A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Ainda vivo: De virada, Guarani de Palhoça derrota Brusque


Na noite desta sexta-feira (08), o Guarani de Palhoça recebeu a equipe do Brusque no Estádio Renato Silveira, na cidade de Palhoça. Em jogo cheio de gols, o Guarani em sua superação, venceu de virada pelo placar de 4x2 após estar perdendo por 2x0.

Um jogo isolado, numa sexta-feira à noite, com estádio quase vazio. Não vai dar em nada, jogo chato né!? Não foi isso que vimos hoje em Palhoça. A partida, sim, valia muita coisa. O Guarani tentava ainda se manter vivo na luta contra o rebaixamento; já o Brusque com uma simples vitória se garantiria na Série D deste ano e encaminharia a sua ida à Copa do Brasil 2017.

A partida começou com as duas equipes se estudando, mas logo aos 9 minutos a bola bateu na mão de Kaique dentro da área e Sandro Meira Ricci marcou pênalti para o Brusque. Na cobrança, Assis bateu bem e abriu o placar. Aos 20', Capa cruzou da esquerda, Hélio Paraíba subiu e cabeceou para fora. Aos 32', Capa cruzou novamente e, mais uma vez, Hélio Paraíba cabeceou com perigo à meta de João Ovelha. Aos 43', Assis saiu em velocidade pelo lado direito, fez o toque para Paulinho que estava completamente livre. Ele fez o passe para Eliomar que na saída de Thiago Rodrigues botou para o fundo das redes, ampliando para o Brusque. Mas, logo aos 46', no finalzinho da primeira etapa, o Guarani viria a descontar. Capa cobrou falta na área e o zagueiro Vagno cabeceou forte para tirar o Bugre do zero.

Na segunda etapa, o Guarani veio melhor armado pelo técnico Sergio Ramirez, e tentava muitas bolas aéreas, porém sem sucesso algum. Aos 26', Carlos Alberto, do Brusque, recebeu sozinho e chutou para fora, quase o terceiro dos brusquenses. Logo um minuto depois, o Guarani chegaria ao empate com Marquinhos, que chutou forte e marcou para os palhocenses. Aos 37’, Naldinho que acabara de entrar, virou o jogo para o Guarani e fez a pequena torcida do Bugre começar a festa no Renatão. Aos 39', Hélio Paraíba recebeu na marca penal praticamente sem goleiro e perdeu o que seria o quarto gol bugrino. Mas calma, o quarto viria logo. Aos 41', falha da zaga do Brusque, o lateral Capa aproveitou e colocou números finais no placar em Palhoça.

Uma grande vitória do Guarani de Palhoça, que chegou aos 14 pontos na classificação geral - dois a menos que o Metropolitano, o primeiro fora da zona - e, sim, o Bugre ainda vive neste campeonato. Agora torce nesta rodada pelas derrotas de Camboriú (vs. Criciúma), Metropolitano (vs. Chapecoense) e Avaí (vs. Figueirense). Difícil o clube palhocense escapar do descenso? Sim, mas já esteve em situação muito pior.

Ficha Técnica - Guarani de Palhoça 4x2 Brusque

Data: Sexta-feira, 08 de abril de 2016
Horário: 20h (horário de Brasília)
Local: Estádio Renato Silveira, Palhoça, SC
Público e renda: 250 pagantes; 259 presentes; renda de R$ 3.230,00
Arbitragem: Sandro Meira Ricci (SC); Carlos Berkenbrock (SC); Eli Alves (SC)
Cartões amarelos: Willyan e Luiz Henrique (GUA): Alemão e Ruan (BRU)
Gols: Vagno, Marquinhos, Naldinho e Capa (GUA): Assis e Eliomar (BRU)

Guarani de Palhoça: Thiago Rodrigues, Kaique, Willyan, Vagno, Capa; Jackson, Adriel, Ernesto (Marquinhos), Alex Maranhão (Luiz Henrique); Cecel (Naldinho) Hélio Paraíba | Técnico: Sergio Ramirez

Brusque: João Paulo, Alemão, Cleyton, Maurício, Adãozinho; Mineiro, Ruan, Carlos Alberto (Eydison), Paulinho, Assis; Eliomar | Técnico: Mauro Ovelha

Patrick Silva | @figueiradepre

Estreia com derrota na Copa do Brasil: fim do mundo?

A expectativa da torcida do Goiás para o confronto de estreia do time na Copa do Brasil contra o River do Piauí era grande, porém, acabou de uma forma nada agradável, provocando a famosa "desconfiança" em boa parte dos torcedores, que já começam com as opiniões sem fundamentos dizendo que o time é horroroso, que Enderson já tem de ser demitido. Esse é o momento que não dá para ficar discutindo muito, mas prova que a torcida esmeraldina, em bom número, joga a toalha muito fácil e só criticou vendo o resultado do jogo, mas não analisou a partida em si.

Goiás pressionou mais foi derrota pelo River em Teresina. Foto: Globo Esporte.
Como já tinha dito antes em outro post: o placar não foi justo, pois não foi o que a partida mostrou. O River atacava pouco e seus melhores momentos foram apenas no início do primeiro tempo, em que as jogadas saiam nos pés de Júnior Xuxa e Vanderlei. De resto, apenas mandavam bola na área e esperavam um lance de sorte acontecer. E não é que aconteceu? Com o gol contra de Felipe Macedo, que já estava estranhando não ter feito nenhuma besteira esse ano, o River pulou na frente do placar e, dessa forma, fez com que o Goiás avançasse mais ao ataque e melhorasse no jogo, tanto que no final do primeiro tempo a pressão foi enorme e Carlos Eduardo conseguiu empatar.

E no segundo tempo? Só deu Goiás. Pressionamos muito e deixamos o time do Piauí recuado e rezando para não sofrer mais um gol. Só tínhamos que tomar cuidado para não fazermos uma besteira em um contra-ataque. Pois bem, Jhonatan fez. Um pênalti bobo, que deixou o River na frente do placar novamente. Agora, reflitam a forma que tomamos os gols. Esse jogo deu tudo errado por erros individuais de alguns jogadores. Erros esses, que acontecem em qualquer clube e com qualquer um, por isso eu digo: o Goiás tem sim seus problemas no elenco, mas não significa que tem de haver uma mudança radical com um desmanche para a Série B, troca de treinador e diretor de futebol, como estavam pedindo alguns torcedores que se dizem "coerentes". Teve gente que até perguntou onde estava a Arena que o Goiás prometeu fazer. Talvez eles pensem que montar uma arena é tipo brincar de "LEGO", que você faz uma construção em poucos minutos com seu sobrinho numa festinha de criança, porque não é possível um questionamento desses.

Enderson errou na escalação ontem? Pra mim, só errou em escalar o Cléo, que já tem sua quarta partida como titular, não balançou as redes ainda e não anda sendo a nossa esperança de gols como queríamos que fosse e como veio pra ser. Enderson disse que a bola não está chegando nele em entrevista coletiva após o jogo de ontem (estava nervoso como de costume), e se formos parar pra ver, ele até tem certa razão. O Goiás anda insistindo muito em jogadas de cruzamentos, mas ainda não conseguiu sequer um gol com uma jogada de escanteio. A maior parte dos gols sai em jogadas trabalhadas no meio de campo, normalmente com Patrick, Ramires, Wagner e Carlos. Juninho é o único lateral que está conseguindo armar bons lances também.

Cléo teve mais uma atuação apagada. Hora de ir pro banco? Foto: Globo Esporte.
Então o que falta? Falta o nosso comandante treinar mais as jogadas de bola aérea, pois até mesmo o meio de campo ainda sendo o ponto mais forte do Goiás, sem o Daniel Carvalho fica enfraquecido. Sabemos que ele faz uma falta danada e o conforto é saber que ele volta para as semifinais (finalmente), mas se formos pra insistir nessas mesmas jogadas de escanteio, então que tenha um treinamento intensivo disso, pois como o próprio Enderson disse: "a bola não está chegando". Minha conclusão sobre o Cléo é que ele deveria ir para o banco e ver se faz a diferença quando entrar no decorrer do jogo, como o Rafhael Lucas fez contra o Itumbiara, e usar ele como um cara que pode aproveitar esses lances aéreos, pois ele parece ser o único que consegue cabecear nesse time. É o que mais tem mostrado isso, apesar de não ter marcado.

Enderson não errou nem nas alterações. Mesmo que elas não tenham tido o efeito esperado, as melhores opções de banco que nós tínhamos entraram em campo. Não é hora de crucificar nosso treinador. Já pensou o desânimo e a insatisfação do elenco ao saber que o Enderson foi demitido por uma derrota comum? Sim, derrota comum! A Copa do Brasil está cada vez mais disputada e complicada, já que os times "pequenos", ou seja, os que jogam em casa no primeiro jogo com chances de eliminação prematura, dão o sangue em campo e dificultam para os grandes, tanto que só dois times conseguiram eliminar o jogo de volta nessa edição da Copa do Brasil até o momento. Não está difícil apenas para o Goiás, e se duvida, pergunta lá no posto Ypiranga.

Precisamos levantar a cabeça e esperar que o time se resolva em campo. É claro que queremos e precisamos de mais reforços e acredito que bons nomes virão para a Série B, mas não critiquem o time dizendo que não iremos subir de jeito nenhum com esse elenco, pois em 2012, boa parte da torcida fazia a mesma coisa, e o final nós já sabemos.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Eliminado na Copa Verde, Vila agora pensa no Goianão

Na noite desta quinta-feira (7), o torcedor vilanovense não teve o prazer de deitar e dormir sossegado. O Vila Nova empatou pelo placar de 0x0 contra a equipe do Gama no Bezerrão, em Brasília, e está eliminado da Copa Verde.

Foto / Vila Nova Futebol Clube
O novo empate na partida entre Vila e Gama deixou o torcedor apreensivo. Os vilanovenses viveram de novo a experiência de 2015, em que o Tigre bateu nas penalidades o Brasil de Pelotas, no Serra Dourada. Mas, na noite de ontem, o clube não teve a mesma sorte e acabou sendo eliminado pela equipe da casa.

Eliminação que deixou o torcedor com um sabor de quero mais, o clube prometeu e não conseguiu. O jogador que era pra decidir vacilou e a torcida não perdoou, chegando a pedir a cabeça do artilheiro do time. Afinal, o barato pode ter saído caro. O Vila optou por jogar dois campeonatos no mesmo semestre, e o desgaste pode prejudicar o colorado na sequência do Goianão 2016.

Já são vários jogadores no DM, e um dos principais, o goleiro Edson, sofreu lesão e ainda segue de fora da equipe titular. O zagueiro Vinícius Simon se machucou, se recuperou e na noite de ontem voltou a sentir, sendo até substituído na etapa final da partida diante do Gama.

O torcedor fica se perguntando, será que ficou caro disputar a Copa Verde? Claro que não, isso serve de aprendizado. O clube sabe até onde pode ir. O Vila provou que pode ir além, não vai desistir. E uma coisa é certa: o Vila pode ir seja lá onde for que seu torcedor vai sempre te acompanhar. A vitória é consequência do trabalho feito, mas a derrota sempre vai acontecer.

Foto / Vila Nova Futebol Clube
Para um clube de futebol do tamanho do Vila Nova, nada está perdido. Em 2014 deixaram o time na lama, em divisões que torcedor nenhum queria ver seu time. Não desistiu, uma mera eliminação não é nada perto do que o Vila é sua torcida já passou. Nada de desistir agora, o elenco ainda tem dez dias para colocar a cabeça no lugar para entrar focado na semifinal do Campeonato Goiano.

Tudo para o Vila é mais sofrido. E, como costuma falar seu torcedor, "se não for sofrido não é Vila Nova". Seu objetivo principal agora é conquistar um feito que o clube não consegue há 12 anos, que é ir a final do estadual. Não tem nada definido ainda, mas a equipe sabe das dificuldades pelo caminho. No domingo (10), o colorado folga na rodada, mas aguarda a decisão de seu adversário nas semi.

A equipe deve tirar lições da eliminação para chegar às finais do estadual.

O Milan não voltará a ser Milan tão cedo

Desde 2012, quando o Milan acertou a venda de Zlatan Ibrahimović e Thiago Silva, ambos para o PSG, a squadra più forte nunca foi mais campeã, com um bônus de apenas uma ida a competições europeias e uma décima colocação, a pior da era Berlusconi.

As peças de reposição foram pífias e a qualidade do elenco caiu de rendimento. Após todos esses absurdos, de uma sequência de treinadores fracos (Allegri evoluiu muito na Juventus, mas quando ainda no Milan era tão fraco quanto o Mihajlovic), além do clube, os torcedores ou simpatizantes do Milan perceberam que iriam sofrer com outra questão: Redes sociais e transmissões.

Toda partida do Milan, não importa onde transmitida, temos que ouvir as mesmas frases: "Saudade do Milan do Maldini, Nesta, Stam, Pirlo, (insira jogadores de 2002 até 2007 aqui)"; "Quem viu Seedorf com a 10 do Milan não pode aceitar o Honda com o mesmo número". 

Getty Images

No momento que o Milan vive, temos que aceitar que o clube repôs Ibrahimović com Matri, e Thiago Silva com Zapata e seguir em frente. Temos no momento a venda do Milan, que é questão de preço, quem compra e quando será oficial. Um possível novo inferno para o diabo (aka. construção de novo estádio). E não temos nada sobre isso. Apenas velhos papos sobre o Milan de 92/03/07, que, aceitem, não voltará cedo.

Claro, o futuro é muito promissor, já que o Milan tem uma das melhores safras do Primavera em mãos como Donnarumma, Calabria, Mastalli, Di Molfetta e ainda a contratação de jovens jogadores como Jose Mauri, Romagnoli, Niang (já implantados no elenco).

O Milan de 1992, 2003, 2007 faz parte no momento da nossa história. Aclamar por eles nesse momento mais atrapalha do que ajuda. E, como já diz nosso hino: con il milan nel cuore nel profondo dell'anima. Forza.

Por: @acm_vinicius

Arsenal: Wenger tem retornos importantes para reta final da temporada

O técnico Arsène Wenger escalou Jack Wilshere e Tomás Rosicky na equipe Sub21 do Arsenal. O duelo contra o Newcastle serviu para que os meias adquirisem ritmo de jogo após longo período afastados por lesão.

Jack Wilshere atuou pelo time Sub21 na sexta-feira (08). Foto: ArsenalPics.com
Wilshere não atuava desde a Emirates Cup, no último verão. Rosicky estava fora desde janeiro, quando se lesionou na partida diante do Burnley. Para o duelo diante do West Ham, no próximo sábado (09), Wenger tem três importantes retornos para o time principal.

Os meias Aaron Ramsey e Mathieu Flamini devem ficar à disposição depois de uma breve recuperação de lesões na coxa e no tendão, respectivamente. Petr Cech pode voltar ao time titular depois de ficar no banco diante do Watford, na ultima rodada.

Wenger falou da possibilidade de título, cada vez mais difícil, mas também ressaltou que precisa ficar de olho no grupo que vem atrás, pensando na vaga para a próxima Liga dos Campeões:

"Enquanto matematicamente for possível, há uma forte possibilidade (de título). Nós não olhamos só para frente, olhamos atrás de nós também, porque estamos sendo perseguidos por um grupo de equipes que podem tornar as coisas difíceis para nós (na briga pela vaga na Liga dos Campeões)" comentou o técnico francês.

O Arsenal ocupa a terceira colocação na Premier League com 58 pontos, quatro pontos à frente do Manchester City e há 11 pontos do líder, Leicester. O próximo confronto é o derby londrino contra West Ham, no sábado, às 8h45, no Boleyn Ground. 

La Máquina Verde: A grande sensação da América do Sul

Parodiando o funkeiro MC Sapão “Que batida é essa, que na Liberta é sensação? É claro que o Verdão, oh meu irmão”. Mas este verdão que me refiro, não é o alviverde do extinto Palestra Itália, e sim, este gigante do futebol colombiano que vem causando terremotos intensos, na escala Richter, no Grupo 4 da Libertadores.

Equipe em partida contra o Sporting Cristal, no Atanásio Giradot
O Atlético Nacional se tornou a sensação desta edição de 2016. Alguns comentaristas brasileiros, especializados na competição continental, já apontavam a equipe como uma das candidatas à surpresa deste ano, mas talvez não imaginassem que La Verdolaga apresentasse o melhor futebol até o momento.  12 pontos conquistados, 11 gols feitos, zero gols sofridos, contra equipes que detém de boa tradição no cenário Sul-americano, como Peñarol e o Sporting Cristal, e o vice-campeão da última edição da Copa Sul-americana, o Huracán, o mesmo vem jogando um futebol  de saltar aos olhos de qualquer amante do esporte e, porque não, lembrando os melhores tempos da equipe em edições históricas, como 1989 e 1995.

Victor Aristizabal e René Higuita, na partida de despedida do atacante
Pode ser que este time não tenha os mesmos jogadores folclóricos de outra época, como o goleiro René Higuita e os atacantes Faustino Asprilla, Victor Aristizábal e Juan Pablo Angel, mas tem uma equipe muito qualificada, que mescla jogadores jovens de talento com a experiência de jogadores com alguma experiência internacional. Podemos citar aqui, o primeiro destaque para a chegada do treinador Reinaldo Rueda, vindo de duas Copas do Mundo disputadas por Honduras (2010) e Equador (2014), embora de campanhas sem sucesso, mas que o coloca no hall de treinadores que estiveram no maior torneio do esporte. Outro nome que merece levar um destaque gigante é do atacante Victor Ibarbo, de breve passagem pelo futebol italiano (Cagliari e Roma) e pelo Watford (Inglaterra) antes de regressar ao seu clube de origem (isso com ainda 25 anos). Outro jogador que merece destaque é o atacante Marlos Moreno, de 19 anos e que vem fazendo uma competição espetacular.

Marlos Moreno, destaque da equipe na Libetadores
Mas não é de alguns talentos que se monta uma grande equipe. O futebol altamente ofensivo, técnico e de muita velocidade, aliado a uma marcação forte, bom posicionamento e um toque de bola envolvente torna esta equipe como um dos grandes candidatos a levantar o caneco desta edição. Para quem pode acompanhar os quatro primeiros jogos de La Verdolaga percebeu como a mesma realiza uma marcação muito forte no meio campo, sem dar espaço de jogo para os seus adversários e sem correr muitos riscos defensivos. Destaque nesta linha de meio campo vai para os volantes Alexánder Mejia e Sebastián Pérez, além da alternância do meia Guerra, da seleção venezuelana. Esta trinca de meia é responsável por grande parte dos desarmes e pelo toque de bola qualificado que chega ao trio de ataque, Victor Ibarbo, Marlos Moreno e Jonathan Copete, que vem aniquilando as defesas adversárias.

A defesa não fica pra trás nesta equipe, já que conta com o ótimo goleiro argentino Franco Armani e o excelente lateral direito Daniel Bocanegra, jogador de ótimo passe, muita velocidade e de uma participação no ataque bem decisiva, com bola parada e chutes de fora da área, lembrando um pouco o futebol do histórico paraguaio “Chic” Arce. O trabalho coletivo tem feito a diferença tanto na competição mais importante do continente, quanto no disputadíssimo Campeonato Colombiano, onde o mesmo segue líder do Clausura da Liga Postobón, mas recebe a concorrência direta de times de muita camisa como o Junior Barranquilla (2º), Independiente Santa Fé (4º), Deportivo Cali (7º) e o Independiente Medellin (8º).

Victor Ibarbo, contratado por empréstimo nesta temporada
Vale ressaltar que o sucesso da equipe nestas duas competições de inicio de ano, se deve principalmente pelo ótimo trabalho do treinador, que vem promovendo um rodízio de jogos para cada jogador onde o time consegue conciliar os jogos do seu campeonato local e as viagens com partidas mais difíceis. Isso explica as grandes vitórias em solo argentino e uruguaio. Nas últimas duas rodadas do colombiano, La Máquina Verde mandou um sonoro 7X0 no Atletico Bucaramanga e um 4X1 em cima do Fortaleza, ambos no Atanasio Giradot. A próxima partida do time alviverde será um derby de líderes contra o Junior Barranquilla, fora de casa, antes da partida de terça feira, em Lima, contra o Sporting Cristal, que pode lhe garantir a 1ª colocação geral da competição e dar-lhe o direito de decidir todos os mata-mata em casa, o que pode ser muito vantajoso para uma equipe de muita consistência.

Veremos os próximos jogos para ver se este Atlético Nacional será capaz de manter este futebol em autonível e postular por uma conquista internacional, trazendo a Libertadores para casa após 27 anos e de volta para o território colombiano após 12 anos.

Por Marcos Paulo Fernandes Alves

Fabinho marca na etapa final e garante vantagem ao Paysandu

(Foto: @Paysandu)
Na noite de ontem (07), o Paysandu voltou a jogar pela Copa Verde. O adversário da vez era o Rio Branco, clube que estava invicto no ano, em jogos oficiais (já que no único jogo que perdeu, foi invalidado, pois o adversário usou jogador irregular), até então. Num jogo apático para os donos da casa, o alviazul conseguiu achar espaço numa defesa forte e quebrou a invencibilidade do clube acreano, ganhando vantagem para o jogo da volta.

O JOGO

(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
No primeiro tempo quase não existiram oportunidades para ambas as equipes, apesar de o Paysandu conseguir manter a bola consigo durante a maioria do tempo, o clube não conseguia armar bem as jogadas, nem chegar com grandes chances ao gol. A oportunidade mais clara só saiu aos 19’, quando Cearense saiu frente a frente com o goleiro Babau que fez grande defesa e salvou o Estrelão. O Rio Branco começou a tentar explorar os contra-ataques, Lucas Goiano apareceu aos 30’, levando perigo ao alviazul, mas acabou adiantando a bola demais e o lance não deu em nada. Logo depois, Bruno Smith arriscou de longe, mas o goleiro do alvirrubro apareceu rapidamente para fazer a defesa. O mandante pressionou até o final do primeiro tempo, mas errou muitos passes, o que prejudicou bastante a equipe.

Exato momento do chute de Fabinho para o gol (Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
No segundo tempo, Dado tirou Marquinho e colocou o meia Jhon César (que participou do seu primeiro jogo oficial no ano). O Rio Branco também mexeu, saiu Roberto Dinamite e entrou Romarinho. Na etapa final, os problemas que o Paysandu teve na primeira permaneceram. O clube via muita dificuldade para furar a defesa do adversário. Aos 12’ Ley fez falta em Fabinho Alves, na cobrança, Bruno Smith nem levou perigo para Babau. Logo depois, outra falta muito perto da área foi marcada e o goleiro Emerson foi bater, o jogador acabou pegando mal demais na bola e ela foi para fora. Aos 24’ Leandro Cearense que apareceu pela primeira vez no segundo tempo recebeu e de cara a cara com o goleiro mandou para longe do gol. Passados seis minutos, Rafael Tanque aproveitou cruzamento de Tartá e mandou para o gol, mas a bola acabou saindo. Aos 35’ Wanderson tocou para Fabinho e, dentro da área, o atacante do Papão não desperdiçou, a bola bateu na trave e entrou. O estrelão ainda tentou o empate, mas o placar final foi esse: Paysandu 1x0 Rio Branco.

Palavra da colunista: Time apático, jogo feio de se assistir. É o que podemos falar de Paysandu x Rio Branco. Poucos conseguiram se sair bem, ir contra o que a maior parte fez. Vimos um Leandro Cearense sumido em campo, talvez porque sabia que Betinho não estaria no banco para substituí-lo. Estava tão parado que até a estátua do Quarentinha se movimentou mais que ele. Já Bruno Smith, mais uma vez provou que não tem condições nenhuma de ser titular e muito menos de jogar um jogo inteiro, é de arder os olhos a atuação do “meia”. Marquinho ganhou uma oportunidade e acabou se queimando com a torcida, não se saiu bem e acabou sendo substituído no intervalo. Roniery, ou Avenida Roniery, não marcou nem consulta. Fabinho Alves foi o melhor do jogo e não só pelo gol, foi ele quem fez a maioria das jogadas e foi quem tentou chegar mais vezes. Capanema não repetiu sua última atuação e jogou como estamos acostumados a vê-lo jogar, desarmando e tocando curto, mas de forma efetiva desta vez. Já Augusto Recife não acompanhou o companheiro de equipe e de posição e mais uma vez jogou mal, errou passes curtos e até ajudou o Rio Branco a contra-atacar. Já é inaceitável tê-lo como titular, como titular e capitão são ainda pior. E claro, não poderia esquecer-se de Dado, que queimou Marquinho e deixou Bruno Smith jogar os mais de 90 minutos, ou melhor, tentar jogar. Mesmo quando poderia ter feito à substituição no segundo tempo, o nosso técnico resolveu trocar o lateral (que não estava sentindo nada) por outro, que joga praticamente do mesmo jeito. Sei que o treinador é inteligente e espero que logo volte a mostrar isso, porque tem pecado bastante e visto a torcida perder a paciência com ele.

Próximo jogo: O Paysandu enfrenta o Águia de Marabá no Zinho de Oliveira, às 16h00 do domingo (10). Já na Copa Verde, a decisão da segunda fase será no dia 14 (quinta-feira), às 22h30 no horário de Brasília (20h30 no Acre).

FICHA TÉCNICA:
Paysandu: Emerson, Roniery (Crystian), Fernando Lombardi, Pablo, Lucas, Ricardo Capanema (Wanderson), Augusto Recife, Bruno Smith, Marquinho (John Cesar), Fabinho Alves e Leandro Cearense. Técnico: Dado Cavalcanti.

Rio Branco-AC: Babau, Cácio, Erick, Tiago Indio (Tarta), Ley, Paulinho Pitbull, Roberto Dinamite (Romarinho), Delciney (Neném), Emerson Martins, Lucas Goiano e Rafael Tanque. Técnico: João Carlos Cavalo.

Arbitragem: Savio Pereira Sampaio, Lehi Sousa Silva e Leila Naiara Moreira da Cruz.
Cartões amarelos: (PSC) Roniery, Lucas, Pablo e Bruno Smith.  (RIO) Roberto Dinamite, Ley e Tarta.
Cartão vermelho: Fernando Pompeu (goleiro reserva do Rio Branco).
Público total: 10.614

@_cassiagouvea

Leão nas semifinais da Copa Verde


Na noite da quarta feira passada, o Remo enfrentou o Nacional no Estádio Olímpico do Pará valendo a vaga para as semifinais da Copa Verde. O jogo foi equilibrado e o Leão azul conseguiu vencer por um a zero, com gol de Eduardo Ramos. O Remo aguarda o adversário que sairá no próximo jogo entre Paysandu e Rio Branco–AC. Lembrando que tivemos um RexPa no domingo passado pelo Campeonato Paraense. Apesar de o jogo terminar empatado, o Remo se complicou bastante agora na competição com este resultado.

No primeiro tempo o Remo não parecia ser o dono da casa. O time mostrava apatia e com isso o Nacional investiu nas tentativas de chegar à pequena, porém sem muita precisão. Os times estavam equilibrados no jogo e isso foi notório nos primeiros minutos com muito passe de bola no meio de campo. Aos 15 minutos, Welthon largou um chutaço e foi o primeiro susto do jogo.

Aos 30 minutos, Luiz Carlos pintou uma nova chance para o Remo arriscando de longe. O chute assustou e no rebote, Welthon trocou passe com Eduardo Ramos que finalizou mal. Ainda pressionando, Levy aos 40 cruzou para Roberto e a bola escapou e tocou em Eduardo Ramos, que marcou “sem querer querendo” e abriu o placar no Mangueirão.

No segundo tempo o jogo caiu um pouco de rendimento. As chances de gol foram poucas e as equipes não criavam muito. Aos 11 minutos Welthon chegou a assustar novamente, mas seu chute parou nas mãos do goleiro do Nacional. Aos 34 minutos o Nacional teve a chance do empate com Rafael Silva que desperdiçou.

Fonte: ASCOM Clube do Remo
REMO
Fernando Henrique; Levy, Ítalo, Henrique e Murilo; Yuri, Chicão e Eduardo Ramos; Ciro, Luiz Carlos e Welthon.
SUPLENTES
Douglas Borges, Igor João, Michel, Alisson, Edicleber, Silvio e João Victor

NACIONAL –AM
Roberto; Osvaldir, Fabiano, Roberto Dias e Radar; Cal, Osmar, Sandrinho e Álvaro; Tiago Verçosa e Max William.
SUPLENTES
Thiago Régis, Edson Rocha, Nego, Tressor, Hércules, Rafael Silva e Hugo.

PRÓXIMO JOGO

O Remo enfrenta o São Raimundo, domingo 10, pela última rodada do segundo turno do Campeonato Paraense.

E a estreia na Copa do Brasil diante do Vasco será na próxima quarta-feira, dia 13.

Texto por: @Angel_Caldeira
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana