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terça-feira, 12 de abril de 2016

Querido marca e Caldense garante classificação no finalzinho

No último sábado (10), no Mário Helênio, a Caldense empatou com o Tupi, mas pareceu uma vitória.

Foto: Felipe Couri / tupifc.esp.br
O jogo:

Em um primeiro tempo rotineiro, a Caldense demonstrou os defeitos de sempre e o espaçamento muito largo entre a defesa e o meio campo, obrigando jogadas pelas laterais. Como consequência, apareceram buracos defensivos, assim como a aposta na ligação ataque-defesa, também conhecida como ligação direta. O Tupi, como todas as outras equipes, abusou das laterais fragilizadas e, em jogada pela ala direita, Jefferson Feijão mal posicionado deixou Hiroshi livre e ele só teve o trabalho de marcar, um a zero Tupi.

O carijó manteve a mesma intensidade em toda primeira etapa, e a Caldense só vinha se mostrando cada vez mais fragilizada após o gol. Jefferson Feijão sumiu após a falha e Rafael Estevam teve que cobrir o buraco na lateral esquerda, matando assim todas as jogadas laterais da Veterana.

Na segunda etapa, a Caldense voltou mais ligada e também com duas mudanças, as saídas do veterano Ewerton Maradona e de Álvaro para as entradas de Clayton e Marcel. Clayton dava mais mobilidade ao meio de campo, dando piques e fazendo infiltrações na defesa dos locais; já Marcel se aproximava da defesa para começar a armação das jogadas.

O time passou assim a explorar as lacunas do relaxado Tupi e aproveitava de forma inteligente, se infiltrando na frágil defesa dos alvinegros. O gol só não saiu antes porquê o goleiro Glaysson conseguiu fazer intervenções precisas, porém, nada é tão bom que não possa ser quebrado e esse foi o caso da muralha carijó. Aos quarenta e sete, ele se viu em um lance cara a cara com Rafamar, só que desta vez o centro-avante se saiu bem, guardou para a Caldense e garantiu vaga na Série D 2016.

Parabéns a todos do elenco, agora é esperar maio e o início da Série D como sempre, Arriba Caldense!

Francisco Borja || @BorjaFrancisco
@SiteLF 

Fim da era Mihajlovic no Milan e Brocchi assume até o fim da temporada

Chegou ao fim a era do sérvio Sinisa Mihajlovic no comando do Milan. Nesta segunda-feira, dois dias depois da derrota no clássico para a Juventus no Campeonato Italiano por 2 a 1, o clube rossonero demitiu Mihajlovic.
Mihajlović foi demitido pelo clube italiano
O Milan vem tentando se reconstruir nos últimos anos, mas novamente vinha falhando no objetivo. Mihajlovic deixa o time na sexta posição do Campeonato Italiano com 49 pontos. A Fiorentina, quinta colocada e última das equipes que nesse momento disputariam as ligas europeias, tem 56 pontos. No lugar do ex-treinador, a diretoria irá colocar interinamente Cristian Brocchi, ex-jogador do time e que vinha treinando a equipe de base.

Desde janeiro de 2014 o Milan já vai para seu quinto treinador diferente. De lá para cá, Massimiliano Allegri, Clarence Seedorf, Filippo Inzaghi e Mihajlovic assumiram o comando do time. A equipe ainda disputa a final da Copa da Itália nesta temporada, no dia 21 de maio, contra a Juventus.

Na minha humilde opinião, foi mais um erro da turma ultrapassada de Berlusconi e cia. Pelo fato que estamos no final da temporada, e temos uma final de Copa da Itália contra a Juventus e vamos sem técnico. Seria muito mais fácil demiti-lo quando acabasse o campeonato.

Opções para novo técnico? Difícil, pois os técnicos ''TOPS'', como Carletto Ancelotti, Guardiola e Mourinho, já estão fechando com Bayern, City e United, e também dificilmente eles aceitaram treinar um clube com uma diretoria tão juvenil como ficou o Milan nessas ultimas temporadas.

O único com nome no mercado é Manuel Pellegrini, técnico do Manchester City que está deixando o time no final da temporada para a chegada de Guardiola. Porém, parece que o Milan já está de olho faz tempo no treinador do Sassuolo, Eusebio Di Francesco.

FORZA MILAN!

Por: @bielmoretti

Tiburones 3-3 Verdolagas – Uma partida para a história da Liga Aguila


Disputa de bola entre Ovelar (Junior) e Aguilar (Nacional)

Para quem esperava aqui ver uma crônica sobre um clássico brasileiro ou algum grande confronto do futebol argentino ou de outra grande potência do futebol europeu, se engana. Esta crônica, merecidamente, irá para uma das grandes partidas do final de semana e, quem sabe, uma das melhores partidas disputadas na América do Sul em 2016.

Junior Barranquilla e Atlético Nacional fizeram uma partida que valia a liderança do campeonato colombiano. E que partida amigos! A começar pelo fato de que o time alviverde é a grande sensação do futebol sul americano em 2016, o mesmo protagonizou um grande espetáculo ante a um adversário tradicionalíssimo e respeitado no futebol da terra do Café.

Se um texto deste fosse escrito há 25, 30 anos atrás, poderíamos tratar esta partida como duelo do narcotráfico, por Barranquilla e Medelín, assim como Cali e Bogotá terem um financiamento gigantesco deste mercado negro, a ponto de formar grandes times de futebol e montar uma das melhores gerações colombianas de todos os tempos, que foram a três copas do mundo seguidas.


Voltando a realidade e a partida realizada no sábado à tarde, no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, o jogo transcorreu de maneira alucinante do primeiro ao último minuto com o time da casa criando um número de chances maior durante a partida, mas com o alviverde fazendo um jogo intenso e de muita velocidade. Quem ouve a narração dos gols, percebe que o narrador estava muito enlouquecido com o jogo.

A partida em si foi bem disputa com intensos duelos táticos e supremacia dos ataques durante o jogo. O Atlético contou com uma equipe mesclada, já que teria um compromisso fora de casa na terça-feira, pela Libertadores, contra o Sporting Cristal, em Lima. Já o Junior, que contou com o seus titulares em campo, teve mais iniciativa de buscar o gol a partida inteira. Mas foi a equipe Verdolaga que abriu o placar após Bocanegra receber o passe de Pérez, lançou na ponta para Berrío que cruzou rasteiro para Guerra, da entrada da área, arrematar de prima no canto esquerdo do goleiro Vieira, aos 18 minutos de jogo.

No segundo tempo, o gol de empate dos Tiburones veio após um pênalti feito pelo zagueiro Sanchez em cima de Murillo, de maneira incontestável. Hernandez bateu forte e rasteiro, quase no meio do gol e o goleiro Armani quase conseguiu pegar a cobrança, mas ela foi para o fundo das redes, empatando a partida aos 6 minutos. No minuto seguinte, um pênalti mandrake é marcado para o time alviverde. O arbitro Juan Pontón enxergou um empurrão mais forte de Arias para cima de Ruiz e, de maneira convicta, apontou para a marca da cal. O mesmo Ruiz foi para a cobrança e descolocou o goleiro Vieira, fazendo 1X2, mas sem comemorar, aos 9 minutos.


Jarlan Barrera (sem camisa) com a equipe, após o golaço marcado.

Os 10 minutos finais reservaria ainda muito mais emoção a partida. O empate alvirubro veio após a jogada rápida iniciada pelo volante Sanchez que tocou para Hernandez. O meia deu uma linda enfiada de bola para Toloza que, na saída de Armani, tocou para Ovelar mandar para o gol vazio e empatar a partida aos 37 minutos. Já aos 40, após falta de Sanchez em Barrera, o camisa 11 marca o golaço da partida. Numa cobrança da intermediária, o meia acerta a gaveta do goleiro Armani que tenta chegar na bola, mas sem sucesso, abrilhantando ainda mais o gol da virada dos Tiburones. Aos 46 minutos após uma cobrança curta de escanteio Diaz toca em Cardenas, que devolve para o lateral esquerda na linha de fundo. O mesmo cruza para o meio da área encontrando Bocanegra, que resvala, amortecendo para Copete empatar a partida novamente, para o delírio dos Verdolagas.


Comemoração de Guerra no gol que abriu o placar da partida

Como descrito aqui nesta crônica, o Atlético Nacional (que terminou a rodada em 2º) volta a campo na terça-feira contra o Sporting Cristal, em Lima, sem um dos melhores volantes da Libertadores. Perez saiu lesionado da partida. Já no próximo sábado, já atua no Atanásio Giradot, contra o Envigado. Por outro lado, o Junior Barranquilla (que terminou a rodada em 4º) só volta no domingo, para jogar contra o Once Caldas, no Estadio Palogrande em Manizales.


Esquema Tático: Junior Barranquilla (Vermelho) X Atlético Nacional (Preto)


Escalações: Junior Barranquilla X Atlético Nacional 


Isso aí amigos. Um grande jogo de um dos campeonatos pouco acompanhado e conhecido em nosso país faz com que possamos ver o futebol da América do Sul com outros olhos. Cada vez mais competitivo e conservando a sua técnica, os times colombianos mostram a cada dia do que podem ser capazes no continente sul americano.

Por Marcos Paulo Fernandes Alves

Aquecimento Olímpico: Atletismo

O Atletismo, em certo sentido, é a forma de expressão atlética mais pura que o homem já desenvolveu. Desde os primórdios da civilização, o homem das cavernas já corria, saltava e lançava, em busca de comida e proteção. Mesmo que exista tática e estratégia envolvidas nas modalidades do atletismo, o esporte em si, consiste em manter o bom condicionamento físico do atleta. 

Dentro do Atletismo, estão às provas mais nobres da Olimpíada. Os 100 metros rasos, em que se define quem é o homem e a mulher mais rápidos do planeta e a maratona, onde o limite do ser humano é levado ao extremo ao longo de 42 quilômetros. Ainda dentro das corridas, a modalidade apresenta os 200, 400, 800, 1500 e 3000 metros, com ou sem barreiras, individuais ou revezamentos.

Prova de pista (Foto: portalbrasil10)

Se não gosta muito de correr, não tem problema, você pode lançar. A modalidade apresenta os lançamentos de martelo, disco, dardo e arremesso de peso. A regra é clara, dentro de um determinado espaço, o atleta que lançar ou arremessar mais longe, conquista mais pontos.

Se preferir, pode saltar também. Dentro do Atletismo existem duas modalidades de saltos, o vertical e o horizontal, os dois ainda se dividem em mais duas vertentes. No salto vertical, temos o salto em altura e o salto com vara. No horizontal, o salto em distância e o salto triplo.

Pode-se observar as provas combinadas. Estas são as disputas oficiais do decatlo, para homens e heptatlo, para mulheres, junta-se corridas, saltos e lançamentos. A soma dos resultados em cada prova definem os atletas mais completos da Olimpíada.

Lá vem história...

O Atletismo é uma das modalidades esportivas mais antigas da história, apresentada nos primeiros Jogos Olímpicos, em 776 a.C. Depois de conquistar a Grécia, os Romanos continuaram celebrando os jogos, até que em 394 d.C. o Imperador Teodósio aboliu as Olimpíadas.

O esporte ficou na clandestinidade por oito séculos, até que em meados do século XIX, o Atletismo foi restaurado na Inglaterra, se tornando o esporte mais popular no país. Em 1864, as Universidades de Oxford e Cambridge promoveram a primeira reunião atlética. Londres teve a primeira celebração nacional do esporte em 1866, dois anos depois, o primeiro encontro amador internacional foi realizado nos Estados Unidos.

As Olimpíadas da chamada “Era Moderna” começaram em 1896, em Atenas, na Grécia, com o Atletismo como principal modalidade dos Jogos. Mais tarde, os Jogos foram celebrados em diferentes países, com intervalo de quatro anos.

Em 17 de junho de 1912, em Londres, é fundada a Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, sigla em inglês), definindo as regras e começando a registrar os recordes de cada atleta.

O atletismo surgiu nos Jogos Antigos da Grécia e até hoje, serve para que os homens superem os seus limites físicos e mentais. O atleta busca sempre evoluir seus movimentos essenciais como caminhar, correr, pular, saltar, lançar e arremessar.

RIO 2016

O Brasil já garantiu 446 vagas paras os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Desse número, 58 vagas são do Atletismo. As equipes de revezamento 4x100m e 4x400m masculina e feminina estão classificadas e podem levar seis atletas cada.

Além das esquipes de revezamento, 31 atletas brasileiros garantiram o índice olímpico, porém, o índice garante a vaga e não o atleta. Se nenhum outro atleta brasileiro superar a marca de algum dos já classificados, eles estarão nos Jogos. A data limite para garantir o índice olímpico é 11 de julho.


Fabiana Murer, esperança de medalha (Foto: AFP)
Dentre os classificados, três mulheres se destacam como nossas maiores chances de medalha. Ana Claudia Silva, nos 100 e 200 metros rasos, Keila Costa, no salto em distância e salto triplo e Fabiana Murer, no salto com vara.

Locais de competição: Pontal, Estádio Olímpico e Sambódromo

Pontal é uma região à beira-mar, na Zona Oeste do Rio e será o ponto de partida e chegada da marcha atlética. A maratona olímpica terá seu ponto de partida e chegada no Sambódromo, vamos torcer para algum atleta quebrar os paradigmas e chegar sambando na Sapucaí.
Estádio Olímpico Nilton Santos - Engenhão (Foto: Divulgação)

O principal palco do Atletismo será o Estádio Olímpico, o local sediará as provas de corrida de pista, saltos e lançamentos. Construído para receber os Jogos Pan-Americanos de 2007, o estádio localizado no bairro do Engenho de Dentro, está passando por uma reforma para ampliar sua capacidade para 60 mil expectadores.


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