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sexta-feira, 25 de março de 2016

Dos males o menor: tudo igual entre Remo e Nacional

Na noite da quinta-feira passada (24) Remo e Nacional-AM se enfrentaram pelas quartas de final da Copa Verde no Estádio da Colina em Manaus. As duas equipes já têm um histórico onde o Leão Azul leva vantagem e mantém um pequeno tabu. Mas a partida de ontem quase teve um desfecho trágico para o Mais Querido. O Remo jogou mal, não apareceu durante todo o primeiro tempo e foi pressionado pelo Naça do início ao fim.

O jogo terminou em um empate após Eduardo Ramos conseguir “salvar” o Remo nos últimos minutos da partida. Aliás, Eduardo Ramos que está aniversariando hoje e não só por isso merece os meus sinceros PARABÉNS. Salve Maestro!

Hoje, 25 de março, o maestro azulino completa 30 anos.
Fonte: ASCOM Remo
No primeiro tempo o jogo iniciou bem fraco e com pouca movimentação. As equipes pareciam se respeitar demais e não queriam se expor. Eduardo Ramos chegou a avançar até a pequena área, mas não apresentou muito risco ao Nacional, que estava com a zaga bem posta em campo. O Remo jogou acuado e não conseguiu trocar passes corretamente por conta da pressão dos defensores adversários. Aos dezessete minutos, após uma cobrança de falta, Osvaldir abriu o placar para o time da casa.

Após o gol, o Remo conseguiu apresentar um pouco de ameaça ao Nacional apenas com as bolas paradas. Uma chuva de faltas começou a rolar por lá na Colina, porém os jogadores azulinos esbarravam literalmente nas barreiras. Aos trinta e quatro minutos, Ciro fez bela jogada e acertou um belíssimo chute, mas o Roberto fez uma inacreditável defesa e impediu o golaço que seria do Leão Azul. O primeiro tempo acabou com as duas equipes indo à busca do gol, mas o Naça ainda mostrava mais volume de jogo.

No segundo tempo, logo no inicio, Welthon chutou forte arriscando de dentro da área, mas o goleiro do Naça salvou e fez ótima defesa. O Remo seguiu pressionando e Eduardo Ramos achou Ciro na entrada da área, que chutou um pouco acima do gol. A segunda etapa seguiu com o Leão criando bem mais do que nos primeiros quarenta e cinco minutos e com mais domínio de jogo.

O árbitro avisou que o jogo iria até os quarenta e nove minutos e, aos quarenta e sete, Eduardo Ramos conseguiu fazer o gol de empate após bola alçada na área do Naça. Ramos e Ciro fizeram uma grande partida. Ambos buscavam o gol de empate do Remo e conseguiam pressionar a zaga do Naça, que estava bem colocada.

Após um jogo horrível para os azulinos, um empate no finalzinho foi um verdadeiro alívio
Fonte: ASCOM Remo
REMO
Fernando Henrique; Levy, Ítalo, Henrique e João Victor; Michel, Chicão, Yuri e Eduardo Ramos; Ciro e Welthon

SUPLENTES
Douglas Borges, Arthur, Igor João, Murilo, Edicleber, Léo Paraíba, Marco Goiano e Potita

NACIONAL-AM
Roberto; Fabiano, Osvaldir, Roberto Dias e Radar; Cal, Osmar, Tressor, Álvaro e Max William; Rodrigo Dantas

SUPLENTES
Thiago Régis, Edson Rocha, Nêgo, Rodrigo Fernandes, Bianor, Hércules, Tiago Verçosa, Raílson, Rafael Silva e Hayllan

PRÓXIMO JOGO
Remo e Nacional voltam a se enfrentar para definir quem avança para as semifinais da Copa Verde. O jogo será no dia 6 de abril, no Estádio Olímpico do Pará. 

Texto por: @Angel_Caldeira

Sexta-feira da Paixão, sexta-feira dos 108 anos do Clube Atlético Mineiro


A Sexta Feira da Paixão certamente é uma data que remete o sofrimento, o calvário, o sacrifício. Ao mesmo tempo, é um dia que uma ideia foi exposta ao mundo, um amor incondicional que certamente mudou o curso da história. Foi criada uma religião, uma entidade transcendental, sobrenatural, capaz de movimentar a fé no improvável, no impossível.

Você se engana, se espera um texto futebolístico ou esportivo. Hoje, 25 de março, é dia de falar de religião, é dia de falar dos 108 anos do Clube Atlético Mineiro. Uma história de amor que não vem de hoje, é algo que vem além do campo de jogo, além da alegria das vitórias e do sofrimento das derrotas. Ser galo é crer em um mesmo ideal. É ter conversado diretamente com o sagrado e o profano. Sim, caro leitor, todo atleticano já conversou diretamente com Deus. Tal papo, longe de ser reto, se deu nos poucos segundos que separaram a corrida de Riascos e o milagre do São Victor. Nesta poeira temporal desfrutamos do Paraíso. Ao mesmo tempo, assim como o céu, o inferno também conhecemos, inclusive conversamos com o chifrudo em pessoa naquele fatídico 0 a 0 contra o Vasco em 2005.

Portanto, caro leitor, caso não saiba, existe algo que une essas duas histórias, uma coincidência, seja na nossa conversa com Deus, seja na nossa conversa com o Diabo. Tal intersecção éramos nós, os atleticanos, a massa do GALO. Éramos nós que estávamos lá, juntos cantando nosso hino, gritando Galo, torcendo não só contra o vento, mas contra qualquer fenômeno que desafie nossa capacidade única de desafiar o impossível. Posso até trocar os títulos, mas jamais trocarei a compreensão e o calor de ilustres desconhecidos no momento de um gol de GALO (Esse tal de Gol: Monossílabo de três letras, que libera todo o significado dessa ideia, libera nossa essência atleticana).


"Atleticanismo", esse surgiu da comunhão perfeitamente harmônica do preto e do branco; da vontade de um grupo de garotos, que certa vez, em um 25 de Março de 1908, se reuniu no coreto do Parque Municipal, coração de Belo Horizonte, para criar uma comunidade onde todo e qualquer cidadão que acreditasse seria aceito. O "Atleticanismo" também veio do orgulho de carregar um mito nos ombros (um tal de Ubaldo Miranda, príncipe negro carregado nos ombros por gente de todo tipo, em um país com muitas chagas de um regime escravocrata ainda recém revogado); veio também da impetuosidade de um grupo que excursionou pelo Velho Continente, que levou um grito de GALO ao gelo de uma Europa combalida pelo pós Guerra. Atleticanismo que esteve presente em um peito de aço de um folclórico Rei sem Coroa, que desafiando as leis da imaginação parou no ar, parou nas nossas memórias; e finalmente de um homem, com nome de Rei que, através de seus punhos cerrados, nos dava alegrias, mas ao mesmo tempo era uma voz de liberdade em um país calado pela Ditadura.


Poderia escrever mais 108 linhas de verso, 108 linhas de prosa, cantar outros heróis (um Bomba, um Filho do Vento, Um Goleiro de Deus, Um Olê, um Kafunga; um Trio Maldito, vários Deuses da Raça,  uma metralhadora de gols e um Bruxo, ah esse Bruxo), declamar outros versículos da nossa história,  mas fecho o texto com uma única palavra - GALO!

Parabéns Clube Atlético Mineiro pelos seus 108 anos de história. Muito obrigado por fazer essa comunhão de sentimentos acontecer. Muito obrigado por você existir. GAAAAAAAAALO!

Chile é derrotado em casa e sai da zona de classificação

A estreia do novo técnico Antonio Pizzi não foi da melhor forma possível. A seleção chilena foi derrotada dentro do Estádio Nacional de Santiago pela Argentina por 2 a 1 de virada. Pizzi tem uma tarefa muito complicada, a de substituir Jorge Sampaoli no comando de La Roja. Sampaoli vinha fazendo um ótimo trabalho e deixou um bom legado para seu compatriota.


Sem Arturo Vidal, sua principal peça no meio de campo, Pizzi armou um time para jogar em função do seu homem de referencia no ataque, Alexis Sánchez. A ausência de Vidal foi devido a uma suspensão, e o astro do Bayern volta a seleção no duelo diante da Venezuela na próxima terça-feira. Sánchez foi escalado centralizado no ataque, como costumava atuar nos tempos de Barcelona. Orellana e Beausejour pelas pontas e Matias Fernandez pelo meio tentavam alimentar Alexis na área. Mas a estratégia começou a dar errado logo aos 7 minutos, quando Fernandez precisou sair de campo por uma lesão e deu lugar a Francisco Silva.


A sorte do Chile pareceu mudar aos 11 minutos, quando o gol acabou saindo em uma jogada de bola parada. Marcelo Diaz cobrou um escanteio e Felipe Gutierrez apareceu bem colocado para abrir o placar em Santiago. As coisas pareciam ter voltado a ficar em ordem, mas a Argentina acabou com a festa antes mesmo da primeira meia hora de jogo. Aos 20 minutos, Angel Di María empatou e, cinco minutos depois, Gabriel Mercado colocou os argentinos à frente no placar. Entre os dois gols argentinos, o Chile ainda perdeu Marcelo Diaz, também por lesão, Bryan Rabello entrou em seu lugar.

Com duas alterações não programadas e atrás no placar, a estratégia de estreia de Antonio Pizzi ficou completamente comprometida. Alexis se movimentou bastante, usou suas melhores características drible e velocidade. Mas a Argentina conseguiu se segurar bem fora de casa e o Chile teve de lamentar uma derrota que lhe custou a saída da zona de classificação para a Copa de 2018.

Com sete pontos, os chinelos vão precisar se recuperar longe dos seus domínios. Com a volta de Arturo Vidal, Pizzi vai ter sua segunda chance para provar que foi uma boa escolha para continuar o bom trabalho deixado por Sampaoli. La Roja volta a campo na próxima terça-feira, quando enfrenta a Venezuela, no Estádio Agustín Tovar, às 20h30.

Viva Chile! Lucas Felipe (@lsouza73)

O ponto da esperança, mas poderiam ser três

A Venezuela empatou em 2x2 com o Peru em confronto válido pela quinta rodada das Eliminatórias da Rússia 2018.

A Venezuela, pressionada por precisar da vitória, jogou fechada e tentou sair na velocidade. Eles acabaram levando sufoco do Peru, mas a defesa atuou bem e conseguiu parar os ataques, roubando bolas e pressionando a saída adversária.

As melhores chances foram de bola parada, coisa que deu muito certo, já que os jogadores venezuelanos se posicionaram muito bem. Depois de um gol perdido de Guerrero, a Venezuela abriu o placar com um pênalti bem marcado convertido por Otero.



Já no segundo tempo a Venezuela teve o mesmo desempenho e conseguiu ampliar com Villanueva em um belo escanteio. Com dois gols de diferença no placar, o Peru começou uma pressão pelo empate, e assim Guerrero recebeu uma bela bola de Ruidíaz e deslocou o goleiro diminuindo o marcador. No último lance, o Peru conseguiu o empate com Ruidíaz.



Pudemos ver uma partida melhor do que as últimas, quando a Venezuela foi derrota. Porém, o grande problema foi que o time vacilou nos últimos minutos, o que não poderia acontecer, já que a equipe está pressionada a sair dessa condição, mas um ponto está bom pra começar a reação.

O próximo compromisso é contra o Chile, dia 29, no Estádio La Carolina na Venezuela. A vitória é obrigação.

Twitter: @Um_Carvoeiro ||| @SiteLF

Com cenas lamentáveis, Nacional empata em casa

Tinha tudo para ser um jogo apenas com a rivalidade em campo, mas o empate entre Nacional e Remo por 1x1 terminou com cenas lamentáveis (sem o trocadilho) protagonizadas pela polícia e torcedores. Culpa do árbitro? Sim, com um mínimo de competência teria evitado tudo isso. Após jogar melhor durante a primeira etapa, o Leão do Amazonas voltou para o segundo tempo retrancado demais e, após segurar o resultado pelos 45 minutos finais, o Remo, com Eduardo Ramos, achou uma bola e empatou.


O JOGO:

Mais agressivo, os donos da casa começaram partindo para cima. Com tranquilidade, tocavam a bola na saída, lenta por sinal, com Osmar e os zagueiros. O Remo tentava tirar a velocidade do jogo e procurar Eduardo Ramos, que foi bem marcado por Cal. Quando conseguiu acelerar as jogadas, começaram a aparecer as faltas e, em uma delas, Osvaldir guardou. O Naça ainda perdeu uma boa chance com Álvaro. Após o gol, o time passou a jogar mais sem a bola e procurou utilizar Max Willian e o próprio Álvaro pelas beiradas do campo.


No segundo tempo, o erro fatal: Um time muito marcador e pouco participativo com a bola deixou o adversário chegar. Após as mudanças, o Remo foi pro abafa e começou a cruzar bolas na área. O árbitro também influenciou marcando várias faltinhas, proporcionando ao adversário o famoso ''chuveirinho''. A zaga foi muito bem até o fim do jogo, quando Eduardo Ramos cabeceou livre pra marcar. Detalhe: A partida não teve paradas extremas para quatro minutos de acréscimo. Só pra constar mesmo. Após o gol, um torcedor remista invadiu o campo, parando o jogo por alguns minutos que não foram acrescentados. Fim de jogo. 1x1.

PÓS JOGO:

Créditos: Marcos Dantas
Sobre o time: Dois tempos distintos. Primeiro tempo excelente, quando dominou o time adversário e perdeu a chance de ampliar. No segundo tempo, recuou demais e pediu pra levar o empate. Ainda assim, a equipe é boa e tem chances de ganhar em Belém.

''Quem não deve, não teme''. Essa frase se aplica ao árbitro da partida, o qual não mencionarei o nome. Ele esperou mais de 15 minutos para sair do campo, pedindo reforço policial. A torcida, no entanto, não se retirou. Ao chegar perto, vários copos de cerveja e papéis foram jogados, o que foi errado por parte da torcida.

Créditos: Marcos Dantas
A polícia de choque então atirou violentamente gás de pimenta e uma bomba de efeito moral na torcida, atingindo quem vos escreve e ferindo uma criança na mão. Graças a Deus ela passa bem. Desnecessário DEMAIS. Após isso, os torcedores inflamaram e protestaram, a polícia se retirou brevemente e ficou por isso mesmo.

Fica aqui a indignação do colunista com a polícia e com o árbitro, que poderia ter evitado tudo isso com uma boa arbitragem. Jogar numa colina lotada não é fácil mesmo, bem vindo ao inferno.

Créditos: A Crítica.
OBS:  Aqui dá pra ver o vídeo da confusão.

@gabrielantony_ || Gabriel Antony.

Independente de tudo, somos o Brasil

A Seleção volta a campo hoje contra o Uruguai em jogo válido pelas Eliminatórias para a Copa do Munda da Rússia, que será realizada em 2018. Independente de tudo, somos o Brasil. É verdade que a seleção canarinho tem estado muito longe do seu melhor momento no futebol, mas independente disso, somos o Brasil. É verdade também que temos acumulado alguns vexames, mas independente disso, somos o Brasil. Enfrentaremos seleções fortes durante a competição que nos classificará para a próxima Copa do Mundo - sim, nos classificaremos -, mas independente disso, somos o Brasil.


Somos o Brasil que já foi e voltará a ser temido por seus adversários quando estiver em campo. O Brasil, que foi a única seleção a estar presente em todas as edições de Copa do Mundo desde a criação da competição. Somos o Brasil, que é a primeira e única seleção pentacampeã do mundo. Somos o Brasil, que já foi representado por uma constelação de craques como Pelé, Zico, Garrincha, Rivellino, Romário, Ronaldo, Ronaldinho e Cafú. Já pararam pra pensar no tamanho da Seleção? As fracas exibições recentes jamais apagarão a história da maior seleção nacional do mundo e, independente de tudo, somos o Brasil.


Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, a Seleção brasileira ainda deve e deve bastante. Com sete pontos e na quinta posição da tabela, o Brasil acumula duas vitórias, um empate e uma derrota nos quatro jogos já disputados, tendo um saldo de três gols (marcou sete e sofreu quatro). O adversário de hoje é o Uruguai, que ocupa a segunda colocação com nove pontos, só atrás do líder Equador, que tem treze.

A classificação atual do Brasil é ruim, mas nem tanto. Apenas brasileiros e uruguaios não jogaram nessa rodada. A Seleção tem o mesmo número de pontos que Chile e Colômbia, que são sexta e a sétima colocadas respectivamente, e estão atrás de Argentina e Paraguai (com oito pontos), Uruguai e Equador. Em caso de vitória até mesmo pela vantagem mínima, o Brasil sobe para a segunda colocação da tabela com dez pontos - o que é provável que aconteça.

Hoje enfrentaremos o Uruguai em São Lourenço da Mata, Recife, na Arena Pernambuco, às 21h45 (horário de Brasília), com transmissão em tempo real pelo twitter do Linha de Fundo (@SiteLF). Na próxima terça (29), o Brasil vai ao Defensores del Chaco enfrentar o Paraguai no mesmo horário, pela sexta rodada da competição.


O Brasil, que não perde para o Uruguai em casa desde a Copa de 1950 - do famoso "Maracanazzo", convocou os seguintes atletas para disputar os jogos contra os uruguaios e Paraguai:

GOLEIROS:  Marcelo Grohe (Grêmio), Diego Alves (Valencia-ESP) e Alisson (Internacional)

ZAGUEIROS: David Luiz (Paris Saint-Germain-FRA), Gil (Shandong Luneng-CHI), Marquinhos (Paris Saint-Germain-FRA) e Miranda (Internazionale-ITA)

LATERAIS: Daniel Alves (Barcelona-ESP), Danilo (Real Madrid-ESP), Filipe Luís (Atlético de Madrid-ESP) e Alex Sandro (Juventus-ITA)

MEIAS: Fernandinho (Manchester City-ING), Luiz Gustavo (Wolfsburg-ALE), Renato Augusto (Beijing Guoan-CHI), Lucas Lima (Santos), Willian (Chelsea-ING), Oscar (Chelsea-ING), Douglas Costa (Bayern-ALE) e Philippe Coutinho (Liverpool-ING)

ATACANTES: Hulk (Zenit-RUS), Ricardo Oliveira (Santos), Jonas (Benfica-POR) e Neymar (Barcelona-ESP)

Com todas as dificuldades e mesmo com um momento não tão bom, a seleção brasileira voltará a seus melhores dias e se classificará para a próxima Copa do Mundo, porque, independente de tudo, somos o Brasil!

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

Bruno Rangel, eterno Chapecoense



O atacante, contratado junto ao Metropolitano em dezembro de 2012, chegou a Chapecó sem muita badalação. Em Santa Catarina, além de passar pelo Verdão do Vale, onde marcou apenas dois gols em sete jogos, Bruno Rangel teve passagem por Joinville, jogando em 33 partidas e marcando 13 gols.

A missão de Rangel era difícil, já que, além da desconfiança do torcedor, tinha Rodrigo Gral voando em campo. No estadual em 2013, com poucas oportunidades marcou apenas três gols. Seria mais um fracasso do atacante em um clube catarinense? Não para o destino, que lhe reservou um lugar na história do futebol nacional e da Associação Chapecoense de Futebol.

Após a perda do título Catarinense em casa para o Criciúma, a Chapecoense de Gilmar Dal Pozzo teve pouco tempo para lamentar, já que no dia 24 de maio o Verdão iniciava uma caminhada histórica: a tão sonhada estreia no Campeonato Brasileiro da Série B. Com o desfalque de Rodrigo Gral, Rangel ganhou a posição e não decepcionou, marcou dois gols na goleada sobre os mineiros por 4x1.

BR9 maior artilheiro da Série B. (Foto: Junior Matiello)
Foi a primeira página das 38 que o atacante escreveu na competição. Como não lembrar da sofrida vitória sobre o Paysandu na Arena Condá, quando Rangel marcou os três gols, sendo o terceiro aos 45 minutos da segunda etapa, e ganhando o apelido de Power Rangel.

Na série B, o atacante marcou 31 vezes e se tornou o maior artilheiro da competição nacional. Talvez o gol mais importante tenha sido no duelo diante do Paraná, na Vila Capanema, quando Paulinho Dias cobrou falta e Rangel subiu mais que a zaga, garantindo a vitória por 1x0, selando o acesso do Verdão para a Série A do ano seguinte.

Em 2014, Bruno Rangel deixou a Chapecoense, seguindo para o Catar, onde vestiu a camisa do Al-Arabi, e em sete partidas marcou apenas dois gols. Sem se adaptar ao futebol do país e com o Verdão passando por dificuldades para encontrar um camisa 9, BR9, como era conhecido, retornou ao Oeste de Santa Catarina com festa e status de salvador. Mas a falta de ritmo atrapalhou o atleta, que não conseguiu render o esperado, passando praticamente toda Série A no banco de reservas. 

Bruno Rangel comemora um dos seus dois gols diante do River Plate. (Foto: Francieli Constante)
A reserva nunca foi problema para Rangel, que tinha uma meta a atingir: se tornar o maior artilheiro da história da Chapecoense. Para isso tinha que desbancar Índio, com 62 gols marcados pelo Verdão. De gol em gol, BR9 foi se aproximando, até que no dia 20 de março de 2016 conseguiu desbancar Índio e, com 65 gols, se tornar o maior artilheiro do Verdão.

Com seu nome eternizado no clube, os torcedores lhe agradecem, Bruno Rangel, por tudo que nos proporcionou. Você será ETERNAMENTE CHAPECOENSE! 

Bruno Rangel e Índio homenageados pela Chapecoense. (Foto: Cleberson Silva)


Marcelo Weber || @acfmarcelo

Uruguai com baixas na defesa, mas com Suárez de volta nas Eliminatórias

A seleção uruguaia serve de exemplo na América do Sul quando o assunto é continuidade de um trabalho. O técnico Oscar Tabárez assumiu a Celeste Olímpica após a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, e em 2016 completa dez anos no cargo. O trabalho contínuo rendeu para o Uruguai o título da Copa América de 2011, disputada na Argentina.

Os convocados de Oscar Tabárez. Foto: Reprodução Oficial AUF
Nas Eliminatórias para a Copa de 2018, na Rússia, a Celeste faz boa companha, ocupando atualmente a segunda posição na tabela, com nove pontos. O Uruguai acumula três vitórias e um empate nas quatro primeiras rodadas da competição. O ataque já marcou nove vezes, contra dois gols sofridos pela sua defesa.

Falando na defesa, foi o setor que sofreu as principais baixas para a sequência das Eliminatórias. Os dois zagueiros titulares, Godín e Gimenez, ambos do Atlético de Madrid, foram cortados por lesão. Em compensação, o ataque recebe um grande reforço com a volta de Luís Suárez ao time. Luisito volta de suspensão depois da famosa mordida no zagueiro Chiellini, na Copa de 2014, no Brasil.

Na próxima rodada das Eliminatórias, o Uruguai vai até São Lourenço da Mata, na Grande Recife, enfrentar o Brasil, hoje em 5º na tabela com sete pontos. O clássico Sul-Americano, válido pela quinta rodada está marcado para esta sexta-feira (25), às 21h45. Na terça-feira (29), a Celeste recebe o Peru, 8º colocado com quatro pontos, no Estádio Centenário, em Montevidéo, às 20h, pela sexta rodada da competição.

Com as baixas na defesa e a volta do camisa 9 do Barcelona, Tabárez convocou 24 atletas para os dois compromissos nas Eliminatórias. Dentre os convocados, nomes conhecidos dos brasileiros, como o goleiro Martín Silva, do Vasco, e os meias Arrasceta, do Cruzeiro, e Lodeiro, ex-Botafogo e Corinthians. Confira a lista completa da Celeste Olímpica:

GOLEIROS: Fernando Muslera (Galatasaray-TUR), Martín Silva (Vasco da Gama), Martín Campaña (Independiente-ARG);

DEFENSORES: Sebastián Coates (Sporting-POR), Mauricio Victorino, Diego Polenta, Jorge Fucile (Nacional), Gastón Silva (Torino-ITA), Maximiliano Pereira (Porto-POR), Guillermo Varela (Manchester United-ING), Álvaro Pereira (Getafe-ESP);

MEIAS: Matías Vecino (Fiorentina-ITA), Diego Laxalt (Genoa-ITA), Álvaro González, Arévalo Rios (Atlas-MEX), Carlos Sánchez (Monterrey-MEX), Nicolás Lodeiro (Boca Juniors-ARG), Cristian Rodriguez (Independiente-ARG), Giorgian de Arrascaeta (Cruzeiro);

ATACANTES: Cristhian Stuani (Middlesbrough-ING), Diego Rolan (Bordeaux-FRA), Luis Suárez (Barcelona-ESP), Edinson Cavani (Paris Saint-Germain-FRA), Abel Hernández (Hull City-ING).


Rumo a 2018! Lucas Felipe (@lsouza73)

Peru conquista empate tardio, mas não afasta problemas


Na noite desta quinta-feira (24), o Peru enfrentou a Venezuela em casa e sofreu para conquistar um ponto. Com muitas chances desperdiçadas e vacilos defensivos, os peruanos conquistaram o empate tardio e agora já focam no duelo contra o Uruguai na próxima terça-feira (29).



Precisando dos três pontos para continuar na luta pela vaga, o Peru sabia que precisava jogar mais do que ano passado. Com isso, Ricardo Gareca aproveitou a presença de sua torcida e escalou o time completo. Na frente, o treinador colocou Pizarrom Farfán e Guerrero, suas três principais armas.

Entretanto, em campo os peruanos deixaram a desejar e fizeram um jogo repleto de erros, o que quase custou caro. A seleção começou bem e dominou grande parte das ações, mas as finalizações estavam ruins e isso acabou pesando. Enquanto o ataque não conseguia ser eficaz, a defesa começou a abrir espaços, principalmente nas bolas paradas, e a Venezuela se aproveitou disso.

Depois de mais um buraco defensivo, os venezuelanos conseguiram um pênalti bem marcado e abriram o placar aos 32 minutos do primeiro tempo. O Peru sentiu a desvantagem e começou a levar muito sufoco de uma Venezuela que já jogava de forma inteligente e fechada antes.

Na segunda etapa os peruanos sofreram e, ainda sem conseguir marcar, viram os adversários ampliarem o placar com Villanueva em mais uma bola parada. Após o lance, Ricardo Gareca viu que não estava dando certo, sacou Farfán e Pizarro e colocou Ruidíaz e Flores. Foi aí que as coisas começaram a funcionar.

Aos 17 minutos, Paolo Guerrero recebeu uma ótima bola de Ruidíaz e, sem marcação, conseguiu deslocar o goleiro e diminuiu o placar. Depois disso, o Peru continuou indo para o tudo ou nada enquanto a Venezuela apostou em jogadas rápidas para surpreender, mas não conseguiu nada.



O problema com as finalizações só piorava e a criação de jogadas acabava parando no desespero para marcar. Enquanto o tempo acabava, o Peru pressionava mais e mais a Venezuela e esperava por um espaço para igualar o marcador. No último minuto de jogo, Ruidíaz virou herói do empate e achou o gol que deu à sua seleção a esperança de volta.

Se contra o último colocado foi difícil, a partida contra o Uruguai promete fortes emoções. Jogando fora de casa, o Peru precisará rever os problemas deste confronto e definir o que pode fazer se quiser vencer o duelo.

Mariana Sá || @imastargirl 

Em nova primeira fase, Paysandu empata com Fast

Após a exclusão do Águia de Marabá da Copa Verde, o Paysandu teve que jogar novamente a primeira fase da competição, desta vez contra o Fast Club. Na noite de quarta-feira (24), os clubes se enfrentaram mesmo com possibilidade de invalidação da partida. O clube Paraense vinha de uma série de empates e hoje não conseguiu fazer diferente.

O JOGO
(Foto: Gabriel Mansur)
O mandante precisou de vinte e um minutos para abrir o placar, Ian cobrou escanteio e Guigui de cabeça mandou para o gol. Depois disso o Paysandu cresceu no jogo e chegava com perigo na zaga adversária, mas não conseguia concluir com qualidade. Apesar de manter uma certa superioridade, o gol do empate só aconteceu depois dos quarenta e de bola parada. Celsinho mandou na cabeça de Pablo, que deixou tudo igual. No final do primeiro tempo, Celsinho ficou cara a cara com o gol e mandou um chutaço, mas Bruno Saúl saiu bem e fez grande defesa.

(Foto: Gabriel Mansur)
No segundo tempo, o Fast começou atacando, mas parou em Emerson. Aos 16' Celsinho finalizou de fora da área e a bola passou raspando a trave. Logo depois, Guigui, o autor do gol do time amazonense, foi expulso. Ter um jogador a mais não ajudou o clube visitante, que não aproveitou os espaços e não conseguiu ampliar. Pelo menos não de forma validada. Já que aos 34', Bruno Veiga fez seu gol, mas viu o bandeira assinalar impedimento.

Palavra da colunista: Após o jogo, o capitão Augusto Recife e o atacante Bruno Veiga disseram que cobrança e da pressão da torcida que o time vem sofrendo são desnecessárias. O primeiro reclamou das que foram feitas principalmente no último jogo no Paraense e o de ontem. Jogos onde o Paysandu chegou a jogar com um a mais e não conseguiu mudar o placar. Dos últimos seis jogos, cinco foram empates. A última vitória? Contra o Águia de Marabá, jogo que foi suspenso. A pressão é necessária e está sendo feita porque o time está sim deixando a desejar, porque precisa de mudanças. Uma equipe que começou o Parazão jogando bem e bonito não pode estar nessa situação agora. Queremos o clube que começou a temporada de volta ao campo.

Próximo jogo: No domingo (27), o Paysandu enfrenta o Fast Club no jogo de volta da primeira fase da Copa Verde, às 20h. 

Palmeiras volta a dar vexame e perde em casa para o Red Bull

Parece assustador como o time do Palmeiras não consegue encaixar boas partidas mesmo contra adversário modestos. O time de Cuca - time esse que ainda nem pode ser chamado assim pela falta de organização -, voltou a errar nos mesmo pontos das últimas partidas e o resultado foi algo que tem sido comum neste ano: derrota em casa para outra equipe sem expressão.

A boa campanha do Red Bull não pode servir de desculpas para um time com orçamento infinitamente superior. Cuca mudou algumas peças: Jean voltou aos titulares junto com Arouca, assim como Egídio na lateral-esquerda. Erik ganhou chance no ataque com Gabriel Jesus indo para a seleção, e fez dupla ofensiva com Rafael Marques.

As mudanças não surtiram grandes efeitos e o que se viu foi mais do mesmo. Buscando sempre evitar o chutão, a saída pelo chão é a primeira opção. É um avanço, mas absolutamente inofensivo. A bola fica com o Verdão, mas sem grandes chances de gol. Em uma delas, talvez a única do primeiro tempo, Allione perdeu gol cara a cara.

O Red Bull também incomodava pouco, chegando muito mais em erros infantis da desorganizada defesa alviverde. Em um dos poucos contra-ataques que encaixou, o time visitante abriu placar com Thiago Galhardo. Pouco depois, Arouca deixou Roger livre para marcar o segundo, gerando protestos das arquibancadas.

Torcida perder a paciência com o time após outra derrota em casa.
(Foto: Globo Esporte)
Melhor no segundo tempo, o Palmeiras pressionou bastante e não demorou para balançar as redes. Alecsandro aproveitou bate-rebate na área e emendou para o fundo do gol. Era pouco mais de 14 minutos e o jogo, até então morno, esquentou.

Sem uma proposta de contra-ataque e mais interessado em se defender, o Red Bull chamou o Palmeiras para o ataque. No desespero e pelo desgaste do rival, o Verdão começou a criar diversas chances. Egídio acertou a trave em cobrança de falta, Alecsandro e Rafael Marques tiveram boas chances também.

Mesmo com muita liberdade, Lucas e Egídio não aproveitaram os espaços. Na última chance clara, Rafael Marques chutou na pequena área e parou no goleiro. O Palmeiras ainda terminou com um a menos porque Vitor Hugo bateu a cabeça e precisou sair. Em uma noite que tudo já começou errado com uma substituição precipitada de Dudu, ficou claro que Cuca vai ter muito trabalho.

Mais do mesmo: Verdão voltou a pecar na defesa e se complicou.
(Foto: Globo Esporte)
PONTO TÁTICO: Cobrar qualquer coisa de Cuca nesse momento seria precipitado com pouco tempo de treino, mas é preciso criar jogadas para o Palmeiras. O time é uma bagunça tanto na defesa, quanto no ataque, com Robinho voltando sempre para buscar jogo e deixando um buraco no meio. Cuca vai ter muito trabalho...

O DESTAQUE: Em mais uma noite assustadora, fica difícil escolher um melhor. Pelo gol marcado que deu esperança ao Palmeiras e pela movimentação, destaque para Alecsandro.

BOLA MURCHA: Dava para colocar meio time dessa vez, mas Allione se chamou atenção negativamente. Entrou duas vezes completamente livre na área adversária e perdeu dois gols fáceis, um em cada tempo.

Metrô cansa, leva a virada, mas leva um ponto

O final de semana de folga pro Metropolitano serviu para a equipe se recuperar e se preparar melhor para o duelo diante do Joinville, em Jaraguá do Sul. O jogo era de extrema importância para ambos os times. Pro Metrô, vencer significaria se afastar da zona de rebaixamento, se aproximar da vaga na Série D do Brasileiro, e entrar de vez na briga por vaga na Copa do Brasil e na final do estadual. Pro Joinville, que estava 100% no returno, a vitória significaria empatar com a Chapecoense em pontos no returno, e esquentar a briga pelo troféu do estadual.

Metrô x Jec se enfrentam mais uma vez. Com participação especial do Brusque na foto. Foto: Sidnei Batista/Assessoria CA Metropolitano
As duas equipes entraram em campo com modificações, em relação à rodada anterior. O Verdão do Vale jogaria sem o zagueiro Élton, suspenso pelo 3º amarelo. E ainda não contaria com o retorno de Maurin e Medeiros, ainda no estaleiro. Já no tricolor do Norte, Diego também estava suspenso pelo 3º amarelo.

Para a maioria da imprensa catarinense, principalmente para os tendenciosos da capital, a vitória era certa pro Joinville. Já que vinham numa crescente, e, mesmo jogando fora de casa, seria maioria em torcida. Jaraguá do Sul, casa alugada pelo Metrô, era mais perto de Joinville, e por ser num horário complicado, e uma viagem complicada, a torcida do Metrô não iria em peso. Muitos desses "jornalistas" que sempre menosprezam não só o Metrô, mas como todos os times menores do estadual, falavam até em goleada, se esquecendo de que esse mesmo Metropolitano havia goleado o queridinho deles Avaí há 10 dias.

Voltando ao jogo, o técnico Caco resolveu voltar com Luan, no lugar do suspenso Élton, e fazer dupla de zaga com Ricardo Lima. Os outros 10 titulares seriam os mesmos do jogo diante do Brusque.

O jogo começou com o Metrô querendo mostrar serviço. Logo no 1º lance, Thiaguinho caiu na área pedindo pênalti que não foi marcado. Na sobra, Peu finalizou pra defesa de Agenor. O Joinville até tentou responder, mas que saiu na frente foi o Metrô. Em erro na saída de bola, Peu passou pra Diego Souza, que arriscou de longe e fez um belo gol, encobrindo o goleiro Agenor. Não demorou muito para o Metrô quase marcar. Aos 20’, Iago recebeu boa bola, e arriscou num chute cruzado, que passou raspando a trave direita de Agenor. O JEC então partiu pra cima em busca do empate, mas esbarrava na defesa verde. O time só fazia se valer da fraca marcação de Juninho, e mandava balão pra área. Nenhum deles com sucesso. Aos 43’, em cobrança de escanteio, Bruno Aguiar cabeceou para grande defesa de Samuel, sendo essa, a melhor oportunidade do Joinville no 1º tempo, que terminou 1x0 para o Verdão.

Diego Souza(E) comemorando o 1º gol da noite junto com Peu. Foto: Sidnei Batista/Assessoria CA Metropolitano
Para a volta do 2º tempo, o Metrô veio sem mudanças. Mas com um fator que podia ser decisivo no placar final: O preparo físico. Já antes do intervalo, já se via alguns jogadores cansados e sem fôlego. Enquanto o Joinville desperdiçava chances lá na frente, o Metrô se abdicou do ataque para se defender. Já cansados, o time apostava nos contra-ataques e na velocidade de Thiaguinho e Rafinha para ampliar o placar. Aos 13’, Caco sacou Diego Souza, com cãibras, e colocou o centroavante Luiz Ricardo. Mas não adiantou. Aos 21’, Felipe Alves viu Ítalo livre dentro da grande área e tocou, para então, o meia fazer o gol do empate. Animado, o JEC partiu pra cima do Verdão cansado, para virar a partida. O Metrô, que pouco atacava, colocou Ramon no lugar do desgastado Peu. Logo depois, Felipe Alves chegou a marcar o gol da virada, que foi bem anulado por impedimento. Sem muitas chances, o Verdão teve uma chance de ouro pra fazer o 2º. Rafinha foi derrubado perto da grande área, em boa falta pra cobrar. Mas, ele mesmo cobrou e isolou a bola, nem chegando perto de assustar a torcida do Joinville. Cinco minutos depois, o castigo verde. Felipe Alves, de novo, arriscou de longe e fez um golaço, virando a partida para o tricolor. O goleiro Samuel, mal colocado não conseguiu chegar na bola. Quando o 4º árbitro levantou a placa de 3 minutos de acréscimo, todos já esperavam pelo fim do jogo, quando Rafinha lançou Thiaguinho na área, e sozinho, estufou as redes para empatar e dar números finais no jogo. Metropolitano 2x2 Joinville

Thiaguinho parte pra comemorar o gol do alívio. Foto: Sidnei Batista/Assessoria CA Metropolitano
Pelo que foi feito no 2º tempo, esse um ponto tem gosto de vitória. O time cansou. Cansou não, parou. Assistia o Joinville tocar a bola pra lá e pra cá, sem conseguir nem tirar a bola deles. Pra circunstância do campeonato, empate com gosto de derrota. O time não conseguiu ultrapassar o Inter e o Figueira, e ainda se viu apenas uma posição acima do rebaixamento. Uma posição preocupante, já que o quase morto Camboriú, renasceu. Agora temos dois jogos de muita importância. Enfrentamos o lanterna, porém temido Guarani em Jaraguá do Sul. Nenhum torcedor verde fica tranquilo com esse confronto, ao lembrar que o Guarani sempre nos atrapalha. No 1º turno, lá em Palhoça, vitória nossa por 3x2, no último lance do jogo. Que a vitória venha, mas sem tanto sofrimento como no turno. Se vencermos, abriremos vantagem da zona de rebaixamento, já que Cambura e Inter se enfrentam no sábado. Temos que aproveitar e distanciar dos dois. Até porque, depois temos o próprio Inter, lá em Lages. Menos mal que agora, temos três vagas pra série D 2016/2017. Não podemos nem pensar em ficar de fora. Mas bem que podíamos brigar por uma vaguinha na Copa do Brasil também. Já passou da hora.

Ficha Técnica:

Metropolitano: Sauel; Iago (Renan Wagner), Ricardo Lima, Luan, Juninho; Zé Lucas, Pink, Diego Souza (Luiz Ricardo), Peu (Ramon); Rafinha, Thiaguinho. Técnico: Caco Espinoza

Joinville: Agenor; Edson Ratinho, Bruno Aguiar, Rafael Donato (Ítalo), Héracles; Naldo, Anselmo, Kadu, Welintos Jr (Felipe Alves); Juninho (Diones), Willian Paulista. Técnico: Hemerson Maria

VOU COM ELE ATÉ O FIM!

Frederico Kuhnen| @fred_metro2002
Linha de Fundo| @SiteLF
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