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domingo, 29 de maio de 2016

A oscilação do Corinthians

Quatro jogos, segunda vitória consecutiva. O futebol ainda não é o ideal, porém os resultados começam a aparecer no Timão. A equipe que entrou em campo foi à mesma que esteve diante da Ponte Preta, na teoria era pra ter o mesmo Corinthians avançando buscando jogo e finalizando, dessa vez foi diferente, porém nomes individuais estão surgindo.

Os gols vieram na segunda etapa apenas, o Corinthians do primeiro tempo foi feio, sonolento, dorminhoco, parecia que o time não havia acordado ainda devido ao horário do jogo ser às 11 horas. O adversário buscou ser superior, teve mais posse de bola e quando chegava Walter mostrava o porquê conseguiu a vaga de Cássio.

Foto: Reprodução Corinthians
Se a etapa inicial o time deixou a desejar, a complementar foi diferente, enfim tivemos um Timão acordado buscando jogo e arriscando. A mudança do Tite com Cristian em campo foi sensacional e a permanência na equipe titular também, a partida do meia hoje foi mais discreta, porém o jogador estava ali quando o adversário tentava chegar ao gol. Guilherme vem deixando seu nome em campo, mais uma vez teve papel importante, foi bem dentro das quatro linhas e mostrando cada vez mais que deve ser titular na equipe.

Luciano é o único que não mostrou o merecimento da titularidade no lugar de André, e quando deixou o gramado para a entrada de Lucca o time do Corinthians melhorou ainda mais tendo velocidade e maior movimentação. Os tentos anotados foram de Lucca e um golaço de Marquinhos Gabriel que aos poucos vai evoluindo o seu futebol no alvinegro.

O time no papel não é ruim, porém dentro de campo é uma oscilação sem fim o que preocupa um pouco ainda, pois os dois próximos confrontos serão diante de Santos e Palmeiras e para o torcedor são jogos que a vitória se torna mais obrigatória do que nunca.

O Corinthians apesar de não ter o seu time ideal ainda não é um time a ser descartado, pois irá brigar pelo título novamente. E claro, quem merece elogios pela vitória de hoje é Tite que acertou em cheio nas substituições, ele observou bem o lado esquerdo do jogo para a entrada de Lucca e por lá saiu os gols. O comandante que andou falhando em sua teimosia foi bem no jogo de hoje. Mais uma vitória na conta e alegria garantida do torcedor alvinegro.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Botafogo vacila, Fred aproveita e Flu vence clássico

Botafogo e Fluminense se enfrentaram pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro na noite deste domingo (29), em Volta Redonda. E jogando mal, o Glorioso foi derrotado pelo tricolor por 1 a 0. Com o resultado, o Alvinegro ocupa agora a décima terceira posição na tabela, com quatro pontos. O próximo adversário do Botafogo é o Cruzeiro. As equipes se enfrentarão em jogo que acontece na próxima quarta (1), em Brasília. 

O JOGO


Ribamar pouco apareceu no jogo (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
O Tricolor, desde o início do jogo, imprimiu um ritmo forte, partindo para o ataque mas marcando de forma muito inteligente, como o Botafogo fez em jogos anteriores. O Glorioso não conseguia exercer domínio sobre o Fluminense, muito pelo contrário. O gol marcado por Fred, aos 5 minutos do segundo tempo, surgiu de uma bobeira da defesa botafoguense. Emerson Santos tocou bola na fogueira para Bruno Silva, que desatento, foi desarmado por Richarlison. O atacante achou Fred livre, que não desperdiçou e estufou as redes de Helton Leite. Fluminense 1 a 0. O resultado se manteve até o fim. 

Antes do gol, porém, o Flu já havia desperdiçado outras chances claras de gol. Aos 18 minutos, Gustavo Scarpa bateu de fora da área, colocado, e Helton Leite espalmou. Por sorte, Fred não conseguiu aproveitar o rebote. Aos 20', após cruzamento, Henrique subiu sozinho e cabeceou por cima do gol. Aos 24', Cícero finalizou de frente para o gol. A bola, no entanto, subiu demais e foi embora por cima do travessão. Aos 41', Cícero, novamente, quase ampliou, dessa vez de cabeça. E aos 45 minutos, mais uma vez com Cícero, o Flu teve a chance de fazer o gol. Ele recebeu a bola em posição legal na grande área mas mandou na rede pelo lado de fora. O Botafogo, durante toda a primeira etapa, não levou perigo. Só dava Fluminense na partida. 

Ricardo Gomes percebeu que o time não fazia um bom jogo e fez duas alterações no intervalo. Leandrinho e Marquinho foram substituídos por Neilton e Sassá, respectivamente. Após ter aberto o placar com Fred, o Tricolor diminuiu no ritmo, porém, não teve muito trabalho para segurar o placar. O Botafogo errava muitos passes e encontrava extrema dificuldade para criar jogadas mais eficientes. O Alvinegro não conseguia finalizar. Aos 36', Gervasio Nuñez entrou no jogo no lugar do uruguaio Salgueiro. Aos 38', o Botafogo enfim criou uma chance clara de gol, a única durante todo o jogo. Bruno Silva cruzou rasteiro para Sassá, que girou e bateu em cima da defesa. Na jogada, Gervasio Nuñez estava livre, sem marcação, pedindo para que a bola fosse tocada. Caso Sassá tivesse optado pelo passe, a chance do Botafogo empatar era grande. O Fluminense apenas administrou o resultado e esperou o árbitro apitar o fim do jogo. 

OBSERVAÇÕES

Vitória merecida do Fluminense, que foi superior o jogo inteiro. 

O gol sofrido pelo Botafogo foi RIDÍCULO. Emerson deu uma bola na fogueira, é verdade, mas o Bruno Silva poderia ter prestado mais atenção no lance. Não havia ninguém para avisar que tinha ladrão? 

Gegê foi titular durante TODO o Carioca. Daí no Brasileiro ele é barrado tendo em vista que não tem ninguém melhor? Como entender? Marquinho não tem condições de ser titular. 

Ainda acho que o Botafogo pode fazer um Brasileiro digno. Reforços foram contratados, os lesionados em breve voltarão. Tento me agarrar a esses fatos para manter o otimismo (mas sem deixar a desconfiança de lado, afinal, é Botafogo...). 

O que acontece com o Salgueiro? É um jogador de recursos, inteligente, que sabe o que fazer com a bola, mas que no entanto, vem deixando muito a desejar. Se esconde nos jogos, não chama a responsabilidade....

Rodrigo Lindoso, tão questionado, inclusive por mim, fez falta demais hoje. E é por isso que o Botafogo correu atrás de um volante e trouxe o experiente Dudu Cearense. Espero que possa estrear logo.  

Sassá foi DISPLICENTE. Foi fominha em lance primordial. O Botafogo poderia ter empatado o jogo. Já não é a primeira vez que ele fez isso. Precisa de um puxão de orelha. 

FICHA DO JOGO

Fluminense 1
Diego Cavalieri, Jonathan, Gum, Henrique, Giovanni (Ayrton); Pierre (Douglas), Edson, Cícero, Gustavo Scarpa; Richarlison (Marcos Junior), Fred. Técnico: Levir Culpi. 

Botafogo 0
Helton Leite, Luis Ricardo, Emerson Silva, Emerson Santos, Victor Luis; Bruno Silva, Fernandes, Marquinho (Sassá), Leandrinho (Neilton), Salgueiro (Gervasio Nuñez); Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes. 

Estádio: Raulino de Oliveira (Volta Redonda/RJ). 
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza 
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Thiago Henrique Neto. 
Gol: Fred (5' do 2º T). 
Cartões amarelos: Richarlison (Fluminense); Bruno Silva (Botafogo). 
Público: 4.550. 
Renda: R$ 73.130,00. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 


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Nunca deixe de acreditar

Atlético perde nos pênaltis
Foto: www.marca.com
É meio complica fazer uma análise de um jogo que foi tão importante e que acabou de forma tão dolorosa para a equipe do Atlético de Madrid e, sem dúvidas, para os torcedores desse grande clube. Mas prometo ser justo nas palavras que usarei para definir essa final.

As expectativas que o Atlético tinha para essa partida contra o Real eram completamente positivas. Após vitórias sobre Barcelona e Bayern de Munique, o time chegava como grande favorito, mas, claro, sempre respeitando o Real Madrid e também sua história dentro da maior competição de clubes. A possibilidade da derrota para o adversário de Madrid na final era muito grande e os colchoneros sabiam disso, entretanto, eles acreditavam em sua equipe e na justiça do futebol.

A cada minuto que se passava a ansiedade e nervosismo aumentavam, só que esse sentimento desapareceu quando o árbitro Mark Clatternburg apitou o início do jogo. A partir daí, a única coisa em ser feita era rezar e acreditar no título. Os primeiros minutos foram aquilo de sempre, os dois times tentando estudar ao máximo o oponente. O Real foi quem teve iniciativa e, logo aos 6 minutos, teve uma grande oportunidade com Benzema, só que do outro lado Oblak brilhou e evitou um gol logo de cara. Os minutos passavam e os torcedores colchoneros perceberam que a outra equipe de Madrid era melhor dentro de campo e que em qualquer momento poderia sair um gol. Não demorou muito para que isso acontecesse e, aos 15 minutos, Sergio Ramos abriu o placar, novamente ele.

Após o gol impedido, o Atlético teve que sair mais para o jogo e isso meio que deixava a defesa um pouco aberto. Foram várias tentativas de empatar no primeiro tempo, mas nenhuma preocupava muito o goleiro Keylor Navas. Muitos jogadores que foram importantes ao longo da temporada não faziam um bom jogo.

Para o segundo tempo, o Atlético tinha que mudar e Simeone promoveu a saída de Augusto para a entrada de Carrasco, que deu ao time muito velocidade na saída de bola. A substituição fez muito efeito e, aos 46 minutos, o árbitro novamente errou e marcou pênalti para o Atléti. Os torcedores saíram do inferno ao céu em segundos, mas rapidamente voltaram ao inferno, já que na cobrança a justiça foi feita e Griezamnn errou.

Quando aquela bola acertou o travessão, acredito que todos os torcedores colchoneros sentiram ou pensaram por um momento que não seria dessa vez, já era. Só que após o pênalti, o Atlético jogou de uma maneira que, para muitos, foi até surpreendente. O time pareceu ter falado "não tem problema, vamos para cima" e começou a trocar passes no campo adversário. 

Aos poucos, o Atlético se lançava mais ao campo adversário e a cada momento aquele sentimento de "já era" se tornava uma pequena esperança. Com muito sacrifício e luta, o empata veio e com gostinho de vitória, já que o Real já tinha feito todas as substituições, sendo que uma foi por lesão. Ou seja, era o nosso momento, era o momento de pôr um fim nessa decisão, era o momento de calar todo mundo que disse que o Atléti não merecia estar nessa final, era o momento de mostrar que somos gigantes mesmo não tendo tanto dinheiro como outros grandes clubes.

Ainda faltavam dez minutos para o final e as duas equipes não quiseram arriscar muito, o jogo ficou morno até porque as duas equipes estavam exaustas. A decisão novamente seria decidida na prorrogação, só que desse vez o time que estava melhor fisicamente era o Atlético, só que isso pouco adiantou na prorrogação. Com poucas chances de gol e praticamente todos os jogadores muito cansados, já era esperado os pênaltis.

A final da Champions seria decidida nos pênaltis e o nervosismo era muito grande tanto para os torcedores, como para os jogadores. Simeone, pouco antes de começar os pênaltis, foi até a torcida colchonera e pediu para que todos cantassem mais alto, o coração batia mais forte 

Foram necessárias nove cobranças para saber quem se consagraria campeão da UEFA Champions League e novamente o Real Madrid conseguiu sair com a taça. Parabéns ao Real, que mostrou também ser um time vencedor, primeiro por ter conseguido superar todas as dificuldades desde o início da temporada e segundo pelo título.

Já o Atlético precisa levantar a cabeça e pensar "Somos grandes, eliminamos Barcelona e Bayern e conseguiremos esse troféu que tanto sonhamos". Eu nunca deixei de acreditar e não será essa derrota que me fará deixar. 

Parabéns Clube Atlético de Madrid


Texto escrito por Alzemir Neto, colunista do Atlético de Madrid.

Twitter:

Alzemir Neto: @NeetoMoraes96
Linha de Fundo: @SiteLF

Improviso e empate - Galo foi Patric e mais 10

Vitória 1x1 Atlético

Alô amigo leitor, sócio torcedor do Linha de Fundo.  Acho que desde que me entendo por gente, a Copa Libertadores é um tanto quanto “catártica”, seja pós-êxito ou fracasso bate certa ressaca, na derrota então, nem se fale. Como diria Humberto Gessinger, até aqueles que não bebem, beberam um conhaque para espantar o inverno. Tal ressaca bateu e ainda bate no atleticano. Olhem o caso do blogueiro que vos fala: esse é meu primeiro texto pós-eliminação ante o São Paulo. Nesse meio tempo trocamos de técnico (o grande Marcelo Pacote de tantas boas memórias voltou a casa como um filho pródigo); com ele arrancamos um bom empate em Curitiba; seguido de um vexame ante o Grêmio, favorito ao título brasileiro, no Horto. 

Fonte: Portal Superesportes
Ainda estamos voltando ao prumo, nos acostumando com a nova realidade, com o novo comando.  Incrivelmente nesse meio tempo 11 jogadores de fora; oito no departamento médico e em campo um time para lá de improvisado. E falando em improviso só digo uma palavra para vocês meus amigos: Patric. Não é nenhuma técnica, tropeça na bola, mata qualquer torcedor de raiva, entretanto, é inegável o quanto esse cidadão se doa ao time. Joga em todas, lateral direita, lateral esquerda, ponta direita, ponta esquerda, e agora atleticanos, pasmem Patric foi 10, jogou de armador.

Contra o Vitória, Marcelo Oliveira alinhou o Atlético em um 4-2-3-1 com Victor, Rocha, Edcarlos, Tiago, Lucas Cândido, Carioca, Donizete, Pablo, Patric, Hyuri e Carlos – um arremedo de time. Em termos de dinâmica, o Atlético de Marcelo deu mostras que se parece mais com o de Levir Culpi do que o de Diego Aguirre.  O primeiro tempo na Fonte Nova foi marcado pela posse de bola, entre 55 e 60%, com o jogo sempre passando pelos pés de dois jogadores: Rafael Carioca e Marcos Rocha. O volante e o lateral direito eram os verdadeiros armadores do jogo. O volante era o toque de classe, enquanto o lateral era a principal válvula de escape. O primeiro tempo se desenvolveu inteiro no flanco direito. Seja para o bem quanto para o mal. O primeiro lance do jogo foi exatamente por ali. Rocha, Hyuri e Patric, para uma excelente defesa com os pés de Fernando Miguel; na sequência Diego Renan, nas costas de Rocha carimbou a trave, e no minuto sequente Kieza obrigaria Victor a fazer grande defesa.

O jogo estava desenhado: Galo com posse de bola, acionando o lado direito do seu ataque e uma chuva de cruzamentos, enquanto o Vitória aproveitava as costas do ofensivo Marcos Rocha em contra-ataques mortais. Sinceramente nenhum dos dois executou as propostas na plenitude. O Galo era burocrático demais, velho problema ainda da época de Diego Aguirre, muitos toques horizontais e pouca verticalidade; enquanto o Vitória errava demais principalmente no último passe, no chute a gol.

Era o típico jogo de 0x0, até que em um feliz momento, aos 36 minutos do primeiro tempo, em uma bolinha parada extremamente bem ensaiada, diria até que em um lance de videogame. Marcos Rocha se posiciona para cobrar escanteio pela direita, viu Patric livre na entrada da área. O lateral bateu rasteiro, apenas rolou a bola para o Folclórico camisa 29 chutar um tiro rasante, contar com o desvio da zaga rubro-negra e uma contribuição especial do goleiro Fernando Miguel – Vitória 0 X 1 Atlético. Após o gol, os 10 minutos finais foram incrivelmente bons, os reservas tocaram bem a bola. Pablo fez bom jogo, Lucas Cândido foi seguro na defesa bom dizer, e os zagueiros não comprometeram tanto, apesar de novamente baterem um pouco de cabeça, mas nada comparado à lástima de quinta feira.

Fonte: Portal Superesportes
O segundo tempo começou com mexidas no tabuleiro baiano: Dagoberto no lugar de David e Flávio no lugar de Leandro Domingues. O time baiano ganhou solidez, o Atlético já não trocava passes com tanta facilidade, apesar de que aos 11 minutos Patric e Pablo perderam chance incrível de ampliar o placar em duas brilhantes intervenções do goleiro Leão. Fenando Miguel ali se redimiu do Glu-Glu no primeiro tempo. Aos 15 minutos, Marcelo Oliveira, em uma alteração conservadora sacou Pablo, que dava velocidade pela direita, colocando Junior Urso na peleja. Urso na sua primeira participação exigiu Fenando Miguel uma nova defesa de cinema, com velocidade e puro reflexo. O Universo deu ao Galo duas oportunidades de matar o jogo, não matou. E como diria uma velha lei, tão antiga quanto os 10 mandamentos do profeta Moisés: Quem não faz leva e a bola pune.

A partir desse momento o Vitória tomou completamente controle do jogo, em uma pressão impressionante. Difícil de suportar. O Vitória martelava, martelava, martelava, mas a zaga alvinegra rebatia todas. Seria difícil ao Vitória entrar tocando, sobretudo pela saída de Leandro Domingues, seu principal articulador. Tanto que o gol de empate, por incrível que pareça, veio de um contra-ataque. O jovem João Capixaba, que havia entrado aos 27 do segundo tempo cedeu uma bola besta aos baianos. Se não me engano o zagueiro Victor Ramos em um lançamento de 50 jardas, pegou a zaga alvinegra literalmente de calças na mão. O pesado zagueiro Tiago apostou corrida com o rápido atacante Kieza, obviamente perdeu nos 20 metros rasos. O atacante dominou no peito, colocando a bola na frente para fuzilar ao gol alvinegro na saída de Victor. Gol de Empate do Leão Baiano. 1x1.

O Vitória ainda teve uma chance claríssima de virar o jogo em chute de Alípio, após um novo lançamento nas costas da defesa, salvo por Rafael Carioca (com o goleiro Victor já batido). Nos minutos finais houve emoção com ataques lá e cá, virou trocação, briga de rua, sem tática, apenas vontade de ir ao gol. Mas ambas as equipes sem a qualidade necessária para arrancar a vitória.

Fonte: Portal Superesportes
Para o Atlético foi um excelente resultado, apesar do gosto de quero mais. Fora de casa é preciso pontuar, e com os 11 jogadores que foram a campo, em um time pra lá de improvisado, a lógica seria voltarmos de Salvador com mais uma derrota no lombo. Missão do nosso novo comandante é difícil. Implantar uma nova filosofia, uma filosofia de ataque com um time completamente mexido. Completamente reserva. Prevejo momentos turbulentos, porém Junho está chegando e breve nossos titulares voltarão à cena.

Espero que não seja tarde demais

Por: @Mhfernandes89 

No Choque-Rei dos tabus, permanece o palmeirense

A quarta rodada do Brasileirão reservava o Choque-Rei dos tabus. Um Palmeiras que não vencia no Morumbi desde 2002, mas que também não perdia para o rival desde novembro de 2014 (contabilizando quatro jogos e três vitórias nesse período). Do outro lado, um São Paulo que tinha Lugano sem nunca perder para o rival, mas que já marcava dez clássicos sem vencer.

Com tantos ingredientes, era de se esperar um clássico apimentado. Não foi o que se viu: o Palmeiras fez mais um jogo ruim fora de casa e se deu mal no duelo dos tabus, perdendo outra vez fora de casa e continuando com a sina de não vencer dentro do Morumbi.

Os primeiros minutos não foram ruins, pelo contrário. Aos dez minutos já eram três grandes chances criadas, principalmente pela direita onde Jean, Tchê Tchê e Roger Guedes encontravam espaços. Mas clássico se decide em detalhes e, com perdão do clichê, “quem não faz, toma”.

E o Verdão tomou: em uma jogada perdida de maneira boba no ataque surgiu o contra-ataque que resultou no gol de Ganso, o primeiro do meia contra o Palmeiras, e que contou com alguma colaboração de Thiago Martins que errou o tempo de bola de maneira bisonha.

Foto: Globo Esporte.
O gol mudou totalmente o jogo. Com o placar favorável, o São Paulo conseguiu jogar como gosta, sem se expor e aproveitando a velocidade dos pontos - a mesma arma tão utilizada pelo Palmeiras. Sem os espaços dos minutos iniciais, Bauza conseguiu conter a velocidade palmeirense e o primeiro tempo quase não teve mais lances de emoção.

O segundo tempo tinha tudo para ser melhor, com Cuca lançando Rafael Marques e Moisés, deixando o time mais ofensivo. Aliás, um ponto a ser elogiado tem sido as alterações do treinador, sempre ofensivo e sem medo de abrir o time. Funcionou na última quarta-feira, mas falhou por completo hoje.

O Palmeiras até ameaçou alguns sustos com chutes de fora da área justamente de Rafael Marques e Moisés, chutes que certamente assustaram mais os são-paulinos pela presença de Denis do que pela dificuldade das defesas em si. Com o passar do tempo, porém, o São Paulo voltou a ser dono do meio-campo e criar as melhores chances nos contra-ataques.

O resultado disso foi uma pressão muito maior pelo segundo gol dos donos da casa do que um susto alviverde que, a rigor, não aconteceu. O Palmeiras acelerava muito as jogadas e não conseguiu trocar passes, faltou alguém para pensar o jogo como Cleiton Xavier. A incontestável derrota poderia ser ainda pior se Fernando Prass não tivesse em tarde inspirada. Com ao menos quatro boas defesas, ele impediu que a desvantagem fosse ainda maior.

PONTO TÁTICO: Com dois times que gostam de jogar no contra-ataque e com velocidade, o gol cedo do São Paulo fez diferença. Com vantagem no placar, segurou os laterais e não deu mais espaços para a velocidade de Dudu, Gabriel Jesus e Roger Guedes que incomodaram bastante no início. Sem um armador em campo, o Palmeiras sofreu para criar jogadas sem usar a velocidade e pouco perigo levou ao gol de Denis. Cuca precisará pensar em alternativas para jogos sem espaços, o time já sofreu contra a Ponte pelo mesmo motivo.

O DESTAQUE: Em mais um jogo ruim fora de casa, sobrou para Fernando Prass segurar ao máximo o placar na vantagem mínima. Ele só não conseguiu pegar a cabeçada de Ganso, praticamente na pequena área, mas evitou uma derrota pior.

BOLA MURCHA: Absolutamente sumido do jogo e errando alguns domínios fáceis, Gabriel Jesus parecia um pouco disperso e fez uma partida muito ruim, incomodando pouco a defesa são-paulina.

É Botafogo? Só chamar o Fred

O Fred te pegou. Foto: GloboEsporte.com
Já era hora de ganhar um clássico em 2016. Passamos o campeonato carioca inteiro sofrendo contra nossos rivais e isso nos custou mais uma eliminação prematura nas semifinais. Felizmente, começamos o Brasileiro já conquistando três pontos no primeiro embate estadual.

O primeiro tempo ficou marcado pelas várias chances que perdemos. O Flu entrou em campo do jeito que eu havia pedido no meu texto de quinta: dois volantes, Cícero e Scarpa na frente criando as jogadas e Fred com Richarlison no ataque. A saída de Pierre no final dos primeiros 45 minutos deixou o time exatamente como eu havia montado. Douglas, apesar de ser jovem, tem uma saída de bola infinitamente melhor que a do nosso volante titular atual. Se nosso meio campo continuar assim, podemos cada vez mais criar mais oportunidades. Cícero jogou mais para frente e foi o principal desperdiçador de gols. Vi muitos tricolores xingando ele, mas acho que com um pouco mais de treino na pontaria ele volta a marcar gols como sempre fez.

Fluminense 29.05.2016
Para o alto e avante. Fred fez mais um contra seu adversário preferido. Foto: Mailson Santana/ Divulgação FFC
Veio à segunda etapa e o Flu continuou superior. O Botafogo se mostrou muito limitado e não dava trabalho algum para Cavalieri, que nem sujou seu fluorescente uniforme. Na saída de bola errada do time alvinegro, Douglas subiu muito bem na marcação e tirou a bola. Ela ficou nos pés de Fred que dominou, esperou o goleiro dar o canto e bateu firme. 1-0 mais do que merecido. Levir ainda tirou Richarlison para a entrada de Marcos Junior e Giovanni para Ayrton. Foram boas substituições para não mudar o estilo de jogo que estava dando certo. O Bota até ameaçou fazer alguma pressão, mas Gum e Henrique foram soberanos e evitaram maiores sustos.

O grande ponto positivo de hoje foi à participação de Fred. Voltou várias vezes para marcar, caía pelos lados e correu bastante. Giovanni também fez uma partida correta e não comprometeu. O ponto negativo fica por conta de Gustavo Scarpa que mais uma vez matou vários contra-ataques e se negou a tocar a bola para Marcos Junior em alguns momentos o que gerou reclamação do nosso atacante que disse ao final do jogo: "Ele não quer passar a bola pra mim, tá de birrinha".

Quarta é um baita jogo para testar nosso time. Jogar contra o Atlético no Horto não será fácil mesmo com os vários desfalques do time mineiro. É bom aproveitar esse tanto de lesionados, pois o Galo completo é quase imbatível no Independência.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Criciúma sofre a primeira derrota na Série B

Na noite desta sexta (27) o Criciúma enfrentou o CRB no estádio Rei Pelé, jogo válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

O jogo em si não agradou o time de Santa Catarina, tanto pelo nível de desempenho baixo comparado aos outros confrontos, quanto pelas falhas da arbitragem que ocorreram dentro dos 90 minutos. Logo no primeiro tempo, aos 29' o Criciúma tomou o primeiro gol, feito por Luidy.   No segundo tempo o tigre levou mais um, feito por Fábio, porém diminuiu o placar com um gol de pênalti feito por Élvis.


Enquanto aos lances duvidosos. O primeiro lance aconteceu no primeiro gol do CRB onde Luidy ao dominar a bola, deixou uma dúvida no ar, peito ou braço? O árbitro interpretou como lance válido, mas a torcida tricolor reclamou. Outro lance foi um pênalti não marcado para o Criciúma. O lateral Ezequiel sofreu uma falta clara dentro da área e o juiz deu como lance normal, mais um motivo para o clube e a torcida reclamarem. E assim terminou CRB 2X1 Criciúma.

O clube tricolor teve um bom desempenho técnico em campo, porém nem sempre o melhor sai ganhando. Também com muitas falhas de finalizações fica difícil vencer o adversário fora de casa

Com tal resultado o Criciúma desceu para a quinta posição da tabela, ficando fora do G4. O próximo desafio do tigre é diante o Avaí, nesta terça dentro do Heriberto Hulse. O jogo é basicamente a disputa pela vaga no G4, sendo que por enquanto a única diferença de ambos na tabela é o saldo de gols.

''Voltaremos pra primeira como em 2003''   

Letícia Figueredo

Covardia, teimosia e nenhum ponto em Bragança Paulista

Após a empolgante goleada por 5 a 1 sobre o Paysandu, o Tupi foi até Bragança Paulista, para embalar na competição. Contudo, não foi o que demonstrou em campo, o que se viu foi uma equipe satisfeita com apenas um ponto. E diante de um adversário que ainda não havia vencido na competição, porém, motivado pela chegada do novo treinador, o Galo Carijó foi derrotado.

Ricardo Drubscky escalou mal a equipe (Foto: Felipe Couri/tupifc.esp.br)
"Time que está ganhando não se mexe?" Ricardo Drubscky mostrou que não é bem assim...

Desde quando saiu a escalação, a teimosia do técnico em deixar um dos melhores jogadores do elenco fora dos onze que começariam o jogo, já deixava o torcedor mais preocupado. A última partida provou que Vinícius Kiss merece a titularidade, mesmo não sendo um armador consegue criar jogadas pelos lados do campo, além de cumprir a função de marcar e se doar durante os 90 minutos. No entanto, Jonathan retornava de suspensão e Ricardo Drubscky insistiu no jogador, que até o momento não demonstrou à que veio. A escolha se mostrou errada depois de mais uma péssima atuação do meia.

A defesa também foi bastante alterada. O zagueiro Heitor, que vinha tendo boas atuações ao lado de Rodolfo Mol, não poderia atuar. Porém, isento o treinador dessa mudança, pois o jogador tinha um "compromisso mais importante": SE CASAR. E as mudanças não pararam por ai. Com isso, Bruno Costa voltou para a sua posição de ofício, na defesa. Thiaguinho, teoricamente, daria mais ofensividade. Por fim, a única mudança acertada a meu ver, Thiago Silvy finalmente foi sacado da equipe, Henrique foi mantido e atuou mais à frente, enquanto Formiga fez a lateral-direita.

O primeiro tempo foi pífio. Com a bola ficando mais no meio de campo, o equilíbrio prevaleceu durante boa parte e os goleiros não fizeram uma defesa difícil. No entanto, o Tupi ainda conseguiu chegar com perigo pelo menos uma vez, que foi a melhor chance da etapa inicial. Em jogada pela direita, Gabriel Sacilotto cruzou para Jonathan quase na marca do pênalti e o meia chutou fraco, praticamente recuando a bola para Felipe.

A etapa inicial terminou com um justo 0 a 0. Em vista que a Série B é uma competição muito difícil, somar um ponto não seria tão ruim, mas a fragilidade do Bragantino demonstrava que se o Tupi tivesse um pouco mais de ambição, poderia conseguir a vitória no segundo tempo. Contudo, foi covarde e o pior ainda estava por vir.

Na volta do intervalo, o lesionado Thiaguinho – diga-se de passagem mal chegou à linha de fundo no primeiro tempo e não correspondeu à chance no time titular – foi substituído, dano lugar à Helder, que entrou na zaga e Bruno Costa voltou a ser deslocado para a lateral-esquerda.

A etapa complementar começou com Rodolfo Mol dando um susto, depois que o zagueiro errou na saída de bola, Léo Jaime fez Glaysson trabalhar. O time da casa já demonstrava mais "fome" de vencer, entretanto, nos minutos seguintes pouco criou. Só a partir dos 15 minutos o jogo ficou mais aberto. O Bragantino, pela necessidade de vencer, atacava de forma desordenada. O Tupi, por sua vez, se aproveitava do contra-ataque, visando os dois atacantes – Michel Henrique havia entrado no lugar de Henrique e formava dupla com Giancarlo.

Dessa forma, as duas equipes tiveram chances claras, mas não aproveitaram. Aos 18', Rodrigo Sam cruzou da direita e a defesa deixou Eliandro livre na área, que cabeceou bem, mas carimbou o travessão. A resposta veio sete minutos depois, com Gabriel Sacilotto, que recebeu passe de Formiga na área e, sozinho, bateu rente a trave e a bola foi pra fora.

Depois de quase marcar, Gabriel Sacilotto deixou o jogo, o volante foi outro que saiu por conta de lesão. Só assim, Ricardo Drubscky colocou Vinícius Kiss, que nem teve tempo de pegar na bola e o adversário inaugurou o marcador. O gol saiu depois de uma falha da defesa, que deixou Léo Jaime cruzar e Bruno Pacheco apareceu entre os zagueiros, cabeceando para as redes.

O time paulista conseguiu a primeira vitória da competição (Foto: Reprodução/SporTV)
Após abrir o placar, o Bragantino estava mais perto de ampliar, do que o Tupi empatar. Em jogada pela esquerda, o autor do primeiro gol rolou para Edson Sitta, que finalizou forte e sem chances para Glaysson, aos 42 minutos. Nos acréscimos, o time de Juiz de Fora ainda conseguiu diminuir depois da falha da defesa adversária, Formiga roubou a bola e tocou para Michel Henrique, que deu números finais a partida.

Com a derrota, o Tupi não entra no Z-4, mas a situação não é nada confortável. Agora, o Galo Carijó só não está na zona de rebaixamento pelo saldo de gols, superior aos outros times que tem três pontos.

PS. 1 – Embora grande parte das critique tenham sido destinadas ao principal responsável pela derrota, o treinador, toda a equipe fez uma péssima partida. Sem dúvidas, a pior atuação nessa Série B, o comportamento foi de um time que brigará contra a degola e dessa forma a preocupação com o rebaixamento é iminente.

PS. 2 – Mais uma vez os adversários estão tendo muito espaço nas laterais e marcam seus gols em jogadas pelos lados do campo. Outro detalhe é que a equipe continua cometendo muitas faltas, sobretudo Rafael Jataí, que recebeu o terceiro cartão amarelo em apenas quatro jogos e está suspenso na partida contra o Joinville. 

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

Jesus chorou? E salve Jorge, Ponte perde para o Flamengo no Majestoso

Ponte toma a virada e acaba derrotada diante de seus torcedores.

(Foto:Raphael Zarko)
A Ponte começou pressionando o rubro-negro; os cariocas começaram com muita tranquilidade; o time do estreante Zé Ricardo tentava controlar o meio de campo, deixando os pontepretanos sem criatividade e sem opções. O que restou para a macaca foi o lado esquerdo de Reinaldo; a bola era muito bem trabalhada por ali. O camisa 6 chegava na linha de fundo e tentava o cruzamento na área para o deslocamento de Wellington Paulista. Porém não foi em lançamentos com bola corrida, que o Wellington marcou, mas sim, em uma bola parada. Reinaldo botou e Wellington Paulista guardou para a Ponte, 1 a 0 para a nega véia.

Após o gol, o Flamengo veio para o ataque. A Ponte acomodou-se, Reinaldo foi e Jeferson ficou. João Vitor cobria Reinaldo e o Fla explorava o lado esquerdo. Até que em falta pelo mesmo lado Alan Patrick cobrou e a bola resvalou em Felipe Azevedo que marcou contra, 1 a 1 no placar.

O Fla continuou a pressão no primeiro tempo, o jogo estava quente e os rubro-negros faziam força para buscar a virada. O time da Ponte continuou com o mesmo comportamento nada agressivo, apenas esperando os visitantes. Deu no que deu, no finalzinho da primeira etapa, escanteio cobrado, bola escorado por Kadu para o meio da área, Jorge pegou na veia da bola e fez um golaço. O mais querido virou e foi para a segunda etapa com mais tranquilidade

(Foto:GazetaPress/Retirado de: HTESports)
No segundo tempo, os dois times voltaram sonolentos, a bola parecia que não rolava, o Flamengo segurava o placar e a Ponte se segurava para não tomar mais gols. Só no final a macaca acordou e tentou assustar o goleiro Alex Muralha, que operou diversos milagres.

Melhores momentos:


Destaques da partida: Hoje teremos tanto destaques positivos quanto negativos. Os positivos: o meia Ravanelli, que buscou o jogo a todo momento, fez bons lançamentos dando um toque criativo no meio de campo alvinegro. O centroavante William Pottker que entrou durante a partida deu um gás maior para os pontepretanos e mudou a cara da equipe. Negativos: Na opinião do humilde colunista, os laterais Jeferson e Reinaldo deixaram grandes lacunas na defesa, atrapalharam o andamento dos jogo para os gorilas e deixaram defasado o esquema de Eduardo Baptista.

Ficha técnica: PONTE PRETA 1 X 2 FLAMENGO

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 29 de maio de 2016, domingo
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi (RS) e Helton Nunes (SC)
Renda: R$ 196.580,00
Público: 7.106 pagantes
Cartões amarelos: João Vítor e Pottker (Ponte Preta); César Martins (Flamengo)
Cartões vermelhos: Fernandinho (Flamengo)

GOLS
PONTE PRETA: Wellington Paulista, aos 11min do primeiro tempo
FLAMENGO: Felipe Azevedo (contra), aos 20min do primeiro tempo; Jorge, aos 42min do primeiro tempo

PONTE PRETA: João Carlos, Jeferson, Kadu, Fábio Ferreira e Reinaldo; João Vitor, Matheus Jesus (Thiago Galhardo) e Ravanelli (Cristian); Felipe Azevedo, Roger e Wellington Paulista (Pottker). Técnico: Eduardo Baptista

FLAMENGO: Alex Muralha, Rodinei, Léo Duarte, César Martins e Jorge; William Arão, Márcio Araújo e Alan Patrick (Cuéllar); Fernandinho, Marcelo Cirino (Ederson) e Felipe Vizeu (Gabriel). Técnico: Zé Ricardo (interino)

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