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terça-feira, 29 de março de 2016

Missão cumprida: Colômbia vence e enfim apresenta bom futebol

Vindo mal nas Eliminatórias coube a Colômbia vencer e convencer dentro de campo nesta rodada de jogos contra a Bolívia e o Equador. As vitórias vieram, o bom futebol foi apresentado e agora o Los Cafeteros saiu da 7ª colocação para a 5ª com dez pontos somados. O líder soma 13 pontos.

Foto: Reprodução twitter
Dentro de sua casa, ao lado do torcedor a vitória por 3x1 em cima do então invicto e líder do campeonato, motivou a equipe de Pekerman que jogou no 4-5-1. Dessa vez, o Los Cafeteros resolveu mudar sua postura de jogo e partir pra cima, até o atacante do Milan abrir o placar. Aliás, que partida fantástica fez Bacca anotando dois gols. Peréz também marcou.

O jogo só não contou com mais gols porque o goleiro adversário estava em noite inspirada evitando gols de James Rodríguez, Bacca, Cardona e Pérez.

O único colombiano a jogar no Brasil, Cuellár, foi mal, muito mal. Atuou nos minutos finais da partida e com pouco tempo de jogo foi o jogador a resultar o gol do adversário no goleiro Ospina, este que teve uma vida tranquila neste jogo.

No mais o escrete colombiano vem mostrando bom resultado e não conta com dois nomes de reforço: Falcão García e Téo Gutiérrez... Será que sobra espaço para os atacantes com a boa atuação de Bacca? Saberemos apenas no começo de setembro quando ocorrerão as próximas fases das eliminatórias. Vale lembrar que em junho teremos a Copa América Centenária que será realizada nos Estados Unidos e os Los Cafeteros estão confirmados. Haverá cobertura do Linha de Fundo.

Colômbia: Ospina, Santiago Arias, Óscar Murillo, Cristian Zapata, Farid Díaz; Sebastián Pérez (Cuéllar), Daniel Torres, Cuadrado (Marlos Moreno), Cardona, James Rodríguez; Bacca (Adrián Ramos). Técnico: José Pekerman

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Equador faz péssima partida e conhece sua primeira derrota

A empolgação inicial ficou para trás. Depois de quatro vitórias seguidas, a seleção equatoriana teve seus primeiros tropeços diante de Paraguai e Colômbia - esta última configurando-se na primeira derrota desta Eliminatória-2018. Os pontos perdidos estão longe de assustar na classificação geral, mas liga um sinal de alerta sobre um eventual comodismo.

O Equador nunca foi forte fora de Quito, mesmo em edições de sucesso em Eliminatórias anteriores. Para chegar ao Brasil, em 2014, a La Tri não venceu um jogo sequer fora do seu território, mas teve um forte desempenho em casa. Nesse contexto, os equatorianos lamentam mais os pontos perdidos para o Paraguai do que diante da Colômbia.

O retrospecto, porém, não pode ser desculpa para um futebol absolutamente pobre em praticamente todos os setores do campo no jogo disputado em Barranquilla, mesmo considerando os demais desfalques (em especial de Caicedo e Bolaños). O placar de 3x1 foi até pequeno para a diferença de desempenho entre as equipes. 

Domingues participou bastante do jogo e impediu derrota pior. (Foto: Globo Esporte)
Na primeira etapa praticamente um único chute, logo aos sete minutos, antes de assistir a um bombardeio colombiano que resultou no gol de Bacca. A facilidade com que os donos da casa chegavam e assustavam o goleiro Domínguez chamava atenção. Não havia uma proposta de marcação e saída rápida para contra-ataques como costuma ser, mas sim zagueiros e volantes batendo cabeça constantemente.

O segundo tempo poderia ser melhor, não fosse um segundo gol cedo em outra falha gritante de marcação da zaga equatoriana que apenas assistiu a bola ser cruzada da esquerda antes de ser empurrada para o fundo do gol.

A La Tri até tentou melhorar e acertou uma bola na trave perto dos quinze minutos. Não demorou, porém, para os buracos aparecerem outra vez: o terceiro gol dos mandantes veio com direito a troca de passes dentro da área equatoriana. Além de deixar claro o grande erro defensivo, matou a partida.

Com o jogo decidido de maneira bastante simples, o Equador até tentou alguma coisa e conseguiu um gol de honra, quase aos 45 minutos. A bonita cobrança de falta de Arroyo tornou o placar menos elástico, mas não melhorou a péssima partida realizada em solo colombiano.

Gustavo Quinteros terá como desafio acertar a defesa formada pelos perigosos Achilier e Erazo - os dois já haviam batido cabeça contra o Paraguai. Para piorar, o jogo será diante do Brasil que historicamente complica jogos para a La Tri. Caso volte a perder pontos, vai precisar recuperá-los diante do Peru, já na oitava rodada, para evitar que a gordura do começo não seja toda desperdiçada.

Aquecimento Olímpico: Golfe

Um esporte muito encantador, mas pouco conhecido e admirado no Brasil, talvez por requerer um poder aquisitivo alto para praticá-lo. O Golfe volta a figurar como esporte olímpico, exatamente aqui, na Olimpíada do Rio de Janeiro, depois de mais de um século de ausência.

Golfe de volta a Olimpíada aqui no Brasil (Foto:jornalblitz.com)
Lá vem história...

As primeiras e únicas participações da modalidade ocorreram nos Jogos de Paris-1900 e St. Louis-1904. A boa notícia que o Golfe voltaria ao programa olímpico foi confirmada em outubro de 2009 pelo Comitê Olímpico Internacional.

As regras foram criadas somente na metade do século XVIII. No século seguinte, surgiram os primeiros campeonatos Open de Golfe e a primeira associação feminina do esporte, no Reino Unido. Mais tarde, em 1894, foi criada a Associação Norte-Americana de Golfe (USGA, em inglês). No ano seguinte, aconteceu a disputa do US Open pela primeira vez.

Das quatro medalhas de ouro distribuídas pelo Golfe nas Olimpíadas até hoje, três delas foram para os Estados Unidos, país em que a modalidade é bem mais desenvolvida e com o maior número de atletas no mundo.

RIO 2016

Dividido em 18 buracos, o campo de golfe é percorrido por completo todos os dias do torneio, que dura quatro dias.

O Par, é base do sistema de pontuação do esporte, é o número estimado de tacadas para que um golfista acerte a bola em um determinado buraco. Esse é estimado de acordo com a distância entre os locais de saída (tee) e o de chegada (green) do buraco:

Par 3 – de 120m a 230m
Par 4 – de 231m a 400m
Par 5 – pode passar dos 500m

No placar do golfista é o número de tacadas que ele deu para concluir o circuito, acima ou abaixo do par do campo (soma dos pares de todos os 18 buracos). Vence quem conseguir completar o circuito com o menor número de tacadas nos quatro dias de competição.

Nomenclaturas:
Triple bogey: 3 tacadas acima do par;
Double bogey: 2 tacadas acima do par;
Bogey: 1 tacada acima do par;
Birdie: 1 tacada abaixo do par;
Eagle: 2 tacada abaixo do par;
Albatroz (ou double eagle): 3 tacada abaixo do par;

Em agosto, no Rio de Janeiro, serão 120 jogadores, 60 homens e 60 mulheres, classificados pelo ranking mundial profissional, os resultados de julho de 2014 a julho de 2016 serão computados. O Ranking Olímpico é estabelecido pela Federação Internacional de Golfe, que divulga semanalmente os resultados. A disputa pelas vagas termina dia 11 de julho de 2016, o mínimo é de dois participantes por país, podendo chegar à quarto, se todos eles estiverem entre os quinze melhores do mundo. Como país-sede dos Jogos, o Brasil tem direito a duas vagas, uma masculina e outra feminina, sobrando assim 118 vagas para os demais países.

Alexandre Rocha (esquerda) e Lucas Lee (direita) são os principais brasileiros que brigam pela classificação
Victoria Lovelady (esquerda) e Mirian Nagl (direita) são as principais brasileiras que brigam pela classificação
Local de Competição: Campo Olímpico de Golfe

O campo de 970 mil m² possui 18 buracos, e receberá as disputas (masculinas e femininas). Ele foi construído na Reserva de Marapendi, na Barra da Tijuca, sendo um investimento exclusivamente privado, no valor de R$ 60 milhões. Após os Jogos Olímpicos, o campo será aberto à população.

Campo de golfe olímpico (Foto: Gabriel Heusi/Brasil2016.gov.br)
Campo Olímpico de Golfe na Barra da Tijuca / Imagem: Gabriel Heusi/Brasil2016.gov.br
Bocão || @_SiilvaSCFC
LEIA: Aquecimento Olímpico - O começo do Futebol Feminino no Brasil

Que derrota! Remo segue sem vitórias neste segundo turno


No domingo de Páscoa, 27, Remo e Tapajós se enfrentaram pelo Campeonato Paraense no Colosso do Tapajós. Uma partida trágica para os remistas, mas que ao analisar bem os fatos, a derrota se fez necessária para mudar o cenário em que o clube se encontrava.  O time da casa conseguiu a sua primeira vitória no campeonato em cima do “grande” Remo que ainda não conseguiu vencer neste segundo turno e está com a corda no pescoço. Desse jeito o tri não vem!

Com a derrota, o técnico Leston foi demitido na manhã desta segunda feira, 28. 

Marcelo Veiga retornou ao clube do Remo para comandar a equipe onde já atuou. Ele esteve na campanha da série D há três anos e foi eliminado pelo Mixto (pior momento). Marcelo foi campeão da série D ano passado com o Botafogo de SP, que inclusive, eliminou o Remo nas semifinais. Esse parágrafo só me faz refletir o porquê de técnicos e jogadores “bons” não conseguirem alavancar no Clube do Remo. Mas agora com a diretoria renovada podemos pensar positivo, certo?! Hum...

No jogo de domingo tivemos a estreia do “Imperador” Luís Carlos. O atacante fez uma estreia razoável, porém não conseguiu marcar no jogo e foi hospitalizado após a partida por conta de um resfriado. (????)

Remo x Tapajós : menor público da competição. Fonte: globoesporte.com/pa
No primeiro tempo o Remo até mostrou mais volume de jogo e pressionou o Tapajós do inicio ao fim. Logo aos três minutos, Edicleber chegou com perigo na pequena área, mas foi cortado pela zaga do time da casa. Zaga essa que esteve bem posicionada o jogo inteiro e mal deu espaço para os atacantes do Remo finalizar. Aos treze minutos, Levy arriscou de longe e o goleiro Ruan, que foi o grande destaque da partida, fez ótima defesa. Aos trinta minutos, Marco Goiano chutou forte após cobrança de escanteio e Ruan espalmou, salvando o Tapajós novamente.

No segundo tempo o Remo começou fazendo gol logo no primeiro minuto de jogo, mas o impedimento foi marcado pelo juiz. Aos dezesseis, Welthon chegou perigoso na área e quase marcou para o Leão. Mas a rede balançou pra valer no outro lado, aos vinte minutos com Thiago Costa marcando o gol da vitória para o Boto. A partir daí, o Tapajós cresceu no jogo e conseguiu chegar mais algumas vezes na área do Remo. Como aos quarenta e um minutos com Felipe ficando de frente para o goleiro Henrique do Remo e quase marcando o segundo gol para o time de Santarém. Fim de partida e o Remo se mostrou altamente dependente das criações de meio de campo do Eduardo Ramos que não estava presente na partida. Agora a situação azulina se complica bastante no Campeonato Paraense, O Mais Querido ocupa a quarta posição do grupo A1, com apenas dois pontos.

REMO
Fernando Henrique; Levy, Ítalo, Henrique e João Victor; Yuri, Chicão, Edcleber e Marco Goiano; Ciro e Luís Carlos
SUPLENTES
Douglas, Igor João, Arthur, Michel, Murilo, Leo Paraíba, Potita e Welthon

TAPAJÓS
Ruan, Serafim, Thiago Costa, Tsunami e Felipe. Kiko Bendelack, Amaral, Adriano Miranda e Bené. Junior Miranda e Jair Tolentino.
SUPLENTES
Jader, Adielson, Luiz cearense, Diog Brito, Mauryan, Jeová, Moises, Fabinho e Rayan.

PRÓXIMO JOGO

O próximo jogo pelo Campeonato Paraense será um RExPA e eu não quero nem falar sobre isso. Pela Copa Verde, o Remo volta a campo na quarta feira, 06, para enfrentar o Nacional - AM no Estádio Olímpico do Pará.

Texto por: @Angel_Caldeira

Paraná empata e se garante na liderança

Empate agradou os dois times, que não saíram do zero.

Pela 11ª e última rodada da primeira fase do Campeonato Paranaense, o Paraná Clube foi até Cornélio Procópio enfrentar o PSTC. O Tricolor buscava conseguir a liderança da competição, enquanto o PSTC queria a permanência na zona de classificação da segunda fase.

Yan Philippe acerta o travessão do PSTC. Foto: Paraná Clube
O JOGO

O empate no placar agradava os times, o Paraná passava o JMalucelli no saldo de gols, e o PSTC se garantia na 7ª colocação, com isso tivemos um jogo bem morno. No primeiro tempo as chances foram raras e só saíram no finalzinho. Pelo PSTC, Jenison recebeu grande bola na grande área, mas foi travado na hora H por Zé Roberto. No contra-ataque do mesmo lance, a bola sobrou pra Lucas Otávio, que exigiu boa defesa do goleiro.

O segundo tempo foi mais movimentado, mas continuamos sem gols. Com menos de 10 minutos o PSTC mandou duas bolas na trave, com Jenison e Fauver. O Tricolor respondeu e também carimbou a trave com Yan Philippe. Depois das oportunidades o jogo esfriou novamente e os times só esperavam o apito final do árbitro.

Com o resultado o Paraná ultrapassou o JMalucelli no saldo de gols e garantiu a 1ª colocação do Campeonato. Já o PSTC perdeu uma posição, mas garantiu a 7ª colocação e a classificação para a próxima fase da competição. Nas quartas as equipes enfrentam o Foz do Iguaçu e o JMalucelli, respectivamente (Pode ocorrer mudanças de acordo com o julgamento do Londrina no dia 31/03)

FICHA TÉCNICA

PSTC: Lucas; Léo, Thiago Spice, Tayron e Igor; Rafael, Makelele, Fauver (Rodolfo) e Wellington Baroni (Alex); Jenison e Afonso (Lucão)

Paraná: Marcos; Nei, Zé Roberto, Demerson e Fernandes; Lucas Otávio (Allexson), Uchoa (Jean), Valber e Rafael Carioca; Toni (Yan Philippe) e Lucio Flavio

Cartão amarelo: Thiago Spice, Igor e Rafael (PSTC)
Allexson (PRC)
Cartão vermelho: Rafael (PSTC)

PRÓXIMO CONFRONTO

O Tricolor ainda não sabe quem vai enfrentar nas quartas de final, por enquanto é o Foz, o que significaria uma “vingança” pelo que foi o jogo lá. Se o Londrina recuperar os pontos, o adversário será o próprio PSTC. Essa segunda possibilidade faria CA Paranaense e Coritiba se enfrentarem nas quartas e seria lindo ver a federação chorar com o confronto.

A principio não há desfalques para o confronto, mas teremos mudanças visto que Nadson e Robson voltam depois de cumprirem suspensão.

Provável Paraná: Marcos; Nei, Alisson, Demerson e Fernandes; Jean, Uchoa, Valber e Nadson; Robson e Lucio Flavio

Fellipe Vicentini | @_FellipeS
#PRaCima

G-4 deveria ser só uma obrigação no Tupi, mas não tem sido

Tupi não tem incomodado os times da capital como em anos anteriores (Foto: Felipe Couri/tupifc.esp.br)
Em relação ao Campeonato Mineiro, todo início de ano as expectativas dos torcedores carijós são renovadas, que o time possa bater de frente com os grandes da capital e chegar a uma final inédita, ou pelo menos conquiste o título simbólico de campeão mineiro do interior. Mas, nos últimos anos, isso não tem se confirmado. Desde 2012, o Tupi não chega às semifinais, ficando atrás de times que sequer disputam a Série D - o que é uma vergonha para um time que está na Série B.

No ano passado, o Tupi ficou na nona colocação e as desculpas foram que montar um time mais limitado no estadual fazia parte do planejamento, para que o investimento na série C fosse maior - o que realmente se confirmou, o Tupi se reformulou no segundo semestre, conseguindo o acesso. 

Mas, em 2016 o rendimento novamente será abaixo do esperado, independente do que ocorra antes do fim da competição a campanha será considerada ruim. (Ao lado a promessa do ex-diretor no início da competição através do Twitter).


Se às chances eram remotas antes, após a derrota para o URT, nem o mais otimista torcedor acredita na classificação. Para piorar, os outros resultados deixaram o time na zona de rebaixamento, restando apenas duas rodadas para o fim do estadual.

Porém, a maior preocupação não é cair no Campeonato Mineiro, já que esse vexame nem passa pela cabeça dos torcedores. Em breve começará a principal competição do ano, o Campeonato Brasileiro, onde o Tupi terá grandes desafios pela frente. Sem dúvidas, os principais responsáveis pela má campanha, são o ex-diretor Cloves Santos e o ex-treinador Junior Lopes, que deixaram o clube. Ambos fizeram a montagem do atual elenco, mas abandonaram o ''barco''.

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr
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