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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Sampaio perde mais uma e segue sem vencer na Série B


O Sampaio recebeu o Ceará para mais um grande clássico nordestino no Estádio Castelão, na tarde do último sábado, em São Luís. O jogo era válido pela 6ª rodada Campeonato Brasileiro Série B. O tricolor maranhense precisava de uma vitória, a primeira na competição, para dar início a uma reação e tentar fugir da incômoda zona de rebaixamento. O Ceará precisava de afirmação no campeonato, com altos e baixos neste início de Série B.

A Bolívia Querida pôde fazer a estreia do volante Renan Ribeiro, contratado junto ao Bragantino. O técnico Wagner Lopes devolveu a titularidade ao também volante Diego Lorenzi, há muito lesionado. Daniel Barros também voltou ao time titular para conduzir a equipe ao ataque. No comando de ataque, Edgar ganhou novamente a condição de titular no lugar de Pimentinha.

O jogo teve um início predominante do Sampaio, com investidas pelas laterais, tocava bem a bola e marcava forte, o que parecia ter sido uma melhora em relação aos últimos jogos. Logo aos 11 minutos, Guilherme Lucena cruzou da direita, o zagueiro Sandro, do Ceará, rebateu para a entrada da área, mas Daniel Barros ficou com a sobra. Ele entrou na área e chutou no canto direito do goleiro, abrindo o placar para o Sampaio Corrêa. Este foi apenas o segundo gol do tricolor no campeonato. Pela primeira vez, o time dava pinta de que faria um jogo diferente e que o torcedor voltaria a sorrir. Poucos minutos depois, Carlos Alberto recebeu passe na diagonal direita da área e finalizou para o gol. O goleiro Éverson espalmou para fora da área e Léo Gago chutou forte, mas no centro do gol para a defesa tranquila do arqueiro do time cearense. Até então, o Sampaio fazia uma rápida transição entre os setores de defesa e ataque, com uma melhor qualidade nos passes.

Aos 25 minutos, a dúvida voltou a pairar sobre a mente dos torcedores bolivianos. O time cearense partiu para o ataque e em um chute de fora da área à bola bateu no braço de Renan Ribeiro dentro da área, que havia se jogado para impedir o avanço da bola. Pênalti para o Ceará. O maranhense Rafael Costa cobrou e converteu a penalidade.

Até os 42 minutos o jogo estava bem equilibrado, mas sem chances claras de gol. Mas um minuto depois, em contra-ataque, o meia Felipe driblou Diego Lorenzi no meio de campo e carregou a bola sob a tímida e lenta companhia de Léo Gago até a área. O meia se desvencilhou do marcador e chutou no canto esquerdo de Jean. O alvinegro cearense virou o jogo.

Na volta para o segundo tempo, o técnico Wagner Lopes fez a sua primeira alteração. Ele tirou Carlos Alberto, que parecia titubear quando tinha a bola nos pés e com chance de finalizar, e colocou Max em seu lugar. Logo aos 6 minutos, mais uma alteração boliviana. Diego Lorenzi, sentindo grande desgaste físico já que voltava de lesão e foi facilmente superado no lance do segundo gol do Ceará, saiu para a entrada de Pimentinha.

Aos 20 minutos, o coração do torcedor do Tubarão voltou a bater mais forte. Edgar partiu em contra-ataque, driblou o defensor, entrou na área e chutou. O goleiro cearense defendeu, mas a bola sobrou limpa para Max fazer o seu primeiro gol com a camisa tricolor. O time parecia iniciar uma reação para virar o jogo. Mas aos 31’, após cruzamento rasteiro de Bill da direita, o goleiro Jean tentou intervir no lance espalmando a bola, mas o toque foi muito sutil e ela acabou passando e caindo nos pés de Roni, que havia entrado há poucos minutos no lugar de Rafael Costa. O meia apenas empurrou a bola para o fundo das redes. O time cearense jogou um balde de água fria na intenção de reação boliviana. Daí em diante o jogo permaneceu inalterado e sem grandes chances de gol. Ainda após o apito final, o árbitro da partida expulsou o lateral esquerdo do Sampaio, Guilherme Santos.

O Sampaio estava marcando bem até tomar o gol de empate. O Ceará conseguia encaixar bons passes e chegar com maior facilidade nas proximidades da área adversária, mas sem oferecer grande perigo. O time maranhense até conseguiu sair bem para o jogo, chegando mais ao ataque com a participação de Daniel Barros. A equipe boliviana apresentou algumas melhoras em relação aos jogos anteriores, mas ainda é pouco para o nível da competição. Sabe-se que nada muda da noite para o dia, mas a reação é necessária e urgente. A competição não espera e a bola pune, como diria Muricy Ramalho.

O próximo jogo do Sampaio será contra o CRB, na terça-feira, dia 07 de Junho, em Alagoas, no Estádio Rei Pelé. O tricolor não contará com Luiz Otávio, Edgar e Guilherme Santos, mas deverá contar com a estreia do zagueiro Wagner e do lateral direito Eder e também com o retorno do centroavante Willian Paulista, que esteve por aqui em 2014.

FICHA TÉCNICA
SAMPAIO CORRÊA X CEARÁ

Local: Estádio Castelão, em São Luís (MA)
Data: 4 de junho de 2016, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Wanderson Alves de Sousa (MG)
Assistentes: Marcio Gleidson Correia Dias (PA) e Helcio Araujo Neves (PA)
Público: 5.261 torcedores
Cartões amarelos: Guilherme Santos, Jean (Sampaio Corrêa), Richardon e Thallyson (Ceará)
SAMPAIO CORRÊA: Jean; Guilherme Lucena, Luíz Otávio, Rodrigo Arroz e Guilherme Santos; Renan, Léo Gago, Daniel Barros (Cleitinho) e Diego Lorenzi (Pimentinha); Edgar e Carlos Alberto (Max). Técnico: Wagner Lopes

CEARÁ: Éverson; Eduardo, Antônio Carlos, Sandro e Thallyson; Richardson, Baraka, Zé Mario (Marino) e Felipe (Ewerton Páscoa); Bill e Rafael Costa (Roni). Técnico: Sérgio Soares

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

De uniforme claro, a primeira vitória veio para clarear as chances do Remo na Série C

Na noite do ultimo domingo, Remo enfrentou o River no Estádio Albertão. Por conta de um problema no cabo de força da energia, a partida começou uma hora atrasada. Assim que a luz retornou ao estádio, a torcida fez festa na casa do River. Mal sabiam eles que a noite seria iluminada mesmo para o Remo.

O Leão Azul manteve a cautela e foi decisivo na noite de ontem. Venceu por dois a um e agora respira um pouco mais aliviado na tabela do grupo A.

No primeiro tempo, logo aos seis minutos, o Remo chegou ao ataque com Edno que bateu forte e chutou pra fora. Aos nove minutos, o zagueiro Brinner abriu o placar após uma cobrança de falta. Remo é o melhor em campo, mas passados dez minutos, o empate veio para o River pelos pés de Tote. Faltando poucos minutos para o fim do primeiro tempo, Eduardo Ramos fez excelente jogada roubando a bola do lateral Renan e tocou para Levy que em um momento inspirado (obrigada Senhor Amado), achou Edno livre que cabeceou para o gol.

Edno teve uma estréia iluminada e fez o gol da vitória azulina. Fonte: globoesporte.com/pa
Remo tem boa postura em campo, mas o goleiro Fernando Henrique teve bastante trabalho durante o jogo. Como a defesa crucial aos trinta e um minutos do segundo tempo. Tote cobrou perfeitamente a falta e o FH espalmou. Com as mudanças durante a segunda etapa, o River conseguiu pressionar bastante o Remo, que se manteve frio em campo e conseguiu segurar a vitória até o final da partida.

Com essa vitória, o Remo agora está em sexto na tabela do grupo A, com quatro pontos.

REMO
Fernando Henrique, Murilo Brinner, Max, Jussandro (Levy), Michel, Yuri, Eduardo Ramos, Allan Dias (Lucas Garcia), Fernandinho (Héricles) e Edno.

RIVER – PI
Naylson, Tote, Paulo Paraíba, Jadson, Renan Oliveira (Rafael Araujo), Amarildo, Rogério (Thiago Dias), Edu Amparo (Esquerdinha), Junior Xuxa, Diego Lira e Fabinho.

PRÓXIMO JOGO
O Remo enfrentará o Botafogo-PB, dia 11 de junho, às 18 horas, no Estádio Mangueirão.

Texto por: @Angel_Caldeira

Vitória bate o lider Inter no Barradão com show de Marinho

Foto: EcVitoria / Divulgação
Com Barradão meio vazio e o torcedor desconfiado, o Vitória surpreendeu mais uma vez ao bater o líder Internacional por 1x0, e praticamente sem dar chances ao adversário.

RESUMO

Mancini veio novamente em um 4-3-3 típico e com variação para o 4-1-4-1 com marcação mista. Ou seja, alguns com tarefas de marcação por zona e outros com tarefas para fazer encaixes individuais. Flávio por exemplo fez um jogo tático muito bom, pois teve a função de anular a fase de construção e controle do Inter que é com Fernando BOB.

Já contra o Flamengo Flávio ficou meio sem função e rendeu muito menos. Mas ontem Amaral foi o figurante do jogo, apesar de no final se dedicar a correr atrás dos atletas do Inter e mostrar que pelo menos não estava cansado. Mas continua muito pesado, lento no raciocínio, e mal nos fundamentos de passe, domínio e posicionamento.

Ontem já conseguimos acompanhar que Kieza fazia o abafa na defesa enquanto outros marcavam a zona no 4-1-4-1 e os encaixes individuais aconteciam. Jogos atrás, Domingues e Kieza ficavam batendo cabeça sem saber quem fazia a perseguição ou dava o abafa. E o gol saiu por conta dessa definição.

Argel que atua no 4-3-3 com Vitinho de Falso 9 e o principal armador do time. Uma vez que Andrigo ainda não tem o potencial ideal para ser o termômetro que o clube precisa na meiuca, parece estar sendo empurrado para aparecer e ser uma futura boa receita para o clube gaúcho.

Houve também pouco estudo do time do Vitória pelo Inter, que só não sofreu com mais gols por conta do apito amigo da CBF. O trio de arbitragem precisa urgente de fazer exame de vista. Ou agiu de fé mesmo.

Outra boa situação para o clube do Vitória foi à volta de Marinho, atleta que tem um potencial físico que impressiona. E ontem também foi bem taticamente e tecnicamente. No entanto, precisa se lapidar no quesito passe e visão de campo, pois faz uso em demasia da jogada pessoal e essa delegação da pelota trás prejuízo para o grupo e pra ele, que acaba apanhando demais.

Nosso lado esquerdo que antes da partida dava indícios de ser um tormento foi bem preenchido por Euller que foi seguro no setor e só desceu no apoio uma vez. Mas o bom mesmo é ter um lateral que defenda como ele fez ontem, mas também faça ultrapassagens para abrir a defesa adversária.

Batemos o líder, mas o Inter eu coloquei na competição 2, não tem fôlego e nem elenco para jogar a competição 1.

Ao Vitória agora resta se concentrar dobrado para um jogo de confronto direto no Rio de Janeiro, esse sim muito essencial dentro de nossa competição, a 4.

É isso aí galera!

Seja Sócio SMV!

Por @AdsonPiedade

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 X 0 INTERNACIONAL

Local: Estádio Manoel Barradas (Barradão) em Salvador
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Thiago Peixoto (ASP FIFA-SP)
Assistentes: Emerson Carvalho (FIFA-SP) e Anderson Coelho (CBF-SP)
Cartões amarelos: Paulão, Anselmo, Gustavo Ferrareis, Jair, Arthur e Sasha (Internacional); Wiliam Farias (Vitória)
Gol: Marinho, aos quatro minutos

VITÓRIA: Fernando Miguel; Norberto Neto (Maicon Silva), Victor Ramos, Ramon e Euller (Kanu); Amaral, William Farias e Flávio; Marinho; Dagoberto (Leandro) e Kieza. Técnico: Vagner Mancini

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; William, Paulão, Ernando e Artur; Anselmo, Fernando Bob, Gustavo Ferrareis e Andrigo (Aylon); Sasha e Vitinho. Técnico: Argel Fucks

Ceará vence mais uma e se aproxima do G4

No Castelão Maranhense, quem venceu foi à equipe Cearense.

Jogadores comemorando o segundo gol da equipe alvinegra.(Foto: Espn.com.br)
Em partida válida pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, o Vozão venceu mais uma e se aproxima mais ainda da zona dos quatro primeiros. E foi mais um jogo de falha das duas equipes, o sistema defensivo alvinegro volta a sofrer apagões durante a partida e mais uma vez, o sistema ofensivo do Ceará salvou as falhas da defesa, trazendo os três pontos para a capital Cearense.

O jogo começou agitado, as duas equipes se lançaram ao ataque, O Ceará se mantinha mais com a bola até os 10 minutos de jogo e chegou a criar boas oportunidades, porém quem fez o primeiro da partida foi a equipe do Sampaio Corrêa que lançou a bola para a área e o zagueiro Sandro tirou, no entanto a bola caiu nos pés do meia Daniel Barros que mandou um lindo chute e acertou a rede. A equipe maranhense se manteve ao ataque, mas aos 22 minutos em pênalti claro o Ceará tinha a chance de empatar e Rafael Costa foi para a cobrança com segurança e empatou a partida. Com a partida empatada a Blitz ofensiva foi da equipe do Vozão que começou a criar várias oportunidades em sequência até os 44 minutos que em jogada espetacular o meia Felipe avançou da área da equipe do Ceará até a do Sampaio Correa e virou a partida em um belo gol, levando a vantagem para o vestiário para a equipe cearense.

No segundo tempo a equipe do Sampaio Corrêa fez substituições para jogar no tudo ou nada e buscava ir para cima, pressionou o Ceará até conseguir o empate em jogada de velocidade do atacante Edgar que chutou e o goleiro Everson espalmou, mas no rebote Max chutou para o fundo da rede. E depois do gol de empate a equipe maranhense seguiu pressionando em busca de sua primeira vitória na Série B, mas deixava espaço para o Ceará buscar virar mais uma vez no contra-ataque e aos 32 minutos Bill se livrou bem da defesa do Sampaio cruzou e a bola sobrou para o atacante Ronni virar a partida, atacante que entrou no segundo tempo da partida. O jogo mais uma vez estava tranquilo para a equipe Cearense que soube controlar a partida e quase faz o quarto, pouco antes do final.

O Vozão levou três pontos essenciais para a capital cearense e vai enfrentar a equipe do Londrina na terça-feira às 21h30 na Arena Castelão e caso vença, pode ingressar o grupo dos quatros que tem acesso a Séria A do Campeonato Brasileiro, será uma partida muito disputada e a presença do torcedor alvinegro é essencial para mais uma conquista.

Ficha Técnica:

Ceará: Éverson; Eduardo, Sandro, Antônio Carlos e Thallyson; Richardson, Baraka, Felipe (Ewerton Páscoa) e Zé Mário (Marino); Rafael Costa (Roni) e Bill. Técnico: Sérgio Soares

Sampaio Corrêa: Jean; Guilherme Lucena, Rodrigo Arroz, Luiz Otávio e Guilherme Santos; Renan Ribeiro, Diego Lorenzi (Pimentinha), Léo Gago e Daniel Barros (Cleitinho); Carlos Alberto (Max) e Edgar. Técnico: Wagner Lopes

Árbitro: Wanderson Alves de Sousa/MG
Cartões amarelos: Ceará: Richardson e Thalysson / Sampaio Corrêa: Guilherme Santos, Jean
Cartões Vermelhos: Guilherme Santos (Sampaio Corrêa)
Público: 6979
Renda: R$ 64.910.00

Bragantino volta a perder no Brasileiro


Atlético Goianiense 1 x 0 C.A Bragantino - Outro resultado negativo para o time do Massa Bruta, o Bragantino perdeu para o vice-líder do Campeonato Brasileiro da Série B em Goiânia.

Parece que ainda falta muita coisa para o Braga jogar bom futebol, principalmente um meio campo mais organizado, com jogadores que criem jogadas, que o time abandone o medo de tomar um gol e passe a finalizar melhor, um time corajoso e que não jogue dessa maneira que vem realizando suas partidas. Enfim, vamos para a resenha de outra derrota.

Primeiro Tempo – Na primeira etapa, como já era de se esperar, o time da casa saiu para o ataque em busca do primeiro gol. O Bragantino apenas se defendia, e várias sequências de escanteio para o Atlético Goianiense ocorriam naquela altura. Apesar disso, o primeiro lance de perigo da partida foi do Bragantino: cobrança de falta de Bruno Pacheco e cabeceio de Guilherme Andrade, a bola passou muito perto da trave. O Bragantino até tentou uma pressão, mas não deu certo. Aos 40 minutos, cruzamento de Romário, a zaga bragantina afasta, e Pedro Bambu aproveita a sobra para abrir o placar num bonito chute cruzado.


Intervalo, o repórter entrevista Léo Jaime: “A gente tem que tentar segurar mais a bola. Infelizmente sofremos um gol, mas vamos tentar sair com a vitória”. O único jeito de sair com a vitória naquela noite, seria saindo com a outra Vitória, porque em campo, sem condição alguma de vencer com esse futebol meia-boca.

Segundo Tempo - O time queria a vitória? Então porque não pressionaram? Nos primeiros dez minutos o Atlético Goianiense chegou cinco vezes perto do gol de Felipe, que é um coitado no time, já que não tem apoio nem da zaga ruim, nem dos volantes que não marcam bem no meio-campo. Toninho Cecílio mudou o time, no ataque saiu Eliandro e entrou Renato Sorriso, no meio saiu Tartá para entrar Marcos Paullo, e o técnico ainda fez uma boa ousadia ao tirar o lateral improvisado Rodrigo Sam para a entrada do meia-atacante Erick. O time não criou praticamente nada, apenas cruzamentos sem sucesso e chutes de longa distância. A melhor oportunidade foi aos 35 minutos, onde Bruno Pacheco cobrou falta com força, à bola passa por todo mundo e assusta o goleiro Marcão. No último minuto da partida, Júnior Viçosa cabeceou após cruzamento e Felipe defende, no rebote Lino faz o gol, mas a arbitragem já havia marcado impedimento (corretamente).

Se o Bragantino não melhorar seus fundamentos, a terceira divisão já será realidade, tem que melhorar enquanto é tempo, ano passado o Mogi Mirim passou por isso. A próxima partida do Braga será nessa terça 7/6/2016, no Estádio Nabi Abi Chedid às 19h15min diante do Avaí.

Destaque para o erro estranho da página do Globo Esporte
Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF
(As fotos são do site oficial do Atlético Goianiense)

Campanha para a Série A, torcida para a Série C

Saudações Rubro-Negras!

O Atlético recebeu o Bragantino no estádio Serra Dourada em jogo válido pela sexta rodada da Série B e, novamente, venceu pelo placar mínimo. Foi a quinta vitória atleticana na competição e em nossa frente só enxergamos o Vasco, com um ponto a mais. A diferença para o terceiro colocado é de quatro pontos e o time vem jogando de maneira consistente e dando orgulho aos seus fiéis torcedores. Tudo isso não foi capaz de levar a torcida para o estádio, sendo que o ingresso estava apenas 10 reais, então o que falta?

Poderia falar da vitória do Dragão, e vou, afinal o time está dando um orgulho danado aos torcedores, mas essa crônica será priorizada a vergonha nacional que o time está passando por conta de seus torcedores não tão fiéis que não tem coragem de perder o conforto do seu sofá para ir gritar e apoiar o time em busca do acesso a Série A.


O JOGO

No primeiro tempo a partida ficou muito presa na forte marcação das duas equipes, e contou com apenas três chegadas ao ataque, duas do Dragão e uma do Massa Bruta. Quem chegou primeiro foi o Atlético, aos 8 minutos, com chute de fora da área de Júnior Viçosa, mas não assustou o goleiro Felipe, ao contrário foi à chegada do Bragantino, aos 24’, que levou muito perigo e fez o coração dos atleticanos dar aquela acelerada, Bruno Pacheco cobrou falta na cabeça de Guilherme Andrade, que cabeceou e tirou tinta da trave esquerda de Marcos.

Porém, apesar das poucas chances quem merecia o gol de fato era o Dragão, pois ficava com a bola por mais tempo e tentava chegar com bolas aéreas e, em uma delas, a zaga cortou mal e a bola sobrou com Pedro Bambu, que encheu o pé e marcou um verdadeiro golaço no Serra Dourada, a pintura foi o quinto gol dele com a camisa do Atlético e o terceiro em 2016. O autor do gol está comemorando seu aniversário nesta segunda e merece os parabéns e agradecimentos de toda nação atleticana, parabéns, Bambu!


O segundo tempo foi mais do mesmo, poucas chegadas e marcação forte dos dois lados, e tivemos destaque para finalizações de longa distância, que tem sido um trunfo atleticano e garantindo alguns pontos e não era utilizada em comandos anteriores ao de Marcelo Cabo. Aos 7’, Pedro Bambu chutou forte para fora e quatro minutos depois Michel soltou uma bomba obrigando o goleiro Felipe a mandar para escanteio, aos 19 minutos Luiz Fernando também tentou de fora mas bateu longe e Júnior Viçosa, aos 32 minutos, ganhou a disputa com a zaga do Bragantino e chutou forte para longe da meta.

Já nos acréscimos a torcida do Dragão soltou o grito de gol mais uma vez, Júnior Viçosa desviou um cruzamento pela direita e o goleiro Felipe deu rebote, Lino completou e balançou a rede do Serra Dourada, seria o segundo gol do Dragão se nosso herói de 2014 não estivesse em condição irregular na hora do cabeceio.

Assim, o árbitro deu por encerrada a partida, agora o Dragão viaja até Curitiba e enfrenta o Paraná, 12º na tabela de classificação e invicto há cinco jogos, já o Bragantino continua na zona de rebaixamento e enfrentará o Avaí, em casa, os dois jogos estão confirmados para o dia 07 de Junho às 19h15 com transmissão dos canais Premiere Futebol Clube.

A TORCIDA

822 pagantes, 1211 presentes. A torcida do Atlético está conseguindo se superar. O time é vice-líder da competição, tem uma boa gordura para cima dos adversários considerando que é apenas início de Série B, ganhou cinco jogos em seis disputados e o preço do ingresso estava 10 reais, pauta que a torcida sempre reclamou quando custava apenas 20.

O presidente do conselho deliberativo atleticano, Jovair Arantes, tem uma relação um tanto quanto estremecida com a torcida por conta de suas constantes críticas à torcida do Dragão devido ao baixo público nos jogos. Todo torcedor ausente busca um muro para se escorar e defender a sua ausência e vou lista-las para vocês

Má campanha;
Preço do ingresso;
Não é no Accioly;
Horário da partida;
Dia da partida;
Violência (para os clássicos ou jogos de maior porte);
Sócio Torcedor, que não existe;

Agora vamos refutar, o Atlético tem o melhor início de Série B de sua história, o preço do ingresso é o mais barato da competição, o Antônio Accioly já está sendo reformado e, quem sabe, ainda nesta Série B ainda possamos jogar lá com arquibancadas móveis. O jogo era às 21h de sábado, mas se fosse 16h teríamos no máximo 200 torcedores a mais, que dependem do transporte público e que querem ir ao Serra. Fora que era uma partida de torcida única.

O Sócio Torcedor está sendo planejado e isso não sou eu quem digo, o próprio presidente Maurício Sampaio disse, e provavelmente ele virá junto com o Accioly para que o torcedor possa usufruir de seus benefícios em sua eterna casa, mas qual empresa quer fazer parceria com o Dragão, para conseguir descontos em mercadorias para os atleticanos, se a marca dela está sendo exposta para menos de 1000 pessoas no estádio? Nenhuma empresa quer isso, isso vale para patrocínio de camisas também, que o Atlético tem uma dificuldade imensa de conseguir.

A reforma do Accioly está andando (foto: Dragão Goiano)
Tudo, absolutamente tudo no futebol gira em torno do torcedor, o número de camisas vendidas, o público nos estádios, o número de vendas do premiere, tudo isso influencia na hora do empresário escolher em qual clube investir. O Atlético tem torcida, o Atlético tem tradição, mas quem sabe disso somos nós, atleticanos, e temos que mostrar para todos a força do atleticano para que renda frutos ao nosso clube. Aos olhos do resto do país, somos um São Caetano.

Não se enganem, se o Atlético tivesse uma boa média de público, todos os jogos com mando do Dragão seriam em Goiânia, inclusive jogos se maior apelo para a população.

Vá ao estádio.

Wendel Azeredo.

Flamengo jogou como nunca, mas falhou como sempre

O conto de fadas foi breve, 100% de aproveitamento do Zé Ricardo durou apenas dois jogos. Domingo (05/06), no Mané Garrincha, em Brasília, o Fla perdeu sua segunda partida no campeonato, porém, fez uma partida muito boa. A torcida foi o principal destaque da tarde, tanto para o lado positivo quanto para o negativo.

Torcida mista no Mané Garrincha. Bela iniciativa que promove uma linda festa (foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
Antes de falar sobre o jogo, gostaria de demonstrar o total repúdio às cenas lamentáveis durante o intervalo de jogo. Onde uma parte da organizada do Palmeiras partiu para o confronto com uma organizada do Flamengo dentro do estádio, colocando em risco a vida de torcedores e até de crianças. Devido ao confronto, a partida teve o início do segundo tempo atrasado, pois até os jogadores sofreram com o spray de pimenta utilizado pela polícia para afastar os brigões. Infelizmente, essas tristes cenas estragaram a linda festa que faziam as duas torcidas, com setores mistos para curtir com os familiares e setores destinados às organizadas que apoiam incondicionalmente o time. Foram 30 presos durante o ocorrido e um torcedor do Flamengo se encontra internado em estado grave.

Torcedores de Palmeiras e Flamengo se protegendo do spray de pimenta utilizado durante a briga. (foto: Fred Gomes)
Vamos ao jogo. Apesar da derrota o Flamengo fez uma boa partida. Zé Ricardo voltou a utilizar o questionável 4-3-3, deixando Mancuello novamente no banco. A formação foi a mesma, mas a atitude foi outra. Ao invés de ter a falsa posse da bola, o rubro-negro preferiu jogar no contra-ataque (até pelas características do time do Palmeiras), o que parece ser a melhor opção para um time de velocistas. A partida começou promissora para o Flamengo, se não fosse um velho problema, a zaga.

O problema da zaga tem um nome, César Martins. O zagueiro havia sido afastado pelo Flamengo, porém a falta de planejamento do time o trouxe de volta, após perder Wallace (também afastado) e Juan (por contusão). No jogo do ultimo domingo, César Martins logo no início deu um passe açucarado para Tchê Tchê achar Gabriel Jesus e abrir o placar para o verdão.

O Flamengo não se abateu e na sequencia Alan Patrick, jogador mais lúcido e regular do rubro-negro, fez um golaço para empatar a partida. Após os gols relâmpagos o jogo ficou mais morno, o Palmeiras tomava a iniciativa e o Flamengo tentava criar as chances no contra golpe. Só no 1º tempo o rubro-negro criou mais chances que no ultimo jogo contra o Vitória, mostrando que é melhor jogar no contra-ataque que ter uma posse de bola sem nenhuma criação. O Flamengo não tem nenhum armador de fato, mas tem pelo menos quatro velocistas no elenco. Não precisa dizer mais nada né?!

Alan Patrick comemorando seu golaço de empate. (foto: Gilvan de Souza/Flamengo) 
No segundo tempo, após os efeitos do spray de pimenta passarem, o jogo foi retomado e o Flamengo até começou melhor. Mas o velho problema da zaga continuou, aos 19 minutos o jovem Léo Duarte - que pela falta de planejamento da diretoria foi lançado as pressas no olho do furacão - falhou e acabou colocando a mão na bola dentro da área, para sua sorte o juiz não marcou nada, causando a revolta dos palmeirenses. Entretanto, Léo Duarte voltou a falhar na marcação, deixou Gabriel Jesus na cara do gol e César Martins fez uma linda defesa. Pênalti para o Palmeiras, César Martins expulso e cobrança convertida por Jean.

Após o segundo gol e com um a menos, o Fla perdeu forças e ânimo de reação. A equipe paulista apenas controlou até o apito final. Em uma das poucas partidas convincentes do Flamengo, a equipe é penalizada por falhas individuais da dupla de zaga. O jogo de domingo mostrou duas coisas já evidentes. Primeiro, o Flamengo precisa urgentemente de um bom zagueiro - e não, Rafael Vaz não é nem de longe o nome ideal - e segundo, com um time de velocistas sem nenhuma técnica, é melhor jogar no contra-ataque, com uma marcação forte no meio e saídas em velocidade, que ficar tocando bolas de lado, errar passes de 2 metros e levar bola nas costas da defesa.

O Flamengo terá uma semana inteira para treinar e se preparar para o próximo confronto, contra o Figueirense no Orlando Scarpelli. Zé Ricardo parece ter encontrado a maneira ideal de jogar, basta agora aperfeiçoar. Com o treinador e o time fazendo sua parte, falta apenas à diretoria cumprir seu papel e trazer um bom zagueiro para ajudar o trabalho de Zé Ricardo. Se o rubro-negro repetir a atuação do ultimo jogo e contar com a ajuda dos zagueiros, tem boas chances de surpreender o time catarinense. 

Presa fácil, lanterna Botafogo é goleado

Em partida válida pela sexta rodada do Brasileiro, Santos e Botafogo enfrentaram-se na manhã deste domingo (5), no Pacaembu, em busca de reabilitação. O Peixe aproveitou e tratou de golear o Glorioso, que com a derrota, agora é o lanterna da competição. Ao Botafogo, resta tentar esquecer a derrota (mais uma) visando o jogo do próximo domingo (12), também às 11h, diante do Vitória. 

Botafogo mais uma vez não jogou bem (Foto: Ivan Storti/ Lancepress!)
O JOGO

O Santos teve amplo domínio no jogo. O Botafogo era presa fácil, se defendia como podia. No primeiro minuto da partida, Renato roubou a bola no meio do campo e tocou para Vitor Bueno, que arriscou. A bola passou à esquerda do gol de Helton Leite. Mas o Santos logo fez o gol. Aos 10 minutos, Vitor Bueno foi lançado na entrada da área, deu um bonito chapéu em Helton Leite e abriu o placar. A primeira boa chance do Botafogo aconteceu somente aos 18 minutos. Ribamar foi lançado na área e tentou passar por Vanderlei, que deu um tapa na bola e afastou o perigo. Aos 34', o Peixe ampliou. Paulinho recebeu na área, se livrou do marcador e chutou rasteiro na direção do gol. Helton Leite chegou a tocar na bola, que era defensável. Santos 2 a 0. Aos 40', trapalhada do Botafogo. Diego subiu pela direita e achou Anderson Aquino na área, que escorou de cabeça para Gegê. O meia arriscou com chute torto, mas Ribamar, no meio do caminho, atrapalhou. A bola bateu no atacante. Aos 46', o primeiro tempo chegou ao fim.

O Glorioso voltou para o segundo tempo com duas alterações: Neilton e Gervasio Nuñez substituíram Anderson Aquino e Gegê, respectivamente. Errando muitos passes, o Botafogo tornava a vida do Santos cada vez mais fácil. Aos 5 minutos, o Peixe quase fez o terceiro. Vitor Bueno cobrou falta perigosa e Helton Leite espalmou. Aos 10', o Botafogo teve a chance de diminuir o placar. David Braz derrubou Neilton na área. A arbitragem marcou pênalti. Aos 13', o próprio Neilton cobrou. Ele mirou o canto direito e mandou a bola para fora. No minuto seguinte, o atacante teve a chance de se redimir. A bola sobrou para ele na entrada da área, mas o chute de primeira foi para fora. O Peixe, que não tinha absolutamente nada a ver com isso, achou o terceiro gol. Aos 24 minutos, após cobrança de escanteio, a bola bateu no meia Bruno Silva e entrou no gol. Gol contra. Aos 29', no desespero, Ricardo Gomes mexeu pela última vez no Botafogo ao substituir Ribamar por Sassá. A alteração de nada adiantou. O Santos viu o tempo passar e, confortável na partida, apenas administrou a goleada. Aos 47', fim de jogo. Vitória merecida do Peixe. Derrota previsível do Botafogo.

OBSERVAÇÕES

Terceira derrota seguida do Botafogo no Brasileiro. 18 pontos disputados, quatro conquistados. Seis jogos, quatro derrotas. Apenas três gols marcados. Números assustadores. Péssimo início do Glorioso no campeonato. A lanterna é consequência.

Acho que a culpa maior desse momento ruim não é do Ricardo Gomes. O treinador perdeu vários jogadores titulares. Isso atrapalha sem a menor dúvida. Sem os atletas lesionados e sem poder contar ainda com os reforços, o técnico tem um elenco horroroso em mãos. Ainda acredito que o time, com o elenco inteiro à disposição e já podendo atuar na Arena Botafogo, tem condição de fazer um Campeonato Brasileiro digno, sem sustos.

Helton Leite teve a árdua missão de substituir o Jefferson, melhor goleiro do Brasil. Em alguns jogos, apesar de inseguro, ele até ajudou ao fazer defesas importantes. No entanto, ele é atabalhoado e parece nervoso. O Botafogo tem levado alguns gols bobos, que poderiam ser evitados. Sidão, que foi contratado após boa campanha do Audax no Paulistão, merece chance no gol alvinegro. #oremos

O Departamento Médico do Botafogo deve muitas explicações aos torcedores. O que vem acontecendo não é normal. Muitos titulares estão machucados. Em apenas seis rodadas, o Glorioso é o clube que mais sofre com lesão.

Ok, ainda tem muita bola para rolar no Brasileiro, mas o Botafogo precisa voltar a vencer. Vasco ano passado reagiu tarde demais. É uma derrota atrás da outra. Time que não ganha vê os adversários se desgarrarem. Isso não pode acontecer.

O presidente se manifestou nas redes sociais após a derrota. 

Reprodução: Twitter
FICHA DO JOGO

Santos 3
Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz, Zeca; Thiago Maia, Renato, Vitor Bueno (Valencia), Léo Cittadini (Serginho); Paulinho, Joel (Diogo Vitor). Técnico: Dorival Júnior.

Botafogo 0
Helton Leite, Diego, Emerson Silva, Emerson Santos, Victor Luis; Dudu Cearense, Bruno Silva, Leandrinho, Gegê (Gervasio Nuñez); Ribamar (Sassá), Anderson Aquino (Neilton). Técnico: Ricardo Gomes.

Estádio: Pacaembu (SP).
Árbitro: Sandro Meira Ricci (SC).
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Fabiano da Silva Ramires (ES).
Gols: Vitor Bueno (10 do 1º T), Paulinho (34' do 1º T), Bruno Silva (24' do 2º T).
Cartões amarelos: Thiago Maia (Santos); Leandrinho (Botafogo).
Público: 17.033.
Renda: R$ 419.950,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 
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