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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Atlético vence o Brasil e embala na série B

Saudações Rubro-Negras!

O Atlético venceu o Brasil de Pelotas pela segunda rodada da Série B pelo placar de 1x0 no estádio Serra Dourada, o gol foi marcado por Alison, numa pancada de fora da área e contando com a ajuda de Eduardo Martini, aos 37 minutos do segundo tempo.

A união é a principal arma atleticana
O jogo em si foi o mesmo do começo ao fim, o Dragão jogou no campo de ataque tentando achar brechas na defesa do adversário enquanto o Xavante, com uma postura de quem queria apenas empatar, apostava no contra-ataque.

No primeiro tempo, com 15min, o Brasil chegou com perigo em um chute de longa distância, Klever conseguiu fazer a defesa sem problemas e na jogada seguinte Matheus Ribeiro errou o cruzamento e quase fez um golaço. O Atlético chegou aos 33 com Michel, em um balaço de fora da área e uma boa defesa foi feita por Martini. O Brasil ainda chegou mais uma vez no fim do primeiro tempo em um chutaço de Marlon, porém Klever fez uma brilhante defesa.

Na segunda etapa o ritmo não caiu, o Dragão chegou com Michel logo no início em um chute perigoso de fora da área que passou ao lado da trave direita de Martini, esse que fez uma boa defesa em cobrança de falta de Romário logo após. Pouco depois o Brasil fez sua ultima aparição no ataque em chute forte de Diogo Oliveira, mas o resultado não iria ficar no 0x0.

Alison marcou seu segundo gol no ano
O gol de Alison veio para lavar a alma de todos no Serra Dourada, o time atleticano atacou por todo tempo e esbarrava na defesa gaúcha. O goleiro Xavante chegou a fazer cera com 10 minutos de jogo, os Deuses do Futebol não perdoam senhor Eduardo Martini, o castigo veio do pé direito de Alison e sua espalmada para dentro do gol.

Na próxima rodada, o Dragão irá até Fortaleza onde enfrentará o Ceará, na Arena Castelão, e vai em busca de manter os 100% de aproveitamento. Provavelmente o técnico Marcelo Cabo irá repetir o time que venceu o Brasil e irá com: Klever, Matheus Ribeiro, Marllon, Lino e Romário; Michel, Pedro Bambu, Magno Cruz, Luis Fernando, Gilsinho e Júnior Viçosa.

Dragão já embarcou para Fortaleza!
Ficha Técnica
Atlético 1x0 Brasil de Pelotas

Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 20/05/2016
Hora: 19h15
Árbitro: Caio Augusto Vieira (RN)
Assistentes: Lorival Candido das Flores (RN) e Lucas Costa Modesto (DF)
Gol: Alison
Cartão amarelo: Wender (Brasil-RS)
Público pagante: 631
Público total: 1.118
Renda: R$ 13.200

Atlético: Kléver; Matheus Ribeiro (Caíque), Marllon, Lino e Romário; Pedro Bambu, Michel, Magno Cruz (Caion) e Luiz Fernando; Gilsinho (Alison) e Júnior Viçosa. Técnico: Marcelo Cabo

Brasil de Pelotas: Eduardo Martini; Wender, Leandro Camilo, Cirilo e Marlon; Leandro Leite, Washington, Diogo Oliveira e Marcos Paraná (Nena); Felipe Garcia (Marcão) e Ramon (Nathan). Técnico: Rogério Zimmermann

Corinthians vacila, Domingues decide e Vitória vence de virada

Foto: ECVitória / Divulgação
O Vitória não vencia o Corinthians Paulista há 12 anos, era um tabu que já passava da hora de cair. E veio num momento em que poucos acreditavam no triunfo Rubro Negro devido ao momento que o time se encontrava. O Vitória aproveitou as chances que teve e venceu um time de TOPO e sempre bem organizado, que dificilmente tomará novamente três gols na competição.

RESUMO

Mancini surpreendeu em não se precaver dentro de um sistema 4-1-4-1 ou 4-4-2 com linhas. Foi mais corajoso ainda em manter Leandro Domingues no time titular após cinco jogos horrorosos do meia.

Tite, como sempre, avalia sistemas de jogo como só números, e diz que começa no 4-1-4-1, mas a partir daí a movimentação de seu time é toda bem sincronizada e pode espelhar diversas formações como 4-4-1-1 / 4-1-2-3 / 4-4-2 / 4-2-3-1 como sempre esclarece em entrevistas.

Daí a minha tese em se avaliar sistema de jogo em três fases: Inicial, sem a bola e com a bola. Mas o que fica mesmo nesse Corinthians é o padrão de jogo, pois seja qual for a formação, os treinamentos são de superioridade numérica pelos flancos, ultrapassagens, triangulações para passar bolas limpas do fundo do campo para a área. Paralelo a isso, bastante diagonais do lado contrario e infiltrações que visam tirar a atenção dos zagueiros.

Mancini tentou a proposta de marcar alto dentro do seu 4-2-1-3 e não teve sucesso pela qualidade do adversário e não por falta de tentativa, é bom que isso fique CLARO. O Corinthians dominou o meio campo e teve varias chances de gols, tanto quando fez o jogo propositor e quando contra atacou.

Mas o Vitória teve duas boas chances, uma com Ramon e outra limpa com Marinho, porém, faltou tranquilidade ao jogador ainda na primeira etapa.

Não dá para enfrentar os gigantes de peito aberto e Mancini mudou a estratégia no segundo tempo após conseguir o empate. Resultado que só saiu após gritarmos muito na arquibancada para tirar Welison, que sentiu o jogo e o campeonato, e como lateral já deu. O torcedor perdeu a confiança e o grupo também por jogar improvisado.

Quando o Corinthians quis reagir, já não encontrou tantas facilidades, mesmo com nossa primeira linha atuando em falso pelo mau momento de Ramon e Welison, e até mesmo Norberto que foi apenas razoável. Victor Ramos, apesar de falhar em alguns lances 1x1, jogou bem se levarmos em consideração que nossos volantes não fazem coberturas a laterais e, quando nossos extremos não retornam no combate dos laterais adversário, estoura tudo nos zagueiros.

Basta ver que os dois gols do adversário foram de seus laterais. Mas o Vitória foi valente e disciplinado na segunda etapa. A movimentação esplêndida dos comandos de Tite na primeira etapa trouxe o Vitória de volta ao Campeonato no segundo tempo, fizeram a ficha de nossos atletas cair de uma vez por todas, que só na técnica não dá e nos adaptamos. 

Precisamos de muita mais dedicação a forma de jogar, mais reforços individuais e melhores estratégias de jogo e proposta.



Foi quando Renan desarmou Elias e o que cobro aconteceu, estávamos prontos e armados para ser reativos, a bola voltou e tinham quatro do Vitória, todos bem compactados. Aí Leandro Domingues tirou um coelho da cartola e deixou Kieza em condições de fazer o que mais gosta, gol.





Fazer três gols no Corinthians é algo animador. Mas incorremos nos mesmos erros do jogo contra o Santa Cruz no primeiro tempo, em que Grafite matou o jogo para eles. Ontem o time paulista não fez o mesmo e foi penalizado.

Nossas transições continuam a carecer de melhoras. Nosso individual tem que voltar a crescer, e que Domingues possa de vez acordar com a atuação consistente que fez, mas ainda longe do seu melhor.

Quarta feira temos um jogo de seis pontos e dentro da competição numero 4. Nesses jogos temos que comer ainda mais grama.

No mais, adeus TABU!


Seja Sócio SMV!

É isso aí galera!

Por @AdsonPiedade


FICHA TÉCNICA:
VITÓRIA 3 X 2 CORINTHIANS

Data e hora: 22/5, às 16h.
Local: Barradão, em Salvador (BA).
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-SC)
Auxiliares: Kleber Lucio Gil (Fifa-SC) e Bruno Boschilia (Fifa-PR).
Cartões amarelos: José Welison, Diego Renan, Vander, Norberto (Vitória), Balbuena, Elias, André, Bruno Henrique (Corinthians)
Cartão vermelho: Vander (Vitória)
Público/renda: 12.417/R$ 314.847,00

GOLS: Uendel, aos 25/1º T (0-1), Leandro Domingues, aos 29/1º T (1-1), Fagner, aos 38/1ºT (1-2), Marinho, aos 11/2ºT (2-2) e Kieza, aos 19/2ºT (3-2).

VITÓRIA: Fernando Miguel; José Welison (Norberto, aos 9/2ºT), Victor Ramos, Ramon e Diego Renan; Amaral, Marcelo, Leandro Domingues (Tiago Real, aos 29/2ºT) e Marinho; Vander e Kieza (Dagoberto, aos 37/2ºT). Técnico: Vagner Mancini.

CORINTHIANS: Walter; Fagner, Felipe, Balbuena e Uendel; Bruno Henrique; Marquinhos Gabriel (Marlone, aos 25/2ºT), Elias (Luciano, aos 34/2ºT), Guilherme e Giovanni Augusto (Romero, aos 30/2ºT); André. Técnico: Tite

Duas rodadas e duas derrotas: até que ponto preocupa?

A Série B não começou nada fácil para o Tupi. Após perder para o Goiás na estreia, em Juiz de Fora, o time voltou a sofrer um revés, desta vez diante do Vasco da Gama, no Rio de JaneiroAmbas as derrotas foram por 1 a 0, em que a equipe teve boas atuações dentro das suas limitações e poderia ter empatado, mas não conseguiu.

Luan comemora o gol da vitória do Vasco contra o Tupi (Foto: Gazetapress)
Para Ricardo Drubscky, o time merecia "Sorte melhor" contra o Esmeraldino. E contra o Cruzmaltino, a declaração do técnico foi parecida ao dizer "Sorte não nos premiou". Talvez realmente tenha faltado uma dose de sorte, mas isso é relativo, já que também faltou competência e objetividade. Os adversários conseguiram ser efetivos e tiveram seus méritos para vencerem.

Podemos dizer que todos sabiam que seria dessa forma. Refiro-me à sequência de jogos difíceis contra adversários que, teoricamente, lutarão pelo acesso no fim do campeonato, mas a briga do Tupi não é contra Goiás e Vasco. Com uma cota de TV e patrocínios bastante inferiores, consequentemente o clube de Juiz de Fora tem um elenco mais limitado e a realidade é brigar no outro extremo da tabela.

No entanto, não somar nenhum ponto nas duas primeiras rodadas e frequentar a temida zona de rebaixamento são coisas que sempre preocupam - e muito. Se as duas primeiras rodadas não serviram para pontuar, pelo menos a torcida pôde conhecer alguns jogadores, ter uma noção sobre a qualidade do elenco e criar expectativas para a sequência da competição, sejam elas boas ou ruins. Após duas partidas, já podemos perceber alguns aspectos positivos e outros negativos na "nova equipe", que conta com vários jogadores contratados depois do estadual. 

Não há motivo para se desesperar, foram derrotas "normais", poucos times que lutarão contra a degola somarão pontos contra esses adversários que o Galo Carijó enfrentou. Contudo, é preciso "abrir o olho" nos próximos jogos, será importante fazer mudanças na equipe, que sofre para levar perigo ao adversário. 

O técnico tem a confiança da torcida, mas até quando irá essa paciência? (Foto: Reprodução/SporTV)
Se a defesa parece estar ajustada, por outro lado o ataque ainda não marcou nenhum gol. E isso tem muito a ver com a criação, Jonathan já demonstrou não ser o jogador ideal para ser o armador e talvez possa ser aproveitado em outro setor. Expulso no último jogo, o meia será um desfalque por estar suspenso. É uma boa oportunidade de testar algo diferente.

Na próxima rodada, o desafio também será difícil, mas tem jogo fácil nessa competição? Apesar disso, o time precisa fazer valer o mando de campo contra o Paysandu, que conquistou o Campeonato Paraense e a Copa Verde nesta temporada, porém, não vive grande fase. O Papão está há quatro partidas sem vencer somando todas competições e empatou nas duas primeiras rodadas da Série B. Se o Alvinegro quiser deixar a zona de rebaixamento, precisa somar seus primeiros pontos no campeonato já nesta terça-feira (24), do contrário a preocupação será ainda maior.

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

Arbitragem tira a primeira vitória do Furacão

Técnico do Atlético-PR é expulso ainda no primeiro tempo. (foto: Paraná Online)
Em partida marcada por erros da arbitragem, Furacão sai na frente, se defende bem, mas acaba sendo prejudicado no fim e vê xará mineiro arrancar empate dentro da Arena da Baixada.

O resultado de igualdade entre as duas equipes tenha sido justo, pois o galo mineiro mesmo desfalcado tem um time muito qualificado e dominou grande parte da partida. Entretanto, a torcida rubro-negra saiu muito chateada pelo modo que foi conduzida a partida pelo Sr. Flávio Rodrigues Guerra, que inverteu grande parte das faltas e assinalou uma penalidade no mínimo questionável a favor do Atlético-MG (um lance idêntico do outro lado não foi marcado).

O jogo

Com a bola rolando, o jogo começou eletrizante e logo no primeiro minuto os mineiros tiveram a oportunidade de abrir o marcador, quando seus atacantes ganharam na corrida da defesa paranaense, mas esbararam na boa defesa de Weverton. Após o susto, os donos da casa equilibraram as ações da partida e aos 9', Ewandro faz boa jogada pela esquerda e cruza para André Lima abrir o placar.

Atrás no marcador, o Galo mineiro dominava o meio campo com toques envolventes e criava mais, porém, não conseguia levar muito perigo ao gol de Weverton. Após uma série de lances investidos, Paulo Autuori perdeu a cabeça com a arbitragem e foi expulso de campo (sim, Paulo Autuori, que sempre é um cara tranquilo, perdeu a cabeça).

Na volta do segundo tempo, o time do Atlético-PR continuou se defendendo bem e, com a entrada de Walter no lugar de André Lima, passou a segurar um pouco mais a bola no ataque. Já pelo lado dos mineiros, a entrada de Dátolo fez com que o time perdesse um pouco do domínio que vinha tendo.

Aos 30 minutos da etapa final, quando o Galo já demonstrava um certo cansaço, foi a vez do Sr. Flávio Rodrigues Guerra entrar mais um vez em cena e anotar uma penalidade ao Atlético-MG, que foi convertida por Cazares. A partida ainda teve um gol de Thiago Heleno anulado e a não marcação de uma penalidade a favor do Furacão. Ao som de palmas irônicas que vinham as arquibancadas, a partida terminou com o empate de 1x1.

O Furacão segue em busca da primeira vitória no Campeonato Brasileiro e o próximo compromisso agora é na quarta-feira, às 19h30, contra o Botafogo. A partida acontecerá em Juiz de Fora e também marcará a primeira vez que a cidade recebe o time rubro-negro em partidas do Brasileirão.


SRN

Antigos erros, novos problemas: Empate com sabor amargo

O ano de 2016 já passou de maio, a temporada futebolística no Brasil chegou a sua metade e o torcedor do Bahia ainda não conseguiu esboçar um sorriso que não fosse amarelo vendo seu time jogar.  No início uma equipe pragmática, pouco intensa, nada inspirada e que acumulava bons resultados, recordes de aproveitamento e números positivos contra equipes em formação [como o próprio Bahia] de qualidade duvidosa. Depois uma equipe aplicada, ainda pouco inspirada, que esbarrava em erros individuais bobos e em apresentações coletivas medíocres e modorrentas – o que custou duas derrotas em clássicos e eliminação na semifinal da Copa Nordeste. Quanto Doriva estava no CADAFALSO, com a corda no pescoço e esperando apenas o carrasco tirar-lhe o chão, ocorreu um PLOT TWIST típico dessas séries televisivas que todo mundo gosta: Time jogou bem, massacrou o rival, venceu e convenceu e mesmo sem levantar a Taça do Baianinho [um abraço, Vuaden!] deu um fio de esperança à torcida que já desacreditava da capacidade do time – e de seu treinador a reboque.

Vieram então dois confrontos contra o América-MG pela Copa do Brasil e a impressão que o desempenho do Bahia no clássico da final local veio para ficar [incluindo os defeitos]: Duas boas apresentações, domínio territorial, posse de bola, volume de jogo e... Chances desperdiçadas e eliminação. Claro, a juizada estava lá de novo dando AQUELA forcinha, empurrando bêbado na ladeira, mas o time mostrou uma consistência de jogo elogiável. O resultado veio na estreia da B contra o Avaí, com o mesmo roteiro: Gols perdidos a granel, e o time insistindo em dificultar uma partida que parecia fácil, mesmo com um jogador a mais durante a maior parte do jogo.

Contra o Paraná o desafio era claro: Fazer o volume ofensivo ser convertido em gols e, enfim, vencer sem maiores percalços. A escalação obedecia à coerência do desempenho do time; voltavam Lucas Fonseca, Danilo e Paulo Roberto que saíram da equipe por motivos físicos. Hayner substituía Tinga dentro do mesmo critério - acertado - de rodar o elenco de forma prudente para manter o grupo no mesmo nível e não expor ninguém a mais lesões que aquelas que já desfalcam a equipe.

Mas então rolou a bola no Durival de Brito e o time pareceu ter esquecido como jogar. Nem sombra da equipe das partidas recentes. Dificuldade para chegar ao campo ofensivo, erros de passe, atuações individuais sofríveis, lentidão na transição ofensiva, jogadores perdendo os confrontos individuais e muitas posses entregadas ao Paraná em erros não forçados. Algo bisonho. Nenhuma chance construída, um único chute a gol [que passou longe da meta] de Danilo Pires que tinha melhores opções pra passe – só uma das muitas decisões erradas que ele tomou no jogo.

Danilo é o retrato do Bahia na série B: Ótimo na fase defensiva, mal na conclusão de jogadas
O Paraná também pouco incomodou. Uma ou outra bola cruzada, mas muita incapacidade de articulação ofensiva, pouca presença no último terço do campo e quase nenhuma triangulação perigosa. Lomba sujou o uniforme em um bom cabeceio após cruzamento originado pela direita da defesa – a combinação Heyner-Lucas Fonseca naquele setor foi sempre um ponto frágil explorado de forma ineficiente. Para alegria de quem ama o bom futebol a primeira etapa acabou, ainda que parecesse ter durado 4 horas.

Com a contusão de Moisés [substituído por Luisinho] e a entrada de Juninho, a postura do time em campo mudou completamente. O time voltou mais assertivo, menos displicente na execução e mais veloz na transição para o ataque. O primeiro passe melhorou absurdamente com um volante construtor [Juninho] que já merece outra chance de titular após as últimas apresentações. Time passou a chegar mais ‘inteiro’ no último terço, a ter superioridade numérica pelos lados, a criar chances de gol... E perdê-los.  De todas as formas. Pior até que contra o América, já que apenas em uma finalização de cabeça de Danilo Pires o goleiro foi obrigado a fazer boa defesa. Parou na trave duas vezes. Errou cabeceio na pequena área, desperdiçou escanteios e faltas laterais, chutou torto de frente para a meta... Sem falar dos recorrentes erros na hora do passe final.  Tomadas de decisão não tem sido o forte do time, e esse é um quesito preocupante, é a eficiência que faz o time conquistar o resultado e ter tranquilidade na caminhada para o acesso. Ontem uma conclusão de Nadson que acertou a trave de Lomba no final do jogo quase seria um castigo mais duro do que o time realmente merecia.

Mapa de finalizações mostra que eficiência do Bahia continua muito baixa na hora de concluir as jogadas
Para isso é necessário que o Bahia melhore MUITO sua eficiência na hora de concluir as jogadas. E que apagões como o do primeiro tempo ontem não se repitam, pois contra equipes mais qualificadas o prejuízo seria ainda maior. Que o retorno de Hernane, Edigar Junio e a estreia de Cajá eleve o nível de disputa por espaço no time na parte ofensiva. E que isso resulte em melhores conclusões e GOLS que é o que a torcida merece e quer.

NOTAS SOBRE ELE [O EMPATE]

- São apenas três jogos, mas é espetacular a sustentação defensiva que Jackson deu ao time. Antecipa, desarma, ganha pelo alto. Pode melhorar mais na saída de bola, ainda erra umas esticadas bobas.

- Lucas Fonseca por outro lado segue estabanado. Doriva coloca seu pescoço na guilhotina por ele ao preterir Éder, mas Lucas ainda não retribuiu a confiança com uma atuação segura. Muitas saídas para combater em vão, lentidão na cobertura e espanadas desastrosas.

- Antes da Série B muito se falava da necessidade de outra opção para a lateral direita, algo que eu concordava. Tinga ainda não rendeu no período pós-contusão e Hayner ainda tá em processo de maturação no jogo de ontem cometeu erros bobos de posicionamento na defesa e foi muito mal na sua principal virtude – o apoio. Mercado tá ruim, mas é recomendável buscar um nome que agregue a time.

- Parece que o período de ‘adaptação’ que Doriva usava para relativizar as más atuações de Thiago Ribeiro acabou. Terceiro jogo em que ele é substituído pelo treinador, muito justamente por sinal. Quando Hernane e Edigar Junio retornarem é provável que eles [Doriva e Thiago] fiquem lado a lado no banco de reservas.

- De ‘pior atacante’ a jogador mais produtivo do ataque tricolor nas últimas partidas, que mudança no STATUS de Zé Roberto. Isso só prova o quanto futebol é dinâmico e que é preciso ter paciência e saber aproveitar as oportunidades – nada é definitivo.

- Bahia é o time que mais cria chances na Série B, o que assusta é o baixo índice de acerto. Trocar o treinador agora seria como mexer no motor de um carro que o problema principal e o desalinhamento dos pneus.

Bahia tem criado bastante situações de gols. Tem que colocar o pé na forma pra não se complicar

Dados estatísticos: Footstats

Alex Rolim - @rolimpato - #BBMP

Sampaio acumula sua segunda derrota na Série B


O Sampaio Corrêa enfrentou a primeira das muitas longas viagens que fará nesta Série B. O time foi a Florianópolis, em Santa Catarina, encarar o Avaí, na Ressacada, sob o comando do técnico interino Arlindo Maracanã, recentemente aposentado dos gramados, após a demissão do sérvio Dejan Petkovic. O “velho” Maraca já havia desempenhado essa função no ano passado na estréia da Série B com triunfo sobre o Vitória e na derrota para o Palmeiras na Copa do Brasil.

Os dois times ainda não convenceram na temporada. O Sampaio não conseguiu a classificação na fase de grupos da Copa do Nordeste e perdeu a final do Maranhense. Já o Avaí fez uma campanha ruim no Catarinense e foi eliminado na Copa do Brasil para o Operário-PR. Precisando convencer, os dois deveriam fazer um duelo para ganhar confiança, superando o revés da primeira rodada.

O Sampaio foi a campo com três volantes e dois atacantes, formação bem diferente da constantemente usada pelo ex-treinador. Arlindo fez algumas trocas na equipe titular e promoveu as estréias de Gedeilson na lateral direita e de Max no comando do ataque. O volante Daniel Amora e o zagueiro Eli Sabiá fizeram sua primeira partida como titulares. Ruan voltou à meta tricolor no lugar de Rafael que não conquistou a confiança do torcedor boliviano. Outro que voltou ao onze tricolor foi o volante Auremir, muito utilizado no início da temporada. A proposta do técnico Maracanã era ter uma maior compactação e diminuir a possibilidade de erros de passe para não dar a bola para o Avaí. O técnico Silas, do clube catarinense, armou um time teoricamente bastante ofensivo, com três meias, sem volantes de origem e três atacantes. A ideia era ter mais posse de bola e controlar as ações ofensivas.

O jogo inicia de forma lenta. Aos 8 minutos, o Avaí se lançou ao ataque e após cruzamento pela esquerda de João Paulo, o zagueiro Eli Sabiá cortou errado contra o próprio gol, mas Ruan fez boa defesa, evitando o gol. Aos 13 minutos, mais uma ação do Avaí. Desta vez, Vinicius Pacheco encontra espaço e liberdade para pensar entre os marcadores e chuta da entrada da área, sem sofrer pressão. A bola passa com certo perigo ao lado do poste direito. Somente aos 18 minutos, o tricolor maranhense teve a sua primeira ação ofensiva efetiva. Cruzamento de Guilherme Santos pela esquerda para a finalização de Edgar, sem susto para o goleiro Renan.

O jogo continua monótono, sem grandes chances de gol. Max recebe bom passe de Pedrinho na entrada da área e prefere a finalização equivocada que desvia no zagueiro adversário a tocar a bola para Edgar que estava livre pela esquerda e com melhor condição para finalizar. Aos 29, cobrança de falta para o Avaí. João Paulo efetua a cobrança, mas a bola passa ao lado direito do gol defendido por Ruan. A partida chega aos seus cinco minutos finais sem chutes diretos ao gol das duas equipes. Mas aos 40 minutos, o zagueiro Gabriel carrega a bola pelo meio de campo e enfia pela direita, em profundidade, para Tauã. Ele faz o cruzamento rasteiro para William, que se adianta à marcação e finaliza para o gol. A bola passa por debaixo do goleiro Ruan para o fundo das redes, abrindo o placar na Ressacada. Era um chute defensável, apesar da velocidade da bola. Falha do arqueiro tricolor.

Nos minutos finais, o meia Vinicius Pacheco sofre uma preocupante lesão e deixa o estádio de ambulância direto para o hospital. Tatá entra em seu lugar. O primeiro tempo termina com apenas uma finalização certa, que ocasionou o gol avaiano.

O jogo teve um início muito morno, com o Sampaio tímido, mas tentando jogar compactado, estudando o Avaí e esperando suas ações. Por sua vez, o Avaí tocava bem a bola, mas sem muita objetividade. A primeira etapa não teve grandes emoções, além do gol. O Sampaio não conseguiu converter a superioridade numérica no meio de campo em posse de bola e sobrecarrega o meia Pedrinho na armação. Poucas vezes se viu algum dos volantes ajudando no setor de criação. Conseqüentemente, a bola não chega ao ataque e nas duas oportunidades que teve não concluiu as jogadas com qualidade. O Avaí por ter três meias de armação deveria criar mais oportunidades, mas não funcionou a tentativa do seu treinador.

No intervalo, o tricolor maranhense fez a sua primeira substituição. Arlindo Maracanã sacou Daniel Amora e promoveu mais uma estréia. Gustavo Marmentini, meia-atacante que estava emprestado pelo Atlético-PR ao Luverdense, entra em seu lugar para tentar municiar com qualidade o ataque maranhense e aproveitar a falta de jogadores com característica forte de marcação no meio de campo do time do Avaí.

O segundo tempo inicia com os dois times mais dispostos a buscarem os gols. E aos 3 minutos, após uma jogada individual, o atacante Tauã finalizou à esquerda do gol sem susto para o goleiro Ruan. Aos 10 minutos, chance clara de gol para o Avaí. Bola enfiada entre os zagueiros para a velocidade de Tatá. O meia avaiano finaliza, mas o arqueiro tricolor sai bem do gol, diminuindo o ângulo de chute, e defende o chute. Logo em seguida, jogada em velocidade de Tauã pelo flanco direito, encontrando a defesa maranhense desguarnecida e finaliza, mas Ruan defende com segurança.

O Sampaio que tinha a proposta de jogar compactado segue dando espaço para as investidas nos contra-ataques pelas laterais do time catarinense. Aos 17 minutos, substituição no tricolor maranhense. Pedrinho sai para a entrada de Pimentinha, na tentativa de explorar as bolas longas com a velocidade do atacante e em suas jogadas individuais criar oportunidades de gol. O Avaí também faz mais uma mudança. Tira o artilheiro do jogo William e coloca em seu lugar o atacante Lucas Coelho.

Aos 23 minutos, Gedeilson perde a bola no setor defensivo do Sampaio para Romarinho que invade a área e finaliza para a defesa de Ruan. No minuto seguinte, os dois treinadores fazem suas últimas alterações. No Sampaio, sai Max e entra o centroavante Carlos Alberto. No Avaí, o meia Rafinha entra na vaga de Romarinho. Como sempre, pelo Sampaio Edgar é quem ainda tenta desequilibrar. Em bela jogada pela esquerda, ele invade a área na diagonal e limpa os defensores, mas na finalização a bola desvia na zaga e sai pela linha de fundo. No minuto após a jogada, Pimentinha carrega a bola pela direita, corta para dentro, clareia o espaço e chuta de fora da área. A bola passa rasteiro ao lado do gol de Renan.

Os dois times continuam sem muita criatividade e trocando passes sem objetividade. Somente aos 45 minutos surge um acontecimento relevante. O Sampaio tem nova chance de gol. Carlos Alberto recebeu bom passe de Pimentinha na entrada da área, fez o pivô e rolou para a esquerda para Edgar sozinho finalizar por cima do gol. Já nos acréscimos, no último minuto, Tatá aproveitou a indecisão de Levi e Eli Sabiá que se atrapalharam numa bola alta na intermediária e ficou com a sobra. Ele vê o goleiro Ruan adiantado e chuta por cobertura, fazendo um belo gol e liquidando o placar. Não havia mais tempo para nada. O Sampaio amarga a sua segunda derrota no Campeonato Brasileiro e o Avaí consegue a sua primeira vitória na competição.

O jogo foi muito fraco, com os dois times apáticos na maior parte do tempo. Os goleiros quase não trabalharam e o Sampaio não finalizou certo uma vez sequer. Foi muito pouco para o que se esperava de duas equipes em busca de afirmação. O Tricolor de São Pantaleão continua esbarrando na deficiência da sua defesa, apesar de não muito exigida e não comprometer tanto nesse jogo, e na ineficiência do seu setor de criação. O Sampaio ainda sente falta de um bom meia armador que dê maior qualidade ao meio de campo. O meia Rubens, contratado junto ao Imperatriz, ainda não fez a sua reestréia, mas tem a desconfiança dos torcedores quanto a sua capacidade para uma competição de grande exigência. A torcida boliviana ainda aguarda reforços sob a promessa de melhoria na equipe para a seqüência do Brasileiro e Copa do Brasil. O experiente volante Léo Gago, contratado na semana passada, ainda não foi regularizado, mas certamente será de grande importância para o time, dando mais segurança ao setor defensivo e ajudando, como em suas passagens por outros clubes, com gols de fora da área e em cobranças de falta.

A sequência desgastante de jogos da Bolívia Querida continua. A próxima partida pelo Brasileiro Série B será contra o Paraná, no Castelão, na próxima terça-feira, dia 24, às 19h.

FICHA TÉCNICA: 
Local: Estádio Aderbal Ramos da Silva (Ressacada), em Florianópolis (SC), 21 de maio de 2016 (Sábado), 16h (de Brasília)
AVAÍ: Renan; Renato, Gabriel, André Santos, João Paulo; Lucas de Sá, Jájá, Vinicius Pacheco; Romarinho, Tauã e William. Técnico: Paulo Silas
SAMPAIO: Ruan; Gedeilson, Eli Sabiá, Rodrigo Arroz e Guilherme Santos; Auremir, Levi, Daniel Amora (Gustavo Marmentini), Pedrinho (Pimentinha); Edgar e Max (Carlos Alberto). Técnico: Arlindo Maracanã
Cartões Amarelos: Tatá (Avaí); Guilherme Santos (Sampaio)

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Vocês precisam entender o que é o Flamengo

Diretoria, comissão técnica e jogadores do Clube de Regatas do Flamengo, isto é uma carta aberta a vocês.


Vocês precisam entender o que é o Flamengo. O que é essa camisa vermelha e preta que, mesmo surrada e exausta pelos anos de vexames, representa muito mais do que cores em um tecido. É muito mais do que vesti-la minutos antes de uma partida e ir a campo. O Flamengo é aquilo que não se pode definir, pois não há definição para algo tão grande.

Colocar uma camisa rubro-negra é como ir à luta e saber que você pode enfrentar qualquer batalha, dentro ou fora de campo. Se todos os dias encontramos torcedores com as cores que tanto amam por aí é porque eles lutam diariamente suas batalhas particulares. E é neles que vocês devem pensar quando lutarem as suas batalhas particulares.

Vocês devem lembrar-se daquele cara que mora longe e faz um esforço fora do comum apenas para ver esse time. De pessoas que largam tudo pelo simples prazer de vê-los brilharem. Lembrem-se de quem ignora problemas físicos, financeiros e emocionais para estar lá. Lembrem-se de pessoas que, assim como eu, se apoiam nesse clube para aguentar as porradas que a vida dá.

Quando entrarem em campo, mentalizem que naquele mesmo momento alguém está deixando tudo de lado por vocês, por aqueles 90 minutos que não voltarão mais. Joguem como se fosse o último jogo da carreira enquanto apoiamos como se fosse nosso último grito em uma arquibancada. Honrem o escudo na frente da camisa, assim todos se lembrarão do nome estampado atrás.

Cada um de vocês precisa entender o que é o Flamengo, pois só assim saberão o que esse clube faz. O Flamengo muda vidas, cura feridas, encurta distâncias e une famílias. O Flamengo muda o humor, a semana, o mês. Um simples gol elimina tensões, cada grito emocionado é uma parte das frustrações que vai embora.

Aos jogadores, comissão técnica, diretoria. A todos vocês, peço apenas uma coisa. Lutem a batalha de vocês, pois ela também é a nossa. Quando vestir a armadura vermelha e preta, lembre-se que 40 milhões de lutadores estão caminhando junto. Se vocês mostram amor e dedicação a nós, seremos eternos companheiros de vocês.

Lembrem-se sempre que o futebol cura tudo e o Flamengo será, até que a morte nos separe, o remédio mais precioso de uma Nação. Nós precisamos do Flamengo, pois sem ele sempre faltará alguma coisa. Nosso calejado coração não aguenta mais anos de profunda tristeza e um sentimento ruim que teima em voltar. E nós precisamos que vocês entendam isso.

Você precisa viver Flamengo para entender esse clube. Compreender o que está por trás daquele escudo é saber por quem lutar. E, acreditem, existem muitas razões para não desistir. Por isso, faço meu pedido final. Lutem, lutem até o fim. Quando não houver força, nós lhes daremos a mão. E assim seguiremos juntos até o fim, pois uma vez Flamengo, Flamengo até morrer.


"Vesti o Manto ao nascer, me acostumei a vencer. Minha melhor herança é esse amor por você. Levo no peito e na alma, Flamengo é minha vida, sei que não existe história de amor mais bonita".

Mariana Sá | @imastargirl 

Botafogo joga bem, cria várias chances, mas fica no empate

Na noite deste domingo (22), o Botafogo visitou o Sport na Ilha do Retiro em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Buscando se recuperar da derrota para o São Paulo na estreia da competição, o Glorioso jogou bem, criou diversas oportunidades, mas não conseguiu sair do empate. Com o ponto conquistado, o Alvinegro abre a zona de rebaixamento. O Botafogo agora se concentra para o jogo da próxima quarta-feira (25), contra o Atlético-PR, em Juiz de Fora.

O JOGO

O Sport começou melhor, pressionando o Botafogo. Aos 3 minutos, Mark González recebeu na entrada da área e chutou. A bola bateu na zaga botafoguense e saiu pela linha de fundo. Aos 7 minutos, após cruzamento, Helton Leite afastou de forma parcial. No rebote, Gabriel Xavier armou o chute e mandou para fora. Aos 16 minutos, depois de tanto pressionar, o Leão abriu o placar. Helton Leite, de forma atabalhoada, tentou cortar o cruzamento. A bola sobrou para Diego Souza na entrada da pequena área. O meia dominou e chutou para o gol. Sport 1 a 0. No lance, os jogadores do Botafogo reclamaram bastante. De acordo com os atletas, houve falta no goleiro Helton Leite. Lance polêmico.

Aos 27 minutos, o Sport quase ampliou. Após cobrança de escanteio, a bola passou por toda a área e quase entrou no gol. Na sequência da jogada, Helton Leite defendeu. Em seguida, o Sport ainda teve chance de marcar. A defesa, porém, afastou o perigo. O Botafogo respondeu no minuto seguinte. Em contra-ataque mortal, Ribamar cruzou para Victor Luis, que dentro da pequena área, viu Fernandes livre para estufar as redes do goleiro Magrão. 1 a 1. 

Autor do gol, Fernandes fez bom jogo (Foto: Aldo Carneiro/ Lance!Press)
O Glorioso passou a criar outras oportunidades após o gol e cresceu na partida. Aos 39', após cruzamento da direita, Neilton quase completou, mas não alcançou a bola. Seria a virada. Aos 43 minutos, Luis Ricardo desarmou e chutou cruzado. A bola carimbou a trave. A zaga, no rebote, afastou o perigo. Aos 47' o primeiro tempo terminou.

O Alvinegro retornou para o segundo tempo sem alterações. E logo no minuto inicial, Victor Luis emendou um voleio em cruzamento da direita. A bola passou muito perto do gol. Aos 3 minutos, Ribamar fez o desarme no meio-campo e disparou. Com opções de passe, o atacante preferiu finalizar. O chute saiu fraco. Aos 6', Luis Ricardo cruzou e Fernandes apareceu como elemento surpresa. Aos 8 minutos, Fernandes recebeu dentro da área e tentou driblar o goleiro. Com um tapinha, Magrão desarmou o meia e evitou o segundo gol botafoguense. Aos 12 minutos, Fernandes apareceu novamente. Dessa vez ele cruzou na medida para Neilton, que cabeceou por cima do gol. Aos 15', após sentir a coxa, Joel Carli foi substituído por Emerson Santos. Aos 20', Ricardo Gomes fez a segunda modificação no Botafogo. Ribamar foi substituído por Anderson Aquino. Aos 25 minutos, Aquino tabelou com Neilton, recebeu na frente e ficou cara a cara com o goleiro Magrão, que abafou e evitou a finalização. Só dava Botafogo no jogo.

Aos 32 minutos, Luis Henrique entrou no lugar de Neilton. Aos 35', enfim o Sport chegou. Samuel Xavier arriscou de longe e Helton Leite defendeu. Aos 36', o Botafogo teve outra chance de ampliar. Bruno Silva inverteu para Anderson Aquino, que se livrou do zagueiro e finalizou. A bola explodiu no travessão e saiu pelo alto. Aos 39 minutos, Túlio de Melo recebeu na intermediária e arriscou. Helton Leite se esticou e com a ponta dos dedos, defendeu. Aos 43', Túlio de Melo apareceu novamente. Dessa vez o atacante cabeceou na pequena área para o meio do gol. Helton Leite espalmou. Na sequência, a bola resvalou na trave antes de ir pela linha de fundo. Aos 46 minutos, Túlio de Melo arriscou de longe e Helton Leite novamente salvou. Aos 49', o jogo chegou ao fim.

OBSERVAÇÕES

Novamente o Botafogo criou, dominou, foi superior e, no entanto, não venceu o jogo. Pecou na conclusão, que é hoje o problema mais crônico do time. Falta um goleador. O Alvinegro desperdiçou SEIS chances claras de gol.

Reprodução: Twitter
Helton Leite foi primordial no jogo. Fez ao menos três boas defesas que salvaram o Botafogo. É bom goleiro. Precisa de confiança.

Emerson voltou de lesão e sentiu. Joel Carli idem. Tem alguma coisa errada. O departamento médico do Botafogo precisa estabelecer prazos mais seguros para aprovar ou não o retorno dos atletas.

FICHA DO JOGO

Sport 1
Magrão, Samuel Xavier, Oswaldo Henríquez, Durval, Renê; Serginho, Gabriel Xavier, Mark González (Luiz Antonio), Diego Souza; Lenis (Everton Felipe), Vinícius Araújo (Túlio de Melo). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Botafogo 1
Helton Leite, Luis Ricardo, Emerson Silva, Joel Carli (Emerson Santos), Victor Luis; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Fernandes, Leandrinho; Neilton (Luis Henrique), Ribamar (Anderson Aquino). Técnico: Ricardo Gomes.

Estádio: Ilha do Retiro (PE).
Árbitro: Vinicius Furlan (SP).
Assistentes: Marcia Bezerra Lopes Caetano (SP) e Alex Ang Ribeiro (SP). 
Gols: Diego Souza (16' do 1º T), Fernandes (28' do 1º T).
Cartões amarelos: Samuel Xavier, Durval e Gabriel Xavier (Sport); Luis Ricardo e Bruno Silva (Botafogo).
Público: 6.117.
Renda: R$ 131.910,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 
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