A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

sexta-feira, 22 de abril de 2016

16 anos em disputa


Heriberto Hulse é o palco do duelo deste domingo. (Foto: Cristiano Andujar)
A Chapecoense viaja neste domingo (24) para Criciúma, onde enfrenta o Tigre às 18h30. Já sem chances de conquistar o returno e o título do Catarinense antecipadamente, faz com que todos tenham o pensamento de um jogo para cumprir tabela.

Guto Ferreira confirmou uma equipe totalmente reserva, assim como o próprio Criciúma. Mas se engana quem pensa que este jogo não vale nada. A história traz um tabu de 16 anos sem vitórias do Verdão no Estádio Heriberto Hulse, além de que uma vitória traga de volta a confiança da Chape, que vem de duas derrotas seguidas na competição, visando a grande final da competição diante de um Joinville motivado e em grande fase.

O histórico dos duelos entre Chapecoense e Criciúma mostram partidas cheias de emoção, rivalidade e títulos. Nas últimas quatro finais que o Verdão esteve presente, o Tigre foi adversário em três delas.

Elenco tricampeão Catarinense 2007. (Foto: Divulgação/Chapecoense)
Na primeira delas, em 2007, enquanto o Criciúma despontava como principal favorito para conquistar o título estadual, a Chapecoense com um elenco modesto foi a surpresa, levando o returno e garantindo a vaga na final. No jogo de ida, as equipes se enfrentaram no Estádio Regional Índio Condá, como era conhecido na época a Arena Condá. O resultado de 1x0 após falha bisonha de Zé Carlos dava a vantagem do empate para o Verdão.

No jogo da volta, o Criciúma vencia por 2x1 e, jogando por dois resultados iguais, aguardava o apito final do árbitro para comemorar o título daquele ano. Faltando 10 minutos para acabar a partida, Valmir cruzou e encontrou Fábio Wesley, que empurrou a bola para o fundo da rede, empatando o duelo. Os minutos restantes tinham ar de dramaticidade, e terminaram com o apito final do árbitro e a comemoração dos visitantes, que pintaram o Heriberto Hulse de verde e branco.

Segundos após o gol contra de Carlinhos Santos, enlouquecendo a Arena Condá. (Foto: Flávio Neves)
As equipes voltaram a decidir um estadual em 2011, com a Chapecoense ficando com melhor campanha e com a vantagem de decidir a grande final com o apoio de seu torcedor. Na partida de ida, em Criciúma, uma vitória por 1x0 do Tigre tirava a vantagem do empate do Verdão.

Na volta em Chapecó, a obrigação de vencer ficou do lado verde e branco. A forte marcação do time carvoeiro parecia ser intransponível. A cada minuto que passava, o drama aumentava, até que, aos 23 minutos, Neném, que acabava de entrar, cobrou falta, o zagueiro Carlinhos Santos tentou cortar e empurrou a bola no fundo das redes de Andrey, marcando gol contra e enlouquecendo a Arena Condá. A tranquilidade só chegou após o apito final do árbitro, consagrando o Verdão Tetracampeão Catarinense.


A última e mais triste final entre as equipes foi realizada em 2013, após um primeiro turno em que o Verdão não deu chances, passou por cima dos adversários e garantiu presença na decisão do estadual. No segundo turno, enquanto via um Criciúma crescendo a cada jogo, a Chapecoense não conseguia desempenhar o mesmo futebol e caia de rendimento a cada partida. No primeiro jogo da final, realizado em Criciúma, o Tigre em grande fase venceu por 2x0 e dificultou a vida da equipe do Oeste para o jogo da volta.

Em 2013 foi a vez do Criciúma fazer a festa fora de casa, levantando a taça em plena Arena Condá. (Foto: Marcelo Silva)
Em Chapecó, o Verdão conseguiu marcar logo no começo da partida com o zagueiro Rafael Lima após cobrança de escanteio. Porém, a forte marcação dos visitantes garantiu o placar de 1x0 e o título para o Criciúma, que devolveu a festa em 2007.

Hoje a Chapecoense encontra-se na mesma situação que 2013. Após vencer o turno sem grandes dificuldades, vive fase conturbada depois de perder a invencibilidade contra o Metropolitano e ver o Joinville conquistar o título do returno em plena Arena Condá.

O duelo deste domingo pode, para muitos, valer só para cumprir tabela. Entretanto, uma vitória além de trazer de volta a moral e a confiança do elenco, acaba com um tabu de 16 anos sem vitórias no Estádio Heriberto Hulse. 

Marcelo Weber || @acfmarcelo

TOP 10: Principais alvos Sub23 na próxima janela europeia

A próxima janela de transferências na Europa promete ser uma das mais movimentadas dos últimos tempos. Bayern, City e Chelsea terão novos técnicos, United também não parece feliz com Van Gaal, assim como o PSG com Blanc. Isso sem falar em Real Madrid, Barcelona, Juventus e outros clubes que sempre procuram qualificar seus elencos.

Ousmane Dembélé (Rennes); Renato Sanchez (Benfica)
Leroy Sané (Schalke); Gianluigi Donnarumma (Milan).
Foto: Getty Images/The Guardian
Além dos nomes já consagrados no mercado, os clubes procuram atletas jovens e promissores. O portal britânico The Guardian listou 10 atletas abaixo dos 23 anos com potencial para se tornar grandes estrelas, que devem ser os principais alvos no próximo verão europeu. Vamos a eles:

1 – Ousmane Dembélé (Rennes)

O futebol da França é um mercado tradicional para revelar jovens valores, e é da Ligue 1 que vem Dembélé. O jovem atacante de apenas 18 anos faz sua estreia como profissional na atual temporada e já marcou 12 gols. Peça importante no clube, o francês já foi especulado no Bayern, Barcelona, City, Liverpool, Arsenal, Tottenham e até na surpresa Leicester, vai ser bem difícil manter o atleta em Rennes. Valor estimado: £25milhões.

2 – Renato Sanches (Benfica)

Mais um atleta de 18 anos surgindo em outro mercado tradicional quando o assunto é revelação. Renato Sanches é um meio campista nascido em Lisboa, estreou na Primeira Liga em outubro do ano passado e já se mostrou muito promissor. Todo destaque fez o Benfica renovar seu contrato, adicionando uma multa de £45 milhões, Arsenal e Bayern já sinalizaram interesse no atleta. Valor estimado: acima de £30 milhões.

 3 – Julian Weigl (Borussia Dortmund)

Julian Weigl (Borussia Dortmund). Foto: Getty Images/The Guardian
Contratado junto ao 1860 Munique no último verão por míseros €2,5 milhões, hoje Weigl vale pelo menos dez vezes esse valor. O meio campista de 20 anos se tornou a menina dos olhos do técnico Thomas Tuchel, o que deve dificultar bastante uma saída imediata. Barcelona, PSG e recentemente o Manchester City já demonstraram interesse no camisa 33 de Dortmund. Valor estimado: £25 milhões.

4 – José Maria Giménez (Atlético de Madrid)

O técnico Oscar Tabarez, do Uruguai, agradece todos os dias ao Atlético de Madrid por formar a dupla titular da sua seleção nacional. Giménez, com apenas 20 anos, tem um entrosamento perfeito com o compatriota Diego Godín, responsáveis pela melhor defesa da Liga, com média de menos de um gol sofrido por partida. Real Madrid e City já estão de olho no jovem uruguaio, mas uma clausula de rescisão de €60 milhões pode impedir uma transferência. Valor estimado: £50 milhões.

5 – Michy Batshuayi (Olympique de Marseille)

Esse é um atacante que faz parte da tão comentada Geração Belga, com 22 anos, Batshuayi já foi a rede 11 vezes na atual edição da Ligue 1. Com esse desempenho, não será nenhuma surpresa se ele aparecer na lista de convocados da Bélgica para a Eurocopa da França. Aproveitando a visibilidade, o presidente do Marseille já anunciou que aguarda ofertas e está disposto a negociar uma venda. Valor estimado: £20 milhões.

6 – Mahmoud Dahoud (Borussia Mönchengladbach)

Dahoud é um daqueles casos que sua história de vida transcende o futebol, sua família teve que fugir da fronteira do norte da Síria para a Turquia quando ele tinha apenas 10 meses. Agora com 20 anos, o jovem meia do Gladbach pode aparecer na lista da Alemanha para a Eurocopa. Apresentando ótima regularidade em 29 jogos pela Bundesliga, clubes como Liverpool e Borussia Dortmund já se mostraram ligados na situação do atleta. Valor estimado: £24 milhões.

7 – Leroy Sané (Schalke 04)

Leroy Sané (Schalke). Foto: Getty Images/The Guardian
O DNA de atleta corre pelas veias de Leroy Sané, filho da ex-campeã alemã de ginástica rítmica Regina Weber e do ex-jogador da seleção senegalesa Souleyman Sané, o jovem de 20 anos desponta como um ótimo meia no Schalke 04. Barcelona e City já sinalizaram que estão de olho no camisa 19 e o atleta já afirmou que pretende alavancar sua carreira em algum de clube de mais expressão. Desafiando o desejo do jogador, o Schalke insiste que não será no próximo verão que Sané terá novos desafios pela frente. Valor estimado: £20 milhões.

8 – Eric Bailly (Villarreal)

Quando o Villarreal vendeu Gabriel ao Arsenal em janeiro de 2015, o clube precisou ir ao mercado para reforçar sua defesa. O Submarino Amarelo pagou €5,7 milhões pelo marfinense Eric Bailly junto ao Espanyol. A substituição foi um ótimo acerto, não à toa, o Villarreal chegou as semifinais da Liga Europa. Pep Guardiola já demonstrou interesse em contar com o zagueiro de 22 anos no seu elenco, em Manchester. Valor estimado: £15milhões.

9 – Sofiane Boufal (Lille)

Mais um nome que aparece no futebol francês, Boufal é nascido em Paris, mas naturalizado marroquino. Nessa temporada da Ligue 1, o meia atuou 27 vezes, marcou 11 gols e deu 5 assistências. O técnico do Lille, Frédéric Antonetti já indicou que o jogador de 22 anos deve ser vendido na próxima janela. O destino, muito provavelmente, será a Inglaterra, Arsenal, Liverpool, United e Tottenham preparam ofertas pelo atleta. Valor estimado: £15 milhões.

10 – Gianluigi Donnarumma (Milan)

Gianluigi Donnarumma (Milan). Foto: Getty Images/The Guardian
Chega a ser assustadora a performance do ainda adolescente Donnarumma a frente da meta rossonera. Com apenas 16 anos, o goleiro assumiu a titularidade do Milan e deixou os experientes Abiatti e Diego Lopez no banco. Agora, um ano mais velho, com seus 1,96m de altura, Donnarumma já é visto como substituto natural de Buffon na Azurra. Apesar dos torcedores e dos dirigentes esperarem que o arqueiro faça uma carreira longa em Milão, United e Chelsea prometem investidas fortes pelo jovem atleta, que é visto como uma certeza no mundo do futebol. Valor estimado: £30 milhões.

Lucas Felipe || (@lsouza73)

Linha de Fundo || (@SiteLF)

Draft 2016: Informações importantes e o Combine

Foto: Getty Images
Após quase três meses na offseason, falta pouco para o Draft 2016 começar. O maior evento enquanto o pontapé inicial da temporada não é dado acontece durante três dias em Chicago, Illinois, e reúne todos os jogadores elegíveis para a Liga. A seleção das futuras estrelas da NFL começa na próxima quinta-feira (28) e termina no sábado (30).

Como em todos os anos, vários garotos saem do College Football, formados ou não na faculdade, sonhando em serem os próximos grandes jogadores da história. Atletas de todas as posições dão duro nos anos universitários para que, nesse momento, não sejam apenas mais um no meio da seleção. Todos aqueles que se declararam elegíveis tem a última chance de se destacar e ela é dada no Combine.

O Combine nada mais é do que a última impressão que os novatos deixam para as franquias da NFL. Durante esse período, que dura mais ou menos uma semana, as comissões técnicas dos 32 times podem observar mais de perto quase todos os atletas que são considerados aptos a participar do Draft. Eles são submetidos a vários testes físicos e psicológicos, entrevistas e muitas outras coisas que podem mudar a escolha de uma equipe. Assim, os treinadores traçam o perfil de cada um, considerando a capacidade em campo e todas as características de personalidade que podem ou não atrapalhar no futuro.


É fato que o Draft nada mais é do que, no geral, um tiro no escuro das franquias. Com várias opções na mesa, todos avaliam os diversos nomes e, baseados nas atuações no College e no Combine, determinam se vale ou não a pena investir. Entretanto, nem sempre os melhores jogadores estão prontos para a Liga e nem todos que não se destacam serão um fracasso. É esperar a seleção e torcer para que aquele garoto seja, talvez, o novo grande ídolo da sua franquia.

Confira abaixo todas as informações sobre o Draft 2016 e como funciona o Combine:


Mariana Sá || @imastargirl 

Mergulhados num mar sem fundo


Antes de começar, gostaria de lhes pedir desculpas pelas vezes em que estive ausente do site. Tantas coisas aconteceram nesse meio tempo dentro do Avaí que eu gostaria de explicar o que está havendo. Ano passado, um pouco antes da nossa queda à Série B, comentei com alguns amigos avaianos e alvinegros que quem caísse iria mergulhar num mar sem volta, entraria numa maré impossível de remar a favor.

Infelizmente sabemos o que sucedeu. De lá pra cá, tivemos um pouco de esperança: novo gerente de futebol, meninos vitoriosos subindo da base, novos contratados, um técnico que merecia um voto de confiança. O campeonato catarinense começou e, com ele, veio uma campanha digna dos meus parabéns no primeiro turno, um segundo lugar merecido por todos.

Porém, o pior estava por vir. Parece que, num passe de mágica ou, quem sabe, de macumba, as coisas começaram a dar errado de uma forma inimaginável. O rendimento daqueles que estavam reescrevendo a história do maior do estado simplesmente desapareceu. A partir do início do segundo turno, o terror acometeu o pensamento do torcedor avaiano.

Durante uma sequência de OITO derrotas pra times totalmente incapacitados tecnicamente, resolvemos nos mexer. Primeiro, veio a demissão do até então culpado técnico Raul Cabral. Nossa esperança, no entanto, seria um novo nome, capaz de trazer vida nova ao vestiário azurra. Após algumas especulações, péssimas diga-se de passagem, o nome menos terrível surgiu e foi aprovado: Silas, de novo. Foi-lhe compartilhado um fardo que estávamos carregando há três anos, em que lutamos para não cair no estadual.

Mesmo diante do novo técnico, da nova luz no fim do túnel que embaraçosamente enxergávamos, continuamos na labuta. Labuta essa que ainda não acabou. Vimos, então, a necessidade de pedir a renúncia do então presidente Nilton Macedo Machado e seu vice Francisco José Batisttotti, pois durante toda sua gestão atravessamos apenas caminhos árduos. Após várias manifestações organizadas pela torcida avaiana, conseguimos então fazer com que o senhor presidente renunciasse. Entretanto, seu vice permaneceria para cumprir o estatuto.

Revisamos todo o estatuto do clube e encontramos o artigo 35 inciso IV, e, na noite de segunda-feira, no jogo contra o Guarani da Palhoça, em que pela graça divina conseguimos nosso primeiro ponto no returno, ocorreram as assinaturas do sócios no abaixo assinado, que visam a convocação de assembléia geral para esclarecimentos financeiros e definições de cargos como o do senhor Francisco José Battistotti, no Avaí Futebol Clube.

Nosso objetivo era apurar o máximo de assinaturas possíveis (1/5 dos associados) para que tal assembléia fosse convocada, entretanto, devido ao pouco tempo e muitas dúvidas dos torcedores, arrecadamos 637 ASSINATURAS. Como o torcedor azurra já sabe, o atual presidente já atua no clube há alguns anos e teve bastante tempo de mostrar o seu trabalho juntamente com o Nilton Macedo Machado, porém não o fez.

As dúvidas da maioria é: Quem assumiria o clube a essa altura do campeonato? Será que não vale a pena dar um voto de confiança a ele? Nome concreto realmente não há. O que temos são interesses de empresários da grande Florianópolis em assumir o nosso clube, empresários estes que, até o momento, não investiram no Avaí por causa da presença deste senhor.

Tantas chances foram dadas, tantos anos desperdiçados e jogados no lixo por uma má gestão que vem acometendo o Avaí desde sempre. Será que a inocência do torcedor realmente acha que em três, quatro meses ele fará pelo o Avaí o que poderia ter feito EM ANOS?  A dúvida fica, mas a consciência e a necessidade de mudar o Avaí impregna.

Meu coração azul e branco implora por misericórdia, implora pelo fim dessa fase que NUNCA havera de ter acontecido. Aquelas brincadeiras sadias hoje já não são mais suportáveis, o assunto futebol nunca esteve tão abandonado pra mim. A paciência se vai, a tolerância já não existe. Em 24 anos da minha vida, jamais passei por tamanha tristeza que é ver o MAIOR TIME DO MUNDO afundar desse jeito.

A torcida avaiana não merece tanta humilhação e desprezo. Termino o desabafo de hoje com as palavras do nosso atacante Lucas de Sá: "É preciso ter fé para remar contra a maré, diante das ondas bravias sentir arrepio, mas chegar são e salvo na outra margem do rio".

Vitória está nas finais do Baianão 2016

Foto: Globoesporte
Além de garantir vaga na final do Campeonato Baiano com a  vitória de ontem, o rubro negro assegurou participação na Copa do Nordeste de 2017. É a volta do maior campeão à competição.

O JOGO


Aos 6 minutos, a zaga da Juazeirense deu bobeira para Kieza, que serviu Leandro Domingues dentro da área, o meia bateu colocado e perdeu uma grande chance de abrir o placar. Aos 30', outro cochilo da defesa adversária, dessa vez Kieza viu a ultrapassagem de Marinho, o atacante foi no fundo e rolou para Vander, livre e de frente, chutar muito mal e errar o gol.


Segundo tempo

Logo no início, a Juazeirense desperdiçou uma boa chance. Assim como o Vitória no primeiro tempo, Sassá invadiu pela direita e Fernando Miguel saiu em falso do gol, deixando o ângulo aberto, o atacante bateu firme e a bola foi no poste direito do arqueiro.

Aos 11 minutos, em cobrança de lateral direto na área, Kieza escorou para Amaral que vinha entrando por ali, o volante pegou de primeira, fazendo um bonito gol. Aos 15', o Vitória ampliou com Diego Renan da entrada da área, o lateral foi servido por Amaral, após boa troca de passes entre Domingues e Dagoberto. Aos 21', o rubro-negro selou o placar. Dagoberto cobrou escanteio, Victor Ramos subiu mais do que todo mundo e cabeceou para o chão, sem chances de defesa.

RESUMO

Alguns jogadores do Vitória continuam à sentir falta de ritmo de jogo, ontem o impacto foi logo na primeira etapa, uma vez que a Juazeirense veio com um sistema de jogo de marcação alta e forte, uma proposta completamente diferente do jogo de ida. O time do interior igualou as ações e foi ligeiramente melhor na primeira etapa por conta de ter anulado Leandro Domingues, o termômetro do sistema 4-2-1-3. 

No entanto foi o Vitória que teve as duas principais chances da primeira parte da jogo, com Domingues e com Vander. O volante Capone acompanhou o meia rubro negro em todas as partes do campo. Bem verdade que Domingues não estava numa tarde inspirada, mas passou a fazer um jogo tático de posição muito interessante, levando seu marcador para zonas mortas e abrindo espaço na frente da área do adversário.

Na segunda etapa o time Rubro Negro veio querendo mais jogo, mas aí, foi a Juazeirense que desperdiçou boa chance, com Fernando Miguel saindo mal do gol e continuando a me deixar a impressão de estar meio inseguro. 

Mudando já de foco para a primeira partida da final do campeonato baiano, Vagner Mancini precisa treinar estratégias para quando sofrer com marcação individual e tomar muito cuidado com o tempo que Doriva treinador do rival terá para estudar suas ações. É um treinador que desbancou o Santos em São Paulo também treinando um time inferior.

Tem faltado ao Vitória de Mancini jogadas de fundo de campo, muito por conta de algumas situações individuais que vou citar aqui. Vander é jogador que busca muito o corte para dentro principalmente quando no flanco esquerdo, Marinho da mesma forma, principalmente quando no flanco direito, Diego Renan nunca procura o fundo do campo, sempre centraliza demais o jogo com suas diagonais, e Welison não é lateral de origem, lhe falta cacoete para ultrapassagens e velocidade também. 

Não podemos perder o controle emocional e nem a concentração, para não darmos ao Rival a oportunidade de colocar seu jogo reativo em campo ou sobras de bola na área para o sopeiro. 

Agora é o momento de se concentrar só nais finais, respeitando o Náutico RR pela Copa do Brasil na quarta feira. Deixar especulações e contratação para o Brasileiro de lado e fazer valer em campo nossa melhor condição para continuar vencendo os clássicos.

Seja Sócio SMV!

É isso aí galera!

Por @AdsonPiedade



FICHA TÉCNICA

Vitória 3 x 0 Juazeirense – Jogo de volta das semifinais


Local: Barradão, em Salvador (BA)
Quando: quinta-feira, 21, às 16h
Gols: Amaral, Diego Renan e Victor Ramos (Vitória)
Árbitro: Jailson Macedo de Freitas (BA)
Assistentes: Jucimar dos Santos Dias e Adailton José Jesus da Silva (ambos da BA)
Cartões amarelos: Victor Ramos e Ramon (Vitória); Capone, Deca, Paulo Henrique, Nino Guerreiro e Diego Teles (Juazeirense)
Público pagante: 12.137
Renda: R$ 210.055,00

Vitória – Fernando Miguel; José Welison, Victor Ramos, Ramon e Diego Renan; Amaral, Willian Farias e Leandro Domingues; Vander (Dagoberto), Marinho e Kieza. Técnico: Vagner Mancini.

Juazeirense – Tigre; Alex Travassos, Emerson (Paulo Henrique), Ricardo Braz (Patrick) e Deca; Capone, Everlan, Naldo e Wanderson (William Carioca); Sassá e Nino Guerreiro. Técnico: Evandro Guimarães.

Show de gols perdidos na Vila

Paraná perde três pênaltis, mas consegue classificação na Copa do Brasil

Na agradável noite de quinta-feira (21), o Paraná Clube recebeu o Estanciano-SE pelo jogo da volta da primeira fase da Copa do Brasil. Diante do péssimo resultado obtido em Estancia na ida, o empate em 1x1, o Tricolor tinha a obrigação de demonstrar ao seu torcedor um bom futebol e renovar as esperanças, abaladas pelos últimos jogos. A obrigação era ainda maior visto o vexame do último ano, quando a equipe caiu para a Jacuipense-BA.

Valber comemora seu gol
Foto: Giuliano Gomes/PR Press
O JOGO

Não foi nenhuma surpresa quando o Tricolor começou pressionando o time sergipense e, logo de cara, Valber carimbou a trave adversária. Não muito depois, o mesmo Valber recebeu boa bola na direita, tirou o marcador e bateu no cantinho para abrir o placar e tranquilizar a equipe paranista. Entretanto, o que parecia se encaminhar para um jogo tranquilo ficou dramático.

Na sequência do gol, Robson levou a melhor sob o zagueiro, entrou na área e foi derrubado: pênalti. Lucio Flavio foi pra bola e... PERDEU. Jean ainda tentou, Lucio Flavio ainda perdeu mais duas oportunidades claras e o Estanciano acertou a trave de Marcos, mas não saíram mais gols na primeira etapa.

Para o segundo tempo, o Tricolor novamente começou em cima do adversário e logo criou uma boa chance. Após a tabela, Rafael Carioca entrou sozinho na área e bateu em cima do goleiro Jerfesson, desperdiçando excelente chance.

O jogo estava morno até que Jean arrancou pela direita e foi derrubado dentro da grande área: pênalti novamente. Mais uma vez Lucio Flavio na bola e... PERDEU de novo. E não parou por aí. Diego Tavares também invadiu a área sozinho e foi derrubado: terceiro pênalti paranista. Dessa vez, Claudinei Oliveira vetou Lucio Flavio e quem foi pra bola foi Jean. Acreditem ou não, mas Jean conseguiu perder o terceiro pênalti do jogo. Felizmente no rebote ele guardou e fechou o placar em 2x0 Paraná.

Com o resultado, o Paraná consegue a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil para enfrentar a Chapecoense, em confronto ainda sem data definida.

ANÁLISE

A partida contra o Estanciano foi completamente atípica. O Paraná atingiu a marca de quatro pênaltis marcados a seu favor em dois jogos, e isso nem foi o mais absurdo: o time conseguiu perder as TRÊS penalidades da partida. Pelo menos serviu para mostrar ainda mais o quanto Lucio Flavio é fraco (já podia pegar o voo junto com o Estanciano).

Taticamente o time também não esteve correto. Claudinei Oliveira resolveu abrir Robson e Valber, e deixar Nadson centralizado, o que ao meu ver é um erro. Nadson deveria jogar aberto, de preferência pela esquerda, com Robson na referência ou na direita e Valber centralizado para comandar o meio campo.

FICHA TÉCNICA
Paraná: Marcos; Nei, Alisson, Demerson e Fernandes (RCarioca); Jean, Uchoa, Nadson (Murilo) e Valber; Robson (Diego Tavares) e Lucio Flavio
Estanciano: Jerfesson; Daniel, Emerson, Jadson (Rodrigues) e Fabiano (Roni); Élton, Koffi (Da Silva) e Gil Paraíba; Clóves, Warlei e Mandacaru
Gols: Valber 16’/1ºT e Jean 45’/2ºT (PRC)
Cartão amarelo: Robson, Jean e Nei (PRC)
Emerson, Jadson, Rodrigues e Elton (EST)
Cartão Vermelho: Emerson, Elton e Da Silva (EST)
Público pagante / total: 4.276 / 5.092

PRÓXIMO CONFRONTO
O Tricolor volta a focar somente no Campeonato Paranaense a partir de agora. Já no domingo, a equipe recebe o CA Paranaense na Vila Capanema, precisando vencer de qualquer forma após ter perdido o primeiro jogo. Qualquer vitória por um gol de diferença leva aos pênaltis e qualquer vitória por dois ou mais gols de diferença classifica o Tricolor.

O técnico Claudinei Oliveira não deve mexer muito na equipe e a única provável mudança no XI inicial é a entrada de RCarioca no lugar de Fernandes, que vem numa péssima fase

Provável Paraná: Marcos; Nei, Alisson, Demerson (Zé Roberto) e Fernandes (RCarioca); Jean, Uchoa, Nadson e Valber; Robson e Lucio Flavio

Fellipe Vicentini | @_FellipeS
#PRaCima
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana