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quinta-feira, 31 de março de 2016

Tropeçando nos próprios erros


O retrato do Flamengo hoje é basicamente idêntico ao gol perdido por Willian Arão nos últimos minutos do jogo desta quarta-feira (30). O time tem a chance de algo maior ali, bem a sua frente, porém, a incapacidade coletiva de buscar vitórias acaba deixando as oportunidades sendo apenas isso, um desperdício.

Diferentemente das últimas partidas, o Flamengo jogou bem e jogou melhor, para vencer mesmo. Porém, o time não consegue parar de esbarrar no único que impede o sucesso na temporada: ele mesmo. Quantas chances o rubro-negro teve em que apenas um chute ou passe simples resolveria a situação e conseguiram complicar? É difícil entender o que exatamente tem acontecido com esse elenco, que tem tudo em suas mãos e acaba jogando fora.

Já ficou cansativo repetir as mesmas coisas toda semana. É óbvio que houve uma mudança de postura que fez diferença na partida e quase nos deu a vitória, mas perdemos dois pontos pelo mesmo motivo que perdemos pontos nas últimas rodadas. Sempre acabamos terminando nos jogadores marcados que não ajudam, não acrescentam e acabam virando um peso. Voltamos às falhas defensivas que são frequentes demais para serem ignoradas. E então há um ataque que não consegue marcar gols por fazer tudo, menos chutar na direção das redes.

Podemos sim tirar coisas positivas do empate, começando pela raça na disputa do clássico que há muito não tínhamos e que certamente fez o Flamengo ser superior durante os 90 minutos. Também é bom dizer que o time, apesar de cair na pilha vascaína algumas vezes, não diminuiu a pressão pelo número de faltas e até por pênaltis não marcados. As chances perdidas foram frustrantes? Sim, mas eles seguiram tentando.


É importante falar sobre três jogadores em especial. Começando por Guerrero, que, apesar de jogar dois jogos completos com a seleção peruana, fez questão de voltar e estava disposto para a partida. Ainda que tenha errado muito, foi importante ver que ele está dedicado à isso. Alan Patrick e Marcelo Cirino, que dividem opiniões na torcida, entraram na metade do segundo tempo e fizeram muita diferença, principalmente porque o segundo conseguiu finalmente tirar Emerson Sheik do campo e ainda marcou o gol.

A próxima partida é contra o Botafogo no próximo sábado (2) e será um confronto duro contra um dos times mais regulares do campeonato. Em Juiz de Fora, o Flamengo precisa vencer, já que, na sexta colocação, saiu da zona de classificação e tem que somar pontos urgentemente.

Mariana Sá || @imastargirl 

Chile volta aos trilhos e vence a Venezuela

Com dois gols de Mauricio Pinilla e dois de Vidal, Chile venceu por 4 a 1 no Estádio La Carolina, na Venezuela, e salta para a quarta colocação.


O jogo:

A Seleção Venezuelana começou pressionando muito o Chile, partindo para cima e tentando o gol a todo custo. passados os quinze primeiros minutos, pênalti para os venezuelanos. Otero foi para a cobrança e fez 1 a 0. Bastou o gol para os chilenos acordarem. No lance seguinte, bola cruzada na área e Pinilla empatou.

Depois do empate só dava Chile, em nova jogada com falha da defesa venezuelana, Pinilla teve espaço e fez seu segundo gol, o segundo dos chilenos. O Chile manteve a mesma intensidade durante toda a primeira etapa, só que a bola não entrava.

Na segunda etapa, La Roja voltou com a mesma força, pressionou muito chutando de fora da área. Em forte jogada pela direita, Arturo Vidal passou por dois e fez um golaço, colocando o 3 a 1 no placar. Vidal realmente estava inspirado, em mais um lance dele, acertou um chute muito bonito e fez mais um, 4 a 1 Chile.

Os chilenos tiveram uma incrível noite e mostraram porquê são os campeões da Copa América e também os favoritos nesta edição Centenária. Viva Chile, em 2018!

Francisco (@BorjaFrancisco_) || @SiteLF

O que se passa, Brasil?

Acredito que eu não sou o único Brasileiro a martelar essa pergunta na cabeça. Na última sexta-feira (25), o Brasil recebeu o Uruguai em casa, na Arena Pernambuco. A Seleção vinha confiante pelo fato de jogar em casa com o apoio de sua torcida, abriu o placar logo no início do jogo, ampliou com Renato Augusto e dormiu em campo. Sofreu dois gols que poderiam ser evitados. Vida que segue.

Neymar e Suárez, dessa vez em lados opostos
A seleção brasileira jogou novamente na última terça-feira (29) contra o Paraguai no estádio Defensores del Chaco, casa dos adversários. Os paraguaios tentariam usar sua melhor arma que era a torcida, enquanto os brasileiros tentariam usar a "camisa pesada" e o tal do bom futebol - que ainda não consegui encontrar. Para enfrentar o Paraguai, Dunga não contava com Neymar e David Luiz, que cumpriam suspensão automática. O Brasil começou com a sua famosa - ou cansativa, entendam como achar melhor - formação 4-5-1, que já está mais que conhecida e fácil de neutralizar.


A bola rolou e só o Paraguai parecia ter entrado em campo. A seleção brasileira tinha aparentemente esquecido seu bom futebol na concentração ou até mesmo, no vestiário. Só sobrava a camisa pesada em campo. A albirroja pressionava em busca da vitória - e não deveria ser diferente - por jogar em casa, com o Defensores del Chaco se transformando num verdadeiro caldeirão e o "prato" que seria servido era "a canarinho".

Aos 40 minutos da etapa inicial, a pressão paraguaia surtiu efeito. Lezcano aproveitou a deixada de Roque Santa Cruz e guardou a redonda no fundo da rede: 1 a 0 para os donos da casa. Intervalo de jogo e, na teoria, Dunga teria tempo pra mostrar aos jogadores a importância de cada um, o quê e quem eles representavam. Mas só na teoria. As equipes voltaram do intervalo, a bola rolou e logo aos 3 minutos, Benítez aproveitou a falha da defesa brasileira, ficou sozinho e guardou o seu: 2 a 0 para o Paraguai.

Benítez comemorando gol com seus companheiros
A desesperada seleção brasileira foi pro "tudo ou nada", mas com o pobre futebol que apresentava até ali, tudo indicava o "nada". Mas como eu havia escrito em outra oportunidade, independente de tudo, somos o Brasil. O desespero parecia começar a dar certo quando a bola foi levantada pra área e Gil cabeceou para o fundo do gol, mas o árbitro marcou uma falta de ataque.

Um pouco depois, aos 32 minutos do 2º tempo, o Brasil vinha animado com o "quase gol" de Gil e com o recuo paraguaio, e Hulk soltou um tiro com a sua perna canhota para o gol, Justo Villar deu o rebote, que caiu nos pés de Ricardo Oliveira sem marcação, que empurrou a bola para o fundo do gol. O Brasil diminuiu e ainda tinha mais 13 minutos e os acréscimos pra tentar um empate e, quem sabe, uma virada.


O Paraguai ficou fechadinho no campo de defesa e o Brasil passou a ter muitos meias e muitos atacantes, motivados pelo gol de Ricardo Oliveira. A seleção canarinho pressionava, pressionava e pressionava, mas não conseguia êxito. Os erros da equipe e do técnico Dunga passavam a se intensificar diante do cenário que se desenhava. Chegávamos aos 45 minutos e o árbitro indicou mais três de acréscimos. Aos 46 jogados, Daniel Alves recebeu a bola na entrada da área, driblou a defesa paraguaia e estufou as redes de Justo Villar, que nada pôde fazer no lance.

Daniel Alves comemorando o gol de empate
Ainda no último lance do jogo, por muito pouco o Brasil não chegou à virada. A bola espirrada sobrou nos pés de Jonas, que não tinha equilíbrio algum no lance e o atacante não conseguiu fazer o terceiro. Sorte do Paraguai. Mas agora, a pergunta continua: O que se passa Brasil? Cadê aquela seleção que veste uma camisa vencedora, pentacampeã mundial e que tem por características o futebol bonito aliado à raça? Não quero o Brasil do 7x1, que não tem mais o temor das outras seleções. Quero Brasil pentacampeão mundial, um Brasil aguerrido em campo, que honra a camisa, que é temido pelos adversários, o Brasil nunca deveria ter deixado de existir.

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

Um verdadeiro clássico

Fala, Turma da Fuzarca!

A eterna pergunta “Qual é o maior clássico do Brasil?” é certeza de grandes debates nas mesas redondas pelo país. Ontem tivemos um desses acontecimentos – não, não é apenas um jogo, é uma emoção inexplicável.


Era Vasco e Flamengo, em Brasília, o Clássico dos Milhões, pelo Carioca. Os embates entre Rodrigo e Guerrero; gol e Martin Silva; Riascos e torcida, deram tudo o que um clássico necessita.

Sede de vingança, gols perdidos, lances emocionantes, gols, provocações, as famosas “Cenas Lamentáveis” com direito a beliscão e tentativa de cotovelada e um final dramático daqueles que o coração morre, mas passa bem.
  

Diferente das últimas partidas, o clássico foi disputado, e até mesmo, bem jogado. Lances de perigos para ambos os lados, com uma superioridade do Flamengo.

O time da Zona Sul parecia que iria ganhar já quase no fim, mas o popular clube da Zona Norte, que outrora era impedido de disputar o Carioca por não ter campo e hoje vê seus rivais nessa situação, empatou.
  
É, pensando bem, não foi tão diferente das últimas partidas. O Populista segue sem vencer o Popular.

Abraços.

Matheus Freitas      @_MFreitas9_   // @sitelf

Bolívia joga mal e já preocupa nas Eliminatórias


Depois da partida na última quinta-feira, quando a Bolívia perdeu em casa para a Colômbia, já era certo que a seleção precisava ligar o sinal de alerta. Entretanto, o que se viu contra a Argentina foi à falta de resistência boliviana, que se envolveu no jogo de Messi e pouco tentou sair dele.

Que seria um jogo difícil todos já esperavam, mas a Bolívia não ofereceu nenhum perigo ao adversário. A seleção, além de ter a bola por pouquíssimo tempo, não conseguia trocar bons passes e finalizava sem muita vontade. O Estádio Mario Kempes presenciou um show de Messi sobre bolivianos que pareciam querer assisti-lo e não pará-lo.

No fim, o número alto de faltas (21) foi idêntico à posse de bola boliviana (21%), então fica claro que o time visitante não conseguiu nem esboçar uma reação ou levar perigo ao gol adversário. O baixo número de passes, que somando certos e errados não chega a cem, também é preocupante. Depois de levar dois gols logo na etapa inicial, foi difícil voltar para a partida.


Em penúltimo na tabela e sem jogos das Eliminatórias até Setembro, a Bolívia terá bons meses para se reorganizar e pensar na melhor estratégia para ir à Rússia. Além disso, no meio do caminho será disputada a edição especial da Copa América, competição que os bolivianos quase surpreenderam quando passaram de um grupo complicado e deram trabalho ao Peru nas quartas de final.

Mariana Sá || @imastargirl 

Fluminense vence mais uma

Mais uma vitória tranquila. Mesmo com o placar magro de 1 a 0, o Fluminense começa a criar consistência como time. É verdade que hoje teve uma atuação abaixo dos últimos três jogos, mas ganhar não jogando tão bem também vale muito. Dá confiança para o restante do campeonato, e, visando a final da Primeira Liga, poderá se dar o luxo de poupar alguns jogadores importantes nas rodadas finais do estadual.

Scarpa em ação contra o Bangu. (FOTO: Nelson Perez/FluminenseFC)
A partida foi morna e o Flu jogou muito mal o primeiro tempo, sendo lento na saída de bola e tendo muita dificuldade para fugir da forte marcação do Bangu. Já no segundo, Levir mudou o esquema tático e com duas mudanças, entraram M. Júnior e Douglas nos lugares de Osvaldo e Gérson. E, em uma jogada de Marcos Júnior pela esquerda, saiu o gol tricolor. Ele cruzou de canhota e o zagueiro, na tentativa de corte, empurrou para a própria rede. Depois disso o Fluminense administrou bem o jogo e venceu com tranquilidade.

Um dos destaques da partida, Wellington Silva parece estar "em casa’’ como lateral-esquerdo. Correu muito, deu chapéu, fez bem seu papel defensivo. Outro destaque positivo foi Henrique, muito seguro na defesa, tem muita elegância na saída de bola, melhorou bastante fisicamente e tem tudo para crescer ainda mais.

Levir pensativo na vitória tricolor. (FOTO: Nelson Perez/FluminenseFC)
Agora o Time de Guerreiros é o segundo colocado na Taça Guanabara, com oito pontos, e soma oito jogos de invencibilidade, coincidentemente após a estreia da camisa da Dryworld e a chegada de Levir, fechando o mês de março invicto.

Saudações Tricolores

Curtinhas:

Final da Primeira Liga tem que ser em Juíz de Fora, nada de inventar Sr. Peter Siemsen.

Edson mais uma vez não foi relacionado, pode ser uma boa moeda de troca em uma negociação futura.
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