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sábado, 14 de maio de 2016

Após falhas e erro da arbitragem, Náutico perde para o Criciúma

O Náutico começou com o pé esquerdo na primeira partida da série B, com o primeiro tempo equilibrado e o segundo atípico. O timbu teve a chance de abrir o placar e ampliar, mas o atacante Rafael Coelho errou na pontaria ainda na primeira etapa, na segunda o tigre foi esperto e com a ajuda da arbitragem fez o gol e saiu com a vitória.

Náutico começa perdendo o campeonato. Foto: Fernando Ribeiro/Folhapress
O primeiro tempo começou com o Náutico apertando a marcação, o técnico alvirrubro havia falado que não iria ser um jogo vistoso e o time iria jogar no tradicional “feijão com arroz”, mas não foi bem isso que vimos logo no início. O timbu trocava passes, já o Criciúma não conseguia ficar com a bola nos pés por muito tempo. O primeiro lance de perigo foi do timbu aos 12’, Caíque Valdivia deu um belo de lançamento pro Rafael Coelho que saiu de frente pro goleiro adversário  e na hora do domínio a bola bateu no joelho e perdeu uma ótima chance de abrir o placar. O time alvirrubro continuou apertando a marcação e aos 19’ o atacante alvirrubro teve chance de abrir o placar, após cobrança de escanteio a bola quicou, ganhou velocidade e o atacante ficou livre para cabecear, mas cabeceou para fora praticamente embaixo do gol. Aos 28’, a zaga deu um chutão, Rafael Coelho ganhou na corrida do zagueiro e saiu de frente para goleiro do tigre, na hora do chute esqueceu como é o fundamento e entregou nas mãos do goleiro. O Criciúma respondeu logo depois, aos 29’ após escanteio, Raphael Silva subiu sozinho e cabeceou firme, mas Júlio César como um gato defendeu lindamente.

O jogo foi realizado no Heriberto Hulse com o gramado preenchido com areia
O segundo tempo começou e o Náutico pareceu não voltar ao campo, logo no início o Tigre chegou com perigo aos 3’ na cobrança de falta, Raphael Silva cabeceou na trave e no rebote Gustavo empurrou para o fundo das redes, mas estava em posição irregular e o impedimento foi marcado. O que o Náutico foi no primeiro tempo, foi a vez do Criciúma ser no segundo, a troca de passes era constante e o timbu praticamente não ficava com a bola. Aos 7’ falta para o time de Santa Catarina, em momento de inteligência bateram rápido e pegou o timbu desprevenido, Roberto cruzou e Gustavo empurrou para o gol em posição irregular, mas o bandeirinha mal posicionado não viu e validou o gol para a irritação dos torcedores alvirrubros. O Náutico parou de criar chances, parou de jogar e só dava Criciúma e quase ampliaram o placar se não fosse Júlio César defendendo no primeiro momento e a zaga alvirrubra no segundo momento embaixo da linha.

Jogadores do tigre comemorando o gol da vitória. Foto: Divulgação/Criciúma EC
Após a derrota, o timbu volta a jogar contra o Vila Nova, na Arena Pernambuco, na terça às 21h30. Com a falta de gols desde o pernambucano, o técnico Alexandre Gallo tem uma baita dor de cabeça para resolver o problema que assombra o timbu.

Escalação:
Criciúma: Luiz; Ezequiel, Rafael Silva, Nathan e Marlon; Barreto, Douglas Moreira, Elvis (Gabriel Leite) e Niltinho; Roberto (Juninho) e Gustavo (Hélio Paraíba). Técnico: Roberto Cavalo
Náutico: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Fabiano Eller e Henrique; Ygor (Rafael Ratão), Rodrigo Souza, Rony, Caíque Valdivia (Jefferson Nem) e Esquerdinha (Renan Oliveira); Rafael Coelho. Técnico: Alexandre Gallo
Árbitro: José Cláudio de Rocha Filho
Assistentes: Herman Brumel Vani e Daniel Paulo Ziolli
“Um dia nasci, alguns dias sofri, muitos dias vibrei, poucos dias chorei, todos os dias te amei, mas em nenhum momento te abandonei”

Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

Competição nova, problema antigo

Na estreia das duas equipes no Brasileirão Série B, Tupi e Goiás se enfrentaram nesta sexta-feira (13), em Juiz de Fora. A partida marcou a volta do Galo Carijó a segunda divisão, o que não acontecia desde 1989, e a expectativa era grande para enfrentar um dos postulantes ao acesso. Porém, uma derrota amarga, ofuscou um pouco da euforia dos torcedores presentes no Estádio Radialista Mário Helênio.     

O torcedor teve a chance de conhecer vários reforços (Foto: Leandro Colares)
Apesar de três zagueiros em campo, a equipe foi alinhada em um 4-4-2 (Glaysson; Felippe Formiga, Heitor, Helder e Bruno Costa; Filipe Alves, Recife, Rafael Jataí e Jonathan; Thiago Silvy e Giancarlo). Com a linha de quatro formada por Felippe Formiga, Heitor, Helder e Bruno Costa, - o último improvisado na lateral-esquerda - a defesa se comportou muito bem durante a maior parte do jogo e talvez seja a maior evolução da equipe em relação ao estadual.  Porém, outro problema parece não ter sido resolvido: a ineficiência quando se tem a posse de bola e a dificuldade em propor o jogo em casa, novamente ficaram nítidos. 

Os primeiros 45 minutos refletiram na temperatura da noite gelada na cidade mineira: um jogo frio. O árbitro, por sua vez, não colaborou para que o jogo fluísse, marcando muitas faltas, em lances que poderia ter deixado a bola rolar. Poucas chances claras para os dois lados. Na melhor delas, o time da casa chegou perto de inaugurar o marcador, aos 33 minutos. Após o chutão do campo de defesa, Giancarlo conseguiu desviar de cabeça e a bola sobrou para Thiago Silvy, que cortou para dentro e bateu bem, mas Ivan fez uma bonita ponte e conseguiu espalmar. Entretanto, as equipes voltaram para o intervalo com o placar zerado, mas com o torcedor carijó sentindo que o time adversário não era um "bicho de sete cabeças" e que dava para fazer o mando de campo valer no segundo tempo.

A etapa complementar começou diferente. Os erros do Galo Carijó começaram a aparecer, por méritos do adversário, que apertou a sua marcação. O Esmeraldino adiantou as suas linhas, não deixou o adversário trocar passes com a tranquilidade do primeiro tempo e equilibrou o jogo. Depois das mudanças do treinador, - Daniel Carvalho e Cléo entraram - os visitantes cresceram na partida e estiveram mais próximos do primeiro gol. A única boa chegada do Tupi no segundo tempo, aconteceu aos 34 minutos, quando Henrique cruzou da direita e Bruno Costa, livre, teve a chance, mas mandou por cima. No minuto seguinte, o Goiás aproveitou o erro de passe do adversário e respondeu em um contra-ataque puxado por Daniel Carvalho, que avançou, tocou para Cléo e recebeu de volta antes de rolar para Wendell, sozinho na área. Mas, Glaysson fez grande defesa, evitando o pior. 

O Tupi foi castigado no fim do jogo (Foto: reprodução Internet)
A partida lembrava muito os duelos contra Villa Nova-MG e Atlético-MG, onde o Tupi poderia ter conseguido resultados melhores, - no mínimo o empate - mas tropeçava nos próprios erros e saiu derrotado. Dito e feito: Daniel Carvalho cruzou da esquerda para Cléo, que finalizou bonito, mas acertou a junta da trave com o travessão. Na sobra o atacante teve mais uma chance e dessa vez não perdoou. Com o gol, aos 41 minutos do segundo tempo, a possibilidade de reação era pequena e não aconteceu. 

Parece que o estadual ainda não terminou. Após a reformulação, alguns problemas que foram comuns no início da temporada, voltaram a se repetir e talvez o torcedor mais alienado tenha pensado que o time era o mesmo. Antes de tirar conclusões precipitadas, vale destacar que foi apenas o primeiro jogo, alguns jogadores ainda nem estrearam e Hiroshi, que já demonstrou ser um dos principais jogadores da equipe, foi um desfalque importante. Uma coisa é certa: a equipe de Ricardo Drubscky precisa evoluir bastante e é isso que torcida espera para que o Tupi garanta sua permanência na competição. 

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

Tropeço no Rio Grande

Falhas individuais pesam e Tricolor sai derrotado

O Campeonato Brasileiro finalmente começou e o Paraná Clube foi até Pelotas-RS enfrentar o Grêmio Esportivo Brasil. A boa campanha no estadual e a vitória na quarta-feira diante da Chapecoense animaram a torcida Tricolor, que esperava voltar com os 3 pontos para Curitiba.
Tricolor foi derrotado em Pelotas (Foto: Flávio Neves / Folhapress)

O JOGO

Jogando em casa, o Brasil queria valer o apoio da torcida e sair com a primeira vitória na Série B. E não demorou muito para conseguir abrir o placar. Aos 5’, Marcos saiu bisonhamente do gol na cobrança de escanteio e Felipe Garcia só escorou para o gol vazio. Com o gol o Brasil recuou, esperando a equipe paranista, que abusava do jogo aéreo. As chances Tricolores ficaram ainda menores quando Rafael Carioca deu uma cotovelada no jogador do Brasil e foi expulso pelo árbitro da partida. Mesmo assim, o Paraná era quem propunha o jogo, mas sem grandes chances. 1 x 0 Brasil no 1º tempo.

Sem alterações, o Tricolor voltou para o segundo tempo buscando pelo menos o empate. Uchoa foi o primeiro a ter boa chance, ele pegou o rebote do escanteio e exigiu grande defesa de Eduardo Martini. Na sequência Diego Tavares fez boa jogada pela direita e rolou para Nadson, mas ele isolou. O que já parecia difícil ficou mais ainda quando após uma bobeira no lateral, Diogo Oliveira cruzou e Felipe Garcia marcou o 2º dele e do Brasil. Com o gol sofrido, Claudinei tentou dar mais ofensividade a equipe, que não tinha mais forças para buscar o placar e pouco fez durante o tempo restante.

Com o resultado o Brasil começa o campeonato com o pé direito e vai garantindo uma 3ª colocação (2 jogos ainda completam a rodada), enquanto o Tricolor decepciona e amarga a 19ª colocação.

FICHA TÉCNICA
Brasil: E. Martini; Wender, L. Camilo, Cirilo e Marlon (EBrock); L. Leite, Washington, D. Oliveira e M. Paraná (Marcão); Felipe Garcia e Ramon (Nathan)
Paraná: Marcos; D. Tavares, Pitty, João Paulo e R. Carioca; Jean, Uchoa, L. Otávio, Nadson e Murilo; L. Flavio
Gols: Felipe Garcia 5’/1ºT e 23’/2ºT (GEB)
Cartão amarelo: D. Oliveira, L. Leite e Ramon (GEB)  João Paulo e Jean (PRC)
Cartão vermelho: R. Caioca (PRC)

PRÓXIMO CONFRONTO
O Paraná entra em campo na próxima quarta-feira enfrentando a Chapecoense pela Copa do Brasil. A partida é valida pelo jogo de volta da 2ª fase do torneio. Claudinei Oliveira terá como desfalque Jean, suspenso, e Robson e Valber, lesionados.

Provável Paraná: Marcos; D Tavares, Pitty, João Paulo e Fernandes; L. Otávio, Uchoa, Nadson, R. Carioca e Murilo, Lucio Flavio


Fellipe Vicentini | @_FellipeS
#PRaCima

Estreia do Brasileirão: Jogo horrível, apito favorecendo cariocas e Sport derrotado

Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife
E após longos cinco meses, o Campeonato Brasileiro está de volta para a alegria de você, da mamãe, do papai e dentre outros. E logo na primeira rodada um jogo entre dois grandes rubro-negros desse nosso Brasilzão.

Flamengo x Sport - e a eterna "rivalidade" graças ao Brasileirão de 1987 - jogaram no estádio Raulino de Oliveira e abriram os trabalhos para este campeonato que vai dar o que falar (não estou falando dos jogos e sim pelas mesmas ladainhas de sempre chamado arbitragem).

Foram poucos lances de perigo, mas esses foram os "mais falados" durante e após a partida terminar. O Flamengo abriu o placar logo cedo, aos quatro minutos, o volante William Arão aproveitou o vacilo do zagueiro Durval e cruzou para Everton marcar seu terceiro gol em três jogos contra o Sport. E é daqui que o jogo começa a desandar graças a arbitragem brasileira.


Após o gol que parecia acontecer, felizmente não aconteceu. O Leão foi pra cima e depois da falta marcada, Diego Souza soltou a bomba para a defesa de Paulo Victor. Minutos depois num bate rebate na entrada da área, Vinicius Araújo tirou Paulo Victor e mandou para os fundos das redes, mas a arbitragem anulou erradamente o lance prejudicando o Leão da Praça da Bandeira. E só foi isso no primeiro tempo.

No início do segundo tempo o lance que "terminaria a partida", Rithely entra duro em Cuéllar e leva cartão vermelho direto (lance para ser discutido em uma pergunta: se fosse ao contrário ou fosse outro seja jogador ou árbitro seria expulso? Creio que não). Se a estratégia do Sport era trazer um empate para Recife, após a expulsão foi tudo para os ares.

Com um a mais o Flamengo pouco atacava, os únicos lances de perigo no segundo tempo foi um chute de Alan Patrick na marca do pênalti após cruzamento e outro balaço de Ederson, ambos lances para grandes defesas do goleiro Magrão.

Por fim o juiz apitou e deu a partida por encerrado, partida de doer os olhos para quem estava esperando um grande jogo. Arbitragem favoreceu o rubro-negro carioca, mas isso não tira o péssimo futebol apresentado pelo Sport. Na próxima rodada o Leão joga em casa contra o Botafogo para se recuperar do último jogo.

Precisamos falar sobre Nenê

Fala, Turma da Fuzarca!

É incrível a forma na qual Nenê vem se tornando cada vez mais ídolo do Vasco. Muitos diziam “Falta uma declaração de amor. Falta título” pois bem, não faltam mais. Obviamente, o craque vascaíno não está na lista dos melhores, mas aos poucos vai arrumando vaga nessa galeria de super astros.

Fonte: globoesporte.com
Logo após a sua vinda - coincidência ou não - o Vasco melhorou, não somente dentro de campo, fora das quatro linhas, também. Do gol de pênalti contra o Atlético-MG até os três gols de hoje, uma história está sendo escrita. A relação entre torcida e jogador aumenta a cada dia.

Nos dias atuais é raro ver jogadores deixando propostas financeiras de lado. Ainda mais inimaginável é o fato do clube ter sido rebaixado e o craque do time resistir a todas negociações que não seja com o Vasco.

A conquista do Carioca 2016, fez Nenê sentir pela primeira vez o sabor de uma conquista de grande relevância em território brasileiro. O camisa 10 comanda o Vasco na maior invencibilidade da história do Gigante da Colina, são 27 jogos sem perder, desde novembro de 2015.

Fonte: LANCE!
A Série B começou, a realidade bate na porta Cruzmaltina, a vitória muito convincente por 4 a 0 contra o Sampaio Corrêa, no Maranhão, dá um ar de tranquilidade nesse início de campeonato e confiança da torcida para uma volta sem riscos.

Abraços, galera!

Matheus Freitas   ||   @_MFreitas9_  e @sitelf

Lateral Romário, do Atlético-GO, comemora estreia com vitória na Série B

Foto: Assessoria de Comunicação / Atlético-GO

Na noite de sexta-feira (13), o Atlético Goianiense derrotou a equipe do Oeste por 1 a 0 no Estádio Sílvio Salles, em Catanduva-SP, no jogo de estreia na Série B do Campeonato Brasileiro. E para o lateral-esquerdo Romário, a vitória fora de casa, foi ainda mais especial.

- Muito bom começar essa caminhada com vitória. Pra mim, foi ainda mais importante, pois é a primeira vez que disputo essa competição e já sei o quanto é difícil e muito disputada, destaca o camisa 6 do Dragão.

E foi do pé direito do lateral Romário que saiu o cruzamento para o gol do atacante Júnior Viçosa, aos 20 minutos do primeiro tempo.

- Quando o Luis trouxe a bola para dentro, percebi que os jogadores do Oeste estavam acompanhando ele e corri para o espaço vazio, quando o Viçosa recebeu, ele já sabia que eu estaria passando em velocidade, pois trabalhamos muito isso na pré-temporada e nos últimos treinos, foi então que ele acertou um grande passe e eu só tive o trabalho de devolver a bola para ele chutar para o fundo das redes. Foi uma jogada coletiva que trabalhamos muito, mérito para toda a equipe, ressalta Romário.

Ainda de acordo com o atleta, o que passou no início do ano não deve atrapalhar na sequência da temporada.

- Sentimos muito a desclassificação na semifinal do Estadual, assim como a torcida, nós queríamos muito o título, mas isso serviu como aprendizado e ficou no passado, agora é focar na Série B e no nosso grande objetivo que é conquistar o acesso à elite do futebol brasileiro, completa.


O Atlético Goianiense volta aos gramados na próxima sexta-feira (20), às 19h15 (Brasília), quando recebe o Brasil de Pelotas, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.

Braga pressiona, chega até a empatar, mas sai derrotado em Goiânia


O tradicional Bragantino, da pequena cidade de Bragança Paulista, estreou com o pé esquerdo no Campeonato Brasileiro da Série B; jogando fora de casa contra um determinado Vila Nova, o Bragantino perdeu por 3 à 1 no Estádio Serra Dourada em Goiânia. 

No começo da partida, logo aos 5 minutos de jogo, a equipe goiana abriu o marcador com Robston, que após boa troca de passes, chutou colocado na meta de Felipe e assim, saiu cedo o primeiro gol do campeonato.

Na segunda etapa, o técnico Léo Condé, fez boa substituição no ataque: tirou Elder Santana, que sempre é muito criticado pela torcida bragantina, e colocou o artilheiro Thiago Santos, que é sempre muito elogiado e aplaudido pelo público, principalmente por seus números. A substituição fez efeito, e aos 6 minutos da etapa final o empate veio; Zambi cruza para dentro da área, o goleiro Edson se atrapalha no lance e a bola sobra para Thiago Santos que chuta em cima da defesa, a bola acaba sobrando para Eliandro finalizar na pequena área e assim empatar a partida.

Substituição também no Vila Nova, sai Dudu (meio-campo) para entrar Thiago Brito (lateral), outra boa substituição; no lance seguinte da troca, Roger cruza para a área e Thiago Brito aproveita o bom passe para deixar a equipe da casa na frente mais uma vez.

O Bragantino revertia os passes errados da equipe goiana armando bons contra-ataques, porém  não aproveitou as chances criadas e foi castigado: passe errado no meio campo da equipe paulista, Robston rouba a bola e arma a jogada, passa para Frontini, e ao receber finaliza no canto do goleiro Felipe, tornando difícil a vitória bragantina na estreia.

Léo Condé coloca então o maior artilheiro do time, o centroavante Lincom, com 70 gols pela equipe alvinegra em 5 anos, para tirar o jovem meia-atacante Erick. O time melhora ofensiva, mas não consegue trabalhar bem nas jogadas, forçando outra substituição: a entrada do meia-atacante Jobinho para a saída do estreante Eliandro.

No final da partida, aos 44 minutos do segundo tempo, Thiago Santos bate de esquerda, a bola desvia na zaga e quase engana o goleiro Édson, que faz falta no atacante Thiago Santos, pênalti claro não marcado para o Bragantino. Conclusão da partida: Léo Condé não acertou na escalação do time. Thiago Santos, Lincom e Jobinho são peças fundamentais na equipe, e não podem ser deixados na reserva. Erick, Serginho e Elder Santana não estão em boa fase, e não são jogadores preparados para a titularidade na equipe.

Na próxima partida o Bragantino enfrenta a equipe do Luverdense, terça-feira 17 de maio de 2016, às 19h15 em Bragança Paulista, no Estádio Nabi Chedid, para tentar sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro Série B 2016, onde Léo Condé precisará rever seus conceitos, para que o time consiga bons resultados.

Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

De volta! Vila Nova estreia na Série B com vitória e com show do capitão colorado




De volta ao Campeonato Brasileiro da Série B, não poderia ter começado melhor para o Tigre. Com noite inspirada do volante Robston, que após a eliminação no estadual foi duramente criticado por torcedores. E foi aos cinco minutos da primeira etapa quando o colorado abriu o placar. Em tabela dos garotos prata da casa, Roger e Dudu, Robston bateu colocado sem chances para o goleiro Felipe.

Na etapa final, a equipe paulista chegou ao empate com Eliandro, mas o Vila não se abalou e logo em seguida na marca dos dois minutos com uma boa chance de Thiago Brito, mais um a estrear com a camisa do Tigre, após o cruzamento de Marcelo Cordeiro, aproveitando que a zaga paulista não conseguiu afastar e marcou o segundo gol vilanovense. 

E para concretizar de vez a vitória do Tigre, a estrela do capitão voltou a brilhar. Em tabela com o veterano Frontini, Robston rouba a bola toca para o atacante que devolve ao capitão, saindo entre dois marcadores, Robston marca um belo gol e assim garante a vitória ao Tigre, 3x1.

Essa abertura da Série B não poderia ter sido outra, como ele próprio havia prometido jogar o campeonato como se fosse uma Liga dos Campeões, pelo fato de que poderia ser seu último campeonato nacional pelo clube ou até mesmo na carreira. É cedo pra dizer, mas esse time tem tudo pra lutar por algo nesse campeonato. Esperamos mesmo é que não caia, a torcida está cansada de jogar Série C.

Desejo sorte no campeonato para Atlético e Goias. Rivais sim, inimigos nunca!

There is a house in New Orleans. Uma história de amor ao esporte.


Bom, primeiramente gostaria de me apresentar ao leitor de futebol americano do Linha de Fundo. Sou Matheus, 26 anos, mineiro de Belo Horizonte, responsável pela cobertura do Clube Atlético Mineiro, o Galo das Alterosas. Enfim, como estou entrando em um contexto novo, um assunto novo, novos leitores, acho de bom tom a realização uma introdução, mesmo que breve.

Ao mesmo tempo caros, gostaria de fazer uma advertência: Nessa minha estreia nos meandros da bola oval, não falarei de estatísticas, expectativas, contexto do jogo. Isso deixo para agosto e principalmente para setembro, quando a temporada de fato começar. Hoje, estou aqui para discutir algo mais profundo: o surgimento de uma paixão por uma franquia, principalmente no contexto de um brasileiro, consumidor do outro futebol, o da bola redonda. Assim, neste texto falarei um pouco da minha história com o New Orleans Saints, e gostaria que nos comentários os leitores falassem de como surgiu o sentimento para com suas franquias de coração (Quem sabe não pegamos as melhores histórias e realizamos um post especial com os amigos colaboradores do site?). 

Fonte: exame.abril.com.br

Destarte, antes de admirar o jogo, ver beleza na performance, admiramos um time. Geralmente tal processo se dá de maneira hereditária. O seu time, geralmente é o time do seu pai, do seu avô, e vai ser, a posteriori, o time de possíveis filhos, netos, bisnetos  (Algo natural). A tradição é construída com o tempo, vem de geração em geração. Contudo, também existem os casos que o torcedor se apaixona por uma característica peculiar da agremiação, algo que a torne única entre as demais, e a identifique perante outras. Para exemplificar tal processo vejam minha escolha de time no futebol brasileiro: Meu pai e meu falecido avô me ensinaram a amar o galo, me contaram suas histórias, seus heróis, suas conquistas. Não escolhi o Galo por títulos, até porque nos anos 90 e 00, período de minha infância e adolescência, não foram muito férteis neste aspecto. Escolhi por que ali me identificava, com as cores, com a gente, com o apoio incondicional da torcida, e pelo time conseguir agregar o pessoas dos mais diversos tipos em Belo Horizonte, principalmente os renegados pela sociedade: os pobres (seja de qual etnia pertencer), e  os migrantes, forasteiros das mais diversas regiões do Brasil e do mundo (mas deixa essa história para quando for tratar do Galo).

Fonte: www.futebolamericano.eu
Nesse sentido pergunto ao amigo leitor, como essa escolha é feita por uma franquia da NFL, principalmente por um torcedor brasileiro? Esse caso é um pouco mais complexo, tendo em vista que em primeiro lugar, o acesso é difícil visto que nem todos tem/tinham uma TV a cabo disponível, ou uma internet de alta velocidade capaz de sustentar uma transmissão; o futebol americano nunca esteve no imaginário esportivo do Brasileiro (tal processo é recente), de uns 10 anos para cá ganhou mais força; Além disso mesmo vendo o jogo, como estabelecer uma relação de vínculo com uma franquia?

A primeira causa e efeito vem de contatos. Um amigo que conhece, te apresenta o jogo por causa de franquia A ou B, você aprende algo, e continua com essa franquia; outra pode ser a relação causal com a vitória: você é introduzido ao jogo, aprende mais ou menos as regras, vê pela primeira vez um time executando a “futbola americana” na plenitude.  É natural que se torça por essa máquina (Nos anos 2000 a comunidade brasileira que escolheu os Patriots, tem muito disso). Um terceiro caso é daquele torcedor que é apresentado ao jogo, após tal introdução o mesmo pesquisa a história ou vai conhecendo pelas transmissões, se identifica, pega alguma afinidade e escolhe a marca; pode ser também um caso com a cidade em questão, seja por já ter morado em cidade A ou B, ou mesmo sem ter colocado o pé em determinado lugar, haja alguma afinidade por outros fatores como a música, a cultura local, alguma personalidade, enfim, são muitas as possibilidades.

Fonte: gamesdbase.com

Confesso que no meu caso com os Saints foi uma mistura do terceiro e do quarto caso, visto que estaria forçando bem a barra se fosse falar que os Saints eram uma máquina de vitórias, nunca foram (pelo menos até 2006). 

Permitam-me contar melhor essa história: Primeiro lugar, tive acesso à TV a cabo apenas em 2005 (que coincidentemente foi também o ano de maior sofrimento que tive em relação ao futebol da bola redonda, por conta do rebaixamento do Galo), como uma premiação por ter ido bem na escola (tinha 15 para 16 anos, exatamente há 11 anos atrás). Curioso que sou, e vidrado nos canais ESPN logo me deparei com aquele jogo esquisito, bando de homens se matando, que eu parcamente havia tido contato através do videogame (do velho Madden nos finados Supernintendo e Play Station 1) e do Cinema (especialmente pelo Filme Virando o Jogo, lançado no longínquo ano 2000, e estrelado por Keanu Reeves que interpretou um quarterback desacreditado chamado Shane Falco). Através das transmissões fui tomando gosto pela coisa, entendendo as formações, as estatísticas, a mecânica. Contudo nada ainda havia me pegado, eu era apenas um expectador ávido e curioso.

Fonte: http://www.quintoquartobr.com/


Tal condição começou a se alterar a partir do dia 29 de agosto de 2005 (data de um desastre e do nascimento de uma das mais belas histórias que o esporte, seja lá qual for, pode contar). Essa data, para os que não conhecem é marcante para a história dos EUA por conta de um dos maiores, senão o maior desastre natural ocorrido no país. Me refiro ao Furacão Katrina.

Fonte: www.apolo11.com
A tempestade tropical possuía ventos que atingiram mais de 280 quilômetros por hora; o desastre gerou em torno de dois bilhões de dólares de prejuízo; mais de 1.000 mortes principalmente na região metropolitana de Nova Orleans, talvez dos maiores, se não o maior bolsão de pobreza dos EUA.

Somado a esse fato, o problema milhões de residentes perderam tudo, principalmente seu teto já que os diques que protegiam Nova Orleans não conseguiram conter as águas do Lago Pontchartrain, inundando mais de 80% da cidade. Cerca de 200 mil casas ficaram debaixo d'água na capital do Jazz, do Blues e do Soul, sendo que foram necessárias várias semanas para que a água pudesse ser totalmente bombeada para fora da cidade.

Fonte:exame.abril.com.br
Nesse contexto de caos, um lugar, em especial, foi extremamente importante para a população local, o Louisianna Superdome, estádio dos Saints. Sem energia, esgoto, cobertura avariada, e a falta de suprimentos suficientes para atender 30.000 pessoas que haviam perdido tudo e transformaram o estádio em um foco de esperança, em um lar.

Tal relação foi expressa de maneira brilhante pelo Green Day e o U2, na canção “The Saints are Comming”, as duas bandas tomaram a licença poética de “The House of The Rising Sun” (clássica música da banda The Animals). “There is a house in New Orleans, they call the Superdome, it’s been a ruin of many a poor boy. And god, i’m konw i’m one”.

Fonte: www.whenwasthe.com
Paralelamente, na ceara esportiva os Saints nunca haviam sido uma franquia dominante. Fundado em 1967, demoraram duas décadas para conseguir mais vitórias que derrotas em temporada regular, e quatro décadas antes de chegar a um Super Bowl. O interessante dessa história toda que o time conseguiu mobilizar a cidade ao seu redor, seus torcedores são dos mais participativos da liga, além do fato do time ser cantado em verso e prosa por inúmeros gênios musicais (sou músico amador e admirador de todos esses caras) formados no efervescente cenário cultural da capital da Louisiana (Clássico “When the Saints go Marchin in” com o imortal Louis Armstrong está aí para não me deixar mentir).


Fonte: http://cps-static.rovicorp.com/

Sofrimento, amor incondicional, história de superação, ligação com a música, estava aí um time que merecia o meu apoio. Estava aí uma história que merecia ser acompanhada. Coincidentemente, pós desastre: como se a abóbora virasse a carruagem, a sorte dos Saints mudou. Em uma grande oportunidade de mercado a aquisição do brilhante Drew Brees se mostrou uma feliz aposta (Brees era o Shane Falco da vida real, associação besta, mas na minha cabeça via o camisa 9 como um herói de filme).

Se depois da tempestade vem a bonança, pós Katrina os Saints se encontraram, tornaram-se mais competitivos como nunca. Em 2006 voltaram ao Superdome trucidando os Falcons (20-3), velhos rivais, em um momento apoteótico.Seguiram firmes e como seguiram, com participação em final de conferência no mesmo ano de 2006, e na histórica conquista do Superbowl em 2009, naquela intercepção para a história eternizada por Everaldo Marques e Paulo Antunes aos fãs brasileiros.

Fonte: http://cdn.fansided.com/
Como amante do futebol americano eu agradeço aos Saints por me mostrarem como o esporte pode ser belo; os agradeço por ter tido a oportunidade de vê-los se superarem em jogos com altíssima voltagem, vibrantes, com sentimento de quem tem uma cidade nas costas; E finalmente os agradeço por ajudarem toda uma comunidade, toda uma cidade a ser reconstruída a partir de uma casa chamada Superdome. 

Fonte: www.mbsuperdome.com


Patrão Cartoleiro - Rodada #1


O patrão tá na área! Aqui você vai saber o time perfeito para você escalar nas suas rodadas do Cartola, ou pelo menos, os que nós achamos que são... A verdade é que aqui nesse quadro do Linha de Fundo, nós analisaremos os jogos, os times, os jogadores e faremos o melhor possível para te ajudar a sair com muitos pontos no Cartola e ganhar aquela caixa de cerveja que você apostou com seu amigo da mesma liga que a sua. Em caso de fracasso, não nos responsabilizamos por nada. Aqui só segue as dicas quem quer, e além do mais, com patrão não se discute!


Melhores times para se apostar - 1ª rodada:

SANTA CRUZ - O time tricolor de Pernambuco da terra do rei Grafite sem a lapiseira, irá estrear com o Vitória da Bahia jogando no Arruda, e vai com tudo para sair com os três pontos na reestreia do clube na Série A após vários anos vivendo na sarjeta. Tem outro fator que vai influenciar... A motivação. O Santinha vem de um título estadual e de um título da Copa dos Lampiões, além de que a torcida coral vai dar o maior apoio ao time. 

INTERNACIONAL - Segura que vem bomba! Pode até ser que você vá torcer para o maior Verdão do Brasil vencer os viúvos do D'Alessandro no Beira Rio, mas os colorados vão querer começar com o pé direito na estreia em casa. A Chapecoense pode até querer se impor em campo, porém, a qualidade do elenco dos gaúchos é bem melhor. A disputa será boa por se tratar de dois times que conseguiram conquistar os seus respectivos canecos em seus estados. 

FIGUEIRENSE - Esse jogo te dá sono só de ouvir o nome dos times que vão jogar: Figueirense e Ponte Preta. Apesar de não ser aquele jogão de estréia de campeonato, é uma boa oportunidade para apostar nos alvinegros catarinenses que estão melhorados e vão enfrentar uma macaca que não tem um time assustador. O Figueira tem tudo para sair com a vitória, e se ele não conseguir no campo, conseguem no tribunal.

Escalação - 1ª rodada:

Por ser a primeira rodada, é capaz que você não consiga colocar os jogadores mais caros no seu time como você esperava. O que fazer? Simples. É hora de dar chance aos jogadores de times um pouco mais fracos e esperar que eles pontuem, por isso, é essencial saber como serão as partidas para saber quais atletas apostar sem sofrer risco de perder muitos pontos. A escalação é no famoso 4-3-3.


GOLEIRO: 

Nome: Tiago Cardoso
Clube: Santa Cruz (PE)
Preço: C$ 9,00
Não é lá um goleiro tão barato para a primeira rodada, mas é bom ficar sem tomar gols nesse início de Brasileirão e jogando em casa com quase tudo favorável ao lado do Santa, dificilmente o goleirão Tiago Cardoso irá sofrer. É claro que tudo pode acontecer, mas as chances já são menores do que apostar em um goleiro que irá enfrentar um ataque forte.


LATERAIS: 

Nome: Marquinhos Pedroso
Clube: Figueirense (SC)
Preço: C$ 4,00
Um bom nome para a lateral é também do Figueirense, e bem baratinho. Marquinhos Pedroso vai ser titular contra a equipe da Ponte e é uma das principais peças do treinador Vinicius Eutrópio. O atleta de 22 anos já chegou a ser sondado pelo Botafogo nessa temporada e os números do atleta no estadual foram até agradáveis.

Nome: Tiago Costa
Clube: Santa Cruz (PE)
Preço: C$ 5,00
Outro boa opção para a sua lateral é Tiago Costa, do Santa Cruz. Nesse temporada, ele atuou em 14 jogos com a camisa do tricolor e foi um dos principais jogadores do elenco na conquista do Pernambucano e da Copa do Nordeste. Com intenção de ir para cima do Vitória jogando em casa, Tiago Costa deve aparecer bastante para o jogo. 

ZAGUEIROS:

Nome: Bruno Alves
Clube: Figueirense (SC)
Preço: C$ 7,00
Mais um do Figueirense na escalação, e agora o preço começa a aumentar um pouco mais, porém, é preciso caprichar na escolha dos zagueiros e saber que esses podem impedir o time de levar gols. A tendência é que Bruno Alves não tenha tanta dificuldade para parar os ponte-pretanos e que você com seu time saia com uma pontuação agradável.

Nome: Ernando
Clube: Internacional (RS)
Preço: C$ 7,00
Com um preço até agradável, Ernando é um bom nome para se apostar nessa primeira rodada. Ele pode até ter trabalho para parar a Chapecoense, e se sofrer gols, você perderá pontos, porém, é um jogador de altíssima qualidade e que de vez em outra, gosta de aparecer marcando gols. Além do mais, o normal é que o Inter fique mais com a bola no pé do que os catarinenses. Vale a pena arriscar nesse jogador.

MEIAS:


Nome: Mancuello
Clube: Flamengo (RJ)
Preço: C$ 14,00
O meia Mancuello é uma das grandes apostas do Flamengo esse ano e no Campeonato Brasileiro, com uma estréia contra o Sport, ele não vai querer decepcionar. O argentino tem tudo para se destacar na partida e conseguir bons pontos para os cartoleiros rubro-negros. A vitória é essencial para os dois times, até para ter aquela famosa briga do "87 é nosso" no final do jogo e possíveis provocações... Mas é claro que de Mancuello, só esperamos alguns gols e assistências.

Nome: Rafael Bastos
Clube: América (MG)
Preço: C$ 6,00
Rafael Bastos, do Coelho, é mais um para se apostar no meio de campo. O Coelho vem motivado para a sua estréia na Série A contra o Fluminense, após conquistar o Campeonato Estadual. Diante disso, jogando em casa, eles não vão querer fazer feio e Rafael Bastos pode ser um dos caras que irá se destacar na partida. Já participou de 17 jogos nesse ano e marcou 2 gols.

Nome: Rodrigo Lindoso
Clube: Botafogo (RJ)
Preço: C$ 11,00
O meia de campo está bem variado, não? É hora de continuar nesse ritmo apostando no meia Rodrigo Lindoso, do Botafogo. Depois de um ano na Série B, o Fogão volta a elite para não querer fazer feio e vai querer a vitória em sua volta, principalmente jogando em casa contra o São Paulo, que mesmo não sendo um time fraco, só mostrou que sabe jogar bola na Libertadores. Brasileirão é diferente, e o Lindoso (que não tem nada de lindo) pode ser uma boa aposta.

ATACANTES:

Nome: Eduardo Sasha
Clube: Internacional (RS)
Preço: C$ 5,00
É hora de escolher os artilheiros, e um dos melhores nomes para essa rodada é Eduardo Sasha, do Internacional. Além de não estar caro, o jogador é bem veloz e bom para marcar gols em partidas dessa forma. Jogando em casa, Sasha terá mais apoio e confiança para tentar furar a rede da Chapecoense e sair com uma ótima atuação em campo.

Nome: Rafael Moura
Clube: Figueirense (SC)
Preço: C$ 8,00
Que tal um super herói para o ataque? He-Man está disponível! Com apenas um pequeno preço para o nível de Rafael Moura, ele é um dos principais jogadores do elenco alvinegro e deve entrar com fome de gols para a estréia contra a Ponte no Orlando Scarpelli. É com certeza um jogador que pode fazer a diferença.

Nome: Grafite
Clube: Santa Cruz (PE)
Preço: C$ 15,00
Hora de pagar mais caro para o ataque e apostar num grande atleta para as chances de que pelo menos um dos seus jogadores marquem gols aumente. Esse jogador é Grafite. Ídolo do Santa Cruz e goleador nato, Grafite tem tudo para chegar destruindo na sua estréia com a camisa tricolor pela Série A. Essa vai ser a estrela da sua escalação.

TÉCNICO:

Nome: Milton Mendes
Clube: Santa Cruz (PE)
Preço: C$ 3,00
Você já gastou "muito" com o ataque e o meio, então, gaste pouco com o treinador. Eu não sou torcedor do Santa Cruz, mas o melhor técnico barato para se apostar nessa rodada é Milton Mendes. Quem lembra dele no Atlético Paranaense ano passado sabe que ele não gosta de vacilar jogando em casa e coloca o time pra cima. É provável que venha uma boa atuação.

Preço total do time: C$ 94,00.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Estreia com o pé de Daniel Carvalho

Um jogador que entrou para mudar a partida e o humor da torcida do Goiás que assistia a estreia do time na segunda divisão nacional nesse ano: Daniel Carvalho. Não tiro o mérito de alguns outros poucos jogadores do Verde que jogaram bem hoje os próprios volantes Wendel, William e Patrick e nem do atacante que marcou o gol da vitória, Cléo. A questão é que viu bem o jogo (que estava horrível) viu que só melhoramos quando o nosso camisa 10 pisou aos gramados de Juiz de Fora.

Cléo comemora o gol da vitória esmeraldina em Juiz de Fora
Foto: globoesporte.com
A partida no primeiro tempo foi o que mais me motivou a ter vontade para desligar a televisão e ir dormir. Fazer algo mais útil. Enderson sempre com aquela boa mania de escalar mal o time, colocar jogadores inúteis e fazer aqueles lançamentos ruins que não adiantavam em nada. Parecia que a derrota ia vir mesmo, mas por nossa sorte, até o Tupi fazia uma partida "ruim" nos olhos de muitos. Era uma equipe que finalizava pouco para o gol do goleiro Ivan e também dava pouco trabalho para Anderson Salles e David Duarte.

Wagner fazia uma partida péssima. Ele já vem assim à alguns jogos. Sempre recebia lançamentos em condição ilegal, errava passes e recebeu um amarelo com uma falta desnecessária. Léo Sena era caçado em campo e com a forte marcação em cima dele, era difícil para o garoto fazer alguma coisa ou servir Rafhael Lucas no ataque. Murilo também, como todos esperavam, não atuava nada bem. A esperança teve que vir na etapa final.

Jogo teve muitas faltas para os lados de Tupi e Goiás
Foto: globoesporte.com
Os primeiros minutos do Goiás não teve mudança de jogadores, mas o time em si melhorou. A conversa no vestiário aumentou a motivação e o time parecia se entregar mais, porém, era claro que mudanças teriam de vir. Daniel logo entrou no lugar de Wagner, e já se via uma ligação perfeita entre o meio e o ataque surgindo, mesmo com a bola ficando mais no pé dos jogadores do Tupi.

As melhores jogadas do Goiás saiam nos pés do nosso camisa 10: a cabeçada de Rafhael Lucas, o chute de Wendel e o principal, que foi o gol de Cléo no final do jogo. A bola bateu no travessão e voltou no pé do cara do atacante. Os três pontos vieram e para mim, veio uma reflexão: esse time pode ser comparado ao de 2013, onde apenas um jogador carregava o time (Walter). Nesse ano, dependemos de outro jogador para ter boas atuações (Daniel Carvalho), porém tem mais reforço vindo e um grande jogador para estrear em breve, não é, Léo Lima?

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

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