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segunda-feira, 21 de março de 2016

Botafogo vence Madureira e segue invicto em 2016

Botafogo e Madureira enfrentaram-se na noite deste domingo (20), em jogo válido pela 2ª rodada da Taça Guanabara. Com gol solitário de Bruno Silva, o Glorioso manteve a invencibilidade e agora é vice-líder da competição com quatro pontos, atrás apenas do Vasco, o qual enfrentará no próximo domingo, dia 27, em São Januário.

O JOGO

O Botafogo começou a partida tomando a iniciativa. Aos 10 minutos, Diogo Barbosa cruzou e Emerson cabeceou no canto. O goleiro Rafael espalmou. Luis Ricardo, aos 14', sentiu a coxa e teve que ser substituído. Ricardo Gomes então optou por Octávio (?). Aos 22 minutos, de fora da área, Salgueiro girou e chutou por cima do gol. Pouco tempo depois, Leandro Chaves arriscou e assustou o goleiro Jefferson. Mas o Madureira não levava muito perigo. Aos 30', Rodrigo Lindoso recebeu na entrada da área e bateu bonito, colocado, mirando o ângulo. A bola passou por cima do gol.

Aos 33', o Glorioso abriu o placar. O time apertou a saída de bola do Madureira e após Gegê interceptar passe e arriscar, o goleiro Rafael espalmou. Bruno Silva aproveitou rebote e marcou o gol. Botafogo 1 a 0. E foi só.

Bruno Silva comemora primeiro gol pelo Botafogo (Foto: Vitor Silva/ SSPress/ Botafogo)
O segundo tempo também foi abaixo do esperado. Nem Madureira e nem Botafogo conseguiram criar muitas oportunidades. Foram muitos erros de passe. Aos 15 minutos, Gegê chutou forte e Rafael espalmou. Logo depois, Ricardo Gomes promoveu mais uma alteração na equipe. Airton saiu e deu lugar ao jovem Fernandes. Até os 30 minutos, o Glorioso teve oportunidades de ampliar o placar com um chute de Ribamar, colocado no cantinho e em um bonito lance de Salgueiro, que recebeu na área, entortou o marcador e finalizou.

Aos 34', foi à vez de Neilton entrar em campo no lugar de Salgueiro. Nessa altura do jogo, Rafael, goleiro do Madureira, era destaque na partida. Após realizar bonita defesa em lance com cruzamento de Diogo Barbosa, Rafael, já nos acréscimos, espalmou chute perigoso de Gegê. Ribamar quase aproveitou a sobra. Aos 48', Gegê novamente levou perigo. Ele chutou no canto e quase fez o segundo do Botafogo. Rafael, mais uma vez, evitou. Aos 50', o juiz encerrou o jogo, decretando assim a vitória do Alvinegro.

OBSERVAÇÕES

Ricardo Gomes preferiu Octávio e não o bom Diego na lateral. Detalhe: Octavio não é lateral, Diego sim. Muito estranho.

FICHA DO JOGO

Botafogo 1
Jefferson, Luis Ricardo (Octávio), Joel Carli, Emerson, Diogo Barbosa; Airton (Fernandes), Bruno Silva, Rodrigo Lindoso, Gegê; Salgueiro, Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes.

Madureira 0
Rafael, Daniel, Leozão (Valdeir), Jorge Fellipe; Formiga, William, Ryan, Leandro Chaves, Gerley (Rezende); Geovane Maranhão, João Carlos (Jeferson). Técnico: Alfredo Sampaio.

Estádio: Los Larios (RJ).
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ).
Assistentes: Dibert Pedrosa (RJ) e Wendel de Paiva Gouvêa (RJ).
Gol: Bruno Silva (33' do 1º T).
Cartões amarelos: Airton e Bruno Silva (Botafogo); Leozão, William, Daniel, Leandro Chaves, Geovane Maranhão e Jorge Fellipe (Madureira).
Público: 1.252.
Renda: R$ 25.100,00.

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Por: @biel_dluca. 

Palmeiras perde para a audaciosa equipe do Audax

Nesse domingo, Cuca conheceu sua segunda derrota em seu segundo jogo pelo Palmeiras e a torcida alviverde, cansada de passar vergonha, pichou a bilheteria do Allianz Parque.


Depois de sofrer dois gols no primeiro tempo jogando um futebol deplorável que não condiz com a história alviverde, o Palmeiras reagiu e fez um gol, mas não fez o suficiente para ganhar do Audax.

O Verdão permaneceu com 15 pontos e deve tomar cuidado, já que nesse ano caem seis times no Paulistão. Essa foi à segunda derrota da equipe alviverde com o ultrapassado Cuca no comando.

O JOGO

Com pouco tempo de Cuca, o Palmeiras repetiu o padrão de jogo do treinador Marcelo Oliveira, com muito chutão, passes errados e falta de aproximação entre os setores da equipe, sendo envolvido pela audaciosa troca de passes da equipe do Audax.

O Verdão levou uma bola na trave logo aos sete minutos e logo depois tomou o primeiro gol de pênalti, marcado por Velicka.

Depois disso, o Palmeiras continuou apresentando seu futebol lamentável e sem conseguir pressionar a saída de bola do Audax. Além disso, a equipe alviverde não conseguiu finalizar, assim como na Libertadores.

O segundo gol do Audax saiu aos 32 minutos do primeiro tempo, quando Camacho chutou rasteiro na saída do goleiro Fernando Prass. A etapa inicial terminou 2x0 para o Audax.

Segundo tempo

Na segunda etapa, Cuca colocou Barrios e Rafael Marques nos lugares de Alecsandro e do volante Gabriel, dando mais presença ofensiva ao Palmeiras no segundo tempo.

Rafael Marques perdeu gol de cabeça aos 5 minutos, enquanto o atacante paraguaio não perdeu chance aos 32' para diminuir para a equipe alviverde.

Depois o Palmeiras começou a atacar, mas não conseguiu empatar o jogo. Dudu teve a chance, mas chutou por cima do travessão, e ainda tem gente que chama ele de craque. O jogo terminou 2x1 para o Audax e Cuca conheceu a segunda derrota em dois jogos no clube. O treinador tem 0% de aproveitamento pela equipe alviverde. O próximo jogo do Verdão é contra o Red Bull Brasil no dia 24/03. 

Pós-jogo por Luigi Berzoini || @LuigiLouco999
Siga @SiteLF sua linha de notícias e acompanhe o Palmeiras na Libertadores e no Paulista. 

Tupi tem boa atuação, mas comete erros e Atlético-MG aproveita chances

(Foto: Bruno Cantini/CAM)
No duelo de Galos, Tupi e Atlético-MG se enfrentaram, em Juiz de Fora. Diante de um dos favoritos ao título, o Tupi até fez uma boa partida, neste domingo (20). O placar de 3 a 0 não mostra o que foi o jogo, quem não assistiu imagina que foi um massacre do Atlético-MG, pela diferença tão elevada. Porém, o time da casa criou boas chances, quando a partida ainda estava 1 a 0 para os visitantes.

O jogo

A partida começou com amplo domínio do Atlético-MG, que marcava a saída de bola do Tupi, forçando o erro do adversário. Com toques de muita velocidade, Luan, Cazares e Lucas Pratto faziam triangulações e deixavam a defesa do time de Juiz de Fora desconcertada. Logo aos 15 minutos, Cazares achou um espaço entre os zagueiros e enfiou bela bola para Lucas Pratto, a defesa do Tupi tentou fazer linha de impedimento, mas Sidimar saiu atrasado e deixou o argentino em condições para abrir o placar.

Após o gol, o Atlético-MG continuou melhor e teve mais uma boa chance de ampliar com Lucas Pratto, mas Glaysson salvou. Na metade do primeiro tempo, o Tupi equilibrou um pouco mais a partida, chegando com perigo em duas oportunidades, ambas com o seu camisa 10. Aos 30 minutos, Willian Kozlowski arriscou de longe, para a bela defesa de Giovanni. No minuto seguinte, o meia apareceu dentro da área, recebeu cruzamento de Osmar e cabeceou firme, mas a bola passou rente a trave do goleiro do Atlético-MG.

Segundo tempo

No intervalo, Diego Aguirre mexeu no time, Cazares saiu e Robinho - que faria a diferença na partida - entrou. O Tupi até começou melhor a etapa final, criando chances de gol, o time esteve perto do empate. Na melhor oportunidade, aos 9 minutos, Vinícius Kiss arrancou do meio campo, saiu cara a cara com o goleiro, mas desperdiçou em mais uma defesa do goleiro do Atlético-MG.

Aos 20’, Osmar cruzou da direita e Hiroshi subiu sozinho na pequena área, cabeceando para fora com muito perigo. Neste momento, o jogo era totalmente favorável ao Galo Carijó, que ensaiava uma pressão e criava chances de gol. Porém, aos 38 minutos, Giovanni se chocou com Vinícius Kiss e o partida ficou parada até que o goleiro fosse substituído. A paralisação esfriou totalmente o jogo e a pressão que o time da casa fazia.

(Foto: Bruno Cantini/CAM)
Logo após a volta, em mais uma tentativa de fazer linha de impedimento, a defesa do Galo Carijó errou, Robinho aproveitou, saiu cara a cara com Glaysson, passou pelo goleiro e marcou o segundo gol, jogando um balde de água fria na reação do time de Juiz de Fora. Já nos acréscimos, o Atlético-MG ainda teve mais duas oportunidades. Na primeira, Junior Urso recuperou a bola e saiu de frente para o gol, mas finalizou mal. Na segunda não teve jeito, Robinho recebeu passe de Luan dentro da área e marcou o terceiro, fechando o placar em 3 a 0.

Ficha técnica:
Tupi 0 x 3 Atlético-MG - Campeonato Mineiro (8ª rodada)

Data: 20/03/2016
Hora: 18:30
Estádio: Radialista Mário Helênio
Cidade: Juiz de Fora
Público: 5.296
Renda: R$ 154.349,00
Árbitro: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira
Árbitro Assistente 1: Felipe Alan Costa de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Leonardo Henrique Pereira
Quarto Árbitro: Leonardo Rotondo Pinto
Cartões amarelos: Rafael Carioca, Tiago, Lucas Pratto (Atlético-MG); Rafael Jataí (Tupi)
Gols: Lucas Pratto (14′), Robinho (81′)(95′)

Tupi: Glaysson. Osmar, Sidimar, Thiago (Pirão) e Felipe Alves; Fabricio, Vinícius Kiss, Rafael Jataí e Willian Kozlowski; Hiroshi (Ramon) e Michel Henrique (Michel Douglas). Técnico: Ricardo Drubscky.

Atlético-MG: Giovanni (Uilson); Marcos Rocha, Leonardo Silva, Tiago e Carlos César; Rafael Carioca, Júnior Urso, Juan Cazares (Robinho) e Luan; Clayton (Douglas Santos) e Lucas Pratto. Técnico: Diego Aguirre.

Sem tempestade nem bonança: Bahia segue em ajustes

O Esporte Clube Bahia teve uma semana bastante agitada: Perdeu o clássico jogando na Arena Fonte Nova, anunciou a boa contratação de Thiago Ribeiro e fez seu pior jogo oficial do ano pela Copa do Brasil no Rio Grande do Norte no empate contra o Globo. Diante desse quadro o time precisava de uma boa atuação contra o Bahia de Feira no primeiro jogo das quartas de final do Baianinho para reverter à tendência de queda de desempenho.

Desempenho e resultado andam lado a lado, mas não são sinônimos. O primeiro ajuda a conquistar o segundo, mas o resultado pode ser bom mesmo com desempenho ruim. O triunfo contra o Santa no Arruda foi um caso desses. Por isso é preciso enxergar os defeitos nos triunfos e virtudes nas derrotas. Enxergar além do resultado.

O Bahia de Doriva tem um padrão. Pode-se gostar ou não desse modelo de jogo, mas ele está lá, visível e até bem aplicado. Claro, sofre com os desfalques, com a falta de qualidade em diversas peças e com os erros individuais que os jogadores cometem. O time tomou dois gols no clássico em erros na saída de bola e na apatia/falta de opções para reagir dentro da partida. Empatou contra o Globo, pois faltou criatividade, intensidade e objetividade. São aspectos que a equipe precisa melhorar para agregar ao jogo coletivo que possui, para torná-lo mais confiável e robusto.

Frames de dois momentos em que o time entrega a posse que resultará em gol do adversário: Displicência e passividade
A primeira etapa ontem foi, na essência, DORIVESCA. Time bem organizado, mas com intensidade baixa, pouca pressão sem a bola, compacto, porém com as linhas bastante recuadas sem a posse. Um modelo que faz o time ter uma postura 'morna' demais, aguardando o momento de atacar para avançar ao campo adversário - ainda que de forma mais organizada dessa vez, abdicando dos chutões de quarta feira. Dessa forma o time controlou bem a partida, teve bom volume de jogo e só não inaugurou o placar, pois faltou capricho nas definições e pelas boas defesas de Waldson. Correu poucos riscos e ofereceu ao rival a principal chance de gol quando novamente perdeu a posse na saída de jogo [Juninho] - a bola chocou-se com o poste na conclusão de Lourival.

Mesmo sem modificações no intervalo o time voltou bastante diferente para campo. Desde os primeiros minutos era possível identificar as linhas mais avançadas, e mesmo sem pressão alta na marcação era possível observar os homens de frente cercando e dificultando mais a saída de bola do Tremendão. Juninho passou a aparecer bem na partida e fez duas belíssimas inversões de jogo encontrando espaços vazios na defesa feirense. Na segunda oportunidade encontrou Hayner se projetando ao campo ofensivo livre [algo que o lateral faz muito bem] sem ser acompanhado no balanço defensivo. O jovem jogador achou espaço para cruzar e deu uma bomba que contou com a falha de Waldson para encontrar as redes. Estava aberto o placar em Senhor do Bonfim.

Meia contratado junto ao Macaé fez segundo tempo impecável e venceu eleição promovida pelo twitter oficial do clube
A partir de então o jogo ficou à feição do tricolor da capital. Precisando reverter o resultado para não piorar ainda mais a desvantagem no confronto, Barbosinha promoveu a entrada de Vando, Popó e Paulo Miranda tentando dar mais ofensividade e apoio a Lourival - muito isolado na frente. Bahia dominou definitivamente o meio e o jogo, manteve o time avançado e aproveitou bola roubada na intermediária ofensiva para definir o confronto: Golaço de Juninho, aniversariante do dia, que coroou sua grande atuação do segundo tempo com um petardo de canhota no ângulo alto de Wadson. Ao contrário do que possa parecer não houve mudança do posicionamento dele em campo: Seguiu sendo um dos meias interiores dentro do  4-1-4-1 utilizado por Doriva. O que houve foi um avanço das linhas e aproximação do meio em relação ao último terço do campo. Os problemas de criatividade tem se agravado no setor muito em função do desempenho de Paulo Roberto - que não possui cacoete para armar e tem concluído mal quando infiltra - aconteceu no Ba-Vi e voltou a acontecer ontem. Danilo Pires e Blanco fazem falta à equipe, pois possuem mais qualidade e características para ocupar a outra vaga de meia interior da equipe.

Equipe que iniciou a partida no  4-1-4-1. Paulo Roberto com dificuldades de executar as funções ofensivas de meia interior 
Bahia venceu sem problemas e estará nas semifinais do Baianinho mesmo que perca por diferença de dois gols no jogo de volta. Uma vantagem considerável. Antes disso o time irá 'cumprir tabela' pela Copa Nordeste contra o Santa Cruz na Arena Fonte Nova e com a liderança garantida, Doriva deve escalar time misto e dar ritmo a novos contratados e jogadores que retornam de lesão.

FICHA TÉCNICA

Bahia de Feira 0 X 2 Bahia
Campeonato Baiano – Quartas de final (jogo de ida)

Local: Estádio Pedro Amorim, em Senhor do Bonfim
Data: 20/03/2016
Horário: 16h
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Assistentes: Jucimar dos Santos Dias (BA) e Carlos Eduardo Bregalda Gussen (BA)                           
Cartão Amarelo: Fabiano, Paulo Roberto, Bruninho
Gols: Hayner, Juninho
      
Bahia de Feira: Waldson; Guilherme Gofinha (Paulo Miranda), Menezes, Lucas e Júnior; Fabiano (Vando Silva), Ramirez, Marconi (Wesley Popó), Lourival, Bruninho; Jarbas. Técnico: Quintino Barbosa. 

Bahia: Marcelo Lomba, Hayner, Robson, Éder e João Paulo (Moisés); Feijão e Paulo Roberto; Juninho, Luisinho e Edigar Junio; Zé Roberto (Henrique). Técnico: Doriva

Alex Rolim - @rolimpato - #BBMP

Napoli bate o Genoa e o sonho continua

O Napoli bateu o Genoa por 3x1, e um jogo valido pela 30ª rodada da Série A Tim.

Primeiro tempo:

O Genoa assustou o Napoli logo aos 10 minutos de jogo com o gol de Rincón. O time de Nápoles foi pra cima e aplicou muita pressão, mas estava visivelmente nervoso, forçando muito a bola no artilheiro Higuain. Podemos observar uma grande partida do promissor goleiro Perrin salvando o Genoa.

Segundo tempo:

O time Napolitano cresceu no jogo, e conseguiu empatar a partida aos 51’ com o um gol de Higuain com um belo passe de Hysaj, e logo depois mais uma vez Higuain virou o jogo pra o Napoli com um lindo gol, e ainda deu para El Kaddouri fechar o caixão do Genoa aos 81’.

NAPOLI (4-3-3): Reina; Hysaj, Albiol, Koulibaly, Ghoulam; Allan, Jorginho, Hamsik; Callejon(Mertens), Higuain (El kaddouri), Insigne(Gabbiadini). Téc.: Gasperini.

GENOA (3-5-2): Perin; Izzo, Burdisso(Fiamozzi), De Maio; Rigoni(Tachtsidis), Dzemaili, Gabriel Silva, Rincon, Laxalt; Pavoletti(Cerci), Pandev. Téc.: Sarri.


Nessa partida além da grande atuação do artilheiro Gonzalo Higuain, vimos uma partida consistente de Allan comandando o meio campo e Hysaj com jogadas muito fortes pela direita. Com o resultado os azuis não deixaram a Juventus escapar e continuam na cola do time de Turin, somando 67 pontos. O Genoa permanece com 34, em 12º.

Twitter: @Um_Carvoeiro || @SiteLF

Garantido nas semifinais, a Raposa vence de virada o Villa Nova

O duelo da Raposa dessa vez foi contra o Villa Nova, a equipe celeste mostrou superioridade e arrancou a virada com Bruno Rodrigo nos minutos finais da partida, os gols cruzeirenses foram marcados por Manoel, Rafael Silva e Bruno Rodrigo, já do lado rival Fábio Junior e Mancini fizeram pro Villa.

Um jogo emocionante do inicio ao final, a Raposa necessitava da vitória para ficar cada vez mais isolado na liderança e também conquistar aos poucos a confiança do seu torcedor.

Além do trinfo conquistado, a Raposa conquistou um tento de ser a única equipe do campeonato invicta, com 20 pontos adquiridos e três pontos de vantagem para o segundo colocado, o Cruzeiro já garantiu sua vaga nas semifinais mesmo faltando três partidas para o fim do Mineiro.

Domingo (27) é dia de clássico em Belo Horizonte, o próximo compromisso será contra o Atlético-MG no estádio Independência, ás 11hrs.

Sobre o jogo:

O Villa se defendia bem e o Cruzeiro encontrava dificuldades para achar brecha na defesa adversária, a primeira oportunidade de abrir o placar no Mineirão foi do Villa Nova, logo aos 2 minutos, Fábio Junior chegou pelo lado esquerdo, cruzou e Mancini cabeceou por cima do gol.

A resposta cruzeirense veio aos 4 minutos, Fabiano cruzou da direita e Rafael Silva conseguiu cabecear antes da bola sair e acabou acertando a trave, a partir disso o jogo começou ganhar emoção, Marciel que era uma das novidades na Raposa se destacou na partida e colaborou para as jogadas de perigo do Cruzeiro e aos 10 minutos, Marciel bateu de rasteiro de fora da área, para defesa do goleiro Thiago Leal.

   
Aos 11 minutos, o Villa fez boa jogada, obrigando o capitão cruzeirense fazer boa defesa, Marielson roubou a bola de Miño, invadiu a área e chutou cruzado, Fabio fez boa defesa. Aos 16 minutos, Alisson arriscou um chute colocado de fora da área Thiago Leal defendeu.

Aos 27 minutos, a Raposa teve a melhor chance do jogo com Alisson, Rafael Silva passou para Alisson que, dentro da área, chutou cruzado e bola foi para fora.

Aos 35 minutos, Rafael Silva faz boa jogada individual pela esquerda, cruzou na área e Lucas Romero bateu de primeira por cima do gol, próximo ao fim da primeira etapa, o jogo ficou equilibrado.

Segundo tempo:

Ao contrario do primeiro tempo que o gol não saiu de maneira alguma, na volta o intervalo o Villa Nova estreou o placar, apenas com 1 minuto de bola rolando, Mancini cruzou da esquerda e Fábio Junior subiu mais do que a zaga e cabeceou sem chances para o goleiro Fábio.

O técnico Deivid, mais uma vez apostou nas suas substituições, no jogo de ontem colocou Élber no lugar de Lucas Romero, com o intuito de deixar o time mais ofensivo, porém quem assustou foi o Villa, que voltou para a etapa complementar com mais eficiência, aos 9 minutos Thiago Silvy bateu de dentro da área e Fábio espalmou.

Aos 13 minutos, Alisson fez boa jogada individual pela esquerda, invadiu a área e cruzou para Arrascaeta, mas o uruguaio chutou por cima. Com desvantagem no resultado a Raposa precisava correr atrás do prejuízo, desse modo com uma postura mais ofensiva e organizada, aos 23 minutos, Pisano cruzou da direita, Manoel cabeceou na trave e fez rebote, gol de empate do Cruzeiro.

O gol do Cruzeiro deu mais energia aos times, e aos 28 minutos o Villa Nova conseguiu virar o jogo pra cima do Cruzeiro, Mancini tocou para Fábio Junior, que devolveu para o mesmo, ele chutou rasteiro de fora da área, no canto direito.

Não deu nem tempo do Villa Nova saborear o segundo gol, aos 30 minutos, Fabiano cruzou da direita e Rafael Silva, livre, cabeceou para o fundo das redes, o empate não era suficiente pro Clube Azul, a Raposa farejava o gol de virada a todo instante e aos 44 minutos, Alisson cruzou da esquerda, Henrique ajeitou de cabeça e Bruno Rodrigo completou.

@Paulinha_CEC

CRUZEIRO 3 X 2 VILLA NOVA

Motivo: 8ª rodada do Campeonato Mineiro
Data: 20/03/2016 (domingo)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Wanderson Alves de Souza
Assistentes: Marconi Helbert Vieira e Leandro Salvador da Silva
Público: 11.477 pagantes
Renda: R$304.594,00

Cartões amarelos: Rafael Silva, Élber, Arrascaeta e Marciel (Cruzeiro); Tiago Baiano, Mancini, Soares e Thiago Silvy (Villa Nova)
Cartão vermelho: Mancini (Villa Nova)

Gols: Fábio Júnior, a 1; Manoel, aos 23; Mancini, aos 28; Rafael Silva, aos 30 e Bruno Rodrigo, aos 44 minutos do segundo tempo

Cruzeiro: Fábio; Fabiano, Manoel, Bruno Rodrigo e Sánchez Miño; Lucas Romero (Élber), Henrique, Marciel, De Arrascaeta (Matías Pisano) e Alisson; Rafael Silva. Técnico: Deivid

Villa Nova: Thiago Leal; Tiago Baiano (Antônio Carlos), Gabriel, Rafael Morisco e Marcelo Tchê; Luís Felipe, Marielson e Mancini; Thiago Silvy, Fábio Júnior (Roger Guerreiro) e Soares. Técnico: Wilson Gottardo

Bruno Rangel faz história, e Chapecoense goleia Avaí


Bruno Rangel marcou três vezes e se tornou sozinho, maior artilheiro da história da Chapecoense (Foto: Gilberto Pace Thomaz
A partida na tarde deste domingo (20), foi traduzida com a fase das equipes no campeonato, a Chapecoense com o melhor aproveitamento entre todos os times da Série A do Brasileiro, invicta, com o melhor ataque e a melhor defesa, enquanto o Avaí, com três partidas e três derrotas no returno da competição. E sem nenhuma dificuldade, o Verdão mostrou realmente por que é o campeão do turno e atual líder do returno com 100% de aproveitamento, goleando o Leão da Ilha por 4x0, e com Bruno Rangel marcando de vez seu nome na história da Chapecoense.

LEIA TAMBÉM: Começando "bem"

Para a partida Guto Ferreira teve apenas um problema na escalação do Verdão, Gimenez suspenso pelo terceiro amarelo, deu lugar ao volante Moisés, deslocando Gil para a lateral direita.

O JOGO

A primeira etapa iniciou com domínio verde e branco, com uma forte marcação, e pressionando os visitantes, que erravam muitos passes e com dificuldades na criação de jogadas. Na primeira grande chance aos 16 minutos, Cleber Santana fez boa jogada e deixou Ananias livre de marcação do lado direito, o atacante dominou, avançou e chutou cruzado forte, mas Renan bem colocado espalmou em escanteio.

A pressão do Verdão teve resultado aos 19', em um gol histórico, Cleber Santana cobrou falta na cabeça de Bruno Rangel, que livre de marcação abriu o placar, e virar o maior artilheiro da história da Chapecoense, com 63 gols.

O Avaí respondeu aos 33 minutos, quando Tauã cruzou na segunda trave e encontrou Caio César, que finalizou na rede pelo lado de fora. A Chapecoense não demorou muito para ampliar o marcador, novamente com Bruno Rangel, aos 35' em boa tabela entre o artilheiro e Maranhão, ficando cara a cara com o goleiro Avaiano, e com um toque sutil, jogou a bola no fundo das redes, anotando seu segundo gol na partida.

Quando a primeira etapa se encaminhava para seu final, Bruno Rangel que viveu uma tarde iluminada, marcou o terceiro gol da Chape e seu Hat-Trick, aos 42 minutos, novamente dos pés de Maranhão, que cruzou na cabeça de Rangel, na pequena área, livre de marcação e com categoria, jogar no canto e Renan e garantir seu pedido de música no Fantástico desta noite.

O Avaí voltou para a segunda etapa com uma alteração, Rafinha deu lugar a Braga, enquanto o Verdão seguiu com a mesma equipe. Com a bola rolando, a vida do time da Capital que já era ruim, ficou ainda pior quando Gabriel acabou expulso aos 11 minutos, em apenas um minuto o zagueiro cometeu duas faltas duras e recebeu amarelo, e sendo expulso pelo árbitro Sandro Meira Ricci.

O Verdão seguia melhor na partida, aos 15' Lucas Gomes cobrou escanteio, Bruno Rangel subiu mais que a zaga e testou, para boa defesa de Renan. Aos 18’, foi à vez de Ananias arriscar de longe e obrigar Renan fazer boa defesa.

O Avaí aguentou a pressão até os 39 minutos, quando Maranhão no lado direito acertou belo cruzamento, Hyoran dividiu com Lucas Fernandes, a bola bateu na cabeça do atacante azulino e morreu no fundo das redes de Renan e marcando contra.

Após o quarto gol, restou ao Verdão segurar o placar, e garantir mais três pontos e a liderança isolada do returno até a quarta-feira (23), quando o Joinville viaja a Jaraguá enfrentar o Metropolitano.

Na próxima rodada, o Verdão volta a jogar na Arena Condá, no sábado (26), agora diante do Brusque, às 16h. O Avaí no mesmo dia, mas as 18h30 receberá o Joinville na Ressacada.

FICHA TÉCNICA

Local: Arena Condá, em Chapecó.
Público: 6.699 torcedores.
Renda: R$ 75.015,00.
Arbitragem: Sandro Meira Ricci, auxiliado por Carlos Brekenbrock e Rosinei Hoffmann Scherer.
Cartões Amarelos: Gabriel e Judson (AVA).
Cartão Vermelho: Gabriel (AVA).
Gols: Bruno Rangel aos 19', 35' e 42 do primeiro tempo, Lucas Fernandes (contra) aos 39 do segundo tempo (CHA).

CHAPECOENSE (4)
Danilo; Gil, Marcelo, Thiego, Dener; Moisés, Cleber Santana, Lucas Gomes (Neném); Ananias (Hyoran), Maranhão, Bruno Rangel (Kempes). Técnico: Guto Ferreira.

AVAÍ (0)
Renan; Renato, Antônio Carlos, Gabriel, Paulinho; Rafinha (Braga), Judson, Caio César (Célio Santos); Iury (Lucas Fernandes), Tauã, Romulo. Técnico: Raul Cabral.

Marcelo Weber || @acfmarcelo
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