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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Arsenal vai enfrentar Chivas e All-Stars da MLS na pré-temporada

A temporada 2015-16 na Europa vai chegando a sua reta final e os clubes já começam a pensar na preparação para a próxima época. O Arsenal vai aos Estados Unidos em julho, e já marcou dois amistosos para a pré-temporada.

Avaya Stadium, San Jose-CA
No dia 28 de julho, os Gunners vão enfrentar o time de All-Stars da MLS. Essa é uma equipe formada pelos destaques da principal liga de futebol dos Estados Unidos, nomes como os de Pirlo, Lampard e Kaká devem estar entre os relacionados da seletiva norte-americana. MLS All-Stars e Arsenal será no Avaya Stadium, em San Jose, no estado da Califórnia.

Ainda em território americano, o Arsenal voltará a campo no dia 31 de julho para um segundo amistoso, dessa vez contra o Chivas Guadalajara, do México. A partida será no StubHub Center, um complexo esportivo dentro da Universidade Estadual da Califórnia, em Los Angeles.

Na atual temporada, o Arsenal ocupa a 3ª posição na Premier League, com 58 pontos, quatro pontos atrás do segundo colocado, Tottenham e onze pontos distante do líder, Leicester. Restam seis jogos para os Gunners encerrarem a temporada, praticamente sem chance de título, o clube busca como prêmio de consolação uma vaga para a próxima Liga dos Campeões.

#COYG! Lucas Felipe (@lsouza73)

América-MG – Quase na semifinal

Em uma partida pouco inspirada, o América fez o dever de casa e venceu o Boa Esporte por 2x0 no Independência. Com a vitória, o Coelho colocou um pé nas semifinais do Campeonato Mineiro, e somente uma combinação de resultados das mais adversas tira a equipe da próxima fase.

Foi o segundo jogo e a segunda vitória consecutiva após a mudança do sistema tático para o 3-5-2. A utilização dos três zagueiros garantiu uma maior consistência à defesa, embora os últimos adversários não sirvam como parâmetros por não terem grandes equipes.

Se a defesa não comprometeu, o ataque produziu menos do que na partida contra o Uberlândia, quando criou inúmeras chances claras de gol. Contra o Boa a equipe criou menos, mas foi mais efetiva nas finalizações. O meio campo continua produzindo pouco, e mais uma vez caiu de produção no final, porque o Giva insiste em deixar Leandro Guerreiro em campo os 90 minutos, mesmo quando ele já está totalmente sem fôlego.

O jogo contra o Boa era uma boa oportunidade para os pendurados forçarem o terceiro amarelo e entrarem livres de cartões na semifinal, mas pelo visto essa orientação não foi passada para os jogadores, e agora corremos riscos de desfalques por suspensão nos próximos jogos.

Na rodada que fecha a primeira fase, o Coelho vai até Patos de Minas enfrentar a já classificada URT, e o resultado da partida vai influenciar nos confrontos da semifinal. Em caso de vitória do América, a equipe vai terminar a fase em terceiro lugar e enfrenta o Atlético na semi. Caso o jogo fique empatado ou a URT vença (e o Vila não goleie o Guarani) o Coelho fecha em quarto e pega o Cruzeiro na semifinal.

Particularmente acho o confronto com o Cruzeiro mais interessante. Embora também seja uma pedreira, o time do Cruzeiro é mais fraco e tem menos conjunto que o Atlético, que além de ter uma excelente equipe conta com o apoio incondicional da torcida. Claro que se quisermos ser campeões teremos que enfrentar os dois, mas acho o Cruzeiro o melhor adversário para a semifinal.

Para domingo teremos o desfalque de Rafael Bastos. É uma boa oportunidade de testar outras opções, uma vez que se não for caso de contusão ou suspensão o Givanildo não tem coragem de deixar o Bastos no banco. Pena que o Matheusinho, que vem entrando bem no decorrer das partidas, provavelmente não poderá jogar, já que se apresentará à Seleção Brasileira Sub20 para uma semana de treinos.

Resta torcer para que domingo não aconteça mais uma das “coisas que só acontecem com o América”, e que possamos fazer um bom jogo e ter uma semana tranquila para preparar para as semifinais. Até a Semi!

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Foto: Portal O Tempo
Flávio R. Guimarães

Zagueiro Gustavo Bastos destaca campanha do ABC

O principal adversário do Mais Querido, o América-RN, já está garantido na grande final do Campeonato Potiguar por ter vencido o primeiro turno e aguarda o adversário. Restando apenas duas rodadas para o término da fase classificatória do returno, o ABC encara dois adversários diretos na briga por uma vaga na final da Copa Rio Grande do Norte.

A equipe do técnico Geninho está motivada com a vitória por 3 a 1 diante do Baraúnas no último domingo (3). Resultado que deixou o alvinegro em segundo lugar na tabela de classificação com 10 pontos, apenas um ponto de diferença do Potiguar de Mossoró que é líder. O zagueiro Gustavo Bastos ressalta a boa campanha do time no returno.

- Nós temos dois jogos difíceis, são dois confrontos diretos pela vaga na final. Estamos fazendo um excelente returno, temos que manter nossa pegada e nosso bom futebol. Vamos enfrentar agora o Assu, fora de casa, vencendo lá e dependendo da combinação de resultados já podemos nos colocar na final da Copa Rio Grande do Norte. E depois vamos receber o Potiguar, outro resultado positivo, pode nos deixar em primeiro lugar na tabela, disse o atleta.

Para o confronto decisivo, neste sábado (9), às 16h, no Estádio Edgarzão contra o Assu, Bastos se lembra da situação do gramado e pede cautela durante a partida.

- Nós precisamos ter atenção o tempo todo, sabemos que não vamos pegar um campo com boas condições de jogo e isso dificulta bastante. Mas nosso time está tendo uma crescente muito boa na competição, o que aconteceu no primeiro turno serviu de aprendizado e, independente de qualquer dificuldade, nós vamos apenas focar no nosso objetivo que é de estar na final do estadual, enfatizou o zagueiro.

Gustavo Bastos espera ainda contar com o apoio do torcedor nessa reta final da competição.

- O torcedor do ABC sempre faz diferença. No último jogo, diante do Baraúnas, nos apoiou do início ao fim, e nós conseguimos uma grande vitória dentro de campo. Por isso, o apoio do torcedor é fundamental, finaliza.

Foto: Assessoria de Comunicação / ABC FC

Aquecimento Olímpico: Vôlei de Praia - entrevista com Ágatha e Bárbara

Amizade, vitórias e sonhos

A atmosfera dos Jogos Olímpicos já é especial normalmente. Se para os torcedores o ambiente é emocionante e marcante, imagina para quem carrega a responsabilidade de representar seu país. A dupla formada por Ágatha e Bárbara, indicadas como as melhores atletas de 2015 e que a cada ano sobem no ranking brasileiro, foram às escolhidas como o time principal do Brasil no Vôlei de Praia e contam os minutos até o início do Rio 2016.

O caminho até uma Olimpíada é longo, traçado desde os dez anos, quando ainda eram crianças, as duas se lembram do amor que construíram pelo esporte. Tenha começado a praticar em quadra ou logo na areia, foi no espaço entre a rede e a bola que as meninas cresceram e fizeram amizades. Para a melhor jogadora do Campeonato Mundial de 2015, Ágatha, a independência e confiança na sua dupla foram os pontos principais para fortificar a relação com o Vôlei de Praia.

Ágatha e Bárbara após a entrevista do Linha de Fundo. (Foto: Mariana Sá)
Amigas dentro e fora das quadras, elas estão juntas desde 2011, a dupla brasileira vem conquistando bons resultados no ciclo olímpico e seguem na contagem regressiva para agosto. “Agora faltam cinco meses, ou até menos para os Jogos. Nessa reta final a preparação é mais puxada, mas na verdade é uma continuação do programa. Vivemos exclusivamente para os Jogos Olímpicos, o foco é totalmente em agosto, todo nosso treinamento é voltado para a gente chegar ao nosso máximo, então o treino na academia, a parte física, o treinamento tático dentro de quadra é totalmente voltado para isso. A gente tem um trabalho com uma psicóloga, desde 2013, e conversamos sobre o que  vamos viver lá. Ela fez um diferencial muito grande dentro do nosso time nos ajudando a saber como pensar, como agir nas situações que o esporte vai nos causando”, disse Ágatha. “Nós não sabemos como é participar dos Jogos Olímpicos, é nossa primeira vez. A gente tem que se apegar ao nosso dia a dia dos treinamentos, tem que curtir essa jornada até lá, temos disputado muitos torneios", completou Bárbara, mostrando como as duas estão supermotivadas, felizes e satisfeitas, valorizando cada passo.

O lado sentimental, é preparar o coraçãozinho para viver o que a gente sempre quis a vida inteira, o nosso sonho. Eu acho que nada é mais importante nesse momento do que isso para nós, então a gente está com o nosso coração, mente e corpo tudo voltado para os Jogos Olímpicos”, contou Ágatha, com os olhos brilhando. Focadas e com treinamentos intensos, as duas se mostram fortes e com uma sintonia incrível, Ágatha e Bárbara ficaram em segundo lugar no Rio Open, em setembro, Evento-Teste de Vôlei de Praia e garantiram que todos os momentos vividos antes da Olimpíada são importantes para a sequência dos Jogos. A aprendizagem é diária e a cada ano que passa pode se tornar o mais especial.

Prontas para a Olimpíada, a gente vai mandar super bem.!” (Divulgação/FIVB)
Ano passado foi o ano mais importante da nossa carreira, foi o ano que a gente conquistou mais coisas legais, que a gente foi considerado o time do ano pela Federação Internacional, nós ganhamos o Circuito Mundial que é a soma de várias etapas do ano, nós conquistamos a Copa do Mundo que é um torneio que acontece de dois em dois anos, superimportante. E para finalizar, conquistamos a vaga, que na nossa opinião foi por meritocracia. Existe essa coisa da Confederação ter escolhido o segundo time, mas nós éramos o segundo time com a maior pontuação para ser escolhido. Então para nós a gente considera que foi por meritocracia, porque a gente teve que mostrar dentro de quadra que tínhamos condição de estar representando o Brasil nos Jogos Olímpicos”, lembrou Ágatha.


Como já são de casa, a carioca e a paranaense conhecem o ambiente da região, o clima da torcida, a nova Arena, em Copacabana e as tecnologias que serão implantadas nos Jogos. Para a jogadora Bárbara os times internacionais possuem uma capacidade de adaptação rápida, devidos aos vários torneios que participam, inclusive, alguns países devem enviar suas delegações antes para períodos de treinos. Porém, ela também aponta a vantagem brasileira.

Acho que o fato de já ser de casa e realmente ter o hábito de treinar todos os dias te faz conhecer os detalhes. Nesse caso, quanto mais informação você tiver, quanto mais conhecimento tiver vai te ajudar, mas não é isso que vai fazer a gente ganhar jogo. Essa é uma das coisas que podemos aproveitar e pode ser boa pra gente, mas o trabalho vai ser 100%”, ainda completou falando sobre a importância dos testes das novas tecnologias e a reação do povo, “Para tudo isso, o atleta precisa passar por uma adaptação, ajuda a gente já nos preparar para o que vem na Olimpíada. Acho que quanto mais perto chega às pessoas mandam mensagens positivas, desejando boa sorte, ou quando estamos na rua e alguém fala que está torcendo. Isso é muito bacana, a gente realmente sente essa energia do povo, acho que o povo brasileiro é um povo muito acolhedor, muito caloroso e isso é muito bom para os atletas em geral. Estamos muito felizes com esse carinho”.

O ano de 2015 rendeu muitas conquistas (Divulgação/Facebook Ágatha e Bárbara Seixas)
O Vôlei de Praia é muito querido pelos brasileiros, recentemente recebeu um apoio do Projeto da Marinha (PROLIM), que visa o desenvolvimento do desporto nacional para transformação de uma potência olímpica. Assim, as condições de treino e estrutura de preparação melhoraram, além do Centro de Treinamento, em Saquarema da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) que está à disposição dos atletas. No entanto, os jogadores não buscam uma resposta apenas na véspera das Olimpíadas, há a esperança de um legado para o futuro de novos atletas. Como a representante brasileira Ágatha idealiza:

Espero, sinceramente, que passando os Jogos Olímpicos que todo esse apoio continue, porque o importante é que continue, que a gente forme novos atletas, que os atletas de base tenham esse apoio e não só os atletas de alto rendimento. Tenho certeza que muitos talentos se perdem porque não tem apoio no início e a vida de atleta é difícil, muitas vezes se você não tem um pai ou uma mãe pra te ajudar você não consegue seguir porque no esporte você precisa viajar muito pra competir, precisa se um material específico. No vôlei de praia é até mais simples, uma rede, uma bola, na praia, uma coisa teoricamente mais simples, mas mesmo assim precisa de estrutura. Precisa ter uma equipe, precisa pagá-la, precisa ter uma boa academia, precisa viajar pra competir, precisa se alimentar bem. Realmente a parte financeira é muito importante em qualquer esporte, no vôlei de praia não seria diferente. Então espero que depois das Olimpíadas continue sim. Acho que vai ficar o legado da população conhecer mais os esportes, saber quem são os atletas que jogam, os que irão jogar e que vão se tornar ídolos porque vão estar na televisão, todo mundo assistindo. Espero que aí se torne referência e as pessoas gostem, simpatizem com o esporte, comecem a praticar. Acho que esse pode ser um dos maiores legados que podem acontecer para o povo brasileiro, o amor pelo esporte crescer cada vez mais nas pessoas, porque o esporte muda vidas”.

Com carinho, Cássia Moura e Mariana Sá (@cassinha_moura | @imastargirl)

Agradecimentos: Ágatha Bednarczuk, Bárbara Seixas, Guilherme Braga (assistente técnico), Ricardo de Freitas (técnico), Renan Rippel (preparador físico), Ricardo Seixas (estatístico), André Perlingeiro (auxiliar técnico), Jailson (montador), Hélio e Hamilton. 

O gigante escocês está de volta

James Tavernier comemora o gol que deu a vitória
Quando a jogada é iniciada com uma trama de toque de bola, chega aos pés do meia Harry Forrester, toca na ultrapassagem de Jason Holt que, na linha fundo, cruza rasteiro para que James Tavernier, como um autêntico centroavante que não é (pois é simplesmente o lateral direito da equipe) tocar de prima para o fundo do gol de Jamie Erwings, do Dumbarton, aos 5 minutos do 2º tempo, a história do futebol começa a ser recontada sobre a ótica de um dos maiores times da história. Não digo maiores em relação a títulos importantes ou de jogadores consagrados, mas sim da história de um esporte que surgiu em meados do século XIX na península da Grã Bretanha (ou como alguns gostam de chamar, de Reino Unido).


Pois é, caros amigos leitores deste blog, estamos deparando com mais um ano histórico para o esporte mais popular do planeta. Aquele que, em uma Copa do Mundo, pode mobilizar mais de três bilhões de pessoas a assistir jogos das melhores seleções em um mês de competição.

Hoje foi a vez do gigante Rangers F.C (mais conhecido tradicionalmente pelos amantes do futebol como Glasgow Rangers) de pagar uma dívida histórica com o esporte, depois de um dos momentos mais difíceis e de um dos golpes mais duros de sua história ao longo de seus 144 anos de história. Uma equipe de tradição internacional e que polariza, ao lado do Celtic, como um dos maiores campeões do país, não poderia amargar mais uma temporada fora da elite.

A equipe que já contou com grandes nomes, como Colin Hendry, Claudio Canniggia, Tore Andre Flo, Ally McCoist, Ronald de Boer, Giovanni Van Bronckhorst, Claudio Reyna e Paul Gascoigne em seu plantel durante todos estes anos, jamais poderia ficar tanto tempo fora da elite do futebol europeu. Infelizmente más administrações são a causa dos problemas vividos por muitas equipes e que conta com vários pedidos de falência já registrada, como o caso do Napoli e do Racing, para ser mais geral.

Durante estes anos difíceis que a equipe de Glasgow passou fora da elite nacional, o próprio futebol escocês teve que amargar, por algum tempo, uma falta maior de representatividade no cenário europeu, uma vez que todas as forças se concentravam somente no outro gigante da cidade, o Celtic, que por fim, não conseguiu dar conta de fazer campanhas tão contundentes no cenário europeu, como em seu passado.

Tudo começou no ano de 2012 quando algumas acusações sobre supostas irregularidades envolvendo o clube, no período em que David Murray era o presidente e grande acionista do clube. Desde investidas ilegais em ações na Bolsa de Valores até outros atos mais ilícitos foram apuradas pela justiça escocesa e, durante a reunião entre os clubes pertencentes da Premiership, a instituição foi declarada culpada e o Rangers foi expulso da Liga. Em outra votação, envolvendo os clubes da Championship, League One e League Two, decidiram que o Rangers poderia retornar a competir, mas como pena sobre o ocorrido, deveria começar da 4ª divisão escocesa. Tudo isso ocorreu após o time se tornar vice-campeão da edição 2011/2012 e, com isso, perde também a sua vaga na fase preliminar da Uefa Champions League 2012/2013.

Na temporada 2012/2013, com um desmanche significativo de sua equipe, o Rangers começou o seu calvário na última divisão profissional do futebol de seu país. Jogando contra times bem mais inexpressivos e, com isso, terminou a liga com 77% de aproveitamento e campeão absoluto, com apenas três derrotas em 36 jogos. Mas na Challenge Cup (que reúne os times das divisões inferiores) foi eliminado nas quartas pelo Queen Of The South nos pênaltis, além de ser eliminado pelo Iverness em casa por 3X0 na mesma fase pela League Cup e ser eliminado pelo Dundee United, também por 3X0 na Scottish Cup.

Na temporada 2013/2014, ainda no estágio de recuperação após o baque sofrido, a equipe novamente sagrou-se campeã no torneio de pontos corridos, só que pela 3ª divisão, só que com incríveis 94,5% de aproveitamento, ou seja, seis pontos perdidos em 108 disputados e com um ataque de 106 gols e uma defesa que sofreu 18. Na mesma temporada, a equipe amargou uma eliminação prematura para o Forfar Athletic, na primeira fase da League Cup, alem da derrota na semifinal para o Dundee United, em casa, por 3X1 e o vice-campeonato contra o Raith Rovers, perdido no final da prorrogação por 1X0 em Edinburg. Mas, ainda sim, significou uma temporada mais positiva para a equipe e deu ainda mais esperança no acesso a divisão de elite no ano seguinte.

Na temporada 2014/2015, com uma equipe de mais confiança para chegar a Premiership, começou uma forte campanha para o acesso, mas tudo indicaria que não seria fácil e o começo foi com uma derrota para um de seus rivais históricos do futebol escocês, dentro de casa, o Heart of Midlothian, por 2X1, o mesmo Hearts. Seria grande responsável por outro revés dos azuis reais e, no fim do campeonato, levaria o título merecido, fazendo com que os Rangers amargasse a 3º colocação e teria que disputar os playoffs para o acesso.

Nesta disputa, os Rangers começariam a sua saga contra o Queen Of The South, onde uma vitória fora (2X1) e um empate em casa (1X1) o levaria para a disputa de um mata-mata contra o Hibernian. Duas partidas sofridas e uma vitória (2X0) em casa e uma derrota (1X0) fora e a chance do acesso ficava mais perto. Mas, eis que o confronto seguinte, contra o 11º da Premiership, jogava um Iceberg nas esperanças azuis. Contra o Motherwell, a equipe começou muito mal no Ibrox Stadium e já perdeu por 3X1 a primeira, fazendo com que o jogo de volta tivesse que reverter a vantagem do adversário. O pior ainda aconteceu, uma derrota acachapante por 3X0 no Fir Park e a equipe amargaria mais um ano na Championship. Ainda nesta temporada, a derrota para o Raith Rovers por 2X1 em casa nas oitavas de finais da Scottish Cup, para o Alloa Athletic por 3X2 nas semifinais e a queda no grande clássico para o Celtic, por 2X0, pelas semifinais da Copa da Liga decretou o fim de uma temporada mais dolorosa para a equipe durante este calvário.

Na atual temporada, 2015/2016, a equipe começou a ter que juntar os cacos da decepção do ano anterior e ter que recomeçar novamente a sua saga, rumo ao acesso à divisão de elite. Nas copas locais, a equipe teve mais êxito até o momento, embora pela League Cup, a mesma saiu nas oitavas de finais para o St. Jhonstone, em casa, por 3X1, mas nada que tirasse o foco durante o resto da temporada. Pela Challenge Cup, neste final de semana, os azuis disputarão a final contra o Peterhead, na casa sua cidade, no Hampden Park. Mesmo palco que será jogada a partida semifinal da Scottish Cup do famoso Old Firm.

Voltando agora para a Championship, não tem como deixar de mencionar a maravilhosa campanha que a equipe fez ao longo desta temporada. Jogando um futebol seguro, sem dar margens para o azar, o time da cidade mais importante da Escócia, conseguiu alcançar o seu objetivo faltando quatro rodadas para o final e contando com as estrelas de jogadores como Kenny Miller, do artilheiro Martin Waghorn, de Jason Holt e do lateral artilheiro e herói, James Tavernier. Jogadores estes que foram responsáveis por boa parte dos 83 gols da equipe em 32 jogos e por toda esta euforia vivenciada por sua torcida no mundo inteiro depois de confirmada o acesso.

A partida contra o Dumbarton foi antecipada por conta dos compromissos da equipe e, também, por conta da partida que envolvia o único time que poderia ameaçar o seu acesso. O Hibernian jogou no mesmo horário que o Rangers, e virou uma partida complicada contra o Livingston por 2X1 em casa. Com isso, somente a vitória daria o acesso e consequentemente o título, ao Rangers. E ela veio justamente no minuto 50 de jogo. Nada poderia ser melhor para os azuis do que esta conquista merecida em campo. O jogo se mostrou bem tranquilo para o líder, que criou inúmeras chances na partida e pouco deu chances ao adversário de fazer algo durante o jogo. Os mesmos se mostraram seguros e martelavam pelo gol a todo instante. Foi aquela clássica partida decisiva, onde, mesmo com toda qualidade técnica em jogo, a partida em si se mostra mais tensa e as chances de gol desperdiçadas causam intenso desespero para os jogadores e a torcida. Mas no fim, a vitória veio e o acesso ocorreu de forma merecida.

Uma menção honrosa a se fazer nesta crônica é em homenagem ao autor do gol do acesso, James Tavernier. Um lateral que guarda um estilo de jogo muito parecido com Glenn Johnson, além de alguns brasileiros importantes no futebol europeu, como Cafu e Maicon (guardadas as devidas proporções) foi um jogador que teve sua base no Leeds United até ser transferido para o Newcastle United, por onde o mesmo nunca se afirmou como jogador e sempre era emprestado para equipes menores do futebol inglês, até parar no Rangers e mostrar sua devida importância como jogador para a equipe. Será eleito facilmente o melhor lateral da Championship e, porque não, um dos grandes laterais do futebol escocês.

Plano tático do jogo: Rangers F.C (esquerda) X Dumbarton F.C (direita)
Escalações de Rangers F.C (esquerda) X Dumbarton F.C (direita)
Parabéns Rangers F.C (ou o popular Glasgow Rangers). Que permaneça sempre no lugar de onde nunca deveria ter saído e que seja a chave de esperança para a ressurgência do futebol escocês em âmbito internacional.

Por Marcos Paulo Fernandes Alves

O que é ser esmeraldino?

O que é ser esmeraldino? Uma pergunta com uma resposta tão simples pode ter mais significados do que vocês imaginam. Para muitos, não é apenas "ser torcedor do Goiás". Um clube novo, que sofreu para conquistar a sua hegemonia na sua região, para olharmos hoje e vermos o quanto ele já conquistou e o quanto ainda pode conquistar, não considera e jamais poderá considerar o seu torcedor como apenas algo comum. Ser esmeraldino não é apenas participar de uma torcida. É participar de um povo, de um time unido, de uma família. Um grupo de pessoas apaixonadas, que adora ir ao estádio no final de semana para comer um churrasquinho com os amigos, tomar uma cerveja, pular na arquibancada, cantar ao som de uma bateria, dar risadas, gritar "gol" e sair de lá satisfeito com uma vitória.


É triste quando se vê algum "desinformado" ou como eu costumo chamar, um "deficiente futebolístico", dizer que a torcida do Goiás é pequena. É de dar dó. Normalmente, esse tipo de pessoa quer causar intriga, acha que sabe mais que um morador da região e um conhecedor exímio da própria torcida e sempre fala pelos últimos números. Realmente, as últimas atuações do Goiás nos anos anteriores (com exceção de 2012), causaram uma decepção enorme na torcida. Um clube sempre foi muito fechado, que não deixava a torcida interferir ou opinar em nenhuma questão ou não dava nenhum atrativo para ele, acaba causando uma série de problemas.

Mas isso significa que a torcida é pequena? Não. Jamais. Mas é triste nos vermos equipes como Sport, Bahia, Atlético Paranaense, Coritiba e outras, almejando alcançar o nível de grandeza dos times do eixo, e o nosso se contentando em apenas ser um clube maior do que o Vila Nova, ganhando um Goianão ou outro. Eu gosto de ser campeão estadual, mas será que podemos ter outras opções? Será que essa torcida não merece ver seu time sendo campeão nacional ou internacional? Isso é o que todo esmeraldino sonha e ainda acredita ver um dia. Só não digam que essa torcida é "pequena" ou "modinha". É recomendável que uma pesquisa boa seja feita acerca desse assunto e que possam ver que a nosso torcida cresceu muito nos últimos anos e só tende a crescer mais. O que acontece é que ela esteve afastada durante muito tempo, e mesmo que estejamos voltando agora, não nos critiquem ou nos julguem, pois vocês não sabem como é ruim ver seu time entregar uma vaga da Libertadores em casa por conta de "bicho". O futebol, que só depende de dinheiro hoje, enfrenta uma crise de "amor à camisa". Isso influenciou no Goiás.

Os esmeraldinos, mesmo com um ano turbulento como o último, teve de novo sua semente de torcedor plantada nesse ano. A diretoria que está sendo formada, parece finalmente almejar coisas grandes e um bom futuro para o clube, principalmente com os projetos que vem sendo planejados como o nosso estádio próprio, por exemplo. O "fator casa" nunca vai ser tão real para nós. Conheço inclusive, vários torcedores que amam ir ao estádio e não perdem sequer um só jogo do maior do Centro-Oeste. Como todo torcedor do Goiás, eles também têm a sua própria visão do que é ser esmeraldino de verdade.


"Ser esmeraldino é se alegrar com as vitórias sobre Atlético e Vila Nova, se alegrar por ganhar Goiano e Série B, se alegrar por se encontrarem com os amigos verdes no estádio e saber que eles ainda não perderam a esperança. É mudar de estado e continuar torcendo pro Goiás, pagar caro pelo Premiere só pra ver o escudo brilhando na tela. Ser esmeraldino é ser louco" - Juninho Bill.

"Esmeraldino pra mim é um estado de paixão. Paixão daquelas capazes de te levar aos extremos de alegria e de tristeza. Um esmeraldino não vira esmeraldino, ele nasce esmeraldino" - Cícero Júnior.

"Ser esmeraldino é ser diferente, é ser próximo do clube, é um amor de pai pra filho, é ter os melhores amigos de estádio. Diferente de todas as outras torcidas, ser torcedor do Goiás é bater no peito com orgulho e dizer que carrega o nome do estado com orgulho. É ser o Maior do Centro-Oeste. Ser esmeraldino é ser inteligente!" - Paulo César.

Nesse dia 6 de abril, não é só o aniversário do Goiás. É aniversário de toda a massa verde exuberante que emociona o nosso estado, carregando com entusiasmo e compaixão, as cores de um time que representa um clube amado, respeitado pelas redondezas e que um dia, eu garanto que um dia, ainda seremos um clube renomado, conhecido e com grandes títulos. É duro ter de aguentar o seu aniversário de 73 anos em uma Série B novamente, mas é um momento em que temos que passar pagando pelos nossos próprios erros. Todo gigante passa por momentos ruins, mas ele só se mostra como é gigante quando ele se levanta novamente.


"Não sou esmeraldino de coração, pois um dia ele para. Sou esmeraldino de alma, pois ela, é eterna."

Parabéns, Goiás Esporte Clube!


Wagner Oliveira ||@wagneroliveiraf 
Linha de Fundo || @SiteLF

Botafogo vence, quebra tabu mas não evita jogo de volta na Copa do Brasil

Na noite desta terça (5), o Botafogo foi até Alagoas para enfrentar a equipe do Coruripe, em jogo de estreia da amaldiçoada Copa do Brasil. Sem convencer (com time misto, é verdade), o Glorioso venceu com gol de Luis Henrique. O triunfo pôs fim ao incômodo jejum de sete anos sem vencer em estreias na Copa do Brasil. O resultado, no entanto, não evitou o jogo de volta, que acontecerá no dia 28 de abril. O próximo adversário do Botafogo é o Bangu, domingo, em São Januário, pelo Campeonato Carioca.

O JOGO

O Botafogo começou bem na partida. Deu a impressão de que venceria com facilidade. No primeiro minuto, 'Yaca' fez boa jogada pela esquerda e tocou para Luis Henrique, que demorou a chutar, desperdiçando chance perigosa. No minuto seguinte, o goleiro Gott fez ótima defesa. Gervasio Nuñez roubou a bola na defesa e armou o contra-ataque com Neilton. O atacante devolveu para o meia argentino, que chutou forte e quase abriu o placar. Aos 3 minutos, o Botafogo teve outra grande oportunidade de fazer o gol. Neilton pegou sobra na entrada da área de primeira e mandou a bola no ângulo. O goleiro Gott buscou e evitou novamente o gol botafoguense. Seria um golaço. Pressão total do Glorioso.

Aos 9 minutos, o Coruripe enfim levou perigo. João Paulo avançou pela esquerda, invadiu a área e finalizou por cobertura. Helton Leite, de mão trocada, fez uma defesaça. Aos 17 minutos, Jean caiu na área após disputa com Thiago Papel. Pênalti claro não marcado pela arbitragem. Aos 22', Mazinho, volante do Coruripe, soltou uma bomba que passou perto do travessão de Helton Leite. O time alagoano cresceu no jogo e equilibrou a partida. Aos 25 minutos, Luis Ricardo invadiu a área pela direita e bateu cruzado. Luis Henrique, de carrinho, não alcançou a bola. Seria gol. Aos 36 minutos, após cobrança de escanteio do Coruripe, a bola desviou na área e por pouco não entrou para o gol. Helton Leite, atento, salvou em cima da linha. Aos 46 minutos, sob o forte chuva, o primeiro tempo foi encerrado.

O Alvinegro voltou para o segundo tempo sem alterações. Aos 8 minutos, 'Yaca' cobrou falta na área e a bola foi direto para o gol. Gott espalmou e salvou o Coruripe. No minuto seguinte, 'Yaca', novamente, chutou forte ao aproveitar sobra na entrada da área. Willames José desviou e quase marcou contra. Aos 10', resposta do Coruripe. João Paulo, pela direita, cruzou. Júnior Chicão ganhou pelo alto e, de cabeça, quase marcou. A bola passou próxima à trave. Aos 17 minutos, após bobeira da zaga botafoguense, João Paulo recebeu livre e cruzou rasteiro para Tiago Lima, que estava pronto para finalizar. A bola quicou no gramado e atrapalhou o jogador. Ricardo Gomes fez duas alterações. Aos 21 minutos, Jean foi substituído por Diego. Aos 22', Neilton deu lugar ao também jovem Ribamar. Mais tarde, aos 30', o treinador mexeu pela terceira e última vez. Lizio saiu para a entrada de Leandrinho. O ritmo do jogo caiu bastante e tornou o jogo chato. Mas aos 38 minutos, o gol do Botafogo saiu em boa jogada da garotada. Fernandes achou Diego livre no fundo e tocou. O lateral cruzou rasteiro para Luis Henrique, que não desperdiçou e empurrou a bola para o fundo das redes. Botafogo 1 a 0. E foi só. Aos 48', fim de jogo. As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 28 deste mês.

Luis Henrique no exato momento do gol (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)
OBSERVAÇÕES

Quem me acompanha por aqui ou pelo Twitter, sabe que eu detesto a Copa do Brasil. Afinal, é uma decepção atrás da outra. Espero sempre o pior. E como habitual, o Botafogo NÃO eliminou o jogo de volta. É um desgaste pelo qual o clube adora passar. Incrível!

Jean é fraco. Na partida que tem a oportunidade de mostrar seu futebol, sentiu e foi substituído. Enfim...

Helton Leite substituiu bem o melhor goleiro do Brasil. Fez uma DEFESAÇA e salvou o Botafogo em outras oportunidades.

Ao contrário de Salgueiro, que vêm mostrando bom futebol, os outros gringos do elenco ainda deve e muito à torcida. Mais uma vez Lizio e Gervasio Nuñez não aproveitaram a oportunidade.

FICHA DO JOGO

Coruripe-AL 0
Gott, Renato, Thiago Papel, Willames José, Igor; Mazinho, Jair, Candinho (Ivan), Tiago Lima (Robert); João Paulo (Sadrak), Júnior Chicão. Técnico: Jaelson Marcelino. 

Botafogo 1
Helton Leite, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Silva, Jean (Diego); Bruno Silva, Fernandes, Damián Lizio (Leandrinho), Gervasio Nuñez; Neilton (Ribamar), Luis Henrique. Técnico: Ricardo Gomes. 

Estádio: Gérson Amaral (AL).
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE).
Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Fabrício Leite Sales (PE).
Gol: Luis Henrique (38' do 2º T).
Cartões amarelos: Willames José e Candinho (Coruripe-AL), Fernandes (Botafogo). 
Público e renda: não foram divulgados.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 

El Morumbi te assassina

De volta pra casa, Calleri marca quatro gols e o São Paulo atropela o Trujillanos por 6 a 0, mantendo vivo o sonho da Libertadores.

Após partidas nada convincentes, São Paulo tinha a tarefa de ganhar dos venezuelanos em casa, no 1º jogo da Libertadores no Morumbi do ano. A tarefa parecia nada fácil, já que Trujillanos ainda tinha chances matemáticas de classificação. Porém com o decorrer da partida, São Paulo engoliu essa chance. Com três gols em cada etapa, o Tricolor goleou por 6 a 0, com direito a quatro gols de Calleri.

Calma, eu sei que tu deve estar se perguntando "como um time que vinha de uma campanha horrível goleou na Libertadores? São Paulo jogou bem ou Trujillanos que é muito ruim?" Ok, eu não sei explicar ou justificar ao certo o que aconteceu, mas tentarei.

Era aquele jogo de "vencer ou vencer", caso o São Paulo perdesse ou empatasse a partida, a chance de classificação seria quase inexistente. Assim, Bauza apostou em um time bem ofensivo. Deixou Daniel e Thiago Mendes para dar lugar a Kelvin e João Schmidt. Essa mudança na tática fez a total diferença, já que esses dois que foram titulares fizeram os gols - além dos quatro de Calleri -. O público apresentado no Morumbi não foi muito, foi cerca de 18 mil torcedores, já que como já foi dito, São Paulo fazia uma campanha péssima, nem o mais pessimista dos torcedores imaginava um resultado como tal. Mesmo não sendo um público grande, a torcida não parou de apoiar nenhum minuto. Algo que acontece - e muito - no Morumbi. Um dos fatores mais marcantes da vitória talvez seja essa, à volta pra casa.

Todavia, vamos ao jogo. Tricolor logo no início jogou muito bem, boa saída de bola, boa reposição e o mais importante, bom passes. A bola passava no pé de cada jogador, sem chutão, sem desespero. Assim, aos 12' Calleri fez o 1º gol da partida. O tão questionado Michel Bastos, quando quer jogar, joga bem. Após cruzamento do meia, Calleri, dentro da área e livre de marcação, cabeceou a bola para o fundo das redes. Aos 17' Kelvin deixou o dele. Mena cruzou, Kelvin cabeceou, o goleiro defendeu, mas no rebote o atacante bateu de esquerda, sem chances para o goleiro Héctor. Aos 24' João Schmidt fez um golaço. Depois de tabela com Mena e Ganso, o volante mandou para o fundo das redes. Fazendo o 3º do São Paulo e o último da 1ª etapa.

Na segunda etapa, não adianta, só deu ele. O argentino Calleri "deitou" na zaga venezuelana e fez os três gols da 2ª etapa. Aos 4' pênalti para o São Paulo, Calleri bateu e converteu. Aos 34' outro pênalti, o argentino bateu, Héctor defendeu e no rebote fez o 5º do São Paulo e o 3º dele na partida. E aos 41' Lucão deu um chutão para frente e a bola caiu nos pés de Calleri, o argentino saiu na cara do goleiro e apenas tocou para o fundo das redes.

Noite histórica para São Paulo FC. Calleri se tornou o 1º jogador do clube a fazer quatro gols em uma mesma partida na Libertadores, aliás o atacante nunca havia marcado 4 gols em uma única partida. Além disso, nunca antes o Tricolor havia feito 6 a 0 na Copa Libertadores. Porém, o mais importante é que com esse resultado o Tricolor do Morumbi está vivo na competição. São Paulo chegou a cinco pontos, passou o River Plate, que tem um jogo a menos, no saldo de gols e está em 2º no Grupo 1. Após essa euforia de uma maravilhosa vitória, Tricolor vai a campo pelo Paulista, domingo (10/04), às 16h, em Sorocaba, enfrentar o São Bento. Pela Libertadores, São Paulo recebe o River Plate, quarta (13/04), às 19h30, no Morumbi.

FICHA TÉCNICA

Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, Morumbi - São Paulo
Gols: Calleri (4), Kelvin, João Schmidt (SP)
Cartões Amarelos: Mena e Maicon (SP); José Páez e Héctor (TRU)
Arbitragem: Ulises Mereles (Paraguai), auxiliado por Milciades Saldivar e Dario Gaona

SÃO PAULO
Denis; Bruno, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; Hudson (Thiago Mendes), João Schmidt, Kelvin (Lucas Fernandes), Ganso e Michel Bastos; Calleri. Técnico: Edgardo Bauza

TRUJILLANOS
Pérez; Granados, Castillo, Erazo e Páez; Mendoza (Osório), Cova, González (Ángel Nieves) e Sosa (Contreras); Cabezas e Rojas. Técnico: Horacio Matuszyczk


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