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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Sofreu mas ganhou, Luverdense vence o Atlético Goianiense

Em uma noite de estreias, Luverdense vence a primeira em casa.

(Foto: GloboEsporte.com)

No tranquilo Passo das Emas, o Luverdense fez a estreia das arquibancadas móveis do estádio e ainda de sua camisa de número 3 em homenagem ao estado que lhe abriga.

Em um nítido 4-4-2 o Luver mostrou a velocidade de seus alas onde começou explorando as laterais com Sérgio Mota e Jean Patrick, uma troca de passes intensa na lateral direita, Matheus Ribeiro e Magno Cruz se mostravam mais perdidos que cego em tiroteio e aos 25 minutos em lançamento por aquele lado, Junior Viçosa colocou a mão na área e o Luverdense na penalidade, abriu o placar: 1 a 0 para os mandantes. A vantagem durou pouco, o Atlético partiu para cima e em escanteio pela direita, bola alçada pra área e Lino empatou para os goianos.

No restante de primeiro tempo, o alviverde tentava de qualquer maneira e os poucos torcedores empurravam a equipe ao empate. Nada saiu e o primeiro momento da partida foi finalizada com o 1 a 1 no placar e também boa atuação das duas equipes.

Já na volta para a segunda etapa, o Verdão voltou igual como saiu da primeira etapa, partindo para cima e arriscando de longe com os seus meio-campistas. Nada estava dando certo para o time da capital goiana e o mandante dominava. Aos 13’ em lance com bola resvalada pela defesa atleticano, Jean Patrick chutou forte, Marcos falhou e 2 a 1 para os donos da casa.

Após o gol do alviverde, os times voltaram a se mostrarem disponíveis para obter a vitória, o time do Atlético esboçava a reação e o Luverdense tentava com o recém-entrado Adriano da Matta. Novamente o verde sobressaiu e em jogada de Adriano da Matta, ele mesmo ampliou e o LEC assim "sacramentou" a vitória.

Engano o seu que foi o final de partida, em novo escanteio, Lino fez o segundo do Atlético, só que infelizmente não deu para o Atlético e o time saiu com o resultado desfavorável fora de casa.

Melhores momentos: 


FICHA TÉCNICA
LUVERDENSE 3 X 2 ATLÉTICO-GO

Local: Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde (MT)
Data: 31 de maio de 2016, terça-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE)
Assistentes: José Araújo Sabino (DF) e Daniel Henrique da Silva Andrade (DF)
Cartões amarelos: Marlon (Atlético-GO)

GOLS: Alfredo aos 25 do primeiro tempo (Luverdense), Jean Patrick aos 14 minutos do segundo tempo (Luverdense) e Da Matta aos 41 minutos do segundo tempo (Luverdense); Lino aos 29 minutos do primeiro tempo (Atlético-GO)

LUVERDENSE: Gabriel Leite; Raul Prata, Luiz Otávio, Everton e Paulinho; Muralha, Ricardo (Hugo), Régis Souza (Erik), Sérgio Mota (Da Matta) e Jean Patrick; Alfredo. Técnico: Júnior Rocha

ATLÉTICO-GO: Marcão; Matheus Ribeiro (Caion), Marllon, Lino e Romário; Pedro Bambu, Michel (Caíque), Magno Cruz e Luiz Fernando; Luís Soares (William Schuster) e Júnior Viçosa. Técnico: Marcelo Cabo

Uma vitória para lembrar do passado



A Chapecoense viajou para Curitiba, aonde reencontrou um estádio que trouxe muita alegria num passado não tão distante. Jogando na Vila Capanema em 2013, Bruno Rangel marcou de cabeça o gol que garantiu o Verdão na Série A do Campeonato Brasileiro.

Nesta quarta-feira (1), de muita chuva e frio, Rangel e o Verdão voltaram a pisar no gramado da Vila, para enfrentar o Coritiba, já que o Couto Pereira segue em reformas no gramado. Na partida, brilhou novamente a estrela do maior artilheiro da história da Chapecoense, anotando mais três gols na contagem e junto com Lucas Gomes, conquistando mais três pontos importantíssimos na tabela.

Após dois empates seguidos, Guto Ferreira depois de perder Neto e Ananias, ganhou mais um grave problema para escalar a equipe, Gil sentiu a coxa diante do Santa Cruz, teve lesão confirmada e para por no mínimo 15 dias, quem também desfalcou a equipe foi o lateral Claudio Winck que torceu o tornozelo, também contra os Pernambucanos. Com a saída do “motorzinho” como é conhecido Gil, o treinador resolveu optar pela mudança de esquema, Hyoran que se destacou nas últimas partidas ganhou a posição. Já na lateral, Gimenez retornou a equipe titular.

Bruno Rangel brilha na vitória sobre o Coritiba, e assume a artilharia do Brasileirão ao lado de Grafite. (Foto: GERALDO BUBNIAK/Gazeta Press

Com a bola rolando e com o gramado castigado, não demorou muito para as redes balançarem. Aos 9 minutos, González cobrou escanteio, a zaga Chapecoense deu bobeira e Rafael Marques cabeceou forte no canto esquerdo de Danilo e abriu o placar.

A resposta da Chape não demorou, aos 10 minutos Silvinho de muito longe soltou a bomba, Wilson estava ligado e espalmou em escanteio. Na cobrança, Hyoran encontrou Marcelo livre na marca de pênalti, que cabeceou para fora. O jogo seguia eletrizante, com 12' Juan arriscou de longe, a bola passou muito próxima da meta de Danilo, quase ampliando o marcador.

A Chapecoense não se entregava, aos 23' Juninho derrubou Bruno Rangel na área, o árbitro não teve dúvidas e assinalou pênalti para o Verdão. Ele mesmo foi para a cobrança, deslocando Wilson e empatando a partida.

O jogo seguia quente, aos 30 minutos João Paulo chutou de longe, obrigando Danilo espalmar em escanteio. Aos 32' a Chape respondeu da mesma maneira, Hyoran chutou uma bomba de longe, Wilson fez grande defesa e jogou para escanteio.

Quando tudo se encaminhava para o intervalo em empate, o árbitro assinalou pênalti de Rafael Marques após bicicleta de Marcelo na área, o lance gerou muita discussão por parte dos Paranaenses, que pediam jogo perigoso do zagueiro Chapecoense. Melhor para Bruno Rangel, que foi para a cobrança, mudando de lado e novamente deslocando Wilson e virando o placar na Vila Capanema.

Ainda teve tempo de Wilson operar um milagre aos 45 minutos, Hyoran acertou lindo chute colocado da entrada da área, o goleiro pulou e fez grande defesa, a bola ainda bateu no travessão e se perdeu em escanteio.

Gilson Kleina voltou para a segunda etapa com duas alterações, Vinicius e Evandro entraram nos lugares de Negueba e Thiago Lopes. A partida reiniciou como foi o primeiro tempo, pegando fogo. Na primeira oportunidade aos 4 minutos, após jogada ensaiada de escanteio, Cleber Santana pegou de primeira e só não balançou as redes por que Wilson fez mais um milagre.

Para o segundo tempo, a Chape preferiu voltar com uma forte marcação, buscando segurar o resultado. A tática deu certo até os 21 minutos, quando Dodô encontrou Ortega na cara de Danilo, que com apenas um toquinho jogou no fundo das redes empatando o placar.

Quando tudo parecia se encaminhar para o empate, eis que a estrela de Bruno Rangel na Vila Capanema voltou a brilhar, Lucas Gomes fez belo cruzamento para o artilheiro de cabeça jogar sem chances para Wilson e colocar novamente o Verdão Catarinense em vantagem, e mandando o recado “Aqui é Chape”. Em três jogos na Vila, Rangel deixou sua marca cinco vezes.

Para tranquilizar ainda mais o torcedor, Lucas Gomes roubou a bola e saiu no contra-ataque livre, foi avançando e na saída de Wilson, deu um toque por cobertura, marcando um golaço e marcando 4x2 no placar.

O Coxa ainda descontou na última chance da partida, Ruy cobrou falta e Danilo falhou, melhor para o zagueiro Juninho que cabeceou para o fundo das redes, definindo o placar em 4x3.

A arrancada do Verdão na competição lembra muito a campanha da Série B em 2013, surpreendendo a todos e se mantendo no G4 durante as 38 rodadas. Hoje o time segue invicto, com duas vitórias e três empates. A de se destacar a experiência de Cleber Santana, um jogador indispensável no esquema de Guto Ferreira. E o que falar de Bruno Rangel? Um jogador amado pela torcida verde e branca, artilheiro da competição ao lado de Grafite com seis gols em cinco partidas, jogador que faz da Vila Capanema seu lar doce lar.

Mas nem tudo são flores, a boa campanha do ataque não se reflete na parte defensiva, falhas constantes vêm causando problemas sérios, a deficiência em bolas paradas vem dando dor de cabeça para Guto Ferreira, a ausência de Neto é muito sentida pela equipe. Marcelo atual titular não convence e não passa segurança alguma, já Thiego não vem conseguindo repetir as atuações do ano passado e do começo do ano aonde se destacou, além dos problemas com cartões vermelhos.

Mas talvez a maior dúvida do treinador seja referente à titularidade no gol do Verdão, na estreia houve boatos que Marcelo Boeck assumiria a vaga de titular, mas Danilo ganhou a oportunidade e agarrou firme, defendendo pênalti e com grandes defesas contra o Internacional, a atuação rendeu a renovação de contrato e a confiança de Guto e do torcedor. Bastou às atuações contra Santa Cruz e principalmente contra o Coxa, aonde falhou no terceiro gol Paranaense, para a dúvida pintar novamente na cabeça.

A Chape volta a campo no próximo sábado, às 20h30, quando recebe na Arena Condá o Fluminense, em partida válida pela 6° rodada do Campeonato Brasileiro.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

O futebol enfim começa a convencer

O inicio conturbado, apático e medonho do Corinthians no Campeonato Brasileiro começa a dar adeus e surgir um novo Alvinegro dentro das quatro linhas. Nomes criticados em jogos diante de Grêmio e Vitória hoje começam a fazer bem seu papel dentro de campo e ser peça fundamental no time de Tite.

É bem real que a vitima do Timão, o Santos, foi desfalcado por conta da Seleção Brasileira, porém era um jogo aonde o Corinthians precisava mostrar futebol para convencer o torcedor. A peleja teve total domínio do Alvinegro Paulista que venceu por 1x0.

Foi bonito ver os 90 minutos do time atacando, trocando passes, construindo jogadas, finalizando.

Foto: Reprodução Corinthians
Walter mais uma vez vem mostrando o porquê ganhou a vaga do arqueiro Cássio. Mais uma partida fantástica do goleirão, sem levar nenhum gol e quando acionado estava lá para agarrar a bola com firmeza, sem dar o rebote ao adversário.

Sistema defensivo tem vindo bem, Fagner, Felipe (já sabemos que logo sairá), Vilson (tem jogado super bem) e Uendel (no qual prefiro Arana) não deixam a desejar. O quarteto tem funcionado.

A estrela de Cristian parece ter reencontrado aquele futebol em que já estamos acostumados a ver de 2008/2009 e voltou a jogar muito. Elemento principal na equipe, pois o jogador tem sido inteligente na marcação apoiando a defesa e auxiliando os jogadores da frente até o ataque.

O criticado Bruno Henrique na atual posição em que vem atuando tem sido importante, enfim parece ter encontrado seu futebol e nos últimos três jogos tem feito seu trabalho.

Giovanni Augusto deixou a marca dele ao fazer o gol em partida que estava iluminado, participou de tudo, criou jogadas, finalizou, saia da marcação adversária e se apresentava para o jogo. Literalmente o nome da partida.

Um que não mostrou resultado nenhum é Luciano que substituiu André que estava mal, porque não tentar entrar com Lucca fazendo essa função de titular? O atacante quando entra coloca velocidade em jogo.

O time em si começa a deixar o torcedor feliz, para um inicio de campeonato em cinco jogos já somamos dez pontos e a terceira colocação, três pontos apenas de diferença do líder. Tem muita bola pra rolar ainda, se mantiver o ritmo que vem convencendo, o Coringão vai longe!

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

A Série B parece não ser mais o lugar do Vila Nova

"Jogando como sempre, perdendo como nunca". Esse foi o dilema do torcedor Vilanovense na noite desta terça-feira, em Goiânia. O Tigre teve boas chances no primeiro tempo mais não soube aproveitar, mesmo saindo a frente do placar ainda no primeiro tempo com Fabinho. O torcedor ainda acompanhou um segundo tempo morno, com chances reais de matar o jogo. Mas... Como se diz o ditado "quem não faz, leva".

O torcedor hoje é alvo de critica. Uma torcida sofrida, que sofre por rebaixamentos repentinos. Um clube que por culpa de diretorias amadoras, manchou sua história. Se hoje nossos públicos são essa vergonha, a culpa e toda deles. Querem um time de verdade onde entra nos campeonatos que disputar para ganhar ou pelo menos lutar. É não para ser Tri, da Série C.

Diretoria que tanto prometeu, ainda não apareceu nem pra da uma explicação. Apareceu para dizer que o técnico fica. Técnico no qual, critica a torcida por rede social. Apareceu para pedir calma, porque é tudo para a reforma do OBA. O torcedor só presta na hora que eles querem o apoio, na hora que querem dinheiro.

A Série B, não é mais para o Vila Nova. O clube vive no sobe e desce, acostumou disputar a Série C, o clube ainda não está preparado para uma Série B, competição ficou grande demais para o Tigre.

Entra diretoria, sai diretoria e os problemas são sempre os mesmos. O Vila Nova pega seu passaporte, é logo sai sem levar nada. A Série C e seu ponto de destino. O clube se contentou com pouco, aceitou que lá e seu lugar. Querem-se o Tricampeonato. Eu não quero! Vão ter que se ajeitar enquanto e tempo, o torcedor está pra abandonar o barco. O Tigre da Vila Famosa respira com ajuda de aparelhos. Não o deixe morrer!

Fluminense perde dois pontos preciosos

Fala, Guerreiros!

O resultado foi bom, mas poderia ter sido melhor. Ficou essa sensação para nós torcedores. Fred na entrevista pós-jogo se mostrou frustrado por não ter conseguido a vitória. Quem quer ser campeão ou no mínimo, jogar a libertadores, tem que ter esse sentimento.

Fred dribla Lucas Cândido. (FOTO: FluminenseFC) 

Falando do jogo, jogamos bem, o gol com menos de dois minutos de jogo prejudicou qualquer estratégia traçada antes por Levir Culpi. O time não se abateu e jogou como Fluminense, propondo o jogo, rodando bem a bola, principalmente com a dupla de volantes leve, Edson e Douglas, este último que pedimos no time titular, mostrou seu valor ontem na partida. Tem ótima saída de bola, bom vigor físico, tem muito futuro. Novamente perdemos muitos gols, como nos jogos que perdemos pontos, especialmente contra o Palmeiras, esses gols perdidos em excesso já estão fazendo falta.  Por outro lado é muito bom ver que o Fluminense cria muitas chances reais de gol numa partida, há tempos que não vemos isso.

Sábado o jogo é contra a Chapecoense em Chapecó, um adversário que ainda não vencemos na história e que vem invicto no Campeonato Brasileiro. Oportunidade perfeita para quebrarmos mais um tabu!

Scarpa comemora seu gol (FOTO: FluminenseFC) 
Seguimos com a nossa tabela planejada, e para quem não viu no meu post anterior todo regulamento da tabela, segue o link >>> http://www.linhadefundo.net/2016/05/fluminense-e-o-seu-caminho-para-o-titulo.html <<<

> > > CLASSIFICAÇÃO PLANEJADA < < <

• RESULTADOS apresentados em "gordura" (Atualizados pós Atlético-MG x Fluminense)

VS América-MG (F) —> OK —> 0
VS Santa Cruz (C) —> PREJUÍZO —> -2
VS Palmeiras (F) —> OK —> -2
VS Botafogo (N) —> LUCRO —> 0
VS Atlético-MG (F) —> LUCRO —> +1

Saudações Tricolores!

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Tempos distintos, má pontaria e vaias: Bahia se complica com escolhas erradas

O torcedor tricolor que compareceu à Arena Fonte Nova na noite de terça-feira passada carregava consigo fé e esperança. Fé que o time pudesse repetir a boa apresentação da segunda etapa do jogo contra o Vasco – sem os erros defensivos, e esperança que o confronto contra o Náutico pudesse ser finalmente a arrancada que todos esperam: Um triunfo que trouxesse não apenas a presença no G-4 da classificação da B, mas a tranquilidade que o clube precisa para alcançar seu principal objetivo na temporada.

No entanto, ao fim da noite o sentimento era de frustração após uma GANGORRA de emoções: O time não venceu, errou mais do que podia, correu sério risco de ser derrotado em casa e viu seu comandante se enrolar em uma sequência de escolhas que fragilizaram a equipe e irritaram a torcida. Esse caminho TORTUOSO pode ser dividido em duas etapas.

PRIMEIRO TEMPO: FALTOU O GOL PARA TRANQUILIZAR

Com Thiago Ribeiro, Moisés e Danilo Pires fora do time – o último por opção técnica; Doriva mudou o sistema de jogo utilizado na última contenda. Organizou a equipe no 4-3-3 de base baixa, com Feijão e Juninho alinhados e Cajá na armação; Edigar Junio e Luisinho nas pontas, além de Hernane na referência. Com a clara intenção de pressionar e empurrar o Náutico contra o próprio campo, os laterais atuavam avançados, com os zagueiros fazendo a linha de marcação alta. Algo que funcionava muito bem, Éder e Jackson bem posicionados e cobrindo os espaços com velocidade e Lomba atento na saída para encurtar o espaço. Time valorizava a posse e rodava bastante a bola, fazia inversões e agredia os espaços criados na defensiva pernambucana.

Em alguns momentos time variava para 4-2-3-1 e baixava as as linhas, marcando em bloco médio
Desta forma chegou a ter 75% de posse, um bom volume ofensivo e boas chances desperdiçadas. Edigar Junio e Cajá fizeram opções erradas na hora de concluir boas tramas e Júlio César teve muito trabalho com arremates de Juninho de média distância e bolas paradas. Faltava o gol para tranquilizar o time. O Náutico tentou algumas escapadas, mas só levou [bastante] perigo em lance de contragolpe pelo meio da defesa tricolor, com Maylson deixando Rony livre para marcar após vencer Feijão na corrida. O meia errou na definição da jogada.

Erros na hora de decidir, aliás, foram a tônica do jogo. O Bahia mostrou, novamente, incapacidade de escolher as melhores decisões no último terço do campo. Excesso de preciosismo e falta de espírito coletivo atrapalharam a melhor leitura de muitas jogadas e mesmo com o domínio do jogo o time não conseguiu estabelecer vantagem no placar. O primeiro tempo encerrou com uma boa atuação do Esquadrão que, entretanto não trazia tranquilidade nem para o time, nem para a torcida.

SEGUNDO TEMPO: FALTOU TRANQUILIDADE PARA O GOL

No retorno dos vestiários a decisão que se tornaria a polêmica da noite. Doriva substituiu Feijão por Danilo Pires, com a clara intenção de ter um jogador com característica de infiltração mais próxima à área adversária. A leitura não era absurda; time precisava quebrar a última linha e ter superioridade numérica na hora de definir as jogadas. Era uma substituição ousada para vencer a partida. Contra o JEC Doriva não substituiu no intervalo e o time voltou mal; quando iria substituir o gol saiu [aos 9 minutos]. Desta vez ele procurou antecipar a leitura e ganhar tempo.

No futebol, e na vida em geral, há uma diferença gigantesca entre INTENÇÕES e AÇÕES; as primeiras, mesmo as boas, estão fadadas ao INFERNO. São as ações que fazem a diferença. Para ruína do Bahia, Danilo entrou muito mal no jogo e isso foi o inicio da desarrumação da equipe.


O time perdeu a transição do meio com o ataque. Danilo errava demais a saída de jogo, e o Náutico passou a pressionar mais o meio e tirou o espaço de ação de Juninho. Curiosamente a ação que fez o Bahia reagir em São Januário – ter Danilo atuando de volante na saída de jogo – foi o que fez o tricolor cair de produção contra o alvirrubro de Recife. Com Cajá ainda longe da condição ideal e sentindo o pequeno intervalo entre os jogos [três dias] o meio campo definhou de vez e Doriva optou por uma estratégia que expôs ainda mais o time. Colocou Zé Roberto na vaga de Cajá, provavelmente na esperança de ter mais presença ofensiva no campo do Náutico. Só que o Bahia perdeu de vez a segunda bola e passou a errar cada vez mais no ataque; ansiedade e ‘pernas pesadas’ além da habitual tomada de decisão errada de muitos jogadores – o individual ruim pesa muito no coletivo quando a equipe se desestrutura. Dessa forma o Náutico teve alguns contra ataques perigosíssimos, com superioridade dentro da área tricolor e deu alguns sustos na torcida. Se tivesse mais qualidade na definição poderia ter marcado um gol que certamente valeria os três pontos.


Mesmo assim cabe pontuar que o Bahia teve inúmeras chances de marcar; com Hernane, com Luisinho, com Hernane de novo, cabeceando livre e com Luisinho no rebote de mais uma bola na trave – falta muito bem batida por Juninho, esse um lance digno de INACREDITÁVEL FUTEBOL CLUBE. O gol teima em não sair, e os erros vão se multiplicando a cada minuto que passa.

Bahia abusou de lançamentos e inversões e Doriva confirmou o que eu já dizia antes: É ESTRATÉGIA de transição
Com Edigar esgotado – lutou demais, porém errou muito mais que o habitual, sentindo a falta de ritmo pelo tempo parado por contusão – Doriva ainda fez mais uma opção equivocada: Colocou Henrique no jogo, que salvo a estreia contra o Santa pela primeira fase da Copa do Nordeste, ainda não fez uma apresentação sequer razoável. Em um 4-2-4 quase suicida, o Bahia esteve à mercê da própria sorte e o empate foi o resultado natural da sua incompetência em finalizar bem as chances que criou, defeito esse que também acomete a equipe de Gallo. No apito final, vaias e apupos que somados a alguns gritos de BURRO pressionam Doriva que segue ‘prestigiado’ pela diretoria. De forma correta, acredito, ainda que na noite de terça-feira ele talvez só tenha acertado a cor da meia que escolheu para usar.

NOTAS SOBRE ELE [O PRIMEIRO EMPATE EM CASA]

- O Náutico de Gallo pouco pisou no campo ofensivo [vide mapa de calor abaixo], mas quando o fez foi extremamente perigoso. Tinha um plano de jogo bem definido e executou com o máximo de empenho. É uma equipe rápida e jovem, recompões bem e é aplicada. Em uma Série B bastante nivelada pode sonhar com uma vaguinha desde que consiga manter certa regularidade – principal desafio para um elenco sem tanta CANCHA.


- Costumamos tirar o mérito da equipe adversária, mas preciso pontuar: Gallo fez ótima leitura do jogo. Assim que Doriva sacou Cajá para colocar Zé ele substituiu Bergson por Renan Oliveira. Ao invés de colocar mais um marcador ele pôs alguém criativo para ocupar o meio e puxar o contragolpe; manteve Juninho longe da intermediária ofensiva e sem espaço para construir o jogo a partir de trás – algo que tinha castigado seu time na primeira etapa.

- Jackson teve papel muito importante – não apenas na parte defensiva onde se destaca por antecipar bem, cobrir espaços com velocidade e ganhar confrontos individuais. Foi o segundo com mais passes certos [45], lançamentos certos [4] e lançamentos errados [7] do jogo. Na falta de alguém para construir assumiu a responsabilidade do jogo e deu ótimas arrancadas, mas falta CACOETE para produzir algo mais SUBSTANCIOSO. Ainda assim cresce sua importância no plano de jogo de Doriva com transições pelo alto e inversões de jogo.

- Éder foi muito bem ao jogo, surpreende pela maturidade e por não se abalar mesmo em situações adversas. Errou uma rebatida que acabou gerando um ataque muito perigoso do Náutico, mais por erro de tomada de decisão que por outra coisa. Provou que deveria ser titular [essa dúvida só existe na cabeça de Doriva].

- Tinga viveu uma noite ADVERSA. Participou muito do jogo, foi um dos que mais trocou passes, porém foi quem mais errou empatado com Cajá [7] e mesmo tendo sido o que mais desarmou pelo time [4] e fez cruzamentos certos [3] errou ainda mais [4] e parte da torcida já pega em seu pé. Se passar a acertar mais será decisivo, já que defensivamente tem sido irrepreensível.

- O trio ofensivo do Bahia lutou e tentou demais, porém mal acertou o lado do campo que atacou. Os três perderam chances claras, Edigar teve um número absurdo de perda de posse [16], Hernane foi quem mais errou finalizações [3], sofreu faltas [6] e impedimentos [2]. Luisinho foi quem mais errou cruzamentos [5] e perdeu dois gols incríveis. Não dá pra ser feliz assim, galera.

- Parte da torcida quer o sangue de Doriva para IMOLAR as traves tricolores e fazer com que os atacantes acertem o caminho do gol. A despeito da noite com escolhas QUESTIONÁVEIS, acho que Doriva ainda merece algum tempo para ajustar os detalhes e fazer o time engrenar de vez. Os argumentos para sua demissão são a LADAINHA de sempre: Falta de títulos no primeiro semestre e resultados ruins na B. Concordaria de bom GRADO se o time estivesse jogando sempre mal; mas o desempenho pós-decisão do baiano é agradável, em que pese os resultados não corroborarem com isso.  Mais alguns dias e o elenco estará completo e inteiro nas mãos [Régis foi oficializado ontem]. Não vejo motivo para demiti-lo, entretanto vencer bem o Paysandu sexta-feira é fundamental para que a tranquilidade volte ao Fazendão – com um time do tamanho do Bahia e um elenco de qualidade à disposição não há desculpa que segure emprego sem figurar no G-4. A pressão é proporcional à grandeza do clube.

ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP

Maio: Uma oscilação indesejada

O mês de maio para o esmeraldino pode ser comparado a uma montanha-russa de emoções. Da glória do 26º título estadual a um preocupante início de campanha na Série B, os esmeraldinos ao assistirem os jogos de seu time sentiram todos os tipos de sentimentos possíveis. Porém o que mais preocupa ao torcedor é que, infelizmente, o sentimento que permaneceu nas arquibancadas foi o pior de todos: A insegurança.

O mês começou da melhor forma possível. Havíamos eliminado o Vila Nova na semifinal e entramos em maio embalados para a final contra o Anápolis e não teve outra, festa novamente nas arquibancadas do Serra Dourada ao ganharmos o título nos pênaltis e o Goiás campeão mais uma vez. A conquista serviu para amenizar o clima de insatisfação que havia se instalado na Serrinha com o péssimo planejamento tático apresentando pela equipe de Enderson Moreira, que já na segunda feira iniciava a preparação para o início da Série B contra o caçula Tupi.

O Goiás encerrava o seu campeonato de estadual com o título, mas não havia conquistado a confiança necessária do torcedor. Foto: globoesporte.com
Uma semana após o título, a bola rolava no estádio municipal de Juiz de Fora para nossa estreia. Em um jogo com nível técnico baixíssimo, o Goiás não conseguia furar com eficiência a defesa mineira (prova clara que o sistema de três volantes que Enderson impõe a seus jogadores não funciona), tanto o torcedor quanto os jogadores se viam cada vez mais apreensivos, correndo risco de entregar os três pontos. Eis que surgiu a estrela de Daniel Carvalho com um passe majestoso conseguindo deixar Cléo na cara do gol e, com um pouco de sorte, garantir três pontos para a equipe esmeraldina.

A vitória nos trouxe um pouco de esperança, confesso que pensava que finalmente com a volta de Daniel Carvalho tudo se encaixaria, mas no meio da semana para o desespero de toda uma torcida, ele se lesionou pela terceira vez consecutiva. A ausência dele foi visível contra o Londrina, mesmo em campo neutro, o time não conseguiu nada mais que um empate sem graça e por pouco não saiu com uma derrota.

Os problemas não pararam por aí, o próximo jogo era em Criciúma e todos nós já sabíamos que as previsões não eram boas... Dito e feito, 3x1 Criciúma em uma partida ridícula. Além de a equipe ter feito um péssimo jogo, logo em sua estreia Léo Lima se lesionou e juntou-se a Carlos, Juninho e Daniel Carvalho, a falta de elenco em condições de jogo definitivamente não nos trouxe boa sorte, aprofundada com a incapacidade do técnico em inovar taticamente.

Enderson Moreira além de persistir nos erros, não prestou atenção nas oportunidades que surgiram na sua frente. Com boas atuações de garotos da base como Léo Sena e Thales (este último nem recebeu chances como titular) o técnico insistia nas contratações que se provaram inúteis. A entrada de Wagner e Suelinton cessou a onda de ataques perigosos que o Goiás aplicava ao Brasil de Pelotas e sacramentou o empate amargo em Itumbiara na ultima sexta-feira (27/05), e a torcida agora clamava pela saída do técnico.

A derrota para o Ceará nesta terça-feira (31/05) carimbou a má fase da equipe, e pelo menos mostrou a Enderson que Thales merece uma chance. Durante um mês de altos e baixos (claramente com mais pontos negativos do que positivos) o time esmeraldino se encontra apenas duas posições acima da zona de rebaixamento para a Série C, com um elenco cheio de desfalques e um treinador ultrapassado. O que fica agora é uma série de perguntas sem resposta (e não são poucas) que cabe ao técnico e a diretoria responder. Dentre essas perguntas, uma se torna pertinente: Quando o Goiás começará a reagir e voltará a dar orgulho a sua torcida?

Artur Pinheiro || @arturpinheirom
Linha de Fundo || @SiteLF

A batalha apenas começou

Todos cruzeirenses estavam nervosos e ao mesmo tempo ansiosos com a partida entre Cruzeiro e Botafogo, a Raposa até então não tinha conquistado sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro, ou seja, preocupante, em geral todos estavam pensando em como seria difícil conquistar o triunfo diante da equipe carioca.

Se fomos surpreendidos com um Cruzeiro totalmente diferente? Sem duvida, o time estava irreconhecível, principalmente no primeiro tempo que a Raposa foi superior em todos os 45’, durante toda fase inicial o Botafogo não chutou uma vez ao gol celeste, já o Cruzeiro é uma das equipes que mais finaliza no Brasileirão, ao todo são 72 finalizações.

Tudo indica que será um ano complicado, porém cada jogo é uma decisão, a batalha apenas começou Cruzeiro.

O próximo confronto será contra o São Paulo no domingo (05) ás 18h30min no Gigante da Pampulha, partida valida pela sexta rodada do Brasileirão.

Site Oficial Do Cruzeiro




Sobre o jogo:

O trabalho de Paulo Bento aos poucos vem mostrando seu resultado, apostando em seis alterações no time, o que fez toda diferença, principalmente com a entrada de Robinho, Bryan e Riascos, que deram dinâmica e agilidade nos contra-ataques.

Sem medo, o Maior de Minas foi em busca do resultado e pelos minutos iniciais podemos ver um time totalmente ofensivo, com passes de bola rápidos e por incrível que pareça certos, as falhas da Raposa eram quase inexistes, e nesse momento só cruzamos os dedos e torcemos pela zaga não falhar, por favor, só dessa vez.

O Time do Povo parecia ser está em casa, à torcida estava em peso em Brasília, que orgulho, os cruzeirenses lá presentes empurravam o time e já era de se esperar que as primeiras chances de abrir o placar seria da equipe celeste, só tenho uma coisa a declarar, um time que treina de verdade, faz toda diferença.

Com apenas 20’ de jogo, a Raposa estava com 63% de posse de bola e o time mandante com 37%, ou seja o Botafogo estava abaixo do que todos esperavam, já o principal problema do Cruzeiro é o entrosamento, e lembrando que até esse momento o Botafogo ainda não tinha dado um chute ao gol, enquanto o Cruzeiro chegava com facilidade pelo lado direito.

A estreia do placar veio acontecer aos 26’, Robinho fez ótima inversão da direita para Élber na esquerda, que avançou para dentro da área e chutou de esquerda para balançar as redes, quanto tempo nós não víamos isso, o Cruzeiro fazer o gol primeiro que o adversário, depois desse tento a Raposa teve bola na trave e vários gols desperdiçados só para não perder o velho hábito. Um primeiro tempo soberano, por assim dizer, e o questionamento do dia é: Há quanto tempo não víamos o Cruzeiro jogar nessa intensidade?

Já escutaram aquele ditado, que felicidade pobre dura pouco? Pois então, a felicidade de todos os cruzeirenses durou apenas 45’ para ser exato. A volta do intervalo do Cruzeiro foi bastante frustrante, apenas queríamos que a postura do primeiro tempo continuasse, acho que não era pedir muito.

Site Oficial Do Cruzeiro
O segundo tempo foi à vez do Botafogo criar, enquanto isso o Cruzeiro procurava se defender e aproveitava da falha dos cariocas, mas toda regra tem exceção e Cruzeiro você é um daqueles times que não sabe jogar na retranca, então, por favor, não inventa.

Fabio que estava sumido no jogo, como sempre estava lá nas horas certas e apesar do aperto do segundo tempo, o time mineiro soube administrar o resultado construído e ficou por isso mesmo, com esse placar magrinho que valeu três pontos, com cinco pontos, a equipe está na 13° colocação. Será que o ano cruzeirense começa agora? Um passo de cada vez, conquistamos a vitória, agora precisamos de reforços, apoio e uma diretoria que preste, para conseguirmos espantar de vez a má fase.

@ Paulinha_CEC
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