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terça-feira, 7 de junho de 2016

Adeus Kappa, bem-vinda Uniex


A parceria entre Kappa e Portuguesa foi formalmente desfeita, a empresa italiana não vinha honrando seus compromissos e tradição e deixou na Lusa, como já havia deixado no Goiás e em outros clubes, uma imagem ruim. Dentre os principais problemas estavam o jogo limitado de uniformes de jogo e treino disponíveis e a não disponibilidade de produtos para a comercialização.

Em entrevista à Rádio Tropical, nesta segunda-feira, o presidente da Lusa, José Luiz Ferreira de Almeida, confirmou a troca de material esportivo. Alguns detalhes do uniforme foram divulgados hoje. 



A Kappa já foi notificada da rescisão porque não cumpriu com suas obrigações, e já conversamos com a Uniex, que a partir de agora vai confeccionar os uniformes da Portuguesa. Inclusive, no próximo jogo já deverá ter as novas camisas”, disse.

A Portuguesa agiu rápido e fechou parceria com a Uniex, empresa local que forneceu os uniformes do Grêmio Osasco Audax na final do Campeonato Paulista, as camisas já estarão disponíveis para compra inclusive neste domingo, no Canindé, no jogo contra o Botafogo-SP pelo valor de 129,90.

CANINDÉ E NOVIDADE NO TIME

O Canindé teve sua vistoria feita pelo Corpo de Bombeiros e foi aprovado para o jogo de Domingo diante do Botafogo, às 11 da manhã. A novidade para o duelo contra o pantera é a estreia de Renato Kayser que teve seu nome publicado no BID e deve estrear.

Eduardo Maglioni e o hat trick mais rápido da história

Noventa segundos. Um intervalo de tempo que pode ser uma eternidade no basquete, mas não no futebol. Um minuto e meio é apenas um suspiro, um lampejo. No entanto, um homem foi capaz de desafiar o relógio e rir na cara dele. Seu nome é Eduardo Andres Maglioni, e seu grande feito foi marcar três gols em 90 segundos.

Maglioni marca contra o Gimnasia
(Foto: diariopopular.com.ar)
Nascido em 14 de abril de 1946 em Reconquista na Argentina, Maglioni, desde a infância já mostrava um dom para o qual muitos jogadores dariam suas vidas para ter: marcar gols. Na verdade, no início, graças a ele, o modesto Atlético Sarmiento conseguiu fazer frente aos poderosos do Santos de Pelé, contra qual arrancou um empate de 1x1.

Maglioni recém contratado pelo Independiente
(Foto: Nicolás Fernández)
Esse feito não passou despercebido pelo Independiente de Avellaneda, que imediatamente decidiu recrutá-lo para suas fileiras. A aposta deu muito certo e Eduardo marcou sua passagem com 58 gols em 135 jogos. Mas uma atuação de Maglioni nenhum torcedor na Argentina - tanto do Independiente como de qualquer outro time - conseguiria esquecer que é a de 18 de março de 1973.

Naquele dia o jogo era válido pela terceira rodada do Campeonato Metropolitano em que "El Rojo" receberia o Gimnasia de La Plata. Depois de ganhar do Ferrocaril Oeste graças a um gol seu, Maglioni não esperava viver o seu dia mais glorioso. O primeiro tempo foi muito equilibrado embora o Independiente ter conseguido sair com a vantagem, graças a um gol do uruguaio Ricardo Pavoni.

No entanto, o que aconteceu no segundo tempo foi algo que ainda não se falava nos livros de história. Foi entre os minutos 4 e 6 da segunda etapa, de uma maneira tão rápida que não daria tempo de saborear uma mordida no sanduíche que os torcedores presentes compraram no intervalo. Aos 4’, Maglioni marcou um gol! Mas não termina por aí, pois no minuto e meio seguinte conseguiu fazer mais dois para o deleite de todos os torcedores que não conseguiam acreditar no orgasmo que acabaram de experimentar.

O segredo dessa façanha estava nos pontas que avançaram ao campo do adversário sem mesmo antes deles rolarem a bola para dar novamente início a partida, conseguindo roubar a pelota rapidamente depois de uma marcação quase instantânea. O árbitro não percebeu a trapaça e, portanto, Maglioni atualmente está no Guinness World Records com o hat-trick mais rápido da história. Em 90 segundos.

Um recorde mundial que o acompanhou ao longo de sua carreira, tanto para o bem quanto para o mal. "Lo más gracioso de todo es que cuando viajamos a Colombia querían que lo repitiera: qué se creyeron, que era Superman?". Ele se lembra de quando falam de seu feito, acrescentando: "es un partido que se da una vez en la vida y no se repite".


(Foto: lavisera.com.ar)

Sem dúvidas. Em 2015, o senegalês Sadio Mané marcou três gols pelo Southhampton contra o Aston Villa em 2 minutos e 56 segundos numa partida válida pela Premier League. Masashi Nakayama pela seleção japonesa fez um hat trick contra Brunei em três minutos e três segundos, enquanto o inglês Willie Hall com sua seleção fez o mesmo contra a Irlanda em três minutos e meio. Nenhum dos três, apesar de seu recorde, conseguiram entrar no Guinness World Records. Desde aquele 18 de março de 1973 ficou muito caro entrar nos livros de história.

Nota do colunista

Futebol e política sempre andaram de mãos dadas. Aliás, o próprio nascimento do esporte que conhecemos hoje foi fruto de uma vontade política e econômica. Como historiador apaixonado ensandecidamente pelo esporte bretão, trago histórias que mesclam o mundo do futebol com a política, cultura, paixão e a profundidade de vida. Não necessariamente nessa ordem!

Matheus Morais || @danosmorais_

Sem tantas surpresas, um alívio

Começando em cima, tentando abrir logo o placar, essa era a iniciativa do CRB até os 8' minutos. Aos 9' Pimentinha recebeu a bola já dentro da área, tentou o cruzamento, e a bola bateu na mão de Boaventura, pênalti. Léo Gago bateu no canto contrário de Juliano e abriu o placar aos 10', Sampaio 1 a 0. Marcos Martins, muito utilizado na direita, foi tentando jogadas com Luidy e Galdezani, até que aos 19' ele recebeu, cruzou na área e Lucio Maranhão de cabeça fez o gol após dez partidas sem marcar, 1 a 1.


Houve certo equilíbrio na parte final do primeiro tempo, a equipe visitante chegou ao gol e finalizou bem, até Marcos Martins quase marcou gol contra a favor do Sampaio, Juliano fez uma defesa fantástica em chute de longa distância.

Luidy que vem sendo o melhor jogador da temporada, na primeira etapa não foi alegre, não conseguia dominar a bola e nem executar seus dribles. Sem mais perigos, fim da primeira etapa.

Segunda tempo, Sampaio ficava tentando segurar a bola, mas não conseguia, e o Galo acordou, tentando criar jogadas pelas laterais, que não se  encontravam com as redes. As tentativas eram sempre pelos lados, Dakson e Luidy foram substituídos, Elton Lira entrou pra lateral esquerda e Diego subiu pra ponta, e Rodolfo caiu pela direita. Aos 22' Diego cruzou, e Rodolfo marcou de cabeça, um dos jogadores de menor estatura do elenco, coleciona dois gols de cabeça, um gol com a mão de Mazola, que mudou bem.

Após o gol, Guilherme Lucena foi expulso após reclamação, Pimentinha e Rodrigo Ramos também foram premiados, mas com cartões amarelos. Um grande medo de levar o gol de empate, o Regatas com dificuldade em segurar a bola, errando vários passes, com a entrada de Somália, o time melhorou um pouco no passe e foi se encontrando.

Sufocador, estava assim a equipe adversária no Rei Pelé. Cleitinho fazia um inferno na defesa do CRB que não conseguia parar o jogador. Foi bem aproveitado o tempo final, e o Galo foi segurando a vitória, com isso, três pontos preciosos e uma noite milagrosa pra Lucio Maranhão que marcou um gol após dez partidas sem marcar, e Rodolfo fundamental, talvez como uma arma secreta, surgindo no segundo tempo sempre e marcando gol de cabeça pela segunda vez em três jogos.

Análise

Uma vitória justa, CRB aproveitou seus momentos no ataque e marcou mais gols, o Sampaio ficou muito defensivo no jogo e só soube atacar quando já tinha um a menos após os 23' do segundo tempo. Agora o CRB vai visitar o Bahia, adversário complicado, as duas equipes se encontraram quatro vezes em 2015, e o CRB não venceu nenhuma.

É possível que o Galo já possa contar com seus reforços, em especial o atacante Assisinho que já vinha jogando a competição e atuava como titular na maioria das vezes pelo Ceará. Éder e Wellinton podem fazer a estreia, mas é um pouco mais complicado por conta do tempo que não atuam.

Com o resultado, o Galo fica em 5° lugar, mas a rodada está incompleta, e pode ser ultrapassado por Bahia que enfrenta a equipe do Goiás ainda hoje, e o Ceará que também enfrenta o Londrina em casa ainda hoje.

Como conquistar um país


Fundada em 10 de maio de 1973, a Associação Chapecoense de Futebol surgiu para ressuscitar o futebol de Chapecó, localizada no Oeste Catarinense. O surgimento veio entre uma fusão de dois clubes da cidade, Independente e o Atlético Chapecó.

Está fusão surtiu efeito, fez com que empresários da região apostassem no futebol Catarinense. Não demorou muito para o sucesso vir a tona, em 1977 o primeiro título, com uma brilhante campanha no Campeonato Catarinense, a cena se repetiu nos anos de 1996, 2007, 2011 e recentemente em 2016.

Mas nem tudo foram flores, o Verdão beirou a falência nos anos de 2005 e 2006, mas com a força do povo e novamente dos empresários, conseguiu dar a volta por cima, e seguir orgulhando o torcedor verde e branco.

Nivaldo, um dos responsáveis de levar a Chapecoense na elite do futebol Brasileiro. Foto: Francieli Constante)

Pouco conhecida até então nacionalmente, a Chapecoense seguia a luta para conquistar a vaga na Série D do Campeonato Brasileiro, além de suas participações na Copa do Brasil. Com os títulos em 2007 e 2011 e o vice em 2009, a equipe ganhou a tão sonhada vaga na Copa do Brasil, na primeira disputa em 2008, de cara um duelo contra o Internacional, a partida não terminou como o torcedor gostaria, a derrota em casa por 2x0 eliminou o jogo da volta e a equipe da competição.

Na segunda participação um duelo contra o Atlético-MG de Vanderlei Luxemburgo, em Chapecó, o Verdão aprontou para cima dos mineiros, com gol de Sagaz, a vitória por 1x0 deixou viva a chance de avançar na competição. No entanto, o jogo da volta não foi como gostaríamos, a derrota por 6x1 eliminou a Chape novamente. O destino colocou em 2012 novamente uma equipe mineira pela frente, assim como foi contra o Atlético, o Cruzeiro encontrou muita dificuldade jogando na Arena Condá, o empate em 1x1 levou o jogo da volta para Minas Gerais, acabando novamente eliminada após ser derrotada por 4x1 pela Raposa.

Mas o destino reservava algo a mais para a querida Chapecoense, foi em 2013 que o clube explodiu nacionalmente. A brilhante campanha na Série B do Campeonato Brasileiro, além de garantir vaga entre os 20 melhores do país, trouxe também o vice-campeonato da competição, ficando as 38° rodadas no G4 e o maior artilheiro de todas as edições, Bruno Rangel com 31 gols.

No ano seguinte, em seu primeiro ano na Série A do Brasileirão, o Verdão entrou como um dos principais candidatos ao rebaixamento. Entre altos e baixos, a Chapecoense conseguiu se manter na elite do futebol Brasileiro na penúltima rodada, quando o Flamengo goleou o Vitória/BA, eliminando qualquer possibilidade de rebaixamento.

Em sua primeira participação, a Chapecoense surpreendeu gigantes do futebol Brasileiro. O primeiro a sentir a força do Verdão do Oeste foi o São Paulo, em um Morumbi com mais de 43 mil pessoas, Ricardo Conceição marcou o gol da vitória e calou o torcedor tricolor. O segundo a ser flechado pelo índio foi o Colorado gaúcho, jogando na Arena Condá a goleada por 5x0 enlouqueceu o torcedor Chapecoense. Mas ainda teria mais uma travessura do estreante da competição, desta vez no Maracanã, a vítima da vez foi o Fluminense na goleada por 4x1. 


O famoso "ué" na goleada sobre o Internacional rendeu muita zoação no twitter.
Com a permanência em 2015, quem sofreu na Arena Condá foi o Palmeiras, assim como o Internacional, a goleada por 5x1 iniciou a reação da equipe contra o rebaixamento. A confirmação de visitante indigesto veio no duelo diante de outro gaúcho, desta vez o Grêmio jogando em sua Arena, mesmo vencendo por 2x0 na primeira etapa não desanimou o Verdão, que no segundo tempo voltou a campo e virou o placar para 3x2, com um golaço do lateral Apodi.

O sucesso não ficou só dentro das quatro linhas, um dos maiores destaques e fatores para outros torcedores aderirem a Chapecoense em seus corações é a zoação em suas redes sociais, o trabalho da equipe de Marketing vem conquistando torcedores do Oiapoque ao Xui. O destaque no Facebook rendeu o prêmio de página com maior número de curtidas entre os clubes de Santa Catarina (316.470), o destaque é tão grande, que a página tem um alcance em média de 2,6 milhões de pessoas por semana.


No dia 1 de abril a resposta dos Ingleses entrando na zoação via twitter.
Entre as principais jogadas de marketing, está a parabenização aos clubes em seus respectivos aniversários, além das saudáveis zoações e interação com redes sociais oficiais de adversários. Como não se lembrar da épica vitória sobre o Internacional por 5x0, e não vir na mente o famoso “Ué”, ainda o famoso desafio feito para o atual campeão Inglês Leicester. Entre outros destaques, as chamadas animadas para o torcedor em dias de jogos do Verdão.

Veja algumas das brincadeiras feitas pelas redes sociais oficiais do Verdão:

Na última brincadeira no Facebook, muitos elogios de adversários ao Verdão.

No Twitter, o tweet 10.000 deu sorte ao Verdão!


Brincadeiras também com famosos chamam a atenção no twitter.

O parabéns aos times adversários vem para ajudar ainda mais no carinho dos torcedores de outros clubes.
Para provar um pouco do carinho de torcedores de outros clubes tem pela Associação Chapecoense de Futebol, o Linha de Fundo percorreu os quatro cantos do país em busca da opinião desses torcedores confiram:

Em nossa primeira viagem pelas ondas da internet, chegamos aos representantes do Norte do Brasil, a santista Anne Andrade de Souza e o Vascaíno Henrique Siqueira, expressaram um pouco do carinho que sentem lá de longe pela Chape.

Anne diz que, “Quando se fala em Chapecoense, se trata de carisma, time de Santa Catarina que conquistou e ganhou o carinho do Brasil inteiro, inclusive o meu. Eu sou Santista, e tenho um grande carinho pela 'Chape' um time simpático, tem grande respeito com seus adversários, acolhedor e muito brincalhão e até com si mesmo, e quando se fala em goleada a zoeira fica completa, sabe aquele ente querido? Pois então, é a Chapecoense, como chamo carinhosamente de Minha Chape”.

Já Henrique, conhecido por ser mais pé frio que Mick Jagger destaca um pouco da história do clube, além da sua torcida apaixonada dizendo que: “A Chape tem uma história muito bonita no atual cenário do futebol brasileiro. Eu como admirador do futebol brasileiro sei que a valorização das pessoas que moram em Chapecó fizeram para o clube, se não me falha a memória o clube de vocês quase fechou as portas pela falta de dinheiro. Mas resolveram dar uma chance e hoje estão disputando a elite do campeonato brasileiro, jogam com raça, vontade e abraçados pela torcida em Chapecó, tanto que isso faz de vocês imbatíveis lá. A admiração vem pela torcida de vocês que abraçou o time de verdade, até fazendo alguns largarem a dupla GreNal e os clubes do RJ-SP. Que isso continue e sirva de exemplo para os clubes de outros estados”.

Seguindo pelo país, chegamos ao Nordeste, mais precisamente a Recife, aonde encontramos a Tricolor Pernambucana Geisiane Arcantes que destaca seu carinho pela Chape dizendo: “Apesar de ser Santa Cruz doente, tem times que admiro, a Chapecoense está entre eles, além do bom trabalho que vem fazendo, é um time organizado que com certeza vai dar trabalho aos times grandes. A Chape vem demonstrando uma humildade e força em campo, por isso minha simpatia, um time guerreiro que lembra muito meu Santinha, pela sua garra em campo e sua torcida apaixonada. #avantechape”.

A torcedora do Sport @gizafreitass deixou um recado no twitter ao Verdão.
Saindo do Nordeste, chegamos a capital do país, em Brasília, o seu representante é uma figura das redes sociais, o Palmeirense Luigi Berzoini cita: “Sou um jovem palmeirense, tenho um carinho muito grande pela Chape, por ser um time guerreiro, batalhador e ter chegado na Série A passando por todas as divisões. O que marcou e me fez ter muita admiração pelo Chapecoense foi a Série B 2013, que a Chape com baixo orçamento fez uma campanha impecável ficando atrás apenas do Palmeiras. Com a garra superou todas as dificuldades e chegou a elite do futebol Brasileiro. Foi assim que me fez ter admiração pela Chape”.

Depois de passar pela capital, não podemos esquecer-nos do Centro Oeste, representado pelo torcedor do Goiás, Wagner Oliveira, que diz um pouco do que o índio do oeste lhe representa: “A Chapecoense pra mim, é um dos times mais sensacionais do futebol brasileiro. Gosto muito do clube por ser verde, ter uma torcida apaixonada pela cidade, sua identidade e é claro, pelo seu time. O que mais acho incrível é a forma como a Chape conquistou o Brasil. Teve um planejamento forte para subir para a Série A rapidamente e atualmente, já está se adaptando e se firmando cada vez mais. Não é visto mais como um time pequeno do interior, mas sim, como um time respeitado do interior. Há 10 anos atrás, vocês já imaginaram ver um dia uma partida entre Chapecoense e River Plate? Nem eu. Mas o futebol é incrível. A Chape agrada vários simpatizantes promovendo uma "zoeira" saudável nas redes sociais, algo que está morrendo no futebol. Mas ela faz reviver. Faz a gente querer mais. Espero que em um futuro, os dirigentes do Goiás se inspirem na Chapecoense e que em nosso futebol, mais Verdões como estes, possam existir”.

Direto de São Paulo, o representante do Sudeste veste a linda camisa Lusitana, que em sua camisa já estampou a marca do antigo frigorífico Chapecó, Rodrigo Ferreira contou um pouco sobre seu carinho pelo Verdão do Oeste dizendo: “Eu vejo a Chape hoje na Série A, como a Lusa foi por muitos anos. A diferença é que a Portuguesa já era veterana em Série A, e a Chape foi a novata que muitos adotaram por carinho a um clube tão recente na Série A (mesmo contra o seu time no caso) e todos torcem pra ir bem nas competições continentais. Não vi ninguém aqui em São Paulo torcer contra a Chape, quando enfrentou o River na Sula. Até os argentinos daqui torciam. Enfim, agora eu espero, já que vejo este carinho que as outras torcidas veem na Chape como viam na Lusa, que a Portuguesa seja como a Chape em busca dos acessos e da elite que lhe cabe por merecimento”.

Do estado vizinho e representando o Rio Grande do Sul, Janaina Wille gremista de coração, leva com carinho a Chape em seu coração, ao dizer: “CHAPETERROR: Como não amar? A rápida ascensão faz da equipe uma das mais queridas do Brasil. De 2009 pra cá, o time subiu da Série D para a elite do futebol brasileiro. E o que encanta é que a Chape não é mais uma daquelas equipes “ioiô”, que sobem e descem de divisão ano após ano. O time de Chapecó já demarcou território no cenário futebolístico brasileiro, brigando, inclusive, com os chamados times grandes. Exemplo disso foram os sonoros 5 a 0 aplicados sobre o Internacional em 2014, os esmagadores 5 a 1 contra o Palmeiras em 2015, além das grandes partidas feitas com o todo poderoso River Plate pela Sul Americana. Outro fator que é determinante para o carinho que todos sentimos pela Chape, é a união. Jogadores, diretoria, imprensa, toda a cidade, que antes era conhecida somente pelo agronegócio, abraçou o time e empurra-o, cada vez mais, para o topo”.

Fechando nossa viagem, voltamos a nossa Santa e bela Catarina, pois se engana quem pensa que não pode existir o respeito e carinho de torcedores entre rivais no mesmo estado. Para provar, a Avaiana Manoella Pereira e o Carvoeiro Gabriel Frello Pereira.

Gabriel destaca que o Verdão jamais foi considerado para ele um inimigo, dizendo que: “A Chapecoense dentro de Santa Catarina para mim sempre foi uma “amiga” nunca uma inimiga. Além disso, ajudou muito o futebol no estado, subindo e se mantendo durante todo esse tempo na Série A. Aumentando ainda o movimento Barra Brava e mostrando seu fanatismo pelo clube”.

Já Manoella diz: “Cresci sabendo que em Santa Catarina havia quatro clubes de referência nacional, um deles é o meu estimado Avaí. Após alguns anos surgiu no estado um time novo, cheio de capacidade de estar entre esses quatro. Confesso que no início surgiu como uma ameaça, porém a Chape foi aos poucos conquistando o coração dos torcedores brasileiros e também o nosso. Quando os jogos são diretos ou no mesmo campeonato eu não consigo torcer a favor, tenho um motivo azul pra isso. Até porque em alguns momentos já ajudaram nosso arquirrival, o que nos deixou com uma raiva de leão. Ah, mas quando se trata de Chape contra qualquer outro time, brasileiro ou não, pinto o rosto de verde e imito um índio se deixar! Aproveito para parabenizar a Chapecoense pelo belo trabalho que vem realizando dentro e fora de campo. Com uma diretoria competente e organizada, o verdão do oeste tem alcançado vitórias importantes para sua história. Torço muito para que a Chape fique na Série A do brasileiro, somente até a sétima colocação, porque um degrau acima passa o meu leão como melhor colocação no campeonato”.

Para finalizar, não poderíamos de deixar de homenagear o pequeno Carlos Miguel Garcia, carinhosamente conhecido como o índiozinho da Chape. Carlinhos vem seguindo a equipe desde 2014, fazendo com que os não apenas os torcedores Chapecoenses se apaixonem por ele, mas também torcedores adversários. O pequeno mascote está presente em todas as partidas na Arena Condá, e já viajou muito para apoiar a equipe longe de Chapecó. 



Essa é a Associação Chapecoense de Futebol, um clube que me faz cada dia mais me apaixonar por ti, além de conquistar o coração de torcedores de todos os cantos do país. Eu te amo minha Chape, meu clube.

Marcelo Weber || @acfmarcelo
Linha de Fundo || @SiteLF

Saudades Capitão América

Ainda é complicado saber que você não está presente aqui conosco, sempre quando alguém se vai tão cedo fico pensando qual era o propósito dele aqui conosco, no seu caso meu amigo, você teve uma missão mais que clara, era de dar a alegria a um povo, a de levar uma nação inteira a feitos impossíveis, era de tornar mais que gigante o clube que eu tanto amo. Alguns podem me crucificar e me xingar por dizer que o Camisa 9 era somente do Inter, me perdoem os torcedores do Goiás pelo qual tenho carinho grande, mas o Fernando era a ligação de dois mundos totalmente diferentes.

F9, tu conduziu o Inter ao topo da montanha das glórias, algo que somente alguém com enorme capacidade poderia fazer. Nossa imensa torcida deve tudo a esse homem belo, elegante e talentoso, que fez acender a chama da paixão em milhões de Colorados que já estava quase se apagando devido aos anos de marasmo e de falsas ilusões. Você Colorado que gosta e tem o futebol como uma paixão, para e pense, a passagem dele e os feitos dele pelo Inter não fez você se aproximar mais ao Inter? Mesmo os que não são torcedores do Internacional sempre o viam como alguém para se respeitar, tanto pela sua trajetória, quanto pelo seu talento. Claro que como qualquer ser humano ele errou, mas ele foi tão exemplar em tantas coisas que todos os seus gols e todas as suas importantes palavras de motivação são mais destacadas. E como em todo grande romance ele nos deixou um grande ensinamento, de que somos capazes de feitos grandes e que podemos conseguir tudo, podemos bater em grandes e de que América e Mundo podem ser Coloradas.

Mais que um jogador, mais que um ídolo, mais que uma lenda, tu és nosso PAI.
Fernando, você sempre estará nas minhas historias, te agradeço sempre por tu ter me dado à oportunidade de te ver jogar, você será um dos poucos que direi aos meus netos que vi jogar e que realmente honraram a camisa do Inter. Só colorado sabe o quanto dói na alma ver as imagens de você dizendo essas palavras: "Ter orgulho pela camisa que a gente veste, ter orgulho para os nossos familiares que estão nos acompanhando e torcendo pela gente. Eu já torci pra caramba pelos meus ídolos quando entravam dentro de campo, pois eu sabia o que eles iam fazer, e essa confiança é a que milhões de pessoas tem hoje. Essa oportunidade nós ganhamos com muita luta, com muita garra e muita doação e lá dentro vamos dar o MÁXIMO, e dai quando a gente ver que já ta dando o máximo a gente pode dar mais um pouco, vamos lá por que nascemos pra ser CAMPEÃO"!

Fernandão toda a vez que entro no Beira Rio e vejo aquele gigante em silencio eu consigo ouvi a sua voz rouca, cantando vamô, vamô, Inter. Vamô, vamô, Inter. O Inter foi seu Fernando, até onde você precisou nos conduzir. Muito obrigado de coração.

Ismael Schonardie | @Ismahsantos

Argentina vence o Chile no dia Di María

Na noite de ontem o confronto de titãs foi antecipado e Argentina e Chile se enfrentaram disputando a liderança do grupo D da Copa América. De um lado uma a Argentina querendo se vingar da derrota sofrida na final de 2015 e querendo encerrar seu jejum de mais de 20 anos sem uma grande taça. Do outro lado o Chile que entrou em campo com a obrigação de defender o seu título e manter o retrospecto da campanha anterior, mas com uma grande incógnita, o processo de adaptação ao novo técnico Juan Antonio Pizzi.

E o palco foi o Levi's Stadium, na Califórnia, Argentina e Chile marcaram encontro entre as duas seleções finalistas da edição anterior da Copa América. Depois de uma primeira etapa apagada e com pouca movimentação, os argentinos liquidaram na etapa final. Di María e Banega fizeram uma dupla dinâmica e os gols e as assistências vieram das suas pernas. E no apagar das luzes, Fuenzalida descontou de cabeça 2 a 1 para Argentina, para esquecer a derrota em 2015.

Foto: Getty Imagens
A Argentina: O primeiro tempo teve momentos decepcionantes no meio campo. Augusto Fernandez foi absolutamente nulo. Banega batia cabeça com Mascherano. Tanto que em inúmeras vezes, Jefecito fez a função de armador em determinados momentos. Gaítan, substituto de Messi, foi bem. Meteu a bola no travessão no primeiro instante de jogo. Buscou o jogo, mas caiu na segunda etapa. Muito pelo brilho de Di Maria, que passou a ocupar a sua faixa do campo, no tão tradicional revezamento entre os jogadores no lado do campo. O goleiro Argentino falhou feio no último lance da partida. O gol de Fuenzalida, zagueiro do Boca, foi graças a falha de Romero, que caçou borboleta em sua saída do gol. Por sorte, naquele momento a partida estava 2-0 para a Argentina. E muito graças a Di Maria e Banega. A parceria entre ambos foi fundamental para que a Argentina sacramentasse a vitória com menos de 20 minutos de jogo. O importante foi que a Argentina fez o seu papel. Venceu por 2-1 e deu um salto importante para a classificação na primeira colocação do Grupo D. Os dois próximos jogos serão contra seleções de pouca qualidade e a obrigação é de novas vitórias.

O Chile: Começou o jogo a todo vapor, com toda a intensidade. Já antes do apito inicial poderia se ver todo o empenho que os chilenos estavam cantando o hino à capela a plenos pulmões, mostrando que ali não estava sendo disputados somente três pontos. O inicio foi fenomenal com grande movimentação e envolvimento, a Argentina tinha apenas algumas oportunidades e já o Chile dominou toda a primeira etapa, tendo as melhores chances de gol. A máxima valeu, e quem não fez levou, na segunda etapa o time entrou um pouco menos intenso que o primeiro tempo e o ônus veio rápido, a seleção Argentina fez seu primeiro gol, mas o que foi importante, o Chile se jogou para ataque e deixou seu adversário encurralado, mas as suas individualidades fizeram a diferença e veio o segundo. No fim de jogo ainda se pode ver o gol de honra de Fuenzalida. O que preocupa agora é a diferença de tática no Chile depois da saída de Sampaolli, ele perdeu profundidade e as suas referencias pararam de fazer gols, o que é um alerta para o decorrer da competição.

Ismael Schonardie | Argentina
Fellipe Soares | Chile

Arsenal vai até a Escandinávia na pré-temporada

O Arsenal anunciou no começo da última semana mais dois amistosos para complementar a pré-temporada 2016-17. Os Gunners vão até a Noruega enfrentar o clube local Viking FK, no dia 05/08, na cidade de Stavanger, e no dia 07/08, viaja até Gotemburgo, na Suécia, para enfrentar o rival inglês Manchester City.

Viking Stadium, Stavanger (NOR). Foto: Arsenal.com
Os duelos serão depois de o clube voltar de uma turnê nos Estados Unidos, quando o Arsenal tem confrontos marcados contra o time de All-Stars da MLS, dia 28/07, em San José, e o Chivas Guadalajara, dia 31/07, em Los Angeles. O técnico Àrsene Wenger comentou sobre os jogos preparatórios na América do Norte e na Escandinávia:

A pré-temporada é um momento muito importante para a equipe, e nossas viagens para os Estados Unidos e logo depois, Escandinávia vão nos dar uma boa mistura de jogos para se preparar para a nova época” ressaltou o comandante francês.

Com a realização da Eurocopa e os Jogos Olímpicos, o Arsenal cancelou a tradicional Emirates Cup que fazia parte da preparação para a temporada. O torneio deve voltar a ser disputado no próximo verão europeu, em julho de 2017, quando os Gunners já têm compromissos marcados na Austrália, contra Sydney FC, dia 13/07/2017 e Western Wanderers, dia 15/07/2017.

Lucas Felipe (@lsouza73)

Uma vitoria esperançosa para a Venezuela e um começo ruim para Jamaica

Austin foi expulso aos 23' do 1º tempo. Foto: Divulgação Oficial Copa América
Jamaica

A Jamaica estreou na Copa América justamente na última edição, em 2015, no Chile. Sem conseguir passar da fase de grupos no ano passado, os Reggaes Boyz buscam uma participação mais digna nos Estados Unidos. A estreia em 2016 foi contra a Venezuela no Estádio Soldier Field, em Chicago.

Buscando largar bem na competição contra a Seleção Vinotinto, o técnico alemão Winfried Schaefer escalou a Jamaica em um 4-4-2 clássico, com duas linhas de quatro e dois atacantes. Os primeiros 15 minutos de jogo foram promissores, com os Reggae Boyz tomando conta das ações ofensivas da partida.

Mas o esquema de Schaefer ficou completamente comprometido com a expulsão de Austin, aos 23 minutos e a lesão de Lawrence, no final do primeiro tempo. Com o placar de 1 a 0 para a Venezuela, o alemão teve que modificar toda sua estratégia para a etapa derradeira do jogo.

Na volta para a segunda etapa, a Jamaica manteve as duas linhas de quatro, recuando o atacante Barnes e deixando apenas Donaldson brigando entre os defensores venezuelanos. Os Reggae Boyz não correram grandes riscos no decorrer do jogo, mas em consequência, também não conseguiram ameaçar a meta de La Vinotinto.

Sem oferecer resistência à Venezuela, a Jamaica estreou com uma frustrante derrota diante do adversário mais fraco do Grupo C. Os Reggae Boyz ainda enfrentam o México, no dia 9 e o Uruguai, no dia 13.

Lucas Felipe (lsouza73)

Rondon e Martinez comemorando o primeiro gol da Venezuela na Copa América centenario



Venezuela

A Venezuela precisava de uma vitória no começo da competição, para dar esperança para a seleção, já que esta em ultimo nas eliminatórias da Copa do Mundo, o técnico Venezuelano Dudamel escalou o time numa 4-3-2-1 com três meias ofensivos, dois meias ofensivos e um centro avante isolado.

A Jamaica começou jogando melhor que os venezuelanos, tocando a bola e procurando construir alguma jogada, assim a Venezuela jogava no erro dos Reggae Boyz, e foi assim que o gol saiu, em uma bola roubada no ataque Guerra deixa Martinez na cara do gol para fazer o primeiro gol do La Vinotinto na competição.

Depois do gol a Venezuela cresceu na partida fazendo pressão contra os Reggae Boyz, em uma jogada despretensiosa Austin da um carrinho e acaba acertando a canela de Rincón e acaba expulso. 

Mesmo com um jogador expulso a Jamaica tentou ensaiar uma pressão em busca do empate, mas não conseguiu estufar as redes de Hernández.

Na próxima rodada, a Venezuela enfrenta o Uruguai na Filadélfia, na próxima quinta-feira (8), às 20h30, o La Vinotinto tenta surpreender a La Celeste que perdeu a primeira rodada.

Gabriel Frello @gabrielcec__

Obrigado, Maestro!


O futebol presenciou umas das cenas que poucos amantes do futebol brasileiro imaginaram ver um dia: Paulo Baier anunciou sua aposentadoria dos gramados. Aos 42 anos, o maestro da bola jogou sua última partida vestindo a camisa do São Luiz, da cidade de Ijuí, no Rio Grande do Sul. Reconhecido pelo talento, habilidade e força de vontade, Paulo Baier deixa um legado para o futebol e também uma lição: não importa a idade, pois sempre dá para fazer a diferença.

Foram poucos jogadores que me fizeram ver um brilho vestindo a camisa do Goiás. Paulo Baier quis ser um desses poucos. Um líder dentro e fora de campo, sempre usando a grande camisa 10 esmeraldina. Dando assistências e gols importantíssimos. Participando de campanhas memoráveis com a camisa do Goiás como em 2005, onde levou o nosso clube para a Libertadores da América e em 2008, onde arrebentamos vários times grandes e vimos uma dupla incrível com Baier e Iarley.

Viveu momentos difíceis também. Em 2007, Paulo Baier quase caiu vestindo a nossa camisa. Como não se lembrar daqueles dois pênaltis perdidos contra o Internacional, na última rodada? Aliás, é impossível não se lembrar de Paulo Baier e ver em mente aquele gol olímpico incrível encaixotado no Grêmio. E de suas cobranças de falta, então? Era um exímio cobrador. Não metia bomba, mas sempre jogava aquela bola colocada, perfeita e indefensável. Era um chute com elegância, com estilo e inteligência. Poucos conseguiam fazer o que Baier fez.


Paulo Baier foi ídolo apenas no Goiás? Imagine. Rendeu grandes fãs quando vestiu a camisa do Palmeiras, Atlético Paranaense, Criciúma e Juventude. Além de outras equipes em que Baier vestiu a camisa, pois diferente de muitos que só colocavam a camisa e iam para o campo, Paulo vestia mesmo a camisa. Vestia para honrar, para consagrar, para triunfar. Vestia para ser o melhor.

Essa é a minha pequena homenagem ao eterno Paulo Baier, que mesmo jogasse por mais 20 anos, talvez não veríamos o mesmo fôlego por causa da idade, porém, veríamos o mesmo jogador que se tornou o maestro da bola no país. Quem sabe se tivéssemos mais "Paulos Baiers" hoje em dia, o 7 a 1 não existiria.

Obrigado, Maestro!

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Aquecimento Olímpico: Polo Aquático

Uma bola em mãos e comemorações de gols, mas este esporte não é o handebol. A singela diferença entre os dois que modifica toda a ideologia da modalidade é a presença de uma piscina. Dentro das águas, sem se apoiar nas bordas ou encostar-se ao chão, sete atletas de cada lado tentam marcar mais gols e sair vitorioso do jogo.


Lá vem história...

Antes de virar modalidade olímpica, o futebol aquático, como era conhecido no começo, teve a primeira partida oficial disputada em 1876. Apenas seis anos depois de seu surgimento como uma brincadeira para hóspedes de um hotel.

Em 1880, já foi disputada a primeira competição internacional. Em 1888, veio uma mudança drástica: a criação dos gols. Até então, os pontos eram marcados quando a bola passava da linha de fundo. Esse detalhe, por sinal, ajuda a desvendar o mistério por trás do nome do esporte. O polo tradicional também se caracterizava pela marcação de pontos após a bola passar pela linha de fundo. Mesmo tendo sido regulamentado oficialmente apenas em 1911, o polo aquático marcou presença já na segunda edição dos Jogos Olímpicos, em Paris 1900.

Em dias atuais o polo aquático é comandado pela Federação Internacional de Natação - Fina. O primeiro Campeonato Mundial da modalidade foi disputado em 1973 e conquistado pela Hungria, seleção que domina o cenário do esporte.

Rio 2016

A partida é dividida em quatro quartos de 8 minutos cada. Como o cronômetro é parado sempre que a bola sai dos limites de jogo ou ocorre alguma infração, uma partida pode durar até 65 minutos.  Cada equipe tem 30 segundos para finalizar o ataque. Caso estoure esse tempo, perde a posse de bola. 

Se o jogo terminar empatado em partidas que necessitem de um resultado final, a decisão acontece por meio de uma série de tiros de pênalti, com cinco cobranças para cada time. Caso o empate persista, repete-se a ordem dos cobradores até que um marque o gol e seu adversário erre. Cada quarto começa com os dois times alinhados em lados opostos da piscina, próximos às suas linhas de gol. A bola é liberada por um aparelho no meio da piscina e o árbitro apita para dar início à partida. Os jogadores nadam rapidamente até a bola, a posse será do time que chegar primeiro.

(Foto: Portal r7.com)
É proibido tocar o fundo ou as bordas da piscina, afundar a bola e segurar ou empurrar o adversário. Em caso de falta grave, o jogador é excluído por 20 segundos.  Se cometer três faltas graves, é excluído da partida. Cada equipe é formada por 13 jogadores, sendo sete titulares: seis atletas de linha e um goleiro. O goleiro é o único jogador que pode segurar a bola com as duas mãos e usar o punho para afastá-la. Sempre usa touca vermelha, com o número 1 ou 13.

As mulheres jogam de maiô, e os homens, de sunga.  As toucas são feitas de nylon e trazem o número de cada jogador na parte lateral e a sigla do país na frente.  Elas devem ser usadas durante toda a partida se um jogador perder a touca durante o decorrer do jogo deverá repô-la na próxima parada.  As equipes devem usar toucas de cores contrastantes. Quase sempre, uma equipe joga de touca branca, e a outra, de azul.  A bola pesa de 400g a 450g, com tamanhos diferentes para o masculino e o feminino.

A área vermelha fica a 2m do gol. O jogador de ataque estará impedido se entrar nessa área sem a bola ou se a bola estiver fora desta área.  A área amarela fica a 5m do gol e é a zona do pênalti: se uma falta for marcada dentro desta área impedindo um provável gol, será marcado tiro de pênalti a favor do time no ataque.

Seleção brasileira feminina foi Bronze nos Jogos Pan-Americanos do Canadá em 2015.
Bronze Polo Aquatico feminino Brasil Pan-Americano (Foto: Jonne Roriz/Exemplus/COB)
(Foto: Jonne Roriz/Exemplus/COB)
Local de competição: Centro Aquático Maria Lenk

(Foto: Divulgação Pan-Americano 2007)
O evento acontecerá no Centro Aquático Maria Lenk, que foi erguido para o Pan 2007, com duas piscinas e plataformas de saltos. O complexo passou por pequenas intervenções para sediar as disputas de saltos ornamentais, polo aquático e nado sincronizado nos Jogos Rio 2016.

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