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sexta-feira, 18 de março de 2016

Provável escalação do Bragantino visando o entrosamento

O Bragantino entra em campo no sábado (19), às 19h, para enfrentar a frágil equipe do Marília pela 15ª rodada do Campeonato Paulista da Série A2, no Estádio Bento de Abreu, como visitante. O Massa Bruta não perde há seis partidas e é o líder da competição com 29 pontos ganhos, logo, uma simples vitória já o deixa mais próximo da próxima fase.

Léo Condé, técnico do Bragantino (Foto: Futebol Interior)
No treino desta sexta-feira 18/3/2016, o técnico Léo Condé (ex Caldense e Sampaio Corrêa) mandou a campo o mesmo time titular da partida contra o Votuporanguense, na terça-feira. Nenhum jogador está suspenso, mas alguns estão no departamento médico: o lateral direito Ivan, o zagueiro Douglas Silva, o volante Geandro e os atacantes Lincom, Léo Jaime e Jobinho.

Ivan se recupera de tratamento no joelho direito; Douglas Silva vem tratando o músculo adutor da coxa direita; Geandro vem fortalecendo a coxa direita; Jobinho faz tratamento na região pubiana; e Lincom fez cirurgia recentemente e retorna em aproximadamente 20 dias, e por fim, Léo Jaime ainda sente incômodo no tornozelo direito e ainda não fez exames para saber quando voltará a jogar.

Lincom é o maior artilheiro do Bragantino com 75 gols
''A ideia é repetir a base das últimas rodadas para aumentar ainda mais o entrosamento dos jogadores. As vezes somos obrigados a mudar uma ou duas peças por lesão, cartão ou até mesmo desgaste muscular. O importante é que o futebol apresentado tem sido regular e nos mantém na parte de cima da tabela'', disse Léo Condé.

O provável Bragantino que enfrentará o Marília neste sábado é: Felipe; Alemão; Jesiel, Éder Silva e Bruno Pacheco; Edson Sitta, Serginho e Leandro Silva; Erick, Elder Santana e Thiago Santos.

O destino te levou para casa, Tray


Ontem (17) uma notícia triste chegou aos ouvidos dos fãs de futebol americano.  Tray Walker, cornerback do Baltimore Ravens, havia sofrido um acidente gravíssimo de moto e estava lutando por sua vida em um hospital em Miami. Hoje, um dia depois, Tray não resistiu e partiu aos 23 anos.

As investigações ainda acontecem em Miami. O que exatamente houve não é muito claro. Mas não é isso que importa agora, pois profissionais já estão resolvendo isso. É importante lembrar de Tray Walker pela promissora carreira que ele tinha pela frente. Por ser a esperança dos Ravens em 2016, por ser encantado pelo jogo. Walker foi escolhido na quarta rodada do Draft 2015. Sua carreira como profissional estava apenas começando.

Sua história no futebol universitário chamou atenção pelos bons números em sua posição. Foi tão bem que honrou o nome da Texas Southern sendo o primeiro jogador desde 2000 a ser draftado. Como muitos, seu sonho de se tornar jogador profissional começava ali, com o "Na escolha geral número 136, o Baltimore Ravens seleciona Tray Walker, cornerback de Texas Southern". Uma escolha ousada pela faculdade, mas promissora.

Durante o treinamento dos calouros no ano passado, Tray disse a um jornal local que dedicaria sua primeira temporada ao pai, que havia falecido alguns meses antes. "A próxima temporada, o processo completo de agora, dedico a ele. É tudo que ele queria. Ele só queria o melhor para mim e rezava para que eu conseguisse essa chance. Agora estou aqui".


Como um Raven, ele esteve em campo em oito jogos e fez dois tackles, mas jogava principalmente nos Special Teams. Poderia ter sido mais. Muito mais. Agora o número 25 fica sem dono. "Senti como se eu sempre tivesse pertencido a esse lugar", Walker disse depois do primeiro treino na franquia. Pertenceu, Tray. O destino sempre acaba te levando para casa. Descanse em paz, rapaz.

Mariana Sá || @imastargirl 

Levir Culpi e sua filosofia

Levir Culpi chegou ao Fluminense com o objetivo de arrumar a equipe, depois de fazer um grande trabalho no Atlético/MG. Além disso, o treinador tem fama de barrar medalhões e não escalar jogador por status, gerando grande expectativa em parte da torcida que deseja ver alguns medalhões longe do clube.  E durante sua apresentação já mostrou um pouco da personalidade forte: “Tenho uma qualidade maldita, a sinceridade”.

Levir em sua apresentação no Fluminense. (Foto: Nelson Perez)
No seu jogo de estreia colocou um time alternativo para fazer observações do time, com a ajuda do auxiliar permanente Marcão e gostou principalmente dos jogadores da base. Na segunda partida, veio a constatação do quão mal o time está, tanto fisicamente, tecnicamente e taticamente. E avaliou sem papas na língua, o time na coletiva após o jogo:

- “Clássico não foi bom, não teve muitas ações ofensivas por parte do Flu. O conjunto do Botafogo está melhor do que o nosso. A gente conduz muito e produz pouco. Tem muita coisa para se fazer ainda. Sinceramente, não gostei do jogo e nem do resultado. Temos muito o que melhorar. É um jogo para a gente lembrar. Não podemos jogar como jogamos hoje em jogos importantes como clássicos”.

Levir observando o trabalho dos jogadores. (Foto: Nelson Perez)
Levir teve a semana livre para trabalhar, comandou treino integral para trabalhar principalmente a parte técnica e física da equipe. Orientou, gesticulou, conversou à parte com alguns jogadores. Mostrou que quer um time moderno, compactado e saindo com velocidade agredindo o adversário. Os jogadores já estão conhecendo sua filosofia. Trabalhou intensamente e fez algumas importantes mudanças no time titular.

Promoveu a volta do capitão Fred, Gum e Gérson. Barrou Giovanni, deslocou Wellington Silva na esquerda, dando uma chance para Jonathan na Lateral-direita. Aos poucos, Levir vai montando o que considera ideal.

A provável escalação da equipe titular para o clássico: Diego Cavalieri, Jonathan, Gum, Henrique e Wellington Silva; Pierre e Cícero; Gerson, Diego Souza e Gustavo Scarpa; Fred.

Diego Souza disse: “Vamos entrar no clássico com a faca nos dentes”, e realmente esperamos isso, que domingo nos reserve surpresas boas.
 
Que venha o Fla-Flu!

Saudações Tricolores.

Curtinhas:

- Carta branca ao Levir.

- Edson reclamou que queria jogar e pensou em sair do clube, porque não pensa em melhorar seu futebol?

Everton Silva fala sobre boa fase do Red Bull: “Segredo é consistência da defesa”

Foto: Divulgação / Red Bull Brasil
Após uma semana de preparação, o Toro Loko volta aos gramados neste sábado (19) diante do Oeste no Estádio Moisés Lucarelli, às 16h30, e espera manter a boa fase no Campeonato Paulista. O time do técnico Maurício Barbieri vem de uma série invicta com quatro vitórias seguidas, nove gols marcados e sem sofrer nenhum.

"É uma ótima sequência no momento decisivo da competição, e temos que valorizar bastante o nosso sistema defensivo, que tem se mostrando muito consistente e entrosado, e esse bom retrospecto na defesa dá confiança para o restante do grupo e o resultado disso está aparecendo", avalia o lateral Everton Silva.

O momento do time é bom, mas o atleta sabe que é preciso manter os pés no chão e não perder o foco: "Sabemos que é preciso dar um passo de cada vez. O pensamento agora é no jogo contra o Oeste, temos muitas coisas pela frente, mas acredito na força e na união do nosso grupo para conquistar os nossos objetivos", disse.

O Red Bull Brasil está na briga por uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro e segue firme na disputa pela classificação às quartas de final do Campeonato Paulista. Pelo Paulistão ocupa a vice-liderança do Grupo D com 16 pontos, atrás do Corinthians que é líder com 20 pontos e com vantagem de 5 pontos de diferença para o terceiro colocado, o Água Santa: "Nós oscilamos um pouco no início do campeonato, mas conseguimos reagir e chegar à reta final dessa fase com grandes chances de classificação para as quartas de final. Confiamos no trabalho do professor Maurício Barbieri e estamos unidos para continuar conquistando resultados positivos", finaliza o lateral.

Resultados e expectativas do basquete brasileiro em 2016

Rafa Luz é um dos destaque do Flamengo em 2016 (Foto: Flamengo)
O basquete brasileiro vai se preparando diariamente para os novos desafios da temporada. Com a aproximação dos Jogos Olímpicos Rio 2016, as competições nacionais e internacionais ganham cada vez mais importância.

No NBB, mais uma disputa acirrada vai chegando aos playoffs. Na Liga das Américas, os brasileiros não conseguiram corresponder às expectativas e acabaram não levando o título. Para a Olimpíada, a definição dos grupos já trilha o caminho até a sonhada medalha. 

Novo Basquete Brasil:

O NBB está conseguindo manter e até aumentar o alto nível dos últimos anos. Com quinze times na disputa, esse ano nenhum clube será rebaixado para a Liga Ouro, já que o planejamento é que uma equipe suba da segunda divisão e fiquem dezesseis concorrentes.
A disputa do campeonato é feita como nos anteriores: os doze melhores colocados passam para os playoffs, sendo os quatro primeiros direto para as quartas-de-final e os outros para as oitavas. Diferentemente de 2014-15, todas as disputas são com melhor de cinco jogos, incluindo a final.

Na briga pelas quatro primeiras colocações, Flamengo, Bauru, Paulistano, Mogi das Cruzes, Basquete Cearense e Brasília seguem tentando obter o melhor aproveitamento, assim já eliminam uma fase no campeonato. Com três rodadas restantes, as definições na parte de cima e de baixo já podem aparecer nos próximos jogos.

Nas três últimas colocações, São José, Vitória e Macaé ainda respiram e tentam roubar as vagas principalmente de Liga Sorocabana e Caxias do Sul, mas é improvável que haja uma grande mudança nessa parte.

Liga das Américas 2016:


Guaros de Lara acabou vencendo o Final Four.
Sendo considerada uma das mais importantes competições do calendário do basquete americano (sem contar o esporte nos Estados Unidos), a LDA tem sido dominada por brasileiros nos últimos anos. Além de três campeões seguidos, sendo Pinheiros, Flamengo e Bauru, o Brasil está sempre entre os países favoritos a levar o título.

A Liga das Américas desse ano tinha tudo para ser extremamente positiva para os brasileiros, mas acabou com resultados desanimadores. Tudo começou quando, na fase semifinal, o Brasília acabou eliminado graças a derrota do Flamengo para o Guaros de Lara, resultado que classificou o time venezuelano.

Para o Final Four, que tinha três brasileiros e uma proposta conjunta para sediar o evento em Mogi das Cruzes, a surpreendente decisão da FIBA de colocar os jogos em Barquisimeto, na Venezuela, já foi um dos pontos negativos.

Sem torcida a favor e batendo de frente com os já conhecidos adversários, as finais começaram com Flamengo x Bauru, partida em que o time carioca abriu dezessete pontos de vantagem, mas vacilou no último quarto e levou a virada, deixando o placar final em 83 a 81. No outro jogo, o Guaros de Lara foi com tudo e venceu o Mogi das Cruzes, que até tentou a reação no fim, por 81 a 73.

Na disputa de terceiro lugar, o Mogi fez um jogo disputado e venceu o Flamengo por 71 a 73. Já na final, o Guaros de Lara frustou o Bauru e levou a taça com um resultado de 84 a 79.

Olimpíadas:


Fisher, jogador do Bauru, ficará fora de seis a oito meses e desfalca o Brasil.
A cada dia os Jogos Olímpicos de 2016 ficam mais próximos e a expectativa só aumenta. Recentemente mais uma definição importante aconteceu com a definição dos dois grupos que disputarão a cobiçada medalha de ouro. Conheça as definições do basquete masculino e do feminino:

Masculino:
Grupo A: EUA, Venezuela, China, Austrália e mais dois do pré-olímpico*.
Grupo B: Espanha, Brasil, Argentina, Nigéria, Lituânia e mais um do pré-olímpico*.

*Os outros três participantes serão definidos apenas no dia 10 de julho, após a realização do Pré-Olímpico mundial, e serão sorteados após o torneio nos grupos da Rio 2016. Em um grupo, Sérvia, Angola, Porto Rico, Japão, República Tcheca e Letônia. Na outra disputa, Turquia, Senegal, Canadá, França, Nova Zelândia e Filipinas. As últimas seleções a buscarem seu espaço são Grécia, México, Irã, Tunísia, Croácia e Itália.

Feminino:
Grupo A: Austrália, Brasil, Japão, pré-olímpico 1*, pré-olímpico 3* e pré-olímpico 5*.
Grupo B: Estados Unidos, Canadá, Senegal, Sérvia, pré-olímpico 2*, pré-olímpico 4*.

*No Pré-Olímpico feminino, disputado entre os dias 13 e 19 de junho, França, Espanha, Belarus, Turquia, Cuba, Argentina, Venezuela, Camarões, Nigéria, China, Coreia do Sul e Nova Zelândia brigam pelas últimas cinco vagas.

Mariana Sá || @imastargirl

LEIA: Aquecimento Olímpico: Basquete
E MAIS: Aquecimento Olímpico: Os dois lados do basquete brasileiro

Tite escala time alternativo contra o Linense

O Corinthians entra em campo no sábado (19), às 16h, quando enfrenta o Linense, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista, na Arena, em Itaquera. O Timão vem de uma vitória na última quarta-feira (16), contra o Cerro Porteño, pela Copa Libertadores da América.


No treino de sexta-feira (18), o técnico Tite confirmou um time titular bem diferente daquele que enfrentou os paraguaios no torneio continental. Avaliando o desgaste físico dos seus atletas, o comandante alvinegro vai poupar seus principais jogadores.

Leia mais: Aqui não Cerro!

Dos que começaram o jogo contra o Cerro, somente o goleiro Cássio vai a campo no sábado. Edilson e Guilherme Arana assumem as laterais, Vilson e Balbuena compõe a defesa. No meio, Willians entra na proteção da zaga, Romero, Rodriguinho, Alan Mineiro e Danilo formam a segunda linha de quatro no esquema 4-1-4-1 de Tite. André será o centroavante do time, o camisa 9 só não atuou na quarta-feira porque estava suspenso.

O Corinthians é o líder do Grupo D do Estadual com vinte pontos, quatro pontos a frente do Red Bull Brasil, segundo colocado. O Linense é o terceiro colocado no Grupo A com treze pontos, apenas um ponto atrás do São Bento, hoje classificado as quartas de final.

#VaiCorinthians! Lucas Felipe (@lsouza73)

De virada, Chapecoense vence Guarani de Palhoça e volta a liderança


Kempes marcou seu quarto gol com a camisa do Verdão e virou a partida em Palhoça. (Foto: Flickr Chapecoense)
Na noite desta quarta-feira (17), Guarani de Palhoça e Chapecoense se enfrentaram no Estádio Renato Silveira, os donos da casa buscando encostar-se ao Figueirense na briga para a permanência na elite do futebol Catarinense, enquanto o Verdão buscava voltar à liderança e manter a invencibilidade na competição. Melhor para o Verdão do Oeste, com gols de Bruno Rangel e Kempes, garantiram mais três pontos e a liderança do returno junto com o Joinville.

Com Guto Ferreira de volta ao banco de reservas após cumprir punição na goleada sobre o Camboriú, no último sábado (12), o Verdão entrou em campo com duas alterações na equipe titular, Maranhão ganhou a vaga de Silvinho, enquanto Bruno Rangel voltou no lugar de Kempes, após cumprir suspensão.

O JOGO

Com a bola rolando na primeira etapa, a Chapecoense iniciou a partida pressionando os donos da casa, logo aos 5 minutos Lucas Gomes fez bela jogada e invadiu a área, chutando com perigo cruzado, para defesa de Thiago Rodrigues. Aos 19’ foi à vez de Thiego tentar abrir o placar, em cobrança de falta na entrada da área, o zagueiro soltou a bomba, passando rente ao travessão.

A pressão do Verdão durou até os 29 minutos, quando Alex Maranhão cobrou falta e encontrou Cecel livre de marcação na pequena área, que cabeceou para o fundo das redes, abrindo o placar no Renato Silveira.

Com o resultado adverso, a Chapecoense voltou a pressionar mais no ataque, a resposta veio aos 36 minutos, após cobrança de escanteio, Marcelo subiu mais que a zaga e completou perigosamente por cima da meta. No último lance da primeira etapa aos 44’, Lucas Gomes fez grande jogada e cruzou rasteiro para Ananias que completou para grande defesa de Thiago Rodrigues.

Assim como no primeiro tempo, a segunda etapa iniciou com a Chapecoense pressionando em busca do empate, e logo com um minuto de partida, Lucas Gomes após fazer grande jogada cruzou rasteiro, agora para Maranhão na entrada da área, o atacante furou e perdeu uma incrível chance de deixar tudo igual. Aos 6 minutos, novamente Lucas Gomes chutou cruzado, a bola desviou no zagueiro Baggio e quase enganou o goleiro Thiago, que ficou com a bola.

Aos 16 minutos, Hyoran cobrou falta direta, a bola passou por todo mundo e sobrou para Lucas Gomes finalizar para fora. A pressão dos visitantes durou até os 23 minutos, quando Dema derrubou Ananias dentro da área, o arbitro assinalou pênalti para o Verdão. Bruno Rangel que na partida em Chapecó perdeu duas penalidades foi para a cobrança, e empatou a partida, com o gol o atacante igualou a marca de Índio, com 62 gols coma camisa do Verdão, agora os dois maiores artilheiros da história da Chapecoense.

Com um a mais em campo, Guto Ferreira sacou o zagueiro Marcelo e colocou Kempes em campo, e foi dos pés do atacante que saiu a virada do Verdão, aos 29 minutos quando no seu primeiro toque na bola, dominou na entrada da área e de canhota chutou forte, virando o placar para a Chapecoense. Com o placar a seu favor, restou a Chape manter a posse de bola e segurar o resultado, até o apito final do árbitro.

A vitória recolocou o Verdão na liderança do returno, agora ao lado apenas do Joinville, ambos com 9 pontos e 100% de aproveitamento. Já o Guarani viu o Figueira abrir vantagem na briga pelo rebaixamento, já que os alvinegros venceram o Inter de Lages por 1x0.

Na próxima partida, a Chapecoense recebe na Arena Condá, em Chapecó, a equipe do Avaí, no próximo domingo, às 16h. Já o Guarani, também no domingo, só que às 18h30, vai a capital enfrentar o Figueirense no Orlando Scarpelli.

Marcelo Weber ||@acfmarcelo

Criciuma perde fora de casa e assume a 4° posição

Na noite desta quarta (16) o time do Criciúma enfrentou o Joinville fora de casa. O jogo não foi agradável para os carvoeiros, que ficou mais longe do tão desejado título catarinense.

O Criciúma vem de uma eliminação na primeira liga, onde perdeu para o Fluminense por 2x0 e terminou a rodada em último do grupo A com um ponto, sendo eliminado.


O jogo

Durante o primeiro tempo, ambos os times jogaram com vontade, porém com poucas finalizações. O time do Criciúma perdeu vários gols, enquanto o goleiro Luiz fazia belas defesas.

Já no segundo tempo o time do JEC fazia mais pressão, porém o gol só saiu aos 37'. Raphael Silva colocou o braço na bola dentro da área e o pênalti foi marcado. Bruno Aguiar bateu forte, sem chances para Luiz. JEC 1x0 Criciúma e assim foi o fim de jogo.

O próximo jogo do Criciúma será nesta segunda (21) contra o Inter de Lages no Majestoso. No último confronto das equipes o time do Criciúma perdeu de goleada no Vidal Ramos.

"Não tem essa de largar só porque perdeu - Goleiro Luiz"

Joinville: Agenor, Edson Ratinho, Bruno Aguiar, Rafael Donato (Felipe Alves), Diego, Anselmo, Naldo, Diego Felie (Breno), Juninho, Welinton Junior (Mário Sérgio), William Paulista. Técnico: Hemerson Maria

Criciúma: Luiz, Ezequiel, Raphael Silva, Diego Giaretta, Wellington Saci, Barreto, Douglas Moreira, Ricardinho (Jefferson), Elvis (Alex Santana), Roger Guedes, Bruno Lopes (Guistavo). Técnico: Roberto Cavalo

Letícia Figueredo

Com a Cuca quente: estreia do novo treinador, Palmeiras se complica na Libertadores

Complicou. Com uma nova derrota para o Nacional-URU, o Palmeiras viu suas chances de classificação reduzidas consideravelmente exatamente na estreia do recém-contratado Cuca. Não que ele tenha tido qualquer responsabilidade sobre a atuação de hoje, afinal comandou apenas alguns treinamentos em poucos dias, tempo suficiente para trazer algumas mudanças.

Egídio voltou ao time titular e deslocou Zé Roberto para o meio com a companhia de Allione, jogando Robinho para o banco de reservas. A dupla de volantes também foi trocada: Gabriel e Arouca entraram no lugar de Thiago Santos e Jean. Os muitos nomes, porém, não refletiram em alterações táticas e padrão de jogo - ou ausência dele - foi o mesmo dos últimos jogos (conforme esperado, diga-se).

Seria injusto dizer que nenhuma evolução ocorreu. A defesa foi mais sólida, com menos espaço entre os setores, fato esse ajudado por enfrentar um time que tem como característica o choque e a bola longa ao invés de trocar passes. Por outro lado, o alviverde era incapaz de trocar quatro vezes a bola e fechou o primeiro tempo com a proeza de dar um chute sequer ao gol.

O gol do Nacional complicou muito a vida do Palmeiras nesta Libertadores. (Foto: Globo Esporte)
Mesmo com esse cenário, o Nacional pouco criou para assustar Prass, em grande parte com bolas aéreas. Nos primeiros quarenta e cinco minutos foram duas boas chances apenas, uma defendida pelo goleiro alviverde e, na outra, Prass apenas assistiu a bola raspar a trave.

Absolutamente nulo no ataque, Cuca precisou mudar o time para o segundo tempo com as entradas de Robinho e Gabriel Jesus, aproximando-se mais do esquema anterior. Parecia que daria certo quando Jesus apareceu livre na entrada da área e perdeu chance de ouro. Nem deu tempo de lamentar a chance perdida e, no lance seguinte, Nico López aproveitou cruzamento em mais uma tradicional falha da defesa alviverde e abriu o placar para festa dos uruguaios. O gol fazia mais justiça ao que se viu em campo.

Precisando urgentemente ao menos do empate, Cuca partiu para o tudo ou nada e lançou Barrios. Desta vez, porém, não foi aquela substituição de seis por meia dúzia - como sempre fazia Marcelo Oliveira. O treinador tirou o volante Gabriel e deixou o time com quatro atacantes. Se não deu resultado - e não deu mesmo - valeu pela iniciativa de realmente fazer algo diferente.

Cucu em Nacional x Palmeiras (foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras)
Cuca vai ter trabalho para arrumar o bagunçado Palmeiras. (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
A terra ainda não é arrasada, como pode parecer. Uma improvável vitória diante do Rosário Central, em abril, deixa o Palmeiras em condições reais de avançar de fase. O improvável é ainda menos possível quando se olha para o futebol apresentado nos últimos jogos. Mas o também o era em 2009, quando Cleiton Xavier marcou um gol antológico no Chile e classificou o mesmo Palmeiras na ocasião. Resta ver do que o time é capaz.

PONTO TÁTICO: Julgar qualquer alteração de Cuca nesse momento seria absurdo. O treinador é, provavelmente, a pessoa com maior desafio em mãos: colocar um elenco com opções interessantes com um padrão de jogo. As jogadas pelas laterais já são manjadas e Robinho não dá conta da armação. O esquema de hoje já indica que o treinador deve optar por um 4-4-2 e com mais jogadas pelo chão. A ver.

O DESTAQUE: Mesmo começando no banco, Gabriel Jesus foi quem conseguiu tentar alguma coisa diferente em um dia pouco inspirado do time inteiro. Brigou, tentou e teve a melhor e única chance de marcar. O próprio Cuca reconheceu o esforço e o bancou como titular para domingo.

BOLA MURCHA: Em jogos decisivos a função de desafogar o time sempre fica com o jogador mais badalado. Ao contrário de outras decisões, Dudu fez uma partida extremamente discreta e teve participação direta na falta de produtividade ofensiva palmeirense.

Com erros da arbitragem, Metrô perde para a Havan

Após a goleada sobre o Avaí por 4x1, o Metrô tinha pela frente o seu maior rival: Havan, vulgo Brusque. O jogo, na casa do rival, valeria mais do que três pontos. Com 14 vitórias para cada lado, quem saísse vencedor, ficaria o resto do ano, a princípio, com vantagem no confronto direto. E também, podia encaminhar uma das duas equipes para a disputa da 4ª divisão nacional.

Mesmo o clássico Metrusque não tendo destaque estadual, já que para eles, não pode ter rivalidade entre dois times pequenos, o que é um absurdo, o clima de clássico é nítido nas duas cidades vizinhas. O clima hostil para a torcida visitante eleva à preocupação em relação à segurança. Principalmente quando o jogo é em Brusque. Isso porque o estádio alugado pelo Brusque é acanhado, com entradas pequenas e torcida organizada no lado dos visitantes. Sim, do lado. Acho que é o único estádio do Brasil com essa característica.

Mesmo com a preocupação com a segurança, a torcida do Metrô lotou seu espaço na arquibancada. (Foto: Sidnei Batista/CA Metropolitano)
Voltando ao jogo, o Metrô conseguiu pela 1ª vez no estadual repetir a escalação. Com Iago, que era dúvida, confirmado, o Metrô foi a campo com a mesma escalação da goleada contra o Avaí. Já o Brusque, que vinha de derrota pro Criciúma, contou com o retorno do Lateral Alemão e o atacante Giancarlo, que ficou no banco.

O jogo começou com as duas equipes se estudando, sem se atirar para o ataque. Aos 8 minutos, o Brusque chegou a acertar a trave em cobrança de falta. No rebote, Élton afastou. Aos 17 minutos, em boa jogada pela esquerda, Pink encontrou Thiaguinho, que foi derrubado por Cleyton. Pênalti claro que a arbitragem não marcou. Na sequência do lance, numa falha de Juninho, Carlos Alberto aproveitou e abriu o placar pros donos da casa. A partir do gol, o jogo ficou muito aberto para as duas equipes, que tiveram boas chances de gols, mas sem sucesso. Final de 1º tempo, 1x0 Brusque.

Diego Souza disputa bola com Carlos Alberto, ex Metrô e autor do gol da vitória brusquense. (Foto: Sidnei Batista/CA Metropolitano)
Para o 2º tempo, Caco Espinosa sacou o atacante Peu para colocar o meia Ramon. Um erro, já que o Metrô precisava do resultado, e tirou um jogador mais decisivo para botar um jogador mais recuado.  A equipe verde começou a etapa final com muita dificuldade, e assim os donos da casa iam segurando a vitória. A partir dos 20 minutos, o Metrô ficou mais ofensivo com a entrada do atacante Luiz Ricardo no lugar de Diego Souza que nada fez no jogo. Já na base da pressão e afobado, o Metrô não acertava cruzamentos, todos sendo bem afastados pelo goleiro e defesa brusquense. O Brusque chegou a botar uma bola na trave, depois de cobrança de falta de Ruan. Já ficando desesperado, Caco colocou mais um atacante em jogo, Radsley, no lugar do volante Pink. No outro lado, o desafeto verde Mauro Ovelha, colocou mais um volante, normal dele sempre recuar os seus times, com a entrada de Mineiro no lugar de Cambará. Mas, aos 33’, viu Carlos Alberto levar o 2º amarelo e ir pro chuveiro mais cedo, deixando o Brusque em desvantagem numérica. O Metrô foi pra cima, e novamente foi prejudicado pela arbitragem. Rafinha foi claramente derrubado na área, e o juiz não marcou o 2º pênalti pro Metrô no jogo. Os visitantes até tentaram, com Ricardo Lima, Rafinha e Luiz Ricardo, mas sem sucesso. Final de Jogo: Havan 1x0 Metropolitano.

O resultado, mesmo sendo normal, foi injusto. O time não jogou bem, não jogou para ganhar, mas merecia no mínimo um empate. Os jogadores saíram reclamando muito da arbitragem, que não marcou dois pênaltis claros pro Verdão do Vale. Claro que não podemos por a arbitragem como a principal culpada, mas influenciou muito o resultado final. O que é estranho, porque sabemos que a Havan, que é quem banca o Brusque, também é patrocinadora master do estadual. E justamente, num jogo decisivo, de pressão pros dois lados, clássico, com um clima tenso e hostil na torcida, botarem pra apitar um árbitro fraco, tendencioso e inexperiente como é o William M. Steffen. Não que eu goste, mas era um jogo pra um Héber Roberto Lopes, Sandro Meira Ricci apitar.

Enfim, agora temos uma semana pra descansar até a batalha contra o Joinville, 4ª feira que vem em Jaraguá do Sul. O adversário vem embalado por três vitórias e 100% de aproveitamento no returno. Será um jogo de seis pontos pro Metrô, não só pelo returno, mas também pela série D. É vencer ou vencer. Temos dois jogos em casa agora. É hora de mostrar nossa força, e voltar com essas duas vitórias, para chegar em Lages, contra o Inter e fazer a final do ano para as duas equipes. Até que 4ª feira não chega, vamos concentrar nossas forças em treinamentos, e também, secar Inter e Brusque, que jogarão no domingo. A hora é de apoiar e acreditar. Há duas semanas, nos davam como mortos. Hoje, só um ponto nos separa do Inter. Eu Acredito nesse elenco.

VOU COM ELE ATÉ O FIM!

Frederico Kuhnen || @fred_metro2002
Linha de Fundo || @SiteLF

Com Hat Trick e goleada, o Remo avança na Copa Verde

Na noite da ultima quarta-feira, 16, Remo e Náutico – RR se enfrentaram pela segunda vez para decidir quem avançava para as quartas de finais da Copa Verde. O Remo que já tinha a vantagem do primeiro jogo dominou a partida de ontem do inicio ao fim. Foi a primeira partida que o Remo não sofreu gol e a segunda derrota do Náutico na competição.

Fonte: ASCOM Clube do Remo
Pela primeira vez o Remo conseguiu convencer em campo e fazer uma partida regular por completo. Durante todo o primeiro tempo, o Remo pressionou o Náutico e desperdiçou várias chances de marcar. Logo aos cinco minutos, Welthon chutou meio desequilibrado e a bola tirou tinta da trave. Welthon novamente conseguiu chegar perigosamente na área, chutou cruzado, mas o goleiro Leandro estava bem posicionado e agarrou a bola com certa facilidade. O jogo foi fluindo e o Remo pressionando o Náutico cada vez mais de maneira contundente. Eduardo Ramos e Welthon estavam em uma parceria muito boa, e antes de acabar o primeiro tempo, Welthon mandou um voleio após cruzamento do maestro e a bola passou raspando na trave. O gol parecia estar bem próximo de acontecer.

No segundo tempo, logo aos cinco minutos, Marco Goiano mandou uma bomba e abriu o placar para o Leão. Um pouco depois, João Victor chutou por cima do gol e quase marcou para o Remo. Mas não demorou muito para o segundo gol acontecer. Aos dezoito minutos, Welthon fez bela jogada individual e marcou o dele. Seis minutos depois, Welthon novamente marcou para o Remo, após cruzamento de Levy. Mais alguns minutos se passaram e Welthon chutou muito forte e o goleiro Leandro conseguiu espalmar. Aos quarenta e cinco minutos, Welthon marcou após erro da defesa do Náutico. Entrou na área e chutou no canto com total liberdade e precisão. Hat- trick do jogador “reserva” e o nome da partida.

Remo avançou para as quarta de finais e enfrentará o Nacional de Manaus, o Naça.  O Náutico – RR disse adeus a Copa Verde.

REMO
Fernando Henrique; Levy, Igor João, Henrique e João Victor; Chicão, Yuri, Marco Goiano e Eduardo Ramos; Léo Paraíba e Welthon
SUPLENTES
Douglas Borges, Italo, Michel, Alisson, Edicleber, Arthur, Potita, Ciro e Silvio

NACIONAL – RR
Leandro; Djair, Fabinho, Elton e Wagner; Samuel, Anderson, Eduardo Costa e Romário; Alex e Bruno Henrique
SUPLENTES
Marlon, Jorge, Heitor, Robemar, Fábio e Victor Diniz

PRÓXIMO JOGO

Pelo Campeonato Paraense, o Remo enfrentará o Independente no próximo sábado, 19, às 18 horas no Estádio Olímpico do Pará.

Pela Copa Verde, o primeiro jogo entre Remo e Nacional será em Manaus, no dia 23, quarta-feira.

Texto: @Angel_Caldeira

Nacional enfrenta o Remo na Green Cup

Na noite desta quarta-feira, o Nacional goleou o Santos (AP) por 4x2, no estádio da Colina. Com a vitória tranquila, o clube se classificou para as quartas de final da copa verde e agora enfrentará o Remo na próxima quinta-feira (17/03).

Foto: Ennas Barreto
O jogo começou com um susto do Rio Branco, com uma finalização perigosa. A partir daí o Leão partiu para cima e começou a construir o placar, jogando um futebol que não deu show, mas era o suficiente para furar a defesa adversária. Com movimentos sincronizados, o time marcava forte e era perigoso na bola parada. Rodrigo Dantas abriu o placar de calcanhar e Wanderley ampliou de cabeça.

Foto: Ennas Barreto
No segundo tempo, o time passou a ter menos a posse e passou a apostar mais nos contra-ataques. O Santos (AP) cresceu e marcou o primeiro, em um cabeceio oriundo de uma cobrança de falta. O time acordou e já na primeira boa chance criada, Osvaldir marcou o terceiro, em bela troca de passes, fuzilando para o fundo das redes. Com o jogo fácil, Tressor Moreno, estreando, marcou o último, em lindo chute de fora da área. Ainda teve tempo para o árbitro inventar um pênalti pro Santos (AP) marcar o segundo. Fim de jogo e classificação para enfrentar o Remo.

Foto: Ennas Barreto
Nacional FC: Roberto Gomes; Osvaldir, Fabiano, Roberto Dias e Radar; Cal, Osmar (Hugo), Alvaro, Charles (Tressor Moreno) e Wanderley (Rafael Silva); Rodrigo Dantas. Técnico: Heriberto da Cunha.

Opinião do colunista:

O Nacional, novamente, tem um belo time nas mãos. Diferente do ano passado, é um time menos reativo e com mais qualidade técnica. Além de que esse ano tem um treinador de verdade. O time não só propõe o jogo, como sabe sufocar o adversário em seu próprio campo, já que a trinca de meias é bastante leve (Wanderley, Álvaro e Charles) e com a opção de Rafael Silva e Hayllan, ambos também leves e habilidosos. A grata surpresa é o novo atacante, Tressor Moreno, de 37 anos. Após jogar duas Copas do Mundo (2006 e 2010), o colombiano fez uma bela estreia, mostrando domínio de bola, visão e inteligência nos passes. É um reforço de nome, carimbado. Resta saber se o novo time vai repetir velhos comportamentos de gelar em jogos decisivos, histórico no clube. No primeiro jogo contra o Remo, o empate e a vitória nos pênaltis deixou uma boa imagem, resta saber agora oficialmente.

Tressor Moreno, el tanque.
Um abraço, Gabriel Antony || @gabrielantony_
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