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domingo, 22 de maio de 2016

#ComoEm2005 Remo estreia na série C

Ontem finalmente rolou a tão aguardada estreia do Clube do Remo na série C do Campeonato Brasileiro. #ComoEm2005,  O Mais Querido está em busca do acesso à segunda divisão e de mais um título nacional. O primeiro adversário do Remo foi o Cuiabá, e a partida aconteceu na Arena Pantanal. Remo exorcizou o fantasma da final da Copa Verde de 2015 e iniciou a partida comandando em campo.

Remo fez o mínimo e garantiu um ponto fora de casa na estréia pelo Brasileirão. Fonte: http://globoesporte.globo.com/pa

A partida começou com o Remo apresentando mais perigo, porém com o Cuiabá tentando dominar a posse de bola. O Leão saiu na frente no placar aos 14 minutos com Fernandinho. O Cuiabá então tentava o empate a todo custo, mas o Remo manteve o ritmo e ainda apresentava as melhores oportunidades. O empate veio nos acréscimos (por pouco o juiz não levantou a placa “Até o Cuiabá empatar”) em cobrança de escanteio, e Gilson, de cabeça, fez o gol.

Na segunda etapa do jogo, o Cuiabá voltou melhor e teve um pênalti marcado logo no inicio. Tito chutou por cima e desperdiçou. Os times mostraram equilíbrio e as chances de gol foram boas para os dois lados. Porém, o Cuiabá mostrava um pouco mais de superioridade e posse de bola, mas não o suficiente para desempatar a partida.

REMO
Fernando Henrique, Murilo, Henrique, Brinner, Lucas (Yuri), Fabiano, Michel Schmoller, Allan Dias, Eduardo Ramos; Fernandinho (Héricles) e Ciro (Silvio)

CUIABÁ
Henal, Chiquinho Alagoano, Joilson, Samuel e Julinho; Léo Salino, Gilson, Marcelo Oliveira (Diogo) e Rubinho (Cabralzinho); Uederson (Geovani) e Tito.

PRÓXIMO JOGO

O Remo jogará na próxima segunda-feira contra o ASA-AL, no Mangueirão, às 20h (de Brasília).

Texto: @Angel_Caldeira

Vasco joga mal, mas consegue a vitória e mantém a invencibilidade

Invicto há 26 jogos, o Vasco venceu a segunda partida na Série B do Campeonato Brasileiro, dessa vez a vitória foi sobre o Tupi.

Foto: GE
O Vasco não fez uma boa partida, e já no início sentiu a pressão do Tupi, com menos de dois minutos Filipe Alves carimbou o travessão, assustando os torcedores Cruzmaltinos. Apesar de ter a maior posse de bola, a equipe carioca não conseguia criar, mas, para a sorte vascaína, o time visitante também caiu de nível e parou de assustar.

Aos 37 minutos o Vasco teve sua maior chance e não desperdiçou. Após a cobrança de falta de Nenê, Luan se antecipou e cabeceou, marcando o gol da vitória.

A equipe carioca voltou bem mais animada na segunda etapa da partida, com maior velocidade e criando mais, o time tinha mais chances. Houve ainda duas oportunidades para o Gigante da Colina, as duas com Thalles, uma após a jogada de Pikachu e outra de Julio dos Santos, mas Thalles não estava inspirado e perdeu as duas chances.

Aos 23’ o Tupi quase fez o seu! Marcos Serrato mandou uma bomba que parou no travessão, para alívio vascaíno. Além disso, Henrique quase fez um, mas Martín fez boa defesa e salvou o time. O Vasco conseguiu administrar o placar e manter a invencibilidade.

Foto: Agencia O Dia
Na próxima terça-feira a equipe carioca enfrentará o Vila Nova no Mané Garrincha, às 21h30minh. No mesmo dia e horário o Tupi jogará contra o Paysandu, no estádio Municipal de Juiz de Fora.

Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)

Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Cartões amarelos: Yago Pikachu, Evander, Martín Silva (Vasco); Filippe Formiga, Rafael Jataí (Tupi)
Cartão vermelho: Jonathan (Tupi)

Vasco: Martín Silva; Yago Pikachu, Rodrigo, Luan e Julio Cesar (Henrique); Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Andrezinho (Evander) e Nenê; Jorge Henrique e Thalles. Técnico: Jorginho

Tupi: Glaysson; Filippe Formiga, Heitor, Rodolfo Mol e Bruno Costa; Rafael Jataí, Filipe Alves (Henrique), Marcos Serrato e Jonathan; Thiago Silvy (Ygor) e Giancarlo (Gabriel Sacilotto). Técnico: Ricardo Drubscky

De virada, Chapecoense vence América-MG e assume a vice-liderança


Bruno Rangel marcou duas vezes e comandou a virada do Verdão neste domingo. (Foto: Gilberto Pace Thomaz)
Após sair atrás do marcador no primeiro tempo, Bruno Rangel teve segundo tempo inspirado, marcou duas vezes e, junto com Silvinho, virou o placar em 3x1 e deixou Verdão na vice-liderança do Campeonato Brasileiro, com quatro pontos, mesmo número do líder Santa Cruz.

Em relação à equipe que empatou com o Internacional, no último domingo, Guto Ferreira teve apenas um problema na escalação da equipe titular, já que Thiego expulso contra os Gaúchos e deu lugar a Rafael Lima, que nesta semana acertou sua renovação de contrato até o fim do ano. Outra modificação foi à volta de Gimenez na lateral direita na vaga de Cláudio Winck.

A chuva e o frio na tarde deste domingo (22) afastaram o torcedor da Arena Condá, mas os 2.177 que estiveram presentes viveram momentos de tensão e de muita alegria. Na primeira etapa um jogo truncado, de poucas chances criadas. A Chapecoense jogando em casa teve problemas logo no inicio da partida, já que aos 10 minutos Ananias sentiu a coxa direita e deixou o gramado para entrada de Silvinho.

Com a forte marcação dos mineiros, o Verdão não conseguia criar boas oportunidades e acabou surpreendido aos 18 minutos, quando Rafael Bastos foi derrubado por Rafael Lima na área e o juiz marcou pênalti para os visitantes. Ele mesmo foi para a cobrança e acertou o lado direito de Danilo, que foi acertou o canto, mas não conseguiu alcançar a bola.

Sem conseguir furar o bloqueio dos visitantes, a solução de Lucas Gomes, aos 25 minutos, foi chutar de fora da área, mas longe do gol de João Ricardo. Aos 34', Cleber Santana fez bela jogada e foi derrubado dentro da área, porém, o árbitro mandou o jogo seguir com muita reclamação do banco e dos torcedores do Verdão.

Com o 1x0 no marcador, as equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações. Com a bola rolando, não demorou muito para a Chape reagir, logo aos 2 minutos, Marcelo foi puxado por Sueliton e o árbitro assinalou pênalti para os donos da casa. Bruno Rangel foi para a cobrança e jogou no canto esquerdo de João Ricardo, que nada pôde fazer, empatando a partida na Arena Condá.

A Chape parece ter acertado para o segundo tempo uma forma de furar a forte marcação do Coelho. A virada quase veio aos 10 minutos, quando Silvinho chegou à linha de fundo - homenageando nosso site -, e cruzou rasteiro, o goleiro João Ricardo espalmou no meio da área e a zaga afastou em seguida.

A Chapecoense seguia fazendo pressão nos mineiros e, aos 13 minutos, Lucas Gomes em uma jogada ensaiada na cobrança de escanteio, cruzou rasteiro para Cleber Santana, que chegou chutando de primeira, mas o goleiro bem colocado espalmou novamente em escanteio. A pressão teve resultado aos 31', quando Bruno Rangel recebeu cara a cara com João Ricardo, mas bateu em cima do goleiro, no rebote a bola caiu nos pés de Silvinho, que chutou de primeira e virou o placar para a Chape.

Silvinho entrou no lugar de Ananias e deixou sua marca. (Foto: Gilberto Pace Thomaz)
A torcida ainda comemorava o segundo gol quando, aos 32 minutos, Cleber Santana recebeu na área e rolou para Bruno Rangel, que dominou e bateu no contra pé do goleiro para ampliar o placar e enlouquecer a Arena Condá. Mas o Verdão queria mais e só não conseguiu por que o goleiro João Ricardo fez grande defesa na cobrança de falta de Kempes, aos 47 minutos, garantindo o 3x1 no placar.

Foi um jogo de tempos opostos, em que o América-MG com sua forte marcação parou a Chapecoense no primeiro tempo. Já no segundo, méritos para Guto Ferreira, que novamente mostrou ser um grande treinador e sem mexer na equipe conseguiu no vestiário formar uma estratégia, furando a marcação dos visitantes. A vitória só não foi maior por que o bom goleiro João Ricardo salvou o América de uma goleada ainda maior.

Na próxima rodada, a Chapecoense viaja para o Rio de Janeiro, onde enfrenta o Flamengo na quarta-feira (25), no Raulino de Oliveira, às 21h. No mesmo dia e horário, o América-MG recebe o Vitória-BA, no Independência.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Venceu, mas não convenceu

Na partida que se realizou no dia 21 de maio, no estádio da Ressacada, o Avaí enfrentou o Sampaio Corrêa pela segunda rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Uma partida que de imediato mostrou deficiências a serem consertadas na equipe avaiana. Com um primeiro tempo sem muitas emoções, e com as duas equipes buscando o ataque, o Avaí aproveitou uma chance no final do tempo inicial. Tauã num belo cruzamento pela direita, deu de presente a William que só empurrou a bola para dentro do gol.

O Avaí foi mais tranquilo para o intervalo, com tempo para respirar e arrumar ainda mais o time que perdeu Vinicius Pacheco por uma contusão séria no primeiro tempo que o levou diretamente para o hospital. Com esse desfalque o Avaí sofreu com a pressão do adversário no final do segundo tempo.

Durante a segunda etapa o Avaí entrou bem e teve boas chances de ampliar o placar, tanto que aos 10' minutos Tatá chutou em cima do goleiro Ruan. Logo após, aos 23', outra chance clara de marcar, porém Romarinho desperdiçou. Com o jogo mais aberto o Sampaio Corrêa veio para cima e colocou pressão no jogo, fazendo com que a equipe avaiana ficasse preocupada e errando bolas fáceis.

A torcida avaiana mais uma vez percebeu que não pode se iludir com o time. Os reforços que chegaram foram, ao todo, bons, porém não podemos nos acomodar com pouco. Sofrer pressão do Sampaio Corrêa dentro de casa é inaceitável. O técnico Silas precisa arrumar mais o time, principalmente tirar o Lucas de Sá da volância, que não é sua posição, e colocá-lo mais a frente para que ele possa correr e mostrar o seu trabalho.

Além de arrumar mais o time, o técnico, juntamente com o nosso gerente de futebol Gonçalves, precisam ir atrás, urgentemente, de mais uns quatro ou cinco reforços, para que o time azurra brigue pelo acesso, o que é de extrema prioridade no momento.

Após sofrer uma pressão digna de impaciência da torcida avaiana, Tatá, numa bela jogada no meio do campo, correu sozinho, driblou marcadores e chutou de longe, encobrindo o goleiro e fazendo um golaço. Com este gol nos acréscimos, o time da casa ampliou a vantagem, dando mais tranquilidade à torcida que voltou para casa com os três pontos.

Foto: Avaí Futebol Clube 

A teimosia do Corinthians

O começo do Campeonato Brasileiro para o torcedor alvinegro é deprimente. Depois de um jogo pífio diante do Grêmio, uma semana de treinamento, o adversário vinha de uma goleada, mudanças nas peças de Tite e claro, vamos torcer porque a vitória ela vem... Opa pera, o Corinthians esteve DUAS vezes à frente do placar e mesmo assim tomou a virada. Vitória foi ridículo dentro de campo, mas esteve atento e viu onde estava as falhas do Timão e as aproveitou.

Tivemos uma surpresa na escalação: Walter no lugar do Cássio, sim o arqueiro titular vinha mal, merecia ser substituído e ter melhoras em jogo. Os três gols tomados pelo Walter não podem ser considerados como erro dele, pois quem falhou foram Bruno Henrique, Felipe e Elias.

Foto: Reprodução Corinthians
O torcedor foi enganado no primeiro tempo, com um time criando mais, se movimentando bem, trocando passes. Quem abriu o marcador foi o Uendel que eu tanto já o critiquei aqui pedindo Arana como titular. Quatro minutos apenas depois o marcador foi igualado com erros de Bruno Henrique e Felipe.

Fágner, melhor jogador em atividade no Corinthians ainda fez o dele na primeira etapa, o time foi para o intervalo com vantagem de 2x1, porém o Timão perdeu o jogo aí, pois não aproveitou as inúmeras oportunidades de chance de gol que teve. A movimentação criada por Giovanni Augusto e Marquinhos Gabriel lançando Guilherme e André a frente acompanhados de Fagner e Uendel pelas laterais mostrava outro Corinthians dentro de campo. Mas foi só enganação mesmo.

O Vitória fez dois gols na segunda etapa, aproveitou erros em cima da defesa alvinegra. É bem verdade que um dos gols foi irregular, mão na bola do adversário, mas isso não vem ao caso quando estamos falando de um time que não ousou matar o jogo, ou mesmo buscar um empate enquanto estava perdendo.

Elias tomou cartão amarelo na etapa inicial e não foi expulso não sei como, o jogador estava todo irritadinho dentro das quatro linhas e cometendo faltas tolas apresentando um futebol horrível. Bruno Henrique por mim pode ver se algum time baiano o queira e ficar por lá mesmo, não precisa pegar o avião de volta a SP. Sempre defendi o André, achando que ele realmente iria conseguir ser o camisa 09 que merecemos, mas não, já deu, a paciência acabou. O atacante não consegue acertar o gol, como que um pivô não sabe fazer sua função?

É incrível como o futebol de Felipe caiu de produção, mais uma partida em que o zagueiro não foi bem. E o Tite hein? Time perdendo ele vai e tira os dois meio-campistas que estavam bem, colocando o time a frente: Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto mantendo os dois que não fizeram nada e só atrapalharam fazendo com que tomássemos gols: Elias e Bruno Henrique. O treinador vem insistindo em um estilo de jogo e em peças que não estão dando certo, é uma teimosia grotesca que está afetando o time. São duas eliminações medonhas e duas rodadas de Brasileirão ridículas.

O Corinthians necessita de mudança URGENTE, é fato que o campeonato é longo, porém as alternâncias tem que ocorrer agora. Apenas um ponto até o momento é o que o alvinegro possui estando na 15ª posição. Vergonhoso para um time que tinha tudo, ia muito bem nos campeonatos recentes para uma mudança radical em pouco tempo. O torcedor quer respostas e estamos aqui para cobrar, e confesso que tenho receio do rumo que isso pode tomar. Acorda Corinthians, nós te amamos e queremos você bem!

Quinta-feira tem outro compromisso pela frente, será feriado e jogo às 11 horas (como odeio esse horário), e queremos passar os quatro dias com sorriso no rosto.

CORINTHIANS: Walter, Fagner, Felipe, Balbuena, Uendel, Bruno Henrique, Marquinhos Gabriel (Marlone), Elias (Luciano), Guilherme, Giovanni Augusto (Ángel Romero), André: Técnico: Tite

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Um clássico que acaba sem gols

Na noite desta sexta (20) o time do Criciúma enfrentou o Joinville pela 2ª rodada do Campeonato da Série B. O confronto aconteceu na Arena Joinville e o clássico acabou sem gols. Durante muitos anos o time do sul de SC luta contra um tabu, onde o Criciúma não vence o JEC fora de casa e naquela noite, infelizmente o tabu não foi quebrado.

Douglas Moreira Criciúma (Foto: Fernando Ribeiro/Criciúma EC)

O jogo foi calmo e de muitos lances perdidos e infelizmente um jogo sem gols. Tanto o Criciúma, quanto o JEC arriscaram várias vezes e chegaram muito perto de marcar, porém as finalizações falharam. O primeiro tempo foi mais calmo, sem muitas chances de gol e sem muita velocidade, já no segundo, ambos voltaram com mais raça do vestiário e arriscaram mais, porém o jogo não saiu do 0x0, podendo assim dizer que foi o jogo de destaque dos goleiros.

Mesmo no começo do campeonato não pode haver pontos perdidos, principalmente para estes dois clubes que estão em busca de um acesso para a Série A de 2017. O empate não favoreceu muito para ambos, principalmente para o JEC que ainda não venceu na competição.

Na próxima rodada o Criciúma enfrenta o Goiás no Heriberto Hulse, numa terça (24) à noite e o JEC enfrenta o Bahia na Arena Fonte Nova numa quarta (25).

Mesmo o jogo acontecendo dia de semana e fora de casa, à torcida do Criciúma compareceu, mesmo com poucos torcedores, conseguiram apoiar o clube em mais um jogo.

''Voltaremos, voltaremos. Voltaremos outra vez''

Letícia Figueredo

Derrotado, mas de cabeça erguida

O time de Juiz de Fora viajou para o Rio de Janeiro com um objetivo claro: somar seus primeiros pontos na competição. Porém, a missão não era das mais fáceis, enfrentar a equipe que mantém a maior invencibilidade no futebol brasileiro atualmente. Em partida válida pela 2ª rodada do Brasileirão Série B, Vasco e Tupi se enfrentaram neste sábado (21), em São Januário.

Nenê incomodou a defesa carijó (Foto: Paulo Fernandes/Site oficial do Vasco)
Ricardo Drubscky manteve o esquema que utilizou na estreia, jogando com três volantes. Apesar disso, o treinador promoveu mudanças de algumas peças, promovendo as estreias de dois jogadores entre os titulares: o zagueiro Rodolfo Mol e o meia Marcos Serrato vestiram a camisa Alvinegra pela primeira vez. O time foi armado no 4-4-2 (Glaysson; Formiga, Heitor, Rodolfo Mol e Bruno Costa; Filipe Alves, Rafael Jataí, Marcos Serrato e Jonathan; Thiago Silvy e Giancarlo).

Sobre o jogo

Os visitantes não se intimidaram diante de um adversário difícil e criaram as primeiras chances claras da partida. Logo aos 2 minutos, Jonathan recebeu na direita e bateu cruzado uma bola venenosa, mas Martin Silva conseguiu uma boa defesa. Na sequência do lance, Thiago Silvy finalizou em cima do adversário e Filipe Alves aproveitou a sobra para bater de canhota, carimbando o travessão em um chute de fora da área.

Após o susto, o time da casa passou a dominar a partida e buscar o gol, como era de se esperar. Porém, o Vasco não vivia um dia inspirado - talvez pela falta de um dos jogadores mais importantes no esquema de Jorginho, Andrezinho com um problema muscular, deixou a partida nos primeiros minutos.

O Tupi, por sua vez, teve seus méritos e fazia uma boa partida dentro da sua proposta defensiva. O maior pecado dos jogadores carijós era cometer muitas faltas, sobretudo próximo à área. Em duas delas, o adversário não levou perigo, mas seguiu tentando e era o mais próximo de chegar ao gol.

Luan marcou no fim do primeiro tempo (Foto: Paulo Fernandes/Site oficial do Vasco)
Na terceira, Nenê cobrou falta da direita, Glaysson saiu mal e Luan desviou para o gol, abrindo o placar em São Januário, aos 37 minutos. E assim terminou o primeiro tempo, 1 a 0 para o Vasco, mesmo com poucas chances de gol para ambos, a bola parada resolveu.

Após o intervalo, o Tupi voltou diferente, Henrique entrou no lugar do volante Filipe Alves. A equipe ficou mais ofensiva, porém, nos primeiros minutos o Vasco seguiu dominando a posse de bola, sem efetividade alguma. O treinador, então, não demorou a mexer mais uma vez, colocando Ygor no lugar de Thiago Silvy, aos 13 minutos.

Só na metade da etapa complementar as alterações surtiram efeito e o Galo Carijó criou boas chances de empatar. Na melhor delas, em um contra-ataque puxado por Henrique, que tocou para Marcos Serrato e o volante arriscou de fora da área, acertando novamente o travessão, aos 23 minutos. E quatro minutos depois, novamente Henrique partiu do campo de defesa, tabelou com Giancarlo no meio campo e tocou para Jonathan cruzar da direita, a bola sobrou novamente para Henrique, que finalizou e exigiu uma boa defesa do goleiro uruguaio.

O Tupi vivia seu melhor momento no jogo e esteve perto de empatar. Contudo, aos 32', quando vivia o melhor momento na partida, Jonathan cometeu falta foi expulso e a reação ficou mais difícil. Com isso, o atacante Giancarlo foi sacrificado e o volante Gabriel Sacilotto entrou, o time passou a se defender para evitar que o placar aumentasse.

Depois disso, o adversário cresceu na partida, levando mais perigo e Glaysson conseguiu se redimir da falha do primeiro gol. O time da colina esteve mais perto de marcar aos 37', quando Nenê deu belo passe para Thales, que saiu cara a cara com goleiro e perdeu grande oportunidade. Aos 42', Yago Pikachu bateu na saída do goleiro, que conseguiu mandar para escanteio. Na cobrança, Nenê tentou um gol olímpico e Glaysson novamente fez uma boa defesa.

Entretanto, a partida terminou mesmo 1 a 0, a favor do Vasco. Mais uma vez jogar bem não foi o bastante, o Tupi saiu derrotado no Rio de Janeiro, mas de cabeça erguida. Apesar de não conquistar o seu primeiro ponto no campeonato, o torcedor pôde ver que a equipe está mostrando evolução, porém, ainda é bastante inofensivo e sofre para fazer os gols.

Próximo jogo

O próximo compromisso também não será nada fácil. Na próxima terça-feira (24), o Tupi enfrentará o Paysandu, às 21h30, em casa. E só a vitória interessa para buscar a recuperação na competição, onde o time já se encontra na zona de rebaixamento.

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

Oeste consegue bom empate fora de casa diante do Paysandu

No mangueirão, Rubrão surpreendeu no primeiro tempo com novo comando.


Você deve estar se perguntando, mas que time é esse do Oeste, com uma rodada já trocou de técnico, e metade do time titular pra essa rodada está diferente, verdade. Para surpresa de todos, de última hora nessa semana, o Oeste acertou uma parceria que durará até o final do Brasileirão com o Osasco Audax. Nessa parceria acabou sendo demitido o Técnico Roberto Fonseca e Fernando Diniz assumindo a equipe rubro-negra, e também alguns jogadores do Audax serão utilizados pela equipe do Oeste, juntamente com os jogadores que já estavam com o Rubrão, os demais reservas de ambas as equipes irão disputar a Série D com o Osasco Audax. A parceria também foi fruto do time não poder jogar em Itápolis por conta da não liberação do Estádio, normas do Corpo de Bombeiros acabaram não liberando.

Mas agora vamos falar sobre o jogo, no qual o Oeste surpreendeu no primeiro tempo e foi melhor na primeira etapa, o Paysandu não esperava que o Oeste iria vir dessa forma para Belém, o time jogou bem diferente do que na rodada passada, percebia que o time estava tocando mais a bola, segurando mais o jogo, tendo mais posse de bola, e acabando com o costume do "chutão" que irritava o torcedor, essa que já é uma ideologia do Técnico Fernando Diniz.

O jogo começou bem truncado, o Paysandu pressionou bastante e por pouco não abriu o placar logo de início, mas o Oeste também atacava, e aos 38' minutos do primeiro tempo, em uma bela jogada bem trabalhada pelo Oeste, acabou sobrando pro Ricardo Bueno, que não desperdiçou e mandou para o fundo das redes, abrindo o placar para surpresa da equipe mandante.

No segundo tempo, já foi um pouco diferente, o Rubrão caiu de rendimento, e o Paysandu pressionava, estava em busca do empate. E em alguns momentos quase o Oeste ampliou com Léo Arthur, que começou bem na partida, o goleiro do Oeste Felipe Alves assustou várias vezes o narrador e o torcedor Oestino, pela forma que costuma jogar aplicado por Diniz, que é jogar mais como um líbero, tocar a bola ao invés de dar o chutão pra frente. O Paysandu de tanto tentar, acabou empatando aos 27 minutos do segundo tempo.

Acredito que agora, uma opinião de torcedor se o Oeste continuar jogando dessa forma poderá pelo menos brigar por meio de tabela, ou quem sabe a zebra de brigar por G-4, tudo pode acontecer, Fernando Diniz não teve muito tempo ainda pra trabalhar a equipe, mas o pouco que mostrou em campo ontem, me agradou a forma que o time jogou.

O Oeste volta a campo na próxima terça-feira, contra o CRB na Arena Barueri, em Barueri às 19h15.

VAMOS OESTE!

A prova de fogo

Todos os olhos estavam voltados para o mais novo técnico português do Cruzeiro, e na noite de ontem, Paulo Bento passou por uma prova de fogo na estreia, pois se perdesse no seu primeiro jogo, a imprensa juntamente com alguns torcedores já tinham seus argumentos prontos para difamar o treinador, porém para infelicidade de muitos e alegria de milhões, a Raposa não se intimou pelo placar de 2x0 e buscou e conquistou o empate, talvez um empate com gosto de derrota, mas somamos mais um ponto. Preferíamos a vitoria, sem duvida, entretanto vamos com calma foi apenas à primeira partida que o time celeste teve a participação de um técnico.

Site Oficial do Cruzeiro
Até porque se a Raposa não mudasse o modo de jogar teria treino após o duelo, brincadeiras a parte, só para lembrar que o Cruzeiro fez um treino leve no dia do jogo e hoje pela manhã novamente, acabou a moleza na Toca II. He-Man conhecido também como Rafael Moura marcou duas vezes para o Figueirense, enquanto Élber e Douglas Coutinho igualaram para o Maior de Minas.

O próximo compromisso da Raposa pelo Brasileirão será contra o Santa Cruz no estádio Arruda, em Recife-PE, na quarta-feira ás 21h45min, pensem em um adversário difícil, então pensem no Santa Cruz, temos pedreira pela frente e lembrando que a Raposa ainda almeja sua primeira vitória no campeonato.

Sobre o jogo:

Um Cruzeiro com mais posse de bola, ofensivo, sem medo, com boa marcação na saída de bola, zagueiros saindo para disputa de bola, um controle da partida inacreditável, e o melhor os jogadores querem jogar e mostrar serviço, esse Paulo é Bento mesmo, as falhas que tanto irritavam nos cruzeirenses diminuíram, apesar de ainda existir, mas acredito que com ao longo do tempo o Cruzeiro que tanto amamos irá voltar e surpreender a todos.

Dizem que essa semana os jogadores tiveram uma aula de táticas e desse modo o professor apostou no famoso 4-2-3-1, uma coisa que poucos observaram na partida de ontem é que o esquema tático cruzeirense mudava de acordo com o estilo de jogo, impressionante.

07 finalizações em 20 minutos e com 70% de posse de bola, grande evolução antes era umas três finalizações durante o jogo todo, a Raposa veio assustar aos 07’ com Pisano que chutou rasteiro de primeira e Fernandez defendeu.

O Figueirense se defendia bem e o Cruzeiro encontrava dificuldades para criar suas jogadas, até Gino, Pisano e Arrascaeta se arriscaram para tentar abrir o marcador.

Até os 40’, o jogo estava sem praticamente sem emoções, acho que Rafael Moura também pensou isso, quando resolveu balançar as redes, após uma boa jogada, Jefferson cruzou e He-Man apareceu sozinho para cabecear e abrir o placar, o mais frustrante é que a Raposa estava muito bem na partida e apenas um deslize do zagueiro Bruno Rodrigo para complicar, a partir do gol, era de se esperar que o Cruzeiro fosse ficar ansioso e ao mesmo tempo nervoso.

Para a etapa complementar, o Figueira voltou com a mesma proposta de jogo e o Cruzeiro retornou tranquilo e manteve o foco, sabe aquele ditado de não cometer o mesmo erro duas vezes? Bom, isso não se aplicou a Raposa, pois o mesmo erro ocorrido no primeiro tempo que foi uma falha na zaga aconteceu novamente e Rafael Moura sem perdão marcou o segundo, a verdade é que não deu tempo nem de comemorar, pois um minuto depois Élber marcou um golaço para diminuir para a equipe mineira.

Site Oficial do Cruzeiro
O empate cruzeirense veio acontecer aos 17’, em cruzamento na área, Douglas Coutinho cabeceou do jeito que deu e encobriu o goleiro e igualando tudo no Gigante da Pampulha, o Cruzeiro estava mais perto de marcar o terceiro gol do que o Figueirense, ao contrario da primeira etapa, o segundo tempo foi de emoção do começo até o apito final.

@Paulinha_CEC
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