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terça-feira, 3 de maio de 2016

Atuação pífia na primeira final

A paciência se esgotou. Nem depois de uma eliminação ridícula na Copa do Brasil conseguimos ver uma atuação digna na primeira final do Goianão desse ano. O Anápolis, que chegou na decisão com seu próprio mérito e garra, fez uma partida superior e mereceu inclusive ter saído com a vitória, mas o maior problema foi isso, pois novamente a nossa grandeza, elenco de maior qualidade e apoio do torcedor não fizeram a diferença. Faltou muito para sairmos vitoriosos e, mesmo jogando no Serra Dourada no próximo jogo, tenho sim um grande medo de perdermos a taça. O responsável por esse vexame é o "técnico" Enderson Moreira.

Goiás empata sem gols na primeira final do Goianão
(Foto: globoesporte.com)
Se você é daqueles que sempre culpa o elenco e também tem mania de culpar sempre o diretor de futebol, acho que esse texto não é pra você, e sim pra quem analisa de verdade a atual situação com coerência e sem querer apontar todos como culpados pra querer aparecer como o "polêmico". O culpado só tem um, e se chama Enderson Moreira. Com a mesma desculpa do "elenco ainda em adaptação", e aí se percebe que esse treinador além de não entender quase nada de tática, insiste em não querer olhar para o tempo e ver que já se passaram cinco meses, ou seja, um tempo mais do que razoável para esse elenco ter se adaptado. 

Na partida só deu Anápolis nos primeiros minutos. Tocavam a bola tranquilamente no campo de ataque, sempre procurando a melhor jogada e sempre ganhando as bolas aéreas, tanto que várias cabeçadas assustaram o goleiro Ivan. Enquanto assistíamos esse desastre futebolístico, Enderson pediu para que seus jogadores fizessem lançamentos (sim, lançamentos), pedido este que nada adiantou. O único ataque perigoso do Goiás saiu nos pés de Carlos Eduardo graças a uma roubada de bola no setor ofensivo e um chute que carimbou o travessão. Foi apenas isso que nos empolgou na primeira etapa. Parecia que o favorito ao título se rendeu e deixou o confiante clube tricolor fazer seu trabalho.

Enquanto o Goiás se recuperava da tremedeira que sentia em campo na segunda etapa, Enderson resolveu então fazer as suas substituições. Trocou Johnatan por Suelinton (um lateral por outro) e colocou Patrick no lugar de Rafhael Lucas (mais um volante e no lugar do nosso artilheiro). O que mudou? Nada. Só começou a mudar quando o time percebeu que a bola no chão renderia muito mais. A última alteração foi a entrada de Cassiano no lugar de Carlos, ou seja, povoar o meio de campo que era o certo a se fazer, Enderson não fez. 

Sabe aquela pergunta em que não sabemos a resposta definida e respondemos "sim e não"? Pois bem, aqui vai uma: O empate de ontem foi bom para o Goiás? A resposta eu já disse. Sim, pelo fato de que não jogamos o que podíamos e corríamos o risco de sofrermos o gol a qualquer instante; e não, pelo fato de que o Goiás tem time o suficiente para golear qualquer equipe do campeonato e, principalmente, o Anápolis. Só precisamos nos livrar desse encosto de treinador, senão virão mais atuações pífias durante a temporada.

Wagner Oliveira || @wagneroliveira
Linha de Fundo || @SiteLF

Bicampeão com o Inter, zagueiro Thales quer acesso com o novo clube

Fora das finais do Campeonato Goiano, o Atlético Goianiense segue trabalhando para a sequência da temporada. A equipe rubro-negra estreia na Série B no dia 13 de maio, às 20h30, diante do Oeste, no Estádio José Liberatti, na cidade de Osasco-SP. No elenco, o jovem zagueiro Thales acredita no bom desempenho do Dragão na competição nacional.

"Nesses dias que antecedem o início da Série B estamos trabalhando forte, principalmente no fortalecimento muscular, com atividades físicas específicas, pois a competição é longa e precisamos estar preparados. E a nossa equipe tem tudo para fazer um excelente campeonato e conquistar o acesso para a elite do futebol brasileiro", afirma Thales.

O zagueiro de 23 anos, que pertence ao Internacional-RS, chegou a Goiânia no dia 14 de março. Com a equipe gaúcha foi bicampeão no Estadual em 2013 e 2014, além de campeão baiano no ano passado com o Bahia. "Apesar do pouco tempo como profissional, já participei de grandes e importantes conquistas e seria maravilhoso conquistar o acesso com a camisa do Atlético-GO, e quem sabe o título da Série B. Participar desse feito seria incrível", declarou o jovem.

Nesse ano, a cidade de Goiânia terá três representantes na competição nacional. Além do Atlético, Vila Nova e Goiás também disputarão a Série B e, para Thales, o campeonato terá uma rivalidade a mais: "Podemos dizer que teremos um mini campeonato goiano dentro da competição nacional e isso nos motiva ainda mais, sabemos que clássico é diferente, tanto pra nós jogadores, quanto para os torcedores, a disputa é maior. Mas é importante lembrar que vamos entrar para fazer o máximo de pontos, tanto nos clássicos, quanto nos demais jogos".

Foto: Assessoria de Comunicação / Atlético-GO
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