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terça-feira, 10 de maio de 2016

No adeus do Upton Park, West Ham derrota Manchester United

Na despedida do Estádio Boleyn Ground, conhecido como Upton Park, West Ham e Manchester United se enfrentaram pela última vez em um estádio repleto de histórias para o torcedor Hammers que se despediu com um jogaço a parte com a vitória merecida do West Ham.

(Fonte:abc.net)
De virada, o West Ham bateu o Manchester United por 3 a 2, no estádio Upton Park, em partida atrasada da 35ª rodada da Barclays Premier League. Os torcedores do Hammers apedrejaram o ônibus dos visitantes e causaram um atraso de uma hora no apito inicial da partida, mas a espera valeu a pena. Em disputa alucinante, com duas viradas, os Diabos Vermelhos viram as suas chances de classificação para a Uefa Champions League praticamente irem embora, enquanto o West Ham se despediu do seu estádio em grande estilo.


Esta foi a última vez que o Upton Park sediou um jogo. Ele será demolido e o West Ham passará a ocupar o Estádio Olímpico de Londres. A noite que seria histórica para os fãs do Hammers virou tumulto. De acordo com a Sky Sports, nove janelas, incluindo a do motorista, foram quebradas.



O JOGO:


(Fonte:abc.net)
O clima por trás da partida parece ter influenciado positivamente os jogadores do West Ham, que logo aos dez minutos do primeiro tempo já abriram o placar. Lanzini foi até a linha de fundo do lado esquerdo e cruzou para Sakho, que chutou de primeira e ainda contou com um desvio de Blind para vencer De Gea e marcar o gol. O Manchester United mostrava dificuldades para se encontrar em campo. Dez minutos depois, outra boa chance dos mandantes. Lanzini acha Carroll completamente livre, o camisa 9 avança, fica cara a cara com De Gea, mas bate mal e o goleiro defende com os pés.


Depois do começo alucinante, o West Ham diminuiu o ritmo e os Diabos Vermelhos criaram sua primeira oportunidade. Valencia avançou pela direita e cruzou com força procurando Martial, mas a bola desviou Ogbonna e quase não sai um gol contra.



Já na segunda etapa, logo aos cinco minutos, o United deixou tudo igual. Em cobrança de tiro de meta de De Gea, a bola caiu direto nos pés de Rashford, que fez boa jogada e enfiou para Mata dentro da área. O espanhol limpou a marcação, foi até o fundo e cruzou rasteiro para Martial, que, com o goleiro já batido, precisou apenas empurrar para as redes.



Logo em seguida, quase o West Ham voltou a ficar na frente. Em disputa pela bola dentro da área, Carroll conseguiu rebater para trás, Payet veio com a bola limpa na altura da meia lua, bateu colocado de primeira e o chute passou rente a trave, encostando na rede pelo lado de fora. Aos 22 minutos, em jogada ensaiada dos mandantes, Payet bateu cruzamento na altura da marca do pênalti, Carroll apareceu livre, cabeceou do lado direito, mas Martial estava ali e salvou em cima da linha.



A virada para o United chegou aos 27 minutos. Em jogada de contra-ataque rápido, Rooney tocou para Rashford, que lançou Martial pela lateral direita. O jovem partiu em velocidade, limpou o zagueiro, invadiu a área e chutou de esquerda por cima do goleiro Randolph.



A alegria dos Diabos Vermelhos durou pouco. Aos 30 minutos, depois de cobrança de falta na barreira, Payet pegou a bola e fez um belíssimo lançamento para dentro da área direto na cabeça de Antonio, que completou para as redes. Cinco minutos depois, veio outra virada. Em cobrança de falta colada na lateral direita, Payet colocou mais uma vez na área e, dessa vez, Reid foi quem cabeceou com firmeza direto para a meta, De Gea chegou a encostar na bola, mas não foi o suficiente para evitar o gol.



O United não tinha mais forças para conseguir superar a imensa empolgação que tomava conta do estádio e dos jogadores do West Ham. Os últimos dez minutos foram controlados pelos mandantes, que apenas esperaram o juiz apitar o final da última partida disputada no Upton Park.



Lucas André ||@luc4s_andre

Linha de Fundo ||@SiteLF

INTER: O Hexa também é taça

O Gauchão chegou ao seu final com o Internacional sendo Hexa campeão. Todos sabem que o regional tem pouco valor em uma temporada, mas pior ainda para quem não consegue levantar a taça. Essa conquista não foi nada fácil, tivemos momentos de desconfianças, de empates consecutivos e vitórias na base da sorte, até conseguirmos regular o futebol e mantermos certo nível de desempenho em campo.

A união da juventude com a consciência de alguns veteranos fazer o time ficar cada dia mais coeso
Durante boa parte do campeonato, e até hoje eu não consigo imaginar o time sendo campeão. Nosso futebol simplesmente não encaixa o time sofre pressão de adversários inferiores e os gols às vezes não saem. Mas chegamos à final e nos dois confrontos o Inter foi superior e venceu o bom Juventude com uma tranquilidade que ninguém poderia imaginar. A volta do William na lateral, sendo quase que o melhor em campo, o Sasha voltando a dominar o seu papel de protagonista, Paulão manter a liderança que conquistou com o tempo e garotos da base se firmando cada vez mais no grupo.

E o que isto representa para o resto do ano? Claro que ganhar a taça dá confiança ao grupo, mas sabemos que o time que temos hoje não será suficiente para títulos nacionais. Qualidade precisa ser agregada ao time, contratações pontuais precisam ser feitas, como zagueiro, armador e principalmente um centroavante matador. O Brasileirão começa essa semana e o foco inicial pode fazer diferença. O time precisa entrar a 200 km/h no torneio e ganhar todos os pontos possíveis, aproveitar a moral conquista no regional que os outros grandes não conseguiram. Transformar essa empolgação em algo benéfico além dos louros, fazer o embalo virar sequência de três pontos para podermos ter futuro no Brasileiro. Um simples ponto conquistado agora pode fazer a diferença lá em dezembro.

Ismael Schonardie || @Ismahsantos

O balanço do Mineiro 2016

Antes do início da competição, o Linha de Fundo trouxe o Guia do Campeonato Mineiro 2016, apresentando cada um dos times, além das pretensões e a preparação de cada um. Em todo campeonato temos as surpresas, decepções, os destaques individuais e, claro, o grande campeão. Com o término da competição no último domingo (08), detalhamos o balanço, cujos principais pontos permeiam o que aconteceu de melhor em um dos principais estaduais do nosso país.


A primeira fase, que se iniciou no dia 31 de janeiro e contava com doze times, tinha como objetivo, definir quatro classificados para às semifinais, três classificados para a Série D e dois rebaixados para o Módulo II. Com a exceção dos dois maiores da capital - principalmente o time azul - as onze rodadas foi marcada pelo grande equilíbrio entre as equipes.

Força do interior: apenas em Patos de Minas

Principalmente pela grande tradição na competição, Tupi, Caldense e Villa Nova, eram teoricamente os três favoritos no interior a chegarem às semifinais, mas não foi o que aconteceu. O Tupi (9º), que disputará a Série B do Brasileirão, não brigava por vaga na Série D, mas decepcionou ao ficar de fora da segunda fase. A Caldense (5º) e o Villa Nova (6º), ainda ficaram nas melhores colocações entre as equipes que não se classificaram, garantindo suas vagas na Série D.

Com campanhas já esperadas, Tricordiano (7º) e Tombense (8º) ficaram no meio da tabela, assim, escaparam do rebaixamento. Após conquistar o Módulo II na temporada passada, o Uberlândia (10º) teve um início espetacular - foram quatro vitórias nas cinco primeiras rodadas - e surgiu como o grande candidato a representar bem o interior na elite. Porém, perdeu o embalo e foi apenas ''fogo de palha'', ficando uma posição acima da zona da degola.

O Boa Esporte com certeza foi a maior decepção. O clube que vinha de um rebaixamento na Série B em 2015 tinha o Campeonato Mineiro como grande chance de dar a volta por cima, mas segurou a lanterna. Nas últimas duas participações, o Guarani-MG vinha lutando contra o rebaixamento e permanecendo na 10ª colocação. Porém, nessa temporada não repetiu o feito, o time de Divinópolis se juntou ao de Varginha e ambos foram os rebaixados.

URT mostrou a força do interior mineiro (Foto: URT/Divulgação)
Entretanto, quem surpreendeu positivamente foi o URT, que bateu de frente com América-MG, Atlético-MG e Cruzeiro. A campanha na primeira fase - cinco vitórias, quatro empates, duas derrotas e a invencibilidade contra os times da capital - deu ao clube a terceira colocação e, consequentemente, a classificação para às semifinais. Além do título do interior e uma das vagas na Série D do Brasileirão.

Capital não convence na primeira fase, mas confirma favoritismo

O Cruzeiro teve a melhor campanha da primeira fase (Foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Na primeira fase, a Raposa teve o melhor desempenho, conquistando o maior número de pontos e se classificando com grande tranquilidade na liderança, sem ter se quer uma derrota. Apesar da vantagem construída, a torcida pôde ver um time mal treinado e sem um bom entrosamento, e falhas grotescas recorrentes. Enquanto os jogadores contavam com a sorte, a cada partida a paciência dos cruzeirenses era menor, diante de um time sem criatividade, vontade e praticamente sem um técnico. ''Cruzeiro vence, mas não convence'' essa foi à frase mais usada durante os confrontos vencidos pela equipe, o que era seguido de um “Fora Deivid”. Ficou provado que o comandante tinha de tudo para poder mostrar para todos que servia mais que um auxiliar, entretanto não mostrou o serviço que tanto garantiu.

O Galo, - priorizando a disputa da Libertadores - foi outro grande que não convenceu, mas também não decepcionou. Tal contraste se estabeleceu por uma questão estratégica. Diego Aguirre tratou a primeira fase do estadual como uma extensão da pré-temporada e até mesmo como uma espécie de laboratório - o famoso rodízio. Nesse sentido, trinta e três jogadores tiveram a oportunidade de mostrar serviço ao longo dos onze jogos da fase inicial. O Campeonato Mineiro foi de estatísticas dominantes para o Atlético-MG, porém o estilo de jogo mais “frio” e alguns tropeços - seja por conta de uma escalação mais frágil, seja pela falta de compreensão dos jogadores ao jeito de ver futebol do novo técnico - foram um fator de preocupação, principalmente para a torcida, que questionou muito o trabalho de Diego Aguirre. Certamente a primeira fase foi positiva para treinador, jogadores e diretoria conhecerem o modelo que tentam implantar, a consequentemente fazerem os ajustes necessários tanto para o restante da Libertadores quanto para o Campeonato Brasileiro.

Já o Coelho, foi o que mais sofreu para se classificar, chegando à última rodada com chances de ficar de fora das semifinais. Recém-promovido a Série A do Brasileirão, o time teve algumas perdas importantes em relação aos jogadores da temporada passada. Com a chegada de muitos jogadores e a indefinição do esquema tático em alguns momentos, a equipe de Givanildo Oliveira se alternou entre atuações boas e ruins, o que é normal quando acontecem mudanças. Apesar de alguns tropeços contra times menores, o América-MG chegou fortalecido e com um esquema definido para o mata-mata, já que havia feito dois bons clássicos contra Atlético-MG e Cruzeiro, onde empatou com ambos na primeira fase.

Contudo, o favoritismo prevaleceu e os três clubes avançaram de fase, restando apenas o URT para representar o interior. Com a chegada da fase decisiva, ficaram definidos os confrontos entre o 1º x 4º e 2º x 3º, como era previsto pelo regulamento. Portanto, Cruzeiro x América-MG e Atlético-MG x URT, eram o duelos.

Fase decisiva

A invencibilidade da Raposa não durou o bastante, o primeiro deslize veio acontecer no primeiro jogo das semifinal, onde o Coelho conseguiu uma boa vantagem ao vencer por 2 a 0 no Independência. No jogo da volta, o time estrelado parou na boa marcação do América-MG, que veio com uma proposta de jogo defensiva e segurou o 0 a 0 no Mineirão. Pelo segundo ano consecutivo não participou de uma final do Campeonato Mineiro.

Na outra semifinal, o URT novamente foi um adversário difícil de ser derrotado, onde enfrentou de igual para igual o Atlético-MG no jogo de ida e ficou duas vezes na frente do placar, que terminou em 2 a 2. Porém, no horto ocorreu a primeira derrota da veterana para um time da capital na competição, onde o Galo venceu por 2 a 0. A possibilidade de ''zebra'' chegou ao fim após a eliminação do time de Patos Minas para o de Belo Horizonte, que avançou para a final.

América-MG e Atlético-MG decidiram o Campeonato Mineiro (Foto: Bruno Cantini/Flickr do Atlético-MG)
A reedição da final de quatro anos atrás se repetiu: América-MG e Atlético-MG se enfrentaram em duas partidas para decidir o campeão. O Coelho, que não conquistava a competição desde 2001, tinha a chance da revanche de 2012 e quebrar o longo jejum de quinze anos sem o título. O Galo, por sua vez, buscava defender o título para chegar à sua 44ª conquista e abrir ainda mais vantagem como o time que mais levantou a taça na história da competição.

América-MG fica com o título

O América-MG chegou ao seu 16º título estadual (Foto: Moisés Silva)
Após fazer uma campanha melhor que o adversário na primeira fase, o Atlético-MG começou a decisão em condições mais favoráveis, jogava por dois resultados iguais e decidiria como mandante - o Mineirão foi o local escolhido pelo Galo. Porém, o América-MG conseguiu reverter o revés logo na primeira partida, onde venceu no Independência por 2 a 1 e abriu vantagem na final. Na segunda partida, o adversário saiu na frente, mas o Coelho buscou o empate e ficou com o título. Desde 2005, quando o Ipatinga conquistou o campeonato em Minas Gerais, não tínhamos um campeão que não fosse Cruzeiro e Atlético-MG.

Artilharia

O ataque do Atlético-MG foi avassalador (destaque para as goleadas frente ao Villa Nova e a Tombense): foram marcados 31 gols em 15 jogos, distribuídos entre 10 jogadores. Porém, individualmente, o maior destaque foi para o mais novo ''xodó'' da torcida do Galo. Robinho (Foto: Bruno Cantine/CAM) foi artilheiro do time e da competição com nove gols marcados.





Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr


Com colaboração de Matheus Fernandes || Twitter: (@MhFernandes), Paula || Twitter:(@Paulinha_CEC) e Francisco Borja || Twitter: (@BorjaFrancisco_)

Guia da Série C 2016 - O caminho para a 2ª divisão

O Campeonato Brasileiro da Série C, também conhecido como 3ª divisão nacional é um campeonato que existe desde 1981. Com o formato alterado diversas vezes desde seu início e até em anos onde não houve a edição.

Desde a criação da Série D em 2009, o torneio engloba 20 times divididos em dois grupos regionais, um grupo contemplando os times da região norte e nordeste e no outro grupo da região sul e sudeste. De acordo com os números de equipe de cada região, os times do centro-oeste são adaptados ao grupo necessário. Neste ano, o Cuiabá, único representante da região Centro Oeste irá jogar no grupo dos times do N/Ne.

Desde sua criação em 1981, times grandes e tradicionais já participaram do torneio, inclusive campeões da Série A já participaram da Série C, como foi o caso do Bahia, Fluminense e Guarani. O time de Campinas, campeão brasileiro de 1979, é uma das equipes que jogará a edição 2016.


É a Série C no Linha de Fundo.
Foto: Wagner Oliveira / Linha de Fundo.
Na edição de 2016, os seguintes clubes nos seguintes grupos jogarão a Série C:

GRUPO A
ABC; América-RN; Asa de Arapiraca; Botafogo-PB; Confiança; Cuiabá; Fortaleza; Remo; River-PI e Salgueiro.

GRUPO B
Boa Esporte; Botafogo-SP; Guarani; Guaratinguetá; Juventude; Macaé; Mogi Mirim; Portuguesa; Tombense e Ypiranga de Erechim.

Os quatro primeiros colocados de cada grupo obtêm a classificação para as quartas de final do torneio, em dois jogos eliminatórios. O primeiro colocado de um grupo enfrenta o quarto colocado do outro e os segundos melhor classificados enfrentam os terceiros do outro grupo. Os dois piores de cada grupo são rebaixados a Série D do ano seguinte. Consegue o acesso para a série B do ano seguinte os semifinalistas do Campeonato Brasileiro da Série C.

Conhecendo as equipes que jogarão o Grupo A da competição, temos dez clubes onde os quatro melhores avançam para a fase eliminatória, formando assim as quartas de finais do campeonato com os quatro melhores do grupo B. Os quatro semifinalistas sobem para a série B do Brasileirão.

Pelo grupo A as equipes são as seguintes:

ABC de Natal
Mando de campo: Frasqueirão
Temporada passada: 18º na Série B
Melhor campanha no torneio: Campeão da Série C em 2010.
Técnico: Geninho.

América de Natal
Mando de campo: Arena das Dunas.
Temporada passada: 9ª colocação na Série C
Técnico ainda está a definir.

ASA de Arapiraca
Mando de campo: Fumeirão
Temporada passada: 6º na Série C
Técnico: Vica

Botafogo da Paraíba
Temporada passada: 12ª colocação na Série C
Mando de campo: Almeidão.
Técnico: Itamar Schulle.

Confiança
Temporada passada: 7º na Série C
Mando de campo: Batistão - Aracaju
Técnico: Fahel Junior

Cuiabá
Temporada passada: 13ª posição na Série C
Mando de campo: Arena Pantanal.
Técnico: Fernando Marchiori

Fortaleza
Temporada passada: 5ª posição na Série C
Mando de campo: Arena Castelão.
Técnico: Marquinhos Santos.

Clube do Remo
Temporada passada: 3º na série D
Mando de campo: Estádio Olimpico do Pará, o Mangueirão.
Melhor campanha no campeonato: O Remo já foi campeão da Série C em 2005.
Treinador: Marcelo Veiga.

River de Teresina
Temporada passada: 2º na Série D
Mando de jogo: Albertão - Piauí.
Técnico: Capitão Jeferson

Salgueiro
Temporada passada: 14º na série C
Mando de campo: Cornélio de Barros – Pernambuco
Técnico: Sergio China.

Vamos conhecer as equipes que jogarão o Grupo B da competição:

Boa Esporte
Mando de jogos: Estádio do Melão, Varginha, MG
Treinador: Julinho Camargo
Temporada passada: Rebaixado da Série B
Melhor colocação no torneio: vice-campeão em 2010

Botafogo-SP
Mando de jogos: Estádio Santa Cruz, Ribeirão Preto, SP
Treinador: Marcio Fernandes
Temporada passada: Promovido da Série D
Melhor colocação no torneio: vice-campeão em 1996

Guarani
Mando de jogos: Estádio Brinco de Ouro da Princesa, Campinas, SP
Treinador: Marcelo Chamusca
Temporada passada: 11° lugar
Melhor colocação no torneio: vice-campeão lugar em 2008

Guaratinguetá
Mando de jogos: Ninho da Garça, Guaratinguetá, SP
Treinador: João Tele
Temporada passada: 16º lugar
Melhor colocação no torneio: 3º lugar (2009)

Juventude
Mando de jogos: Estádio Alfredo Jaconi, Caxias do Sul, RS
Treinador: Antônio Carlos Zago
Temporada passada: 10° lugar
Melhor colocação no torneio: 10° lugar (2015)

Macaé
Mando de jogos: Estádio Cláudio Moacyr de Azevedo (Moacyrzão), Macaé, RJ
Treinador: Tita
Temporada passada: Rebaixado da Série B
Melhor colocação: Campeão (2014)

Mogi Mirim
Mando de jogos: Estádio Vail Chaves, Mogi Mirim, São Paulo
Treinador: Flávio Araújo
Temporada passada: Rebaixado da Série B
Melhor colocação: 3º lugar (2014)

Portuguesa
Mando de jogos: Estádio Oswaldo Teixeira Duarta (Canindé), São Paulo, SP
Treinador: Anderson Beraldo
Temporada passada: 8º lugar
Melhor colocação: 8º lugar (2015)

Tombense
Mando de jogos: Estádio Antônio Guimarães Almeida (Almeidão), Tombos, MG
Treinador: Moacir Júnior
Temporada passada: 15º lugar (2015)

Ypiranga de Erechim
Mando de jogos: Estádio Olímpico Colosso da Lagoa, Erechim, RS
Treinador: Leocir Dall´astra
Temporada passada: Promovido da Série D

Texto feito por Angel Caldeira e Rodrigo Ferreira

Aquecimento Olímpico: Esgrima

Esgrima é um jogo de combate onde você ataca e se defende. Utilizam-se três tipos de armas brancas: Espada (rígida e pesada, marca pontos quando a ponta atinge qualquer parte do corpo); Florete (lâmina leve, marcando pontos quando a ponta atinge a virilha ou o tronco); E Sabre (lâmina curta e mais leve, os pontos são somados quando a ponta atinge o corpo acima da linha da cintura).

O jogo de combate individual tem duração de três rounds de três minutos cada ou então, quando um competidor somar 15 pontos. Já os duelos em equipes possuem nove rounds de três minutos cada, ou então quando a equipe conseguir somar 45 pontos. A arma Florete é a única que obriga os combates a serem apenas individuais.

A pontuação é feita de maneira eletrônica, quando a ponta da arma é tocada no adversário acenderá uma luz, sendo ela branca (invalidando o ponto), verde ou vermelha, isso depende de qual lado o oponente estará. Quando ambas as luzes acendem, a escolha fica a cargo do juiz. Todos os competidores devem lutar de máscaras, luvas e roupas que não são perfuradas ao toque das armas.


Ghislain Perrier - Prata no Pan Toronto 2015 (Foto: Sergio Dutti)
Lá vem história...

O uso da espada era muito comum entre os povos da antiguidade nos combates de guerra. Possuindo mais de três mil anos, sendo um esporte a.C, a esgrima só foi reconhecido mesmo em 1861 nos Estados Unidos como esporte de competição. A Federação Internacional de Esgrima foi fundada em 1913 e o primeiro mundial realizado em 1921. 

A modalidade entrou nos Jogos Olímpicos no ano de 1896 realizado em Atenas e se manteve presente em todas as edições até o momento, nessa edição apenas os homens participaram, as mulheres fizeram sua estreia em 1924 com o Florete, 1996 com a Espada e apenas em 2004 disputaram com o Sabre. O Brasil nunca conseguiu uma medalha na modalidade durante Olimpíadas e participou de apenas nove edições (1936, 1960,1968, 1988, 1992, 2000, 2004, 2008 e 2012).

RIO 2016

Os favoritos para a competição são os italianos, franceses e húngaros que possuem maiores números de medalhas conquistadas e todas as edições levam um galardão para casa. 

O Brasil vem com uma equipe de lutadores estrangeiros. Conseguindo cinco vagas de acordo com o ranking mundial e oito convites disponibilizados por ser o país sede, as cores verde e amarela serão representadas por 13 atletas de ambos os sexos.

Os representantes brasileiros são:
- FLORETE
Taís Rochel e Bia Bulcão
Guilherme Toldo, Henrique Marques e Ghislain Perrier
- ESPADA
Nathalie Moellhausen (Italiana), Rayssa Costa  e Emese Takacs (Húngara)
Nicolas Ferreira, Athos Schwantes e Guilherme Melaragno
- SABRE
Marta Baeza
Renzo

Nathalie Moellhausen bronze no Pan de Toronto 2015 (Foto: Eric Bolte)
Local da competição: Arena Carioca 3

Entre os dias 6 e 14, a Arena Carioca 3 receberá os combates de Esgrima. Situado no Parque Olímpico da Barra, a Arena foi construída para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos 2016. Possui uma coloração do verde claro ao azul escuro no formato de um caldeirão para mais de 10 mil pessoas.

Isabela Macedo || @ismacedo_

Valente, Botafogo empata com Vasco e é vice no Carioca

Botafogo e Vasco enfrentaram-se na tarde deste domingo (8), no Maracanã, em jogo válido pela grande final do Campeonato Carioca. No domingo anterior, o Vasco venceu por 1 a 0 e, por isso, tinha a vantagem do empate na segunda partida. O Glorioso até abriu o placar, com Leandrinho, o que levaria a decisão para os pênaltis. Contudo, poucos minutos depois, o Vasco empatou. Resultado este que se manteve e deu o título ao Vasco da Gama. O Botafogo agora volta suas atenções para a Copa do Brasil, afinal, quinta, o clube enfrenta o Juazeirense (BA), em jogo válido pela segunda fase da competição.

Partida foi bem disputada (Foto: Satiro Sodré e Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
O JOGO

No primeiro minuto, Julio dos Santos deixou a bola para Riascos, que finalizou fraco. Jefferson, de forma tranquila, defendeu. A resposta do Botafogo veio no minuto seguinte, com Gegê, que entrou na área e obrigou Martín Silva a defender. Aos 5', Salgueiro, após lançamento de Diogo Barbosa, tinha grande chance, porém, mandou para fora. Sorte a dele que a arbitragem já havia assinalado o impedimento.

A partida era bem movimentada. Aos 19 minutos, Diogo Barbosa caiu com dores e não aguentou permanecer em campo. O lateral foi substituído por Diego. Aos 21', Rodrigo Lindoso viu Martín Silva adiantado e arriscou. A bola, no entanto, passou por cima do gol. Naquele momento, o jogo era equilibrado. Muita correria, lá e cá e muitos erros de passe. Muitos cartões amarelos também.

Aos 32 minutos, Andrezinho arriscou e bola passou à esquerda de Jefferson. Aos 41', Ribamar desviou de cabeça e a bola ficou com Salgueiro. O uruguaio tentou deixar Gegê na cara do gol, mas a defesa vascaína afastou o perigo no momento da finalização. Aos 42', Bruno Silva, de fora da área, soltou uma bomba na direção do gol. Martín Silva fez grande defesa. Já nos acréscimos, aos 47', Jorge Henrique, sozinho, cabeceou por cima. O juiz encerrou o primeiro tempo logo em seguida.

O Botafogo retornou para a etapa final sem alterações. Aos 4 minutos, Rodrigo, com força, cobrou falta de fora da área e Jefferson defendeu. Logo depois, o Botafogo abriu o placar. Diego cruzou na medida para Leandrinho, que sozinho, cabeceou e fez 1 a 0. Tudo igual no acumulado. Jogo encaminhava-se para os pênaltis. 

Leandrinho comemora bonito gol (Foto: Satiro Sodré/ Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
A alegria botafoguense, porém, durou pouco. Aos 10 minutos, o bandeira marcou, de forma equivocada, falta do zagueiro Emerson Silva no lateral Madson, que se jogou. Na sequência, Nenê cobrou com categoria e achou Rafael Vaz, que cabeceou e igualou o jogo.

Aos 15', Ricardo Gomes fez a segunda alteração. Salgueiro foi substituído por Luis Henrique. Aos 19', Luis Ricardo entrou na área e, com o pé direito, quase fez com chute rasteiro. Martín Silva, atento, salvou o Vasco. Aos 23 minutos, o Glorioso novamente teve a chance de ampliar o placar. Gegê, livre na grande área, dominou e bateu para fora. A bola passou muito perto do gol. Aos 34 minutos, Leandrinho, autor do gol, saiu e foi substituído por Neilton. E foi só. Aos 50', o jogo terminou. Botafogo vice.

OBSERVAÇÕES

Novamente o Botafogo foi superior. No entanto, esbarrou na principal deficiência: o ataque. Várias chances criadas, porém, desperdiçadas. Futebol é bola na rede.

O gol do Vasco surgiu após uma falta inexistente. Arbitragem errou. Mas o Botafogo foi vice por incapacidade mesmo. Desperdiçou várias chances nos dois jogos da final.

Salgueiro ainda não despontou. Gegê, que prometia bem menos, fez um bom Carioca. Joel Carli foi um MONSTRO na zaga. Diogo Barbosa é bom jogador. Foi eleito o melhor lateral esquerdo do estadual.

Ricardo Gomes faz um bom trabalho no comando do Botafogo. Tira leite de pedra. Porém, antes do jogo decisivo, o Cruzeiro sondou o treinador, que ficou de pensar na proposta. A diretoria botafoguense, no entanto, se reuniu com o técnico e garantiu sua permanência. A notícia é ótima, afinal, haverá continuidade de um trabalho bem feito. Mas para Ricardo continuar mantendo o bom desempenho, ele precisará de um elenco minimamente competitivo. Para o Brasileiro, com o elenco atual, o Botafogo correrá sérios riscos. 

Foto: Reprodução/ Twitter
O Botafogo adota, de forma coerente, a política de austeridade, ou seja, não paga mais do que o teto estipulado. Isso diminui dívidas e permite que os salários sejam pagos em dia. Porém, como o elenco é LIMITADO, há a necessidade de contratar alguns bons jogadores e pelo menos um ou dois atletas com nome, consequentemente, mais caros. Não há jeito. O clube não pode apostar apenas em promessas da base. A garotada precisa ser opção, não solução.

Preciso aqui elogiar a postura da torcida, que compareceu, lotou o setor Norte e fez bela festa antes, durante e após o jogo.

FICHA DO JOGO

Vasco 1
Martín Silva, Madson, Luan (Rafael Vaz), Rodrigo, Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos (Yago Pikachu), Andrezinho, Nenê; Jorge Henrique, Riascos (Diguinho). Técnico: Jorginho.

Botafogo 1
Jefferson, Luis Ricardo, Joel Carli, Emerson Silva, Diogo Barbosa (Diego); Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Gegê, Leandrinho (Neilton), Salgueiro (Luis Henrique); Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes.

Estádio: Maracanã (RJ),
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ).
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ).
Gols: Leandrinho (4´do 2º T), Rafael Vaz (11' do 2º T).
Cartões amarelos: Rodrigo, Andrezinho, Nenê e Jorge Henrique (Vasco); Luis Ricardo, Diego, Bruno Silva, Leandrinho e Salgueiro (Botafogo).
Público: 60.000.
Renda: R$ 2.705.750,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 
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