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domingo, 27 de março de 2016

Não podia ser mais vergonhoso: Caldense perde de forma humilhante

Cada pessoa vê como quer, eu vejo como vergonha. A Caldense foi a Divinópolis neste sábado (26) confrontar o falecido Guarani. Falecido era, pois não é que os alviverdes tiveram o desprazer de revivê-lo? Sim, a infeliz equipe da Veterana perdeu. Gol do meia Romário, em uma sortuda cobrança de falta. A equipe de Poços ainda teve dois jogadores expulsos, o lateral Andrezinho e o volante Michel Elói.

(Foto: Globo Esporte)
O técnico Gian Rodrigues até tentou justificar culpando a equipe e tentou também de certa forma apagar a substituição errada que executou. Porém, justificar não muda nada, a derrota continuará computada como da Associação Atlética Caldense. Pela parte dos jogadores, o meia Tiago Azulão jogou a toalha em entrevista a rádio de Poços de Caldas, dizendo que agora era apenas se contentar na briga lá embaixo e evitar esse rebaixamento que assombra todos os torcedores da Veterana.

Agora em Poços contra a Tombense, no próximo sábado, aos que tem fé, resta orar por Gian Rodrigues e seus comandados.

Arriba Caldense!

Francisco (@BorjaFrancisco_) || @SiteLF

Tabu em clássicos continua, mas Kardec desencanta

São Paulo continua sem vencer clássico, mas arranca empate com Kardec no SanSão.

Sem o fenômeno do momento, Paulo Henrique Ganso (suspenso pelo 3º amarelo), Mena (seleção chilena), Lyanco (seleção da Sérvia Sub19), Rodrigo Caio (seleção brasileira olímpica) e ainda sem Michel Bastos, Bauza teve que "se virar" para montar o time contra um adversário forte na casa dele. Santos, porém estava sem seus principais jogadores, já que esses estão na Seleção. Assim os dois times com reservas, SANSÃO terminou em empate.

A primeira etapa foi bem tranquila, as duas equipes chegaram pouco, os goleiros mal apareceram. Santos demonstrava sentir falta de seus desfalques (Ricardo Oliveira, Lucas Lima, Gabriel, Thiago Maia e Zeca), já o Tricolor demonstrava sentir falta de apenas um desfalque importantíssimo, Ganso. Por mais que Daniel estivesse se saindo bem no meio de campo, a bola não chegava com qualidade no ataque. Já que lá estava apenas Calleri, Centurión estava fazendo - ou tentando - fazer a função de armador, sem êxito algum.

Percebendo tal fato, Bauza decidiu então, no intervalo, tirar Centurión e colocar o mais novo querido da torcida, Lucas Fernandes. Assim o jogo começou movimentado. Tudo o que deu de tranquilidade no 1º tempo, foi para ofensividade no 2º. Logo no início o Santos chegou com perigo em uma cobrança de falta de Victor Ferraz, e em seguida São Paulo respondeu com uma jogada de Daniel. Entretanto, aos 13' o camaronês Joel marcou para o Peixe. Após o gol, foi um bombardeio santista na área são-paulina. Denis espalmou, defendeu, assustou. Mas não tomou o segundo gol. Bauza decidiu mexer, colocou Alan Kardec no lugar de Daniel e Kelvin no lugar de Thiago Mendes. Deixando o Tricolor totalmente aberto, com apenas Lucas Fernandes, João Schmidt e Hudson no meio de campo, qualquer contra-ataque do Santos poderia ser fatal. Porém, Kardec após quatro meses, encontrou o caminho do gol. Após cobrança de escanteio - perfeita - de Lucas Fernandes, Kardec subiu sozinho e empatou para o São Paulo.

Com esse empate, São Paulo reassume a liderança no Grupo C, com 18 pontos - mesmo pontos que Audax, porém com maior SG -. Próxima partida do Tricolor é em São José do Rio Preto, contra o Linense, no Estádio Anísio Haddad, quarta-feira (30/03), às 19h30.

FICHA TÉCNICA

Local: Vila Belmiro, Santos - SP
Gols: Joel (SAN); Kardec (SAO)
Cartões amarelos: Neto Berola (SAN); Lucas Fernandes (SAO)
Arbitragem: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, auxiliado por Danilo Ricardo Simon Manis e Luiz Alberto Andrini Nogueira

SANTOS:
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Caju; Renato (Alison), Vitor Bueno (Neto Berola), Léo Cittadini (Serginho) e Rafael Longuine; Paulinho e Joel. Técnico: Dorival Júnior

SÃO PAULO:
Denis; Bruno, Lugano, Maicon e Carlinhos; Thiago Mendes (Kelvin), Hudson, João Schmidt e Daniel (Alan Kardec); Centurión (Lucas Fernandes) e Calleri. Técnico: Edgardo Bauza

Em clássico dos desfalques, Santos cede empate dentro de casa


Não era um dos clássicos de mais expectativa na temporada. Santos e São Paulo entraram em campo na noite deste domingo (27) com elencos completamente desmanchados, recheados de desfalques, mas apesar das ausências, protagonizaram um bom jogo na Vila Belmiro.

Pelo lado santista, entre convocações para seleção principal e também olímpica, eram cinco desfalques: Lucas Lima, Ricardo Oliveira, Gabriel, Tiago Maia e Zeca. Já pelo lado tricolor, as ausências foram por motivos mais diversificados, com Paulo Henrique Ganso suspenso, Wesley, Breno e Michel Bastos lesionados, Rodrigo Caio com a seleção olímpica, Mena com a seleção chilena e Lyanco defendendo a Sérvia Sub19.

O JOGO

O primeiro tempo correspondeu às expectativas e foi completamente morno. Um jogo mais brigado e sem grandes chances para nenhum dos lados, era visível a falta que Lucas Lima e Ganso faziam as suas equipes nas articulações de jogadas no meio campo.

Os times voltaram do intervalo dispostos a jogar futebol e a segunda etapa foi muito mais agradável no ponto de vista técnico.

Quando o tricolor paulista começava a encaixar o seu jogo, o Peixe surpreendeu com Joel, que recebeu bom passe de Léo Cittadini, girou para cima da marcação e bateu sem chance, estufando a rede e abrindo o marcador na Vila.

QUEM NÃO FAZ...

Daí pra frente, só deu Santos. Foram diversas as oportunidades perdidas pelo alvinegro praiano. Paulinho, Joel e Neto Berola tiveram chance de dobrar o marcador, mas desperdiçaram e quando juntamos o velho ditado "quem não faz leva" e a famosa "lei do ex" não há como fugir... Kardec empatou a partida.

Aos 37 minutos, o atacante são-paulino que havia saído do banco de reservas, subiu mais alto que a defesa após cobrança de escanteio e deu números finais ao placar.

Agora, o Peixe tem a mesma pontuação que o São Bento no grupo A, porém ocupa apenas a vice-liderança. Já o tricolor, lidera o grupo C.

As equipes voltam a campo no meio de semana, em mais uma rodada do Paulistão. O São Paulo visita o Linense na quarta-feira e o Santos, recebe a Ferroviária na quinta.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 1 X 1 SÃO PAULO

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 27 de março de 2016, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Luiz Alberto Andrini Nogueira
Cartões amarelos: SANTOS Neto Berola. SÃO PAULO: Lucas Fernandes.
Renda: R$ 171.980,00.
Público: 6.239 torcedores.
GOLS: SANTOS: Joel, aos 13 minutos do segundo tempo. SÃO PAULO: Alan Kardec, aos 37 minutos do segundo tempo

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo e Caju; Renato (Alison), Léo Cittadini (Serginho), Rafael Longuine e Vitor Bueno (Neto Berola); Paulinho e Joel. Técnico: Dorival Júnior.
SÃO PAULO: Denis; Bruno, Maicon, Lugano e Carlinhos; Hudson, Thiago Mendes (Kelvin), João Schmidt, Daniel (Alan Kardec) e Centurión (Lucas Fernandes); Calleri. Técnico: Edgardo Bauza

Pedro Henrique || @peeedrito17

O que fizeram com meu Fluminense?


Ganhamos com tranquilidade e com placar elástico de um time que perdeu apenas dois dos últimos 10 jogos e estamos sem perder tem oito jogos. Não, você não está lendo um texto sobre o Barcelona ou Bayern, está lendo sobre o Fluminense.

Fluminense 28.02.2016
He can´t stop scoring. Osvaldo já tem 3 gols em 2 jogos. Foto: Mailson Santana-Divulgação FFC
Não pensem que estou completamente iludido, achando que agora seremos campeões de tudo. Admito que fico entusiasmado facilmente e frases como "estão deixando a gente sonhar" e "agora vai" são ditas por mim frequentemente depois de duas vitórias seguidas. A questão é que estamos ficando organizados. Uma organização que ficou lá atrás na época em que éramos campeões brasileiros ano sim, ano não.

O maior exemplo da nova etapa no futebol do Fluminense é a nossa defesa. Estávamos desesperados. Quem seria titular? Detestávamos a ideia de ter Gum e depois do jogo contra o Flamengo sabíamos que Henrique tinha sido desperdício de dinheiro... Felizmente estávamos errados. A deficiência do Tricolor era puramente falta de comando. Bastou um cara que entende o que faz chegar e dizer para a dupla de zaga o que fazer. Antes de Levir, pensei que seria preciso trocar meio time para alguma coisa funcionar e hoje, sem nenhuma contratação, o time me anima.

Fluminense 28.02.2016
Jonathan é outro que anima, todo jogo quebra a coluna de um. Foto: Mailson Santana-Divulgação FFC
Anima mas ainda não está 100%. Continuo achando que Wellington Silva na esquerda não é uma boa e já estamos vendo que Marcos Junior não mantém o pique do Osvaldo. Muitos torcedores estão pedindo um camisa 10, mas minha prioridade seria um reserva a altura de Osvaldo (talvez o próprio Richarlison consiga fazer isso, mas não é a função que ele exercia no América) e um lateral-esquerdo. O problema do camisa 10 está resolvido até o meio do ano com Gerson que voltou a jogar bem e Levir parece já que já pensa no futuro, pois tirou o nosso camisa 11 nos últimos dois jogos para adiantar o Cicero. Deve ser essa a solução que ele achou.

Espero que o time continue evoluindo. Estamos no caminho certo. Trabalho duro e técnico com moral. Que venha o Bangu.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Melhor no clássico, Botafogo perde invencibilidade

O futebol muitas vezes não é justo. E foi o que aconteceu na tarde deste domingo (27), em São Januário, onde Botafogo e Vasco se enfrentaram em clássico válido pela 3ª rodada da Taça Guanabara. Mesmo superior durante todo o jogo, o Glorioso não conseguiu vencer. O gol de Thalles decretou a primeira derrota do Botafogo no ano, que agora, volta a jogar na próxima quarta (30), diante do Volta Redonda.

Salgueiro foi um dos melhores no jogo (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
O JOGO

O Botafogo iniciou a partida tentando pressionar com marcação adiantada. Nos primeiros cinco minutos do jogo, o Glorioso já havia conseguido três escanteios. O Vasco não passava do meio-campo. A primeira chance clara foi do Botafogo, aos 9 minutos. Pela direita, Salgueiro achou Gegê na área e lançou. De peixinho, o jovem quase acertou a bola.

Com maior posse de bola, o Botafogo seguia pressionando o Vasco, que não conseguia trocar passes. Aos 17', Salgueiro, louco para fazer seu primeiro gol com a camisa botafoguense, assustou o goleiro Jordi. O meia limpou a jogada pela esquerda e cruzou fechado. A bola quase foi parar no ângulo. Embora vibrante e dominando a partida, o Botafogo não conseguia chegar com intensidade. Até que aos 25 minutos, em rara oportunidade, o Vasco abriu o placar. Nenê deu bom toque para Thalles, que na frente dos zagueiros, avançou e chutou forte no canto de Jefferson.

Aos 32 minutos, Rodrigo deu um carrinho perigoso dentro da área e derrubou Ribamar. Por ter atingido a bola, talvez por isso a arbitragem não tenha assinalado o pênalti, escandaloso. Aos 37', Salgueiro arriscou de fora da área. A bola passou por cima do gol. Aos 40 minutos, Diego cabeceou com perigo após cruzamento. Instantes depois, aos 42 minutos, Gegê cruzou na medida para Ribamar, que escorou na saída de Jordi. A arbitragem marcou impedimento (depois confirmado com o replay). O jovem estava um pouco à frente. Lance bem difícil. Aos 47', o primeiro tempo chegou ao fim. 


Dados demonstram superioridade do Botafogo (Reprodução/ Twitter)
O Botafogo retornou o mesmo para a etapa final. E o time seguia no campo de ataque, porém, faltava criatividade. Aos 10 minutos, Bruno Silva lançou Ribamar. Jordi saiu do gol e fez a defesa. No minuto seguinte, o Glorioso quase empatou. Emerson subiu mais que todo mundo e cabeceou. A bola tocou no travessão. No rebote, o argentino Carli chutou para fora. Nesse lance, Julio Cesar puxou a camisa de Ribamar. Outro pênalti não marcado. A primeira alteração promovida por Ricardo Gomes aconteceu aos 15 minutos. Gegê foi substituído por Neilton. E em sua primeira participação, o atacante driblou dentro da área, mas Julio Cesar logo fez o corte. Aos 18', Ricardo Gomes foi obrigado a trocar um zagueiro por outro. Emerson, sentindo a coxa, deu lugar ao experiente Renan Fonseca. Botafogo tentava levar perigo pelo lado esquerdo.

Aos 24 minutos, Ribamar chutou por cima do gol, após bola esticada por Salgueiro. Aos 28', o Botafogo desperdiçou grande oportunidade. Salgueiro cobrou falta. Bruno Silva ganhou de Bruno Gallo e livre, na frente de Jordi, cabeceou para fora. Quase o empate. Aos 32', última substituição no Botafogo: saiu Rodrigo Lindoso, pífio, para a entrada de Gervasio Nuñez, o 'Yaca'. Aos 37 minutos, Jefferson evitou o segundo gol vascaíno. Após contra-ataque eficiente, Andrezinho, em velocidade, tocou para Nenê, que recebeu na área e finalizou. O melhor goleiro do Brasil, no entanto, abafou. No fim do jogo, o Glorioso teve quatro escanteios seguidos, que não foram aproveitados. Aos 49', o jogo terminou. Vasco 1 a 0 e fim da invencibilidade do Botafogo.

OBSERVAÇÕES

O Botafogo fez boa partida. Dominou mas não soube aproveitar. O Vasco, em um lance, marcou e garantiu a vitória. Fim.

Rodrigo Lindoso não convence. Ano passado defendi que ele merecia chance. Teve. Agora acho que Fernandes merece oportunidades. Vem para ser titular.

Absurda a NÃO marcação do pênalti do Rodrigo sobre o jovem Ribamar. O zagueiro já tinha cartão e poderia ter sido expulso.

ABSURDO! Em 90 minutos de jogo, não houve uma finalização sequer consciente do Botafogo. Falta treinamento?

É nítido que o Botafogo precisa contratar. De preferência atacantes, pelo menos um experiente e meias velozes para jogar com o Salgueiro.

Por falar em Salgueiro, o meia participou bastante do jogo. O uruguaio sabe jogar. Chuta com as duas pernas e chama a responsabilidade.

Aos 15 minutos, o Botafogo teve a chance de abrir o placar em falta perigosa. No entanto, Gegê cobrou de maneira displicente na barreira. Ele deveria ser proibido de bater faltas.

FICHA DO JOGO

Vasco 1
Jordi, Madson (Yago Pikachu), Rodrigo, Luan, Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos (Bruno Gallo), Nenê, Andrezinho; Jorge Henrique (Caio Monteiro), Thalles. Técnico: Jorginho.

Botafogo 0
Jefferson, Diego, Joel Carli, Emerson (Renan Fonseca), Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso (Gervasio Nuñez), Bruno Silva, Airton; Gegê (Neilton), Salgueiro, Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes.

Estádio: São Januário (RJ).
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ).
Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (RJ) e Diogo Carvalho Silva (RJ).
Gol: Thalles (25' do 1º T).
Cartões amarelos: Jordi, Rodrigo, Julio dos Santos, Jorge Henrique e Thalles (Vasco); Diego e Airton (Botafogo).
Público: 7.314.
Renda: R$ 232.590,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 

Inter não entusiasma

Por mais que o último jogo do Internacional seja uma goleada de 4 a 2, o time não vem agradando aos olhos da torcida e essa última vitória não mascara isso. O Inter vem mostrando uma desorganização tremenda dia após dia, a meia cancha está muito distante da defesa e do ataque. O time está totalmente individualizado, suas vitórias estão sendo todas por qualidade técnica e não por tática. O Colorado esteve longe de fazer um grande jogo, e esse é perigo de ganhar de goleada repetindo erros frequentes: direção, técnico e jogadores podem relaxar e dizer "Está tudo bem”, porém não está tudo bem. Falta jogadas trabalhadas, segurança defensiva, qualidade técnica geral.

Depois de 4 empates seguidos, Inter voltou a vencer, mas preocupa
Quero falar de duas figuras do nosso time Piffero e Anderson: Anderson, o cara dos holofotes, por incrível que pareça ele fez uma partida boa contra o Noia, porém ele não tem nenhuma condição física em campo. Ele é um bom jogador, tanto que fez assistência e marcou gol, porém a movimentação dele é nula, ele é totalmente estático, para um jogador que era chamado de Box-to-Box na Europa, hoje ele tá mais para um aipim. Precisa melhorar. Piffero meu caro, proteger o Anderson em demasia não é legal, falar em custo beneficio de Forlán e Bolatti é beirando ao ridículo, sinceramente Bolatti é um jogador ruim que teve uma passagem mediana no Beira Rio, Forlán foi um craque e veio ao Inter com esse status, porém jogou bem, não foi o craque da copa do mundo, mas jogou muito bem. Sr. Presidente como Vossa Excelência não tem como argumentar sobre uma burrada que fez, fica atacando seus ex-companheiros de gestão, olha você contratou o Anderson, assuma a bronca e aceite que ele não está rendendo o que deveria.

O Inter não pode se acostumar à mediocridade, e o Inter vem repetindo desempenhos medíocres há tempos. Não são péssimos o suficiente para sacudir o Beira-Rio e levar a mudanças radicais, mas também não são satisfatórios o suficiente para ganhar uma taça. Às vezes ganhamos jogos importantes, goleamos times fracos e o sintoma de acomodação se mantém, até parece um time que vive da "Imortalidade". Para sair dessa mesmice o Inter precisa de jogadores de mais qualidade em campo e de um comandante que tenha algo moderno a oferecer. O torcedor não pode mais deixar dirigente, técnico ou jogador relaxar depois dessa vitória contra o Novo Hamburgo. Se eles querem tranquilidade, ou joguem mais ou vão para um Spa, a cobrança ainda é necessário.

Ismael Schonardie | @Ismahsantos

Cansados estamos nós

Foto: Flamengo
Há dois jogos, Márcio Araújo comemorou a eliminação na Primeira Liga, pois isso daria ao time mais descanso e tempo. Na partida seguinte, além de não levar uma bronca sequer do clube, o volante ainda foi titular para mais uma vez atrapalhar tudo. Toda semana um jogador pega o microfone para reclamar das viagens e do cansaço. Muricy Ramalho fala que não pode treinar, que a equipe está ansiosa, falta isso, falta aquilo. É uma lamentação atrás da outra, só justificativas para o que não é justificável.

Então, toda vez que o Flamengo entra em campo a torcida já espera o máximo de estresse possível. E parece que isso é suficiente para quem deveria ser o primeiro a achar que tudo está errado. O treinador acha que está bom, pois o time tem muita posse de bola e finaliza bastante, mesmo que todas sejam horrorosas. Para o zagueiro e capitão Wallace, nada precisa mudar, afinal, perder para o Confiança jogando um futebol fraco é normal, não é? E então, o volante escolhido dos técnicos acha bom disputar menos um título, até porque estamos tão ótimos.



Cansados estamos nós, que lotamos todos os estádios pelo país para ver um time que trata seu torcedor com frieza, que não se mobiliza pelo calor que a Nação leva. Cansados estamos nós, que assistimos um elenco sem raça e que está acomodado com o que faz, ainda que seja um desempenho péssimo. Quem está mais exausto do que aqueles que se doam tanto para um clube que não corresponde, que não liga? Estamos cansados de tanto conformismo.

Jogadores ultrapassados e que não deveriam nem estar no clube como titulares, contar sempre com a sorte que muitas vezes não aparece, não há variação tática, não existem alterações que realmente ajudem e todos parecem extremamente confortáveis com isso. Nas entrevistas sempre tem um "está ruim dessa forma, temos que melhorar". Mas as atitudes seguem exatamente iguais.

Foto: Flamengo
Graças à derrota para o Volta Redonda, o Flamengo saiu da zona de classificação da Taça Guanabara. O time está conseguindo fazer um esquema que deixa todas as disputas de lado para exaltar apenas reclamações por cansaço. Na quarta-feira (30), o rubro-negro terá um desafio que já vem sendo tratado da forma errada há um ano. O Vasco, embalado e invicto, não chegará em Brasília para brincadeiras. Será que nós também seremos capazes disso ou levaremos tudo da forma errada mais uma vez?

Mariana Sá || @imastargirl
Linha de Fundo || @SiteLF 

Criciúma perde em casa e fica mais longe do título

Na tarde deste domingo de páscoa (27) o Criciúma enfrentou o Figueirense pela 5º rodada do Campeonato Catarinense. O jogo não trouxe bons resultados e deixou o tigre cada vez mais longe do título.

(Fonte: Criciumaec.com.br)
No último confronto das equipes, o time carvoeiro levou a melhor, vencendo por 2x0 no Orlando Scarpelli, porém quem faz também leva. Neste jogo o clube da capital descontou o feito em Floripa. Jogando com a marcação cerrada o Figueira levou a melhor. Com mais posse de bola, ataques, jogadas feitas e boas finalizações, logo no primeiro tempo o visitante já abriu o placar.

Aos 26', com uma falha do meia tricolor Saci, que tentou passar por dois jogadores e acabou perdendo a bola, o Figueira aproveitou. Bady invadiu a área e chutou para o gol, o goleiro Luiz espalmou e o lateral Ezequiel tentou afastar a bola, mas acabou entregando ela nos pés do meia alvinegro que abriu o placar.

No segundo tempo os times voltaram sem alterações e com o mesmo estilo de jogo. O Figueira continuou pressionando e tendo mais chances de gol do que o Criciúma. O lance de mais perigo tricolor foi no fim do segundo tempo, quando Róger Guedes arriscou próximo a área e acertou na trave. Porém, aos 39', Bady inverteu o jogo para Everton Santos, que tocou para Rafael Moura chutar para o gol e ampliar o placar. Criciúma 0x2 Figueirense.

Com esse resultado, o Criciúma se encontra na 3º posição com nove pontos e o Figueira na 4º colocação com a mesma pontuação. O próximo jogo carvoeiro será sexta (01/04) contra o Guarani de Palhoça fora de casa.

(Representantes da OT na entrega das cestas para as crianças)
O domingo foi de páscoa e a Barra Os Tigres, junto com a ajuda de toda torcida, resolveram fazer a data de algumas crianças mais feliz. Durante o mês de março, as garotas da torcida feminina arrecadaram doações, confeccionaram cestas de chocolate e proporcionaram um café da manhã especial para as crianças da Abadeus (abrigo de crianças carentes em Criciúma). Além da ajuda da torcida, o técnico Roberto Cavalo e o goleiro Luiz ajudaram nas doações, mostrando que dão um show dentro e fora de campo.

FICHA TÉCNICA PRA CRICIÚMA 0X2 FIGUEIRENSE

Local: Estádio Heriberto Hulse, Criciúma/SC
Data e hora: 27/03 às 16h.
Público: 4.692
Arbitragem: Sandro Meira Ricci auxiliado por Nadine Schramm e Heliton Nunes.
Cartões amarelos: Gustavo, Bruno Lopes (Criciúma); Ferrugem, Jackson, Dudu (Figueirense).

Criciúma (0): Luiz, Ezequiel, Raphael Silva, Diego Giarreta, Barreto, Marlon, Róger Guedes, Douglas Moreira, Bruno Lopes (Jefferson), Élvis, W. Saci (Gustavo). Técnico: Roberto Cavalo.

Figueirense (2): Gatito Fernandéz; Leandro Silva, Bruno Alves, Jaime e Marquinhos Pedroso; Elicarlos, Ferrugem (Jackson) e Bady; Carlos Alberto (Ermel) e Dudu (Everton Santos), Rafael Moura. Técnico: Vinicius Eutrópio.

''Ganhas ou percas eu venho apoiar, Criciúma é minha vida''

Letícia Figueredo

Tupi perde para o URT, fica na zona de rebaixamento e se complica

No fechamento da rodada, URT e Tupi se enfrentaram neste domingo (27), no Estádio Zama Maciel. Para o URT, uma vitória deixaria o time no G4, ultrapassando Uberlândia, América e Villa Nova na tabela. Já o Tupi também precisava vencer para deixar as últimas posições e chegar até a quinta colocação - caso o resultado fosse por dois gols de diferença. Portanto, a partida em Patos de Minas era muito importante para ambas às equipes. E a veterana levou a melhor vencendo por 2 a 1.

URT e Tupi fizeram a única partida das 16h00 pelo Campeonato Mineiro (Foto: Fed. Mineira de Futebol/Twitter)
O jogo

Com os outros resultados, o Galo Carijó entrou em campo na zona de rebaixamento após ter sido ultrapassado pelo Boa Esporte. Diante da situação, imaginavam-se jogadores indo para o jogo mais concentrados, mas não foi o que aconteceu. Logo aos dois minutos, Glaysson derrubou Kelvin na área, fazendo pênalti para o URT. Carlos Magno foi para a bola e bateu sem chances para o goleiro.

Três minutos após abrir o placar, o URT quase chegou ao segundo gol quando Ramos finalizou e a bola passou perto. Depois da pressão inicial, com amplo domínio do time do time da casa, o Tupi equilibrou a partida. Aos 14', o Galo Carijó assustou pela primeira vez com Osmar, que finalizou e acertou a trave.

O Tupi criava chances, mas também deixava espaço nas laterais, principalmente pelo lado esquerdo com Pirão. O adversário aproveitava e o jogo era totalmente aberto. Aos 41', a URT chegou ao segundo gol, novamente com Carlos Magno. O camisa 10 fez boa jogada, passou pela defesa e marcou, ampliando o placar já no fim da primeira etapa.

Segundo tempo

No intervalo, Ricardo Drubscky mexeu duas vezes, colocando Douglas e Ramon nas vagas de Rafael Jataí e Pirão - que ainda não justificou a sua contratação e novamente teve péssima atuação. As alterações surtiram efeito, mas apenas nos primeiros minutos. O Tupi ensaiava uma pressão, mas ficou só no ensaio, já que o URT acertou a marcação e não sofreu com os ataques.

Apesar de ter mais posse de bola, o Tupi não criava nenhuma chance clara de gol, enquanto o URT buscava um contra-ataque para matar o jogo. Não tendo outra alternativa, o técnico do alvinegro fez a última alteração, colocando o time ainda mais ofensivo com Rubens substituindo Hiroshi. O atacante - como de costume - entrou bem e, aos 29', após receber passe de William Kozlowski, marcou para o Tupi.

Após diminuir, o jogo ganhou em emoção e o Tupi foi em busca de mais um gol, tentando o empate. Porém, depois de ter feito todas as alterações, Helder sentiu lesão e deixou seu time com um a menos nos dez minutos finais. A partida daí, o Tupi ainda tentou empatar em bolas alçadas na área e não criou mais chances de perigo. O URT se fechou totalmente, segurando o placar até que a partida chegasse ao fim.

Situação das equipes

Restando apenas duas rodadas para o fim da primeira fase, o Tupi se complicou no Campeonato Mineiro. Com a derrota, o alvinegro se mantém na zona de rebaixamento, praticamente sem chances de classificação e brigará mesmo para não cair. Já o URT chega aos quinze pontos na terceira colocação e tem grandes chances de se classificar.

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

A beleza do futebol está no imponderável

O futebol é um esporte diferente, talvez seja o único que desafie os paradigmas da razão. No vôlei, basquete, handebol ou futebol americano, geralmente a agremiação com melhores jogadores, melhores estatísticas e melhor aproveitamento técnico vence. No bom e velho esporte bretão, as coisas nem sempre funcionam com tal clareza.

Em alguns casos, um time com técnica mais frágil, mas com alguma disciplina tática pode vencer uma equipe com estatísticas dominantes. Posso dar dois exemplos didáticos, coincidentemente de dois times azuis. No Brasil, o caso do São Caetano entre 2000 e 2002 fala por si só: foi vice-campeão brasileiro por dois anos consecutivos e vice-campeão da Libertadores, derrubando pelo caminho adversários mais capazes, com estatísticas mais fortes, inclusive meu Galo, em 2001, naquela semifinal emblemática do dilúvio. Já na Inglaterra, a temporada de 2015/2016 trouxe esse Leicester, equipe com jogo defensivo impecável e que vem sustentando verdadeiros bombardeios desferidos pelos adversários, e consequentemente arrancando vitórias surpreendentes através de estocadas pontuais. O futebol, meus caros, é belo por sua imprevisibilidade. É um esporte democrático, no qual o inferior tecnicamente é capaz de fazer o que ninguém espera.

Após todo este preâmbulo, um leitor desavisado pode vir a perguntar: E o que isso tem a ver com o Atlético? Respondo de prontidão. Esta foi à tônica do superclássico de domingo, com derrota alvinegra por 1x0 em pleno Horto. Conforme as estatísticas abaixo, disponibilizadas pelo jornalista Mauro Cesar Pereira da ESPN, o Galo teve maior posse de bola, finalizou mais, recebeu mais faltas e desferiu menos chutões.


(Foto: Reprodução/@MauroCezarESPN)


Contudo, é de fato infantil se deixar levar pela frieza dos números. Números são estáticos e o futebol é dinâmico. E, nesse quesito, o Atlético foi igualmente superior.

Diego Aguirre lançou seu time no tradicional 4-2-3-1, com Uilson, Rocha, Tiago, L.Silva, Carlos Cesar, Carioca, Urso, Luan pela direita, Robinho centralizado, Hyuri pela esquerda (Pablo) e Lucas Pratto. Pelo menos quatro titulares incontestáveis de fora - Victor, Erazo, Douglas Santos e Cazares -, junto com outras quatro importantes opções de banco de reservas - Giovanni, Mansur, Dátolo e Clayton.

Já o Cruzeiro entrou no 4-3-3, com Fábio, Fabiano, Bruno Rodrigo, Manuel e S.Mino (Fabrício), Romero, Henrique, Cabral (Gino), Allano (Pisano), Elber e R.Silva. Três titulares incontestáveis não jogaram: Alisson, Willian e De Arrascaeta, além de Dedé e Maike, já fora de combate há mais tempo.

A partida começou com as equipes apresentando duas propostas de jogo muito claras. O Atlético procurava imprimir um ritmo mais forte, marcação no campo ofensivo, rapidez no passe e constante movimentação. Já o Cruzeiro, ao contrário estava postado e a cada vez que recuperava a bola, procurava cadenciar as jogadas, principalmente sob a batuta do bom Ariel Cabral.

Notadamente, no desenvolver do primeiro tempo a coordenação do time de Diego Aguirre prevaleceu e algumas chances apareceram nos pés de Robinho, Prato e Luan, principalmente em roubadas de bola no campo de ataque. O Cruzeiro, por sua vez, fazia um jogo de trincheiras como no futebol americano, avançava a cada faltinha (algumas bem contestáveis diga-se). E nessas bolas paradas os azuis conseguiram ser mais perigosos (faltas, escanteios e bolas alçadas na área - importante característica que vem desde Marcelo Oliveira e permaneceu na Toca). Porém em termos de criação de jogadas, como disse, à exceção de Ariel Cabral, o Cruzeiro era bem atabalhoado, com erros infantis inclusive, sempre apelando a chutões na direção do trio ofensivo. Quando o time azul tentava sair com os laterais era um caos, de fato concordo com alguns bons amigos celestes: Mino e Fabiano não são nada confiáveis.

O zero a zero ao final da primeira etapa já era um resultado injusto e todos no estádio tinham a sensação que o gol era uma questão de tempo, dado o volume de jogo tanto ofensivo quanto defensivo imposto pelo Atlético.

(Foto: Hoje em Dia)
O segundo tempo começou com duas alterações táticas importantes. No Atlético, Aguirre mudou o posicionamento do trio de meias: Luan ficou centralizado, Robinho caiu pela esquerda e Hyuri foi deslocado para direita. A mudança fazia muito sentido visto que Hyuri não vinha bem pela esquerda, não aproveitava a limitação do Fabiano, enquanto o Luan poderia ser mais efetivo por dentro, visto que é um jogador muito mais dinâmico que Robinho, que de fato é um ótimo carregador de bola, mas para jogar por dentro é preciso de alguém que passe a pelota mais rápido (Que falta fez Juan Cazares).

Já no Cruzeiro, Henrique foi substituído por Gino, era uma tentativa do técnico Deivid em qualificar a saída de bola.  No segundo tempo, o Cruzeiro esboçou a famosa "saída de três" com Gino se alinhando aos zagueiros, e os dois laterais avançando com o intuito de dar mais amplitude à saída, entretanto, era notória a falta de treino.  Os movimentos não foram muito bem coordenados, obrigando o time a apelar com insistência aos chutões.

Do início do segundo tempo, até o momento do gol do Cruzeiro o que se viu no Horto foi um bombardeio, grandes defesas do goleiro Fábio. Talvez tenha sido o jogo que a marcação pressão do Atlético tenha melhor funcionado. Como grande apreciador do jogo tático que sou, fiquei feliz e ao mesmo tempo surpreendido com a desenvoltura da execução dos movimentos. O time evoluiu bastante em relação ao começo da temporada, e principalmente em comparação ao que foi apresentado no vice-campeonato brasileiro (Enquanto Muricy foi à Barcelona ver o que Luis Henrique fazia com seus três ET's, Aguirre foi á Europa observar Diego Simeone e Maximiliano Allegri, comandantes dos dois times mais bem treinados do velho continente - nosso xará de Madri e a Velha Senhora de Turim, um estágio muito mais consistente do ponto de vista profissional).

Porém no momento seguinte, alguns dos clichês do futebol se fizeram presentes: "quem não faz leva", "a bola pune", etc... Ironicamente um chutão (recurso técnico frequentemente utilizado em times mal treinados, palmeirenses podem dissertar sobre, dada experiência recente) partiu do campo de defesa e achou o atacante Elber livre, que ajudado por Marcos Rocha (errou o tempo da bola), encontrou espaço para ajeitar, pentear, tirar uma selfie e disparar um chute sem muita potência ao gol, que infelizmente o goleiro Uilson não foi capaz de segurar firme, e por conta da falta de ritmo de jogo (não jogava entre os titulares há mais de ano) não tomou a melhor decisão, e acabou rebatendo a bola nos pés de Rafael Silva, que só teve o trabalho de empurrar a pelota às redes.

Após o gol, o Galo sentiu o baque por alguns instantes, mas voltou ao bombardeio nos 10 minutos finais. Novamente com o goleiro Fábio operando milagres, em especial duas bolas que caíram para o atacante Robinho - uma cabeçada a queima roupa, e um chute colocado da entrada da área.

(Foto: Hoje em Dia)
O jogo terminou com vitória celeste em nossa casa, porém em uma situação especial. Os azuis tinham uma proposta claramente defensiva, o técnico Deivid, ciente das limitações do seu time, jogou na defesa, esperando uma única bola que acabou aparecendo. Algo muito distante do Cruzeiro de Tostão, Joãozinho, Alex e, recentemente, de Everton Ribeiro, times impetuosos, bem coordenados, de toques rápidos e DNA ofensivo. Times que eu, atleticano, admirei. Esse Cruzeiro que vi hoje, mais parecia um São Caetano.

Não fiquei triste, muito menos decepcionado com o resultado. Apesar da derrota, o futebol apresentado foi vistoso, de um time que tem tudo para ser vencedor. O importante, amigos leitores, é que Galo está no caminho certo para os desafios realmente importantes no restante da temporada.

OBS 1 – Novamente o menino Uilson precisa mais do que nunca de apoio. Tem muita qualidade, é o futuro do Atlético. O gol de hoje foi uma fatalidade.

OBS 2 - A arbitragem foi confusa, muito mais pelas faltas invertidas do que por lances capitais (não entendi o critério do árbitro). Escutei sobre o suposto pênalti no Pratto, mas sinceramente do estádio não consegui ter muita clareza no empurrão do Fabrício, logo não condeno o soprador.

OBS 3 - Faço das palavras do nosso comandante as minhas: "Estou muito feliz com o time, ele não me preocupa. Estávamos desfalcados e jogamos melhor. Nosso grupo é muito bom e estou tranquilo".
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