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sábado, 12 de março de 2016

Paysandu joga mal e empata na estreia

(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Na tarde de hoje, o Paysandu entrou em campo contra o São Francisco, numa partida válida pela primeira rodada do segundo turno do Paraense. Além dos desfalques para o jogo, Dado Cavalcanti resolveu testar um novo sistema e usou um time diferente daquele que estávamos acostumados a ver.

O Paysandu levou pouco perigo ao adversário durante a partida, Celsinho foi a melhor chance do clube no primeiro tempo, mandando uma bola na trave. E nós dois tempos, o time da casa precisou de Marcão para não ficar atrás no placar. O São Francisco soube se impor, usava o contra-ataque como sua principal arma, pressionava o meio alviazul, mas não conseguia passar de Marcão, que fez grandes defesas nos cabeceios de Juninho e de Samuel. No segundo tempo, Bruno Veiga teve uma boa chance, mas desperdiçou chutando em cima da zaga.

Palavra da colunista: Leandro Cearense e Bruno Veiga tiveram uma atuação de baixíssimo nível. Crystian, improvisado de lateral-esquerdo, também foi mal, falhava na marcação e não conseguia apoiar bem o ataque. Marcão salvou o Paysandu, uma atuação impecável do goleiro bicolor. Paulinho e Marquinho estrearam bem, o primeiro mostrando ter qualidade no passe, sendo uma opção como um volante que sai melhor com a bola, já o segundo deu uma agilidade no meio.

De melhor para pior no clássico

Parecia que ia dar certo, mas não deu. O Goiás desperdiçou várias chances no primeiro tempo e em um lance bobo, tomamos o gol que desestabilizou o time alviverde da partida. Estava claro que quem marcasse o primeiro gol, iria sair dali com a vitória, e não deu outra. Até que Daniel Carvalho não fez tanta falta, pois o nosso time estava completamente superior, mas faltou a finalização certa e a falta de um banco de qualidade pesou também.

Goiás perde o clássico para o Atlético em apenas um lance. Foto: Globo Esporte.
Era visível que tínhamos mais técnica e posse de bola. As jogadas na ponta saiam com qualidade com Carlos e Wagner, mas o meio de campo estava neutralizado e o esquema de três volantes que estava rendendo no começo, passou a atrapalhar mais do que ajudar. O problema mais uma vez ficou na cobertura de Suelinton e na falha da marcação, dessa vez, do Anderson Salles.

Não temos jogadores ruins e é preciso que o torcedor entenda isso (se o espírito de "cornetagem" deixar). O problema do Goiás está em coisas básicas como muitos erros de passes, que pode ser consertado com um treinamento intensivo, finalizações precipitadas e um banco com opções ruins com jogadores da base que não conseguem mudar o jogo. Se tivéssemos usado os novos reforços como Jhon Cley e Cléo, poderia ter sido outro resultado.

Ainda fico sem entender como o Enderson teve coragem de me colocar o Richard no meio do jogo. Um jogador fominha, sem qualidade nenhuma, que virou "estrelinha" antes da hora e passou a se achar demais e jogar pouco. Ele pode até ser novo, mas só se consegue evolução com humildade e escalar um jogador de 18 anos que queria chegar ganhando o mesmo salário que o Renan, só pode ser brincadeira. Não fez nada na partida e vou continuar criticando ele até me provar o contrário, porque nas suas duas participações na Copinha, provou ser um jogador fraco. Talvez seja melhor ele voltar pra Barcelona pra tirar algumas fotos com o Neymar.

Uma coisa é certa. O maior vencedor nesse clássico foi à torcida do Goiás, que depois de cinco anos com uma punição injusta e ridícula, voltou com a bateria nas arquibancadas do Serra. O som mais motivador do futebol fez com que o esmeraldino cantasse do início ao fim e nem a derrota nos calou, mostrando que um simples instrumento faz com que o espírito de amor ao clube cresça e se espalhe aos outros. Fiquei pensando: perdemos hoje e não ficamos nervosos graças à animação da torcida com bateria, então será que se tivéssemos ela no rebaixamento do ano passado, teríamos objetos arremessados no campo e tanta frustração? É uma coisa para a justiça de nosso estado parar e refletir.

Mesmo com resultado ruim, foi apenas um jogo. Vamos levantar a cabeça e pensar no terceiro turno para irmos as semifinais com tranquilidade e assim, mostrar um futebol de um time guerreiro e vencedor.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Lusa perde para o Guarani e tem sequência interrompida

A Portuguesa teve sua sequência de quatro jogos de invencibilidade com três vitórias consecutivas. Isso porque o Guarani conseguiu superar o time do Canindé, jogando no Brinco de Ouro da Princesa e venceu a Lusa por 3 a 1, com todos os gols do jogo sendo anotados no primeiro tempo. Com o resultado a Lusa adia o ingresso no G8 e o Guarani entrou no pelotão dos oito classificados para a fase seguinte da série A2, na quinta colocação.

Portuguesa e Guarani, mesmo na A2, fizeram um jogo de muita tradição em Campinas
O jogo se resume na eficácia do time do Guarani e total desatenção da defesa lusitana. Nos três gols anotados pelo Bugre, a Portuguesa tinha a posse bola e a perdeu originando os gols bugrinos em jogadas de escanteio, tudo isso devido à pressão que o time de Campinas exercia na saída de bola rubro-verde e também à desatenção e pressa por parte do setor defensivo da Lusa.

Depois do revés em Campinas, a Lusa não deve desanimar, pela sequência positiva que havia tendo. Agora a Portuguesa volta a jogar no Canindé, contra o Santo André, em um jogo considerado de seis pontos. A obrigação é vencer e somar os pontos e consolidar uma boa posição no G8.

O JOGO

O jogo começou e desde a primeira ação do jogo, víamos um Guarani muito mais a fim de abrir logo o marcador e a Portuguesa apenas esperando, a Lusa praticamente não criava jogadas e o Guarani explorava de todos os jeitos a meta lusitana. E logo aos oito minutos os campineiros abriram o marcador. Eduardo cruzou pela direita e Lorran se antecipou na primeira trave para desviar de cabeça. 1 a 0 Guarani.

A Portuguesa jogava tão recuada e até o momento do gol não havia criado nenhuma jogada ofensiva ou de real perigo ao gol de Pegorari e o Guarani continuava atacando e pressionando a meta rubro-verde. O torcedor lusitano que via o jogo não esperava uma resposta tão imediata da Lusa, mas ela veio ainda no primeiro tempo. Anderson levantou bola na área e achou Gustavo Tocantins, livre pra de cabeça empatar a partida em Campinas. 1 a 1.

Depois do gol da Portuguesa, ambas as equipes se assustaram. Estavam mais preocupadas em não tomar o gol do que fazer o segundo, foram dez minutos de um jogo sendo cozinhado por ambas as equipes. Até que o Guarani acordou e decidiu o jogo ainda no primeiro tempo. Aos 39’ após cobrança de escanteio, Eduardo subiu sozinho no primeiro poste, livre de marcação e fez o segundo gol bugrino no jogo, Luis Carlos ainda defendeu o cabeceio, mas a bola bateu no travessão e entrou. E aos 44 minutos, o Guarani chegou ao terceiro e praticamente decidiu a partida. Depois de jogada ensaiada do Guarani, Denis Neves cruzou da esquerda, achou Lorran na direita que só ajeitou pra Fumagalli de peixinho fazer o 3 a 1, para os bugrinos e definir o jogo.

No segundo tempo, os papeis se inverteram. Agora quem tinha a posse era a Lusa, no entanto a Portuguesa ficou apenas com Bruno Mineiro na área e sem outra referência, já que ao fazer o gol de empate Tocantins e Lucas Bahia trombaram de cabeça e os médicos da Portuguesa, por precaução, decidiram pela substituição do artilheiro lusitano no intervalo. Diego Gonçalves entrou em seu lugar, além de Labarthe no lugar de Boquita. A Portuguesa tinha posse, no campo de ataque, porém não conseguia criar jogadas de gol. Ricardinho ainda trocou também Caíque por Caio Cézar e a Lusa chegou por duas vezes com Bruno Mineiro, numa o centro avante furou, noutra finalizou a rasar do poste. E assim foi o jogo com derrota da Lusa pro Guarani, em Campinas, 3 a 1. Agora o Guarani vai a Penápolis enfrentar o Penapolense. Enquanto a Portuguesa joga no Canindé, contra o Santo André.

Guarani
Pegorari; Eduardo, Carpini, Lucas Bahia e Denis Neves; Diego Silva, Lenon, Fumagalli e João Vittor (João Paulo); Lorran (Watson) e Rai (Marcelinho). Técnico: Pintado.

Portuguesa
Luís Carlos; Cesinha, Rafael Zuchi, Ferdinando e Anderson; Renan, Caíque (Caio Cézar), Boquita (Marcelo Labarthe) e Natan; Bruno Mineiro e Gustavo Tocantins (Diego Gonçalves). Técnico: Ricardinho.

Napoli vai até Palermo na expectativa de continuar a perseguição ao líder

O Palermo receber uma difícil partida para lutar contra o rebaixamento. Todas as apostas estão para o Napoli, que tem a obrigação de vencer se quiser ser campeão da Série A Tim. O jogo vai acontecer neste domingo (13), às 16h45, no horário de Brasília, em Palermo, no Estádio Renzo Barbera.

O retrospecto é favorável ao time da casa:

- 33 jogos
- 13 vitórias do Palermo
- 7 vitórias do Napoli
- 13 empates
- 44 gols pró Palermo
- 31 gols pró Napoli


Twitter: @Um_Carvoeiro || @SiteLF


Bahia 200%: Eficiência posta à prova no clássico Ba-Vi

Quarta-feira, 09 de março de 2016. Uma data que entrará para a história do Esporte Clube Bahia pelo insólito fato de registrar dois jogos oficiais do clube no mesmo dia, por competições diferentes em cidades separadas por 500 km. Um absurdo com o selo CBF/Globo e FBF de competência. Entretanto, de limões azedos os Bahia fez uma bela limonada: Dois triunfos e classificação e lideranças asseguradas tanto no baianinho como no Nordestão.

Pragmaticamente esse é o melhor início de temporada da história - dez triunfos consecutivos em jogos oficiais. É um ótimo registro histórico, mas com pouco peso técnico na temporada. Afinal as competições desses primeiros meses servem para dizer o quão ruim seu time está e não o quão bom ele é. Mas o Bahia de Doriva, e o de Aroldo também, ratificou na rodada dupla de quarta que são times organizados e com bons modelos de jogo.

Na 'preliminar' o time profissional entrou em campo com muitos desfalques: Tinga, Moisés, João Paulo, Danilo Pires, Luisinho, Zé Roberto, Juninho e Hernane. Quase um time completo.  Mesmo desfigurado o time manteve o padrão que tem apresentado no ano: Sistema organizado, boas combinações, controle de jogo e objetividade. Com Paulo Roberto no meio campo, que enfim fez uma boa apresentação, e Rômulo centralizado na segunda linha o time utilizou o 4-2-3-1 como sistema principal, com variações de acordo com a postura do Galícia ou com o momento do jogo. Edigar Junio foi deslocado para a direita e Cristiano ficou no flanco esquerdo - como Yuri apoia menos que Hayner essa foi uma boa solução para ter amplitude nos dois lados do campo.

Time que iniciou o confronto contra o Galícia. Frame capturado no estádio. 
Com o jogo definido Doriva promoveu a estreia de mais três destaques da Copa SP deste ano: Itinga, Max e Felipinho. Os garotos, nascidos em 98, ajudaram a reconfigurar o time no 4-4-1-1. Mostraram maturidade e disciplina tática além da habitual vontade e ansiedade típicas da idade.

Variação de jogo habitual quando o time tem vantagem no placar. Garotos inseridos no plano de jogo
Em Petrolina o Bahia de Aroldo Moreira foi bastante aplicado para superar os adversários da noite: O pasto que usaram como campo, a arbitragem lamentável e a iluminação de boate além da equipe da Juazeirense. O triunfo de 2 X 1 ratificou o bom trabalho desenvolvido pela base do clube, a ponto de preparar um time bastante jovem capaz de superar uma equipe profissional com maturidade física, técnica e psicológica. Jogadores como Mayron, Rodrigo Becão, Hugo Freitas e Rodrigo Rodrigues mostraram credenciais para servirem ao profissional em pouco tempo.

Toda a boa evolução da temporada será questionada em caso de revés no clássico de domingo. Algo normal e compreensível por se tratar de uma rivalidade muito forte localmente. Na única partida disputada esse ano contra uma equipe das séries A/B do Brasileirão [Santa Cruz] Bahia fez uma partida muito fraca tecnicamente, a despeito do resultado positivo dentro da casa do adversário. Como esse clássico não tem peso para o campeonato estará apenas em jogo os aspectos técnicos e de confiança para a temporada. Algo relevante, sem dúvida.

O Bahia não deve colocar em campo ninguém que não esteja fisicamente bem. Por isso além dos contundidos [Moisés, Tinga e Hernane] os que estão em transição também não devem ser utilizados [Blanco, Danilo Pires]. Apenas João Paulo Almeida deve ser escalado, muito em virtude de não haver um reserva da posição pronto para jogar - mesmo com Yuri indo muito bem na posição nos últimos jogos.

Única dúvida para o jogo é na zaga central: Robson ou Gustavo? Uma dúvida que não deveria existir se fosse avaliados apenas aspectos do campo, mas que ganha contorno pela 'experiência' de Gustavo, apesar da temporada ruim que faz. Zé Roberto deverá ser o substituto de Hernane, decisão que me parece bastante acertada - Zé faz muito bem o movimento de buscar jogo entre os volantes e zagueiros, algo que Hernane acrescentava ao modelo de jogo de Doriva.

Com Paulo Roberto na vaga de Blanco/Danilo Pires Bahia perde na transição ofensiva - ele arma menos que Blanco e infiltra menos que Danilo. Mas time ganha sustentação defensiva no meio e boa bola longa e inversões. A dupla com Feijão foi fundamental na construção de jogadas contra o Galícia e na saída de bola.

Lomba, Hayner, Gustavo, Éder e João Paulo; Feijão, Paulo Roberto; Juninho; Luisinho, Zé Roberto e Edigar Junio. Esse deve ser o time que iniciará o clássico. Na teoria um jogo que não vale nada. Na prática o maior jogo do ano até agora. E, talvez, o único clássico Ba-Vi do ano. Não será pouca coisa. Nunca é.  

ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP

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