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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Festa nas arquibancadas e um gol no apagar da luzes


Respira, respira que a quinta-feira na Ilha do Retiro ou para quem assistiu à partida foi para quem teve corações fortes, e olha que "nada adiantou" fazer um texto sobre o Sport querer testar os corações dos rubro-negros. Convenhamos que não foi uma partida de abrilhantar os olhos (referente a essa pessoa que viu um jogão entre Liverpool x Borussia Dortmund, horas antes a partida do Leão da Praça da Bandeira), mas agora em si o que vale é o resultado já que com o tempo os erros vão sendo corrigidos (é o que a torcida espera né Sr. Falcão).


A torcida não tem o que falar, compareceu a sua 2° casa e fez uma festa antes da partida digna para o clube que amamos. Mais de 23 mil torcedores compareceram ao reduto do Leão e não gostaram muito do que viram, pelo contrário, vaiaram bastante o treinador Paulo Roberto Falcão pelas suas mudanças durante a partida. Só que o grito que estava entalado na garganta de cada rubro-negro pernambucano saiu após os 50 minutos do 2° tempo, graças ao Xerifão 'sorrisa' Durval que fez valer a festa e o comparecimento da partida.

O JOGO


O jogo em si foi marcado pelos muitos erros ambos pelos dois lados. Por jogar em casa, o Leão acabou sofrendo um pouco mais com os erros, já que irritou a torcida. Para se ter a noção nos 45 minutos iniciais só três chances de gols, a primeira aos 26 minutos, quando Diego Souza acertou na rede pelo lado de fora. Além disso, Lenis e Mark González tiveram outras oportunidades, mas desperdiçaram.

O segundo tempo iniciou com ambas as equipes querendo ir pra cima, mas sem tantas oportunidades para criar. Nos dois primeiros chutes rubro-negros na etapa complementar, o goleiro Gledson salvou a raposa e ele viria salvar mais uma vez agora no chute de Rithely.

Se lá trás Gledson garantia o resultado para o Campinense, lá na frente Aldagiso Pitbull ficou cara a cara com o goleiro Danilo Fernandes que friamente fez a defesa que resultaria o gol importante para os paraibanos. Lembra-se do Gledson? Sim!? Ele novamente fez outra grande defesa aos 45 minutos após o chute de Johnathan Goiano. E de tanto tentar, o a 'Bombonilha' explodiu, isso porque no apagar das luzes após o cruzamento de Maicon, o zagueiro Durval cabeceou fazendo a alegria rubro-negra aos 50 minutos do 2° tempo.


Resultado positivo perante a um futebol fraco, agora o Sport depende de um simples empate domingo quando vai até o estádio Amigão na Paraíba enfrentar o mesmo Campinense às 16 horas.

Invencibilidade inexplicável

Já são 20 jogos, cinco meses sem perder. Os números são irretocáveis e verídicos. O futebol nos últimos jogos parece não demonstrar tal fato e a desconfiança torna-se cada vez mais presente na vida do Vascaíno.

Foto: Vasco Oficial
Contra o Remo, mais uma partida tenebrosa, entretanto, o gol de Thalles, já aos 40' do 2T, fez com que o amargo empate, desse um sabor doce. Aliás, nem tão doce assim, uma vez que se forçasse um pouco, evitaria o jogo da volta, no dia 27/04.

O Vasco apresentou novos erros e juntamente com os velhos, fizeram as dúvidas, que outrora não tão explícitas, virem à tona. A falta de um volante e um atacante velocista dão incertezas sobre o futuro Cruzmaltino. A reposição, ponto mais importante do ano, também deixa a desejar.

Foto: Vasco Oficial 
O próximo jogo é uma final, em Manaus, contra o Flu, às 16hrs (horário de Brasília). Não só valendo a Taça Guanabara, mas uma sobrevida ao Vasco. Vamos encarar o melhor time no papel e líder da competição. Se vencer, além de garantir o título, teremos a vantagem na fase final. Se perder, poderemos cair para terceira colocação.

Abraço, galera.

Matheus Freitas || (@_MFreitas9_)

Ficha Técnica:

Árbitro: Rodolfo Toski Marques (PR)
Cartões amarelos: Eduardo Ramos, Lucas Garcia, Max (REM); Madson, Riascos, Evander (VAS)

Remo
Fernando Henrique; Levy (Alisson), Henrique, Max e Ítalo (Igor Julião); Lucas Garcia, Chicão, Yuri e Eduardo Ramos; Ciro (Silvio) e Luiz Carlos. Técnico: Marcelo Veiga

Vasco
Martín Silva, Madson, Luan, Rafael Vaz e Henrique (Evander); Marcelo Mattos, Yago Pikachu (Eder Luis), Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos (Thalles). Técnico: Jorginho

Nunca será um adeus... Kobe Bryant

Qual verdadeiro significado de um ídolo? Aliás, o que torna um esportista ídolo? Seus números individuais, conquistas, recordes, identificação com torcida, as teorias vão variar de acordo com cada pessoa, mas uma coisa é certa: ídolo é aquele que transcende o amor entre um clube, sua torcida e o seu esporte.

Muitos dizem que Kobe foi o jogador que mais se aproximou de Michael Jordan no decorrer de sua carreira, mas talvez a comparação seja um erro. Ele foi o Jordan de sua geração.

Não. Kobe não é maior do que o Los Angeles Lakers, tão pouco maior do que o basquete. Mas o garoto de 17 anos, que fez questão de jogar por apenas uma única franquia por 20 anos, tem lugar cativo no coração de cada torcedor.


Os números da lenda são incríveis sendo Draftado em 1997, na 13ª escolha dos Hornets e trocado para os Lakers pelo pivô Vlade Divac (ídolo à época).  Foi Camisa 8 (97-07) e Camisa 24 desde então (polêmica com 23 de Jordan) sendo campeão de enterradas em 97. O ídolo conta com muito mais:


Kobe Bean Bryant, nascido em 23/08/1978 na Filadélfia, Pensilvânia no Estados Unidos. Aos 37 anos o jogador com 1,98 de altura pensando 93 kilos se despediu das quadras e nós fãs não sabemos dizer adeus. Para nós brasileiros como é gratificante ver que para Kobe um dos seus maiores ídolos é Oscar Schimidt.

De um simples fã, para um ídolo incrível || http://goo.gl/k7rE9K

Meu coração pode manter a batida, minha cabeça pode lidar com a rotina, mas meu corpo sabe que está na hora de dizer adeus”. Isto foi o que o ala disse ao anunciar a sua aposentadoria, e não Kobe, nunca será um adeus. Uma lenda não deveria nunca deixar de jogar, o torcedor sofre, chora, lamenta ter que dizer tchau, mas a memória nunca esquece os momentos de alegria, as lindas enterradas, os prêmios e muito mais que a lenda fez. O coração dói, mas quão prazeroso será dizer: “Eu vi Kobe Bryant jogar”.

A despedida não poderia ser melhor com vitória em cima do Utah Jazz, o Los Angeles Lakers venceu por 101 x 96 e o Mamba fez SESSENTA PONTOS!

Nós te agradecemos por todos os títulos, enterradas, pontuações, MVP, cestas, por não ter desistido nunca, por se doar e ser quem é. Agradecemos-te por tudo, a quadra sentirá falta do pezão 48. Nunca será um adeus!

Isabela Macedo || @ismacedo_
Pedro Henrique || @peeedrito17
Linha de Fundo || @SiteLF

Confira o caminho do futebol brasileiro até o ouro Olímpico


Faltam 113 dias para os Jogos Olímpicos Rio 2016 e a ansiedade só aumentam. Nesta quinta-feira (14), foi realizado no Maracanã, palco da final olímpica masculina, o sorteio dos grupos do futebol masculino e feminino para a competição. O Brasil conseguiu fugir das seleções mais difíceis na fase de grupos.

Os dias vão passando e a preparação para os Jogos Olímpicos deixa atletas e fãs do esporte cada vez mais animados. A modalidade mais famosa no Brasil e que levará mais público brasileiro às Arenas será o futebol, e o caminho das nossas seleções já está definido.

A disputa é feita com a fase de grupos, em que as seleções (16 no masculino e 12 no feminino) são distribuídas em grupos de quatro. Todos os países se enfrentam e os dois melhores de cada chave vão para o mata-mata – no feminino, os dois melhores terceiros colocados também avançam e assim segue até a final. Confira:

Futebol Feminino: Brasil tem grandes chances de passar

Com duas pratas (2004 e 2008), confiança em alta e o sonho de chegar mais uma vez na final, a seleção brasileira feminina terá adversários bons pela frente, mas não chega a enfrentar uma grande potência do esporte. Quem está no caminho até a próxima fase é Suécia, África do Sul e China. Veja todos os grupos:


Datas dos jogos:
Brasil x China: 3 de agosto, no Estádio Olímpico - Rio de Janeiro
Brasil x Suécia: 6 de agosto, no Estádio Olímpico - Rio de Janeiro
Brasil x África do Sul: 9 de agosto, na Arena da Amazônia - Manaus

Futebol Masculino: A possibilidade de não fazer feio

Sem poder apagar o vexame na Copa do Mundo de 2014, o Brasil chega às Olimpíadas com Dunga no comando e desconfiança dos torcedores. Detentor de três pratas (1984, 1988 e 2012) e dois bronzes (1996 e 2008), a seleção não terá um caminho complicado, mas pegará um adversário difícil na próxima fase, já que enfrenta o Grupo B. Veja:


Datas dos jogos:
Brasil x África do Sul: 4 de agosto, no Estádio Mané Garrincha - Brasília
Brasil x Iraque: 7 de agosto, no Estádio Mané Garrincha - Brasília
Brasil x Dinamarca, 10 de agosto, na Arena Fonte Nova - Salvador

Mariana Sá || @imastargirl 

O fim da invencibilidade do CSA

Depois de 13 partidas sem derrotas no Estadual, finalmente uma equipe conseguiu acabar com a boa sequência do Time Azulino e esse time se chama Santa Rita.

Santa Rita e CSA se enfrentaram na noite desta quarta-feira, 13, às 20h30, no Estádio Olival Elias de Morais, em Boca da Mata. O Leão da Mata venceu o Azulão pelo placar de 2x0, gols de Jéferson Baiano e Taubaté.

(Foto: Reprodução/ Facebook CSA)
O JOGO:

O jogo começou com muitas faltas no Estádio Olival Elias de Morais. Aos 24', o primeiro grande momento aconteceu em uma finalização do lateral-esquerdo Rafinha, mas o arqueiro João Paulo fez boa defesa para o Leão. Apesar do equilibro na primeira etapa, o Santa Rita sabia da importância da vitória e tentou assustar o time marujo em algumas ocasiões, mas sem êxito até aquele momento.

No tempo final, o CSA tentou chegar logo aos 4', mas após o cruzamento de Luís Soares, o meia Didira cabeceou para a boa defesa de João Paulo. Tentando manter a posse de bola, o Azulão tentava penetrar na zaga tricolor. Aos 19', Jonathan teve uma grande oportunidade, mas Jeferson salvou com o pé.

Aos 31', o volante Escobar cometeu pênalti em Jéferson Baiano e o árbitro assinalou e ainda expulsou o jogador azulino da parte. O próprio Jéferson Baiano cobrou e converteu para o Leão da Mata, abrindo o placar em Boca da Mata. Logo em seguida, aproveitando uma jogada de contra-ataque, o atacante Taubaté balançou novamente as redes do CSA. O placar de 2x0 foi suficiente para o Leão administrar os momentos finais.

Com o resultado, o time de Boca da Mata segue com chances de classificação às semifinais e depende de si na última rodada. A equipe maruja perdeu a invencibilidade no estadual, mas segue líder do hexagonal com nove pontos.

O Santa Rita enfrenta o Coruripe no próximo sábado, 16, às 16h20, Estádio Gérson Amaral. No mesmo dia, no Estádio Rei Pelé, o CSA decide o primeiro lugar da fase com o CRB, no Clássico das Multidões. O Azulão joga pelo empate para ser o melhor colocado do chaveamento.

Ficha técnica:
Campeonato Alagoano 2016 – 4ª rodada do Hexagonal

Jogo: Santa Rita 2 x 0 CSA
Gols: Santa Rita (Jéferson Baiano aos 33’ do 2T e Taubaté aos 34’ do 2T)
Local: Estádio Olival Elias de Morais, Boca da Mata/AL
Data: 13/04 (quarta-feira)
Hora: 20h30
Árbitro: Denis Ribeiro Serafim (CBF/AL)
Assistente 1: Lennon McCartney Farias (CBF/AL)
Assistente 2: Benílson dos Santos Silva (CBF/AL)

Santa Rita
João Paulo; Léo Brum; Ewerton; Camutanga; Gilmar; Jonny; Manoel Chuva; Daniel Alves; Edjailson; Beleu; Jéferson Baiano. Técnico: Eduardo Neto

CSA
Jéferson; Hudson; Walter; Xandão; Rafinha; Escobar; Choco; Cleyton; Didira; Luís Soares; David Dener. Técnico: Oliveira Canindé

Lucas André ||@luc4s_andre
Linha de Fundo ||@SiteLF

Atlético marca duas vezes e elimina Barcelona da Champions

A justiça foi feita e os Deuses do Futebol não nos decepcionaram. O que parecia quase impossível para muitos acabou virando realidade, e o todo poderoso FC Barcelona acabou sendo novamente eliminado nas quartas de final da UEFA Champions pelo o "simples" time do ATLÉTICO DE MADRID.

Torcida colchonera compareceu com peso no estádio Vicente Calderón. Foto: www.marca.com
O jogo:

O clima de decisão começou antes mesmo de rolar a bola, isso porque a torcida do Atlético fez um lindo mosaico com uma pequena frase assim: Juntos hacia la victoria (Juntos para a vitória), e com todo esse clima de festa já dava pra imaginar como seria o jogo.  Quando os jogadores entraram em campo parecia que o Vicente Calderón iria ao chão, mais de 50 mil colchoneros gritando e apoiando o time sem parar.

Com a expulsão de Fernando Torres no jogo da ida, o treinador Pablo Simeone optou por colocar no lugar mais um meia e deixar Carrasco e Antonnie Griezmann no ataque tentando sempre sair no contra-ataque. Já o Barcelona entrou em campo com os mesmos jogadores do jogo da ida. Quando o arbitro apitou o início do jogo, o coração de muitos quase parou, era 90 minutos de sofrimento e angústia. Os primeiros minutos de jogo foram ótimos para o time madrileno, o Atlético até conseguiu criar chances boas, mas a bola teimosa parecia não querer entrar. O Atlético tinha o “controle do jogo” era melhor em campo, mesmo sem a bola era o time que chegava com perigo, e depois de tanto insistir por fim chegaria à recompensa, aos 35 minutos, Griezmann aproveito ótimo passa de Saúl para abrir o placar no Vicente Calderón.

A verdade era que ninguém esperava um Barcelona tão fraco na parte da criação o até mesmo no ponto mais forte do time, as jogadas individuais, principalmente com Messi, Neymar e Suárez. O time não fluía dentro de campo, Messi não fazia nada, parecia um cone em campo, Neymar até que tentava, mas era parado com a forte marcação do Atlético, o Barcelona chegou praticamente uma vez no gol de Oblak e foi com o Brasileiro Neymar, isso porque o time estava perdendo.

Griezmann novamente decisivo. Foto: www.marca.com
O segundo tempo prometia muita emoção até o final, as duas equipes sabiam que qualquer deslize ou erro poderia ser fatal. Mesmo com o resultado a favor, o Atlético foi quem começou os primeiros minutos do segundo tempo melhor, a primeira jogada de perigo dos colchoneros acabou dando em nada, mas logo em seguida, Saúl colocou todo mundo de pie no estádio, a cabeçada de Saúl foi certeira, mas a falta de sorte estava do lado do jogador espanhol e a bola bateu no travessão.

Com o tempo, o Atlético acabou recuando e o Barcelona controla mais a posse de bola como de costume, mas sempre faltava aquela infiltração ou uma jogada individual, o jeito foi apelar pro tudo ou nada, Pique praticamente viraria atacante, o desespero já era visto na cara dos jogadores do Barça. O Atlético se defendia como podia e arriscava contra-ataques, e num desses contra, Griezmann quase fez o segundo. O tempo passava e a ansiedade só aumentava para ambos os times, os minutos não passava e o Barcelona só pressionava, mas dessa vez o Atlético conseguiu aguentou toda a pressão do Barcelona. A confirmação da classificação só veio aos 86 minutos, quando o árbitro marcou um pênalti a favor do Atlético, novamente o francês pegou a responsabilidade e não decepcionou. O Barcelona ainda reclamaria de um possível pênalti, mas o árbitro acabou errando e não marcou o pênalti.

Polêmicas do jogo:

O jogo de ontem sem dúvida ainda será comentado por muito tempo, o possível pênalti que o árbitro não marcou acabou por uma parte prejudicando o clube do FC Barcelona. Mas não podemos ver só um lado ou só um possível erro do árbitro. Do lado do Atlético foram três expulsões que o árbitro não deu, primeiro, novamente Suárez agredindo um jogador, segundo outra agressão, mas dessa vez Neymar foi o autor, e terceiro, o pênalti, expulsão claríssima para Iniesta, mas o árbitro nessas três jogadas só deu amarelo.

Isso tudo aconteceu só nesse jogo, mas o que não se pode fazer é que o Atlético foi melhor dentro de campo, no primeiro jogo soube jogar com inteligência mesmo com um a menos e no segundo foi superior mesmo não tendo tanto a posso de bola, mas foi mais objetivo e sem dúvida merece estar entre os quatro melhores times do MUNDO.

O próximo jogo do Atlético de Madrid será em casa contra o Granada no próximo domingo (17). Caso o Barcelona perder e o Atlético ganhar o time madrileno alcançará o time catalão com os mesmos números de pontos.

Texto escrito por Alzemir Neto, colunista do Atlético de Madrid.

Twitter:

Alzemir Neto: @NeetoMoraes96
Linha de Fundo: @SiteLF

Possibilidades de mudança e uma chance de futuro

Muricy fez muitos treinos essa semana (Foto: Flamengo)
Ver o Flamengo em campo é um grande dilema. De um lado colocamos as derrotas idiotas e os desempenhos que fariam qualquer torcedor chorar de desespero; do outro, um time que pode se acertar e tem conseguido se encaixar exatamente como desejamos. No meio disso tudo, uma série de incertezas e opções que complicam ainda mais a situação toda.

O Flamengo certamente parece ter aprendido a lição que, caso não comece a finalizar, nunca conseguirá vencer os jogos. Contra o Boavista foi exatamente isso que aconteceu e, por isso, o Mais Querido saiu com 3x0 na conta e um desempenho que anima bastante. "Mas é um adversário fácil", cuidado. Esse mesmo time empatou com o rubro-negro na primeira rodada e estava colado na disputa pela vaga. É claro que não é um grande duelo, mas não podemos desmerecer a atuação.

Parece que, até que Muricy perceba o enorme erro que comete, continuaremos tendo fortes emoções com a defesa até em partidas ganhas por causa de Wallace e Paulo Victor. Outro que leva drama até em 7x1 é Emerson Sheik, que acaba se enfiando em campo de um jeito ou outro. A estratégia deve ser manter a torcida com exames cardíacos em dia, porque não há outra explicação. Os dois primeiros, acredito que só o mundo acabar os tira de lá; já Sheik tem ficado no banco, o que já é bem melhor.

No meio disso tudo, encontramos um Mancuello que se empenhou do minuto que se machucou até sua volta para continuar com grandes atuações e voltou melhor do que nunca, ajudando muito em campo e marcando um golaço de falta.

Mancu voltou querendo muito jogo (Foto: Flamengo)
Depois do jogo, mais um motivo para ficar uma semana sem reclamações chatas e repetitivas: uma semana completa de treinos e foco apenas na partida importante do final de semana. Veremos se, com essas duas semanas sem jogos quarta ou quinta-feira, desta vez ninguém vira para as câmeras e fala que "foi bom ser eliminado" caso a tragédia ocorra.

A semana foi de resolução de problemas. Primeiro, o atacante Fernandinho foi contratado junto ao Grêmio e chega para suprir a falta de um reserva para quando Guerrero estiver com sua seleção, coisa que precisava ser feita desde a saída de Kayke. Outra questão é o julgamento do jogador peruano, que acabou levando uma advertência por ser réu primário e poderá jogar contra o Bangu.

Outro ponto importante é que Muricy treinou com a mesma formação que venceu o Boavista (Paulo Victor; Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuéllar, Willian Arão, Alan Patrick e Mancuello; Marcelo Cirino e Guerrero), ou seja, o 4-4-2 deve seguir sendo utilizado. É um alívio saber que o treinador está percebendo que o time não está funcionando de outra forma.

Fernandinho foi apresentado essa semana no CT (Foto: Flamengo)
A partida contra o Bangu, domingo (17) às 16h, é a última dessa Taça Guanabara, o que significa que o Flamengo só tem uma opção. Caso saia derrotado, a chance de estar fora da zona de classificação é grande, assim como ainda é em caso de empate. Só a vitória importa e o rubro-negro precisa ficar atento para não vacilar. É tudo ou nada, é jogar bem, vencer e ir ao Maracanã, ou fazer vexame e chegar ao Brasileiro com moral baixa.

Mariana Sá || @imastargirl 

De um simples fã, para um ídolo incrível

Já se passaram mais de 10 anos. O garoto apaixonado por futebol vagava por canais de televisão, procurando algo para assistir, quando de repente: “Kobe Bryant anota incríveis 81 pontos na vitória dos Lakers”. Cara, 81 pontos! Era possível fazer tudo isso numa única partida? E desde então aquele camisa 8, de branco e amarelo, conseguiu chamar atenção e despertar a paixão desse mesmo garoto por basquete.

De lá para cá, ele o viu ganhar e perder, vencer o cronometro e acertar apenas o aro, carregar o time aos títulos e ficar fora dos playoffs, quebrar marcas histórias e se quebrar, doar espírito, corpo e alma de maneira incondicional. É, talvez tão incondicional quanto a admiração que todos tem pela sua história, seu jogo, pelo basquete.

As lesões e arremessos errados, talvez devessem provar que você é um ser humano, como qualquer outro. Mas não. Nenhum título, premiação ou número transcende o que você realmente representa para cada torcedor. Nenhuma crítica ou comparação muda à ideia de que você sempre será o nosso MVP.

Conseguir mobilizar um país inteiro, torcedores rivais por onde passou e milhões de fãs ao redor do mundo não é para qualquer atleta. Vai ver porque Kobe representa mais do que isso. Cravou seu nome na história, assim como cravou a bola laranja nos aros adversários durante toda sua carreira dentro de quadra.

Ainda é duro aceitar que não o assistirei dentro de quadra nas próximas temporadas. Mas agora, talvez seja um dos raros momentos na vida desse garoto, em que ele escreve cada palavra com dor, emocionado e total sinceridade.

Irei lembrar-me de cada um dos SESSENTA pontos que você anotou em sua despedida, nas noites mágicas que você me proporcionou e direi aos meus filhos, netos, com o mesmo brilho nos olhos que o meu pai tem ao falar de Michael Jordan, que: "Eu vi Kobe Bryant jogar".

A saudade estará sempre tão presente quanto todas as suas conquistas, e se durante 20 anos, você deu a vida e sangrou roxo e dourado por nós dentro de quadra. Hoje, cada lagrima em nosso rosto cai nas mesmas cores e nos despedimos, eu me despeço, do maior jogador de basquete que vi jogar.

#ThankYouKobe

Pedro Henrique || @peeedrito17
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