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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Corinthians Audax vence e volta a convencer

Amargando a lanterna do Grupo 2 da segunda fase do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, as meninas da capital paulista receberam o Flamengo/Marinha em mais um duelo da competição.

Foto: Evelson Freitas
Enfrentando o até então líder do Grupo 2, só a vitória importava para as mulheres do Corinthians Audax e ela veio de uma forma muito saborosa. Com muitas jogadas de velocidade, foram as cariocas quem tiveram a primeira chance, mas sem assustar no jogo as melhores oportunidades saíram dos pés de Byanca Brasil e Rafinha, ainda deu tempo de uma linda carretilha da Gabi Nunes.

Com o placar zerado na primeira etapa coube ao Corinthians Audax ir ainda mais pra cima buscando um placar positivo, e conseguiu em cobrança de falta de Fran, Gabi Nunes cabeceou, sobrou o rebote e ela mesma aproveitou e mandou para o fundo das redes abrindo o marcador. Ainda deu tempo de Mayara que havia acabado de entrar deixar o dela. Com o placar em 2x0 só coube às paulistanas comemorarem o resultado.

O próximo jogo será justamente contra o Flamengo/Marinha na abertura do returno na terça-feira (12) às 15 horas no Estádio da Gávea.

CURIOSIDADE: Primeira vez que rolou o clássico das maiores torcidas do país pelo futebol feminino.

São José vai sendo líder do grupo com sete pontos, seguidos de Corinthians Audax e Flamengo/Marinha ambos com quatro pontos - o Timão leva vantagem com um gol a mais; Iranduba vai amargando a lanterna com apenas um ponto.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Jogo dos sete erros: Palmeiras e Rosário erram muito e empatam em jogo emocionante

O futebol, mais do que qualquer outro esporte, reserva momentos improváveis. E poucos times conseguem proezas mais improváveis do que o Palmeiras – para o bem e para o mal. De goleadas absurdas sofridas como Água Santa ou Mirassol, passando por classificação heroica como diante do Colo Colo ou mesmo vencendo a Copa do Brasil de 2012 com um time horroroso.

E o time dos improváveis conseguiu mais um jogo louco diante do forte Rosário Central, que por muito pouco não terminou com uma vitória épica, mas que pelo mesmo tanto poderia ter sofrido a desclassificação da Libertadores. Loucuras que só esse jogo proporciona em apenas noventa minutos.

O desacreditado Palmeiras já tem outra cara com Cuca. Longe do ideal, mas com as variações que faltavam ao previsível 4-5-1 de Marcelo Oliveira. Entrando com três zagueiros e liberando os laterais, o Palmeiras incomodou muito a saída de bola dos argentinos. Gabriel Jesus, esperto, quase marcou logo no primeiro minuto. Pouco depois não desperdiçou: 1x0.

Barrios marcou gol salvador que manteve o Palmeiras vivo na Libertadores. (Foto: Globo Esporte)
O gol da tranquilidade fez mal ao Palmeiras que recuou e deixou a bola com o Rosário Central. É verdade que poucas chances foram criadas, mas a punição veio de forma cruel. Em cobrança de falta de longe, a bola desviou e matou Prass, empatando o jogo. A sorte que faltou no gol sofrido ajudou a colocar o Palmeiras em vantagem quase no último minuto do primeiro tempo, de novo com Gabriel Jesus, que aproveitou o posicionamento com maior liberdade armado pelo Cuca.

Jogos decisivos costumam ter detalhes marcantes. Nesta noite, foi à bola na trave de Gabriel Jesus (sempre ele) logo no começo do segundo tempo. O placar que não se alterou no ataque palmeirense se movimentou no lance seguinte. Em cobrança de falta ensaiada, Cervi fez um belo gol e empatou outra vez.

O pênalti infantil cometido por Vitor Hugo e convertido por Marco Rubén seguido da também infantil expulsão de Jesus pareciam dar fim ao Palmeiras na Libertadores de 2016. No meio disso, outra bola na trave já fazia o pessimismo tomar conta com aquele ar de “não é hoje”. Só que o futebol não tem lógica nenhuma e, quando tudo já parecia perdido, o Verdão arrancou um chorado empate com Barrios após outro cruzamento e falha da zaga, embora impedido.

No final, restou ao Palmeiras segurar os donos da casa para manter viva a chama da esperança da classificação. Ficou difícil, é verdade, dependendo inclusive do resultado de Nacional x Rosário Central. Mas também o era antes do jogo desta quinta. Se não basta o Palmeiras ser o time dos improváveis, a cor verde é a da esperança – e ela ainda não morreu.

O DESTAQUE: Não tinha como ser outro. Mesmo com a expulsão, Gabriel Jesus não teve medo do cenário adverso e jogou muita bola. Além dos dois gols e da bola na trave, deu muito trabalho para a defesa argentina com velocidade e dribles.

BOLA MURCHA: Um time que joga com três zagueiros não pode levar três gols no jogo, mas muito da falta de posse de bola no primeiro tempo passa por outra péssima partida do Robinho. Perdido em campo, preencheu mal os espaços e errou na criação.

Simplesmente não funcionou - O primeiro tropeço do Galo na Libertadores

Fonte: Túlio Kaizer - Superesportes
Se em qualquer manual de futebol estivessem categorizados os fatores externos que podem tornar um jogo de futebol mais difícil, as primeiras coisas que estariam escritas seriam: estádio acanhado (estilo alçapão), péssimas condições de gramado e tal da altitude.

O confronto do Galo de hoje pela Libertadores da América, contra o Independiente del Vale reuniu esses três elementos. O Estádio Municipal Rumiñahui é pequeno, apertado, tem capacidade para 8.000 expectadores. Se for puxar pela memória, a cancha equatoriana não perde em absolutamente nada para o Farião (Divinópolis), para a Fazendinha (Ituiutaba), e para o Israel Pinheiro (Itabira), símbolos do futebol (às vezes varzeano) do interior de Minas Gerais. O relvado tem até boa qualidade (segundo imagens pinçadas na internet), contudo um temporal caiu pelas bandas de Sangolqui e os relatos dos jogadores, comissão técnica e dos setoristas de Belo Horizonte apontam alguns problemas como buracos, placas se soltando e uma drenagem deficiente em caso de um novo pé d’água, principalmente nas laterais, local mais castigado pela chuva. Junte tudo isso num liquidificador, adicione 2.820 metros de altitude e pronto: Bem vindos ao Caos.

No entanto, quem dera fossem essas as únicas preocupações do Atlético. Se fosse apenas isso estava estaria tranquilo (quase favorável). Ao contrário dos fragilizados times do interior do estado, o Independiente del Vale (apesar de não ser um vencedor no certame equatoriano) vive um momento técnico iluminado, é o melhor clube Equatoriano na Libertadores e atual Vice Lider do Grupo 5, desbancando por enquanto o tradicional Colo-Colo.

O Negriazul, como é conhecido localmente, tem apenas 57 anos de vida e somente há seis frequenta a elite do futebol equatoriano (com dois vice-campeonatos em 2013 e 2014). O sucesso do clube é resultado de uma política pautada na formação de jogadores. O Independiente del Vale é uma escola de futebol, forneceu/fornece inúmeros jogadores ás seleções de base do seu país.

Ou seja, estavam postos todos os ingredientes de uma guerra, do jogo mais difícil para o Atlético nessa fase de grupos.

A respeito do jogo, os times lançaram escalações de certo modo espelhadas, ambos no 4-2-3-1. O Galo mandou a campo: Uilson, Rocha, L.Silva, Erazo, D. Santos (Cândido), Carioca, Urso, Luan, Cazares (Donizete), Robinho (Carlos Cesar) e Pratto. Enquanto o Del Valle iniciou a peleja com: Azcona, Nunes, Caicedo, Ayala, Orejuela, Rizotto, Julio Angulo, Junior Sornoza, Arturo Mina, Bryan Cabezas e Jacson Pita.

O jogo começou esquisito. O Atlético tentou nos primeiros minutos impor suas características mais marcantes na temporada: pressão no campo ofensivo e velocidade na armação das jogadas, principalmente através de toques curtos sob a regência de Juan Cazares. Porém, o gramado pesado e extremamente irregular prejudicou demais o alvinegro, provocando com frequência erros de passe (digamos bem bobos). Já os donos da casa cientes do terreno não faziam tanta questão de ter a bola, de cara apelaram para espanadas, e coincidentemente na segunda delas, em um lance muito similar ao gol sofrido no clássico – um chutão para o lado direito da defesa encontrou o habilidoso Bryan Cabezas, que novamente com todo espaço do mundo teve tempo de armar o tiro, desferir um balaço que desviou na coxa de Marcos Rocha, e acabou por encobrir o Goleiro Uilson. 1X0 Del Valle.

O Atlético ficou um pouco atordoado com o gol. No lance seguinte, o titubeante zagueiro Erazo, errou o tempo de uma bola atravessada do lado direito da defesa alvinegra permitindo o ponta Julio Angulo a oportunidade de carimbar a trave do goleiro Uilson. No entanto, quando tudo parecia nebuloso, em um lance de pura clarividência: Juan Cazares encontrou Junior Urso entre os zagueiros equatorianos, que por sua vez só teve o trabalho de concluir ao gol. 1x1. O tento pareceu que daria certa tranquilidade ao Atlético. Contudo, o time estranhamente se desarticulou na defesa. No um contra um, os equatorianos levaram vantagem em quase todas as bolas, especialmente em cima dos dois laterais e do zagueiro Erazo (ê Erazo faz essa Massa Sofrer). Faltas seguidas foram cometidas a frente da área, e em uma delas (cometida pelo Erazo, olha ele aí de novo) o habilidoso camisa 10 Junior Sornoza encontrou o gol (Na opinião do blogueiro, o goleiro Uilson armou mal a barreira e na sequência do lance tentou adivinhar o que faria o equatoriano, decisão fatal para o gol do Del Vale) – 2x1 para os donos da casa.

Com vantagem no placar, os equatorianos definitivamente tomaram as rédeas do jogo, dominaram o meio de campo com maior posse de bola. As linhas de marcação do Atlético se desarticularam, e a armação não acontecia visto que Juan Cazares não aparecia como no início do jogo e quando se apresentava tomava decisões errôneas (por excesso de preciosismo). Seria leviano culpar apenas Cazares, visto que o meio campo como um todo não se aproximava, facilitando as roubadas de bola do time da casa. Numa destas, em uma metida “no ponto futuro”, Erazo – em péssima partida – errou o bote, permitindo a Angulo todo flanco esquerdo da defesa alvinegra; como uma flecha, o equatoriano correu livre, tentou o cruzamento, a bola desviou no braço de Leo Silva e o juiz apontou para marca penal (lance discutível, entretanto o juiz foi coerente com a recomendação da FIFA). Bola para um lado, goleiro para o outro. 3x1 para os donos da casa.

No intervalo, Diego Aguirre notou a fragilidade no meio campo, e mesmo perdendo, sacou Juan Cazares para a entrada de Leandro Donizete.  O uruguaio faria ali uma mudança tática importante. O Galo saiu do 4-2-3-1 e se alinhou em um 4-1-4-1. Ainda sem tempo para saber se a mudança surtiria ou não efeito, em um lance bastante confuso para dizer o mínimo, Lucas Pratto foi empurrado dentro da área (lance similar ao empurrão de Fabrício no mesmo Pratto, no clássico mineiro), o apitador muito próximo do lance apontou para a marca da cal. O próprio Pratto em uma cobrança de manual diminuiria a desvantagem – 3x2.

Com o objetivo de dar mais consistência ao meio campo Aguirre promoveu uma nova alteração - Carlos Cesar substituiu Robinho (que pouco acrescentou enquanto esteve em campo). O cortejo na sequência ficou extremamente truncado, o Atlético não sofria tanto defensivamente, no entanto o ataque também não funcionava - recorrendo aos chutes de fora da área e as bolas alçadas como armas....sem sucesso.

Nada mais digno de nota aconteceu, e o Atlético perdeu seu primeiro jogo na Copa. Algo que sabíamos que mais cedo ou mais tarde acabaria acontecendo. Coletivamente foi a pior partida do Galo na temporada, um time desarticulado tanto no ataque quanto na defesa. Os jogadores não se adaptaram ao campo, e ao tipo de jogo imposto pelo adversário. Erros fatais em uma competição tão acirrada.

Portanto massa mais vibrante desse Brasil, a derrota foi merecida. O adversário foi claramente superior, em um jogo com um Galo sem inspiração. Simplesmente não funcionou.

Vexame: Paraná empata em Sergipe

Em atuação fraca, Paraná arrancou empate no final em Sergipe.

Nessa quarta feira (6), o Paraná Clube fez a sua estreia na Copa do Brasil 2016 diante do Estanciano-SE. Praticamente classificado para as semifinais do Paranaense, o Tricolor foi com força máxima visando à eliminação do jogo de volta. O Estanciano, já sem chances no estadual e eliminado da Copa do Nordeste, vinha de dez jogos sem vencer e tinha que dar a vida se quisesse alongar seu calendário no ano.

Time paranista na estreia da competição. Foto: Rádio Banda B
O JOGO

O time paranista não conseguiu se encaixar e, devagarzinho, o Estanciano começava a levar perigo ao gol de Marcos. Não demorou muito para Gabriel bater de fora e abrir o placar para o time da casa. A única "chance" Tricolor saiu dos pés de Anderson Uchoa, também batendo de fora, mas para fora. 1x0 no 1º tempo.

O segundo tempo não mudou muito, o Paraná não encaixava e o Estanciano era quem tentava jogar. Júnior Mandacaru era o responsável pelas principais jogadas do time sergipano, enquanto o Tricolor tinha as bolas paradas como sua principal arma.

E foi pelo alto que o time paranista conseguiu o empate. Já aos 48’ do segundo tempo, em bola alçada na área, Lucio Flavio acertou a trave e Zé Roberto conferiu no rebote, marcando seu segundo gol em dois jogos.

Curiosidade: O Paraná só conseguiu eliminar o jogo de volta em duas oportunidades: em 1998, contra o Fluminense, e em 2002, contra o Bragantino. Com o empate, o Tricolor joga por um 0x0 no jogo de volta (21/04).

FICHA TÉCNICA

Estanciano: Jerfesson; Daniel, Emerson, Everton e Elton; Deivid, Koffi (Eduardo) e Gabriel (Cosme); Warlei, Gil Paraíba e Júnior Mandacaru (Nigéria)

Paraná: Marcos; Nei, Alisson (Demerson), Zé Roberto e Fernandes; Jean (Lucas Otávio), Uchoa, Nadson e Valber; Robson (Rafael Carioca) e Lucio Flavio

Gols: Gabriel 19’/1ºT (EST); Zé Roberto 48’/2ºT (PRC)
Cartão amarelo: Emerson, Koffi, Gabriel e Cosme (EST); Demerson, Jean e Rafael Carioca (PRC)

PRÓXIMO JOGO

O Tricolor já volta a campo no domingo, quando enfrenta o Foz do Iguaçu no segundo jogo das quartas de final do Campeonato Paranaense, na Vila Capanema. Novamente a partida está marcada para às 11h, o que gerou muita revolta, principalmente de Claudinei Oliveira.

Apesar de ter saído no começo do primeiro tempo, Alisson não deve ser desfalque se o treinador decidir escalar o que tem de melhor. Com a classificação na mão, eu escalaria um time alternativo.

Provável Paraná: Marcos, Nei, Alisson, Zé Roberto e Fernandes; Jean, Uchoa, Nadson e Valber; Robson e Lucio Flavio
OU
Wendell; Dick, Demerson, Basso e Rafael Carioca; Zé Vitor (Eliton), Lucas Otávio, Vilela e Lucas Pará; Yan Philippe e Toni

Fellipe Vicentini | @_FellipeS
#PRaCima
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