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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Jogando como nunca, perdendo como sempre

O torcedor vilanovense ainda terá que esperar por mais um ano a volta do Vila Nova a final. O clube perdeu na tarde de domingo (24) para o rival Goiás por 1x0 e, com isso, o sonho de voltar a disputar uma final do Campeonato Goiano e de ir a Copa do Brasil terá que aguardar.




O Tigre não vence um duelo diante do grande rival Goiás há quatro anos. A última vitória foi em 2012 pelo placar de 3x2, com três gols do atacante Patric. O torcedor anda impaciente com a equipe, que foi questionada durante todo o campeonato.

Mas o fato é que o torcedor colorado necessita de vitórias, de títulos e de um time que saiba honrar a camisa que escolheram representar. Com a frase "nas boas eu te sigo, nas más eu te amo", o torcedor vilanovense terminou o domingo já pensando o que deve ser do clube no Campeonato Brasileiro da Série B. O Vila, que não se firmou na competição nos últimos anos, deve correr atrás do prejuízo. O torcedor ainda espera a volta do atacante Moises, que teve uma passagem pelo clube em 2015 e foi um dos responsáveis pelo título da Série C.

Ainda sobre a eliminação do Vila Nova, a equipe pode ter pagado um preço alto por disputar duas competições no mesmo semestre. Com o degaste por ter uma partida atrás da outra sem peças de reposição, o colorado não teve sucesso. O cara que era para decidir acabou atrapalhando, andava passeando em campo. Não soube aproveitar as chances que lhe foram dadas. O clube necessita de jogadores comprometidos, que não tenham medo de um adversário feito o Goiás ou de nenhum outro.

O tão sofrido torcedor cansou. A piada sempre fica pelo lado de cá. Enquanto isso, assistimos nossos rivais indo onde querem, jogando os campeonatos que podem. E o pior de tudo de vê-los sendo campeões, enquanto chupamos dedo. Isso mesmo.



Com o dilema de "NADA MUDOU", os torcedores colorados seguem seu caminho para a volta ao Brasileiro Série B, em que devem, mais uma vez, seguir o clube por onde for. O vilanovense escolheu sofrer sim. Um sofrimento amargo, mas não há nada que os faça desistir, a torcida é fiel e apaixonada. A chacota vai sempre existir, mas a alegria e o orgulho de segui-lo é maior. E, como falava nosso grande e eterno torcedor Cristiano Araujo, "Quando o amor se acaba, na verdade nunca se amou". Portanto, VILA que segue, a Série B vem aí e nada vai nos abalar.


"NADA MUDOU, E NUNCA MUDARÁ!"

O que foi a Serie A Tim para o Napoli

Essa edição da Serie A Tim foi marcante para o Napoli, ja que podemos ver um grande time futuro Napolense, ainda mais com a especulação da vinda do sueco Ibrahimovic.


O time de Nápoles fez uma boa campanha principalmente na primeira parte do cálcio, com Sarri tiveram 22 vitorias, sete empates e apenas seis derrotas tendo um aproveitamento de 69,5%.

Destaques da temporada

Higuain

Um dos artilheiros da Europa com 30 gols em 31 jogos, simplesmente um jogador incrível, artilheiro isolado da liga ele é decisivo, tanto que o time criou uma dependência mesmo tendo feito 6x0 no bologna sem Higuain em campo.   

Insigne

Um jogador rápido, habilidoso e baixinho, Insigne é muito importante com jogadas individuais, atualmente ele tem 22 assistências, a jovem promessa é titular da seleção italiana, um orgulho de Nápoles.


Allan

O brasileiro que veio da Udinese, foi uma peça muito importante no time de Sarri, com belos desarmes sempre bem consistente, além disso, com jogadas pela direita mostrando habilidade com a bola.

Hysaj

Vimos uma evolução do lateral Albanês, sendo consistente e fazendo ótimas jogadas pela direita, mostrando que pode substituir Maggio.





O que resta para o Napoli é só manter a posição para conseguir a classificação direta para a Champions Ligue.

Apesar de tudo: F O R Z A N A P O L I S E M P R E!!!

Twitter: @Um_Carvoeiro || @SiteLF 

Aos fregueses de sempre

Goiás e Vila Nova: o clássico das multidões no cerrado brasileiro, mas para muitos, não é o maior clássico da região. O motivo é visto pelos placares extremamente favoráveis ao maior clube do Centro-Oeste, e nesse domingo pelas semifinais do Campeonato Goiano, não foi diferente. Mas vim dedicar essa matéria aos fregueses de sempre, que por mais que eles achavam que esse ano ia ser diferente, não foi e nunca será. No final das contas, a frase do meu pai teve razão: "Vilanovense nasceu pra sofrer". 

Elenco esmeraldino comemora classificação para a final.
Foto: goiasec.com.br
Não adianta chorar e dizer que o Vila foi melhor que o Goiás ontem. Não foi. A partida foi horrível em todos os sentidos, menos no quesito das festas das duas torcidas. O Verdão conseguiu arrumar um erro que estava incomodando muita gente: a defesa e a marcação, que mesmo ainda não sendo o ideal, tivemos uma evolução grande. Vi um Anderson Salles e um Deivid Duarte muito mais atentos e dispostos do que no jogo anterior. Um meio de campo mais participativo com Wendel, David e Jhon Cley. O ataque com Cléo deixou um pouco a desejar, mas Wagner e Carlos Eduardo deram conta do recado.

Mas porque a partida foi horrível? Pela falta de oportunidades criadas pelas duas equipes. O Vila até chegou mais, porém, não assustava nem o mais nervoso torcedor no estádio. O Goiás arriscava pouco, e seguiu com o problema de muitos erros de passe. O primeiro tempo não chamou muito a atenção, então se esperava que o segundo tempo fosse melhor. A marcação colorada ainda era forte, mas de tanto persistir, o Goiás achou o gol quando David acionou Carlos Eduardo, que tabelou com Wagner e mesmo quase desequilibrado, ele chutou mascado pra bola desviar no defensor do Vila, enganar o goleiro e morrer no fundo das redes para a alegria dos esmeraldinos.

Poucas chances foram criadas no clássico de domingo.
Foto: globoesporte.com
Porém, foi um "gol achado", e mesmo com maior movimentação, não estávamos tão satisfeito com o que vimos. O Verde se segurou lá atrás e o trabalho não foi tão difícil, até porque o ataque do Vila Nova não era nada perigoso, porém, a preocupação ficou um pouco maior quando Renan saiu machucado e Ivan entrou em seu lugar. A confiança do torcedor não era tão grande ainda com o reserva, mas ele mostrou que pode lutar de igual pra igual com Renan. A defesa no final do jogo na cabeçada do Robston foi memorável.

Ao apito final, a torcida não se conteve. Até eu mesmo, pulei na geral pra comemorar perto dos jogadores uma classificação em que muitos estavam com medo de perdê-la. Foi no fim do jogo, que lembrei de uma reflexão que eu mesmo fiz: "quem entra achando que o jogo está ganho, sempre se dá mal". Foi assim que o Vila e sua torcida entrou. Provocaram até não querer mais e até a base fez uma palhaçada na Serrinha. Enfim, estavam se achando. Porém, Deus é justo e venceu o melhor e mais competente.

Torcida comparece em peso para apoiar o Verdão na semifinal.
Foto: goiasec.com.br
Para o jogo contra o Anápolis, é preciso entrar firme. Cabeça erguida e sem achar que o jogo está ganho, pois mesmo não sendo um clássico, é uma final de campeonato e o clima é o mesmo. A cabeça nossa, antes disso, está na Copa do Brasil. Avançar de fase é obrigação!

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Pela 14ª vez, CRB e CSA fazem a grande final do estadual

CRB e CSA fazem pela décima quarta vez a finalíssima do Campeonato Alagoano de Futebol. Desta vez, o CSA é favorito pela campanha feita, mas o CRB também é favorito. O Regatas em decisões de estadual contra o rival, venceu sete vezes e foi derrotado seis. Em confrontos diretos, o CRB tem mais vitórias, são 190 contra 152 do Azulão do Mutange. 

No conjunto da obra, o CRB tem uma pressão maior em relação a conquista do título. O clube disputa a Série B do Brasileiro, o elenco é superior mas de forma superficial e na prática não é bem assim. Em todos os aspectos, o CRB chegou no estadual como favorito, o presidente do clube tinha prometido um ano marcante, com toda a certeza, a torcida lembraria mais de 2016 com um título sobre o arquirrival.

Já os azulinos, estão com uma campanha fantástica. Até aqui, são 17 jogos, 14 vitórias, 2 empates e apenas uma derrota. CSA saiu vitorioso em dois clássicos dos três disputados, um deles foi uma história goleada por 4 a 1. Depois de três anos, a equipe maruja volta a disputar o Brasileiro, desta vez não é só a alegria de voltar ao Brasileiro, e sim de disputar a grande final e ser campeão outra vez, um fato que não ocorre faz oito anos.


Histórico de Finais

CRB e CSA figuraram nas finais do estadual em treze oportunidades. O lado vermelho tem sete títulos, já o lado azul tem seis títulos. No total, são 37 títulos da equipe maruja e 28 dos Regatianos. 

O eterno bicampeonato de 2013

O ano era 2013, centenário do maior rival, CRB havia conquistado no ano anterior um título estadual em seu centenário, mas amargou um rebaixamento no Brasileiro no final do ano. O CSA estava disputando o primeiro turno do estadual em busca de uma vaga para o hexagonal final. Já o CRB buscava algo na Copa do Nordeste, mas acabou sendo frustrado na fase de grupos com a eliminação e viu outro rival, o Asa ir para a final, mas perder o título diante do Campinense da Paraíba. O Galo então entrou de vez no Alagoano, buscava o bicampeonato. 


A campanha do CRB no hexagonal foi de 10 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, marcando 19 gols e sofrendo 7 gols. Destaque pra uma vitória no clássico por 1 a 0 com gol de Schwenck e uma goleada de 6 a 0 sobre o CEO com 5 gols do artilheiro Schwenck que foi destaque do Galo na competição com 12 gols. Nas semifinais um empate contra o CEO em Olho d'Água das Flores por 1 a 1, e na volta em jogo bastante cansativo um empate por 1 a 1, já que dois dias antes, o CRB havia enfrentado o Botafogo pela Copa do Brasil no Rei Pelé e empatou o jogo por 0 a 0. Contra o CEO, empate por a 1 a 1 no tempo normal, e o jogo ia se encaminhando para os pênaltis, até que em uma bola levantada para a área e mal afastada, Gladstone domina, levantando a bola de forma desengonçada e aplica um voleio no canto direito do goleiro tricolor, era a vitória do CRB na prorrogação e classificação para a final do estadual.

Decisão

Dois jogos bastantes elétricos decidiram o título de 2013. Na primeira partida com mando de campo do CSA, o CRB chegou estar aplicando 4 a 1 no rival, mas cedeu no final do jogo o segundo gol marujo, o placar acabou ficando por 4 a 2. No jogo da volta, mando de campo do CRB, era o maior público do ano, uma festa sensacional nas arquibancadas. O CSA conseguiu no segundo tempo, uma vitória histórica e conseguiu levar a decisão para a prorrogação e pênaltis. Foram dez cobranças, três acertos do CSA e quatro do CRB, Schwenck bateu o último pênalti da decisão, ele que havia voltado ao clube depois de um longo período de destaque nacional, quase que se tornou artilheiro do estadual, mas por pouco não conseguiu. Mesmo assim, marcando três gols nos quatro clássicos contra o CSA, foi peça fundamental para o título do CRB.


O título mais especial do CSA

Uma final que vai ficar guardada para sempre na história deste que é considerado o maior espetáculo esportivo de Alagoas, é, sem dúvida, a de 1971. É que o CSA ganhou o título daquele ano por duas vezes. Esse é um dos casos mais polêmicos da história do futebol alagoano. O fato é o seguinte: o campeonato de 1971 foi disputado em três turnos e um super turno. O São Domingos ficou com o primeiro, o CSA com o segundo e o CRB com o terceiro.
No super turno de 71, o CSA derrotou o São Domingos, por 2 a 1 e empatou com o arquirival por 1 a 1. No terceiro jogo, entre São Domingos e CRB, o placar foi 1 a 0 para o São Domingos. Este resultado dava ao Azulão o título de campeão e à torcida fez a festa. A polêmica é que o CRB protestou, alegando que o São Domingos jogou com um atleta irregular, Gabriel. Depois de muitas idas e vindas nas salas da Justiça Desportiva de Alagoas e do Brasil, o fato só se deu por resolvido em 1973. E ficou combinado que CSA e CRB fariam uma melhor de três para enfim consagrar uma equipe campeã
O CRB havia sido campeão em 1972 e tinha um time considerado muito bom. Já o CSA tinha uma equipe renovada e cheia de juvenis, recém-promovidos para o time principal. O Galo era o franco favorito, mas o Azulão surpreendeu e, após um empate, uma vitória, por 1 a 0, e uma derrota pelo mesmo placar, o time Marujo ficou com a taça de 1971, após uma quarta partida super emocionante, com direito à prorrogação e tudo, depois do apito final do ex-árbitro Sebastião Canuto.
Na partida que decidiu o título o CSA entrou em campo com: Dida; Mendes, Bibiu, Zé Preta e Jaminho; Soareste, Dudu, Manoelzinho (Beto) e Batoré (Otávio); Giraldo e Misso. O CRB foi para o duelo com: Vermelho; Ademir, Major, Adevaldo e Eraldo; Roberto Menezes, Capeta (Roberval), Mano e Orlandinho; Carlinhos (Reinaldo) e Silva. Os gols da partida decisiva foram marcados por Soareste (CSA) e Carlinhos (CRB) no tempo normal;  Giraldo e Beto (CSA) e Reinaldo (CRB) assinalaram no tempo extra.
São 13 finais, o CRB venceu 7 (1940, 1950, 1973, 1976, 1978, 1995 e 2013), já o CSA venceu 6 (1963, 1971, 1974, 1996, 1997 e 1998).
CRB e CSA se enfrentam em dois jogos. O primeiro no próximo domingo, dia 1 de maio com mando de campo do CRB no Estádio Rei Pelé. O segundo também no Rei Pelé e também em um domingo, só que desta vez no dia 8 de maio. Ambos os jogos serão em feriados.


A freguesia continua


Nenê, meia do Vasco (Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br)
Neste último domingo (24) de sol e muito calor, os manauaras viram de perto a história se repetir mais uma vez. Nove jogos sem perder para o Flamengo e mais de cinco meses invicto, o Vasco faz uma campanha histórica até aqui. E foi no Amazonas que o Campeonato Carioca viu o primeiro time a ser finalista da edição de 2016. Sem muitas novidades, pois o retrospecto prova que o Clássico dos Milhões tem terminado sempre de maneira desagradável para os rubro-negros.

O empate já classificaria o Gigante da Colina, mas quem disse que só isso bastava? A equipe buscou o gol na maior parte do tempo e mostrou o porquê é o melhor do Rio.

Antes mesmo do apito inicial, o rival já começou a provocar. Wallace, zagueiro do Flamengo, colocou uma bandeira do seu clube no meio do campo, tentando alfinetar os jogadores e torcedores do Vasco da Gama, o que não adiantou muito.

Dentro das quatro linhas o jogo foi pegado. Logo no início um amarelo para cada lado, Nenê e Wallace. O gol veio mesmo aos 21’. Riascos chamou César Martins para dançar dentro da área, cruzou para Nenê finalizar, Wallace defendeu e sobrou para Andrezinho marcar. O segundo gol veio aos 11’ da segunda etapa. Riascos chutou, Paulo Victor espalmou e bateu em Wallace. O gol foi contra, mas Riascos ganhou de presente. Alan Patrick, que entrou no intervalo, foi expulso aos 33’ por falta violenta em Yago Pikachu.
As chances foram claras para as duas equipes, mas foi o Vasco que conseguiu converter, finalizando a partida em 2 a 0.

Todo mundo junto, todo mundo unido. Às vezes não vai na qualidade, vai na raça. Demos o nosso máximo e vamos aproveitar essa classificação para chegar prontos para a Copa do Brasil e na final do Campeonato. Isso é de fora, a gente sabe das dificuldades e que o Flamengo é um grande time. Mas acreditamos no nosso time sempre” disse Nenê após mais uma vitória.

O próximo compromisso do time da Colina é pela Copa do Brasil, contra o Remo, em São Januário às 21h45. O jogo de ida foi 1 a 0 para o Vasco da Gama.

Na conta de quem?

Cuéllar, novamente, consertando os erros da zaga (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)
É normal que torcedores apontem culpados e separem responsabilidades quando o time começa a ir pelo caminho errado. Não deveria ser comum, mas infelizmente é. Sempre tentamos achar aquele que errou mais, que fez menos e que será alvo das principais críticas até que alguma coisa mude.

Já faz um tempo que o Flamengo tenta achar alguém para colocar a culpa, porém, é impossível chegar a um nome. O clube vive uma série de erros que, em vez de serem resolvidos, só são acumulados. É um diretor de futebol sem pulso, sem coragem. Um treinador que não assume sua parcela de responsabilidade. Jogadores que, no geral e com poucas exceções, não se importam. E como a torcida fica?

Quando eliminado na Primeira Liga, Márcio Araújo comemorou pois "estavam cansados". Contra o Confiança, após aquela derrota no jogo de ida, Wallace afirmou que "não precisava mudar nada". Agora, o mesmo zagueiro que, infelizmente, segue com a faixa de capitão diz que "o time precisa acordar". São apenas algumas declarações vazias que incomodam e muito.

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)
Não se engane, Muricy Ramalho é um bom treinador. Entretanto, é teimoso, trabalha apenas com suas vontades, ainda que não esteja funcionando. Quando dá errado, é "a falta do Maracanã", "o cansaço", "as tentativas ruins", "pouco tempo de trabalho". O erro nunca está no sistema tático que não funciona e é ultrapassado, nos jogadores que não rendem e seguem como titulares, na falta de raça. O time precisa parar de buscar explicações no resto e olhar para si. Não somos o tipo de equipe que joga pelas vontades individuais, ou não deveríamos ser. Muricy é um bom técnico, mas não para nós.

É fato que o Campeonato Carioca não é a competição mais importante do primeiro semestre. Entretanto, quando optam por utilizar um time reserva na semifinal da Primeira Liga e o clube acaba eliminado, é inadmissível que a única competição restante seja ignorada. Inclua a isso o fato do Flamengo ter perdido para o Confiança logo depois da eliminação e ter perdido mais um clássico sem jogar nada. Não dá para conter a irritação por isso.

O Flamengo precisa parar de prometer e começar a agir. Eles dizem que o elenco está "tocado pelo carinho da torcida", mas onde está essa emoção e vontade em campo? Enquanto a Nação se sacrifica por eles, não há retorno vindo do outro lado. Festas no aeroporto, lotação no hotel, emoção no treinamento, Arena vermelha e preta. Tudo isso para ter em troca uma apatia sem explicação. Como escolher um culpado para isso se parece que a maioria do grupo não liga, não se comove?

Chances criadas, finalizações erradas (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)
Desculpa, Nação Rubro Negra do Brasil inteiro. Eles não entendem o que sentimos, o quanto sofremos e o quanto amamos. Eles não sabem de nada. E nós? Nós continuamos aqui, como sempre. Amando, sofrendo, sentindo, apoiando e torcendo.

Mariana Sá || SRN

Cruzeiro se despede do Campeonato Mineiro 2016

Pelo segundo ano consecutivo a Raposa não participará de mais uma final do campeonato mineiro, dessa vez o Cruzeiro foi eliminado pelo o America-MG que soube parar o ataque cruzeirense, os jogadores buscaram reverter a vantagem construída pelo adversário e apesar do Maior de Minas ter um gol mal anulado e finalizações sem sucesso a partida foi encerrada pelo placar de 0x0, e como em 2012 o Coelho eliminou o time celeste.

Site Oficial do Cruzeiro

A torcida fez sua parte, mais de 35 mil torcedores marcaram presença na Toca III na expectativa de um resultado positivo, entretanto o dia não estava a favor do Cruzeiro e após ocorrer uma eliminação de forma dramática, finalmente o pedido do torcedor foi ouvido e Deivid não é mais técnico da Raposa.

A concentração da equipe estrelada agora é voltada para a Copa do Brasil, no dia 05 de maio irá fazer o jogo de volta contra o Campinense-PB no Gigante da Pampulha, o Time do Povo precisará vencer para garantir vaga na competição.

Sobre o jogo:

Com desvantagem no marcador  a Raposa se lançou para o ataque, a primeira oportunidade celeste foi acontecer aos 13’, Bruno Rodrigo cabeceou para o fundo das redes mas o bandeira cometeu um erro que prejudicou o Cruzeiro, quando marcou impedimento na jogada.

Aos 17’, Élber puxou um bom contra- ataque, invadiu a área mas no último passe Suéliton interrompeu  a conclusão da jogada. Aos 20’, em um ótimo cruzamento de Alisson para Willian que pegou de primeira, a bola explodiu no goleiro, 03’ depois, Élber tentou finalizar de longe mas a bola bateu em Bryan.

Site Oficial do Cruzeiro

A superioridade do Cruzeiro na primeira etapa era evidente, porém faltava caprichar mais para abrir o marcador, aos 29’ Alisson cobrou escanteio e Bruno Viana cabeceou por cima do gol defendido por João Ricardo.

O Cruzeiro trocava passes no meio de campo, com o objetivo de achar um espaço na retranca construída pelo América-MG, quase no final da partida a Raposa teve mais uma chance de abrir o placar ainda no primeiro tempo, em jogada individual de Alisson cruzou para a área e Ariel Cabral testou por cima do gol.

Segundo tempo:

Mantendo a mesma postura ofensiva da primeira etapa, o Cruzeiro ainda estava em busca do primeiro gol, o América-MG aproveitava das falhas cruzeirenses para armar seus contra-ataques e aos 10’, Osman fez boa jogada, mas na hora do ultimo passe Gino apareceu e salvou a Raposa.

O jogo praticamente se resumia com o Cruzeiro tentando achar brecha, na postura defensiva do Coelho, ao longo da partida o Maior de Minas começou a se arriscar mais.
O confronto voltou a esquentar aos 36’ Allano fez um cruzamento pela esquerda, o zagueiro americano interrompeu e a sobra ficou para Fabrício que finalizou da entrada da área e a bola bateu na trave. 

Site Oficial do Cruzeiro
A equipe celeste até que tentou mais estava quase impossível passar pela retranca americana, que soube administrar seu estilo de jogo do inicio ao final.

@Paulinha_CEC

CRUZEIRO 0 X 0 AMÉRICA-MG

Motivo
: Segundo jogo da semifinal do Campeonato Mineiro
Data: 24/04/2016
Local: Mineirão, em Belo Horizonte-MG

Árbitro: Igor Junio Benevenuto-MG (Asp-Fifa)
Público: 35.314 pagantes
Renda: R$ 663,766,00


Cruzeiro: Fábio; Henrique, Bruno Rodrigo, Bruno Viana e Fabrício; Federico Gino, Ariel Cabral (Rafael Silva), De Arrascaeta (Matías Pisano) e Elber; Alisson (Allano) e Willian. Técnico: Deivid


América-MG: João Ricardo; Pablo, Sueliton, Alison e Bryan; Leandro Guerreiro, Claudinei, Tony e Osman (Danilo); Rafael Bastos (Ernandes) e Victor Rangel. Técnico: Givanildo de Oliveira

Cartões amarelos: Ariel Cabral, Willian, Matías Pisano e Rafael Silva (Cruzeiro); Osman, Pablo, Bryan e Victor Rangel (América-MG)

Coritiba vence de novo e está na final do Paranaense

Kléber cabeceia para marcar o seu 13º gol no Paranaense
(Coritiba/Divulgação)
Com mais uma vitória sobre o PSTC, desta vez por 2 a 0 no Couto Pereira, o Coritiba confirmou a classificação para disputar mais uma final de Campeonato Paranaense. No placar agregado, o Alviverde passou pela equipe da cidade de Cornélio Procópio com 5 gols de diferença.
Neste domingo (24), do outro lado da chave, Paraná Clube e Atlético-PR se enfrentaram para definir qual seria o adversário do Verdão. Quem levou a melhor foi o Atlético-PR que venceu na primeira partida e nos pênaltis acabou ficando com a vaga.
Primeiro tempo termina com o placar zerado
Com três desfalques em relação ao time que venceu a 1ª partida da fase semifinal, já que Juan e Dudu machucados e Alan Santos suspenso, estavam indisponíveis na partida de sábado. Com isso, Amaral, Vinícius e Thiago Lopes foram as novidades. Além disso, o lateral esquerdo Carlinhos e o atacante Kléber Gladiador retornavam de suspensão.
O Coritiba mesmo com a boa vantagem obtida no 1º jogo, tentava ir para cima do PSTC. Negueba atuava avançado pela direita, enquanto Vinicius procurava explorado o lado esquerdo. E foi com a camisa 8 a primeira boa chegada do Verdão. Ele passou pela marcação, invadiu a área pela lateral, mas cruzou em cima do zagueiro.
Precisando da vitória, o PSTC se arriscava ofensivamente nas jogadas de contra-ataque, principalmente com os meio campistas Welington Baroni e Caxambu.
A característica da partida foi uma só. O Coxa tinha a posse de bola, mas esbarrava na marcação do PSTC. Com pouca inspiração, o Alviverde não encontrava maneira de infiltrar na defesa da equipe procopense.
Apesar de ter velocidade nos contra-ataques, o PSTC levou perigo apenas nos chutes de média distância. Mesmo assim, o goleiro Elisson praticamente não trabalhou durante os primeiros 45 minutos.
Verdão faz dois gols e garante vaga na final
O Verdão abriu o marcador aos 13' da 2ª etapa. Vinícius cruzou da esquerda e encontrou Kléber livre na área. O artilheiro do campeonato testou com categoria e abriu o placar. 13º gol do Gladiador, goleador máximo do estadual.
O segundo gol do Coxa saiu aos 19' de jogo. Após cruzamento na área, Juninho escorou para Luccas Claro, o camisa 3 Alviverde emendou de primeira e fez mais um. O gol foi o décimo do zagueiro na carreira.
O Verdão manteve o ritmo e, aos 23 minutos, em um rápido contra-ataque, Vinícius recebeu de Thiago Lopes e rolou na medida para Negueba. Ele chutou firme, mas parou na grande defesa de Lucas.
E o duelo Negueba e Lucas se repetiu aos 30'. O camisa 7 soltou a bomba da intermediária, mas novamente parou na defesa do arqueiro do PSTC, que voou e colocou a bola para fora.
Por precaução para não perder jogadores para as partidas finais, Gilson Kleina mexeu na equipe. O zagueiro Walisson Maia e o lateral Reginaldo entraram na vaga dos ovacionados Luccas Claro e Ceará.
A partir deste momento, o Coritiba apenas administrou a partida e a vantagem conquistada nos 2 jogos. Confirmando a classificação para mais uma vez participar da decisão do Campeonato Paranaense.
Agora o Coxa se prepara para 1º jogo da final, que será no próximo fim de semana, na Arena da Baixada. A grande decisão será dia 8 de maio, no Couto Pereira. O Coritiba vai em busca do seu 38º título.
Valeu Coxa!!
Texto feito por:
@_Andreysuldovski

Sim, o CSA tem calendário

Só o verdadeiro torcedor Azulino pode expressar tamanha Alegria, não só por que a equipe venceu o Murici neste Domingo(24/04) por 2x1,nem tão pouco o fato da equipe ter chegado na final do estadual, mas sim, pelo o que a vitória de ontem proporcionou ao Maior Campeão de Alagoas.
Depois de tanto sofrimento e "chacota" do rival,o CSA finalmente tem um calendário de jogos para 2016/2017,danda a equipe o direito de disputar novamente a Copa do Nordeste de 2017,a Copa do Brasil de 2017 e sim, ela mesma, a Série D do Campeonato Brasileiro deste ano.



O JOGO:


Por conta do empate por 2x2 no jogo de ida, no Estádio José Gomes da Costa, a equipe azulina teve a vantagem de jogar por uma nova igualdade no placar para chegar à decisão, porém não precisou e garantiu mais um triunfo na competição. Para o Verdão, o único objetivo era sair de Maceió com uma vitória para passar das semifinais com a classificação, mas agora a equipe tenta uma vaga na Série D com o Coruripe, na disputa do terceiro lugar.

O técnico Oliveira Canindé escalou o Azulão ofensivo, com a entrada do meia Cleyton no lugar do artilheiro Luís Soares, e na frente, Rafael Oliveira entrou na vaga de David Dener, que ficou no banco de reservas. O zagueiro Douglas e o volante Panda continuam lesionados e desfalcaram o time da capital em mais um jogo decisivo.

1° Tempo
(Crédito: Pei Fon / Portal TNH1 )

O CSA começou a partida tentando abrir o placar. Logo no primeiro minuto, Cleyton invadiu a área e finalizou rasteiro, para a boa defesa do goleiro Gil. Aos 5', após um levantamento na área, a bola sobrou para Rodrigão que não conseguiu finalizar com perfeição e Didira afastou o perigo para longe da meta azulina. Aos 8', o meia Bismarck acertou um lindo passe para João Paulo, mas o camisa 10 do Azulão, chutou a bola em cima de Gil, que apareceu para salvar o alviverde.

O Murici vinha tentando incomodar o time marujo no Estádio Rei Pelé. Aos 14', o meia Paulo Victor acertou um chute forte para a boa defesa do goleiro Jeferson. O CSA deu o troco em seguida, após passe de Rafael Oliveira, o meia Didira deixou Cleyton na cara do gol, mas o jogador não conseguiu finalizar com precisão e mandou para fora. Aos 19', o zagueiro Jean derrubou Cleyton na grande área e o árbitro Charles Hebert Ferreira assinalou pênalti para o Azulão. Didira cobrou no canto direito de Gil e a bola se perdeu na linha de fundo.

Apesar do pênalti perdido, a torcida azulina seguiu apoiando a equipe em campo. Aos 26', Bismarck cobrou falta com veneno, Choco desviou de cabeça para a segunda trave, e novamente Cleyton apareceu para cabecear por cima do gol. O Azulão seguiu melhor, e aos 30', Bismarck bateu com efeito por cima da meta muriciense. Aos 42', Rafael Oliveira ganhou da marcação, tabelou com Cleyton e na cara de Gil, colocou a bola no fundo das redes, para abrir o placar no Rei Pelé. Foi o último grande lance da primeira etapa e as equipes foram para o intervalo.

2° Tempo

Precisando da virada, o Murici começou a segunda etapa com mais vontade. Aos 5', o atacante Tarcísio fez boa jogada pelo setor direito de ataque e cruzou rasteiro para o lateral-direito Deizinho finalizar à queima roupa, para uma grande defesa de Jeferson. Aos 11', Jean Cléber recebeu lançamento da esquerda, driblou o zagueiro Jean e tocou a bola por cima do goleiro Gil, ampliando o marcador no Estádio Rei Pelé com um golaço.

O alviverde demonstrou um abatimento com o segundo gol azulino, agora a equipe do interior precisaria de três gols para se classificar à decisão. Aos 21', Patrick cobrou falta com categoria e carimbou o travessão de Jeferson. O Verdão das Matas seguiu assustanto, e aos 29', Tarcísio fez boa jogada, envolveu a zaga do Azulão e finalizou rasteiro para outra boa defesa de Jeferson. O Murici chegou ao seu gol aos 30', com o meia Alan, que aproveitou uma sobra da defesa e de primeira, acertou o ângulo direito do goleiro azulino. Outro golaço no Estádio Rei Pelé.

Aos 32', o CSA tentou responder com o meia Cleyton, que bateu forte para a boa defesa de Gil para escanteio. Aos 41', o zagueiro Rodrigão cometeu falta dura em João Paulo, como já tinha cartão amarelo, recebeu o segundo e foi expulso da partida, deixando o alviverde com menos um em campo. Em seguida, Ivan reclamou com a arbitragem e também foi excluído do confronto. O árbitro Charles Hebert Ferreira apitou o fim do jogo aos 48' e o CSA está na final do Campeonato Alagoano 2016.
(Crédito: Pei Fon / Portal TNH1 )

É torcedor(a),você que talvez não more em Alagoas e não torce para o CSA,provavelmente, não faz a minima ideia do tamanho da Vitória deste Domingo para um torcedor Apaixonado pelo Centro Sportivo Alagoano, agora o Azulão do Mutange volta a ter aquilo que jamais deveria ter perdido, uma sequência de jogos, para alguns isso é muito pouco, mas o CSA não merecia ter passado por tanto sofrimento ao longo dos últimos anos.
Agora "Parece que o jogo virou, não é mesmo?" e  nada como um bom Clássico para decidir quem será o Campeão Alagoano de 2016:CRB x CSA.........CSAxCRB.
2 partidas iram definir quem irá levantar o Troféu de Campeão, e queira o Destino que o Maior de Alagoas conquiste o seu 38° Título Estadual.



Lucas André ||@/luc4s_andre
Linha de Fundo ||@SiteLF

Finalista, Botafogo domina e elimina Fluminense com gol de carrasco

Botafogo e Fluminense enfrentaram-se pela semifinal do Campeonato Carioca na noite deste domingo (24), em Volta Redonda. Só a vitória interessava ao Botafogo, uma vez que o Tricolor tinha a vantagem do empate pela campanha na Taça Guanabara. Com gol do carrasco Ribamar, o Glorioso, de forma brilhante, venceu o Fluminense e garantiu vaga na final do Cariocão. Botafogo e Vasco decidirão o estadual nos dois próximos domingos. O Alvinegro, no entanto, entra em campo na quinta-feira (28), em jogo válido pela Copa do Brasil. É a partida de volta diante do Coruripe. Em Alagoas, o time carioca venceu por 1 a 0. 

O JOGO

O Botafogo fez um primeiro tempo primoroso. Dominou do início ao fim. Aos 4 minutos, veio a primeira chance de gol do Glorioso. Salgueiro recebeu na frente, cortou e finalizou para defesa de Cavalieri. Aos 9', Ribamar bateu firme para boa defesa do goleiro tricolor. No rebote, Gum afastou o perigo. No minuto seguinte, após boa jogada de Luis Ricardo, que tocou para Gegê na entrada da área, o Botafogo quase abriu o placar. O meia finalizou e acertou a trave do Fluminense. 

O Alvinegro tinha posse de bola e atuava com muita tranquilidade. Aos 25 minutos, Ricardo Gomes foi obrigado a fazer a primeira alteração. Emerson Santos, que havia voltado de lesão, sentiu novamente. Renan Fonseca o substituiu. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio ruim, Renan Fonseca teve a chance de abrir o placar. A bola caiu limpa nos pés do zagueiro, que dominou e conseguiu mandar a bola para fora, passando rente a trave. Aos 32', Salgueiro arrancou e, dentro da área, finalizou, mandando a bola por cima do gol. Aos 41 minutos, foi a vez de Joel Carli, de cabeça, desperdiçar outra ótima chance. Aos 47', o primeiro tempo chegou ao fim. Foi um massacre botafoguense. Destaques para a ótima marcação e para a rápida transição na direção ao ataque. 

O Alvinegro retornou para o segundo tempo diminuindo o ritmo, porém não menos eficiente. Fred, a referência do ataque tricolor, finalizou pela primeira vez somente aos 8 minutos, no entanto, errou o gol. Aos 17 minutos, Ribamar subiu mais que a zaga e, de cabeça, mandou a bola no canto direito de Diego Cavalieri. Botafogo 1 a 0.   

Em destaque, Ribamar, o carrasco tricolor (Foto: Vitor Silva/ SS Press/Botafogo) 

Aos 25 minutos, o Fluminense enfim levou perigo. Osvaldo fez boa jogada pela esquerda e cruzou. Cícero tentou a finalização duas vezes mas falhou. Aos 28 minutos, Leandrinho puxou contra-ataque espetacular e deixou o uruguaio Salgueiro na cara do gol. Ele, porém, chutou em cima de Cavalieri e desperdiçou a chance de matar o jogo. Em seguida, o jovem Leandrinho deixou o campo e foi substituído por Fernandes. 

Aos 37 minutos, Joel Carli, que já havia levado cartão amarelo por reclamação no início da etapa final, levou o segundo e foi expulso. Ricardo Gomes, aos 40', fez a terceira e última alteração no time. Ribamar, autor do gol, saiu e deu lugar ao lateral Diego. O Fluminense, com um a mais em campo, na base do abafa, foi em busca do gol de empate. Pressão total do Tricolor. Já nos acréscimos, o Glorioso se segurava como podia. O Botafogo prendia a bola do lado da bandeira de escanteio e gastava o tempo. O Fluminense não conseguia desarmar. Aos 50 minutos, o jogo terminou. Vitória maiúscula do Botafogo e classificação garantida. 

OBSERVAÇÕES

Arrisco dizer que foi a melhor atuação do Botafogo no ano. O primeiro tempo do Glorioso, especificamente, foi MARAVILHOSO. 

É nítida a falta de um cara goleador no elenco. Botafogo criou várias oportunidades (várias mesmo), porém, falhou sempre na hora da finalização. O ataque é a principal carência hoje. 

Gegê e Salgueiro foram dois monstros no final do jogo. Botafogo com um a menos durante DOZE minutos e eles controlando a posse de bola nos minutos finais. 

Ribamar tem apenas TRÊS gols como profissional. Todos sobre o Fluminense. Temos um novo carrasco. 

O regulamento do Carioca esse ano foi um dos mais estranhos. A vantagem era do Fluminense, porém, quem teve melhor campanha durante toda a competição foi o Botafogo. 
Reprodução: Twitter

FICHA DO JOGO

Fluminense 0
Diego Cavalieri, Jonathan, Gum, Henrique, Wellington Silva; Pierre (Magno Alves), Cícero, Gerson (Douglas), Gustavo Scarpa; Osvaldo (Marcos Junior), Fred. Técnico: Levir Culpi. 

Botafogo 1 
Jefferson, Luis Ricardo, Joel Carli, Emerson Santos (Renan Fonseca), Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Gegê, Leandrinho (Fernandes); Salgueiro, Ribamar (Diego). Técnico: Ricardo Gomes. 

Estádio: Raulino de Oliveira (RJ). 
Árbitro: Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ). 
Assistentes: Michael Correia (RJ) e Diogo Carvalho Silva (RJ). 
Gol: Ribamar (17' do 2º T). 
Cartões amarelos: Jonathan, Gum, Pierre e Marcos Junior (Fluminense); Joel Carli, Bruno Silva, Gegê e Salgueiro (Botafogo). 
Cartão vermelho: Joel Carli (Botafogo). 
Público: 5.182. 
Renda: R$ 104.245,00. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca)

DOMINGO TEMOS UM ENCONTRO NO MARACANÃ!!!! PRA CIMA DELES, FOGÃO!!!!

Eliminado, mas de cabeça erguida

Paraná faz grande partida, mas novamente sofre nas penalidades

Nesse belo domingo de Sol na capital paranense, o Tricolor da Vila recebeu o time do fim da rua pelo segundo jogo da semifinal do Campeonato Paranaense. Como havia perdido por 2 x 1 a primeira partida, o Paraná precisava ganhar de qualquer maneira: um gol de diferença levava aos pênaltis, qualquer outro resultado dava a classificação.

Torcida paranista mais uma vez deu show na arquibancada
O JOGO

Precisando do resultado o time paranista começou o jogo pressionando os poodles, com menos de 1’ Nadson bateu de fora, pra fora. Mas foi só, o jogo ficou brigado no meio e sem muitas chances criadas.

As oportunidades só voltaram a aparecer depois da parada técnica. Pelo cap, Jadson fez boa jogada e cruzou para André Lima desviar e exigir grande defesa de Marcos. No lance seguinte, Nadson brigou com a defesa atleticana, entortou Paulo André e mandou pro fundo da rede. 1 x 0 Paraná.

O capiada sentiu o gol e o Tricolor esboçou uma pressão. Lucio Flavio tentou, mas não conseguiu. Na sequência Robson deu lindo passa pra Valber invadir a área sozinho e ser derrubado por Nikão, mas o senhor Leonardo Sigari Zanon mandou o jogo seguir.

No segundo tempo o Tricolor diminuiu o ritmo e só conseguia chegar com perigo quando a bola chegava em Valber. Foi dele que saiu a principal chance: fez grande jogada pela direita e rolou para Nadson bater, Weverton fez boa defesa e no rebote Robson mandou pra fora.

O jogo parecia que iria tomar outro ruma quando Otávio (cap) foi expulso, porém quase nada mudou. Claudinei não fez alterações ofensivas e o time cansou, não dando muito trabalho a defesa adversária. Fim de jogo na Vila: 1 x 0 Paraná e penalidades.

Nos pênaltis o Tricolor saiu na frente, após André Lima perder e RCarioca guardar. Mas a sina da quinta feira voltou: enquanto Nei e Lucio Flavio (3º dele na semana) perderam, Ewandro, Thiago Heleno e Walter fizeram e os poodles passaram a frente. Coube a Valber fazer o dele e torcer para Hernani errar. Não foi o que aconteceu: Hernani marcou e deu a classificação ao time do fim da rua.

ANÁLISE
Hoje vimos novamente o time dar um banho de bola no cap no tempo normal. No geral o time inteiro foi bem: Nadson voltou a jogar muito, Valber fez um belo 2º tempo, Robson regular, Uchoa e Jean bem, Nei e Carioca bem, Alisson e Basso muito bem e Marcos excepcional. O que nos faltou para a classificação foi perna e um pouco de ousadia de Claudinei Oliveira. Após a expulsão do Otávio tínhamos que ir pra cima de qualquer maneira, mas a única alteração feita foi trocar uma peça por outro. Claudinei devia ter colocado mais alguém para ajudar Lucio Flavio (horrível) na frente, fosse Yan Philippe, Guga, Allexson Toni ou até mesmo Robson. Das penalidades não tem muito o que dizer, Nei bateu muito mal e Lucio Flavio é ruim, não tem como perder TRÊS penalidades em menos de uma semana NÃO TEM COMO.

FICHA TÉCNICA
Paraná: Marcos; Nei, Alisson, Demerson (Basso) e RCarioca; Jean, Uchoa, Nadson (Fernandes) e Valber; Robson e Lucio Flavio
Poodles: Weverton; Leo, PAndré, THeleno e Sidcley; Otávio, Jadson (Hernani), Nikão (Ewandro), Vinicius (André Lima) e MGuilherme; Walter
Gols: Nadson 27’/1ºT
Cartão amarelo: Jean e Robson (PRC) Otávio e André Lima (cap)
Cartão vermelho: Otávio (cap)
Público pagante / total: 10.250 / 11.237

SEQUÊNCIA
Com a eliminação o Paraná deve ficar pelo menos 2 semanas sem jogar, na expectativa da data do confronto contra a Chapecoense pela Copa do Brasil e contra o Brasil de Pelotas, já pela série B. Nesse tempo alguns reforços devem chegar, como é o caso de Diego Tavares e Murilo, que vieram do Toledo na semana passada. Segundo o diretor de futebol do Tricolor, Durval Lara Ribeiro, pelo menos seis atletas já estão contratados e devem chegar durante a próxima semana. Os jogadores com contrato até o final do paranaense ainda tem destino incerto: de um lado, Nei, Lucio Flavio e Demerson devem renovar seus contratos, por outro Dick e Toni devem receber a dispensa. 

Fellipe Vicentini | @_FellipeS
#PRaCima
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