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sábado, 28 de maio de 2016

Sampaio sofre goleada em Pernambuco


O Sampaio foi a Pernambuco para enfrentar o Náutico pela 4ª rodada do Brasileiro Série B. Até então o time timbu havia feito três jogos nos quais oscilou bastante. Buscando afirmação, recebeu o time maranhense em má fase, sem marcar nenhum ponto na competição e com apenas um gol marcado. O jogo marcou a estreia do técnico Wagner Lopes pela Bolívia Querida. Mas o técnico estreante não teve o resultado esperado. O time tricolor sofreu uma dolorosa e histórica goleada, a sua segunda na competição.

Em relação ao jogo anterior, Wagner Lopes fez algumas mexidas na equipe titular. Ele sacou Ruan, com duas falhas lamentáveis em dois jogos, e colocou Rafael em seu lugar, na intenção de fazer um revezamento entre os dois goleiros. Escalou três volantes, com Daniel Amora voltando ao time, e deu uma oportunidade a Felipe Costa, autor do gol contra o Paraná, de ser titular e com a responsabilidade de municiar o ataque comandado por Edgar e Max.

O início do jogo teve como destaque a forte marcação do Sampaio, buscando espaço para explorar contra-ataques e tentar surpreender o adversário. O Náutico errava muitos passes e tentava muitos lançamentos diretos. O jogo permaneceu assim até os 19 minutos, quando Roni, em velocidade, invadiu a área pela direita e Luiz Otávio o puxou e o derrubou. Pênalti para o time pernambucano e cartão amarelo para o defensor boliviano. Bergson converteu a penalidade em gol e abriu o placar para o Náutico.

O Sampaio nem teve tempo para se reestruturar após o gol e já tomou o segundo golpe. Três minutos depois, Gedeílson desatento perdeu a bola para Roni. Ele avança e chuta cruzado para o meio da área, Rafael defendeu e segurou a bola, mas em seguida a deixou escapar de suas mãos. Jeferson Nem estava esperto no lance para conferir o segundo gol do Náutico. Falha grotesca do arqueiro.

A proposta inicial do Sampaio era marcar forte e sair em contra-ataque com a velocidade de Edgar, mas com dois gols contra no marcador era necessário sair mais para o jogo. Daniel Barros foi quem tentou mudar o panorama do jogo. Com um chute forte rasteiro de fora da área ele forçou o goleiro Júlio César a trabalhar pela primeira vez no jogo e a fazer uma linda defesa, espalmando a bola para o lado. Edgar ficou com a sobra, quase fez o gol, mas estava em posição irregular. Impedimento bem assinalado pelo auxiliar. Em seguida, chance para o Náutico. Bergson invadiu a área e chutou na diagonal para a defesa de Rafael. O jogo chegou aos 30 minutos e o Sampaio ainda estava desorganizado e não criava nenhuma chance clara de gol. Daniel Barros arriscou mais um chute, mas dessa vez saiu fraco e o arqueiro adversário apenas acompanhou a saída da bola pela linha de fundo.

Aos 37 minutos, em uma jogada na lateral direita, o atacante Rafael Coelho chutou cruzado, Roni finalizou em cima da defesa boliviana. A bola sobrou dentro da área para Maylson que limpou a jogada e chutou para o gol, mas a defesa tricolor rebateu a bola e se livrou do perigo.

O primeiro tempo terminou com apenas uma finalização certa do Sampaio. O time maranhense não criou nenhuma outra oportunidade clara de gol. A bola não chegava limpa para a finalização dos atacantes. Depois dos gols e com a folga no placar, o Náutico se organizou melhor e levou perigo em várias oportunidades, utilizando a velocidade dos seus meias e atacantes, principalmente Roni, atleta da base.

No intervalo, os técnicos fizeram alterações em suas equipes. No time da casa, saiu o lateral esquerdo Mateus Müller para a entrada do volante Rodrigo Sousa. Com essa mudança, o técnico Alexandre Galo deslocou o improvisado volante Gastón para a sua posição de origem, a lateral esquerda. No Sampaio, o atacante Henrique entrou no lugar do volante Levi, pendurado com cartão amarelo.

Se o Sampaio tinha a intenção de partir para o ataque e tentar equilibrar as ações e empatar o jogo o Náutico tratou logo de jogar um balde de água fria na equipe maranhense. Logo no primeiro minuto, Roni entrou na área, passou entre dois marcadores e frente a frente com Rafael finalizou no canto direito do goleiro, aumentando a contagem no marcador.

O Sampaio precisava acordar e diminuir o placar rapidamente. Daniel Barros ainda tentava com seus chutes de fora da área, mas sem sucesso. Aos 7 minutos, Gedeilson cruzou da direita para Max que cabeceou para o gol, mas Júlio César defendeu com tranquilidade. A proposta do treinador Wagner Lopes ao tirar um volante e colocar mais um atacante foi por água abaixo e deixou o time ainda mais vulnerável aos jogadores velozes do adversário. Aos 9 minutos, Roni mais uma vez levou perigo ao receber um belo lançamento de Jeferson Nem pela esquerda, mas cara a cara com Rafael, ele chutou em cima do goleiro. No minuto seguinte, a jogada cantada do Náutico deu certo mais uma vez. Roni entrou na área pela esquerda, rolou para o meio e Rafael Coelho, livre de marcação, só empurrou para o gol.

A lateral direita do Sampaio estava sofrendo com as investidas de Roni. Gedeilson estava completamente perdido e errando muito. Então o técnico da equipe boliviana o substituiu por Guilherme Lucena, jogador emprestado pelo próprio Náutico, também lateral direito. Aos 15 minutos, substituições simultâneas nas duas equipes. No Náutico, saiu o camisa dez Bergson e entrou Taiberson. No Sampaio, Felipe Costa, sem nenhuma ação de importância, deu lugar a Léo Gago, ainda sem ritmo de jogo e sem a forma ideal. Na primeira jogada de Taiberson ele cruzou da direita, Rodrigo Sousa subiu no segundo andar, enquanto Guilherme Lucena ficou plantado no chão, e cabeceou para o gol. O goleiro Rafael se atrapalhou na hora de fazer a defesa e aceitou o gol. O Sampaio ainda tentou com Daniel Barros novamente. Ele chutou muito forte de fora da área mais uma vez, mas Júlio César desviou levemente com as pontas dos dedos e a bola explodiu no travessão. O jogo passou a ficar morno, com o Náutico mais contido.

Aos 39 minutos, Henrique fez uma linda jogada na entrada da área, dando um drible desconcertante no marcador, avançou para a linha de fundo e cruzou para o meio da área. Edgar cabeceou sozinho, mas Júlio César fez uma difícil defesa, impedindo o gol de honra do Sampaio. No minuto seguinte, o Náutico teve a chance de ampliar o marcador. Maylson recebeu um belo lançamento, ao estilo beach soccer, de Taiberson e ficou cara a cara com Rafael. Ele tentou encobrir Rafael, mas a bola saiu caprichosa pela linha de fundo, à direita do gol. No lance, o goleiro boliviano ainda deslocou o volante com um toque em seu pé direito. O árbitro deu seguimento ao jogo e não marcou a penalidade. O jogo chegou ao fim e com cinco gols no placar a favor a goleada histórica do Náutico estava decretada.

O tricolor maranhense joga quase sempre com suas linhas muito avançadas e isso só ajudou a equipe pernambucana por ter muitos jogadores velozes e sempre pegar a defesa boliviana desprotegida e no mano a mano.

O Sampaio está refém da dificuldade com seus goleiros nesta temporada. Já foram utilizados três arqueiros desde o início do ano. Jean foi titular durante boa parte do estadual com a lesão de Ruan, mas cometeu erros infantis e causou grande decepção ao torcedor boliviano. Rafael foi contratado junto ao CSA, de Alagoas, onde era reserva. É isso mesmo! O Sampaio contratou um goleiro reserva do CSA. Ele comprometeu em muitos jogos, inclusive nesse último, e não passa confiança ao torcedor. Ruan teve duas chances com o interino Arlindo Maracanã e falhou nos dois jogos. Ou seja, a meta tricolor tem sido um grande problema. A defesa, por sua vez, não passa confiança ao seu goleiro. Até mesmo Luiz Otávio, tido por muitos como um dos melhores zagueiros da Série B 2015 e indiscutivelmente o melhor jogador da Bolívia Querida na temporada passada, tem falhado bastante neste ano, como no pênalti infantil cometido nesse jogo em Pernambuco. Rodrigo Arroz, titular em muitos jogos, não acrescentou em nada até agora e comprometeu demais em diversos jogos.

Mas um sistema defensivo não se faz somente com zagueiros e laterais. O meio de campo também não tem tido o sucesso esperado pelos bolivianos. Diego Lorenzi foi o volante que mais se destacou, mas também caiu de rendimento. Em todos os últimos jogos, a defesa tem ficado exposta pela frouxidão do meio de campo. Outro grande problema do tricolor tem sido o seu setor de armação, citado por mim em outros jogos. Vários jogadores já passaram por esse setor na temporada. Fernando Santos, dispensado após a chegada de Wagner Lopes, Pedrinho, Felipe Costa, Daniel Barros, muitas vezes jogando como segundo ou terceiro volante, mas não é muito a dele marcar, Cleitinho, Taianan, pouco utilizado e já dispensado, Gustavo Marmentine, recém-chegado e ainda não teve a oportunidade de jogar um jogo inteiro. O setor ainda conta com Rubens, jogador experiente contratado junto ao Imperatriz, mas ainda não fez a sua reestreia com a camisa tricolor. Mas a deficiência maior desse elenco é a falta de vontade e garra. As derrotas fazem parte de uma longa competição, mas perder sem lutar não é atitude de homem. A vontade de vencer é o principal ingrediente para uma vitória e é impossível praticar um futebol decente com um time sem alma. Devolvam o meu Sampaio, por favor!

FICHA DO JOGO:

Local/Horário: Arena Pernambuco – Lourenço da Mata (PE), às 21h30min
Cartões amarelos: Mateus Müller (Náutico); Max, Luiz Otávio e Levi (Sampaio)

NÁUTICO: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo, Mateus Müller (Rodrigo Sousa); Gastón, Maylson, Bergson (Taiberson); Roni, Jeferson Nem e Rafael Coelho (Tiago Adan). Técnico: Alexandre Galo

SAMPAIO: Rafael; Gedeilson (Guilherme Lucena), Eli Sabiá, Luiz Otávio, Guilherme Santos; Levi (Henrique), Daniel Amora, Daniel Barros e Felipe Costa (Léo Gago); Edgar e Max. Técnico: Wagner Lopes

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

O sofrimento de uma vitória

Fala, Turma da Fuzarca!!

Mais um jogo “fácil” no qual o Vasco fez ficar difícil e, mesmo assim, ganhou o jogo. O 4x3 sobre o Bahia foi uma dessas partidas loucas que não faltou emoção e causou remorsos a quem preferiu ver a final da Champions.

FOTO: VASCO OFICIAL
Dento de campo, a tranquilidade dos jogadores contrasta com o “sofrimento” da torcida, fora dele. A experiência dos trintões tornam o Gigante compacto e forte e dita o andamento da peleja.

Os torcedores, empolgados pela série mais invicta da história, esperam sempre um resultado expressivo, entretanto, o estilo de jogo do Vasco não é assim. A única vez em que ganhou de mais de três gols foi contra o Madureira e Sampaio Corrêa.

A força do conjunto e o diferencial Nenê confirmam a previsão de que o Vasco iria começar a Série B de uma forma boa. O maior desafio será o resto da competição e a Copa do Brasil. A contratação em algumas posições é fundamental até mesmo para o ano que vem.

FOTO: Sofia Arruda
Pikachu parece ter ganhado a posição de Madson. Nenê mais uma vez fundamental. Thalles voltando a fazer gol. O sistema defensivo muito abaixo da média e a falha de Jordi são os pontos do jogo.

São 31 jogos e contando...

Abcs, Galera,

     Matheus Freitas      @_MFreitas9_

Com apoio da torcida, CRB vence e Luidy encanta

Era de se estranhar, um CRB com Neto Baiano capitão e usando a camisa "20", talvez superstição do jogador ou um aviso que a "9" seja de Zé Carlos? Pois bem, se viu um CRB com raça, um time bem diferente, que pouco finalizou, mas quando finalizou acertou.

Foto: Linha de Fundo
O jogo

Bem armado dentro de campo, e como já está sendo de lei, formado por um 4-4-2 que é bastante utilizado em contra-ataques. O CRB tem um grande time, mas que sempre falha no quesito finalizações. Aos 20' Dakson levanta na área, Neto Baiano cabeceia com firmeza e Luiz faz um milagre. Na sequência, a bola ainda acerta o travessão do Criciúma, no rebote, Boaventura conclui pra fora, mas estava impedido. 24' Elvis cruzou da direita, Raphael Silva, livre, cabeceou com violência e o arqueiro regatiano fez uma linda defesa.

29' Olívio desarma no meio de campo, toca para Dakson e acha Luidy, o camisa 7 dominou a bola, avançou e bateu por baixo, o goleiro do Tigre não conseguiu fazer a defesa, CRB 1 a 0. 34' Gustavo foi à linha de fundo e bateu para trás, Elvis estava livre, mas acabou isolando a bola.

Aos 43' Elvis joga na área, Giaretta cabeceou para o gol, a torcida do Criciúma comemorava o gol nas arquibancadas do Rei Pelé, mas o assistente marcou impedimento. Sem mais chances claras, fim do primeiro tempo.

Foto: Aílton Cruz (Gazeta de Alagoas)
Logo no início da segunda etapa, aos 3' em bola lançada por Elvis, Nathan cabeceou e Juliano operou um milagre fazendo bela defesa.  O Galo com o resultado a seu favor, se mostrava detentor de contra-ataques perigosos. Aos 8', Luidy lançou Galdezani livre pela direita já dentro da área, que dominou e finalizou errado, pra fora, na sequência, já nos 10', Luidy recebeu pela direita e achou no outro lado do campo o jogador Magrão, que dominou e de forma bisonha isolou a bola pra fora.

Elvis, destaque do Criciúma no jogo finalizava e Juliano se mostrava sempre atento, aos 23' o camisa 10 catarinense lança Roberto na área que para no arqueiro regatiano. Certo que era uma noite impecável de Juliano, mas infelizmente recebeu um cartão amarelo por retardar o jogo no tiro de meta. Elvis novamente recebeu de Gustavo, limpou para o chute e finalizou na trave com perigo, Diego afastou em seguida.

35' minutos, Gérson Magrão em seu último lance na partida, viu Luidy livre pela direita e o lançou, dominou no peito e tentou bater cruzado para o gol, com perigo ela passou bem perto, Neto Baiano até que tentou achar a bola, mas não conseguiu era escanteio. No minuto seguinte, Diego bateu o escanteio, a bola foi desviada, bateu na trave e na volta achou Flávio Boaventura que finalizou com o pé, CRB 2 a 0. O Galo ainda teve uma grande chance com Bocão, que foi lançado por Luidy, correu em alta velocidade e quando invadiu a área finalizou forte com a direita, mas balançando apenas o lado de fora das redes.

O Criciúma continuava em cima, tentava pressionar de qualquer forma. Elvis era bastante utilizado no jogo e tentava corresponder com belos passes e chutes de fora e dentro da área. Até que no minuto 42' em cruzamento pela esquerda, Adalberto já caindo colocou a mão na bola e o árbitro assinalou pênalti para o Tigre. Elvis aguentou as vaias da torcida regatiana e bateu em um lado e viu o goleiro cair no outro, era merecido o gol do jogador, que atuou bem na partida.

Foto: Aílton Cruz (Gazeta de Alagoas)

Público total: 4.938
Público pagante: 2.982
Renda: R$ 26.468,00

Luidy, até quando será imparável?

Uma pergunta que teremos de fazer sempre, revelado neste ano, já coleciona seis gols com a camisa do CRB, fazendo partidas espetaculares, sendo o principal jogador da equipe na temporada, é sensacional só de se imaginar o menino que com Gérson Magrão já brilha tanto, estar com Zé Carlos no ataque será uma maravilha.

Observado por grandes clubes Brasileiros, é certo que não deve durar muito no clube Regatiano, seu futebol artístico lhe rende belos apelidos, como "Luidybala". O mesmo não só aparece no jogo executando dribles, mas seus passes são espetaculares, deixando os jogadores em oportunidade real de marcar o gol.

O menino de 19 anos já tem três gols na competição em apenas quatro rodadas.

Próximo compromisso

Na quinta rodada da Série B, o CRB terá pela frente o Vila Nova, no Serra Dourada, na terça-feira, às 19h15. Enquanto o Criciúma, no mesmo dia, receberá o Avaí, no clássico de Santa Catarina. A partida está prevista para o Estádio Heriberto Hülse, às 21h30.

Xepa LF - Rodada #4

Fala, Cartoleiros!

Que rodada, meus caros. Simplesmente, que RODADA!  


Wilson e Grafite foram os destaques da última escalação. Os dois, juntos, somaram 28 pontos e ajudaram o Xepa a fazer a maior pontuação do ano: 66.64

Ainda escalando um time abaixo de 100 cartoletas, o Xepa ficou assim, na quarta rodada:


Goleiro: Fábio (Cruzeiro) – Pensando em Cartoletas, Fábio, que negativou -10, na última rodada, pode ser uma grande opção para posição.

Lateral: Sidcley (Atl-PR) – Mesmo nas últimas colocação e, enfrentando o Figueirense, o Lateral Atleticano tende a render pontos com uma possível SG e ainda tem forte chegada ao ataque.

Lateral: Lucas (Cruzeiro) – Na primeira rodada foi expulso, fazendo com que seu preço despencasse. Contra o América-MG, o lateral tem chance de sair com SG.

Zagueiro: Cleberson (Atl-PR) – Pelo baixo custo, é um ótimo investimento podendo garantir o SG.

Zagueiro: Kadu (Ponte) – Em casa já mostrou que vai ser difícil ganhar da Macaca e, enfrentando o Flamengo, em crise, é boa opção para a zaga e até no ataque, uma vez que a defesa rubro-negra não é boa pelo alto.

Meio-Campo: Scarpa (Flu) – Após ficar de fora do nosso time na última rodada, dessa vez o Scarpa não “scarpou”.

Meio-Campo: Wallace (Grêmio) – O jovem habilidoso meia do Grêmio vai encarar o Coritiba, na Arena do Grêmio, depois de dar um show no Horto, o Imortal vem forte para o restante do Brasileiro.

Meio-Campo: Élber (Cruzeiro) – Espera-se dele o mesmo rendimento da rodada 2, onde o Xepa escalou o jogador cruzeirense. É uma ótima opção contra o fraco América-MG.

Atacante: Kieza (Vitória) – Gol todo jogo. Simplesmente. Mesmo diante do Galão da Massa, em Salvador, o nosso atacante vai tentar manter a média de um gol por jogo.

Atacante: Éverton (Grêmio) – Com as lesões de seus companheiros, Éverton assumiu a titularidade e a esperança de gols do Grêmio e do Xepa.
  
Atacante: Ewandro (Atl-PR) – Mais um jovem jogador no sistema ofensivo. Diante do Figueirense, a esperança de gol atleticana fica nos pés de Ewandro e André Lima.

Técnico: P. Autuori (Atl-PR) – O nosso comandante vem do Sul, mais precisamente do Paraná.

Com esses jogadores, com esses mitos, o XEPA VAI MITAR!!!

Abs. 

Matheus Freitas     @_MFreitas9_  // @SiteLF

Outro empate lastimável

Eu não sei por quantas rodadas eu terei de escrever sobre derrotas e vergonhas que o Goiás está me passando nesse ano. Não só pra mim, mas para toda torcida, que teve de ver mais uma partida horrível feito por esse time e mais um empate lastimável contra o Brasil de Pelotas em nosso mando de campo, e não me venham com as mesmas desculpas de "campo neutro". É obrigação de o Goiás sair com os três pontos nessas situações e isso não vem acontecendo graças à Enderson Moreira. Ele está fazendo o possível para ser demitido, porque não é possível. O único que não vê isso é Sérgio Rassi, que ao invés de assumir os seus erros, prefere persistir no fracasso.

Goiás se recupera no segundo tempo, mas fica no empate com o Brasil de Pelotas. Foto: globoesporte.com
A partida de ontem foi à cara do Goiás: horrível. O primeiro tempo foi completamente dominado pelo Brasil de Pelotas e mostrando o quanto a defesa do Goiás continua extremamente desorganizada. Deivid Duarte parecia um cone no meio do jogo. Nada fazia para marcar ou ajudar a espantar o perigo, tanto que o gol do Xavante no começo do jogo foi por conta de uma furada ridícula dele, e também por conta da incompetência de Wesley Matos que só batia cabeça na área. Detalhe que o mesmo Wesley cometeu um pênalti, mas por sorte, Renan fez a defesa. Ele não fez só essa defesa, como impediu que o Verde levasse pelo menos uns cinco gols. É nessas horas que os críticos desse goleiro desaparecem, pois ontem, Renan foi o melhor da partida.

Pra variar, a única verdade que sabemos é que o Goiás é um time de segundo tempo. Ganhamos um gás novo na segunda etapa e passamos a conseguir fazer jogadas no meio de campo. Léo Sena estava fazendo uma partida sensacional e o Goiás estava dando certo com Cléo e Rafhael Lucas fazendo dupla. Depois do empate com um belo gol de Rafhael, parecia que a bola ia mesmo entrar mais uma vez e iríamos virar o jogo, mas como eu disse, Enderson parece querer fazer de tudo para ser demitido: ele tirou o Cléo e colocou o Wagner, um dos piores jogadores que já vi vestindo a camisa do Goiás. Não deu outra. Acabou a pressão, acabou a emoção, e o jogo voltou a ser morno. Não sei vocês, mas eu percebi que os jogadores nem ao menos queriam tocar a bola para o Wagner. Justo, afinal, todos sabem que aquele ali está na profissão errada.

Com o fim do jogo e mais um empate vergonhoso, teremos uma reunião na segunda-feira para decidir algumas coisas em relação a esse início de Série B do clube esmeraldino. Não é possível que esses dirigentes vão concordar em manter esse treinador ultrapassado e medíocre, pois estamos só afundando na tabela, e teremos nas três próximas rodadas, compromissos complicados contra Ceará, Vasco e Bahia. Se perdermos o próximo jogo e o Enderson Moreira continuar no cargo, é assinar o atestado de óbito para a Série C e também assinar o diploma de Sérgio Rassi: o presidente mais covarde da história do futebol brasileiro.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Guia da Eurocopa - Grupo E

Um dos grupos que promete ser um dos mais disputados da Eurocopa pela força das seleções também tem destaque no Guia da Eurocopa desse ano. É hora de conhecer um pouco mais das seleções da Bélgica, Itália, Irlanda e Suécia, que farão de tudo para ficar nas duas primeiras posições do grupo e passar para a próxima fase.

Conheça sobre as seleções belga, italiana, irlandesa e sueca. Foto: Wagner Oliveira / Linha de Fundo
BÉLGICA:

Esta edição de 2016 da UEFA Euro, que será disputada na França poderá revelar inúmeros questionamentos que teremos sobre algumas seleções tradicionais e, principalmente, as novatas. Mas também poderemos ter boas surpresas e expectativas a serem confirmadas por algumas destas novidades que estamos presenciando no atual momento futebolístico. Eis que uma destas seleções que entrará neste hall de expectativas e surpresas será á fabulosa seleção belga, recheada de grandes jogadores que atuam nas mais diversas posições de campo.

Esta geração, inclusive, começou a ser pensada após a fase eliminatória para UEFA Euro 2008 na Suíça e na Áustria. Dalí que jogadores como Kevin Mirallas, Vincent Kompany, Jan Vertoghen, entre outros começaram a surgir dentro do futebol local com a boa campanha das equipes belgas em competições europeias, como a UEFA Europa League. Outros fatores que contribuíram positivamente para a formação destas safras de jogadores foram às boas campanhas em torneios oficiais de base, como os mundiais sub-20 de 2007 e 2011, além dos jogos olímpicos de 2008, realizado na china, com o 4º lugar.



A seleção belga, ao longo de sua história, sempre se caracterizou por ser uma seleção de inúmeras participações em Copas do Mundo, ao todo, já chegou a 12 participações no principal torneio mundial, realizado pela FIFA. Mas quando o assunto é Eurocopa os mesmos já não tem tanta participação assim. Ao todo, foram somente quatro vezes que os belgas participaram da principal competição europeia, sendo duas vezes como país-sede. E em todas estas vezes que participaram, colecionaram quatro vitórias, dois empates, seis derrotas, com 13 gols marcados e 17 gols sofridos em 12 jogos de fase final.

A sua primeira participação foi apenas em 1972, como país sede. Numa época política onde a Europa ainda era bastante unificada não tinha esta quantidade imensa de seleções confederadas, a Eurocopa era disputada só por quatro clubes na fase final. A fórmula de disputa desta edição era por jogos mata-mata, havendo somente quatro jogos nesta fase do torneio. A Bélgica venceu a semifinal contra a Hungria 2X1 e foi disputar a final contra a Alemanha, que eliminou a Iugoslávia. Os belgas perderam a partida por 2X1 e ficaram com o seu primeiro vice-campeonato.

Na edição de 1980, disputada na Itália, a Bélgica já contava com uma das gerações mais talentosas da historia do país. Geração esta que seriam responsáveis por boas campanhas nos principais torneios mundiais durante esta década. A fórmula de disputa desta edição era alterada devido às exigências das próprias seleções. Oito equipes disputavam esta fase final, com os primeiros colocados de cada grupo fazendo a final e os segundos colocados indo para a disputa do 3º lugar. A Bélgica levaria a melhor neste regulamento. Uma vitória contra a Espanha na estreia por 2X1 e um empate contra a Inglaterra em 1X1 faria com que a seleção belga pudesse jogar pelo empate contra a Itália na última rodada para disputar a final por conta dos gols pró. Foi o que aconteceu, a partida acabou em 0X0 e os belgas foram reeditar a final contra os alemães. Novamente se repetiu o placar da final de 72 e os Diabos Vermelhos perderiam mais uma final para a equipe Teutônica pelo mesmo 2X1.

Na edição de 1984, disputada na França, o mesmo regulamento se manteve e os belgas não tiveram o mesmo êxito de edições anteriores. Jogando no Grupo A, estrearam com uma vitória sobre a Iugoslávia por 2X0, fazendo boa estreia na competição. Já na segunda rodada, a equipe tomaria seu maior revés nesta competição, a derrota por 5X0 para a seleção francesa (que se tornaria a campeã com uma geração talentosa) já sepultava as chances de chegar ao titulo. Na ultima rodada, uma nova derrota, desta vez para outra geração talentosa, a seleção da Dinamarca por 3X2 a eliminaria da disputa do bronze e deixaria a equipe terminando em 6º lugar em terras gaulesas.

16 anos depois, na edição de 2000, a equipe belga voltaria a disputar a Euro e novamente como país sede, mas, desta vez, em conjunto com a Holanda, dividindo a quantidade de jogos em suas sedes. Esta edição contava com 16 equipes, divididas em quatro grupos com quatro seleções e os dois melhores de cada chave passavam para as quartas de finais. A Bélgica caiu no grupo C e, mesmo com o fator casa, realizou uma péssima participação. A estreia foi contra a Itália e o primeiro revés foi anotado, derrota por 2X0. Na segunda partida, com a decadente seleção da Suécia, que contava com inúmeros veteranos remanescentes da Euro 92 e da Copa de 94, os belgas obtiveram uma vitoria por 2X1 e passaram a manter chances de recuperação. Mas, na partida decisiva, contra a boa geração da Turquia, que vinha surgindo desde o final de 1998, mas uma derrota por 2X0 sepultaram as suas chances de classificação e fez com que a equipe terminasse com o fatídico 12º lugar em sua participação em casa.

O técnico Marc Wilmots fez uma convocação final com 24 jogadores, deixando uma opção a mais na defesa. A duvida inicial poderá ser com três jogadores para ocupar as duas ultimas vagas nos selecionáveis para a Euro. Os jogadores Thomas Meunier, Dedryck Boyata e Jordan Lukaku disputarão estas duas vagas finais para a competição. A lista foi divulgada no dia 12 de maio e ainda conta com 7 adicionais que poderão entrar na equipe caso ocorra uma baixa de ultima hora, até antes da estreia. A lista final sairá no dia 31 de Maio, com a definição desta última vaga para o setor defensivo. 

Coach: Marc Wilmots

GOLEIROS: Thibaut Courtois (Chelsea); Simon Mignolet (Liverpool) e Jean-Francois Gillet (Mechelen).

DEFENSORES: Toby Alderweireld (Tottenham Hotspur); Thomas Vermaelen (Barcelona); Nicolas Lombaerts (Zenit Saint Petersburg); Jan Vertonghen; (Tottenham Hotspur); Jason Denayer (Galatassaray); Thomas Meunier (Club Brugge); Dedryck Boyata (Celtic); Laurent Ciman (Montreal Impact) e Jordan Lukaku (Oostende).

MEIAS: Axel Witsel (Zenit Saint Petersburg); Kevin De Bruyne (Manchester City); Marouane Fellaini (Manchester United); Eden Hazard (Chelsea); Michy Batshuayi (Marseille); Mousa Dembélé (Tottenham Hotspur); Yannick Ferreira Carrasco (Atlético Madrid) e Radja Naingollan (Roma).


ATACANTES: Romelu Lukaku (Everton); Christian Benteke (Liverpool); Dries Mertens (Napoli) e Divock Origi (Liverpool)

Principal jogador da Bélgica:


Mesmo em momentos de baixa na temporada, mas apresentando um belo futebol nos últimos meses, Kevin de Bruyne e Eden Hazard são as grandes esperanças ofensivas para os diabos vermelhos. Os meias têm mostrado intensa versatilidade pelos seus clubes e ambos, na temporada 2014/2015 foram os melhores jogadores dos campeonatos alemão e inglês, respectivamente. Foram responsáveis por um numero elevado de assistências na temporada anterior e, após estes últimos meses, podem retomar este alto nível de jogo e serem importantíssimos para a seleção belga nesta Euro.

Expectativa para a Bélgica:

A expectativa será de briga constante contra italianos e suecos pelas primeiras posições do grupo. Além disso, após a confirmação da boa fase em termos mundiais, espera-se que os belgas podem figurar no mínimo até as quartas de finais, podendo pleitear, porque não, figurar entre as quatro melhores seleções do continente, ao lado de Alemanha e França e brigando forte contra Inglaterra e Espanha por esta vaga. A geração atual é tida como a mais talentosa e mais equilibrada de todos os tempos, só resta saber como os mesmos poderão se comportar em campo novamente atuando juntos. Tem dois dos melhores goleiros da atualidade no futebol mundial, uma dupla de zaga que se consagrou em conjunto no Tottenham, um meio campo de bastante técnica e disciplina tática e que pode, no talento individual, ser decisivo e um ataque questionado, mas de jogadores que podem decidir.

ITÁLIA:

A seleção italiana vem tentando voltar a ser umas equipes com destaque no cenário europeu e mundial. Depois do tetracampeonato conquistado na Copa do Mundo na Alemanha no ano de 2006, os azzurris não conseguiram ter o mesmo bom desempenho em outras competições e começaram a colecionar uma série de fracassos e campanhas ruins. Na Eurocopa, é uma chance para a seleção de Antonio Conte dar a volta por cima e tentar conquistar o título como no ano de 1968, única conquista dessa competição que os italianos conquistaram até hoje.


Naquele ano glorioso, a competição foi sediada pela própria Itália com apenas três cidades sediando a competição: Roma (Stadio Olimpico), Florença (Stadio Comunale) e Nápoles (Stadio San Paolo). Os azzurris se classificaram para a próxima fase juntamente com a Inglaterra, Iugoslávia e União Soviética e na semifinal, contra os soviéticos, os italianos se classificaram no "cara ou coroa" após empatar sem gols. Não existia disputa de pênaltis ainda naquela época.

Na final, contra a Iugoslávia, os italianos acabaram empatando o primeiro jogo por 1 a 1 e sendo assim, tiveram que jogar outra partida, também disputada em Roma, onde venceram pelo placar de 2 a 0 com gols de Riva e Anastasi, sagrando-se campeões. A Itália também conseguiu outras campanhas de destaque como em 1980, onde voltou a sediar a Euro e em 88, na Alemanha, onde conseguiu terminar na quarta posição, e também nos de 2000, na Holanda/Bélgica e em 2012, na Polônia/Ucrânia, onde foi vice-campeã.

Para essa Eurocopa, a Itália fez uma convocação com alguns desfalques como Marco Veratti e Claudio Marchisio. Antonio Conte ainda tem outras preocupações para o setor de meio campo, já que o ítalo-brasileiro Thiago Motta, do PSG, e Ricardo Montolivo, do Milan, foram convocados, mas estão lesionados e ainda são uma incógnita para a Euro. Tiago é o terceiro brasileiro que compõe a lista de convocados da Itália contando com Eder, da Inter de Milão e também com Jorginho, do Napoli. Confira a lista dos jogadores que irão representar a Itália.

Goleiros: Gianluigi Buffon (Juventus), Federico Marchetti (Lazio), Salvatore Sirigu (Paris Saint-Germain).

Defensores: Davide Astori (Fiorentina), Andrea Barzagli (Juventus), Leonardo Bonucci (Juventus), Giorgio Chiellini (Juventus), Angelo Obinze Ogbonna (West Ham), Daniele Rugani (Juventus), Matteo Darmian (Manchester United), Mattia De Sciglio (Milan), Davide Zappacosta (Torino).

Meio-campistas: Marco Benassi (Torino), Giacomo Bonaventura (Milan), Daniele De Rossi (Roma), Alessandro Florenzi (Roma), Emanuele Giaccherini (Bologna), Jorginho (Napoli), Riccardo Montolivo (Milan), Thiago Motta (Paris Saint-Germain), Marco Parolo (Lazio), Stefano Sturaro (Juventus), Federico Bernardeschi (Fiorentina), Antonio Candreva (Lazio), Stephan El Shaarawy (Roma).

Atacantes: Eder (Inter de Milão), Ciro Immobile (Torino), Lorenzo Insigne (Napoli), Graziano Pellè (Southampton), Simone Zaza (Juventus).

Principal jogador da Itália:


A Itália é composta por vários jogadores de qualidade como El Shaarawy, Florenzi, Chiellini, entre outros, porém, o atleta mais importante é sem dúvida o mais experiente e famoso: Gianluigi Buffon. A muralha italiana quer levantar o troféu da Eurocopa pela primeira vez na sua carreira e usará toda a sua habilidade para conseguir isso.

Expectativa para a Itália:

Mesmo não tendo a melhor safra de sua história e já ter vivido momentos melhores no futebol, a seleção italiana não tem uma equipe fraca e espera ganhar o entrosamento necessário para ir longe nessa competição. O título é bem difícil, pois além de ter pegado um grupo difícil com Bélgica, Suécia e Irlanda, ainda terão que passar por muita pedra no caminho. A expectativa é de chegar ao menos nas semifinais.

IRLANDA:

A Irlanda pode ser conhecida como o time do "foi por pouco". Mesmo com vários bons jogadores ao longo de sua história, a seleção irlandesa só participou da Eurocopa duas vezes (1988, 2012) e acumula cinco desclassificações por pouco. Em 1992 terminou em segundo no grupo apenas um ponto atrás da Inglaterra numa época em que apenas o primeiro ia para a Euro. Em 1996 e 2000 ficaram nos playoffs perdendo para Holanda (com dois gols de Kluivert) e Turquia (pelo gol fora de casa) respectivamente. Não bastasse tamanho azar, eles terminaram em terceiro nos grupos de qualificação em 2004 e 2008 e só voltaram a sentir o gosto de jogar a competição 24 anos depois.


A Euro para os Boys in Green parecia promissor uma vez que venceram a rival Inglaterra por 1-0 em seu primeiro jogo em 1988. Contra a União Soviética empataram por 1-1 e só ficaram de fora da semifinal por um gol sofrido aos 37 do segundo tempo, decretando a derrota por 1-0 para a Holanda. Mais uma vez, foi quase. Já 2012 foi um completo vexame com derrotas de 3-1 para a Croácia, 4-0 para a Espanha e 2-0 para a Itália. Num grupo com Bélgica, Itália e Suécia é difícil imaginar que seja dessa vez que os irlandeses passem de fase.

O técnico Martin O'Neill convocou 35 jogadores para o amistoso contra a Holanda no dia 27 de maio. Dia 28 fará a convocação definitiva. Eis os 35:

Goleiros: Shay Given (Stoke City, 133 convocações / 0 gols), Darren Randolph (West Ham United, 8/0), David Forde (Millwall, 23/0), Keiren Westwood (Sheffield Wednesday, 18/0)

Defensores: Seamus Coleman (Everton, 33/0), Cyrus Christie (Derby County, 4/1), Paul McShane (Reading, 33/0), Ciaran Clark (Aston Villa, 16/2), Richard Keogh (Derby County, 11/1), John O'Shea (Sunderland,110/3), Alex Pearce (Bristol City*, 7/2), Shane Duffy (Blackburn Rovers, 2/0), Marc Wilson (Stoke City, 24/1), Stephen Ward (Burnley, 32/2)

Meia-campo: Aiden McGeady (Sheffield Wednesday*, 81/5), James McClean (West Bromwich Albion, 36/5), Glenn Whelan (Stoke City, 70/2), James McCarthy (Everton, 35/0), Jeff Hendrick (Derby County, 19/0), David Meyler (Hull City, 15/0), Stephen Quinn (Reading, 14/0), Darron Gibson (Everton, 25/1), Harry Arter (Bournemouth, 1/0), Wes Hoolahan (Norwich City, 28/2), Eunan O'Kane (Bournemouth, 2/0), Anthony Pilkington (Cardiff City, 9/1), Robbie Brady (Norwich City, 22/4), Jonathan Walters (Stoke City, 38/10), Jonathan Hayes (Aberdeen, 2/0), Callum O'Dowda (Oxford United, 0/0)

Atacantes: Robbie Keane (LA Galaxy, 143/67), Shane Long (Southampton, 61/15), David McGoldrick (Ipswich Town, 2/0), Kevin Doyle (Colorado Rapids, 62/14), Daryl Murphy (Ipswich Town, 20/0).

Principal jogador da Irlanda:

O principal nome dessa seleção continua sendo o interminável Robbie Keane. A primeira partida dele pela seleção foi em 25/03/1998 contra a República Tcheca e desde então não cansou de bater recordes pelo seu país. É o jogador mais convocado da história, assim como o maior artilheiro e mais vezes capitão.

Expectativa para a Irlanda:

Caindo no chamado "grupo da morte", a Irlanda terá muitas dificuldades para avançar de fase. A expectativa para os irlandeses é de uma possível eliminação logo de cara na fase de grupos.

SUÉCIA:

Os suecos, comandados de Zlatan Ibrahimovic, vem para a sua quarta participação em Eurocopa, consomem apenas uma classificação a segunda fase, em 1992 onde foi semifinalista. Nas participações seguintes bateram na trave com o terceiro lugar no grupo, 2008 com certa facilidade ficou de fora já em 2012, apenas por dois pontos, Zlatan e seus golaços não avançaram de fase, onde deixariam nada mais nada menos que a Inglaterra para trás.

O técnico Erik Hamrén fez a convocação dos exatos 23 jogadores para os amistosos, a lista oficial já foi pré-definida pelo técnico.

Goleiros: Andreas Isaksson (Kasimpasa/TUR), Robin Olsen (Copenhague/SUI), Patrik Carlgren (AIK/SUE).

Defensores: Ludwig Augustinsson (Copenhague/SUI), Mikael Lustig (Celtic/ESC), Andreas Granqvist (Krasnodar/RUS), Erik Johansson (Copenhague/SUI), Victor Lindelöf (Benfica/POR), Martin Olsson (Norwich/ING), Pontus Jansson (Torino/ITA).

Meia-campo: Jimmy Durmaz (Olympiacos/GRE), Albin Ekdal (Hamburgo/ALE), Emil Forsberg (RB Leipzig/ALE), Oscar Hiljemark (Palermo/ITA), Kim Källstrom (Grasshoppers/SUI), Sebastian Larsson (Sunderland/ING), Pontus Wernbloom (CSKA de Moscou/RUS), Erkan Zengin (Trabzonspor/TUR), Oscar Lewicki (Malmö/SUE).

Atacantes: Marcus Berg (Panathinaikos/GRE), John Guidetti (Celta de Vigo/ESP), Zlatan Ibrahimovic (Paris Saint-Germain/FRA), Emir Kujovic (Norrköping/SUE).

Principal jogador da Suécia:


O principal jogador do país é o conhecido de todos Zlatan Ibrahimovic, o jogador é o atleta mais conhecido do país e considerado um dos maiores futebolistas em atuação. Zlatan marcou o seu primeiro gol pela seleção na sua primeira partida, contra o Azerbaijão, onde a Suécia venceu por 3 a 0. O atleta também o maior artilheiro da história da seleção.

Expectativa para a Suécia:

Os suecos esperam desbancar belgas e italianos no grupo da morte e quem sabe ir à segunda fase e surpreender ao mundo todo. Com a força de Ibrahimovic, a Suécia é uma das grandes favoritas a avançarem de fase.

Jogos - Grupo E:

1ª rodada:

Irlanda x Suécia - Stade De France (Saint-Denis) - (13/06) - 14h
Bélgica x Itália - Stade Des Lumiéres (13/06) - 17h

2ª rodada:

Itália x Suécia - Municipal de Toulouse - (17/06) - 11h
Bélgica x Irlanda - Stade de Boudeaux - (18/06) - 11h

3ª rodada:

Suécia x Bélgica - Allianz Riviera - (22/06) - 17h
Itália x Irlanda - Pierre-Mauroy - (22/06) - 17h

Produzido pelos colunistas:

Marcos Paulo || @makavista || BÉLGICA
Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf || ITÁLIA
Matheus Garzon || @MatheusGarzon || IRLANDA
Francisco Borja || @BorjaFrancisco_ || SUÉCIA
Linha de Fundo || @SiteLF
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