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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Não merece vaga: Milan empata com Frosinone e sai da zona da Liga Europa

Desta vez, não vai ter análise de notas ou algo do tipo, porque a vergonha é tanta que não vale apena analisar um por um desse elenco ridículo que o Milan conseguiu fazer.

Nem dá mais para sentir, para falar a verdade. A vergonha é tão comum, tão presente nessa vida de milanista que se tornou uma das melhores amigas de todo mundo que assiste uma partida do Milan. Não é vergonha de ser torcedor, mas de ver esse time chegar tão baixo sem ter a menor condição de se levantar e parar de comer capim sozinho.

Esse empate mentiroso com o Frosinone foi mais um ponto dentro da curva, nada que você ou eu não esperássemos. Digo, exceto as falhas do Donnarumma, que uma hora ia falhar mesmo, foi tudo de acordo com o programado. O meio não funciona, o ataque não rende e, assim como na temporada passada, esse time só não passa mais recibo de falido por conta de atuações excepcionais do goleiro. Que uma hora ia falhar.

Aliás, o pênalti do empate não existiu em lugar nenhum do mundo. Quer dizer, talvez no Juventus Stadium ele também fosse marcado, mas o Milan foi sim favorecido pela arbitragem e estragou uma partida quase perfeita do ótimo goleiro Bardi e do restante do rebaixado time de Roberto Stellone.

Getty Images
Pouco importa agora essa conveniente notícia vazada sobre um possível acerto entre o Diavolo e o meia-atacante Nolito, do Celta de Vigo.

Faltam duas partidas (Bologna e Roma) para Serie A terminar. O Sassuolo finalmente conseguiu ultrapassar o Milan na tabela e, pessoalmente, não vejo esse time aí retomar a colocação. Vamos caminhando para a terceira temporada seguida sem competições europeias e que bom que seja assim.

Não quero mais essa equipe sem alma e sem vergonha comemorando nada. Quero que saiam todos que vejam o Milan apenas como mais um time médio/pequeno da Itália, ou uma vitrine para a próxima transferência com valores polpudos. Quem for de fé, vai ficar e sangrar com esse clube. Quero atletas, treinadores e diretores que sangrem e confundam seu sangue com o vermelho nessa camisa outrora tão imponente.

VERGONHA. POR FAVOR SILVIO BERLUSCONI, ACERTE ESSA VENDA PARA OS GRUPOS CHINESES, ASIÁTICOS, BRASILEIROS, ARGENTINOS. SEJA QUAL FOR, É A UNICA MANEIRA DO ''NOSSO'' AC MILAN VOLTAR A TER ELENCOS FORTES. #SAVEACMILAN

Na Arena Joinville, Chapecoense vence e fica próxima do título



Ananias marcou e ampliou a vantagem do Verdão na grande final em Chapecó. (Foto: Cleberson Silva)
Joinville e Chapecoense entraram em campo neste domingo () para disputar os primeiros 90 minutos da grande final do Campeonato Catarinense 2016. Após ficar com o título do turno e a melhor campanha na classificação geral, o Verdão viajou ao norte do estado com a vantagem de jogar por dois resultados iguais para conquistar o pentacampeonato estadual. Porém, a equipe do Oeste foi além quando Ananias, de cabeça, marcou o único gol do duelo, ampliando a vantagem para a partida do próximo domingo, na Arena Condá.

Guto Ferreira fez mistério durante a semana, realizando treinos fechados. O treinador contou apenas com um desfalque, já que o zagueiro Neto voltou a sentir dores na coluna e sequer viajou a Joinville. Quando a escalação oficial foi divulgada minutos antes da partida, a surpresa foi a entrada do volante Josimar na vaga do atacante Ananias, Rafael Lima foi confirmado ao lado de Thiego na zaga, e Kempes ganhou a posição do artilheiro Bruno Rangel.

Quando Heber Roberto Lopés soou o apito pela primeira vez, todos esperavam os donos da casa partindo para o ataque, já que precisavam do resultado para reverter a vantagem do Verdão. Entretanto, quem esteve presente na Arena Joinville viu uma Chapecoense jogando como se estivesse na temida Arena Condá. Com uma forte marcação e jogando no erro do adversário, o Verdão quase abriu o placar logo aos 3 minutos, quando o goleiro Danilo fez belo lançamento, Bruno Aguiar falhou e a bola sobrou livre para Lucas Gomes, que ficou cara a cara com Agenor, mas o atacante chutou em cima do goleiro do JEC, perdendo uma chance inacreditável.

O Joinville só assustou aos 16 minutos quando, na famosa bola parada, Juninho cobrou falta na área, Danilo saiu e afastou. No rebote, Bruno Aguiar foi para a lateral e cruzou, mas, novamente, o goleiro do Verdão fez a defesa e foi atingido por Rafael Donato, fazendo uma falta ser assinalada por Heber. A Chapecoense voltou assustar aos 32', Cleber Santana cobrou escanteio fechado, a bola passou por todo mundo e próximo a meta, assustando goleiro Agenor.

Festa verde e branca nas arquibancadas da Arena Joinville. (Foto: Cleberson Silva)
Na segunda etapa, o JEC voltou com uma alteração, já que Naldo sentiu dores e deu lugar a Diones. Já a Chape voltou com a mesma equipe. Com a bola rolando, quem começou assustando foram os donos da casa. Logo com 5 minutos, Edson Ratinho chutou de muito longe, Danilo se esticou e espalmou para escanteio. Aos 13', Diones foi lançado na área e, livre de marcação, cruzou, mas ninguém do JEC chegou para finalizar e Gimenez afastou. A resposta do Verdão veio aos 22', quando Cleber Santana em fez bela cobrança de falta, batendo colocado à meia altura, e Agenor pulou, segurando firme.

Aos 26 minutos, os donos da casa voltaram assustar novamente com sua principal jogada. Na bola parada por cobrança de escanteio de Pereira, Bruno Aguiar subiu mais que a zaga e finalizou por cima da meta de Danilo.

Quando tudo se encaminhava para um empate em 0x0 até que Lucas Gomes recebeu na direita e cruzou, o baixinho Ananias se antecipou a gigante zaga do JEC e de cabeça abriu o placar na Arena Joinville, enlouquecendo os 300 torcedores do Verdão presentes. A Chapecoense por pouco não ampliou o placar, já que, aos 39', Lucas Gomes de muito longe fez o corte e chutou cruzado, mas a bola explodiu na trave direita de Agenor. 

Comemoração do elenco após Ananias marcar para o Verdão. (Foto: Cleberson Silva)
Após o apito final, muita comemoração verde e branca em campo e nas arquibancadas da Arena Joinville, um dia histórico. A união entre as três torcidas Chapecoenses empurrou o Verdão para uma grande vitória, deixando a equipe cada vez mais próxima do quinto título estadual.

As equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo (8) agora na Arena Condá, em Chapecó, às 16h. Para ser campeão, o Joinville precisa vencer o Verdão por dois gols de diferença, e a derrota por qualquer resultado com um gol de diferença dá o título a Chapecoense, já que, por ter melhor campanha na classificação geral, joga por dois resultados iguais na final.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Furacão atropela Coritiba na primeira partida da final

Como um verdadeiro furacão, Atlético dita ritmo desde os primeiros minutos de partida, domina o Coritiba e abre ótima vantagem na decisão do estadual

Thiago Heleno, autor do primeiro gol rubro-negro (Foto: Atlético-PR)
O Rubro-Negro deu um importante passo para escrever mais um capítulo vitorioso em sua história. O Atletiba pela décima oitava vez está decidindo o "ruralzão", e o retrospecto não era favorável ao Atlético. Além de ter desvantagem no confronto direto (10x7), o time do Alto da Glória teve melhor campanha durante o estadual, incluindo uma vitória na primeira fase (2x0) em plena Arena, o que fazia o Coritiba favorito.

Porém, com a bola rolando, mesmo passando grande parte do segundo tempo com um jogador a menos, o Atlético Paranaense, contagiado por sua fanática torcida que compareceu em bom número (mesmo com o ingresso mais caro da Brasil), mostrou que futebol é decidido dentro de campo.

O jogo

Embora o primeiro tempo tenha terminado com o placar fechado, o Atlético Paranaense buscou desde o primeiro momento o gol e só não abriu o placar devido as defesas do arqueiro alviverde e a falta de pontaria dos atacantes atleticanos. Porém, ainda que, teoricamente, os 45 minutos iniciais não tenham sido muito válidos, visto que o Atlético, jogando em casa, precisava fazer o resultado o mais rápido possível, a primeira etapa deu muita esperança aos rubro-negros.

Na volta do intervalo, o Atlético Paranaense continuou dominando o Coritiba e, aos 9', após jogada "ensaiada", Nikão rolou na linha de fundo para Léo, que cruzou para Thiago Heleno testar firme para o fundo das redes. Com o placar aberto, o Atlético se manteve no ataque e, aos 19', depois da "batida de cabeça" dos defensores, a bola chegou aos pés do jovem Ewandro, que só teve o trabalho de deslocar Elisson e correr para o abraço.

O castigo ficou ainda maior quatro minutos depois, quando Hernani, o contestado volante que entrou na vaga de Jadson, cobrou falta da entrada da área e anotou o terceiro gol, em cobrança onde o arqueiro nem teve nem oportunidade de ir na bola. Mesmo que na sequência o autor do terceiro gol tenha sido expulso, o Coxa não conseguiu uma reação, terminando assim o primeiro clássico da decisão estadual.

No próximo domingo (8), as equipes se enfrentam no Couto Pereira, às 16h, para definir quem levantará a taça. O Coritiba precisará de, no mínimo, três gols de diferença para levar a decisão para as penalidades. A promessa é novamente de uma grande festa das torcidas e os ingressos começam a serem vendidos na quarta-feira à partir das 10h.

Presença Ilustre

Ídolo colombiano também acompanhou o massacre (Fonte: Terra Esportes)
Não é nenhuma pegadinha, muito menos algum sósia do ex-jogador colombiano. Carlos Valderrama realmente estava na baixada acompanhando a final, e especulasse que o mesmo está na cidade negociando seu primo, o meia Jarlan Barrera, jovem promessa de 20 anos que está atualmente no Junior Barranquilla, com o Atlético.

Sem sustos, Vitória bate rival no Barradão e abre vantagem

Foto: Estadão
O rubro-negro voltou a vencer o rival Bahia e abriu vantagem para levantar o caneco do Campeonato Baiano 2016 na Arena Fonte Nova, no próximo domingo (8). Com gols de Diego Renan e Amaral, a torcida do Vitória fez mais um festa no Barradão e agora o time pode até perder por uma diferença mínima de gol.

O JOGO


A partida começou com o Bahia tentando propor o jogo, marcando a frente, mas sem criar chances de gols. Aos 23 minutos, o Vitória acordou já criando clara oportunidade quando Vander disputou com Tinga em uma bola levantada por Welison e mal cortada pela defesa. Após teatro do atacante, Daronco marcou falta e pênalti. Na cobrança, Diego Renan deslocou o goleiro, batendo no canto esquerdo e abrindo o placar.

Aos 42 minutos, o Vitória ampliou o placar. Vander deu passe para Amaral, que chapou a pelota de primeira de fora da área. A bola descaiu no canto direito do goleiro, que nada pode fazer.

Segundo Tempo

Na segunda etapa, o Vitória continuou martelando e buscando o terceiro gol apesar do adversário lutar muito para diminuir o placar. 
Aos 14 minutos, Marinho disparou pela direita e cruzou, a bola passou por toda a área do Bahia e sobrou para Vander, que fez o corte na defesa e finalizou para mais uma defesa do goleiro.

Aos 45 minutos, José Welison fez linda jogada pela direita e cruzou na medida para Kieza, que acertou um belo voleio. O goleiro salvou o gol que talvez selaria o titulo para o Vitória já no jogo de ida.

RESUMO

Apesar do clássico como um todo ser equilibrado, o que convenhamos é normal devido a rivalidade, e pelo fato de o Vitória ter feito um jogo abaixo do que pode render se focarmos algumas peças individuais, o placar de 2x0 ainda assim ficou barato para o Bahia.

Foi o clássico mais tático dos últimos anos. Os treinadores tiveram mais tempo para estudar a equipe do outro e o que se viu no gramado foi muita concentração dos times para se prevenirem contra as ações do oponente e serem fiéis a proposta tática solicitada pelos técnicos. Porém, Mancini novamente levou a melhor, trabalhando ainda dentro do seu 4-2-1-3 com variações para 4-2-3-1, 4-5-1 e 4-2-4; em cima do 4-3-3 e variação para 4-5-1 de Doriva, que não alterou seu sistema. 

Mancini optou por alguns encaixes individuais e, dessa fez, anulou a principal peça do Bahia, o apoiador Juninho. O treinador
 queria ter feito o mesmo no encaixe de Amaral contra o 8 do adversário, mas nosso volante não tem a mesma mobilidade que Fárias e isso nos ocasionou alguns lapsos na marcação, porque o outro apoiador do Bahia estava muito bem no jogo.

O conjunto do Vitória foi muito bem apesar do individual de alguns atletas serem bem abaixo do seu normal, o que mostra a falta de qualidade técnica do rival, faltando recursos para aproveitar esses nossos erros.


Por conta desse jogo modesto do Vitória, os torcedores do Bahia podem pôr as mãos para os céus e agradecer pelo campeonato não ter encerrado ontem. Agora é partir para mais um clássico com o mesmo propósito de vencer, já que não seria correto pensar em algo diferente disso. Uma vez que o rubro-negro tem um time e elenco superior ao do rival mesmo eles com todo o grupo a disposição. 

É lógico que esse esporte é futebol e não somos imbatíveis, mas nossa superioridade em clássicos e no momento atual nos faz favoritos e prontos para levantar o caneco e retomar a hegemonia
Jogar outro clássico mais abaixo do que fomos me parece improvável, e perder por dois gols de diferença, com o equilíbrio que esse duelo tem, me parece utopia. 

Voltando ao jogo e falando de Vitória, atletas como Leandro Domingues, Diego Renan, Marinho e, principalmente, Ramon foram bem abaixo do que podem, mas, se focarmos apenas em conjunto e a parte tática, foram muito bem. 
Vander, que sempre cresce em clássicos, fez um jogo razoável, porém, foi o suficiente para sofrer um pênalti e dar uma assistência para gol, que esse é o único atleta que deixa a desejar no quesito tático, pelo menos no individual deu pro gasto.

Agora é respeitar fora de campo como sempre e ir para dentro em busca de mais uma vitória dentro de campo, p
ois é só que o futebol tem que ser decidido.

Seja Sócio SMV!

É isso aí galera!

Por @AdsonPiedade



Ficha Técnica



Vitória-BA 2 x 0 Bahia

Campeonato Baiano



Finais - Jogo de Ida


Local: Estádio Manoel Barradas, Salvador (BA)

Data: 1º/05/2016 

Árbitro: Anderson Daronco (RS-FIFA), assistido por Emerson Augusto de Carvalho (SP-FIFA) e Guilherme Camilo Dias (MG-FIFA)
Gols: Diego Renan (p) aos 23 e Amaral aos 42min do 1º tempo 
Cartão Amarelo: Victor Ramos, Marinho, Domingues, Amaral (VIT), Juninho , Fonseca, Feijão e Luisinho (BAH)
Renda: R$596.163,00
Público: 20 mil e 174 pagantes

VITÓRIA: Caique; José Welison, Victor Ramos, Ramon e Diego Renan; Amaral (Marcelo), Willlian Farias e Leandro Domingues (Flávio); Marinho, Kieza e Vander (Alípio)
Técnico: Vagner Mancini

BAHIA: Marcelo Lomba; Tinga, Lucas Fonseca, Éder e Moisés; Feijão, Danilo Pires, Juninho (Gustavo Blanco) e Edigar Júnior (Luisinho); Thiago Ribeiro (Henrique) e Hernane
Técnico: Doriva

Rumo ao Hexa

Juro que estava muito temeroso com o primeiro jogo em Caxias. Nada muito absurdo, mas é que o Juventude fez uma excelente partida lá contra o Grêmio e qualquer torcedor sabe que o Inter esse ano está bem fraco, então essa foi a maior disputa da final. Talvez tenhamos ganhado o titulo nesse confronto no território inimigo. Porém, foi tudo tranquilo e calmo. O Internacional jogou muito bem e fez uma partida consistente, principalmente na defesa. Entretanto, o que me pergunto é se esse time que assistimos é tudo que o colorado pode dar. Será que não temos como melhorar e tirar a interrogação da cabeça?

Porém, no final tudo aconteceu com tranquilidade. O time apresentou um bom futebol e uma capacidade de se manter focado na partida incrível. A atitude colorada foi muito importante, a equipe não parou de jogar mesmo com a vantagem e só teve uma postura um pouco mais defensiva quando estava com um jogador a menos no gramado. Felizmente, temos peças que têm qualidade técnica suficiente para conseguir suplantar uma boa defesa. O Juventude estava bem armado e compactado, mas Vitinho, com sua qualidade, fez um belo lançamento para Andrigo, que fuzilou a meta adversária. Aliás, Andrigo jogou muito, o jovem está em seu primeiro ano entre os profissionais e já conseguiu tirar o carimbo de promessa e virar realmente, sendo peça importante para o Inter.

Andrigo foi o melhor da partida e já é realidade no Inter.  
Entretanto, nem tudo foram flores nesse jogo. Vitinho, depois de ter a maestria de ditar o ritmo do Internacional no primeiro tempo, foi o principal vilão na segunda etapa. O atacante conseguiu ser expulso da maneira mais estúpida que eu já vi, já que, depois de ser amarelado, ele conseguiu dar um toque com a bola parada nos pés do zagueiro do Ju, o que foi suficiente para entrelaçar as pernas do jogador. Lance de amador em um jogo profissional, o lastimável não foi perdê-lo em 20 minutos, mas sim nos outros 90.

Felizmente a desvantagem numérica acabou não sendo papel diferencial no placar. Argel Fucks conseguiu organizar bem o time mesmo com um a menos, e montou um ferrolho gigantesco. Três volantes, dois laterais direitos e dois esquerdos. Uma retranca digna de Celso Roth. Já chegamos no meio do caminho para levantar a taça semana que vem. Enquanto uns só se lamentam e vivem de duvidas, o Internacional de Argel está humilde e joga sabendo de sua limitações.

Vamos Inter, vamos ser Hexacampeões!

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