A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Ceará: Eliminação do Estadual e mudanças

Após a desclassificação no Campeonato Cearense, o elenco do Ceará recebeu folga nesta segunda-feira (11), mas o dia da diretoria foi muito movimentado. Robinson, presidente do clube, veio a público, às 17h, para oficializar aquilo que já era sabido mais cedo: dispensas, demissões e novidades. 


Elenco:

Sete jogadores foram dispensados hoje do alvinegro, são eles:
Zagueiros: Thiago Carvalho, Raul e Carlão
Laterais: Fernandinho e Robertinho
Volante: Jhonnatan
Meia: Bianccuchi.

Os sete jogadores eram bastante criticados pela torcida. Raul fez somente uma ou duas partidas pelo Ceará, mas não agradou a ninguém. Thiago Carvalho por tempos fez parceria com Charles, mas também não agradou. E Carlão, que é volante de ofício, mas no 
início do ano foi convencido pelo técnico Lisca que era zagueiro.

Fernandinho era titular da lateral esquerda, mas as más atuações em sequência resultaram na negatividade com o torcedor. O Ceará tinha somente o garoto da base Sanches para fazer "sombra" ao Fernandinho, mas, por causa das competições impostantes que o alvinegro vinha disputando, os treinadores (Lisca e o interino Christian) não utilizaram-no. 


Jhonnatan e Bianccuchi não mostraram absolutamente nada. Jhonnatan teve, inclusive, mais tempo em campo para mostrar alguma coisa, mas não teve um bom futebol que teve no Paysandu em 2015. O argentino lento e sem diferencial nenhum teve que amargar o banco por muito tempo.


Diretoria:

Haroldo Martins e Pastana também foram demitidos de suas funções. As péssimas contratações e indicações resultaram na torcida se manifestando contra ambos. Em minha avaliação, Haroldo poderia voltar para o setor jurídico, já que lá é seu lugar. Pastana deveria ter sido demitido mesmo, tem um currículo ruim de contratações.

Novidades:

A novidade ficou por conta da contratação de Sérgio Soares. O técnico foi apresentado hoje na sala de imprensa pelo presidente.

O Ceará só volta a campo no dia 27/04, quando enfrenta o Resende pelo jogo de volta da Copa do Brasil. Com a desclassificação da semifinal do Cearense, naturalmente o Vovô perde a vaga da Copa do Nordeste 2017, algo inimaginável por qualquer pessoa. O prejuízo só se resolverá com um acesso a Série A, caso contrário, o time terá grandes dificuldades no próximo ano.

Empate, classificação e lista de dispensáveis só aumenta

Santa Cruz começa na frente, mas acaba sedendo o empate por 1 a 1, que serviu para cumprir com a obrigação de se classificar para as semifinais do estadual.

Foto: Guga Matos/JC Imagem.
Santa Cruz segue sem vencer clássicos locais na temporada / JC IMAGENS
Limitações claras principalmente nas lateiras, meio de campo pouco produtivo, defesa insegura e ataque perdendo chances claras. Estes são fatores que somados deixam claro que, quando essas competições de primeiro semestre acabarem, a reformulação do elenco é necessária, pois a lista de dispensa é enorme. O placar necessário e tropeço do América foram os resultados que levaram o Santa Cruz para as semifinais do estadual.

O jogo foi bastante movimentado, com chances para os dois lados. P Santa Cruz partiu para o ataque logo no início do jogo e chegou a criar várias oportunidades, que eram bem respondidas nos contra-ataques cedidos. O  gol só veio sair aos 32 minutos do primeiro tempo, uma ótima jogada de Grafite pelo meio, que  encontrou Keno na grande área, o atacante ganhou na velocidade dos defensores e abriu o placar. Foi o sexto gol do jogador na temporada, que se isola na artilharia do clube. 

No segundo tempo, vem a infelicidade e a falta de sorte. Quando fase não é boa, até gol contra o cidadão faz. Grafite, aos 10 minutos do segundo tempo, jogou contra seu próprio patrimônio na tentativa de desviar uma cobrança de escanteio, fazendo assim o gol de empate.
Os ânimos sempre se alteram em clássicos / JC IMAGENS 
Com o resultado de empate, o Santa Cruz avança com "tranquilidade", na quarta colocação,  com apenas DUAS vitórias (AMÉRICA E CENTRAL) e cinco empates, somando onze pontos, contra sete do América, que perdeu para o Central. As semifinais serão contra o Náutico, tendo a primeira partida no Arruda e a segunda na Arena Pernambuco.

Gols do Jogo: 



FICHA DO JOGO: SANTA CRUZ 1 X 1 SPORT RECIFE

Campeonato: Pernambucano/ 2º Turno / 2ª Fase
Data: 10/04/2016
Hora: 16:00
Local: Recife (PE)
Estádio: Arruda
Árbitro: Gleydson Leite (PE)
Auxiliares: Elan Vieira e Albert Júnior (ambos de PE)
Público: 16.377
Renda: R$ 296.970,00
Santa Cruz
Escalação: Tiago Cardoso; Vítor, Neris, Danny Morais e Allan Vieira; Uillian Correia, João Paulo e Lelê (Daniel Costa); Arthur (Wallyson), Grafite e Keno (Wellington Cézar)
Técnico: Milton Mendes
Gols: Keno
Cartões Amarelos: Keno
Sport Recife
Escalação: Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Oswaldo Henríquez, Durval e Christianno; Serginho, Ronaldo (Neto Moura), Luiz Antônio, Everton Felipe (Maicon) e Mark González (Fábio); Vinícius Araújo.
Técnico: Thiago Gomes (auxiliar)
Gols: Grafite (contra)
Cartões Amarelos: Serginho e Ronaldo


Bocão || @_SiilvaSCFC
#VAMOSANTA

Náutico vence e termina na liderança do hexagonal do título

Na tarde deste domingo (10), o timbu foi até o sertão enfrentar o Salgueiro, no Cornélio de Barros, em um jogo importante e dificílimo, pois o Carcará ainda não havia perdido dentro de casa. Porém, com gols de Thiago Santana e Esquerdinha, o Náutico venceu e terminou na primeira colocação, podendo decidir a semi e uma possível final na Arena.

Timbu vence por 2x0 e o grupo comemora
O primeiro tempo começou equilibrado, ambas as esquipes estavam marcando bem e sendo ofensivos. Os dois times buscavam a vitória para terminar o hexagonal em primeiro e quem saiu na frente foi o timbu. Renan Oliveira lançou para Joazi, que dominou e cruzou voltando para o Renanm que chutou fraquinho, a bola desviou na zaga e sobrou para Thiago Santana ser esperto e só empurrar para o fundo das redes, fazendo a torcida gritar gol.

Logo depois, o time do sertão pernambucano teve a chance de empatar quando Lucas Piauí ficou de frente para Júlio César e, em vez de chutar, tentou o passe que não deu certo. Chegando perto do final, Renan cruzou a bola na área e Rafael Pereira, no meio de três, cabeceou com muito perigo, fazendo o goleiro adversário trabalhar muito bem.

Thiago Santana, autor do primeiro gol. Foto: George Fernandes/DP
No segundo tempo, o Salgueiro entrou mais acordado, enquanto o timbu parecia satisfeito com o placar e ficou na defensiva. Com isso, logo no início o ex-Náutico Anderson Lessa recebeu uma linda bola por trás da zaga alvirrubra e, de cabeça, tentou tirar do goleiro, mas o atacante tirou muito e a bola passou beijando a trave. O Carcará teve inúmeras chances de empatar no decorrer da etapa final, mas a sorte e o paredão Júlio César estavam lá para evitar. E, no final da segunda etapa, houve uma falta na entrada da área para o timbu e Esquerdinha foi na bola e fez um GOLAÇO.

Esquerdinha, autor do segundo gol. Foto: Náutico/Comunicação CNC
Com a vitória, o Timbu foi o único a derrotar o Salgueiro no Cornélio. Com o melhor ataque do hexagonal, com 18 gols, o time cumpriu o dever de terminar em primeiro e agora vai para as semifinais com tudo. O lateral direito Walber e os atacantes Bergson e Rafael Ratão terminaram a fisioterapia e irão reforçar o grupo para a fase final do Pernambucano. O Náutico irá enfrentar o Santa Cruz (quarto colocado) dia 20 de abril, às 21h50, no Arruda na primeira partida, a segunda será dia 24 de abril, às 16h, na Arena.

Escalação:
Salgueiro: Mondragon, Marcos Tamandaré (Toty), Maurício, Rogério, Daniel; Rodolfo Potiguar, Moreilândia, Lucas Piauí (Cássio), Paulinho Mossoró; Anderson Lessa (Alexon) e Piauí. Técnico: Sergio China

Náutico: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Fabiano Eller, Gastón; Ygor, Rodrigo Souza, Renan Oliveira (Esquerdinha), Gil Mineiro (Eduardinho); Rony (Matheus) e Thiago Santana. Técnico: Gilmar Dal Pozzo.

 Árbitro: Emerson Sobral.
Assistentes: Clóvis Amaral da Silva e Marcelino Castro

NÁUTICO 115 ANOS


Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

O improvável elefante branco

O Maracanã segue assim, completamente vazio (Foto: Fim de Jogo)
Quando a Copa do Mundo veio para o Brasil, as expectativas sobre as sedes que seriam escolhidas para o evento foram grandes e acabaram desapontando bastante. Diversos estados que poderiam ter sido selecionados teriam mais utilidade para as Arenas, assim como outros ganharam estádios novos e ficaram sem utilidade para depois da Copa.

Porém, houve um lugar que, apesar da gigantesca obra muito questionada e desnecessária, nunca teve sua importância e utilidade questionados: o Maracanã. O estádio mais famoso do país, que já recebeu duas finais de Copa do Mundo e milhões de pessoas, sofreu uma reforma que tirou os últimos resquícios do lugar que levava o povo, que tinha a alma do futebol.

O velho Maracanã morreu e deu lugar ao novo, ao espaço em que as multidões apaixonadas de todas as classes sociais foram substituídas por um público diferenciado, o torcedor moderno. Mudou muita coisa, mas uma delas acabou deixando o estádio no abandono atual.

O lugar que recebeu 177.020 pessoas em um Fla-Flu de Campeonato Carioca hoje está vazio, abandonado e recebendo apenas shows que foram marcados com meses de antecedência e, por alguma razão, não sofrem resistência alguma, como é o caso dos jogos, para a realização, mas fogem da proposta real de um estádio de futebol. O Maracanã virou um elefante branco porque não recebe a emoção do esporte e o amor de uma torcida, mas sim qualquer outra coisa. Há espaço para Carnaval, mas não para um clássico. O público não pode nem fazer a tradicional visitação ao local, já que o Consórcio acabou com isso e até com as mídias sociais. Foi tudo reduzido ao gigante adormecido que seguirá apagado esperando que alguém o salve.

Para o Carnaval o estádio estava aberto (Foto: Fim de Jogo)
Não tem mais as tradicionais cores que coloriam o estádio em dia de jogo. Clássicos do Rio acabam em qualquer outro lugar longe de sua principal casa. As torcidas, que antes contavam moedas para ver todos as partidas do campeonato e colocavam públicos gigantescos no Maraca, foram afastadas e agora contam os dias para que esse pesadelo acabe. O Rio de Janeiro não é o mesmo sem o Maracanã. O futebol carioca não é o mesmo e o brasileiro também não.

Quando vão devolver aos clubes, junto a seus apaixonados torcedores, o direito de cantar, gritar, torcer e apoiar? Não são empresas que vão cuidar do interesse deles, são eles mesmos. Agora o Consórcio não que mais, mas o Estado não tem dinheiro para bancar. O governo descarta a opção de dar o estádio aos clubes interessados e que tem condição de cuidar o Maracanã, então quer repassá-lo para outra empresa estrangeira que não sabe nada sobre isso.

Enquanto isso, o Maraca fica largado, vazio, silencioso. Para o torcedor, é difícil passar por lá e não sair na estação, ver como está tudo mal cuidado e abandonado. Há registros de furtos no estádio, dentro e fora. Até animais mortos já foram encontrados no Complexo. Ninguém fala nada para o público, não há assessoria, o Rio 2016 não responde, o Maracanã diz que não é responsabilidade deles. Até quando vão deixar um dos estádios mais importantes do mundo na mão de quem não se importa?

O abandono no entorno do estádio (Foto: Fim de Jogo)
Mariana Sá || @imastargirl 

Mudança de foco, constância de resultados

A vitória deste final de semana deixou cada vez mais claro as modificações gradativas que Argel Fucks está fazendo no Internacional, já que, incrivelmente, ele está tirando da cabeça essa ideia de dois volantes "brucutus" e colocando qualidade em campo. Argel teve participação decisiva no resultado do Inter sobre o São Paulo-RS, sendo o avalista da ótima atuação do time.

Fucks conseguiu identificar que o adversário mantinha uma posição recuado em campo e fez a mudança no primeiro tempo, tirando o lateral PC Magalhães, transferindo um volante para a direita e mandando a sua estrela para o campo, Aylon. Essa mutação na estratégia deu fruto logo, quando Paulão marcou em seguida e, dois minutos depois, Aylon em seu primeiro toque na bola ampliou para o Inter. Tudo foi uma estratégia criada pelo treinador e resultou num tranquilo 3 a 0 com boa atuação dentro de casa.

Aylon, jogador com estrela e faro de gol. (Foto: Deive Pazos)
Outro aspecto da mudança do time foi Anderson, já que, finalmente, acharam um lugar para o mais vaiado jogador do Internacional. Ele deve jogar recuado e de frente para o gol, como segundo ou terceiro homem do meio campo, pois quando está assim tem espaço para fazer a transição de bola e qualificar o meio campo. Andershow está entendendo cada dia mais o que tem que ser feito dentro do Beira Rio, tanto que, na hora do segundo gol, em que foi o dono do milimétrico passe entre goleiro e zagueiro, ele foi comemorar junto da torcida, aquela "ingrata" que tanto o odiava e lhe xingava. O camisa 8 está demonstrando cada vez mais a liderança dentro de campo e a prova disso foi no momento do terceiro gol, em que, enquanto todos comemoravam e vibravam com o lindo chute de Vitinho, o meia foi correndo para falar com Argel e dizer o que ele achava que deveria ser feito em campo.

Não podemos esquecer a crescente evolução de Andrigo, Vitinho e Aylon. Andrigo vem se firmando cada dia mais na posição e demonstrando que pode ser o homem de articulação que o Inter precisa, porém ainda temos que lembrar que ele é um menino que precisa de maturidade e constância para ser o titular indiscutível; Vitinho está cada dia mais decisivo, é incrivelmente a quantidade de chutes que ele tem arrematado em campo, além de ter uma média de um gol por partida, inacreditavelmente não existe seca para o onze do Inter; Aylon, o menino estrela do Beira Rio que nunca foi aproveitado por Abel Braga, hoje é o nove do Internacional, claro que ele não é titular, pois o colorado joga com dois atacantes e sem nenhum homem de referência, porém quando o time necessita enfrentar uma defesa muito fechada e precisa de alguém para movimentação dentro da pequena área, ele é o cara para fazer essa mudança.

Anderson está cada dia mais envolvido com o clube e demonstrando liderança. (Foto: Deive Pazos
Com a vaga assegurada nas semifinais, só temos que vibrar com as inúmeras opções táticas que a equipe apresenta para a sequência do Gauchão. Os jogadores estão crescendo no momento certo da temporada e deixando uma dúvida boa para os próximos jogos. O  Colorado terá pela frente o forte time do São José pelas semifinais do Campeonato Gaúcho. O primeiro confronto não tem data definida, mas será disputado no Beira-Rio.

Ismael Schonardie|@Ismahsantos

Vitória vence Juazeirense fora de Salvador e aumenta vantagem

Foto: EC Vitória
O JOGO

Aos 18 minutos, Leandro tabelou com Kieza, arrancou até a entrada da grande área e serviu Marinho livre na ponta direita, que colocou no ângulo de Tigre. Aos 44', depois de uma trama entre Domingues e Farias, Diego Renan recebeu e lançou Amaral, que de peixinho fez seu primeiro gol com a camisa do Leão.

Segundo tempo

Aos 14 minutos, o Vitória cochilou em lance lateral e, com Diego Renan fora do setor e Ramon desatento, viu Sassá disparar pela direita e fazer um cruzamento rasteiro, Amaral furou e Victor Ramos, sem reação, deixou a pelota sobrar para Nino Guerreiro diminuir.

Oito minutos depois, Kieza aproveitou vacilo do goleiro e zagueiro da Juazeirense para fazer Vitória 3x1. Ebinho, aos 46' do segundo tempo diminuiu quando entrou livre em lance duvidoso e tocou na saída de Fernando Miguel.

RESUMO

O Vitória sentiu falta de ritmo no final da partida frente à Juazeirense, mas venceu o jogo pelo placar de 3x2. Fruto de uma imposição de jogo desde o início, o adversário anfitrião se limitava a tentar surpreender em lances esporádicos. Os comandados de Vagner Mancini foram comandados em campo pelo jogador mais experiente, Leandro Domingues, que ditava o ritmo do jogo. Mancini solicitava que a linha de três atacantes jogasse mais avançada e não no meio campo como 4-2-3-1.

O gramado deu a possibilidade ao Vitória de fazer um melhor jogo no Adauto Morais, pois sempre que viajava a Juazeiro sofria no antigo campo do adversário. Mas hoje vamos focar um pouco no individual. E começamos no gol, já que Fernando Miguel voltou um pouco fora de sintonia com a defesa e meio inseguro; Diego Renan vem em queda sutil de rendimento a cada jogo em 2016, a explicação que tive é que é um atleta que sente bastante a falta de sequência de jogos, mas a verdade mesmo é a falta de sombra no elenco atual; Vander mais uma vez decepcionou; e a surpresa negativa ficou pelo mal jogo de Victor Ramos, sem tempo de bola, chegando atrasado em vários lances e mostrando também insegurança.

No final da partida, apesar do gol de forma irregular validado pela arbitragem, o Vitória desorganizou toda a primeira linha com a saída de Ramon, houve seguidos cochilos de Diego Renan e por pouco a Juazeirense não chegou ao empate.

A Juazeirense, que só ameaçou o time rubro negro nos dez minutos finais, jogou dentro do seu limite, o treinador fez três substituições que deram fôlego ao ataque, mas hora nenhuma pressionou o Vitória, pois pressão é ter sempre a bola e os rebotes, que chamamos de segunda bola. Jogou sim no abafa que é fazer ligações diretas e tentar a todo o momento uma só jogada, alçar bolas na grande área. Surtiu efeito devido à desorganização do Vitória e desconcentração de alguns atletas.

Destacamos individualmente Leandro Domingues, Marinho, Welison, Fárias, Ramon e Amaral nessa partida.

Vá ao Barradão!

É isso aí galera!

Por @AdsonPiedade

FICHA TÉCNICA
JUAZEIRENSE 2 x 3 VITÓRIA

Data: 10 de abril de 2016, domingo, 16 horas
Local: Estádio Adauto Moraes, Juazeiro (BA)

Gols da Juazeirense: Nino (aos 14) do 1º tempo e Ebinho (aos 46) do 2º tempo
Gols do Vitória: Marinho (aos 18), Amaral (aos 44) do 1º tempo e Kieza (aos 22) do 2º tempo

Juazeirense: Tigre, Alex, Emerson, Ricardo Braz e Deca; Capone, Daniel Teles, Naldo (Everlan) e Nem (Sassá); William Carioca e Nino Guerreiro (Ebinho). Técnico: Evandro Guimarães
Vitória: Fernando Miguel, José Wellison, Victor Ramos, Ramon (Vinícius) e Diego Renan; Amaral, William Farias e Leandro Domingues; Marinho (Flávio), Kieza e Vander (Artur Maia).

Público pagante: 3.061 (166 não pagantes)
Público total: 3.227
Renda: R$ 52.770,00
Árbitro: Gleidson Santos Oliveira – CBF/Salvador
Assistente 01: Elicarlos Franco de Oliveira – CBF/Salvador
Assistente 02: Carlos Eduardo Bregalda Gussen – CBF/Salvador

Figueira vence clássico e aumenta crise do rival

Na tarde deste domingo (10), o Figueirense recebeu a equipe do Avaí no Estádio Orlando Scarpelli para a disputa do clássico de Santa Catarina, válido pela sétima rodada do returno do Catarinense. E, com o gol de Guilherme Queiroz, o alvinegro venceu e afundou ainda mais o seu coirmão, que briga intensamente contra o rebaixamento no estadual.


Em minha opinião, nos últimos anos este foi um dos clássicos que mais tiveram a atmosfera de um verdadeiro clássico. Apesar de quase não valer nada, ao mesmo tempo valia muito. O Figueirense tinha chances nulas de um título. A missão era ganhar o clássico por ser um campeonato a parte e para afundar mais o rival na crise. Crise esta que poderia amenizar caso uma vitória avaiana ocorresse. A situação do presidente e vice está praticamente insustentável e nos próximos dias podemos ver uma renúncia da alta cúpula azurra.

Logo aos 4 minutos, falta pela direita de ataque alvinegro, Bady cobrou, Dudu fez o desvio e a bola explodiu na trave de Renan. Aos 7', Renato, do Avaí, cobrou falta pela esquerda, a bola desviou na zaga alvinegra, bateu no pé da trave e foi pela linha de fundo. Aos 15', Jaime recebeu o cruzamento, cabeceou e Renan fez boa defesa. Aos 22', zaga do Figueira errou, Romulo saiu na cara do gol, chutou e Gatito fez a defesa. Aos 38', cruzamento na área do Figueirense, William cabeceou com perigo para Gatito Fernández fazer grande defesa.

Na segunda etapa, aos 10 minutos, uma falta para o Figueirense, Marquinhos Pedroso cobrou no ângulo direito de Renan e goleiro avaiano foi lá buscar, fazendo uma bela defesa. Aos 18', Ferrugem fez boa jogada individual, avançou em direção a área e chutou pela linha de fundo. Após esse lance, houve um princípio de confusão entre os jogadores, mas Heber Roberto Lopes soube administrar e os ânimos se acalmaram. Aos 30', o principal lance do clássico, quando houve um lançamento na direita para Gustavo Ermel, ele dominou, avançou e fez a virada de jogo. Dentro da área, Guilherme Queiroz matou a bola e chutou rasteiro para o fundo das redes. A partir daí, o Avaí se jogava ao ataque, pois precisava pelo menos de um empate que a essa altura seria um bom resultado. Aos 32', confusão na área, William deu uma meia-bicicleta e quase marcou um golaço para o Leão. Aos 34', novamente William, desta vez o atacante fez o giro, bateu e Marquinhos Pedroso tirou na "hora H". Aos 39', João Filipe cobrou escanteio e Iury cabeceou com perigo, assustando o goleiro Gatito. Nos minutos finais, o jogo ficou truncado e com lances nada objetivos. E a partida acabou assim, vitória alvinegra no clássico de Santa Catarina.

Com essa vitória, o Figueirense ainda vê chances de título, porém quase nulas. Só cumpre tabela nas duas últimas rodadas. Já o Avaí acumula agora sete derrotas seguidas no estadual - oito contando com a Primeira Liga - e quase 500 minutos sem balançar as redes adversárias. E veja só você: Nas duas últimas rodadas o Figueirense pegará Camboriú e Metropolitano, que são adversários diretos de seu rival na luta contra o rebaixamento. O Avaí, por sua vez, tem um confronto com o Guarani de Palhoça, que é de suma importância para suas pretensões e que a vitória é muito mais que o necessário.

Ficha Técnica - Figueirense 1x0 Avaí

Data: Domingo, 10 de abril de 2016
Horário: 16h (horário de Brasília)
Local: Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis, SC
Público e renda: 11.021 pagantes; 11.620 presentes; renda de R$ 491.096,00
Arbitragem: Heber Roberto Lopes (SC); Nadine Schramm Câmara Bastos (SC); Kleber Lúcio Gil (SC)
Cartões amarelos: Bruno Alves, Dudu, Bady e Jackson Caucaia (FIG); Gabriel, Vitor Costa, Judson (AVA)
Gol: Guilherme Queiroz (FIG)

Figueirense: Gatito Fernández, Leandro Silva, Jaime, Bruno Alves, Marquinhos Pedroso; Elicarlos, Ferrugem (Jackson Caucaia), Bady (Jocinei); Gustavo Ermel, Gabriel Esteves, Dudu (Guilherme Queiroz) | Técnico: Vinícius Eutrópio

Avaí: Renan, Renato, André Santos, Gabriel, Vitor Costa (Lucas Lovat); Judson (Braga), Caio César (João Filipe), Diego Jardel; Iury, Romulo, William | Técnico: Silas

Patrick Silva | @paddydepre

Hora da mudança no Paysandu

Na tarde de ontem, o Paysandu chegou ao sétimo empate do ano, após enfrentar o Águia de Marabá, que lutava contra o rebaixamento, no Zinho de Oliveira. No primeiro tempo, Leandro Cearense abriu o placar de pênalti e na etapa final, o mesmo ampliou de cabeça. Flamel diminuiu de letra e no fim da partida, o juiz deu um pênalti inexistente para o Azulão que foi convertido pelo atleta.

O Paysandu está fora da disputa pelo segundo turno. Mas já está na final do Parazão e também luta pela Copa Verde. Mesmo ganhando ambos, nem o clube e nem a torcida, podem esquecer-se do que aconteceu... É preciso lembrar-se de tudo isso, de perguntar em que lugar o time pretende chegar.

Agora não cabe outro “continuamos invictos” que ouvimos após cada empate. Nem cabem as desculpas que cansamos de ouvir. Muito menos àqueles que põem a culpa na arbitragem. Até porque antes mesmo do meio da etapa final o time, que havia começado com três volantes, se fechou ainda mais, tirando um lateral para colocar mais um zagueiro, chamando o adversário para o jogo e vendo um resultado que seria “justo” acontecer de modo injusto.

Hoje não vai caber reclamação dos jogadores pela cobrança da torcida. Nem vai adiantar dizer que há muito tempo os torcedores não sentem o sabor da derrota. Porque nesta partida sentimos esse gosto amargo, o gosto de eliminação de um segundo turno que poderíamos facilmente ter ganhado. Se sobrasse empenho e qualidade. E faltasse desculpa.

É momento de agir, de não se acomodar. De entender porque há tantos problemas com o físico, porque há tantos atletas no departamento médico e perceber que algumas contratações foram infelizes e não valem a pena ser mantidas. Não adianta inchar um elenco para a Série B com jogadores sem qualidade e que não ajudarão quando forem acionados.

Está na hora de reconhecer e de assumir a culpa. Só assim o Paysandu poderá chegar a algum lugar, um melhor do que este em que se encontra hoje.

O lugar que essa torcida merece.
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana