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domingo, 8 de maio de 2016

Nem tanto ao mar nem tanto à terra Atleticanos

Fonte: Portal Hoje em Dia/Portal Super Esportes.
Atlético 1 x 1 América

Antes de me adentrar nos meandros do jogo final, gostaria de fazer um singelo comentário a respeito do Mineirão. Sem pestanejar acredito que se o Estádio falasse (como naquelas utopias em que objetos inanimados ganham vida), ele certamente diria: “Ah Galão, mas que saudade. Só você mesmo para preencher o meu vazio”. Apenas o fato do galo jogar por aquelas bandas faz o estádio sorrir, o concreto fica mais alegre, o cinza ganha cor, vida, o futebol respira como deve respirar. Principalmente quando o ingresso é democrático, acessível. Inegável que o perfil da torcida que esteve no Mineirão hoje (ingressos de 20 a 40 reais), foi completamente diferente daquela que esteve no Horto (ingressos a partir de 70 reais). A torcida estava vibrante, participou de cada lance, apoiou, gritou até a garganta sangrar, principalmente nos momentos mais delicados da partida. É interessante perceber como o ingresso democrático abafa os clientes “select e personnalité na veia" (praga do futebol moderno).

Fonte: Matheus Valle. Sim o Blogueiro Aqui é Torcedor de Arquibancada
Feito este breve preâmbulo, vamos à segunda perna da final começando pelo começo. O Atlético foi escalado em um 4-4-2 inglês com duas linhas de quatro (Carlos Cesar, Erazo, Tiago e Douglas Santos, Carioca, Urso, Rocha, Hyuri) e dois atacantes (Pratto pela primeira vez jogando na posição que mais sente à vontade, de segundo atacante e Carlos como centroavante, posição que o consagrou como artilheiro máximo das categorias de base do Atlético).

Não considere, caro leitor, o blogueiro que vos escreve como profeta do acontecido, engenheiro de obra pronta. Quando saiu a escalação nas minhas redes sociais já havia opinado, que a opção de Diego Aguirre por poupar Leonardo Silva, Donizete e Robinho (jogadores mais velhos do atual elenco) para a partida de quarta; e escalar dois laterais pela direita (Carlos Cesar e Marcos Rocha) para combater a dobra de Givanildo (Bryan e Danilo) pela esquerda foi totalmente acertada. E pós-resultado mantenho minha opinião. 

Os lances mais perigosos criados pelo Atlético saíram por aquele lado. E ainda sobre Marcos Rocha: eu considero o meio campo um caminho natural para o hábil lateral. Ele reúne visão de jogo necessária, precisão no passe e um drible curto certeiro para jogar mais avançado. Em termos de comparação, acredito que nosso atual camisa dois se aproxima de um jogador que assim como ele foi formado pela base do galo: Mancini. No início da carreira, o velho Mança era um lateral direito extremamente contestado, vaiado todo jogo pela própria torcida alvinegra (fim dos anos 90 e início dos 00) e foi achar seu futebol somente no ano de 2002, quando o técnico Geninho adotou um 3-5-2 possibilitando Mancini  virar ala, sem tantas obrigações defensivas. O brilhante campeonato possibilitou a Mancini ter uma carreira europeia, e no velho continente com a camisa da Roma sob a batuta de Luciano Spaletti, Mancini virou ponta esquerda alcançando excelência em sua vida esportiva.

Fonte: Flávio Tavares. Jornal Hoje em Dia
O jogo em si começou de acordo com o esperado. O América se entrincheirou na defesa e o Atlético com posse de bola, e no grito da torcida foi para cima.  Conforme já adiantei no parágrafo anterior, a dupla de Aguirre: Rocha e Carlos Cesar foi muito mais efetiva que a dobra americana. Rocha foi um grande assistente, com cruzamentos precisos e passes certeiros, enquanto Carlos Cesar deu o suporte defensivo necessário, e inclusive teve uma chance clara de gol, obrigando o excelente João Ricardo a fazer uma defesa de altíssimo grau de dificuldade. Outro ponto forte do primeiro tempo foi o perigo que o Atlético proporcionava em faltas laterais e escanteios. Em vários momentos, aquela “bola vadia” cruzou a área do Coelho ficando a feição dos atacantes alvinegros que foram incompetentes na conclusão. Inclusive em uma dessas bolas o arqueiro americano (sempre ele) fez a defesa do campeonato em uma conclusão a queima roupa do Zagueiro Erazo.

O primeiro tempo se desenrolava e a sensação no estádio é que seria questão de tempo até o placar se abrir em favor do Galo. A marcação pressão funcionava, o América não tinha os contra-ataques; Pratto jogando mais recuado como ponta de lança foi fantástico, sua presença física era marcante frente aos volantes adversários e seu posicionamento fora da área confundiu a titubeante zaga Americana, que por vezes saia à caça do Urso deixando espaços às costas para lançamentos em direção a Carlos.

Entretanto, no futebol quando você tem às chances, você tem que fazer. E talvez este tenha sido o pecado alvinegro. A partir dos 30 minutos do primeiro tempo o Atlético deixou de apresentar a concentração defensiva ideal. Victor Rangel em um lance completamente fortuito quase fez um golaço de bicicleta, puxeta, pedalinho, ou seja, lá o que foi aquilo. No lance seguinte, aos 33 do primeiro tempo em um contra-ataque muito bem puxado, o atacante obrigou o zagueiro alvinegro Tiago a parar o lance, cometer uma falta necessária e por consequência ser amarelado. Passaram-se 10 minutos para acontecer o lance mais importante da partida. Rafael Carioca recua uma bola morta, Tiago errou o tempo, a batata quente queimou nos pés do desengonçado zagueiro, propiciando todo campo para Victor Rangel. Em um movimento extremamente infantil Tiago agarrou o atacante, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando o Atlético ainda no primeiro tempo com 10 homens. 

Terminaria assim o primeiro tempo com um zero a zero, com gosto de derrota pela expulsão do zagueiro.

Na volta para o segundo tempo o técnico Diego Aguirre foi ousado: Robinho entrou no lugar do apagadíssimo Hyuri. Na defesa Carlos Cesar se transformou em zagueiro, Rocha voltou a lateral e o time alvinegro havia partido para o tudo ou nada com 10 jogadores (importante pontuar que Carlos lesionado havia dado lugar a Clayton ainda aos 41 minutos do primeiro tempo). 

O incrível dessa história que o time ocupou tão bem os espaços que parecia que o jogo era 11 contra 11, inclusive pela marcação pressão empreendida pelo Atlético. Os jogadores se desgastaram, e muito. Fazer o que fizeram com um a menos por pelo menos 25 minutos no segundo tempo é digno de nota. Foi dos melhores comportamentos de um time com um jogador a menos que vi na minha vida como expectador de futebol. Robinho, Pratto e Clayton foram fantásticos, os três atacantes se multiplicaram em campo, gerando chances uma atrás da outra. A torcida entendendo a gravidade da situação protagonizou, talvez, uma de suas participações mais insanas. A Galoucura amigos, não parou de cantar, a torcida entrou em campo e foi o jogador faltante. Tal insistência foi premiada com o gol de Clayton, que surgiu em uma trama de Robinho com Pratto, que deixou Leandro Guerreiro com a bunda no chão para depois concluir em gol. O brilhante João Ricardo salvou mais uma, porém no rebote Clayton só teve o trabalho de empurrar para as redes. Galo 1x0, Mineirão em chamas, como há muito tempo não sentia – balançando.

Fonte: Flávio Tavares. Hoje em Dia
Na sequência, o Atlético se trancou. Aos 19 minutos da segunda etapa, o bom Carlos Cesar, que mesmo na zaga teve boa participação, com muita entrega, deu lugar ao experiente Edcarlos. O América havia se enervado, a dupla de zaga estava amarelada, pedindo para ser expulsa, fato que aconteceu aos 36 minutos do segundo tempo. O jogo estava 10 contra 10, uma falsa impressão de alívio tomou o Mineirão, tanto dentro de campo quanto na arquibancada. Os jogadores já extenuados por correrem boa parte do jogo com um homem a menos (quem joga bola sabe da pressão física e psicológica de ter que correr dobrado, correr por um companheiro ausente) deixavam mais espaço para um América desesperado. E em um lance que claramente deu para notar a queda física do Atlético, o Coelho empatou. Aos 38 minutos do segundo tempo, os jogadores já se encontravam distantes, o alviverde avançou pela esquerda com Osman, que caminhou livre (Clayton, Rocha e Urso marcaram muito de longe, dava para ver que ninguém tinha mais perna para uma marcação encurtada, todos estavam extenuados) e encontrou Borges que fez o pivô para Danilo, o melhor jogador da final, carimbar o título americano. Silêncio de uns 20 segundos seguido pelo último fio de esperança, materializado no imortal: "Eu Acredito"

Nos minutos finais puxando as últimas gotas de combustível o Atlético ainda teve duas oportunidades, a primeira com Pratto, que da marca do pênalti tentou acertar o ângulo de João Ricardo e acabou mandando para fora; e Edcarlos que no último lance chegou atrasado a mais um daqueles cruzamentos vadios, que estiveram à feição do Atlético.

Fonte: Flávio Tavares. Jornal Hoje em Dia
O jogo terminou, o América venceu o Campeonato Mineiro com méritos, a partir de uma defesa sólida. O adversário foi extremamente feliz ao explorar as fragilidades dos rivais da capital: A ruindade do Cruzeiro (que é time para brigar contra rebaixamento) e a falta de foco do Galo (Aguirre e os jogadores se perderam nessa coisa de administrar duas competições: o comandante com escalações questionáveis, e os comandados pela falta de espírito de final, principalmente na primeira perna do confronto, que de fato foi determinante para a derrota no agregado).

Como analista e principalmente como torcedor, tenho total consciência que a derrota não veio por acaso, o Atlético apresentou falhas, e seu treinador deve ser responsabilizado por algumas decisões equivocadas (principalmente o time do primeiro jogo, e algumas escalações ao longo da primeira fase, como no vexame contra o Tricordiano). Contudo, tomando uma licença poética da bíblia: a Cesar o que é de Cesar e a Aguirre o que é de Aguirre.  

Especificamente no jogo de hoje, o Uruguaio fez o que devia ser feito. O time jogou bem, é bom que se diga.

Concluindo essa crônica de fechamento, nem tanto ao mar nem tanto à terra caros Atleticanos. Tanto no 11 contra 11 quanto no 11 contra 10, diria que foi uma das melhores partidas do Atlético no ano, tanto na execução da ideia proposta quanto na entrega dos jogadores em campo (e comportamento da torcida). Todo mundo queria ganhar, eu, vocês, os jogadores, o Aguirre. Todo mundo sabe que o segundo colocado é o primeiro dos perdedores, mas vamos com calma Massa, temos duas guerras contra um adversário tradicional do futebol brasileiro, e sinceramente com o espírito e a torcida de hoje, acho que temos tudo para bater o São Paulo.

Por: @MhFernandes89

Com frieza e golaço de Oliveira, Santos é bicampeão paulista


Após empatar a primeira partida da decisão em Osasco, tudo parecia tranquilo para o Santos resolver a vida em casa, mas não foi o que se viu durante os 90 minutos decisivos do Paulistão. Foi uma partida duríssima, muito pegada e difícil para o time da Vila Belmiro, mas por fim, Ricardo Oliveira decidiu e o Peixe ficou com mais um título estadual.

Se de um lado tínhamos um clube gigante, jogando sua oitava final consecutiva, do outro estava à sensação do campeonato, que passou por cima dos grandes de SP e com seu estilo peculiar de jogar futebol, impôs muita dificuldade ao alvinegro praiano e não pode ter seus méritos esquecidos.

O JOGO

Ao contrário dos outros grandes, que pressionaram e tentaram matar a saída de bola do Audax, o time da Vila Belmiro não teve vergonha alguma de assumir uma postura considerada "covarde" por muitos, mas que apesar das turbulências passadas durante os dois jogos, deu certo.

Desde o primeiro minuto, ficou muito claro qual seria a tônica do jogo. A estratégia adotada por Dorival Jr de esperar e abrir mão de algum tipo de pressão sobre o Audax deu totais condições do time de Osasco tomar conta da posse de bola e dominar o primeiro tempo.

Foram várias as oportunidades desperdiçadas pelo Audax, quase sempre em finalizações de longe, mas como já diz o ditado: "quem não faz...". Aos 44 minutos, Victor Bueno roubou a bola atrás do meio campo, esticou o passe para Ricardo Oliveira e o camisa 9 do Peixe deu uma demonstração de habilidade, técnica e frieza, com um belo toque por baixo das pernas do zagueiro e uma finalização seca por baixo do goleiro. 1-0 Santos.

O gol não assustou os visitantes, que continuaram dominando o jogo na segunda etapa, porém sem assustar o goleiro Vanderlei. O Santos ainda teve um tento mal anulado pela arbitragem, mas o Audax pouco fez para chegar ao empate e os mais de 16 mil torcedores presentes na Vila Belmiro, puderam soltar o grito de campeão.

Por fim, a tal "postura covarde" trouxe o que era mais importante para o time, resultado.

FUTURO

A temporada segue para o Peixe com o início do Brasileirão, já no próximo final de semana contra o Atlético MG, fora de casa e fica a questão de como time irá lidar com as baixas das convocações para Copa América e Olimpíadas nas primeiras rodadas da competição nacional.

Já para o Osasco Audax, fica o mérito de uma grandiosa campanha e a incógnita do que será do conjunto brilhante formado por Fernando Diniz.

FICHA TÉCNICA

SANTOS 1 X 0 AUDAX

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 08 de maio, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Alex Ang Ribeiro (ambos de São Paulo)
Cartões amarelos: SANTOS: Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Thiago Maia, Gabriel. AUDAX: Velika, Bruno Paulo.
Renda: R$ 934.920,00.
Público: 16.018
GOL: SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 44 minutos do 1T.

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima (Paulinho) e Vitor Bueno (Ronaldo Mendes); Gabriel e Ricardo Oliveira (Joel). Técnico: Dorival Júnior

AUDAX: Sidão; Francis (Rodolfo), Yuri, Bruno Silva (Felipe Rodrigues) e Velicka; Tchê Tchê, Camacho e Juninho (Wellington); Bruno Paulo, Mike e Ytalo. Técnico: Fernando Diniz

Pedro Henrique || @peeedrito17

Decisivo, Neto Baiano marca e CRB é bicampeão


Desde 1916, CRB e CSA se enfrentam, esse ano é o centenário dos confrontos entre as duas equipes, e nada melhor do que um centenário ser comemorado em uma final. Mas o Galo é conhecido como o "Destruidor de Centenários", "Campeão dos Centenários", e que hoje fez jus ao nome por qual é conhecido. Pela terceira vez, conquistou um título em um centenário de forma impiedosa nas finais. Na primeira partida, uma vitória por 2 a 0 com gols de Neto Baiano e Diego.

No segundo jogo, Neto Baiano outra vez apareceu no final do jogo e marcou o gol da vitória. Juliano destaque da partida pelas defesas. CRB venceu por 1 a 0.

Rei dos clássicos, o CRB enfrentou o CSA em cinco oportunidades neste ano. Havia perdido duas e empatado uma antes da final, mas nas finais, duas vitórias deram ao CRB, o bicampeonato alagoano.

Mazola que tanto bateu na trave, desta vez conseguiu seu primeiro título como treinador profissional, depois de três vice-campeonatos conquistados com o Paysandu em um só ano em 2014, Mazola em 2015 chegou ao CRB, fez ótima campanha na Série B, foi mantido e hoje é Campeão Alagoano.

Primeiro Tempo




Rolou a bola, e com um jogo equilibrado no meio de campo, CRB segurava a bola quando podia, e o CSA tentava levar a bola de qualquer forma ao ataque. Com 6' minutos, João Paulo invadiu pela esquerda, puxou para o meio e bateu, Juliano fez bela defesa, em seguida um escanteio afastado pela defesa Regatiana que iniciou contra-ataque rápido, Bocão conseguiu escanteio mas também sem perigo. A equipe azulina tentava passar pela defesa regatiana, mas a linha defensiva do CRB estava bem posicionada em campo.

Aos 19' o primeiro cartão amarelo da partida, para Rivaldo do Galo, em seguida, Didira finalizou rápido, mas a bola passou por cima do gol. Em vacilo da defesa azulina, Marcos Aurélio roubou a bola, lançou Lúcio Maranhão que segurou a bola, lançando novamente Marcos Aurélio que quase marcou o primeiro gol do jogo. CRB exagerou nas entradas, e Bocão aos 23' recebeu o segundo amarelo do Galo na partida. Luidy caiu, Aurélio forçou amarelo aos 25' por conta do jovem regatiano ter caído e o árbitro não ter parado o jogo. Luidy abriu contra-ataque veloz, mas Didira por trás cometeu a falta e recebeu o primeiro cartão do CSA na partida.

Rafael Oliveira se lesionou e foi substituído por Denner aos 31'. Como de costume, mais um cartão amarelo, partida faltosa e Lúcio Maranhão recebeu cartão amarelo após entrada por trás em jogador azulino. Juliano operou dois milagres em chutes de Choco e Soares, um grande momento do arqueiro regatiano. No final da primeira etapa, CRB segurou a bola no ataque com Luidy e Lúcio, mas sem perigo.

Segundo tempo


Equipes com propostas diferentes, uma buscando o ataque, outra defendendo. Aos 6' em um ataque pela direita, Soares fez a finta, cruzou para João Paulo que não conseguiu cabecear de forma correta. Nas arquibancadas, torcida azulina acendeu sinalizadores deixando a festa mais bonita, porém, o árbitro pediu para que eles apagassem. Marcos Aurélio que pouco apareceu, deu lugar para Galdezani na partida. Diego sofreu cartão amarelo por retardar o início do jogo em lateral na ponta direita.

Lúcio apagado em campo deu lugar a Neto Baiano que em finais no Nordeste, tem ótimo retrospecto. Canindé colocou Bismarck no lugar de Didira buscando um jogador de último passe. Pela primeira vez na segunda etapa, Soares finalizou e Juliano espalmou para escanteio que em seguida, Juliano aplicou outra defesa. Clayton foi lançado por Bismarck que finalizou na rede pelo lado de fora. Aos 21' dois cartões amarelos, para Choco e Somália, partida começava a ficar violenta. Clayton forçou simulação de pênalti aos 23', mas o árbitro não deu a penalidade de forma correta.

A equipe azulina tentava achar oportunidades pelo meio e lados, mas sem perigo. As jogadas do time marujo eram feitas principalmente pelos lados buscando o cruzamento. Somália bem participativo em campo deu lugar ao Luiz Fernando para puxar os contra-ataques quando preciso e também ajudar na marcação. Em cruzamento pela esquerda, David Denner sobe sozinho e não consegue marcar o gol. Luiz Fernando de forma infantil recebeu cartão amarelo após chutar o jogador azulino. Bismarck aos 31' perde gol outra vez, desespero total da equipe maruja.

Aos 35', Bismarck recebeu na entrada da área, levanta a bola e tentou fazer um golaço, mas só passou perto. Juliano, o nome do jogo com defesas sensacionais, evitando o gol azulino a todo custo. Foi iniciado o contra-ataque, Bocão foi lançado, mas no último toque, ele foi travado por Jean Cléber. Soares da um pisão em Gabriel, e foi expulso de forma imediata. Galdezani também foi expulso, deu um carrinho no adversário de forma violenta aos 43'. Olívio arma contra-ataque lançou Bocão na ponta direita que cruza para Neto Baiano, que com um toque marca o gol da vitória do CRB, o 29º título estadual do CRB.
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