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domingo, 1 de maio de 2016

Superior, Botafogo é derrotado no primeiro jogo da final

Botafogo e Vasco fizeram na tarde deste domingo (1), o primeiro jogo da final do Campeonato Carioca. Com gol de Jorge Henrique, o Cruzmaltino venceu por 1 a 0 e saiu na frente na decisão. No próximo domingo (8), o Botafogo precisa vencer por dois gols de diferença para sagrar-se campeão. Vitória por um gol leva a decisão para os pênaltis. 

Jogo foi disputado no Maracanã (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
O JOGO

O Botafogo foi superior na partida. Aos 4 minutos, Gegê tentou passe para Ribamar mas Martín Silva, atento, se antecipou. No minuto seguinte, Luis Ricardo lançou Salgueiro. O goleiro vascaíno novamente saiu bem do gol. Aos 13', Ribamar recebeu a bola e finalizou. Rodrigo desviou e mandou para escanteio. Aos 36 minutos, Bruno Silva arriscou de fora da área e obrigou Martín Silva a espalmar. Aos 46 minutos, o primeiro tempo chegou ao fim. O Glorioso tinha maior posse de bola e levava perigo nos contra-ataques. Pecava, porém, no último passe. 

O Botafogo retornou sem alterações para o segundo tempo. Aos 7 minutos, o Vasco quase abriu o placar. Pela direita, Riascos fez boa jogada pela direita. Julio dos Santos cruzou e Nenê, de primeira, finalizou. A bola raspou a trave do goleiro Jefferson. Aos 8', o Botafogo respondeu. Ribamar invadiu a área e chutou cruzado. A bola saiu pela linha de fundo. Aos 15 minutos, o Vasco fez 1 a 0. Nenê cruzou, Jefferson saiu mal do gol e Jorge Henrique, de cabeça, abriu o placar. 

Aos 19 minutos, Sassá substituiu Leandrinho. Aos 21', Ribamar quase marcou contra ao tocar para trás. Aos 24', Sassá, com apenas cinco minutos em campo, foi expulso após entrada feia em Jorge Henrique. Aos 28', Gegê foi substituído por Fernandes. Mesmo com jogador a menos, o Glorioso quase empatou. Diogo Barbosa fez bela jogada e deixou Bruno Silva na cara do gol. O volante, no entanto, tentou tirar do goleiro e, na hora de finalizar, mandou a bola para fora. Aos 35', Ricardo Gomes promoveu a última alteração no Botafogo. Neilton entrou no lugar de Salgueiro. Aos 38 minutos, mais uma vez o Glorioso teve a chance de empatar a partida. Após finalização ruim de Neilton, a bola sobrou limpa para Ribamar. O atacante chutou e Martín Silva evitou o gol. Aos 41', Jefferson defendeu chute de Eder Luis. 

OBSERVAÇÕES

O Botafogo fez um ótimo jogo. Pecou, mais uma vez, na hora da finalização. A equipe precisa DESESPERADAMENTE treinar finalizações. Chances e mais chances criadas mas na hora de fazer o gol... 

Reprodução: Twitter 

Mesmo com um jogador a menos, o Botafogo criou e teve a chance de inclusive virar o jogo. Foi surpreendente a postura do time após o gol sofrido. 

Renan Fonseca e Jefferson falharam no gol. Jefferson tem crédito. Renan foi importante na Série B, mas hoje, aparenta insegurança. Será importante a volta de Joel Carli. 

Sassá foi displicente. Entrou e CINCO minutos depois foi expulso após falta violenta. 

Quem não faz... 

FICHA DO JOGO

Botafogo 0
Jefferson, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Silva, Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Gegê (Fernandes), Leandrinho (Sassá); Salgueiro (Neilton), Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes. 

Vasco 1
Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo, Julio Cesar; Marcelo Mattos (Diguinho), Julio dos Santos (Yago Pikachu), Andrezinho, Nenê; Riascos, Jorge Henrique (Eder Luis). Técnico: Jorginho. 

Estádio: Maracanã (RJ). 
Árbitro: Wagner Nascimento Magalhães (RJ). 
Assistentes: Luis Cláudio Regazone (RJ) e Silbert Faria Sisquim (RJ). 
Gol: Jorge Henrique (15' do 2º T). 
Cartões amarelos: Gegê, Fernandes e Sassá (Botafogo); Luan, Rodrigo, Julio Cesar, Marcelo Mattos e Nenê (Vasco). 
Cartão vermelho: Sassá (Botafogo). 
Público: 43.822. 
Renda: R$ 1.840.370,00. 

Tem jogo. Nada foi decidido ainda. #EuAcredito 

Por: Gabriel De Luca(@biel_dluca). 

Santa Cruz é campeão da Copa do Nordeste 2016

Santa Cruz arranca empate na Paraíba por 1 a 1 contra o Campinense, e conquista a Copa do Nordeste de 2016. No placar agregado 3 a 2 para o Santa

Foto: Diego Nigro/JC Imagem
A ORELHUDA de 2016 é TRICOLOR / imagem: Diego Nigro/JC Imagem
Enfim, o primeiro objetivo do ano cumprido com sucesso, e a torcida do Santa pode soltar o grito de "É CAMPEÃO" em 2016. Um jogo dramático, cheio de emoções que terminou em um empate de 1 a 1 na Paraíba contra o Campinense. O segundo duelo da final resultou na primeira conquista da Copa do Nordeste na história do clube. Atacante Arthur foi o responsável pelo gol do título.
Arthur na Comemoração do gol histórico / Imagem: Diego Nigro/JC Imagem
O Santa Cruz começou bem melhor no jogo, controlava a vantagem do empate e conseguia suportar as tentativas de ataque do Campinense. Aos 26 minutos do primeiro tempo, Arthur recebeu bom lançamento, ganhou da defesa adversária na velocidade e encontrou Grafite livre na grande área, que de frente para o goleiro Gledson contou com uma infelicidade da irregularidade do gramado e mandou um chute forte por cima do gol. 

No segundo tempo, o tricolor voltou mal e não conseguia ter o domínio da partida. Então veio o golpe. Aos 25 minutos, Adalgisio Pitbull conseguiu driblar a marcação e encontrou Rodrigão na entrada da grande área, que deu um belo toque no canto esquerdo de Tiago Cardoso, sem chances de defesa, fazendo 1 a 0. Mesmo um pouco abatido, o Santa conseguiu um pequena evolução no jogo e, aos 33', Keno fez bela jogada de arrancada pelo setor esquerdo e tocou para Arthur que, dentro da grande área, precisou finalizar duas vezes para fazer o gol HISTÓRICO, ÉPICO, O GOL DO TÍTULO. Na sequência da partida, o Campinense não conseguiu reagir e o placar final foi 1 a 1.

Com o título inédito da Copa Nordeste, o Santa Cruz garantiu vaga na Copa Sul-Americana de 2016 e 2017, e disputará a competição pela primeira vez.

Foto: Diego Nigro/JC Imagem
Comemoração do Título / Imagem: Diego Nigro/JC Imagem
Gols do Jogo:


FICHA DO JOGO: CAMPINENSE/PB 1 X 1 SANTA CRUZ
Campeonato: Copa do Nordeste / 4ª Fase (final)
Data: 01/05/2016
Hora: 16:00
Local: Paraíba (PE)
Estádio: Amigão
Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (BA)
Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos e José Carlos Oliveira dos Santos (ambos da BA)
CAMPINENSE/PB
Escalação: Glédson; Negretti, Joécio, Tiago Sala e Danilo; Fernando Pires, Magno e Roger Gaúcho (Adalgiso Pitbull); Jussimar (Tiago Pedra),  Raul e Rodrigão.
Técnico: Francisco Diá.
Gols: Rodrigão
Cartões Amarelos: Rodrigão,
SANTA CRUZ
Escalação: Tiago Cardoso; Vítor (Bruno Moraes), Neris, Danny Morais e Tiago Costa; Uillian Correia, Leandrinho (João Paulo) e Lelê (Wellington Cézar); Arthur, Keno e Grafite.
Técnico: Milton Mendes
Gols: Arthur
Cartões Amarelos: Tiago Cardoso e Arthur.

Bocão || @_SiilvaSCFC

CRB vence com méritos e sai na frente pelo título

No início, um minuto de silêncio pelo desembargador James Magalhães. Os julgados, Neto Baiano e Diego marcaram para o CRB. Dakson e Lúcio Maranhão com passes geniais ajudaram a vitória do Regatas. As torcidas apoiaram de forma espetacular, destaque para a excepcional torcida do CRB, que empurrou o time de sol a chuva na tarde/noite de hoje.



Primeiro tempo

No primeiro minuto reclamações azulinas por um pênalti não marcado de forma correta. O CSA chegava ao início com chutes sem perigo, e o CRB tentava cuidar da bola pelo setor do meio campo. O Regatas chegava com Bocão e Luidy pela direita com perigo. Rivaldo aos 9' do primeiro tempo recebia o primeiro cartão do jogo por falta cometida em Rafael Oliveira. Aos 13' em jogada pelo lado direito, Clayton serviu Soares, mas o atacante desperdiçou frente ao gol adversário. Equilibrados na partida, Rivaldo evitava qualquer ação azulina no meio de campo, mas mostrava certa dificuldade pra sair com a bola sem auxílio dos outros meias. Luidy, destaque da base Regatiana, ganhou o rebote na entrada da área, tentou a finta e Didira o derrubou, era uma falta preciosa para o CRB, mas Marcos Aurélio acabou batendo na barreira. Outra vez Soares perde chance clara aos 31' em cruzamento efetuado pela esquerda por Rafinha, Rafael Oliveira não consegue chegar e Soares de peixinho não consegue cabecear a bola de forma correta. Confusões entre jogadores Audálio e Soares se desentendem, e recebem cartão amarelo. Jean Kléber fez boa partida no primeiro tempo, marcando bem, saindo para o jogo e efetuando bons desarmes.

Segundo tempo

A bola rolou no segundo tempo e houve falta no primeiro minuto, jogada bem tralhada pela esquerda, e por muito pouco a equipe Maruja não marca o primeiro gol do jogo. Aos 10' em lançamento pela direita e mal cortado pela defesa azulina, Lúcio Maranhão aproveitou o rebote da jogada, lançou Diego pela esquerda e com um chute cruzado ele marcou o primeiro gol do CRB no jogo. Olívio que era o capitão do Galo na partida, teve de sair aos 26' por conta de uma suposta lesão, Rafinha entrou no seu lugar. Luidy recebeu pelo meio, teve a opção de Dakson e tocou, ele procurou alguém para tocar e com um passe genial de pura classe achou Neto Baiano livre pela esquerda que com um simples toque de esquerda bateu por cima tirando o goleiro. A equipe azulina ainda tentou chegar ao ataque para marcar, mas nada feito, CRB saiu vitorioso por 2 a 0 e com uma simples derrota de 1 a 0 pode garantir o título.



Ficha técnica
Campeonato Alagoano 2016 - Final
Jogo: CRB 2 x 0 CSA

Gols: CRB (6-Diego aos 10' e 20-Neto Baiano aos 37' do 2T)
Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió/AL
Data: 01/05 (domingo)
Hora: 16h
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA/SP)
Auxiliar 1: Fabrício Vilarinho (FIFA/GO)
Auxiliar 2: Tatiane Sacilotti Camargo (FIFA/SP)
4º Árbitro: José Reinaldo Figueiredo (CBF/AL)
5º Árbitro: Brígida Cirilo Ferreira (CBF/AL)

CRB
Juliano, Bocão, Audálio, Diego Jussani, Diego, Olívio (Rafinha aos 27' do 2T), Somália, Rivaldo, Marcos Aurélio (Dakson aos 14' do 2T), Luidy, Lúcio Maranhão (Neto Baiano aos 35' do 2T). Técnico: Mazola Júnior

CSA
Jeferson, Choco, Leandro Souza, Douglas Marques, Rafinha, Jean Cléber, Didira (Hudson aos 30' do 2T), Cleyton (Bismarck aos 18' do 2T), João Paulo (21-Kahuan aos 41' do 2T), Soares, Rafael Oliveira. Técnico: Oliveira Canindé

Muito obrigado, Senna


1° de Maio, dia do trabalhador, dia de muitos brasileiros que soam diariamente para sustentar suas famílias, mas dia também onde um herói partiu, curiosamente enquanto trabalhava. Hoje faz 22 anos que a curva Tamburello deixou uma nação inteira e milhares de adeptos no mundo tristes, curva onde arrancou Ayrton Senna desse mundo, um piloto de extrema qualidade, e um ser humano de uma alma linda! Eu sou de 1998, e infelizmente não peguei a época de Senna, por isso não me senti no direito de fazer um texto para descrever tal emoção. Por isso, pedi a um amigo expert em F1, e que era nascido na época, para produzir um texto, a livre tema, e o resultado é esse que vocês vão ver agora!

Leia a seguir o texto “Senna: O herói de um garoto e do Brasil”, produzido por Rodrigo Rochadel:

"Senna: O Herói de um Garoto e do Brasil

Era um domingo como outro qualquer para uma criança de seis anos, em 1994. 9 horas da manhã e a família reunida na frente da televisão, para assistir a mais uma corrida de Ayrton Senna. Em domingos de corrida, naquela época, era assim: as famílias se reuniam na frente da TV e o domingo só começava depois que o Grande Prêmio acabava. Senna era o pole-position, de novo – a terceira, em três corridas naquela temporada. Eu, paralisado na frente da televisão, na companhia do meu pai, meu grande incentivador na paixão pela Fórmula 1, vendo seu herói correr. Até que a câmera on-board corta a imagem e a voz assustada de Galvão Bueno anuncia: “Senna bateu forte”.

O menino, assustado, fica impressionado com a força da batida. Mas, em um primeiro momento pensa: “ele vai se levantar”. Acidentes aconteciam na Fórmula 1, e Senna era forte, passaria por aquilo. Senna não se levantou. E o que aconteceu, todos sabem.

O menino dessa história, que era eu, continuava paralisado à frente da televisão, vendo Senna ser atendido, o helicóptero levantar voo, e levar o seu herói. Mas a esperança seguia acesa. Afinal, heróis não morrem. Os super-heróis sempre voltam. Quando foi anunciada a morte cerebral, foi como se ainda houvesse esperança. O menino de seis anos perguntou ao pai: “mas morte cerebral não significa que ele morreu, né pai?”. Mas si, o herói havia deixado essa Terra para ir morar no céu.

Senna, de fato, era um herói. Ayrton refletia o Brasil que dava certo. Numa época de graves crises, em que os mais humildes não tinham sequer a esperança de algo melhor no futuro, onde muitos não tinham acesso ao que comer, com inflação elevada e níveis de pobreza maiores dos que o de hoje, Senna levava, aos quatro cantos do mundo, a bandeira brasileira erguida em momentos de vitória. Mostrava o orgulho que era pertencer a essa pátria. Ao erguer a bandeira, levantava também a esperança de cada brasileiro, pois mostrava que a vitória vinha da determinação, da luta, da vontade de ser o melhor. O melhor piloto de todos os tempos era o espelho do Brasil que queríamos (e ainda queremos) ser.

Senna despertou no coração daquele garoto o sentimento de que acreditar num futuro melhor é possível. Despertou o desejo de ser o transformador do próprio futuro. O que me faz pensar que, na real, o super-herói realmente voltou. Aliás, ele nunca foi embora. O que ele fez ficou para sempre, e o que ele deixou foi à certeza: é possível vencer pela determinação e pela garra, mesmo diante das dificuldades, sendo brasileiro e tendo orgulho do que isso representa.

A última corrida que Senna venceu foi na Austrália, em 1993. Uma corrida que ocorreu de madrugada. Naquele tempo, não existia Esporte Espetacular no domingo de manhã. Para as corridas da madrugada, a Rede Globo exibia um compacto, pela manhã, com os melhores momentos da corrida. Lembro-me do meu pai acordando eu e o meu irmão gêmeo, para assistir: vem ver, ele vai ganhar! Esse era o sentimento do domingo no Brasil. Naqueles domingos, Senna nos lembrava de que somos vencedores. E é isso que tem que estar vivo dentro de nós.

O legado de Senna permanece vivo, no coração de cada brasileiro que viu suas vitórias, e até daqueles brasileiros que nasceram depois de 94 e conhecem apenas sua história. Permanece em seu Instituto, que tem a missão de melhorar a educação do Brasil, e ampliar as oportunidades para que os jovens tenham um futuro melhor. Segue na certeza de que, sim, somos um povo que tem todas as condições de vencer.

Senna foi meu super-herói. Foi o herói de uma geração. Ao lembrar-se de seu legado e de sua ausência, fico com uma frase sua, de uma entrevista concedida em 1990: “Seja você quem for, seja qual for à posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá”.

Muito obrigado, Senna. Suas vitórias inspiram as minhas, e a de quem está lendo. E que a gente nunca desista, mesmo que nos reste apenas uma marcha”.


Acho que depois desse lindo texto, temos mais nada a dizer, apenas a agradecer. Obrigado Senna, obrigado por tudo, obrigado por ter enchido uma nação de orgulho, e obrigado por levar as cores da nossa bandeira pelo mundo com suas magníficas corridas. Você foi, é, e sempre será o nosso ídolo eterno, muito obrigado!

Festa adiada

Mesmo a partida sendo disputada em Old Trafford o favoritismo no duelo era do Leicester, a equipe sensação do Campeonato Inglês foi a Manchester para tentar trazer o título antecipado da competição, uma vitória simples diante do United asseguraria o título.

Mas no outro lado não podemos esquecer-nos do Todo Poderoso Manchester United, que precisando do resultado para conseguir assim a classificação para a Champions League não queria perder em seu domínios e assim, acabar com os planos do surpreendente Leicester.

O JOGO:

(Fonte:ESPN Brasil)
Manchester United e Leicester empataram por 1x1 em Old Trafford, Martial marcou para o time mandante aos 8 minutos da 1° etapa e Morgan aos 16 deixou tudo igual.

Com o resultado, o Leicester fica com 77 pontos, oito a mais do que o Tottenham, que tem três jogos por fazer e visita o Chelsea nesta segunda-feira, às 16h (de Brasília). Se os Spurs não vencerem, o título do Leicester já estará garantido.

Independentemente dos placares de seu concorrente, o líder da Premier League precisa de apenas dois pontos nos dois jogos restantes para assegurar a taça. Os adversários dos Foxes são Everton (casa) e Chelsea (fora).

Em campo, os líderes começaram de forma tensa, viram os donos da casa tomarem iniciativa e abrirem o placar aos oito minutos. Valencia fez boa jogada individual, cruzou de três dedos, e Martial mandou para a rede. Mesmo sem jogar bem, o Leicester empatou aos 17’, quando Drinkwater cobrou falta na área, e Morgan cabeceou para o fundo do alvo.

O gol animou os visitantes que equilibraram a partida, apesar de o jogo não ter muitas chances claras e o empate persistir até o intervalo.

A melhora dos Foxes foi ainda mais significativa na volta para a etapa final. O time que está prestes a ser campeão apareceu em campo, criou algumas boas chances, e o gol parecia perto de sair. Mas não saiu, e, de quebra, o duelo passou a ter contornos dramáticos para o time visitante.

Aos 42 minutos, Drinkwater puxou Lingard na linha da grande área, recebeu o segundo cartão amarelo e acabou expulso. O árbitro Michael Oliver, porém, marcou a falta fora da área.

Com um a menos, as esperanças do Leicester em ser campeão neste domingo chegaram ao fim. Mais do que isso, a equipe poderia ter saído derrotada, mas Kasper Schmeichel (filho de Peter, ídolo dos Red Devills) apareceu com destaque e fez boas defesas para garantir o empate.

(Fonte:ESPN Brasil)
Lucas André ||@luc4s_andre
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