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terça-feira, 19 de abril de 2016

Patinando na própria lama, America volta a Série B do Cariocão

No dia 16 de abril de 2016, o América Football Club (time hepta campeão carioca) foi novamente rebaixado à Série B do Campeonato estadual. Sim, novamente rebaixado pela incompetência dos dirigentes e novamente o amanhecer carioca fica menos avermelhado.

(Foto: Globoesporte.com)
Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco são patrimônios dos cariocas, assim como o grande pequeno América, time que encanta a todos com sua linda história, seu maravilhoso hino e a chamativa cor vermelha. Patrimônios como o América jamais podem ser depredados, mas, no Mecão, a depredação aumenta a cada dia.

Um verdadeiro ultraje ao futebol e da nossa cultura. Jogadores de grande nome e importância no futebol, como Heleno de Freitas, Djalma Dias, Zagallo, o zagueiro Alex, o poderoso e maior ídolo Edu Coimbra, Elói, Gilson Gênio, Belfort Duarte e até mesmo o torcedor Romário, tiveram passagens pelo time da Tijuca. América e Bangu são a história e o saudosismo sobreviventes no futebol do Rio de Janeiro. Por essas e outras o tom rubro das manhãs fluminenses se enfraquece.

(Foto: FutRio.net)
O América representa uma página essencial da história para todos os amantes do futebol que se prezem. Mecão é tão gigante quanto os que se dizem gigantes.

Então aos diretores e aos atletas: Mais respeito com o clube e com sua história digna de, no mínimo a permanência na primeira divisão do futebol carioca.

Como diria Lamartine Babo no hino, "América unido vencerá". Que os dirigentes do clube escutem o compositor e façam essa união e valentia sobressaírem, e o time rubro possa voltar a seu lugar natural e de direito.

Que Thomas Donohue, o homem que trouxe o futebol ao Rio de Janeiro, tenha piedade do esporte carioca, dos torcedores e dos dirigentes incompetentes que há por essas terras fluminenses.

(Foto: estátua de Thomas Donohue || nemzetisport)
Francisco || @BorjaFrancisco_
Linha de Fundo || @SiteLF

Cumprindo tabela, Figueirense empata e rebaixa Camboriú

Na noite desta segunda-feira (18), Camboriú e Figueirense se enfrentaram no Estádio Roberto Santos Garcia em mais uma rodada do Campeonato Catarinense. Foi a penúltima e derradeira rodada em que definiram-se os rebaixados do estadual.


(Foto: Figueirense)
O Figueirense, totalmente desinteressado pois apenas cumpria tabela, foi com um time um pouco alternativo fazendo alguns testes visando o Campeonato Brasileiro que está por começar. O Camboriú, que ainda tinha chances de escapar da degola, teria que vencer e ainda torcer por um tropeço do Avaí, que jogava contra o Guarani de Palhoça. Mas nada que o Camboriú queria aconteceu. Em Florianópolis, o Avaí venceu o Guarani, e o Camboriú empatou com o Figueirense em 1x1. Empate este que você acompanha os principais lances a seguir.

A partida foi fraca. Muito fraca. Horrível para ser realista. O primeiro tempo teve pouquíssimas chances. Poucas chances pois o Figueirense estava totalmente desinteressado na partida, que nada valia para o alvinegro. O Camboriú, coitado, tinha obrigação de vencer, mas com o time horroroso que tem não conseguia criar um lance de perigo sequer. Aos 9 minutos, Gustavo Ermel bateu de longe e o goleiro Felipe Sanchez fez a defesa. E aos 35', Aldair chutou e Gatito defendeu.

Na segunda etapa, a partida continuou fraca, mas os times tiveram mais atitude e pareciam querer jogo. Aos 4 minutos, Guilherme Queiroz se livrou da marcação de dois jogadores e bateu, porém para fora. Aos 13', Bruno Alves sozinho na pequena área cabeceou pra fora e quase abriu o placar. Aos 18', Aldair cruzou, Xipote cabeceou e Bruno Alves tirou praticamente em cima da linha. Aos 29', mais uma chance do Camboriú quando Jean Carlos puxou o time pro ataque e fez o toque para André Lima, que bateu para fora. Aos 37', Yago invadiu a área, bateu com força e a bola bateu no travessão.

A partida ia se encaminhando para um 0x0 horrendo. Entretanto, aos 44', Dodô recebeu na frente da grande área, bateu pro gol e abriu o placar para o Figueira. Mas nada estava definido. Aos 48', a bola chegou na área alvinegra, Jean Carlos matou no peito e mandou uma linda bicicleta. Um golaço em Camboriú. Todavia, este gol de nada adiantou pois o Camboriú acabou sendo rebaixado.

As duas equipes, como todas as outras, entram na última rodada para somente para cumprir tabela. O Camboriú faz com o Guarani o duelo de rebaixados em Palhoça. Já o Figueirense recebe o Metropolitano em Florianópolis.

Ficha Técnica - Camboriú 1x1 Figueirense

Data: Segunda-feira, 18 de abril de 2016
Horário: 20h (horário de Brasília)
Local: Estádio Roberto Santos Garcia, Florianópolis, SC
Público e renda: Não foi divulgado
Arbitragem: Ronan Marques da Rosa (SC); Eli Alves (SC); Evandro Rodrigo Weber (SC)
Cartão amarelo: Duda (CAM)
Cartões vermelhos: Rhuan (CAM); Rafael Moura (FIG)
Gols: Jean Carlos (CAM); Dodô (FIG)

Camboriú:Felipe Sanchez, Rhuan, Lucas Montelares (Thoni), Vitor Hugo, Duda; Vagner, Xipote (André Lima), Chiquinho, Aldair; Jean Carlos, Cadu (Thiago Silva) | Técnico: Rony Aguilar

Figueirense: Gatito Fernández, Jefferson, Jaime, Bruno Alves, Marquinhos Pedroso; Elicarlos, Jocinei (Dener), Ortega (Dodô); Gustavo Ermel, Guilherme Queiroz (Yago), Rafael Moura | Técnico: Vinícius Eutrópio

Patrick Silva | @paddydepre

Aquecimento Olímpico: Rugby Sevens

Não basta apenas ter talento individual, força e união são necessários para fazer desse esporte um espetáculo único. O Rugby é um esporte que não se importa com biotipo, é algo que todos podem praticar. Na modalidade mais moderna e menos tradicional, duas equipes de sete jogadores duelam para ver quem consegue avançar para o campo do adversário, passando a bola oval de mão em mão, sempre para trás, na tentativa de marcar pontos.

Rugby Sevens é a modalidade olímpica. Um esporte de muito contato físico, muita estratégia e muita tecnologia, TCO é uma delas, além de melhorar e qualificar o trabalho do árbitro, torna a partida muito mais rápido dentro dos dois tempos de sete minutos, ou dez minutos em caso de final.

Scrum momento de dividida, acontece quando a bola é passada para frente, considerado falta (Foto: Garulhosemrede)
Lá vem história...

A história do Rugby começou na metade do século XIX, com a prática de vários tipos de "futebóis" que existiam na Inglaterra, tanto que o primeiro nome relacionado ao esporte era Rugby Football, pois era o futebol que era jogado na região de Rugby.  Em 1845, os grandes colégios de Londres começaram a conversar a respeito dos seus esportes e em 26 de outubro de 1863 foi feito uma grande reunião com os maiores colégios do país, em que estavam presentes representantes dos colégios de Cambridge, Trinity e um desses representantes era diretor de esportes do colégio de Rugby, que era o único colégio esportivo que defendia o uso das mãos no futebol. Com os acordos e os tratados feitos nesta reunião foram criadas a The Football Association que hoje é conhecida como FIFA, e o colégio de Rugby criou a Rugby Football Union que hoje é a Federação Inglesa de Rugby. Infelizmente a cidade criadora do Rugby, hoje já não tem nenhum time para representar o esporte.

Mas como veio a existir o Rugby no Brasil? Os esportes com bola e contato físico já eram jogados a muito tempo e em toda a Europa, porém nunca tinham saído da sua terra natal e com as expansões Inglesas, clérigos, empresários e estudantes trouxeram o esporte para nosso país, a primeira pessoa a desembarcar aqui e trazer uma bola de futebol ao Brasil, também foi responsável pelo Rugby. Charles Miller, brasileiro de origem anglo-escocesa foi o primeiro a formar um time de Rugby em território Tupiniquim. O esporte era muito popularizado dentro das colônias inglesas no Brasil, porém, com a Segunda Guerra Mundial, a maioria dos praticantes foram chamados pela Inglaterra para a guerra e o esporte quase deixou de ser praticado no Brasil.

Brasil é destaque no esporte e tem chances reais de conseguir medalha (Foto: amaru.blog)

RIO 2016 

Após 92 anos longe dos Jogos Olímpicos, o Rugby volta para o calendário, porém, com algumas alterações. É a primeira vez que os jogos serão disputados por times Sevens constituídos por sete atletas em cada equipe, em edições anteriores de Olimpíadas o esporte era constituído por 15 jogadores por equipe.  Com a diminuição dos jogadores é preciso muita resistência e velocidade pois a metragem do gramando manteve a mesma, continua 70m x 100m.

Na Olimpíada do Rio serão 12 seleções de cada gênero nos Jogos de 2016 e o país mais forte no esporte estará presente, a Nova Zelândia. A equipe masculina brasileira de Rugby participou no mês de março do Campeonato Mundial Sevens realizado em Vancouver e terminou na última posição. Enquanto, a seleção feminina, mais conhecida como "As Amazonas" podem ser o grande destaque da competição, pois conquistaram o décimo primeiro título das onze edições do Sul-Americano que serviu como Evento-Teste. As seleções que estarão no Rio de Janeiro serão Brasil, Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Grã-Bretanha, Colômbia, Estados Unidos, França, Quênia, Japão e Fiji, no feminino. Já no masculino, Brasil, Fiji, África do Sul, Nova Zelândia, Grã-Bretanha, Argentina, Estados Unidos, França, Japão, Austrália e Quênia foram as classificadas.

Ainda falta classificar uma seleção feminina e outra masculina que será divulgado após o Pré-Olímpico que tem início no dia 26 de junho (feminino) e 19 de junho (masculino) devido a desistência das seleções masculina do Uruguai e feminina da África do Sul.

Local de competição: Estádio de Deodoro

Deodoro foi escolhido como local para a realização dos Jogos. É uma região cercada de muita área verde, está localizada na Zona Oeste. O Complexo de Deodoro possibilitou a manutenção dos transportes públicos para Barra e outros bairros do Rio de Janeiro. Do Estádio para a Arena e o Centro Aquático, o trajeto pode ser feito à pé pelos torcedores.

O Estádio foi construído para 15 mil pessoas, abrigará também as disputas de algumas provas do Pentatlo Moderno e do Futebol de 7 Paralímpico. Se depois do Pan de 2007, muitos jovens aderiram ao esporte de diversas modalidades, o maior legado da Olimpíada é poder multiplicar o número de praticantes e além de popularizar o Rugby no Brasil, ter locais adequados para a prática do jogo.

Mão, Bola, Chão. É TRY!

Ismael Schonardie | @Ismahsantos





Sem show, mas com vaga

Não foi um show de bola, também não foi um sufoco. Muito mais seguro do que vinha sendo nos primeiros meses do ano, o Palmeiras bateu por 2x0 o bom time do São Bernardo e garantiu vaga na semifinal. Alecsandro e Gabriel Jesus marcaram os gols.

A entrada de Arouca no lugar de Gabriel foi uma das poucas mudanças de Cuca para o jogo de hoje – e mostrou-se um erro. Em mais uma noite ruim, o volante palmeirense não conseguiu manter a pegada e nem a qualidade na saída de bola que o time apresenta com Gabriel. O resultado disso foram alguns buracos no meio que propiciaram jogadas perigosas de contra-ataque.

Nesses buracos deixados (que também eram culpa da falta de ajuda de Robinho e  Allione), o Bernô assustou em duas oportunidades. Prass apareceu bem e salvou o Palmeiras de sair atrás no placar. Ainda assim, foram apenas dez minutos de erros, com um Verdão dominante na posse de bola e inoperante na criação de chances de gol.


Gabriel Jesus voltou a marcar em jogo de bom público no Allianz Parque, mesmo em uma segunda-feira.
(Foto: Globo Esporte)
Com mais uma partida ruim de Robinho e um dia pouco inspirado de Allione, a posse de bola alviverde não assustava muito o goleiro adversário. As melhores jogadas era com Egídio, que voltou a jogar bem. E foi justamente em uma bola parada do ala palmeirense que Alecsandro soltou o grito de gol dos palmeirenses.

Na segunda etapa, o Palmeiras melhorou bastante e passou a ceder menos espaços ao time do ABC, que pouco chegou e o fez mais na base do abafa do que com jogadas articuladas. Os contra-ataques eram do Palmeiras que teimava em desperdiçá-los. Até que finalmente acertou, já perto do final do jogo. O estreante Roger Guedes recebeu bom passe de Dudu e achou Gabriel Jesus livre para matar o jogo.

A consistência defensiva com Gabriel foi muito melhor do que com Arouca e Cuca deve ter percebido. Com um time em fase de ajustes, é normal que nem sempre o jogo ofensivo seja o melhor possível, até considerando a carga emocional de um jogo eliminatório. Mas que o time já apresenta mais opções e mais solidez do que no começo do ano, isso é inegável.

O DESTAQUE: depois de muitos jogos criticados, Egídio voltou a fazer boas atuações com a camisa do alviverde. Foram dele as melhores jogadas ofensivas no jogo de hoje, além de dar pouco espaço no seu setor.

BOLA MURCHA: não é perseguição, mas Robinho fez mais um jogo assustador. Errou quase tudo que tentou e ainda perdeu um gol incrível no segundo tempo. Não dá mais para insistir com ele nessa função de armador.

Partida péssima para o lado verde

Sem a primeira partida da semifinal no final de semana e o adiamento do jogo para esta segunda-feira (18/04), o Goiás teve mais tempo para treinar o time, montar um esquema tática adequado, uma formação boa, ensaiar jogadas, mas o que Enderson Moreira fez para esse clássico? Na minha visão, não fez nada. Outra partida completamente ridícula do Goiás com poucas oportunidades criadas, passes errados, meio de campo neutralizado e um jogo apático por parte da defesa novamente. Não foi uma derrota, mas um empate que preocupa para o segundo jogo. Achei que Enderson teria tirado algumas lições daquele zero a zero amargo, mas parece que a leitura de jogo dele está bem desagradável.

Carlos Eduardo foi um dos poucos esmeraldinos que apareceram pro jogo.
Foto: Globo Esporte.
Antes do início da partida, já era preocupante a escalação de Enderson optando por David ao invés de Jhon Clay. Com o Vila mais postado no ataque nos primeiros minutos, bastava rezar para que a defesa esmeraldina não entregasse o ouro para os colorados, que conseguiam chegar com bastante espaço. Anderson Salles era o único que estava um pouco mais atento no que fazia, mas o que mais temíamos nos fez pagar pelo preço: uma bola aérea e a cabeçada do zagueiro Anderson do Vila Nova, abriu o placar do jogo.

A verdade naquele momento é que só não sofremos mais pois o ataque do nosso rival é completamente amador. Era defesa ruim contra ataque ruim. Parecia um espetáculo de horrores. Frontini cansou de receber bolas por cima dos defensores do Goiás, porém por nossa sorte, o argentino estava sempre em posição de impedimento. 

Após o gol, tivemos que partir pra cima em busca do empate. As jogadas sempre saiam pelas pontas com Juninho, Wagner e Carlos Eduardo, mas tinha chutes ao gol? Não, nenhum. O ataque tentava apenas a mesma jogada de infiltração na defesa do Vila que já não estava dando certo, porém a nossa sorte foi quando Carlos tocou para Wagner e ele foi claramente derrubado na área. Pênalti que Rafhael Lucas bateu, marcou, e depois sumiu completamente do jogo.

No segundo tempo, esperava-se uma postura mais convincente, mas nada mudou. A marcação continuou forte e o Goiás, mesmo com Enderson acertando nas substituições, continuava com a jogada dos toques inúteis e dos balões que de nada adiantavam. Não adianta botar sempre a culpa na falta do Daniel Carvalho, pois o time está mal treinado. Também não podemos tirar o mérito da boa postura do Vila que mesmo com Jhon Cley entrando no segundo tempo para tentar trazer o jogo de volta ao meio de campo, a marcação continuou muito pesada.

Vila Nova teve mais posse de bola do que o Goiás no jogo.
Foto: Globo Esporte.
Nas arquibancadas, ambas as torcidas deram um show. Muita cantoria e números praticamente iguais. Igual um clássico de verdade, apesar de algumas poucas confusões, mas nada muito sério. A maior preocupação para o jogo da volta é que se continuarmos com essa postura ruim, de ignoramos o adversários e seguirmos com as mesmas jogadas fracas, corremos seriamente o risco de ficar de fora da final. Detalhe: empate não nos classifica, e sim, leva aos pênaltis. Ou o Enderson abre o olho ou abre o cargo para outro treinador vier em seu lugar.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF
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