A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

domingo, 24 de abril de 2016

Oito vezes Santos


Em jogo válido pela semi final do Paulistão 2016, Santos e Palmeiras protagonizaram mais uma decisão digna da camisa dos clubes e assim como nas anteriores, recheada de provocações, disputas acirradas e muita emoção. Por fim, o desfecho nas penalidades máximas deu alegria aos santistas, que estão pela oitava vez seguida na final do estadual.

O JOGO

Os primeiros 45 minutos foram de amplo domínio e por alguns instantes, total pressão santista. Com 20 minutos, Prass já havia feito pelo menos três defesas importantíssimas e os santistas reclamado de dois pênaltis no mínimo discutíveis.

Quando o Palmeiras ameaçou equilibrar o jogo e até assustou, em boa finalização do garoto Roger Guedes, a combinação "Lucas Lima - Gabigol" apareceu. O camisa 10 do Peixe recebeu um passe preciso e com toda tranquilidade limpou o lance duas vezes com chute preciso, abriu o placar na Vila Belmiro,

A segunda etapa começou tensa e pegada, com muitas faltas pelo lado palmeirense e pouca criatividade dos santistas. Mas assim como no primeiro tempo, o Peixe chegou ao seu gol no momento em que o Palmeiras era melhor. Aos 28 minutos, Zeca invadiu a área, limpou o marcador e achou Gabriel sozinho, que ampliou o marcador.

DOIS MINUTOS, DOIS GOLS

O relógio apontava quase 40 minutos da segunda etapa, a torcida entoava o grito de "eliminado" no estádio, mas talvez nem o mais otimista dos palmeirenses contava com a astucia de Rafael Marques.

Primeiro, o atacante recebeu passe de Barrios, brigou com os zagueiros dentro da área e bateu na saída de Vanderlei. Logo depois, Cleiton Xavier cruzou na cabeça de Rafael e o silêncio tomou conta da Vila Belmiro. 

PRASS PERDE DE UM LADO, VANDERLEI BRILHA DO OUTRO

Quando Fernando Prass defendeu a primeira cobrança de Lucas Lima, parecia que o roteiro da Copa do Brasil se repetiria, mas dessa vez, Vanderlei pegou as cobranças de Barrios e Rafael Marques, enquanto David Braz e Zeca converteram sem problemas. 

O lance derradeiro ficou por conta do goleiro palmeirense, autor do gol do título há alguns meses na Copa do Brasil, dessa vez Prass chutou mal, para fora e decretou a oitava classificação consecutiva do Santos para as finais do Paulistão.

Acumulando sua segunda eliminação na temporada, agora o time alviverde terá três semanas de trabalho e preparação, para estréia no Brasileirão contra o Atlético PR.

O Peixe, entra em campo contra o seu xará do Amapá na próxima quinta, em jogo válido pela Copa do Brasil e nos próximos domingos, encara o Audax, primeiro em Osasco e depois na Vila Belmiro, em busca de mais um título estadual.

Pedro Henrique  |  @peeedrito17

Criciúma vence e Chape conclui 17 anos sem vencer no Heriberto Hulse

Na noite deste domingo (24) o time do Criciúma encerrou sua participação no campeonato catarinense contra a Chapecoense, que completou 17 anos sem vencer dentro do majestoso.

O jogo foi válido pela última rodada do returno, o Criciúma buscava um bom resultado para finalizar o campeonato enquanto a Chapecoense apenas cumpria tabela, pois tem sua vaga garantida na final desde o primeiro turno.




O jogo mal começou e a torcida já vibrou. Aos 06' do primeiro tempo o lateral Ezequiel cruzou a bola na área e Gustavo botou no fundo das redes, porém o juiz marcou posição irregular do atacante. O jogo foi acirrado do início ao fim e mesmo com um time um pouco diferente e ''desfalcado'' a Chape não deixou de tentar e ir atrás da vitória. Aos 15' Gustavo, desta vez em posição válida, marcou para o tigre e abriu o placar. Vinte e dois minutos depois, aos 37' a Chapecoense chegou e empatou tudo com Claudio Winck e assim terminou o primeiro tempo.

Na volta para o segundo tempo, apenas o time do Criciúma fez alterações. Saída de Flávio para a entrada de Andrew, que teve um ótimo desempenho no segundo tempo, dando assistência para gol, bons passes e boa velocidade em campo, garoto que com o tempo pode tornar a ser titular do tigre. 

Logo aos 06' do segundo tempo o time visitante virou o jogo, Kempes marcou para a Chape. E aos 07' Andrew passou a bola para Ezequiel na entrada da área e o lateral deu um belo chute e marcou com classe para o tigre. Assim o jogo continuou acirrado, o time da casa com mais posse de bola até que aos 21' Gustavo marcou pela segunda vez para o tigre, virando o jogo para o time da casa. Assim ficou o placar: Criciúma 3x2 Chapecoense.

Contudo, o jogo foi acirrado e contou com muita rivalidade, mesmo sendo um jogo sem muita validade. O time do Criciúma jogou o que devia ter jogado nas rodadas anteriores, porém esperamos que continue nesse ritmo para a Copa do Brasil e para o Brasileirão da série B. O próximo jogo do Tigre é pela Copa do Brasil nesta quinta (27) contra o Operário-PR às 19:15 no Heriberto Hulse.


Ficha técnica para Criciúma (3)x(2) Chapecoense

Criciúma: Luiz; Ezequiel, Ianson Acosta (Jean Mangabeira), Diego Giaretta, Marlon, Barreto, Ricardinho, Douglas Moreira, Elvis, Flávio (Andrew), Gustavo (Jefferson)
Técnico do tigre: Roberto Cavalo.


Chapecoense: Marcelo Boeck, Claudio Winck, Marcelo, Rafael Lima, Lucas Mineiro, Josimar, Andrei, Rodrigo Andrade, Silvinho (Lourency), Hyoran (Wesley Natã), Kempes (Perotti)

Técnico da Chape: Guto Ferreira.



''Ganhas ou percas eu venho apoiar. Criciúma é minha vida''


Letícia Figueredo

Flu esquece de jogar futebol e é eliminado

Time recém-campeão da Copa da Primeira Liga, com a vantagem do empate e contra um time que irá entrar no Brasileirão desse ano para tentar não cair de novo. O cenário era perfeito para o Fluminense entrar em campo e acabar com o Botafogo. O problema é que parece que os jogadores também pensaram assim e esqueceram que, para confirmar o favoritismo, era necessário jogar futebol.

Favorito pulverizado e adeus Queridinha

Santa Cruz volta a vencer o Náutico desta vez por 2 a 1, e chega à final do Campeonato Pernambucano pelo segundo ano consecutivo. Placar agregado 5 a 2. 

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Dia de Festa tricolor na Arena Pernambuco / Imagem: JC Imagem
Esqueceram de avisar ao Náutico, que para chegar em finais tem que passar primeiro por decisões... O clássico foi cheio de emoções, o Náutico tinha a difícil tarefa de tirar uma boa vantagem construída pelo Santa no primeiro jogo das semifinais, e aí meus amigos, em decisões o tricolor cresce e muito, começou logo tomando um susto aos 33 minutos do primeiro tempo, onde o zagueiro Ronaldo Alves aproveitou-se de uma falha na marcação e no rebote de Tiago Cardoso, que já tinha feito um milagre depois de uma  bicicleta de  Rodrigo Souza, só teve o trabalho de empurrar com a cabeça para o fundo do gol e fazer 1 a 0, placar do primeiro tempo. 
Grafite o altor do gol da reação tricolor / Imagem: JC Imagem
Esse resultado ainda classificava o Santa Cruz, que soube administrar o resultado, e chegar a virada no segundo tempo, aos 6 minutos do segundo tempo, Leandrinho fez um belo lançamento para Grafite que arrancou sozinho, driblou o goleiro Júlio César e empatava a partida em 1 a 1. Gol que além de tranquilizar, favoreceu para aparecer novo espaços, pois o náutico partiu para o ataque mais de forma desordenada e o Santa só fez controlar e chegar a virada aos 47 minutos finais, em um belo chute de Lelê fora da área, decretando números finas 2 a 1. As finais do estadual acontecem nos dias 4 (Arruda) e 8 (Ilha do Retiro), contra o Sport Recife. 
Gols do Jogo:

FICHA DO JOGO: NÁUTICO 1 X 2 SANTA CRUZ

Campeonato: Campeonato Pernambucano / 1º Turno / 3ª Fase
Data: 24/04/2016
Hora: 16:00
Local: Recife (PE)
Estádio: Arena Pernambuco
Árbitro: Emerson Sobral (PE)
Auxiliares: Elan Vieira de Soua e Albino de Andrade Albert Júnior (ambos de PE)
Público: 15.596
Renda: R$ 288.940,00
NÁUTICO
Escalação: Júlio César; Joazi, Ronaldo Alves, Rafael Pereira e Gastón Filgueira; Ygor, Rodrigo Souza (Rafael Coelho), Esquerdinha (Caíque Valdívia) e Renan Oliveira (Ronny); Thiago Santana e Daniel Morais.
Técnico: Gilmar Dal Pozzo.
Gols: Ronaldo Alves,
Cartões Amarelos: Esquerdinha, Renan Oliveira, Ygor, Rodrigo Souza, Thiago Santana, Rafael Coelho, Ronny e Caíque Valdívia.
SANTA CRUZ
Escalação: Tiago Cardoso; Vítor (Léo Moura), Neris, Danny Morais e Tiago Costa; Uillian Correia, Leandrinho (Wellington Cézar) e Lelê; Arthur, Keno e Grafite (Bruno Moraes).
Técnico: Milton Mendes
Gols: Grafite e Lelê
Cartões Amarelos: Neris, Grafite e Leandrinho


Bocão || @_SiilvaSCFC

Estádio Bento Freitas

Foto: Xavante Munhoso
Fundado em sete de setembro de 1911, o G. E. Brasil conquistou uma Torcida apaixonada, inconsequente e, acima de tudo, defensora das cores vermelho e preto. Batem no peito para dizer diariamente: “A Torcida que tem um Time” numa mensagem clara e inequívoca da opção pela Camisa Rubro Negra. Esta luta, esta gana, já se manifestou na origem do Clube visto que surgiu no instante em que alguns atletas preparavam-se para um simples e corriqueiro treino. Eram os jogadores do Sport Club Cruzeiro do Sul, formados pelos operários da Cervejaria Haertel. Impedidos de treinar, alguns funcionários reuniram-se num campo da várzea e resolveram formar um novo clube. Pela época do ocorrido, era óbvio o nome e as cores da agremiação que surgia e o Brasil foi anunciado em verde e amarelo. Mas a intempestividade e o inusitado manifesta-se e o time fundado por Breno Corrêa da Silva e Salustiano Brito contrariou o riscado. Uma das primeiras dificuldades a enfrentar era arranjar dinheiro para comprar o primeiro uniforme e, com um “Livro Ouro” na mão, saíram em busca dos recursos. Eis que surge o comerciante português Manoel Ayres Júnior, sócio e ferrenho defensor do Clube Diamantinos, que concorda em patrocinar o uniforme da nova entidade desde que tivesse as cores vermelha e preta tal qual o seu clube carnavalesco. Deu samba na hora! E o Rubro Negro deu o seu primeiro grito de liberdade em alto e bom tom.

Logo após sua fundação, o Brasil não tinha um lugar para mandar os seus jogos, mas isto foi resolvido pelo dr. Augusto Simões Lopes em 1916 que cedeu um campo em sua propriedade ao lado da Estação Férrea. Ali foram travadas partidas memoráveis onde a garra do Time e da Torcida já deixava bem claro quem mandaria na Princesa do Sul. Nesta época e por muito tempo o Rio Grande do Sul conhecia a Torcida e o Time do Brasil como “Os Negrinhos da Estação” com seu futebol aguerrido, competitivo e mágico. Mas, pesar do aconchego e da mística do primeiro estádio, o Brasil e sua maravilhosa Torcida precisava de mais. Muito mais.

Foto: Xavante Munhoso
Para o futebol Rubro Negro, 1939 não foi um ano de destaque, mas aconteceu a grande conquista do G. E. Brasil, ou seja, a compra de um terreno a rua 13 de Maio, atual Princesa Isabel, para a construção do seu novo estádio. Bento Mendes de Freitas era o presidente e, com arrojo e persistência, agitava seus diretores e torcedores no sentido de darem o início as obras tão almejadas. De 1939 a 1943 muito trabalho e verdadeiras batalhas tiveram os Rubro Negros liderados por Bento Mendes de Freitas. Na verdade, muitos não acreditavam ser possível concretizar tamanho sonho e a luta interna era a mais acirrada. Vencidos os obstáculos, os torcedores Xavantes assistiram a inauguração do Estádio Rubro Negro no dia 23 de maio de 1943, num jogo amistoso do G. E. Brasil com o Força e Luz, de Porto Alegre, considerado, na época, um grande acontecimento esportivo. A emoção tomou conta tanto dos Rubro Negros quanto da própria cidade que assistia envaidecida a afirmação de seu grande representante na seara esportiva. Coube a Birilão a felicidade de fazer o primeiro gol do G. E. Brasil no Estádio que nascia para a glória da Nação Xavante.
A partir daquele jogo intermunicipal inaugural não pararam de acontecer grandes e memoráveis vitórias do Rubro Negro em seus redutos. De lá para cá, muitas partidas aconteceram no Estádio Bento Freitas, nome que recebeu em homenagem a seu grande idealizador e ferrenho batalhador por sua construção. Já no primeiro Bra-Pel realizado na Baixada, apelido carinhosamente atribuído a esta praça de esportes, com um placar de G. E. Brasil 3 X 1 E. C. Pelotas ficou bem claro quem mandaria nesses domínios. Há uma grande controvérsia sobre o maior público presente neste ninho de sonhos. Uns dizem que foi no jogo G. E. Brasil 1 X 0 C. R. Flamengo no dia 21 de março pelo Campeonato Nacional de 1984, numa das mais lindas vitórias Xavantes que se tem conhecimento. Assistiram essa memorável partida 21.115 pessoas. Outros afirmam ser o maior público ocorrido num jogo contra o Grêmio onde cerca de vinte e dois mil torcedores testemunharam mais uma apresentação Xavante.

Foto: Tiago Rodrigues Bastos
Há muito para falar do que eu chamo carinhosamente de Bento Colosso de Freitas, mas as palavras que um dia Ruy Carlos Ostermann publicou no jornal Zero Hora soam como uma oração: Se pudesse e não parecesse um incômodo ou impertinência, estaria no Bento Freitas esta tarde. Foi lá que que tive as mais profundas experiências de um estádio de futebol. Já os vi(estádios) de todos os tamanhos e os senti. Wembley é o mais solene, grandeza como a do Maracanã não há outra, em Turim cravaram no meu coração o Delle Alpi de Maradona e Caniggia, o Sarriá ainda dói, e o estádio do Everton, em Liverpool, será sempre a minha maior vergonha. Mas o Bento Freitas é uma experiência de elevação, dor e alegria, de superação dos indivíduos convertidos numa massa se movendo para cima e para baixo, para os lados, ao som dos trompetes e dos tambores, com todos os gestos, como na noite do jogo contra o Flamengo, ou tantas outras, bem menos glamorosas, mas de febre alta e tensão de pele. É ISSO, NÃO HÁ ESTÁDIO MAIS HUMANO!”
Virou pó!”, disse-me um amigo áureo-cerúleo zombando a destruição das arquibancadas do Bento Freitas. Não gastei meio segundo na resposta: “Mas o Espírito permanece”. E é isso mesmo. O espírito permanece e a Torcida Xavante, mais uma vez, vai dar a resposta. Como já deu em 1977 quando o Estádio foi praticamente duplicado às pressas para cumprir as exigências determinadas pela então CBF. Gente trabalhando dia e noite. Indo direto do serviço para ajudar nas obras em busca da primeira participação em Campeonato Nacional. Doações de cimento e tijolo chegavam de todos os cantos da cidade numa verdadeira comoção banhada a sangue e suor.
Hoje os tempos são outros e a batalha é muitíssimo maior. Mas isso não me aflige. Pelo contrário, tenho a mais absoluta certeza de que o velho Bento Freitas resplandecerá num verdadeiro monumento ao futebol brasileiro atestando a garra e a paixão d’A Maior e a mais Fiel Torcida do Interior do Rio Grande do Sul. Alicerçado numa Comissão de Obras séria e comprometida com o Clube as obras caminham no ritmo necessário para que tudo seja feito dentro do que há de mais moderno e atualizado em termos de normas e exigências para um bom estádio de futebol. Como se não bastasse, o diferencial fica por conta da Associação Cresce Xavante. Uma entidade sonhada e formada pelos mais guapos Torcedores do Brasil. Este é o nosso selo. Esta é a garantia de que “o Brasil será do tamanho que nós quisermos”.

Foto: Xavante Munhoso
A disposição existe, o trabalho está sendo feito e a colaboração, claro, virá de todos os cantos da Nação porque temos Torcedores do Oiapoque ao Chuí. Siga o seu coração. Acesse http://www.novobentofreitas.com.br/ e faça parte dessa grande batalha.

Futebol baixo e classificação para final do Pernambucano na sorte


E está tudo definido quem vai disputar a final do Campeonato Pernambucano e como de praxe rubro-negro vs tricolores em lados opostos para ver quem é o melhor do campeonato. Mas isso é assunto para depois, agora é para comentar como foi a atuação do Sport perante o Salgueiro nos dois jogos pela semifinal do Pernambucano.

A primeira partida aconteceu na última quinta-feira (21) na Ilha do Retiro, os poucos mais de 15 mil pessoas que foram para o estádio viram um futebol muito baixo, mas muito baixo mesmo e ninguém tava contente com isso, sei disso pois estava lá e vi o descontentamento da torcida. Deu calo sim na vista, o gol marcado de Vinicius Araújo foi mais chorado que o torcedor do Náutico quando o timba é mais uma vez eliminado na semifinal do Pernambucano. E se engana que após o gol, o Sport cresceu. O Caracará que veio pra cima e não empatou por incompetência dos jogadores.

Incompetência no jogo de ida que foi crucial no jogo da volta nesse domingo (24) no estádio Cornélio de Barros. Se eu já estava preocupado perante ao retrospecto da partida no Sertão, imagina quando Moreilândia abriu o placar para o Salgueiro aos 7 minutos do primeiro tempo. E mais uma vez o futebol do Sport nessa partida foi trágico, laterais e volantes que não sabem marcar, meias que não sabem dominar a bola e atacantes que não sabem nem ganhar no corpo para o zagueiro adversário quanto mais marcar gols. Mais não vou ficar repetindo o que já venho falando a tempos em outros posts. A partida seguia e o Salgueiro estava mais perto do segundo do que o Sport do primeiro.


A partida foi encerrada e em mais um domingo o Sport disputaria a vaga para final nos pênaltis e claro que para a torcida rubro-negra veio o filme do último domingo (17) quando o Leão foi eliminado para o Campinense pela Copa do Nordeste (sim ainda tá doendo essa eliminação). Na disputa 5x5, tudo empatado em 4x4 com Marcos Tamandaré perdendo para o Salgueiro e Gabriel Xavier perdendo para o Sport. Já nas alternativas Samuel Xavier converteu para o Leão e Toty (não o da Roma) mandou a bola para lua.

Sport classificado para a final do Pernambucano 2016 e enfrenta o Santa Cruz nos dias 4 e 8 de Maio, sendo a primeira partida no Arruda e a volta na Ilha do Retiro.

Um pequeno comentário é que os deuses do futebol queria de todas as formas o Clássico das Multidões em duas finais (Nordestão e Pernambucano), mas por incompetência dos jogadores do Sport, só vai ter esse Clássico no Pernambucano. Triste pois o Nordeste iria parar. Mas é se contentar, o próximo jogo do Leão será contra a Aparecidense no jogo de volta da Copa do Brasil na quinta-feira, mas provavelmente o Sport entrará com o time C, já que não está nem ai para a CDB. Com isso, o Leão terá 9 dias de treino para a primeira disputa na final, eu sinceramente não espero muito, mas como torcedor fico na torcida para que se tenha uma melhora para os dois confrontos contra um Santa Cruz bastante arrumado nas mãos do técnico Milton Mendes. E antes de ir, só para lembrar que ambos os times, Santa Cruz e Sport já estão garantidos no Nordestão 2017. Já Náutico e Salgueiro vão disputar o 3° lugar e ver quem ficará com a última vaga para o regional do ano quem.

Por fim, o que vier dessa final para o Sport é lucro!

Por que, São Jorge?

Era pra ser festa e se tornou pesadelo. No dia em que comemoramos o padroeiro alvinegro ele esqueceu-se de nós. Cantávamos 'saravá, saravá, salve o santo guerreiro e uma vela pra saldar meu São Jorge padroeiro'. Clamamos, suplicamos porque mais uma vez não queríamos ser iludidos. E estamos sendo...

Foto: Danilo Verpa
A melhor campanha do Paulistão veio por água à baixo diante do Osasco Audax, não que o time de Os não teve seus méritos, sim teve e jogou mais ousado, marcou dois golaços buscando o resultado. Mas alguns pontos do alvinegro paulista tem que ser questionados:

Fator casa: De que adianta ganhar uma sequência grande de vitórias se no momento mais importante de decisão ela não nos ajuda? Ao todo, foram quatro eliminações sem contar o jogo da estreia no qual perdemos também. Ou seja, de fator casa não temos nada!

Titulares x reservas: Já está na hora do senhor Adenor rever os conceitos e começar a mesclar esse time. Os supostos reservas quando entram em campo jogam com vontade e buscam mostrar serviço. São mais ousados, objetivos e disciplinados. Os titulares são bons, mas pecam no sentido de não ter a mesma garra que os reservas. Então Tite, é hora de misturar tudo isso ai, pois o elenco não é ruim, mas falta organizar as peças.

Campanha: Foram 12 jogos e 12 vitórias. Apenas dois gols sofridos, nunca tendo que correr atrás do prejuízo. Diferentemente do jogo diante do Audax que teve que ir buscar o placar por duas vezes.

Penalidades: Como um time grande não sabe cobrar pênaltis? Não é de hoje que o time comandado por Tite não sabe realizar as cobranças, ano passado fomos eliminados também na semifinal por conta dos pênaltis. Nesta edição do Paulista, perdemos cobranças com Lucca diante do Palmeiras; Romero e André contra a Ponte Preta. Já de frente ao Audax, depois do empate em 2x2 a decisão para o grande finalista foi decidida em cobranças alternadas de pênaltis. Fágner e Rodriguinho erraram para o alvinegro e André poderia ter perdido também por inadimplência, pois a forma como realizou sua cobrança foi medonha. Como um time não se prepara para algo tão comum em jogo? Ainda mais com os árbitros brasileiros que vivem dando faltas tolas dentro da área. Vamos cobrar isso até quando? Algo que não é novidade nenhuma e vem desde o ano passado...

Torcida: Não sou melhor do que ninguém, mas se somos o time do povo porque não gritar CORINTHIANS ao invés de “bicha” quando o goleiro adversário rela na bola? Por que não continuar cantando e incentivando o time ao invés de querer xingar o juizão? Por que não deixar o celular de lado enquanto a bola rola e tirar uma fotinha só após o apito final? Por que não nos unirmos, tornado uma única voz, sermos torcida e Corinthians? Por que tanta diferença na torcida desde que mudamos a Arena? Que saudade de quando todos éramos apenas Corinthians...

A eliminação trás ao time do Parque São Jorge de novo o sentimento de que poderíamos sim chegar a final. Novamente fomos a melhor campanha e esbarramos no mesmo ponto: pênaltis. Uma coisa é fato, o time de Tite joga muito bem em pontos corridos, mas peca no mata-mata e agora sem campeonatos, o foco total está na Libertadores onde jogará diante do Nacional do Uruguai que não é um time fraco. Olho neles e muito preparo físico e psicológico. Que o Corinthians acorde e não vacile novamente em mata-mata. Que São Jorge nos proteja!

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF 
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana