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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Lusa na A2 mais um ano. VERGONHOSO

Cesinha marca de perto jogador do Sorocaba
A Portuguesa empatou em 0 a 0 com o Atlético Sorocaba, no Canindé, na manhã deste domingo pela última rodada da Série A2 Paulista. O resultado sacramentou a permanência da Lusa mais um ano no estadual de acesso à elite paulista, pois o clube ficou ameaçado até o último jogo por chances de rebaixamento para série A3. E mesmo que não tenha caído, o resultado do jogo e a campanha lusitana continuam sendo patéticas e vergonhosas.

A Portuguesa teve três meses para formar um time decente e digno, para um campeonato onde se classificavam os oito primeiros e o time não conseguiu sequer ficarem duas rodadas consecutivas no G8, aliás, a Lusa esteve apenas uma rodada no pelotão de frente da competição. Além de o time ser limitado, conforme afirmado por Ricardinho, os jogadores não tinham vontade, alguns "entregaram" jogos que não poderiam, tomaram gols em momentos absurdos e inimagináveis para um jogador de futebol profissional, contra times também que com todo respeito, mas não deveríamos ter perdido nunca.

Pra se ter ideia a Portuguesa só venceu dois times que foram relegados para a Série A3, Paulista e Independente de Limeira, empatou com Monte Azul, Marília e Sorocaba e perdeu para o lanterna da competição Rio Branco. Muita coisa tem de ser feita.

Para a série C, que a Lusa busque reforços que realmente acrescentem ao plantel. Que os jogadores que permaneçam tenham consciência que o melhor para todos, tanto clube, quanto eles próprios e torcidos são o acesso para a Série B e para isso é preciso mais que apenas "saber jogar bola" é preciso vontade e ambição. Anderson deverá ser efetivado para o cargo de treinador e novos reforços devem surgir, além de dispensas.

Vi, vivi e venci

Somente uma pessoa até o dia de hoje recebeu uma carta de mim, somente uma pode ter todos os meus sentimentos expostos em linhas, só uma pessoa recebeu algo de mim, somente ela teve compilada todas as alegrias, tristezas e mancadas que passamos, mas essa pessoa sempre me disse que eu era o maior colorado que ela conheceu, e que realmente eu era viciado, minha historia de amor com ela não foi de cinema nem nada, pois ela era a coadjuvante da história mais linda que existia, onde o maior protagonista era algo abstrato, algo irreal, algo GIGANTE.

Hoje descobri parando para pensar, vivo o maior romance da minha vida, e vou explicar um pouco de como foi isso. Nosso amor começou lá pelos anos 90, mais específico no dia 28 de agosto de 1993, ali foi selado o pacto da nossa aliança, em meio ao vermelho do sangue e o branco da minha pele, e desde esse dia não me arrependo deste amor, pois o que foi prometido era que eu defenderia as cores que eu nasci. Claro que passamos momentos difíceis, mas passamos glorias magníficas, feitos que ninguém poderá tirar da gente meu amor.

Colorado, Colorado, nada vai nos separar, somos todos seus seguidores, para sempre eu vou te amar. (Foto: Deive Pazos)
Queria agradecer muito os que contribuíram para que esse romance acontecesse. Gostaria de agradecer primeiramente aos meus pais que sempre me apoiaram na decisão em que escolhi e por todos os momentos que eles me proporcionaram no estádio, nunca me esquecerei dos dias que ia com vocês nos jogos e nas reuniões do conselho do clube, também nunca deixarei passar em branco os dias que andava no túnel do Beira Rio passando a mão no alambrado dizendo: "PAI, MÃE! Eu amo o Inter". Outros responsáveis por esse amor foram os Gremistas, sim os amargos. Obrigado por tudo que vocês me falavam durante os duros anos 90, vocês nos fizeram forte. Enquanto o colorado estava péssimo, vivi o quase rebaixamento, as finais desperdiçadas, os vexames e desilusões que vivemos foram necessárias para criar casca em nós dois. No meu colégio todos eram gremistas, somente eu usava a camisa vermelha com meus 5, 6 anos de idade. Provocações, flautas eram constantes, mas eu estava lá, de camisa vermelha, com o velho escudo no peito desafiando a turma inteira, muitos colorados dessa época não resistiram e se voltaram a sua pátria. Eu aguentei firme e forte. Meu avô gremista certo dia me disse: "Filho, você é um herói. Você é um dos malucos que tem coragem de ser colorado, dos doidos que resistiram".

Aguentei firme e forte. Tudo isso que aconteceu foi armado pelo destino, e hoje tudo se encaixou. Eu me lembro de Dunga x Palmeiras na cacunda do meu pai. Lembro-me do Fabiano Cachaça na Social, lembro-me de Librelato x Paysandu assistindo com a minha mãe, porém também me lembro de Sóbis e Fernandão e de toda a campanha que um amigo da minha mãe me levou em 2006, recordo do Iarley e do Gabirú contra o Barcelona na Goethe. Vem na minha lembrança a cada noite que durmo a imagem de D'alessandro e Taison na popular tocando murga com a Popular a 4 metros de distancia de mim depois de golear o Chivas numa noite épica. Posso descrever muitos momentos lindos que vivemos Inter, esse amor é quase impossível de entender.  Porém prefiro citar algumas musicas que explicam tudo:

"Inter, estaremos contigo, tu és minha paixão não importa o que digam, sempre levarei comigo". "Vamos meu Inter, a vida inteira eu esperei por isso, nas horas ruins eu estava contigo e o mundo inteiro eu vi tu conquistar". "Por que nos momentos mais difíceis eu estava do teu lado e nunca te abandonei". "Eu sou desde pequeno colorado". "De meu pai herdei esse amor verdadeiro, de seguir meu colorado aonde vai". "Por que é nas más que eu demonstro que te amo igual". "A cada dia eu te quero mais, e o sentimento não vai acabar". "Pelo Rio Grande e pelo nosso amor". "Segue tua senda de vitórias, Colorado das glórias, orgulho do Brasil"!

107 anos de glorias, e eu sigo contigo fazendo história.

Ismael Schonardie|@Ismahsantos

Tensão, sofrimento e alívio: Bahia nas semifinais da Copa do Nordeste

Uma das marchinhas/cânticos mais famosos da torcida do Esquadrão pergunta: "Quem é que tranquiliza os corações?". Na canção - imortalizada na voz de CÂNONES como Gilberto Gil e Novos Baianos - o coro responde: "Ééééé o Bahia...". Mas a julgar pela partida deste domingo entre Bahia e Fortaleza, talvez a letra deva ser revisitada para "QUEM É QUE DESESPERA OS CORAÇÕES?".

O Bahia tinha boa vantagem conquistada na quarta feira passada com o triunfo de 2 X 1 na Arena Castelão. Tinha o apoio da torcida. E teve um pênalti a seu favor marcado logo aos cinco minutos de jogo. Motivo suficiente para abrir o saco de confete e iniciar as comemorações da vaga na semifinal? Não no caso do Bahia. No exato momento que o tiro livre cobrado por Thiago Ribeiro encontrou as luvas de Ricardo Berna uma espécie de feitiço tomou conta do time: Ninguém sabia o que estava fazendo ali e nem porque estavam correndo em campo. O Bahia passou a ser mero espectador do jogo no qual deveria ser protagonista.

Apenas um evento sobrenatural explicaria os minutos que se seguiram. O Fortaleza empilhou chances desperdiçadas parando na trave ou na ruindade do atacante Anselmo que não aproveitou duas oportunidades claríssimas. O torcedor do Bahia deve ter emulado Tiririca [o deputado, não o ex-presidente] "Pior que tá não fica". Fica sim. Paulo Roberto deu uma botinada desnecessária no meio campo, levou o segundo amarelo e deixou o Bahia com 10 atônitos e perdidos jogadores em campo.

A superioridade do Fortaleza já era palpável antes da expulsão. Objetivamente pareciam que eram catorze jogadores do Leão do Pici contra nove do time da casa. Isso porque Mourinho Marquinhos Santos - de grata e dispensável passagem no Fazendão em 2014 - armou um esquema muito bem engendrado para anular o Bahia: Tinha três zagueiros, mas avançava os alas e adiantava as linhas mesmo sem a bola; negava espaços e espetava os laterais do tricolor baiano. Não era retranca, não era amor. Era cilada, cilada, cilada.  Esse 3-4-3 infernal tinha superioridade numérica pelos lados, alargava o campo de jogo com bastante amplitude e criava buracos no meio - onde Feijão precisava virar Feijoada para conter o avanços dos meias. Com um jogador a menos restou a Doriva isolar Thiago Ribeiro na frente e tentar fechar a segunda linha com Edigar e Luisinho.  Na teoria, bom. Na prática pouco efetivo, pois ninguém viu o bigode de Luisinho em campo [omisso na fase defensiva] e o time tinha uma VIA EXPRESSA pelo lado esquerdo batizada de JOÃO PAULO GOMES [que é nome de avenida mesmo]. Até que veio o melhor momento do Bahia no jogo até então: O apito de Eduardo de Santana Nunes encerrando a primeira etapa.

Bahia voltou do vestiário com duas substituições em uma. Luisinho deixou a partida [fisicamente, pois espiritualmente sequer jogou] para a entrada de Moisés com João Paulo sendo deslocado para o lado esquerdo da segunda linha do 4-4-1 de Doriva. O Fortaleza também mudou com Max Oliveira dando a vaga para o atacante Eduardo. Time iria pro 4-2-4 com a bola para tentar tirar a vantagem de dois gols.

E o ritmo do início da segunda etapa não foi diferente. Trave, gol [bem] anulado por centímetros de impedimento e volume ofensivo. Até que o Bahia começou a segurar mais a bola, ser mais consciente na saída para o ataque e foi arrefecendo os ânimos dos cearenses. Era só o chute no balde que precede a queda da casa: Aos 20 minutos da etapa final o Fortaleza fez ótima triangulação pela direita do ataque e Daniel Sobralense teve calma para encontrar Eduardo - naquele momento o mais solitário entre os mais de 20 mil viventes no estádio - dentro da pequena área no gol do Dique. Uma a zero inapelável e garantia de mais 30 minutos de furor e transe.

A necessidade de mais um gol para a classificação fez o Fortaleza arreganhar-se mais que mulher em trabalho de parto e ofereceu generosos espaços ao Bahia no campo ofensivo. Surgiram então duas oportunidades límpidas como a água da Fonte das Pedras que fica atrás da baliza defendida por Berna naquele momento. Porém o destino é irônico, cruel e sádico: Ambas caíram no pé esquerdo de João Paulo - podre e passível de amputação após a total inabilidade comprovada em mandar para o barbante o passe açucarado de Edigar Junio e o vacilo da defesa do Fortaleza. O jogo parecia se arrastar por dias, mas ainda faltava um quarto de hora para o final. Para o torcedor do Bahia era prazeroso como arrancar a unha do dedão com um alicate de pressão.

Entretanto, no meio das trevas fez-se a luz. No meio da balbúrdia, a calma. No meio da afobação, a tranquilidade. Thiago Ribeiro puxou um contra ataque e chegou à área adversária. Não havia quem o acompanhasse pelo Bahia. Pouco depois, Edigar Junio surgiu acompanhado por 16 jogadores rivais. Thiago segurou a bola, conduziu com calma, parou, olhou, conduziu de novo, parou de novo. Como se esperasse algo. Como se esperasse o fim do jogo. Até que deu outra olhadela e rolou a bola mansa, obediente e lenta para trás. Rolou e sorriu, cinicamente. Surgiu então Juninho e soltou um PETARDO daqueles, embebido de ÓDIO, AGONIA e DESESPERO. Um canhão que atingiu a rede com a força de mil demônios. A Fonte Nova explodiu, urrou e gritou de alegria e alívio. Faltava pouco para que o suplício tivesse um final feliz.

Juninho fez todos os gols do Bahia nas quartas de finais. Ontem mais uma bomba para aliviar a torcida e classificar o time
O Fortaleza não se abateu com o duro golpe. Valente seguiu acossando o Bahia. Perdeu mais uma chance. Perdeu outra. E tentou uma última vez até que a apareceu o maior personagem do jogo: A trave. A bola chocou-se com ela e saiu. Três vezes foi assim, tal qual Pedro negando Jesus. Após a terceira negativa até o árbitro se convenceu que não havia mais dúvida: A vaga era do Bahia. Esse Bahia não tranquiliza os corações, mas nem por isso a torcida gosta menos dele. Domingo ela estará lá de novo - como na canção imortalizada pela nossa MPB.

FICHA TÉCNICA

Bahia 1 X 1 Fortaleza
Copa do Nordeste – quartas de final (jogo de volta)

Local: Fonte Nova, Salvador (BA)
Data: 03/04/2016
Horário: 16h
Árbitro: Eduardo de Santana Nunes (SE)
Assistentes: Eric Nunes Costa (SE) e Jean Marcio dos Santos (RN)
Cartões amarelos: Max Oliveira, Eduardo, Pio, Daniel Sobralense e Anselmo (FOR)
Cartões vermelhos: Paulo Roberto (BAH)
Gols: Eduardo (FOR); Juninho (BAH)

Bahia: Marcelo Lomba, Hayner, Lucas Fonseca, Héder e João Paulo Gomes (Júnior Ramos); Paulo Roberto, Feijão e Juninho; Luisinho (Moisés), Thiago Ribeiro e Edigar Júnio (Zé Roberto). Técnico: Doriva

Fortaleza: Ricardo Berna, Felipe Bala (Clebinho), Edimar, Lima e Max Oliveira (Eduardo); Juliano, Pio, Éverton e Daniel Sobralense; Anselmo e Juninho; Técnico: Marquinhos Santos


ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP
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