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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Patrão Cartoleiro - Rodada #5

Senhoras e senhores, meninos e meninas, cartoleiros e cartoleiras, seres racionais e fãs do Craque Neto, sejam bem vindos a mais um capítulo do melhor patrão do Brasil, porque afinal de contas, que patrão ajuda mais do que eu? Vocês que subestimaram o patrãozinho, viveram uma ressaca enorme na rodada passada e pensando: "Porque eu não escutei o Patrão?". Pois é. Agora está aí chorando na zona de rebaixamento da sua liga. Porém, aguente firme. Ainda dá tempo de recuperar e o Patrão está aqui para te ajudar.


Patrão na última rodada:

Como eu já disse na introdução, quem seguiu minhas dicas fez uma rodada acima do esperado. A equipe do Patrão fez 71.69 pontos e disparou várias posições nas suas respectivas ligas. Já deixo aqui meus agradecimentos ao jogadores Ewandro, do Atlético Paranaense, Arrascaeta, do Cruzeiro, Luan, do Grêmio, e vários outros que mitaram nessa rodada. Papai ama todos vocês. 

Melhores times para apostar - 5ª rodada:

FLAMENGO - Sim, eu sei. Esse time do Flamengo não está jogando o ouro da bola como era esperado e todos sabemos que o Muricy só teve problemas de saúde porque não seguiu as dicas do Patrão e negativou no Cartola, porém, após a primeira vitória do Mengo na rodada passada, a equipe rubro-negra vêm com um novo ânimo e irá com força para derrubar o Vitória jogando em casa. Eu não apostaria muito na defesa, mas no meio de campo e no ataque, a tendência é que possa render.

BOTAFOGO - Vamos colocar mais um time carioca? O Botafogo é outra boa equipe para se apostar nessa rodada, pois vem querendo se recuperar da derrota no clássico e pega um Cruzeiro fraco e despreparado. Os alvinegros não tem lá das melhores defesas, então, aposte mais no ataque.

AMÉRICA-MG: Os americanos são poderosos, não é? No Brasil, nem tanto, mas essa rodada podem até ser. A equipe mineira está louca para conseguir sua primeira vitória nessa edição do Brasileirão e terá uma oportunidade enfrentando a Ponte Preta. É provável que façam uma partida mais segura e saiam com os três pontos.

Escalação - 5ª rodada:

É uma rodada complicada. Não posso negar. Vai se difícil apostar em defensores que não percam muitos pontos e até estou com receio em alguns atacantes. Apesar de tudo, temos que ter um pouco de sorte toda rodada e esperamos ter novamente.

GOLEIRO:

Nome: João Ricardo
Clube: América (MG)
Preço: C$ 7,23
Com essa cara de "Vou pegar você nessa noite", o goleiro João Ricardo vem de boas atuações com a camisa do América e pode ser uma aposta agradável para essa rodada. Se não tomar gols, sua equipe irá valorizar bastante e sua pontuação também. É, para mim, o melhor nome para ser o guarda-redes.

LATERAIS:

Nome: Rodinei
Clube: Flamengo (RJ)
Preço: 12,37
Um bom analista me disse que o Vitória não marca bem pelas laterais, então, aposte num lateral do Flamengo. Rodinei é uma boa opção e pode ser bem útil nessa partida. Com boas atuações, tem um preço "salgadinho" no mercado do Cartola, mas tem chances de fazer a diferença e esperamos até que descole uma assistência.

Nome: Uendel
Clube: Corinthians (SP)
Preço: C$ 12,27
O lateral corintiano Uendel está de volta ao nosso time no Cartola. Com mais uma vitória em casa, o Timão jogará um clássico difícil contra o Santos na Arena Corinthians, porém, o time da casa é favorito para vencer e pegará um Santos que vive um momento crítico no ataque. Uendel deverá ter facilidade na marcação e é sempre um atleta participativo.

ZAGUEIROS: 

Nome: Emerson Santos
Clube: Botafogo (RJ)
Preço: C$ 3,75
Tá bem variado o sistema defensivo, não é? É hora de continuar assim e colocar o zagueiro Emerson Santos, do Fogão. O atual momento do ataque cruzeirense não é dos melhores, por conta disso, Emerson é uma boa aposta pois pode valorizar mais seu time e tem um preço bem pequeno. Sempre bom economizar no sistema defensivo para gastar bem no ofensivo.

Nome: Sueliton
Clube: América (MG)
Preço: C$ 7,65
Voltando para os jogadores do Coelho, é hora de entrar Sueliton. Um dos principais defensores do time mineiro também tem que ter espaço na sua escalação e ele será o principal defensor dessa rodada. Tem um preço agradável e também tem grandes chances de fazer uma ótima atuação.

MEIAS:

Nome: Guilherme
Clube: Corinthians (SP)
Preço: C$ 15,06
Volta o Corinthians para o nosso time e dessa vez Guilherme pintará na nossa escalação. O meia vem de boas partidas nesse ano e será um dos principais jogadores dessa rodada, já que pode fazer a diferença nesse clássico contra o Santos. É finalizador e bom de dar assistências.

Nome: Bruno Silva
Clube: Botafogo (RJ)
Preço: C$ 7,13
Olha mais um do Fogão na nossa tela: é a vez de Bruno Silva. Jogador barato e participativo no meio de campo alvinegro, pode fazer a diferença nesse jogo contra o Cruzeiro e ser uma boa ligação com o ataque. Se pintar um gol desse cara aí, muita gente vai me agradecer.

Nome: Willian Arão
Clube: Flamengo (RJ)
Preço: C$ 13,56
Willian Arão é o meia que vai fechar o seu meio de campo. Não por ser o último, mas por ser um volante ótimo na marcação e também bem influente no ataque. Ao lado de Mancuello, é um dos favoritos da torcida flamenguista nesse ano e já fez seu espaço no clube. Na partida contra os baianos, será bem útil.

ATACANTES:

Nome: Vitinho
Clube: Internacional (RS)
Preço: C$ 9,59
O Inter também terá um compromisso que pode ser vantajoso e porque não colocar um atacante matador? Vitinho é o nome dele. Na partida contra o Atlético Paranaense, o garoto pode fazer a diferença novamente por ser um dos principais nomes ofensivos dos gaúchos. Esperamos que honre nossos cartolas, querido Vitinho.

Nome: Keno
Clube: Santa Cruz (PE)
Preço: C$ 23,77
Você que acha que no Santinha só existe Grafite, está enganado. Keno é outro atacante que está fazendo seu nome nessa edição do Brasileirão e na partida contra o Sport Recife, um clássico pernambucano, é provável que ele consiga fazer outro bom jogo. É caro, mas é um bom nome. Grafite também é, mas preferimos variar um pouco nessa rodada.

Nome: Ribamar
Clube: Botafogo (RJ)
Preço: C$ 7,45
Outro bom atacante para essa rodada é Ribamar, principal nome ofensivo dos alvinegros nesse Brasileirão. Marca muitos gols e pode não ter dificuldades para furar a defesa cruzeirense, que vem de má fase. Além de goleador, é bem rápido também. Vai ser um diferencial a mais.

TÉCNICO:

Nome: Givanildo Oliveira
Clube: América (MG)
Preço: C$ 5,26
Para completar, Givanildo será seu comandante nessa rodada. O técnico famoso por "coçar o saco" não vai deixar que seus jogadores façam o mesmo e espera conseguir o primeiro triunfo seu no comando do América. Vamos lá, tiozão Givanildo. Contamos com você.

Preço do time: C$ 125,09.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Um novo Flamengo?

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
Neste domingo (29), o Flamengo conquistou uma inesperada vitória contra a Ponte Preta em Campinas. O Mais Querido, que teve semana conturbada e alguns problemas no caminho, conseguiu quebrar um longo e incômodo tabu, já que, depois de quase onze anos, o Fla voltou a vencer a Ponte, sendo que há dezessete não o fazia no Estádio Moisés Lucarelli.

Não foi fácil conseguir chegar de cabeça erguida no gramado pontepretano. A conturbada semana rubro-negra, que teve Muricy Ramalho pedindo para sair e confusão envolvendo César Martins, que foi covardemente cercado por alguns "torcedores" e hostilizado, quase pedindo para não jogar, contribuiu para que o clima da partida fosse de muitas dúvidas.

A estreia de Zé Ricardo no comando deu ao torcedor uma preocupação a mais, mas certamente ela veio acompanhada de um pouco de esperança. Campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior deste ano, o treinador conhece bem algumas peças que hoje compõe o elenco e poderia utilizá-las da melhor forma.

Com isso, o treinador pediu a volta de César Martins, já que Juan está lesionado e, com a saída de Wallace, apenas o jovem Rafael Dumas é zagueiro de origem; manteve Márcio Araújo no meio e colocou Willian Arão ao seu lado, deixando Mancuello e Cuéllar no banco de reservas – escolha questionável, mas compreensível pela falta de tempo disponível para mudar o esquema; e deixou Paulo Victor, que alegou dores lombares, fora até do banco, finalmente colocando Alex Muralha em campo.

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
Vamos deixar gols polêmicos e expulsões questionáveis de lado, pois reclamações ou comentários não mudam o marcado pelo juiz. Focaremos apenas no que importa: a recuperação do Flamengo em 45 minutos. Se em outro momento levássemos gol logo aos 11 minutos, era fato que o time não conseguiria virar o placar. Entretanto, a reação não só foi rápida, como eficiente e sem grandes momentos de desespero.

O gol contra da Ponte Preta em seguida igualou novamente o placar. Graças a Alex Muralha e a ótima atuação defensiva de Léo Duarte – que impressiona e muito pela maturidade – e César Martins – calando pelo menos por agora os críticos –, o Flamengo controlou o primeiro tempo e conseguiu já no fim a virada com um golaço de Jorge, que mesmo contestado conseguiu um bom desempenho.

Mesmo melhor, Zé Ricardo preferiu fazer alterações seguras, já que não podia arriscar os três pontos. Com isso, o segundo tempo foi de pressão adversária, mas ainda assim podemos tirar pontos positivos disso. Foi uma grande partida da defesa, que viu o ataque fazer burradas e ainda assim não perdeu a vontade. Foi muito positivo e importante ver isso agora.

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
É um novo começo para o Flamengo, porém, estamos enfrentando um momento que precisa de muita calma e cuidado. Se por um lado é possível começar novamente, por outro é tarde para uma reação demorada. Quinta-feira já teremos mais um desafio contra o Vitória e Zé Ricardo pode aproveitar o que viu nesse último jogo.

Mariana Sá | @imastargirl 

A regra é clara: Fora de casa é empate

A chance de conseguir a primeira vitória fora de casa era grande, afinal o jogo era contra o Joinville, que nas três primeiras partidas não conseguiu sequer um resultado a seu favor. Mesmo com a partida sendo fora de casa, o Tubarão se organizou e, antes da bola rolar, Tencatti anunciou que o time por ele comandado não entraria em campo para empatar ou sair derrotado. 

O início do primeiro tempo foi fraquíssimo, poucas jogadas trabalhadas ou tentativas de se chegar ao gol; destaque apenas para a finalização de Cléo Silva, que passou à direita do gol defendido por Marcelo Rangel. Em compensação, os 15 minutos finais desta etapa foram alucinantes. Aos 35 minutos, surge boa chance para o Londrina quando Rafael Gava finalizou com direção ao gol e a bola acertou o braço de Bruno Aguiar, em seguida ainda carimbou o travessão. Na sequência do lance, Keirrison dominou de costas para o gol adversário e foi agarrado pelo lateral do tricolor catarinense; o árbitro nada marcou e, no contra-ataque, Juninho recebeu sozinho dentro da área pra abrir o placar.

O lance do gol em si não teve irregularidade, mas a sequência de dois pênaltis para o Tuba, em que nenhum foi marcado, é para no mínimo ser questionado. Se no primeiro lance o zagueirão pulasse para tentar desviar com o braço junto ao corpo, nada deveria ser questionado, mas o atleta pula com os braço abertos mostrando no mínimo que ou não estava atento ao que fazia ou que estava mal intencionado, uma vez que todo defensor sabe dos riscos de saltar para desvio com os braços abertos; há de se questionar também a marcação do outro defensor que, sem nenhuma possibilidade de chegar a bola, agarrou o K99 e cometeu uma falta não assinalada pela arbitragem.

Se não bastaram os lances citados anteriormente para deixar o primeiro tempo com uma cara pelo menos diferentes dos 30 primeiros minutos, o Londrina ainda empatou com um belo cabeceio de Keirrison, este teve o faro de atacante e adiantou a marcação para desviar o cruzamento de Jô.

Foto: Divulgação/JEC
O segundo tempo começou tão fraco quanto o primeiro, as equipes pouco procuravam espaços para jogadas mais agudas e por consequência o nível de criação foi baixo, até os 14 minutos quando Diogo Roque deu uma pancada para Oliveira praticar bela defesa. Se os primeiros 20 foram pouco disputados e pouco ofensivos, destes mesmos minutos em diante o que se viu foi um Joinville tentando acelerar o jogo, pressionando saídas de bola e finalizando de fora da área, há de destacar a finalização de Paulinho Dias que obrigou o goleiro Alviceleste a sujar sua farda. Daqui em diante a pressão que a equipe da casa exerceu foi grande, tanto em jogadas de toque de bola quanto em jogadas de toque próximas à área Londrinense, quanto de finalizações de fora da área. O time de Claudio Tencatti se fechava e buscava o contra-ataque para fazer o seu gol e liquidar a partida, tentativas que até a marca dos 40 minutos surtiam pouco efeito, ainda tivemos chance de vencer com Rafael Gava que mesmo após driblar o goleiro ainda conseguiu acertar a bola no zagueiro e que um minuto depois ainda forçou Oliveira a defender um chute rasteiro que buscava o canto do goleirão.

Em mais uma partida, o sentimento foi de que a vitória esteve muito perto e jogamos a chance de conseguir 3 pontos fora de casa foi jogada fora, desta vez ou por vontade de se consagrar ou por desespero em querer matar a partida e não ter olhado para o lado, tendo a possibilidade de simplesmente passar a bola para um companheiro melhor colocado que com certeza mataria a partida. Há de se destacar o progresso que vem sendo conseguido pelo equipe desde o final do paranaense, o time saiu de uma derrota na estreia para 2 empates contra equipes recém rebaixadas da série A e uma vitória diante de um dos grandes do nordeste. Creio que este time das primeiras rodas mesmo mostrando sua evolução ainda tem muito a progredir e devido à sua estabilidade, pode chegar até mesmo próximo ao G4 no final da competição. Diferente da equipe do Joinville que vaiou o técnico Hemerson Maia durante vários momentos e ao final da partida direcionou alguns protestos à figura do professor, tais atitudes são explicadas pela campanha do tricolor catarinense que até agora não venceu no campeonato e está na 17ª colocação.

Foto: Salmo Duarte/ Agência RBS
Joinville (1) x (1) Londrina

Público total: 1995 torcedores
Renda: R$ 23.905,00

A equipe da casa comandada por Hemerson Maia veio a campo com Oliveira, Everton Silva, Bruno Aguiar, Victor Oliveira (Adriano) e Júnior; Naldo, Paulinho Dias, Juninho (Murilo) e Pereira (Diones); Fernando Viana e Cléo Silva.

Já o Tubarão, de Claudio Tencatti assim foi escalado: Marcelo Rangel, Igor Bosel, Sílvio, Matheus e Léo; Germano, Diogo Roque (Bidia), Zé Rafael (Leílson), Rafael Gava, Jô (Paulinho Moccelin) e Keirrison.

Na próxima rodada, o Joinville viaja a Juiz de Fora para enfrentar o Tupi, na terça feira às 21h30, e o Londrina faz um jogo cheio de rivalidade contra o único adversário paranaense deste campeonato, o Paraná, dentro de casa, também na terça às 19h15.

Vitor Guimarães || @VitorBatata3
Linha de Fundo || @SiteLF

A perfeição de um time mediano

Quero falar um pouco do que aconteceu em campo ontem. Neste domingo, o time se portou muito bem na primeira etapa, estava compactado e muito coeso, coisa que era difícil de ver. É até difícil acreditar que o time do Internacional está cada vez mais forte em disputas fora de casa, com a presença de dois volantes mais fixos, o Inter "estacionou o ônibus" na frente da área e mostrou que não iria tomar gol. Já na parte ofensiva com a presença de quatro jogadores jovens, propôs uma correria gigantesca pelos lados de campo.

No segundo tempo o time amaçou o Santos, que mal saiu para jogar pois via que o Internacional iria fazer gol mais cedo ou mais tarde. O time do Argel joga por uma bola, joga pelos três pontos. E foi assim que aconteceu, Aylon e Alex entraram em campo e, no pouco tempo que tinham, apresentaram o essencial. Alex fez um cruzamento/passe na cabeça de Aylon, que cabeceou como gente grande.

Aylon, de jogador não necessário para o clube à 12° jogador do time
Aylon é um jogador que merece muito espaço no Inter, eu já dizia desde o ano passado que ele é um baita jogador e que merece titularidade. Ele é estrela, assim como foi Andrézinho e Damião, e na hora do aperto ele resolve. Ele parece ser todo atabalhoado, todo estranho, mas consegue fazer gols; leva os jogadores adversários, cria espaços. Claro que Aylon não é um craque, mas a sua dedicação é nota 10.

O homem da casamata é outro que dia após dia mostra para todos os torcedores que o Inter tem um elenco que está sofrendo reformulações, porém ele é o cara que tem capacidade de gerir essa equipe. Ele mostra que o Internacional sabe enfrentar os grandes, consegue fazer o time render fora de casa, por mais que não tenha feito nenhuma partida boa em casa, como visitante tem montado uma maneira de fazer o colorado ser um time bem superior aos fortes e realmente candidato ao titulo.

Mas a hora é de fazer exatamente o que o Argel gosta de dizer em todas as coletivas: "Vamos ter os pezinhos no chão. Não somos favoritos a nada e eu não quero ser favorito. Vamos trabalhar para vencer". Obviamente a segunda colocação pode nos dar muita confiança, mas não podemos deixar isso subir a cabeça. Soberba não ganha nada. As próximas três batalhas serão com adversários fracos, devemos apoiar o time e ajudar o nosso treinador, ele mostrou agora que merece a chance de trabalhar com tranquilidade e com o nosso apoio.

Não existe time vencedor sem torcida forte.

CPF na nota?

Saudações Rubro Negras!

O sábado foi de clássico goiano pela quarta rodada da Série B e, como era esperado, o Atlético levou a melhor sobre o Vila Nova. O time rubro negro manteve os 100% de aproveitamento na competição - juntamente com o Vasco, que venceu o Bahia por 4x3 também no sábado - vencendo o clássico por 2x1 de virada com gol aos 45 minutos do segundo tempo. Essa foi a 17ª vitória do Dragão em cima do Vila nos últimos 27 jogos, tendo perdido apenas em três oportunidades. A pergunta que não quer calar é: CPF na nota, Vila Nova FC?


O jogo começou em um ritmo bom e com os dois times buscando o ataque. O Atlético chegou primeiro com Bambu experimentando um chute de fora, que foi direto para a linha de fundo, e Michel em uma bomba da intermediária que Edson voou para espalmar. O Vila respondeu logo depois, mas foi mais eficiente, em grande jogada de Róbston, ex-Atlético, com Marcelo Cordeiro, Fabinho aproveitou para balançar a rede de Marcos e inaugurar o placar no Serra Dourada.

A partir do gol, o time colorado animou e chegou novamente aos 18 minutos de novo com Fabinho, em chute da entrada da área, Marcos fez uma boa defesa. A equipe vermelha continuou em cima durante um bom tempo, porém, aos 37', o Dragão, como tinha ocorrido nas rodadas passadas, foi mortal. Em um vacilo da zaga Vilanovense, Magno Cruz foi esperto e deu um passe preciso para Júnior Viçosa, que tocou na saída de Edson e empatou o jogo para a alegria da metade rubro negra do Serra.


O Vila Nova chegou a marcar mais uma vez, porém tinham apenas cinco atletas em impedimento após cobrança de falta perigosa, o gol foi corretamente anulado e os jogadores do Vila nem reclamaram tanto, aceitando a decisão do árbitro.

No segundo tempo, o treinador Marcelo Cabo que homem promoveu a estreia da estrela alagoana Luís Soares no lugar de Gilsinho, a mudança e as instruções do professor fizeram efeito e o ímpeto colorado foi freado. O jogo esfriou e o Vila voltou a atacar somente aos 25 minutos, quando o capitão Róbston quase aproveitou um cruzamento vindo da esquerda, não fosse Lino que estava bem colocado para cortar o passe e evitar o segundo do rival. Aos 33', Luís Soares teve sua oportunidade ao cabecear livre depois de cruzamento da direita. Com 42'm tivemos o ensaio de contra ataque mortal com William Schuster, que puxou o time rumo ao ataque e serviu Viçosa que finalizou forte para a defesa de Edson.


O Vila se lançou ao ataque, parecia não estar satisfeito com o empate e esse foi seu erro, já que, aos 45 minutos, o único jogador colorado no campo de defesa era o goleiro Edson quando o Atlético conseguiu um ultimo contra ataque, puxado por Caion que, chegando na área, tocou para Luís Soares, ele chutou travado e a bola caiu no pé de Pedro Bambu que tocou no canto do goleiro Edson e virou a partida para o Dragão.

O Dragão é vice-líder da Série B com 100% de aproveitamento e doze pontos, perdendo para o Vasco pelo saldo de gols, e abriu uma gordura de cinco pontos para o terceiro colocado Avaí, que tem sete pontos. Já o Vila Nova abre a zona de rebaixamento com apenas três pontos ganhos. O Atlético vai até Lucas do Rio Verde enfrentar a Luverdense, terça-feira às 21h30, e o Vila recebe no Serra a equipe do CRB no mesmo dia às 19h15.

Ficha Técnica
Atlético 2x1 Vila Nova
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia
Data: 28/05/2016
Hora: 16h
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistentes: Márcio Soares (GO) e Tiago Gomes (GO)
Gols: Júnior Viçosa e Pedro Bambu (Atlético); Fabinho (Vila Nova)
Cartões amarelos: Romário, Lino, Júnior Viçosa (Atlético); Marcelo Cordeiro, Victor Bolt e Vinícius Simon (Vila Nova)
Público pagante: 3.939
Público total: 4.923
Renda: R$ 82. 785,00

Atlético: Marcos; Matheus Ribeiro, Marllon, Lino e Romário; Pedro Bambu, Michel, Magno Cruz (Caion), Caíque (William Schuster) e Gilsinho (Luís Soares); Júnior Viçosa. Técnico: Marcelo Cabo

Vila Nova: Edson; Jefferson Feijão, Vinícius Simon, Anderson e Marcelo Cordeiro (Reginaldo); Victor Bolt, Robston, Roger, Rafinha (Maguinho); Fabinho (Leandrinho) e Vandinho. Técnico: Rogério Mancini

Em jogo disputado, Leão e Galo empatam na Arena

Foto: Ecvitória / Divulgação
Vitória e Atlético Mineiro empataram pela quarta rodada da Série A do Brasileiro de 2016 na Arena Fonte Nova. Foi um jogo bastante corrido e disputado, com algumas jogadas ríspidas. Kieza marcou para o leão e Patric para o Galo.

RESUMO

O time de Mancini perdeu a compactação ofensiva que tinha no campeonato regional, aquela que avança os volantes juntos para a intermediaria adversária e que fica quase sempre controlando as segundas bolas e voltando a sufocar e circular a bola. Mas esse fato vêm ocorrendo por duas questões básicas: não aumentamos nosso nível de qualidade técnica, como também temos pela frente um melhor nível dos adversários.

O Galo, apesar de desfalcado, veio a Salvador buscar os três pontos. E vale lembrar que esse mesmo time venceu o Campeão Paulista, Santos, e apenas Cazares foi o jogador diferente. O elenco do Atlético é muito forte e contou com pelo menos cinco titulares. O treinador veio atuando dentro de 4-2-1-3 espelhando o sistema de Mancini. Porém, como Patric é um jogador bastante agudo, se via muitas vezes um 4-2-4.

Havia comentado durante a semana que o segredo para esta partida era tirar a velocidade do duelo. Mas o Vitória não soube fazer isso e entrou no jogo veloz e mais coordenado do Galo, por pouco não saiu derrotado.

Na primeira etapa fomos até mais organizados no jogo, esse tempo só perdeu para o Vitória do segundo tempo a partir das intervenções feita por Fernando Miguel. Antes disso, o Galo ficou muito mais próximo do segundo e terceiro gol. No primeiro tivemos uma chance com Kieza e com Renan e o Galo apenas uma.

Sem Marinho, Mancini lançou David de primeira, que fez um jogo aceitável, foi melhor que Domingues e Vander por exemplo. O time teve em Fárias, Renan, Kieza, Victor Ramos e Fernando Miguel apesar da falha, seu ponto alto. Amaral me parece um pouco fadigado e daria um descanso para ele na quinta.

O elenco tem certa qualidade em alguns setores e peças aceitáveis de recomposição, mas ja provou que na meia central, extremos, laterais e centroavante é muito carente. O elenco não é homogêneo. 

Entendo que conseguimos somar mais um ponto importante dentro de nossa disputa peculiar da Competição 4. Já roubamos pontos valiosos dos adversários da Competição 1. 

Agora é tentar surpreender o Flamengo trazendo pontos de lá.

É isso aí galera!

Seja Sócio SMV!

Por @AdsonPiedade


FICHA TÉCNICA

VITÓRIA 1 x 1 ATLÉTICO-MG


VITÓRIA - Fernando Miguel; Maicon Silva, Vitor Ramos, Ramon e Diego Renan; Amaral, Willian Farias e Leandro Domingues (Flávio); David (Dagoberto), Kieza e Vander (Alípio). Técnico: Vagner Mancini.

ATLÉTICO-MG - Victor; Marcos Rocha, Edcarlos, Tiago e Lucas Cândido; Rafael Carioca, Leandro Donizete e Patric; Pablo (Júnior Urso), Hyuri (Capixaba) e Carlos (João Figueredo). Técnico: Marcelo Oliveira.

GOLS - Patric, aos 35 minutos do primeiro tempo; Kieza, aos 33 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Diego Renan, Maicon Silva, Amaral, Willian Farias e Vitor Ramos (Vitória); Capixaba, Rafael Carioca, Lucas Cândido, Carlos e Edcarlos (Atlético-MG).
ÁRBITRO - Rodolpho Toski Marques (PR).
RENDA - R$ 266.766,00.
PÚBLICO - 12.791 pagantes.
LOCAL - Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

Torcedor cruel

Tche! Confesso que não queria escrever sobre o empate do Brasil com o Goiás lá em Itumbiara, no estádio JK. A tarde foi de festa para mim; música alegre, alaridos de crianças, uma sinfonia celestial completou a data festiva. Meu neto fez seis aninhos e a piazada veio em peso abraçar, brincar e, claro, atacar os salgadinhos e doces que estavam ali, de bobeira, nas mesas multicoloridas.

Mas para um Xavante lapidado no barro, na chuva, no sol escaldante do verão e no tapear do Minuano não tem como ficar alheio aos acontecimentos do Campeonato Brasileiro – Série B desse turbulento ano de 2016. Então sai de fininho da festa e me bandeei para a casa de um sobrinho para assistir ao jogo pela tv. Confesso que estava meio sestroso porque meu fiel escudeiro ficara esquecido em minha casa. Sou daqueles que não acredita em bruxas, mas que elas existem, existem. Falo de meu inseparável rádio. Ele é quase um confessor e, mesmo sob a batida da Garra Xavante, está lá colado em meu ouvido testemunhando o rosário de palavrões que grito durante os jogos do Brasil.


O Goiás é time cascudo, de tradição e merece todo o respeito de quem enfrentá-lo. A peleia parecia ser das brabas e foi um alento saber que jogariam duzentos quilômetros longe de seus domínios. Mesmo assim o suor nervoso dizia para apertar na reza e tudo o mais que aparecesse para ajudar. Quando vi na tv uns gaudérios de bermuda e as gurias de shortinho comentei com o Tiago, meu sobrinho: “Olha lá! Tche! Um frio desses e eles desfilando como se estivessem na praia”. “Tio, lá é calor”. “Putz! Mais essa!”, resmunguei.

Foto de Carlos Insaurriaga
E não é que o jogo começou parecendo que o Brasil jogava no Bento Freitas? Um banho de bola. Eu já não sabia quantos gols nós tínhamos perdidos e já estava com câimbras de tanto tentar colocar a bola para as redes goiana. Mal batiam doze minutos e Felipe Garcia abria o marcador. A porteira estava aberta e a goleada seria algo natural tal era a superioridade das “Feras de Zimmermann”. Quase xinguei o Tiago quando ele disse: “Quem não faz, leva”. Tem certas frases do futebol que deveriam estar escritas no regulamento da competição tal a frieza da assertiva. Assim como aquela do Dino Sani: “Em futebol se ganha, se perde e se empata”. Fim do primeiro tempo. Parecia apenas cumprimento de protocolo porque, decerto, o Brasil empilharia os gols faltosos na segunda etapa.

Como é que pode. Aos nove minutos da segunda etapa, o Goiás mostra a sua força e empata a partida. Poderia ser um gol transitório, mas não. A coisa mudou de figura e perco a compostura comigo mesmo falando trocentas coisas impublicáveis. Claro, eu tinha o meu bode expiatório (Quem inventou isso?). O que foi aquilo Nena? Mais do que nunca eu esbravejava contra o pênalti perdido aos dezesseis minutos do primeiro tempo. Não via mais nada. Só a entrega de bandeja para o goleiro do Goiás. Por sinal, Renan mostrou-se de uma má educação fora do normal ao não agradecer o presente dado tão carinhosamente. Ainda estou em paranoia e só a próxima partida para me por no plumo de novo.

Não sei se existe alguma frase sobre a crueldade dos torcedores, mas se tiver servirá de carapuça para mim por causa dessa raiva que teima em me consumir. Foram-se os três pontos. Ficou a amarga lembrança do pênalti mal, muito mal batido.

Samuel Cedário Marques - o filho do Momo
assistindo a um treino do Brasil no Bento Freitas em 2013
Adjunto ao texto parte I: Imagino o Samuel Cedário Marques vendo o Nena bater aquele pênalti. Deus do Céu! O filho do Momo pediria para o juiz anular a cobrança alegando que ele faz melhor. Pegaria a bola, colocaria a gorduchinha na marca penal, estufaria a rede e correria até a galera para, em seguida, executar a tradicional saudação a la Claudio Milar.

Adjunto ao texto – parte II: Artilharia Nena: Campeonato Gaúcho 2014 – 6 gols; Campeonato Gaúcho 2015 – 6 gols; Campeonato Gaúcho 2016 – 3 gols; Campeonato Brasileiro 2014 – Série D – 8 gols (artilheiro); Copa do Brasil 2015 – 1 gol; Campeonato Brasileiro 2015 – Série C – 5 gols; Campeonato Brasileiro 2016 – Série B – Por enquanto, nenhum gol. Por enquanto... (29.05.16) Além de gols importantíssimos, Nena participou com destaque nas seguintes conquistas do G. E. Brasil: Campeão do Interior Gaúcho de 2014; Bi-Campeão do Interior Gaúcho de 2015; acesso à Série C do Campeonato Brasileiro de 2014; e da magnífica campanha de 2015 quando o Time Xavante conquistou, lá em Fortaleza, a vaga para a Série B do Campeonato Brasileiro desse glorioso ano de 2016.

Adjunto ao texto parte III: Deveria ser proibida, aos torcedores fanáticos, qualquer manifestação por escrito após um mau resultado de uma partida. Principalmente quando este “mau resultado” for um empate a mais de dois mil e oitenta e um quilômetros. Basta o descarrego oral que normalmente acontece nessas zebras. Mas, fazer o quê? Torcedor além de passional, às vezes, é cruel.


Adjunto ao texto IV: Por mais decisivo que seja um jogo do Brasil, este ano não dá para esquecer as obra. Vá lá no site que acompanha o trabalho da Porto 5 minuto a minuto e veja do que estou falando. Ah! E não esqueça de dar sua contribuição financeira. A Nação Xavante agradece.

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