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terça-feira, 8 de março de 2016

Como Guus Hiddink reacendeu a esperança azul

A partida mais importante do ano para o Chelsea está se aproximando. Os Blues terão que reverter o placar de 2 a 1 a favor do PSG para avançar as quartas de final da Champions League.  Se essa partida fosse há quatro meses, a derrota já seria dada como certa até pelos próprios adeptos; entretanto, há uma grande esperança de que os diabos azuis consigam o resultado dentro de casa. Essa esperança tem um motivo, e esse motivo tem um nome: Guus Hiddink.


Quando chegou aos blues o holandês encontrou um time desmotivado, com o moral baixo, desavenças e futebol pobre. Com sua humildade e muito trabalho, Hiddink foi retomando a moral que havia sido destroçada durante passagem de José Mourinho. Como o holandês conseguiu isso? É o que veremos agora! Mas antes, vamos analisar o que deu errado com Mourinho.

1 – Os erros de José Mourinho

Na temporada passada o Chelsea foi o grande campeão da Premier League. Com exibições impressionantes, tanto coletivas quanto individuais, e um sistema tático bem encaixado; não havia duvida de que a atual temporada seria tão boa quanto à passada. Foi ai que se deu inicio a péssima fase que estaria por vir.


Como o time estava entrosado e vinha jogando bem, José Mourinho estava satisfeito com o elenco e não olhou muito para o mercado. As poucas contratações que o clube fez não surtiram efeito, os mais emblemáticos São Pedro e Falcão Garcia. O espanhol até começou bem, mas foi caindo de rendimento e segue reserva até hoje. Já o colombiano, que vinha de má fase, foi uma aposta de Mourinho; que havia dito que iria recuperar o futebol do jogador. Entretanto, ele se tornou uma das piores contratações da história do clube.

Na estreia dos blues na Premier League o português se desentendeu com Eva Carneiro, então chefe do departamento médico e uma lenda do clube, e exigiu o afastamento dela; dias depois Eva deixou o clube. Os jogadores – que tinham uma excelente relação com ela – tomaram as dores da fisioterapeuta e isso esquentou os bastidores dos blues. Com a insatisfação do episódio, os principais jogadores caíram de rendimento, gerando as especulações de que estariam fazendo corpo mole para derrubar o treinador.

Além de todos os problemas extracampo, o rendimento do time também não ajudava o treinador. Se era realmente corpo mole, não podemos afirmar; mas a espinha dorsal de Mourinho havia se quebrado. Courtois, Ivanovic, Terry, Matic, Fàbregas e Hazard caíram muito de produção. O goleiro belga se machucou e perdeu a maioria dos jogos; o lateral da Sérvia cometeu diversos erros defensivos (coisa pouco comum em sua sólida carreira); a dupla de volantes também ficou bem abaixo. Matic, que era o ponto de equilíbrio do time, não conseguia manter a boa fase e junto com ele Fàbregas também caiu demais, chegando a amargar o banco diversas vezes; assim como o belga, e até então principal jogador do time, Eden Hazard.
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Falando em sub-rendimento, tive que separar um parágrafo apenas para Diego Costa, destaque da ultima Premier League e até da seleção espanhola. O hispano-brasileiro não conseguia repetir as grandes atuações. Porém, o que mais chamava a atenção – para o lado negativo – era seu comportamento. Diego parecia mais preocupado em brigar do que jogar bola, chegou a ser afastado da seleção da Espanha por atitudes antidesportivas que foram repudiadas por toda a Europa.

Taticamente o time havia ficado previsível, com um comportamento rígido e praticamente estático, o time londrino encontrava muita dificuldade para furar as defesas adversárias. Aliado a má fase dos jogadores, o Chelsea perdera diversos jogos tranquilos, inclusive dentro de casa. Com tudo isso o “special one” não aguentou a pressão e fora demitido, mesmo ainda tendo o apoio da torcida.

2 – Guus Hiddink e a arrancada

Com a saída de José Mourinho o ambiente já havia ficado mais leve nos bastidores, e no dia 19 de Dezembro de 2015 Guus Hiddink foi anunciado como o novo treinador do Chelsea. Em sua segunda passagem ele teria a difícil missão de reerguer o moral do time, que estava em 16º colocado a apenas um ponto da zona de descenso.


Com o ambiente mais leve, o holandês teve mais calma para trabalhar, apesar da posição na tabela. Sua humildade ganhou os jogadores que agora estão fechados com o treinador. Isso pode ser visto quando ele improvisa jogadores em diferentes posições e os mesmos têm uma dedicação sem igual em campo. A maior mudança do Chelsea após a chegada foi justamente essa, o time está bem mais motivado, jogando com mais vontade de vencer; uns ajustes táticos aqui, outro acolá e pronto! A boa fase do time começa a voltar.

Sua primeira, e principal mudança, foi a entrada de Obi Mikel no lugar de Oscar. De início foi muito questionada, pois Mikel não é lá um grande jogador e, na teoria, o time ficava menos ofensivo. Mas com um tempo surtiu efeito, principalmente porque Fàbregas passou a atuar como meio campista e não mais como volante. Resultado: o time ficou mais equilibrado no meio e Fàbregas voltou a ser o exímio criador de gols que sempre foi.

Outra alteração tática importante foi a utilização de Ivanovic como zagueiro, que mesmo improvisado, cresceu de rendimento e deu uma consistência defensiva bem maior ao time. Em seu lugar na lateral direita entrou Azpilicueta, que rende muito mais por ali do que pela esquerda.
Com uma defesa consistente e um meio campo mais equilibrado o time ficou mais solto, com mais liberdade. Fàbregas agora atua mais a frente e tem mais liberdade para criar as jogadas, assim como Hazard, que vem retomando a sua excelente forma da ultima temporada. Os três jogadores de meio campo (Hazard, Fàbregas e Willian) jogam muito mais soltos, invertendo posições e, como consequência, criando mais jogadas.

Com todas essas alterações, quem mais se beneficiou foi Diego Costa. A bola agora chega muito mais redonda, ele tem muito mais chances de gol, e os números mostram isso. O atacante passou a ter uma média de 4 finalizações por partida e já marcou 11 gols em 15 jogos desde a chegada de Hiddink. Além de sua atuação em campo, ele melhorou também seu temperamento. O camisa 19 dos blues parece bem mais maduro, concentrado e mais motivado.

Além das mudanças táticas, Guus Hiddink mexeu também com o espírito do grupo. O holandês tem o grupo na mão e sua principal virtude extracampo foi conscientizar os jogadores sobre suas capacidades, até mesmo que são bons jogando em outras posições. O desempenho coletivo melhorou muito, inclusive de jogadores que jogam improvisados  - caso de Kennedy, que atua de lateral esquerda em  alguns  jogos – conseguem manter o mesmo nível de atuação. Está mais que claro que os jogadores se sentem bem à vontade com o atual treinador.

3 – Ainda há esperança

Como já havia escrito lá em cima, quando Guus Hiddink assumiu o Chelsea, os blues estavam em 16º colocado a apenas 1 ponto da zona de rebaixamento; hoje o clube de Londres se encontra na 10º posição a 9 pontos da zona de classificação para a UEFA Euro League. Foi uma grande arrancada, sem perder nenhum jogo se quer desde Dezembro de 2015.


Além da grande arrancada na tabela, o time recuperou o bom futebol, os jogadores mais importantes voltaram a brilhar e o time joga com muito mais garra e vontade de vencer. No atual momento ganhar de 1 a 0 em casa do PSG é extremamente possível e, em minha opinião, o placar mais provável para o jogo.

Mesmo que os diabos azuis sejam eliminados, o que será normal devido ao elenco do PSG e ao placar do jogo de ida. A esperança em salvar o ano continua acesa, além de ser cada vez mais possível brigar para jogar uma competição continental, o Chelsea está nas quartas de final da F.A Cup e é um dos favoritos a ganhar a competição.

Pode parecer muito otimista ou até mesmo muito utópico pensar que o Chelsea vai chegar longe na Champions League ou ganhar a Copa da Liga Inglesa, mas as partidas que o time vem fazendo e a campanha irretocável de Guus Hiddink, onde só perdeu 1 jogo desde Dezembro (8 vitórias, 7 empates e 1 derrota), mostram que podemos pensar assim. Não se surpreendam se o Chelsea alcançar uma classificação para a Euro League. 

Palmas pra Tocantins

A Portuguesa continua em boa fase no Paulista da A2. O time do Canindé venceu o Independente de Limeira, de virada por 3 a 2 no Canindé. Os gols anotados por Bruno Mineiro e Gustavo Tocantins (duas vezes) deixam a Lusa momentaneamente na sétima colocação, no G8 dos times que disputarão as quartas de final do torneio. Além disso, a Portuguesa chegou ao quarto jogo de invencibilidade, com um empate e três vitórias, nos últimos jogos.

Gustavo Tocantins comemora com a torcida um de seus gols e diz: "A Portuguesa é grande"

Mas além da vitória, além de dormir no G8, a torcida da Portuguesa viu, sobretudo um time jogar com raça e mostrar superação. Tudo bem que o Independente de Limeira não vive bom momento, visto sua colocação no campeonato, no entanto a Lusa ficou duas vezes atrás do marcador e conseguiu sair com os três pontos.

O destaque da partida, no entanto, foi o Gustavo Tocantins. O atacante autor de dois gols na partida foi o melhor jogador da Portuguesa no jogo, além dos gols criou as principais jogadas ofensivas da Lusa durante a partida. Ao fazer o seu segundo gol, beijou o símbolo da Portuguesa e em entrevista declarou o carinho que sente pelo clube e a grandeza da Rubro-verde.

Agradeço à Portuguesa por ter aberto as portas para mim. Fico muito feliz de poder ajudar esse time. A nossa equipe não desistiu em nenhum momento, e nunca vai faltar empenho e gols do Tocantins. A história da Portuguesa é gigante. Não estou jogando em uma equipe pequena. Estou em uma equipe grande. A Portuguesa é grande. E pode ter certeza que vamos fazer cada vez mais bonito, com raça, marcando e lá na frente vamos resolver” afirmou o camisa 11 rubro-verde.

Palmas para o Tocantins! 


O JOGO

A Lusa começou o jogo com tudo, subiu a marcação e tentava surpreender o adversário. Pressionava como podia, mas pecava nas finalizações. No entanto quem saiu na frente foram os visitantes aos 35 minutos, Ferdinando interceptou a bola com a mão dentro da área, o juiz viu e assinalou pênalti convertido por Romarinho. 1 a 0 Independente e foi esse o placar que perdurou até o intervalo.

A Portuguesa não mudou de postura no segundo tempo, precisava da vitória no Canindé e logo no início fez seu gol, aos três minutos, após cobrança de falta da direita cobrada por Anderson, Gustavo Tocantins desviou e empatou a partida no Canindé. Acontece que a Portuguesa não soube segurar o empate e aos seis, ficou novamente atrás do marcador. Diego Medeiros desviou escanteio da direita e colocou o time de Limeira novamente em vantagem. 


A Lusa, no entanto, continuava na pegada ofensiva, Ricardinho que já havia substituído o volante Boquita pelo atacante Diego Gonçalves, trocou o também volante Caíque pelo meio campista Labarthe. Neste momento o jogo virou ataque contra defesa. E deu certo, aos 36’ da etapa final Gustavo Tocantins fez o segundo gol dele no jogo e a vitória da Lusa estava assegurada, principalmente depois do cartão vermelho recebido por André Pastor, ao parar contra ataque puxado por Bruno Mineiro.

O Independente saiu na frente do placar aos 35 minutos da primeira etapa, em gol de pênalti de Romarinho, Ferdinando interceptou a bola com a mão dentro da área. No início do segundo tempo, aos três, a Portuguesa empatou com Gustavo Tocantins, após cobrança de falta da direita cobrada por Anderson, mas logo viu o Galo retomar a vantagem. Diego Medeiros, aos seis desviou de cabeça após cobrança de escanteio. A Lusa, no entanto, foi valente e conseguiu a virada, marcando em penalidade convertida por Bruno Mineiro, Americano interceptou o chute de Anderson e o artilheiro do Canindé deixou tudo igual aos 24’. E novamente com Gustavo Tocantins, aos 36’ a Lusa fez o terceiro gol e deu a vitória para a Portuguesa.

Com o resultado, a Portuguesa chegou à sétima posição do Campeonato Paulista Série A2, com 19 pontos, e ingressou provisoriamente no G8 da competição, podendo ainda ser ultrapassada até o final da 12ª rodada. Já o Independente segue na zona de rebaixamento, em 15º, com 11 pontos. Na próxima sexta-feira, a Portuguesa visita o Guarani, no Brinco de Ouro, enquanto o Independente joga no sábado, recebendo o Atlético Sorocaba, no Agostinho Prada.

PORTUGUESA: Luis Carlos; Cesinha, Rafael Zuchi, Ferdinando e Anderson; Renan, Caíque, Boquita e Nathan; Gustavo Tocantins e Bruno Mineiro. Técnico: Ricardinho

INDEPENDENTE: Marcelo Bonan; Vinicius Bovi, Murilo Donizete, André Pastor e Matheus Leal; Claudio Falcão, Walker (Fabiano), Romarinho (Jordy Guerreiro) e Diogo Medeiros; Eric Mammer e Americano (Aguilar). Técnico: Fernando Alves (interino)

PROTESTOS

A torcida organizada Leões da Fabulosa se juntou a outras torcidas do estado de São Paulo que protestam contra a FPF e CBF, a organizada exibia uma faixa com os dizeres "CBF e FPF CORRUPTOS", alguns policiais militares olhavam a faixa, mas nada fizeram pra impedir o protesto da torcida. A torcida da Portuguesa é mais uma que adere a um protesto em massa por diversas torcidas organizadas no Brasil e principalmente em São Paulo, contra CBF, federações e Rede Globo. 

A campanha e o conjunto bicolor

Elenco Bicolor comemorando o título. Foto: Fernando Torres
Passada essa conquista do primeiro turno, nos pênaltis sobre o maior rival, vamos analisar o porquê dessa conquista ter sido tão importante para o Paysandu, sua torcida e jogadores.

Com uma campanha espetacular, de seis jogos, onde obteve quatro vitórias e dois empates tendo 66,6% de aproveitamento, Celsinho foi o destaque e artilheiro do time com três gols e quatro assistências, o time comandado por Dado Cavalcanti mostrou em todo o decorrer da competição, qualidade e organização em campo, muita entrega pelos jogadores e o mais importante, que foi essencial para essa conquista, conjunto, nos principais jogos, o bicolor paraense mostrou sua força de elenco, com jogadores dando o seu máximo em campo, peças inesperadas saindo do banco para brilhar e muita união.

O começo de 2016, com a permanência de Dado no comando do Paysandu, o mesmo pode montar um elenco de acordo com suas propostas de jogo e intenções, assim, havendo todo um planejamento correto para toda a temporada, algo inédito no Paysandu. Uma pré-temporada forte e bem trabalhada, o time iniciou o ano no dia 01 de fevereiro contra o Paragominas na Curuzu quando venceu por 3x0, e surpreendendo toda a torcida pela evolução que o time teve perante aquele de 2015, um time que joga trabalhando bem a bola, passes de qualidade e em velocidade, muita movimentação, e fluidez de jogo, enfim tínhamos um jogador de meio de campo com qualidade, o Celsinho. Os jogos foram passando, e vimos que essa realmente era a proposta de jogo do Paysandu, um time que joga de forma inteligente em campo, sabe o momento certo de avançar e de recuar. Teve como ponto fraco nos primeiros jogos, a defesa que deixava espaços e a lateral esquerda com Raí que falhava muito, problema este resolvido com a entrada de Lucas, volante improvisado que foi bem, os espaços na defesa aos poucos estão sendo corrigidos.

Jogadores treinando forte. Foto: Fernando Torres
Esse futebol bem jogado colocou o Paysandu um patamar acima dos outros clubes do campeonato para a semifinal e grande final, até mesmo acima do seu rival que joga um futebol fraco e dependente de certos jogadores, nas semis, o bicolor paraense enfrentou o Águia de Marabá, em um jogo pegado, com forte marcação, o Papão enfrentou dificuldades para passar pelo meio campo congestionado do Águia e o jogo terminou 0x0, um detalhe importante é que com 25 minutos de jogo o Paysandu perdeu um dos seus principais jogadores após briga, o meia Celsinho, nesse momento o bicolor mostrou seu conjunto, pois todos os jogadores correram mais para repor os espaços, o outro meia Raphael Luz, se movimentou muito e deu funcionalidade a meia do Paysandu, Augusto Recife se destacou dando arrancadas lá de trás, Roniery quando entrou ia e voltava em alta velocidade para marcar, no final do jogo com mais expulsões para os dois lados, o lobo continuou pressionando, e o zagueiro Gilvan mesmo machucado na costela com muita raça e vontade vencer continuou em campo dando seu máximo, nas penalidades, a estrela do goleiro Emerson brilhou quando agarrou dois pênaltis e o bicolor paraense passou para a final contra o rival.

Augusto Recife brigando pela bola. Foto: Fernando Torres
Na final, mais um jogo complicado, entretanto, o Paysandu mais uma vez venceu com seus 11 jogadores em campo, o técnico Dado e seus reservas e comissão técnica que teve participação especial no final. O conjunto bicolor venceu a individualidade remista, o jogo começou de forma normal para um clássico de tanta rivalidade, muito pegado, sem muito jogo de verdade, mas aos poucos o Paysandu foi se sobrepondo no jogo, trabalhava bem a bola com Recife e Marcelo Costa, Raphael Luz preso na marcação atrapalhava as investidas bicolores que fluíram mais pelas alas do campo, até que começou a chuva e o jogo começou a mudar, com o campo molhado o bicolor não conseguia trocar muitos passes, atrapalhando o modo de jogo alviceleste, mesmo assim, o gol saiu aos 33' em cobrança de falta de Marcelo Costa que foi desviada por Eduardo Ramos, a chuva foi apertando e o gramado ficando cada vez mais pesado, e assim favorecendo jogadas individuais, o forte do time rival, assim o remo foi crescendo no jogo e o mesmo se repetiu no segundo tempo, com um remo pressionando de forma desorganizada, mas em cima principalmente com Ciro, Eduardo Ramos e João Victor, até que aos 35' em lançamento de Henrique para Welthon, a bola prendeu na poça d'água e enganou o goleiro Bicolor que trombou com o atacante azulino e o juiz marcou pênalti e expulsou o goleiro bicolor, o até então desconhecido Marcão entrou, mas Eduardo Ramos converteu o pênalti. O jogo seguiu e terminou, a decisão seria nas penalidades, e mais uma vez a união bicolor mostrou a sua força, na noite anterior, o analista de desempenhos bicolor Cadu Furtado fez todo um trabalho analisando as cobranças de pênaltis dos jogadores do Remo e enviou para Emerson que junto com Marcão estudou pela noite, assim os dois goleiros estavam preparados para a decisão, e isso ficou nítido, pois Marcão defendeu duas cobranças e acertou o lado da outra quase defendendo, enquanto os jogadores alvicelestes todos bem preparados cobraram com maestria, sagrando o Paysandu Sport Club Campeão do primeiro turno do Paraense.

Goleiro Marcão defendendo pênalti de Ciro. Foto: Fernando Torres
Portanto, o que podemos ver é que hoje, o Paysandu com toda sua estrutura, organização e gestão bem feita, faz com que o ambiente de trabalho seja o mais harmonioso possível, possibilitando a união de diretoria, elenco e torcida, todos envolvidos na meta bicolor, união essa que é de suma importância, pois as grandes conquistas não são formadas por apenas os 11 em campo, vão do roupeiro, a nutricionista, do lavador ao analista de desempenho, do goleiro titular ao 3º goleiro, do presidente ao atacante que vem da Base, com muita humildade todos estão unidos em prol de um Paysandu cada vez mais forte, sem individualidades, como fora em outros tempos de grandes glórias. O dono do jogo foi o conjunto bicolor.

Estamos voltando cada vez mais forte!

"Aonde for vou te apoiar"

Eduardo Maya
@EduMaya7

Em terra de Leão, Tigre não ruge


Pela quarta rodada do segundo turno, no Campeonato Goiano, o CRAC recebeu o Vila Nova no Estádio Genervino da Fonseca, em Catalão, e saiu vitorioso: 3 a 1.

O time celeste foi melhor no primeiro tempo e acabou estufando as redes com Tiago Tremonti. Na etapa final, o clube da capital melhorou o toque de bola e passou a pressionar. Porém, num contra-ataque, o atacante Ademir fez mais um para os anfitriões. Mesmo sofrendo gol, o colorado¹ seguia com maior volume de jogo. E até que conseguiu diminuir a vantagem do adversário com Matheus Anderson, encobrindo o goleiro Gilberto². A partir daí, os goianienses buscaram o empate, mas sem objetividade. Tocavam muito a bola no setor ofensivo, no entanto pouco finalizavam. Todavia, em outro contragolpe, Ademir foi lançado e chutou na saída do arqueiro Wagner Bueno³, determinando o êxito leonino.

Destaque da partida, o atacante Ademir tem, somente, 21 anos, mas demonstrou frieza e características de goleador ao não tremer diante de um experiente guarda-metas, o Wagner Bueno. Por ser jovem, a diretoria precisa analisar de forma minuciosa o desempenho do jogador e realizar um contrato longo com ele.

O sistema defensivo dos catalanos, novamente, foi eficiente. Zotti e Victor Bolt não puderam municiar Frontini e Wendell Lira. Estes não foram bem. Tiveram que ser substituídos.

Os três pontos conquistados resultaram em 12 pontos, terceira colocação do Grupo A: a quatro pontos da zona de rebaixamento e a três pontos das semifinais. Ainda há uma rodada para o encerramento desse turno. Será o embate contra a Anapolina fora de casa, domingo (13). Após ele, será confronto direto com membros do próprio grupo. Possibilidade de uma final contra o Anápolis por uma vaga à semifinal.

O rugido do Leão do Sul foi três vezes mais forte do que o do Tigre Colorado na cidade de Catalão.

Notas
1. Vila Nova-GO.
2. Goleiro do CRAC.
3. Goleiro do Vila Nova.

Pedro Silveira || @PedroSilveira7
Linha de Fundo || @SiteLF

Aquecimento Olímpico: Basquete



Nos últimos anos, o basquete brasileiro foi um dos esportes que mais cresceu. Com a consolidação do Novo Basquete Brasil, a modalidade ganhou destaque nacional e começou a contar com grandes times, jogadores excelentes e uma competição cada vez mais interessante.

Basicamente, um jogo de basquetebol é praticado por dois times de cinco jogadores cada que tentam marcar pontos acertando a bola dentro da cesta do lado adversário o maior número de vezes antes que o tempo acabe. Cada um tem um limite de 24 segundos para tentar o arremesso de dois ou três pontos.

Lá vem história...

O basquete masculino começou a ser disputado em Jogos Olímpicos no ano de 1936, em Berlim, e o feminino apenas nove edições depois, em 1976. Como o torneio era disputado apenas por amadores, por anos os Estados Unidos não puderam mandar os grandes atletas da NBA, mas a modalidade foi a primeira a aceitar profissionais na disputa. Os astros começaram a aparecer em 1992, quando os EUA levaram inclusive Michael Jordan e “Magic” Johnson.

Entre os detentores dos ouro, a seleção norte-americana leva enorme vantagem, já que tem 14 das 18 medalhas já disputadas com os homens e 7 das 10 com as mulheres. No quadro de conquistas masculino, o Brasil aparece três vezes com o bronze, em 1948, 1960 e 1964, e uma quarta colocação em 1968. Já o feminino tem uma prata em 1996, um bronze em 2000 e um quarto lugar em 2004.

RIO 2016

Após acordo entre FIBA e CBB e pagamento de uma dívida antiga, as seleções masculina e feminina do Brasil ganharam vaga automática para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro como país-sede.

Para a competição masculina, dezesseis equipes já estão classificadas além da brasileira: Estados Unidos, Austrália, Nigéria, Venezuela, Argentina, Espanha, Lituânia e China. Ainda restam três vagas que serão definidas no Torneio Pré-Olímpico, que acontece de 4 a 10 de julho, entre 18 seleções.

Na disputa feminina, as seleções são: Estados Unidos, Sérvia, Senegal, Canadá, Austrália e Japão. Restam cinco vagas que estarão em jogo no Pré-Olímpico Mundial. A competição será realizada de 13 a 19 de junho e 12 equipes estão na luta.


Sobre a Seleção Brasileira masculina, o esperado é que a convocação conte com nomes importantes que jogam na NBA, como Marcelinho Huertas e Anderson Varejão, e jogadores que vem se destacando bastante da NBB, como Marcelinho Machado, Larry Taylor e Alex Garcia.

Já a Seleção feminina passa por dificuldades e tenta se apoiar em um elenco jovem para a competição. O time iniciou recentemente os treinos para o torneio amistoso que disputará nas próximas semanas e o técnico Antonio Carlos Barbosa ainda lutava para completar o grupo de 12 jogadoras. Barbosa assumiu o cargo dia 14 de dezembro e teve que refazer sua convocação por causa dos pedidos de dispensas de sete jogadoras, que não foram liberadas devido a desentendimentos entre seus clubes e a CBB. O elenco agora é formado por Anna Beatriz, Carina dos Santos, Lays Silva, Iziane, Júlia Carvalho, Isabela Ramona, Palmira Marçal, Mariane Carvalho, Érika, Clarissa, Karina Jacob e Carina Felippus.

Locais de competição: Arena Carioca 1 e Arena da Juventude

A Arena Carioca 1, localizada no Parque Olímpico da Barra, será a principal casa do basquetebol dos Jogos Olímpicos. Além dessa instalação, o esporte também será praticado na Arena da Juventude, em Deodoro.

Mariana Sá || @imastargirl 

LEIA: AQUECIMENTO OLÍMPICO - VELA
ENTREVISTA COM SAMUEL GONÇALVES DA VELA
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