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domingo, 5 de junho de 2016

Um início promissor de Brasileirão

Bauza tem conseguido manter o time focado no Brasileirão (Foto: Rubens Chiri/site oficial do São Paulo)
Após um começo de ano conturbado, com queda precoce no Campeonato Paulista e quase eliminação na Taça Libertadores, o São Paulo finalmente se acertou sob o comando de Bauza. Além de estar entre os quatro melhores da América, o time faz um bom início de Campeonato Brasileiro, estando entre os seis primeiros depois das seis primeiras rodadas.

A campanha é melhor do que a esperada, pois o elenco tem muitos desfalques, ao todo treze jogadores não puderam atuar na última partida. Entre eles, algumas peças fundamentais, como Hudson, Wesley, Michel Bastos e Calleri. Outros estão defendendo as suas respectivas seleções na Copa América Centenário, são os casos de Mena (Chile), Rodrigo Caio e Paulo Henrique Ganso (Brasil).

Com isso, o time que seria o ideal, ainda não foi visto no Brasileirão. Todos sabem que a prioridade do Tricolor Paulista é o tetracampeonato da Libertadores e que ainda não está cem por cento focado no campeonato nacional. Diferentemente dos times que estão à sua frente na tabela, os rivais Corinthians e Palmeiras, o Grêmio, – eliminados antes na Libertadores – Flamengo e Internacional, começaram o campeonato com força máxima.

Ytalo marcou na estreia e o São Paulo venceu mais uma fora de casa (Foto: Rubens Chiri/site oficial do São Paulo FC)
No entanto, quem vem atuando, tem dado conta do recado. Muitos jogadores revelados em Cotia estão aproveitando a oportunidade – Lucas Fernandes, inclusive, marcou o gol da vitória contra o Botafogo. Por outro lado, Alan Kardec ainda está devendo, se quer marcou um gol no campeonato. Porém, o mais importante é que os resultados estão vindo e o objetivo de estar entre os primeiros colocados está sendo conquistado.

Sobretudo fora de casa, onde era tão contestado por não vencer este ano, no Brasileirão conquistou a maior parte dos pontos – sete em doze disputados. No Morumbi, foram apenas dois jogos, uma vitória sobre o Palmeiras no clássico e um tropeço diante do Internacional – se tivesse vencido, estaria com os mesmos treze pontos de Grêmio e Corinthians, enquanto o colorado estaria com dez.

Com o título da Libertadores, caso venha, terá a vaga na próxima edição garantida e um Mundial para disputar no fim do ano. A outra possibilidade, é a perda do título, que forçaria o time a buscar a classificação através do Brasileirão ou da Copa do Brasil. Portanto, ainda não é possível saber como o São Paulo tratará a competição nacional, mas a tendência é que o time embale ainda mais tendo força máxima. Por que não buscar o hepta brasileiro?

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

O que se passa contigo, Coelho?

Na última sexta-feira (03), o Joinville foi até a Arena Pernambuco para enfrentar um Náutico que vem brigando pelas primeiras colocações da tabela de classificação da Série B do Campeonato Brasileiro. O Náutico ocupa a 5ª colocação com 10 pontos, um a menos que Bahia e Brasil de Pelotas que ocupam o 3º e 4º lugar, respectivamente. Com 100% de aproveitamento em casa, o Timbu tinha grandes chances de manter a marca, já que jogava com o JEC, que não vem convencendo.

Com velocidade, agressividade, marcação alta e bons lançamentos, o Náutico ia deixando o Joinville cada vez mais acuado no seu campo defensivo. Aos 22' do 1º tempo, Roni recebeu um belo lançamento na esquerda, cruzou de primeira e Renan Oliveira, um velho conhecido da torcida catarinense, completou e abriu o placar para a equipe pernambucana. Náutico 1x0 Joinville. Aos 44', ainda do 1º tempo, o Joinville teria um pênalti, que não foi marcado pelo árbitro Francisco Carlos do Nascimento (AL) em lance muito duvidoso de mão na bola.

Renan Oliveira comemorando o gol que abriu o placar. Foto: globoesporte.com
Na etapa complementar, Hemerson Maria tentou fazer algo para mudar o cenário negativo que se desenhava novamente diante de seus próprios olhos e lançou Kadu na partida para o lugar de Fernando Viana, na tentativa de equilibrar mais o jogo no meio-campo, que havia sido dominado pelo Náutico na etapa inicial. O JEC tentava, não conseguia ter muito sucesso, enquanto o Náutico chegava com velocidade e trazendo perigo à meta tricolor. Hemerson Maria, perdido por falta de boas opções e com muitas carências no elenco, tirou Victor Oliveira, que havia falhado no gol, para a entrada de Cléo Silva no ataque. O que já começava a soar como um desespero do comandante que não tinha muito que fazer, a não ser arriscar pra evitar a derrota.

Robertinho, que fazia a sua estreia, não fez uma boa partida. Uma atuação muito apagada custou sua substituição para a entrada de Adriano, atacante da base do JEC. O tricolor, que já tinha sofrido um gol com uma jogada iniciada nos pés de Roni, se desligou e o jogador descolou um novo cruzamento, com força e perfeição para o complemento de Tiago Adan. O atacante só precisou tocar para as redes do goleiro Oliveira, que pouco podia fazer naquela situação. Náutico 2x0 Joinville.

Tiago Adan comemorando o seu primeiro gol com a camisa do Timbu e o segundo da equipe pernambucana na partida. Foto: globoesporte.com
O tricolor do Norte-catarinense fez um péssimo jogo, merecendo a derrota para o Timbu, que soube ser um bom mandante e não teve muitas dificuldades para vencer o jogo. O JEC foi muito mal na partida, ao ponto de Cléo Silva - sim, Cléo Silva - ser um dos menos piores em campo pelo clube catarinense e com isso, me vem o questionamento feito no título: o que se passa contigo, Coelho!?

Confira a ficha técnica da partida:

Estádio: Arena Pernambuco, cidade de São Lourenço da Mata (PE).
Dia e hora da partida: Sexta-feira, 03 de junho de 2016, 21h30min no horário de Brasília, 6ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B 2016.
Arbitragem: Francisco Carlos do Nascimento (AL), Rondinelle dos Santos Tavares (AL) e Esdras Mariano de Lima Albuquerque (AL).
Placar: Náutico 2x0 Joinville || Gols: Renan Oliveira (22' - 1ºT) e Tiago Adan (42' - 2ºT).
Cartões: Mateus Muller, Gastón Filgueira, Bergson e Roni || Robertinho, Victor Oliveira e Cléo Silva.

Náutico: Júlio César, Joazi, Eduardo (Léo Pereira), Rafael Pereira, Mateus Muller, Gastón Filgueira, Bergson, Renan Oliveira (Eurico), Maylson, Taiberson (Tiago Adan) e Roni; T: Alexandre Gallo.

Joinville: Oliveira, Robertinho (Adriano), Bruno Aguiar, Victor Oliveira (Cléo Silva), Júnior, Paulinho Dias, Naldo, Pereira, Everton Silva, Fernando Viana (Kadu) e Murilo; T: Hemerson Maria.

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9 
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

Jesus decide e Palmeiras vence a primeira fora

Lutando contra a irregularidade de boas atuações dentro de casa contra péssimas partidas como visitante, o Palmeiras saiu para enfrentar um Flamengo embalado. A ótima vitória contra o Grêmio confirmou o bom desempenho alviverde dentro de casa, mas era preciso somar pontos em estádios adversários também.

O ambiente neutro, com boa presença de palmeirenses, também ajudou um pouco a reduzir a dificuldade do jogo. Some-se isso a uma zaga flamenguista que não passa nenhuma confiança ao seu torcedor e simplesmente entregou um gol para Gabriel Jesus, logo aos quatro minutos. No lance seguinte, porém, a “lei do ex” ajudou Alan Patrick a marcar um golaço e empatar.

E aqui entra o maior ponto positivo do Verdão do jogo. Se seria normal um abatimento pelo gol marcado rapidamente (o que acontecera com o Grêmio na última quinta-feira), ele não veio. Mantendo uma bonita troca de passes, o Palmeiras criou várias chances de marcar o segundo gol: duas com Gabriel Jesus e chutes de fora da área com Roger Guedes e Moisés assustaram o goleiro flamenguista.

Foto: Guia do Boleiro.
A rigor, o único susto palmeirense na etapa inicial foi logo após o gol. Lançado em velocidade, Éverton recebeu de Felipe Vizeu e bateu com perigo. O Flamengo apostava nos contra-ataques, mas tinha dificuldades em encontra-los diante de um Palmeiras melhor posicionado em campo. Faltava alguém para organizar melhor a armação do jogo.

O jogo parecia mudar no começo do segundo tempo. Sem a entrada desse organizador (Cleiton Xavier seguiu no banco), o Flamengo voltou melhor e criou algumas chances nos primeiros dez minutos. Depois disso, o Verdão voltou a controlar o jogo, em especial depois de uma substituição diferente de Cuca: Luan (aquele!) veio a campo no lugar de Matheus Salles, centralizando Dudu.

A entrada de Cleiton Xavier no lugar de Roger Guedes colocou o Palmeiras dominante no meio e o controle do jogo voltou para o Verdão. As chances já começavam a apareceu, inclusive com um pênalti absurdo não marcado, quando Gabriel Jesus aproveitou-se de outra falha da zaga rubro-negra e só não marcou porque Cesar Martins espalmou para escanteio. Como não era goleiro, pênalti, expulsão e boa cobrança de Jean resolveram a partida.

Com um a menos e um Palmeiras muito bem distribuído em campo, o Flamengo sequer conseguia esboçar um perigo para a meta alviverde. As duas únicas bolas paradas, de longe, acabaram nas mãos de Prass. No restante do tempo, o Verdão seguiu tocando a bola e segurou o placar com uma tranquilidade que não conseguia em tempos de chutões.

PONTO TÁTICO: Cuca tem se mostrado sempre agressivo nas substituições, fator importante para alterar de fato um panorama de jogo. Hoje, foi bem ao colocar Luan em campo em uma alteração que sequer os palmeirenses imaginariam. Sua entrada bagunçou (no bom sentido) a organização do Palmeiras, alterando o posicionamento de ataque e complicando um Flamengo até então melhor no segundo tempo.

NÚMEROS DA BOLA: A superioridade palmeirense se traduz nos toques de bola. Mesmo com posse de bola praticamente igual, foram 365 passes certos contra apenas 237 do Flamengo. O Palmeiras fez a bola correr enquanto esteve com a bola, enquanto o Flamengo insistiu em carrega-la com velocidade.

O DESTAQUE: Participando decisivamente nos dois gols do Palmeiras, Gabriel Jesus foi fundamental na construção da vitória e, principalmente, na expulsão do adversário que facilitou bastante o jogo. O trio com Dudu e Roger Guedes vem funcionando cada vez melhor.

BOLA MURCHA: Em um jogo bom e consistente é difícil escolher um pior em campo. Em função da liberdade que Alan Patrick teve para marcar logo na saída de bola após o primeiro gol, Thiago Martins fica com o “prêmio”.

Gol nos acréscimos castiga Ponte Preta

Depois de bater o América-MG fora de casa, a Ponte foi até Porto Alegre enfrentar a forte equipe do Grêmio. A derrota até era o cenário mais provável para a partida, porém veio com contornos de drama. Depois de aguentar muito tempo com um homem a menos, a Macaca viu Luan acertar um lindo chute nos acréscimos e tirar o ponto que parecia conquistado.

A proposta do técnico Eduardo Baptista era ofensiva, com três atacantes visando explorar os contra-ataques. Contudo, as melhores chances foram sempre dos gremistas, dominando bem o meio-campo e assustando em várias oportunidades a meta do goleiro João Carlos. Luan perdeu boa chance logo no começo.

A situação se complicou ainda mais quando o juiz expulsou o atacante Clayson, ainda no primeiro tempo. O restante do jogo foi de pressão total dos gaúchos que acertaram a trave com Luan, viram Everton perder gol incrível após lindo passe de Douglas e até Geromel arriscar uma investida ofensiva em algumas oportunidades. O gol, porém, não saiu.

Foto: Globo Esporte.
Depois do intervalo, Eduardo Baptista colocou dois laterais na partida: Nino Paraíba e Gilson. A ideia era compor duas linhas de quatro e aproveitar as alas para tentar algum ataque enquanto os espaços eram preenchidos. Deu certo: o Grêmio pressionou, obviamente, mas tinha muito mais dificuldades do que no primeiro tempo.

Com a expulsão de Lincoln, em lance parecido com a expulsão da Macaca, o jogo ficou mais equilibrado. Nos minutos finais, os paulistas ficaram muito próximos da vitória: em dois lances, faltou pouco para sair o gol, com direito a uma bola na trave de Jeferson já nos acréscimos. Ironicamente, a Ponte pecou quando o jogo parecia mais controlado.

No lance seguinte, já no desespero, uma bola sobrou para Luan. Fora da área, ele encheu o pé e marcou um golaço desafogando os gremistas da Arena e, claro, frustrando um jogo de muito esforço e dedicação da Macaca que não mereciam o golpe tão duro.

Placar bailarino e empate na Ilha de Lost


Alô amigo leitor, sócio torcedor do Linha de Fundo. Recife, Ilha do Retiro, das canchas mais hostis do futebol brasileiro, e de péssimas recordações para nós Atleticanos. Ir à Ilha já foi sinônimo de derrota, isso quando mandamos a campo máquinas de futebol, quantos times modorrentos. O Sport no Recife sempre foi uma asa negra, assim como o Goiás no Serra Dourada, a Lusa no Cainindé, entre outros porcos magros que adoram sujar nossa água.

Fonte: Portal Hoje em Dia; Bruno Cantini/Atlético
Seria um jogo difícil, todos nós sabíamos disso, principalmente por conta do elevado número de desfalques em todos os setores do time, seja pela participação na Copa América Centenário, seja pela presença no DM, herança maldita do Uruguaio Diego Aguirre. Com tantos problemas e em busca da primeira vitória, Marcelo Oliveira repetiu a mesma escalação do jogo de quarta ante o Fluminense. 4-4-1-1, que hora se transformava em 4-1-4-1 (a depender do posicionamento de Robinho). Com Victor, Rocha, Gabriel, Tiago, Lucas Cândido, Rafael Carioca, Donizete, Urso, Patric, Robinho (melhor em campo, ao lado de Diego Souza) e Carlos.

Por incrível que pareça, a manutenção dos 11 iniciais de um jogo para o outro de fato é uma realidade nova para esse ano de 2016, seja pelo elevado número de contusões, seja pelo rodízio adotado por Diego Aguirre no primeiro semestre. O time que foi à campo está longe de ser o ideal, contudo a repetição da formação é uma alento, ajuda a memorizar o posicionamento, a coordenar as jogadas, seja no momento, seja no momento defensivo.

A bola rolou e novamente uma característica do trabalho de Marcelo Oliveira é bem notória, com o novo treinador o time voltou a ter gosto pela bola, pela iniciativa. Tanto que foram frequentes as triangulações curtas, principalmente pelo lado direito, com Jr. Urso, Marcos Rocha, por vezes Carlos, por vezes Robinho, tanto que aos 9 minutos Jr. Urso já chutava com perigo de fora da área e aos 11’, o mesmo Jr. Urso cabeceou livre para um milagre daqueles do excelente Magrão. As tramas alvinegras saiam facilmente, a defesa recifense cometia dois erros primários que quando combinados são fatais. Quando se faz uma defesa em linha, os zagueiros jamais podem pensar em sair para caçar os atacantes, pois quando o faz, os espaços vão aparecer, a unidade é quebrada e foi assim, que o ataque alvinegro chegou ao seu primeiro gol aos 22 minutos. Urso pela direita tabelou com Robinho (que se posicionava como falso 9), ataque ao espaço, ponto futuro, chute certeiro na saída de Magrão. Sport 0 x 1 Atlético.

Na sequência o Leão de Recife saiu ao abafa que lhe é tradicional, várias bolas atravessaram a área alvinegra, contudo o miolo da defesa estava bem defendido. Contudo, em um lance de extrema felicidade aos 26 minutos Rithely acertou um petardo de fora da área, sem chance para Victor. Sport 1x1 Atlético. Nesse lance, como ocorreram em outras partidas da temporada (lembram-se dos clássicos contra Cruzeiro e América, pois é) a defesa alvinegra cedeu muito espaço ao chute de fora da área. Contra bons chutadores tal comportamento não tem perdão.

Lembram-se daquela máxima, do lance seguinte ao gol. Agora o feitiço virou contra o feiticeiro. Aos 44’ do primeiro tempo, em um momento de pura desatenção da defesa alvinegra. Diego Souza enfileirou a defesa, algo inadmissível, visto que o camisa 10 do Leão Recifense não é dos jogadores mais rápidos do mundo, tocou para Gabriel Xavier, que na saída de Victor anotou. Sport 2 x 3 Atlético.

E se vocês achavam que acabou a pelada de fim de ano, o casados e solteiros de Recife ainda teve mais um gol. Em um lance extremamente duvidoso (mais um erro do soprador de latinhas), agora pela esquerda, Robinho cavou um pênalti, o juiz foi na dele. Sport 2 x 4 Atlético.

Fonte: Portal Superesportes. João Cândido Jr.
Outra velha máxima do futebol. 2x0 é um placar perigoso. Geralmente o time que está em vantagem, tenta administrar, recua, deita na vantagem, não é tão agressivo quanto deveria. Apliquem esse 2x0 ao 4x2 em Recife. O Atlético simplesmente abdicou do ataque, recuou, chamou o Sport e tomou o castigo. Tomou o empate. Aos 28 minutos em uma nova jogada individual, porém na esquerda da defesa. Gabriel Xavier costurou, tabelou com Diego Souza, passou por Lucas Cândido como se passasse por um cone e tocou para Edmilson que só teve o trabalho de conferir para as redes. Sport 3 x 4 Atlético. Por mais otimista que o Atleticano estivesse, resistir à pressão parecia impossível, o time fisicamente não era o mesmo. Os nossos zagueiros, já não antecipavam, eram faltas demais e em uma delas, na entrada da área. Diego Souza, por cima da barreira, como manda o manual aos 31 minutos do segundo tempo decretou o empate. Sport 4x4 Atlético. Após o empate, obviamente o Leão da Ilha avançou, queria a virada histórica, mas também esbarrou nas suas próprias limitações, cedendo inclusive muitos contra ataques ao alvinegro das alterosas.

Empate foi justo. Ataques arrasadores e defesas pífias, logo: e placar bailarino. Primeiro tempo de supremacia do Atlético, segundo tempo de amplo domínio do Sport.

O que fica de positivo foi à rotatividade do ataque, o apreço pela bola. E finalmente um aproveitamento aceitável de finalizações. O que ainda assusta é a defesa. Se o lado direito com Marcos Rocha sempre foi uma Afonso Pena, agora na esquerda com o titubeante Lucas Cândido temos uma Antônio Carlos.

Mais um empate para a conta, a distância dos líderes aumenta. Marcelo terá muito trabalho a fazer. O departamento médico, a fisiologia tem que funcionar. Que o Equador caia rápido nessa América. Esse campeonato brasileiro está estranho, fica distante a cada rodada. Semana que vem temos uma guerra no Horto, é clássico, jogo de altíssimo risco para um time combalido, extremamente irregular. Porém se existe um adversário nesse mundo que o Atlético adora vencer, esse adversário é o Cruzeiro. Que todos estejam cientes da importância desse jogo.

Por: @Mhfernandes89

Uma derrota para desanimar

Neste sábado (4) o Criciúma foi derrotado pelo Oeste por 1x0 fora de casa.


Depois da vitoria dentro de casa por 1x0 contra o Avaí o Tigre catarinense veio a Osasco mirando no G4, o jogo começou melhor para o tricolor que adiantou a marcação sobre a defesa do time da casa, logo o time catarinense teve duas chances claras com Niltinho que apareceu na área no cruzamento de Roberto, porém isolou a bola. Logo depois Gustavo ajeitou a bola de costas e Elvis chutou para a grande defesa de Felipe Alves em noite inspirada, o goleiro Luiz também estava muito bem na partida, defendeu uma bela bola no chute rasteiro de Léo Arthur, mas o goleiro do time catarinense não conseguiu segurar nova tentativa de Léo Arthur e o Criciúma acaba tomando o gol e se distanciando do tão sonhado acesso.

Quem não estava bem no jogo era Lucas Taylor, o lateral direito além de falhar no gol também fez um pênalti puxando Marcus Vinicius na área, Luiz corrigiu o erro do lateral em grande defesa, alguns minutos depois foi vez de Felipe Rodrigues puxar Niltinho na área e fazer o pênalti e Felipe Alves faz um grande defesa, Criciuma tentou ensaiar uma pressão em busca do gol, mas não conseguiu.

Ficha de jogo para Oeste x Criciúma

Estádio José Liberatti - Osasco (SP)
Publico: 709 pagantes
Arbitragem: Eduardo Tomaz de Aquino Valadão (GO); Márcio Soares Maciel (GO) e Tiago Gomes da Silva (GO)
Cartões Amarelos: Oeste-SP; Francisco Alex, Marcus Vinícius || Criciúma-SC: Hélio Paraíba, Roberto
   
Oeste-SP
Felipe Alves; Felipe Rodrigues, Francis e André Castro; Betinho, Danielzinho, Francisco Alex e Mazinho (Mauricio); Maurinho, Marcus Vinícius (Matheus Vargas) e Léo Artur. Técnico: Fernando Diniz.

Criciúma-SC
Luiz; Lucas Taylor (João Afonso), Raphael Silva, Nathan e Niltinho; Ricardinho, Douglas Moreira (Alex Maranhão), Roberto e Élvis; Juninho (Hélio Paraíba) e Gustavo. Técnico: Roberto Cavalo.

Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal

Fala Turma da Fuzarca!!

Ontem, pude voltar a minha casa depois de longos meses afastados da arquibancada do Caldeirão. Ao adentrar em São Januário, vi na felicidade do meu primo, de apenas sete anos, a minha alegria.

Assim como um soldado vai à guerra com farda e armas, o meu primo estava indo empunhando a sua bandeira e todo uniformizado de Vasco.  Não era seu primeiro jogo, mas não importava, ele estava muito feliz - muito mais do que eu - e mesmo sem saber ao certo as músicas, cantava com um enorme sorriso.

Ontem, ao lado de seu primo
A hora ia passando e a ansiedade aumentava, até que Jordi apareceu em campo para a frustração do Gabriel – meu primo – porque inocentemente ele não sabe o quão longe é o Estado Unidos do Brasil, fazendo com que o Martin Silva não possa jogar. Mas nada o abalava. Chegava a hora dos jogadores subir ao campo para êxtase total do pequeno Vascaíno que, agora, fincava seus olhos na esperança do Nenê aparecer. O “DeusNê”, último a entrar juntamente com Andrezinho, recebia a veneração dos súditos Cruzmaltinos.

Após o soar do apito, viu-se uma inquietação de Gabriel, devido ao primeiro tempo morno. Ao olhar para o lado, observou atentamente a GDA balançando as bandeiras, e virou-se até mim e disse: “Primo, eu vou bandeirar a maior quando eu crescer. É muito maneiro. Olha como eu fico bandeirando a minha” e assim seguiu, incansável nos muitos mais que noventa minutos da partida.

Na etapa final, quando apareceu no telão à mudança feita por Jorginho, Gabriel novamente me cutucou para falar e, então, disse: “O jogador que você gosta vai entrar. Ele fez maior golaço contra o Flamengo”, balancei a cabeça como sinal de positivo.

   Em um dos seus primeiros jogos em São Janu, com apenas dois anos
Demorou, mas enfim, a maior vibração veio aos 26’ do 2T. O cruzamento de Nenê e o gol do Andrezinho fizeram com que eu e ele déssemos um abraço forte em família, não somente a de sangue, mas abraçávamos um desconhecido parente vascaíno ao lado.
  
A magra vitória por um a zero sobre o Goiás não foi o destaque da tarde, mas sim a representação verdadeira de que “Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal”.

Abs, galera.
   
Matheus Freitas        @_MFreitas9_

Guerrero marca e Peru vence o Haiti

Em partida realizada pela primeira fase da Copa América Centenária nos Estados Unidos, os peruanos começaram com o pé direito e tomando a liderança da competição após vencerem o Haiti com gol do atacante Guerrero. O jogo aconteceu na cidade de Seattle.

Guerrero marcou o gol da vitória do Peru sobre o Haiti. Foto: globoesporte.com
Haiti: Perdeu, mas impressionou

Quando se falava do Haiti na Copa América, se esperava uma seleção apática, simples e que iria dar os três pontos facilmente para os seus adversários. Não foi isso que vimos ontem em Seattle, pois mesmo com a derrota, os haitianos não se renderam facilmente e deram trabalho para os peruanos, tanto que o resultado foi pelo placar mínimo.

Era esperado que o Peru buscasse mais o ataque. O Haiti se segurava no sistema defensivo para evitar tomar gols e estavam até bem. Jèrôme, principal jogador da defesa haitiana, fazia dupla com Genevois na defesa e sofreram pressão. Viram os peruanos errarem uma série de gols e mesmo com um pouco de desorganização, conseguiram manter o placar zerado.

O ataque do Haiti apareceu muito pouco para o jogo, tanto que o chute mais perigoso foi do zagueiro Jérôme em cobrança de falta que tirou tinta do travessão. A história só começou a mudar no final do jogo, quando os peruanos recuaram muito e resolveram segurar o resultado que já era favorável. Belfort errou uma cabeçada na cara do gol e se lamentou muito. Não era a toa. Era a chance que o Haiti procurava desde o início e foi à primeira jogada em que o meio de campo teve uma verdadeira ligação com o ataque.

Haiti sofreu pressão do Peru por boa parte da partida. Foto: globoesporte.com
Apesar de terem surpreendidos por não terem sofrido uma goleada brusca, é provável que ela venha nas próximas partidas, pois os haitianos jogarão agora contra o Brasil e Equador. São duas seleções fortes e que querem a classificação para a próxima fase. É necessário que o técnico Patrice Neveu arrume o meio de campo e trabalhe algumas jogadas para que o Haiti busque algo a mais nos próximos jogos, não ficando apenas no sistema defensivo.

Peru: Guerrero decide novamente

O Peru veio para a Copa América com a missão de superar o vexame que vem dado nas Eliminatórias. Considerada em crise, a Seleção Peruana demonstrou sua enorme dificuldade na partida de estreia: finalizar com êxito. A blanquirroja perdeu inúmeros gols, isso quando conseguia passar da defesa haitiana, que conseguiu montar uma defesa difícil de penetrar. Num dos lances de maior perigo do primeiro tempo, Guerrero dominou, fez o pivô e passou para Flores pegar de primeira e carimbar a trave.

Guerrero, atacante peruano e flamenguista, comemora gol no segundo tempo. Foto: globoesporte.com
O tão esperado gol, só veio mesmo na segunda etapa. Num grito de alívio dos jogadores e torcedores peruanos, o maior artilheiro do Peru, Paolo Guerrero, fez o que está habituado a fazer pelo seu país e de peixinho "espantou a crise". No final do jogo, o Haiti perdeu uma grande chance. Era Belfort sacramentando a vitória da Seleção Alvirrubra.

Apesar da vitória, a Seleção Peruana não está feliz, um jogo que deveria ter sido teoricamente fácil e importante para o saldo de gols, acabou num magro 1x0. Seu próximo adversário, é nada menos que o Equador, atual líder das eliminatórias e com uma defesa bastante consistente. A tarefa não será fácil.

Cássia Gouvêa || @_cassiagouvea
Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Estados Unidos joga mal e perde para a Colômbia

Enfim chegou o dia de a bola rolar para a Copa América Centenário. No jogo da abertura, os Estados Unidos enfrentou a Colômbia, na cidade de Santa Clara, na Califórnia. Depois de 20 dias de treinamento, e três amistosos, os Yankees estavam prontos para enfrentar a Colômbia. Com três vitórias na preparação, sobre Porto Rico (2x0), Equador (1x0) e Bolívia (4x0), a seleção Norte-americana estava confiante para uma boa estreia.

Contando com o fator casa, e a torcida ao seu favor, o técnico Klinsmann apostou numa tática ofensiva. No 4-3-3, o comandante estadunidense queria pressionar a Colômbia no início do jogo. Mas a tática inicial foi por água a baixo, quando logo aos 8 minutos de jogo, a Colômbia abriu o placar com gol de Zapata, aproveitando cobrança de escanteio. James Rodríguez, o craque colombiano, converteu penal e ampliou a vantagem da Colômbia aos 40 minutos de jogo.

Dempsey foi o jogador que mais arriscou no jogo, mas sem sucesso. Foto (Twitter oficial US. Soccer)

ESTADOS UNIDOS: A estreia decepcionante

Foi uma péssima atuação da seleção Norte-americana, muito abaixo do que se esperava deles. Mesmo jogando em casa, o time foi completamente dominado no primeiro tempo, e quando chegava ao ataque, errava passes e chutava longe do gol. Já na etapa final, o time melhorou, acertou finalizações, mas não conseguiu nem diminuir o placar. A primeira chance real, só depois de quase uma hora de bola rolando, muito pouco para uma seleção que quer surpreender. A diferença técnica das duas equipes ficou evidente, quando a Colômbia conseguiu fazer um "bobinho" com os donos da casa, ficando dois minutos só tocando a bola ao som de Olé, e os Norte-americanos não conseguindo quebrar a brincadeira. Para o próximo jogo, diante da Costa Rica, na terça-feira, os Yankees tem que recuperar o futebol e mostrar que tem condições de passar de fase. O jogo mais difícil já foi, agora é manter o foco, e fazer valer a pena o mando de campo. Que, aliás, nem fez diferença contra a Colômbia, já que o estádio estava bem dividido em relação à torcida.

Formação inicial dos EUA contra a Colômbia. Foto (Twitter oficial US.Soccer)
COLÔMBIA: O domínio Cafetero

A seleção colombiana fez seu papel direitinho imposto pelo técnico José Pekerman, encontrou os espaços deixados pelo adversário e ousou na velocidade e finalização. Bacca teve duas chances de deixar o gol dele, sendo uma bola no travessão. Os tentos só saíram em bola parada, o que mostra a qualidade do time Cafetero. A partida em si foi tranquila, com total domínio da Seleção Colombiana, o time estava bem entrosado tanto defesa quanto ataque. O goleiro Ospina foi quem teve vida mais tranquila, já que não foi exigido no jogo com apenas duas finalizações adversárias. A única preocupação foi à saída do craque Jamez Rodríguez no segundo tempo quando o meio-campista lesionou o ombro. O jogador fará falta ao elenco se o caso vier a ser mais grave. De resto, o time só merece elogios pelo espetáculo demonstrado em campo.

Time Colombiano na estreia. Foto Oficial Copa América Centenário
Frederico Kuhnen || @Fred_Metro2002
Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Debaixo de chuva, Oeste vence o Criciúma em Osasco

Com gramado encharcado, Rubrão teve dificuldades, mas consegue vencer mais uma na competição.


Pra quem assistiu o jogo de Oeste e Criciúma ontem percebeu que foi um jogo bem difícil de ser assistido, pelo menos no primeiro tempo foi assim, com gramado em péssimas condições devido a chuva o Rubro-negro obteve dificuldades pra tocar a bola, que é o ponto forte da equipe na competição.

Está sendo difícil ver meu Oeste jogando fora de casa, bate uma saudade de ir nos Amaros, é pequeno o estádio mas é nossa casa, não é a mesma coisa jogar em Osasco, infelizmente esse ano não vai da por vários motivos, enfim. Vamos falar da partida, o jogo começou bem morno, sem muitas chances nos primeiros minutos, chances para os dois lados, mas o Rubrão se deu melhor e aos 32' minutos do primeiro tempo, Léo Arthur que vem se destacando, abriu o placar tocando no canto direito do gol sem chances para o goleiro adversário.

No segundo tempo, o Rubrão queria ampliar o resultado e teve várias chances. Marcus Vinícius, Mazinho e Francisco Alex não entraram bem no jogo, atuações bem abaixo do esperado, o Oeste até teve a chance de ampliar o resultado num pênalti claro no segundo tempo, porém Mazinho chutou mal e o goleiro do Criciúma conseguiu fazer a defesa.

Pouco tempo depois acabou acontecendo um pênalti para o adversário, que Felipe Alves conseguiu fazer a defesa, segurando o resultado. Depois disso, o Rubrão até teve chances de ampliar o marcador, porém não foram concluídas em gols, sendo assim mais uma vitória do Oeste que alivia a situação do time na competição que afastou da zona de rebaixamento e foi para o meio da tabela.

Acho que não é legal, o que o Felipe Alves anda fazendo ultimamente, dando uma de pivô, é perigoso demais ficar tocando a bola dentro da grande área, ontem por pouco o Oeste não tomou gol por causa disso, sorte que o zagueiro nos salvou, acredito que não tem a necessidade do goleiro ficar tocando a bola tão perto do atacante. Alguns reforços ainda estão por vir para o Rubrão que podem ajudar bastante, por sinal bons jogadores.

Espero que a diretoria comece a se mexer para o ano que vem para o Paulista, é o papel dela, e o torcedor está aqui para apoiar como foi esse ano para jogar no começo do ano, o futuro do time ainda é uma incógnita, pois precisam ser trocadas as tábuas para que seja liberado o estádio, e ser regularizado o que precisa. O nosso investidor saiu do time após anos no time, e agora? Já diziam que não tinha muito dinheiro com ele aqui imagina agora sem ele? Vamos aguardar e se movimentar para o que time volte para o lugar onde nunca devia ter saído que é em Itápolis jogando no Estádio dos Amaros.

O próximo compromisso do Oeste na Série B, será na próxima terça-feira em Juiz de Fora, no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, onde enfrenta o Tupi-MG que vem de derrota, às 19h15.

VAMO RUBRÃO!

Césare Boralli || @cesareboralli
Linha de Fundo || @SiteLF

O novo caldeirão sem torcida

Na sexta o Náutico recebeu o Joinville e dominou o jogo, o time adversário pouco produziu e caiu na arma alvirrubra: Rony. O jovem atacante tem sido a arma letal para os adversários, rápido e habilidoso vem deitando e rolando pelas beiradas do campo e dando assistências. A outra arma é a Arena mesmo com o BAIXISSIMO público dos torcedores alvirrubros, no Brasileirão Série B 2015 com apenas uma derrota tende a ser a mesma coisa no Brasileiro 2016, já são três jogos, três vitórias, 100% e 10 gols em casa. Os gols na sexta foram marcados por Renan Oliveira e Tiago Adan, duas assistências do Rony.

O primeiro tempo o Náutico apertava a saída do Joinville que forçava o chute e não tinha transição da zaga para o ataque. O Náutico também sofreu com a transição, mas o meia Renan Oliveira da uma consistência e quando a bola caia no pé dele as jogadas saiam. O Timbu teve total domínio no primeiro tempo e mesmo com dificuldade Gaston no chutão achou Rony sozinho que avançou, cruzou, Bergson não achou e sobrou para Renan Oliveira no carrinho fazer o primeiro GOOOL da noite. É incrível como o Rony consegue se sobrepor na zaga adversária, na maioria das principais jogadas do Náutico o atacante estava lá incomodando.

A máquina alvirrubra dentro de casa
No segundo tempo foi um pouco diferente, o Joinville viu que com o falso 9 poderia criar jogadas como o Náutico vinha fazendo e até conseguiu melhorar ser rendimento, contudo não foi nada suficiente e ainda ficou refém do Náutico. O Timbu esperto tentou abrir vantagem no placar e a falta de pontaria ainda assombra o elenco alvirrubro, um fundamento básico e quase todos os jogadores tem dificuldades, as jogadas saem com frequência e o gol é difícil pela quantidade de chances perdidas. O querido Náutico teve falta de sorte pra sair com uma goleada, o zaga e o goleiro do time de Santa Catarina estava tirando como podia, mas no fim do jogo não conseguiu evitar o atacante Rony que foi até a linha de fundo e tocou para o meio, Tiago Adan se esticou e chegou na frente do zagueiro e do goleiro fazendo o segundo GOOL da noite e decretando a vitória alvirrubra.

Agora o Náutico vai até Belém-PA enfrentar o Papão da Curuzu e tentar a primeira vitória fora de casa. Um jogo que será emocionante, o Paysandu começou mal o campeonato e precisa da vitória, já o Náutico vai em busca da vitória pra entrar no G4, o Timbu ta em 5º colocado com 10 pontos só um ponto atrás do Bahia e Brasil de Pelotas (ambos com 11 pontos). O jogo será na terça-feira às 19h15 no Mangueirão. Assista aos melhores do momento do jogo: http://glo.bo/1XXGCSs

Rony, o jovem atacante é o destaque do Timbu no início do campeonato. Foto: Aldo Carneiro
Escalação:

Náutico: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo (Léo Pereira), Mateus Muller; Maylson, Gaston Filgueira, Renan Oliveira (Eurico); Rony, Taiberson (Tiago Adan), Bergson. Técnico: Alexandre Gallo.

Joinville: Oliveira; Robertinho (Adriano), Bruno Aguiar, Victor Oliveira (Cléo Silva) e Júnior; Naldo, Paulinho Dias e Pereira; Everton Silva, Murilo e Fernando Viana (Kadu). Técnico: Hemerson Maia

Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento.
Assistentes: Esdras Mariano de Lima Albuquerque e Rondinelle dos Santos Tavares.

“Sou alvirrubro de um sentimento que me faz amar”

Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus
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