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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Grêmio apático e o fantasma das oitavas

Foto: JUAN MABROMATA/AFP
Erros, nervosismo, apatia e falta de atenção: o Grêmio que caiu para o Rosário foi um retrato perfeito do que o time vem apresentando nos últimos anos. Com um futebol que decepciona em mata-mata, o Tricolor já acumula quatro eliminações traumáticas e em sequência nas oitavas de final da Copa Libertadores da América: Universidad Católica em 2011, Independiente Santa Fe em 2013, San Lorenzo em 2014 e, agora, Rosário Central em 2016.

O Grêmio foi eliminado diante de uma equipe bem melhor que ele – é do jogo. Contudo, o desempenho do Tricolor nas oitavas foi vexatório. Engolido, tanto em Porto Alegre, como na Argentina, o time de Roger deixou os argentinos imprimirem seu ritmo de jogo, com marcação intensa, o que resultou em um festival de erros gremistas, acompanhadas de falhas na defesa. Erros, aliás, que em 2016 vão desde posicionamento em campo até o departamento médico, que deixou quatro atletas serem infectados de caxumba para só então vacinar o plantel (quando o Internacional, por exemplo, já havia vacinado seus atletas logo após surgir o primeiro caso no rival).

A defesa, grande problema do Grêmio no ano, seguiu comprometendo. Mesmo com a volta de Pedro Geromel, a equipe sofreu com o jogo aéreo. Para se ter uma ideia, metade dos gols sofridos pelo Tricolor na temporada até agora foram oriundos de jogadas de bola levantada na área. O treinador, por melhor que seja (e é!), precisa ser cobrado por isso. Somente com treinamento e cobrança efetiva é possível solucionar essa deficiência.

A derrota de hoje, vai muito além da eliminação na Libertadores. Ela certamente refletirá no quadro social do clube, na arrecadação da loja, no faturamento dos jogos e pode refletir em outros setores como direção e elenco. Resta juntar os cacos e esperar que, de fato, ocorram mudanças para o Brasileirão e Copa do Brasil, já que o primeiro semestre, que ainda nem chegou ao fim, foi vergonhoso.

Uma derrota arrasadora em uma competição na qual a torcida havia depositado muita confiança. O time que havia feito um extraordinário Campeonato Brasileiro em 2015 fez os torcedores se encherem de esperança. A classificação para as oitavas, no chamado “grupo da morte” da primeira fase, contribuiu para alimentar as expectativas ainda mais. E veio mais uma frustração. Desta vez, nem o consolo de que o time “lutou com garra” ou “perdeu jogando bem” os torcedores tiveram. Uma Libertadores em que o time começou levando “olé” do Toluca e terminou sendo massacrado pelo Rosário Central

Janaína Wille, @janainawille

Sinal vermelho

Mais um mini vexame na recente história do clube. O que vimos nesta quarta-feira (4) em Araraquara chegou a ser ridículo. Não tem outra palavra. O time, mais uma vez, atuou de uma forma muito displicente e com uma falta de respeito com o adversário nítida. Deu no que deu.
Um time grande como o Fluminense estar vencendo por 2x0 com um jogador a mais contra a Ferroviária, que se desmanchou após o paulista e que nem na Série D aparece. A ''Ferrinha'' fez seu jogo e virou de uma maneira autoritária, parecia que o Tricolor estava com um a menos. Difícil achar um culpado, já que todos jogaram sem interesse.

Comemoração do Gol de Magno Alves (FOTO: Nelson Perez/FluminenseFC)
Espero que Peter e companhia cobrem por esses dois últimos jogos, porque a torcida precisa de uma satisfação do presidente do clube. Quinta-feira tem o desfecho da história, esperamos que seja com uma vitória convincente.

Saudações Tricolores!

Curtinhas:

- Fred encerrou o jejum de dez jogos com dois gols, veremos se volta a boa fase.

- Cavalieri virou um goleiro comum, tem tomado muito gol defensável. Júlio César podia ter uma chance.

- Precisamos de seis reforços no mínimo, esse elenco é pra brigar para não cair. Acorda, Peter!

Aquecimento Olímpico: Remo


Tradição rema lado a lado com esse esporte. Nas águas calmas da Lagoa Rodrigo de Freitas, o Remo pede espaço para encantar os amantes e curiosos nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Durante as provas, os atletas devem remar pelo percurso determinado anteriormente de 2km em linha reta e o barco que cruzar a linha de chegada primeiro vence. A disputa pela classificação e pelos títulos costuma ser muito emocionante, já que os remadores competem até o último segundo.

Lá vem história...

Presente nos Jogos desde Paris 1900 (ausente apenas em 1920), o Remo é um dos esportes mais tradicionais do Brasil. No Rio de Janeiro, os quatro grandes clubes da cidade surgiram originalmente nessa modalidade para então, anos mais tarde, partirem para o futebol.

O remo brasileiro conquistou seu melhor resultado nos Jogos de Los Angeles, em 1984. Nilton Silva Alonço (timoneiro), Walter Hime Soares e Ângelo Rosso Neto chegaram ao quarto lugar na modalidade Dois Com (inclui o timoneiro), que não é mais disputada nos Jogos. No esporte feminino, em Atenas, Fabiana Beltrame fez a estreia do país no remo olímpico, em 14º lugar no Single Skiff.



RIO 2016

No Rio 2016, teremos oito provas masculinas e seis femininas, sendo disputadas em barcos tripulados por um, dois, quatro ou nove (incluindo o timoneiro, que dá ritmo a remada) atletas, que utilizam um ou dois remos dependendo do tipo de barco. É um esporte que exige força e velocidade, já que é necessário utilizar braços, tronco e pernas para mover o barco o mais rápido possível.

As provas são as seguintes:

Homens: Four Skiff (4 remadores), Double Skiff (2 remadores), Skiff (1 remador), Oito com timoneiro (8 remadores + timoneiro), Quatro sem timoneiro (4-), dois sem timoneiro (2-);

Homens Peso Leve: Double Skiff (2X), Quatro sem timoneiro (4-);

Mulheres: Four Skiff (4X), Double Skiff 2X), Skiff (1X), Oito com timoneiro 8+), Quatro sem timoneiro (4-);

Mulheres Peso Leve: Double Skiff (2X).

Local de competição: Lagoa Rodrigo de Freitas



Um dos pontos turísticos mais conhecidos do Rio de Janeiro, a Lagoa Rodrigo de Freitas pode ser atrativa para os turistas e moradores cariocas, mas para a prática de esportes nas águas nem tanto. Com os trabalhos para despoluição muito atrás do que deveriam, a Lagoa não deve estar nas condições ideais para as provas apesar da Federação Internacional da modalidade ter aprovado a qualidade da água.

Mariana Sá | @imastargirl 

LEIA: Aquecimento Olímpico - Ciclismo

Com toda nossa raça para vencer

Atlético 2 x 1 Racing Club

Lutar, Lutar, Lutar com toda nossa raça para vencer. Clube Atlético Mineiro, uma vez até morrer.  

Nunca os versos de nosso hino fizeram tanto sentido. Se a Libertadores tem um espírito, ele esteve encarnado nos 22 jogadores que estiveram na cancha. Digo 22 porque nosso adversário foi brioso, valorizou cada dividida, cada chute, cada cabeçada. De fato os argentinos foram bravos, valorizaram cada gota de suor da nossa vitória.

Fonte: Tulio Kaiser, Portal Superesportes
Não sei se estou exagerando, talvez inebriado pela adrenalina do jogo, mas este duelo certamente foi assistido de camarote por todos os Deuses da bola, os velhos e os novos. O Futebol meus amigos gritou no Horto que está vivo.

A respeito do jogo, Diego Aguirre escalou o time com Victor, Rocha, L.Silva, Erazo, D. Santos, Carioca, Donizete, Jr. Urso, Robinho, Carlos (grande novidade, porém não me surpreendi como parte da torcida e da crônica especializada, tal opção foi coerente com o modo que o uruguaio enxerga futebol, ou seja, o ponta tem que participar do jogo defensivo, e o Chacal Alvinegro tem pulmão e tem disciplina para cumprir tal papel) e Pratto.

No primeiro tempo o time foi alinhado em um 4-1-4-1/4-3-3 (os números não importam, são apenas uma aproximação do desenho tático) com Carioca como primeiro volante, Donizete e Urso por dentro; Carlos aberto na direita, Robinho na esquerda e Lucas Pratto isolado na frente.

O primeiro tempo começou tenso, o Atlético até pela escalação mais conservadora não conseguia trocar muitos passes, ter o domínio territorial que geralmente tem em casa (não critico Aguirre pela escalação, considerando que o Cazares estava fora de combate, seja pela razão que for, a escalação era aquela, havia de ter recomposição pela lateral, grande problema no confronto com o América). Desse modo, o alvinegro foi obrigado a ser vertical, abusou das ligações diretas e de jogadas profundas pelas laterais. Por outro lado, o Racing se mostrava um time sóbrio, não veio ao Horto se defender, não estava cravado na defesa, os argentinos jogaram futebol, vieram para gastar a bola, o tempo, ter a posse quando necessário. Os portenhos queriam sobretudo angustiar o Atlético, a torcida, e consequentemente forçar erros.

Nesse sentido é importante salientar que o plano dos argentinos foi bem cumprido, os mesmos conseguiram encaixotar o Galo, que atacou de maneira mais desorganizada do que de costume (sim atleticano, vocês podem até discordar da formação ou de uma falta de ousadia, mas o time de Diego Aguirre é organizado. Hierárquico, como classificaram periodistas Argentinos), mas com valentia. Bravura esta, fundamental para abertura do placar: Aos 15 minutos do primeiro tempo Lucas Pratto rompeu como uma fera desembestada pela direita, descolou um cruzamento praticamente impossível que encontrou Carlos, que meio sem querer, com o peito do pé estufou as redes.

Fonte: Túlio Kaiser, Portal Superesportes
Os Argentinos (copeiros y peleadores) mantiveram a mesma cadência, não sentiram o gol, muito menos o caldeirão fervente que se transformou o Independência. Sob a batuta do Maestro Oscar Romero (o gêmeo “marvado”; o “bãozinho” foi eliminado em Itaquera), que explorou com muita eficiência a excelente combinação de Acuña e Licha Lopez em cima do lado direito da defesa atleticana, a fragilidade defensiva do lateral Marcos Rocha, que diga-se fez uma grande partida, completamente focado (algo completamente diferente do desinteresse demonstrado no jogo de domingo). A partir dessa dobra em cima do lateral alvinegro (Facundo Sava demonstrou ser um estudioso, ao lançar mão do mesmo truque que Givanildo Oliveira havia utilizado no fim de semana), surgiu o gol do Racing. Acunã recebeu livre, Rocha abandonou a linha de zaga, ao caçar o meia, deixando uma avenida para Licha se projetar dentro da área, sofrer o penal (cometido infantilmente por Donizete) e concluir em gol.

Esse momento talvez tenha sido a hora que a espinha do Atleticano tenha gelado, por que claramente time e torcida sentiram o baque. A arquibancada desceu o tom, e o time fez tudo que os argentinos queriam: se desconcentrou. A partir daí foi um festival de erros de passes, e contra-ataques bobos concedidos, com o Racing tendo chances de gol, e algumas delas até bem claras, como o chute de Lisandro que passou assobiando na trave de Victor. Dadas as circunstâncias, sair naquela altura do campeonato com um empate foi lucro. Diego Aguirre teria 15 minutos para reorganizar suas peças, e a torcida para reencontrar sua fé.

Dito e feito: O treinador, mesmo sem efetivar uma substituição, trocou com extrema felicidade o posicionamento dos jogadores. Junior Urso virou ponta direita (mesma variação utilizada contra o Melgar), Robinho saiu da esquerda e se tornou uma espécie de ponta de lança, enquanto Carlos agora teria que cuidar do lado esquerdo do ataque. O time encorpou, ganhou volume, presença, intensidade. A ocupação de espaços foi mais eficiente, e a equipe mesmo sem uma figura criativa no meio campo, avançava na imposição, ganhando terreno, ganhando jardas de falta em falta, como em um jogo de futebol americano. Novamente os volantes foram monstruosos no jogo, e fundamentais para o crescimento do time, cada um à sua maneira (Bom ressaltar também que dessa vez Clayton e Hyuri entraram ligados, algo bastante diferente da letargia observada nos confrontos ante o América).Assim, a cada vez que o time se aproximava, a cada falta recebida a torcida aumentava o tom em uma demonstração bacana de confiança, não no time ou no técnico, mas na instituição Clube Atlético Mineiro, clube do impossível.

Fonte: Bruno Cantini/Atlético. Portal Hoje em Dia
Doravante, apesar de ter tido dois contra-ataques extremamente perigosos, o Racing já não tinha tanto conforto com a bola nos pés. Porém, as voltas do ponteiro foram cruéis, o drama aumentava gradativamente. Até que aos 27 minutos, a pedra argentina furou de tanta água que bateu. Em uma falta lateral, Carioca ergueu a gorducha no bololô, e o dono da partida, Lucas Pratto, com uma chifrada daquelas afundou  a  bola dentro da casinha, sem chances para o goleiro Ibañes (substituto do titular e falastrão Saja).

A partir desse momento, como diria Galvão Bueno: “Haja Coração”. Um pouco antes do Galo balançar as redes, Facundo Sava havia lançado Gustavo “la pantera” Bou no lugar de Romero, com um intuito claro de puxar os contra ataques. E logo depois do tento, o temido tridente racinguista estava completo, com a entrada “del Príncipe” Milito. Os blanquicelestes claramente haviam entrado para o tudo ou nada. Se eu fosse fazer uma metáfora com o boxe, diria que naquele momento havia começado a “trocação”, era briga de rua.  O Atlético, desse modo, teve inúmeras oportunidades de ampliar, visto que o Racing já concedia muito campo. Os exemplos mais claros foram com Lucas Pratto, que perdeu um penal, oriundo de um toque de mão. E Júnior Urso, que talvez pela falta de perna, pelo cansaço perdeu um gol que até minha vó faria.

O Atlético poderia ter matado o jogo, não o fez, sofreu até o apito final. Mas a massa sabe que se não tiver um calorzinho, uma emoção, uma adrenalina a mais não é o nosso Galão da Massa. Portanto amigos, concluo este texto como comecei. O jogo de hoje foi importantíssimo para nos relembrar de nossas origens. Lutamos, Lutamos, Lutamos e vencemos!

Fonte: Túlio Kaiser, Portal Superesportes
P.S. Treinador de Goleiros do Racing fez gestos racistas para a torcida do Galo na saída do Horto. Esse cidadão deveria sair algemado e demitido do clube argentino. Tais manifestações, como qualquer tipo de descriminação são inconcebíveis e inaceitáveis. 

#AquiéGalo

POR: @Mhfernandes89

'Voto de confiança' e Leão prejudicado no primeiro jogo da final do Pernambucano


E foi dada a largada na final do Campeonato Pernambucano, rubro-negros e tricolores querendo a hegemonia no estado foi iniciado nessa quarta-feira (04) no estádio José do Rêgo Maciel. Os mais de 30 mil torcedores que foram a partida viram um início de jogo pegado, dividas, 'pernas jogadas para todo lugar'. Futebol que é bom? Nada.

A primeira chance de perigo da partida aconteceu aos seis minutos, quando Rithely lançou em profundidade buscando Mark González, o lateral Vitor vacilou e a bola sobrou para o chileno, que cruzou para Vinicius Araújo, mas o atacante não alcançou e o próprio Vitor afastou a bola em cima da linha. O Sport continuava em cima e levava perigo ao arqueiro Tiago Cardoso.

O Santa Cruz não conseguia encaixar boas jogadas só que aos 28 minutos, após cobrança de escanteio, Danny Morais aproveitou sobra e bateu. A bola tocou o travessão e o chão, mas a arbitragem parou o lance alegando falta do ataque coral (coisa que não aconteceu).

No lance seguinte o assalto, após Renê sair errado, Arthur recebeu na ponta direita e cruzou rasteiro. Na segunda trave, Grafite em posição irregular tocou a bola em direção ao gol. No entanto, para garantir, Lelê que também estava em posição irregular empurrou para as redes, como os tricolores não tem nada a ver, festa no Arruda. Santa 1x0 Sport.


Bom uma imagem vale mais que mil palavras num é? Então...


Após o assalto, opa quero dizer, após o gol do Santa Cruz, o Sport desanimou (isso já era obvio) dando espaços para o time coral só que o tricolor não conseguiu marcar.

No segundo tempo, o Sport queria sair do estádio do Arruda com pelo menos um empate (que já seria um lucro, medido ao time que o rubro-negro tem), mas pecava principalmente no quesito finalização. E para quem tem Vinicíus Araújo não se pode esperar muito né. O tempo ia passando e nada de dar certo para o Sport, já para o Santa tudo certo pois tinha o resultado agora era só esperar o jogo terminar.

Teve um principio de cenas lamentáveis protagonizando Vinicius Araújo e o goleiro Tiago Cardoso. Após a confusão aos 30 minutos, escanteio para o Sport que o volante Serginho (que entrou no segundo tempo) cabeceou para uma grande defesa de Tiago (esse já é alto e quando joga contra o Sport, parece o Golias). E o arqueiro tricolor iria tomar outro susto, agora aos 36 após chute de Mark González. Um minuto depois o Santa teve a chance para ampliar com Raniel, mas parou no goleiro Danilo Fernandes e no rebole Lelê chutou não sei pra quem, mas chutou longe do gol.

Passado os perigos, Lelê foi segurar a bola perto da bandeirinha e foi auxiliado por Keno que levou um tranco de Renê e depois chegou para levar um empurrão de Gabriel Xavier. Principio de cenas lamentáveis? Nãaaaooo!!! Só um amarelinho para o meia do Sport e jogo encerrado.

Bom não foi um primor de clássico, mas era nítido que a partida terminaria em 0x0 (pelo menos era isso que eu acreditaria) se não fosse a ajudinha do senhor Emerson Sobral e cia, e o que o Sport tem a ver com isso? Tudo, pois antes do clássico baixou a cabeça e mesmo querendo arbitragem de fora do estado preferiu dá voto de confiança para Federação Pernambucana, consequência está ai. Durante a coletiva o presidente do Sport foi falar sobre o assalto e fez duras críticas não só a arbitragem e sim a FPF.


Sport x Santa Cruz voltam a se encontrar no estádio da Ilha do Retiro para o jogo de volta às 16 horas (meu Deus e eu vou para essa partida, parece que sou sadomasoquista mesmo), para o Santa Cruz um empate basta para levar mais um título. Para o Sport levar o título, resultado de 2x0. Com o resultado por 1x0 a favor pro Sport, decisão por pênaltis. Lembrando que no Campeonato Pernambucano não tem o critério de gol marcado fora de casa. Logo emoções vem por ai!

Dá mais voto de confiança para ladrões Sport!

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