizar com decência. 

A lição que fica deste jogo é que os dois times precisam treinar finalização. E, pela parte da Caldense, que o time precisa ajeitar o sistema defensivo e, principalmente, aumentar o poder de criação de jogadas para não ficar dependendo do erro dos adversários.

(Foto: Gazeta Esportiva)
A luta ainda não acabou, há chances de conquistarmos a segunda vaga para a Série D, considerando que a Caldense já enfrentou todas as equipes grandes.

A próxima partida da Caldense é em Nova Lima contra o Villa Nova. Não se esqueçam que esta é a sétima rodada, teremos mais quatro pela frente, vamos que ainda dá.


Arriba Caldense!

Francisco || @BorjaFrancisco_
Linha de Fundo || @SiteLF

Dever cumprido em Poços de Caldas e liderança reconquistada

Apesar das complicações da partida, a Raposa fez seu dever de casa, venceu a equipe da Caldense com o placar de 1x0, com gol do atacante Alisson na primeira etapa, e com o triunfo conquistado o time celeste lidera o Campeonato Mineiro isolado com 14 pontos.


O próximo compromisso do Time do Povo será pela Primeira Liga, na quarta-feira (09), contra o Atlético-PR no Mineirão, às 19:30h. A Raposa voltará a atuar pelo estadual contra o Uberlândia, no sábado, às 18:30h, também na Toca III.

Sobre o jogo:

A partida começou movimentada, a Raposa fazia troca de passes com segurança e a equipe comandada por Deivid fazia apenas o reconhecimento da Caldense. Desse modo, o time da casa pressionou o Cruzeiro em seu campo de defesa e arriscou jogadas aéreas, mas, quando precisava, o capitão cruzeirense estava lá para trazer segurança.

A Caldense foi superior nos primeiros minutos, mas na primeira oportunidade o Cruzeiro respondeu da melhor maneira e Alisson foi o responsável para entregar o recado. Aos 12 minutos, Willian cobrou escanteio, Bruno Rodrigo desviou e Alisson só teve o trabalho de mandar para o fundo das redes.

Os donos da casa trocavam passes e tentavam encontrar espaços para igualar o marcador, porém a equipe celeste se defendia bem e chegava com perigo quando tinha chance. Aos 29 minutos, Lucas Romero fez ótimo lançamento para Henrique, o meia ficou na cara do gol e finalizou para grande defesa de Negretti, quase que a Raposa ampliou o placar em Poço de Caldas.


Poucos minutos depois, Willian cruzou para a área e a bola sobrou para Bruno Rodrigo, que finalizou e acabou disputando com  o goleiro. Ariel Cabral, oportunista, chutou à esquerda do gol da Caldense.

A equipe mandante tomou conta da posse de bola nos minutos finais da primeira etapa, tentando o gol de empate ainda no primeiro tempo. Aos 46 minutos, susto para os corações cruzeirenses quando Ewerton Maradona cobrou falta e a bola bateu no travessão.

Segundo tempo:

Na volta do intervalo, os cruzeirenses continuaram com sua postura ofensiva e, por consequência, o primeiro lance de perigo foi da Raposa quando Miño rolou para Willian, que driblou seus marcadores e chutou com perigo a direita do gol de Negretti.

A resposta da Caldense veio no lance seguinte quando Rafamar recebeu livre dentro da área e finalizou para grande defesa do capitão celeste. No rebote, o próprio Rafamar mandou por cima do gol cruzeirense, quase marcando gol de empate da Caldense.

Aos 18 minutos, Rafamar novamente pegou a bola, dessa vez roubando do zagueiro Bruno Rodrigo, invadiu a área e finalizou por cima do gol de Fábio com grande perigo. Em seguida, Mayke fez cruzamento para Willian Bigode, que cabeceou na trave.


O Cruzeiro teve duas chances de balançar as redes novamente com Arrascaeta, porém as jogadas foram interrompidas pelos marcadores da Caldense. Próximo ao fim do jogo, a Raposa apenas trocava passes e administrava o resultado conquistado, sem pressa alguma de jogar e, após quatro minutos de acréscimos, o confronto foi encerrado.


                                      @Paulinha_CEC

CALDENSE 0 X 1 CRUZEIRO

6ª rodada do Campeonato Mineiro
Data: 06/03/2016 (domingo)
Local: Estádio Ronaldo Junqueira, em Poços de Caldas-MG
Árbitro: Cleisson Veloso Pereira (CBF/FMF)
Público: 2.626 pagantes
Renda: R$98.220,00
Gol: Alisson aos 12 minutos do primeiro tempo

Caldense: Neguete, Jefferson Feijão, Rafael Estevam, Paulão (Max)e Marcelinho, Marcel, Michel Benhami, Michel Elói(Marcinho) e Tiago Azulão (Edu), Ewerton Maradonae Rafamar
Técnico: Gian Rodrigues

Cruzeiro: Fábio, Fabiano (Mayke), Léo, Bruno Rodrigoe Sánchez Miño, Lucas Romero, Henriquee Ariel Cabral, Arrascaeta (Elber), Alissone Willian (Douglas Coutinho)
Técnico: Deivid

Cartões amarelos: Fabiano e Arrascaeta (Cruzeiro), Marcel (Caldense)

Turno novo, mesmos resultados: Brusque 2x1 Figueirense

Na noite deste domingo (06), o Figueirense foi até a cidade de Brusque enfrentar o time local pela primeira rodada do returno do Catarinense. E adivinha... Sim, companheiros, mais uma derrota na conta.


Um dos piores da história recente do clube. Essa frase define a equipe do Figueirense. Estou cansado de falar que os jogadores são horríveis. Estou cansado de tudo. Jogadores que no time aqui do bairro são reservas de certeza. Jogadores que você olha em campo sem vontade alguma, senta no sofá e a vontade é de chorar. Arranje 11 torcedores na rua, dê o uniforme, ponha em campo pra jogar e você verá mais garra e vontade de vencer. Um time morto. O Figueirense hoje não tem alma. Mas agora vamos aos principais lances de mais uma tragédia que vocês chamam de jogo do Figueira.

Logo no primeiro minuto o Brusque já deu as caras quando Eydison mandou para o fundo das redes, mas o assistente assinalou o impedimento e anulou o gol. Aos 4', cruzamento na área e a zaga do Figueirense afastou, na sobra novo cruzamento e Cleyton quase marcou de cabeça. Aos 8', o estreante Dodô girou bem dentro da área sobre a marcação, chutou, mas o goleiro João Paulo evitou o gol do Figueira. Aos 25', a primeira cena lamentável. Escanteio para o Brusque, na cobrança Gatito Fernández saiu mal e Cleyton marcou de cabeça. Aos 33', Ruan aproveitou cruzamento, soltou o pé e a bola passou perto da meta de Gatito. Aos 42', Carlos Alberto, do Brusque, chutou forte e o arqueiro alvinegro salvou. Um minuto depois, Carlos Alberto, de novo, arriscou e a bola passou perto.

Na segunda etapa, logo aos 2 minutos, cruzamento na área do Figueira, Gatito só ficou olhando, Carlos Alberto subiu livre e cabeceou, fazendo a bola passar muito perto da trave. Aos 16', Jefferson fez boa jogada driblando três, invadiu a área e, na hora de finalizar e correr pro abraço, fez tudo errado e perdeu o gol. Aos 22', a bola caiu no pé de Dodô que soltou a bomba, mas João Paulo defendeu. Aos 25', contra-ataque do Brusque, Assis saiu sozinho na frente, driblou Gatito e só teve o trabalho de empurrar pro fundo do gol. 2x0 pro time da casa. Aos 42', escanteio pro Figueira, na cobrança, a bola foi certeira em Carlos Alberto que cabeceou e diminuiu a distância no placar. Seria o esboço de uma reação, mas, para infelicidade do Figueirense, já era tarde.

O Figueirense volta a campo na próxima quarta-feira (09), às 19h30, quando enfrenta o Flamengo pela Primeira Liga, em Brasília. Já o Brusque joga no próximo domingo (13), às 18h30, diante do Criciúma pelo Campeonato Catarinense fora de casa.

Ficha Técnica - Brusque 2x1 Figueirense

Data: 06 de março de 2016
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Augusto Bauer, Brusque, SC
Arbitragem: Célio Amorim (SC); Diego Leonel Felix (SC); Maíra Americano Labes (SC)
Gols: Cleyton e Assis (BRU); Carlos Alberto (FIG)

Brusque: João Paulo, Alemão, Cleyton (Neguete), Maurício, Adãozinho (Everton Cesar); Cambará, Carlos Alberto, Assis; Ruan, Paulinho, Eydison (Aelson) | Técnico: Mauro Ovelha

Figueirense: Gatito, Henrique, Nirley, Bruno Alves, Rodrigo Biro; Jackson Caucaia, Jefferson (Dudu), Ricardinho (Bady); Carlos Alberto; Dodô (Gabriel Esteves), Everton Santos | Técnico: Vinícius Eutrópio

Patrick Silva | @figueiradepre

Grenal de Primeira Liga, mas futebol de segunda

Grenal nem sempre é um jogo bonito, nem sempre é um jogo com boa qualidade técnica. Grenal é um jogo que apresenta muito mais virilidade e combates fortes, representa briga e confusão. O Grenal que aconteceu na Arena valia por duas competições, Campeonato Gaúcho e Primeira Liga, além de algo diferente, era o primeiro Grenal na Arena depois do 5x0 que o Grêmio aplicou no Internacional. A partida foi muito ruim tecnicamente e foi pessimamente dirigida pela trio de arbitragem, já que lances violentos, expulsões e fraturas foram as coisas que mais apareceram nesse 0 a 0.

Internacional não teve chances claras, porém demonstrou muito empenho e dedicação.
(Foto: Deive Pazos)
O Grêmio comandou todo o primeiro tempo, teve três chances claras de gol, circulou melhor a bola e teve qualidade de movimentação. Em seu meio campo, Bolaños acabou sendo a figura principal. Foi possível perceber isso quando o jogador foi substituído no intervalo, pois havia uma suspeita de fratura na mandíbula. Com a entrada de Henrique Almeida, ficou evidente a qualidade que Miller dava ao Grêmio.

A entrada do Henrique Almeida deixou o time um tanto quanto diferente de seu padrão tático, mas todos imaginavam que Everton entraria para manter o nível que o tricolor apresentava no jogo. O Grêmio conseguiu marcar muito bem as jogadas principais do Internacional, já que Giuliano apoiou muito defensivamente pelo lado de campo e fez com que o lateral esquerdo Artur não tivesse participação efetiva na partida. Já pelo lado direito do ataque, o colorado Willian tinha total liberdade sobre o seu adversário, já que Marcelo Oliveira apresentava-se nervoso, tanto que, mesmo sabendo que estava amarelado, xingou o árbitro da partida e empurrou o assistente, estava descontrolado.

Já o Internacional apresentou uma descompactação gigantesca no primeiro tempo quando os dois volantes tinham dificuldades de se aproximarem dos meias e, com isso, desqualificavam a transição de bola. Desta forma, os chutões viraram uma "tática" para se aproximar da área adversaria.

Entretanto, já no segundo tempo, o Inter conseguiu aproximar o meio campo, compactando o esquema e, com a entrada de Vitinho, o time se mostrou um time muito mais agudo do que na primeira etapa, tanto que teve uma chance claríssima de gol na qual Geromel tirou em cima da linha. O Internacional comandou a segunda etapa e demonstrou o mesmo impeto e qualidade técnica que mostrava em outras partidas.

Geromel destaque da partida salvou o tricolor da derrota.
(Foto: Deive Pazos)
Os destaques individuais da partida do lado gremista foram Geromel, que desarmou toda e qualquer chance que o Inter tentava criar e mostrou o por que é o melhor zagueiro em atividade no Brasil; e Bolaños, que também estava fazendo um papel importantíssimo pelo Grêmio, liberando Douglas para criar e ditando o ritmo de movimentação, porém fatalmente teve uma dividida com William e veio a fraturar a mandíbula, tendo que sair no intervalo. Já o melhor em campo pelo lado colorado foi Vitinho, que mesmo voltando de lesão fez o Inter sair do buraco que estava e trouxe para a partida Sasha e Anderson, fazendo com que os três articulassem jogadas.

O Grenal foi muito parelho, com uma leve superioridade gremista, porém Geromel salvou o Grêmio inúmeras vezes da derrota. Com o empate, o Internacional se classificou na Primeira Liga em primeiro, enquanto no Gauchão está um ponto atrás do Tricolor e vai ter a semana inteira para treinamentos. O Grêmio precisa torcer por outros resultados para conseguir se classificar na Primeira Liga, mas o seu foco hoje é para o jogo da quarta, quando entra em campo pela Libertadores da América.

Ismael Schonardie|@Ismahsantos
Janaína Wille|@Jaanaw_

Foi uma honra, Peyton Manning


"Peyton Manning está velho demais para o jogo", foi o que muitos falaram durante a temporada 2014-15. Velho demais, devagar demais, fraco demais, caro demais. Ex-jogadores, especialistas e torcedores acreditavam que era melhor evitar outro ano para não "terminar mal". Mas eles estavam errados. Assim como em 2011, Peyton mostrou que todos não faziam ideia da vontade que ele tinha dentro de si. O camisa 18 voltou ao campo e disse que ainda não era o momento da aposentadoria. Ele sabia que sua caminhada ainda tinha um último capítulo. Assim como nos últimos anos, Manning fez sua especialidade: nos fez torcer cada vez mais por sua superação.

Sou declaradamente torcedora do Baltimore Ravens. Porém, se tinha alguém que arrancava aplausos até dos adversários era Manning. Sua dedicação e comprometimento com o futebol americano sempre foram uma coisa que eu invejava, mas de uma forma positiva. Gostaria que todos tivessem o mesmo amor pelo jogo que ele sempre teve.

Como quarterback, justificou a escolha de primeira rodada geral feita pelo Indianapolis Colts e a confiança do Denver Broncos ao selecioná-lo no Free Agency. Como pessoa, superou o grande problema na parte cervical de seu pescoço, que resultou em uma cirurgia que o afastou de campo por um ano, deu a volta por cima quando foi dispensado da franquia de Indiana e, mesmo sem sentir a ponta dos dedos como consequência de sua lesão, continuou quebrando recordes.

Falar de sua carreira é uma tarefa fácil e difícil ao mesmo tempo. É simples, pois como não se lembrar dos diversos recordes, prêmios, Pro Bowls, Super Bowls e feitos impressionantes? Complicado mesmo é só falar de números quando há um grande líder por trás deles. Como comentou Willie McGinest, "ele foi ótimo para o jogo e trouxe o melhor de seus adversários".

Como Russell Wilson disse em sua carta a Peyton após o Super Bowl, "ele nos inspirou a amar o jogo". Como Tom Brady fez questão de falar, "Manning mudou o esporte para sempre". Steve Mariucci acrescentou: "A jornada de Peyton foi ótima, mas todas as boas coisas chegam ao fim. Felizmente, falarão sobre ele por décadas". Foi, mais do que tudo, uma honra.

Hoje, no dia em que o grande camisa 18 encerra um grande e glorioso ciclo, tudo que nós, meros fãs de futebol americano, podemos dizer é muito obrigada. Agradeço por cada passe incrível, cada lição ensinada e cada momento que você nos fez dizer de queixo caído "Meu Deus Peyton Manning". Por tudo isso, meu mais sincero agradecimento.


"Pressão é algo que você sente quando não faz ideia do que está fazendo" - Peyton Manning

Mariana Sá || @imastargirl 

LEIA: O possível adeus de uma lenda

Paraná conhece sua 2ª derrota na competição

Paraná joga mal, é prejudicado pela arbitragem e sai derrotado no clássico.

Na noite de domingo, 06/03, o Paraná Clube foi até o Couto Pereira enfrentar o Coritiba. Depois de vencer o outro rival na última rodada, a expectativa paranista para o confronto era grande. A real possibilidade de vitória mexeu com a torcida, que praticamente esgotou sua carga de ingressos para o jogo (4000 entradas).

Por outro lado tínhamos um Coritiba irregular, vindo de derrota para o desconhecido PSTC, mas com a quitação dos salários atrasados durante a semana, fator que poderia servir de motivação extra.

Torcida paranista faz bonita festa no Couto, time infelizmente não corresponde em campo
O JOGO

Apesar da expectativa, o jogo não foi nada bom, principalmente no 1º tempo. O Coritiba teve duas boas chances no começo do jogo, mas Marcos fez boas defesas e evitou o gol. Depois disso só voltamos a ter emoção com o pênalti achado por Bruno Boschilia e Rafael Traci. Ortega simplesmente se jogou na área e o juizão assinalou. Juan não desperdiçou a cobrança e abriu o placar aos 58’.

Esperava-se que com o gol tomado no final, o Tricolor partisse de vez pra cima, mas não foi o que aconteceu. O time continuou bem recuado, apostando nos contra ataques (que não vieram) e sem criação na frente. Quem aproveitou isso foi o Coritiba, que conseguiu resolver o jogo. Dudu aproveitou as falhas da defesa paranista e conseguiu marcar em dois rebotes. Thiago Lopes ainda acertou o poste duas vezes, mas o placar já estava definido: 3 x 0 ao final da partida.

Com o resultado o Paraná segue líder da competição com 18 pontos, um a mais que o 2º colocado JMalucelli. O Coritiba sobe para a 3ª posição com 14 pontos.

FICHA TÉCNICA

Coritiba: Wilson; Ceará (Benítez), Luccas Claro, Juninho e Henrique; João Paulo, Alan Santos (Amaral), Juan e Dudu; Negueba (Thiago Lopes) e Ortega
Paraná: Marcos; Nei, Basso, Alisson e Fernandes; Jean, Uchoa, Nadson e Valber; Robson e Toni (Lucas Pará)
Gols: (CFC) Juan 58’/1ºT e Dudu 15’/2ºT e 34’/2ºT
Cartão amarelo: (CFC) Benítez, Luccas Claro e Alan Santos
(PRC) Alisson, Fernandes e Robson

COMENTÁRIOS

A atuação do time paranista foi realmente péssima, talvez a pior do ano. Não quero arranjar desculpas, longe disso, mas a atuação de Rafael Traci determinou o resultado da partida sim. Uma coisa é descer pro intervalo com 0 x 0, outra é descer com 1 x 0 contra, com gol nos acréscimos num pênalti totalmente inexistente. Mas vida que segue, continuamos líderes.

PRÓXIMO JOGO

O Tricolor volta a campo só no próximo domingo para enfrentar o Cascavel na Vila Capanema. O jogo será num horário atípico, determinado pela televisão, 11h da manhã. Para mostrar que a derrota contra o Coritiba foi um simples tropeço, o Paraná contará mais uma vez com o apoio da torcida em busca de mais uma vitória.

As equipes já se enfrentaram 26 vezes na história, com 21 vitórias paranista e cinco empates. O Tricolor marcou 48 gols e sofreu somente 18.

Claudinei Oliveira contará com a volta do zagueiro Zé Roberto, mas perderá Fernandes, suspenso pelo 3º amarelo. Lucio Flavio continuará de fora do time.

Provável Paraná: Marcos; Nei, Alisson, Zé Roberto e Elivelton (Dick); Jean, Uchoa, Nadson e Valber; Robson e Toni

Fellipe Vicentini | @_FellipeS
#PRaCima
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana