A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Joinville evolui, mas perde em algumas falhas individuais

Um Vasco com 34 jogos invictos foi regido por Leandrão, que marcou dois e sacramentou a vitória Cruzmaltina.

(Foto:Globoesporte.com)
O time do professor Maria veio para uma noite mais "interessante" Hemerson para mostrar do que é capaz e os jogadores de quem sabe tirar a invencibilidade do Vasco. No lado direito de Madson, os jequeanos aproveitavam-se do espaço e faziam a pressão com diversos cruzamentos para Heliardo.

Porém, não foi em cruzamento do Tricolor da Manchester que a bola entrou, e sim em uma bola parada cobrada por Nenê que Leandrão subiu mais que Ligger e fez o 1 a 0 para o gigante da colina. A pressão do time carioca não parou por aí, em jogada pelo lado esquerdo de Jorge Henrique o ponta quase marcou o segundo.

Na segunda etapa, o Joinville começou melhor, partindo para cima do Vasco e tentando agredir os invictos, Jordi fazia boas defesas e o gol não saia. A partir mais ou menos dos quinze minutos o "Vascão" começou a pressionar o gol de Oliveira e tentava algumas oportunidades que só não entravam por puro azar, até que em jogada de Leandrão, ele passa por dois e marca o segundo do gigante da colina sacramentando também a trigésima quarta vitória do cruzmaltino.

Na próxima rodada o Joinville vai pra capital enfrentar o Avaí.

Francisco Borja || @BorjaFrancisco_
Linha de Fundo || @SiteLF

Freguesia, Luverdense perde novamente para o Vila Nova, desta vez em casa

Nesta noite, o Vila teve trabalho apenas nos primeiros quatorze minutos iniciais, onde marcou os gols e fechou a casinha.

(Foto:Globoesporte.com)
O Vila continuou a pressão e em chute forte, Jean Carlos apareceu para pegar o novo rebote do goleiro Gabriel Leite e sacramentar a vitória do tigre, aos 14 minutos de jogo. Desde então o Vila começou a cozinhar a partida, e o Luverdense partiu para cima sem limites e desrespeitando todos os padrões táticos impostos por Junior Rocha, entretanto o Luver não conseguiu nada com a pressão exacerbada.

Na volta para a segunda etapa, o verdão do norte voltou com um pouco mais de moderação, permitindo o Vila a partir para cima e tentar deixar o elástico placar mais "elastizado" ainda. O time do Luverdense apesar das dificuldades óbvias de números de jogadores se segurava como podia e o limitado Vila Nova não conseguiu explorar das falhas constantes do alviverde.

Já nos momentos finais do jogo, o Luver passou a tentar as bolas aéreas rápidas com Hugo e Sérgio Mota e o goleiro Wagner Bueno, desde então acabou se consagrando e salvando o Vila algumas vezes.

Válido pela oitava rodada, no Passo das Emas novamente, o Luver enfrentará o Ceará, dessa vez o jogo será no final de semana. Vamos lotar o Passo, agora não tem desculpa.

Francisco Borja || @BorjaFrancisco_
Linha de Fundo || @SiteLF

Freguês? Braga vence novamente o Avaí em 2016

Parece que o Avaí não aprendeu o estilo de jogo do Bragantino (duas derrotas em três jogos, sendo dois deles pela Copa do Brasil). O Braga venceu a equipe catarinense por 1 a 0, chegou a sete pontos e saiu da zona de rebaixamento pela primeira vez.

Primeiro tempo: o Massa Bruta foi muito focado no ataque e conseguiu abrir o placar aos 18 minutos de jogo, cruzamento de Bruno Pacheco e gol de Eliandro, de carrinho, do jeito que a torcida gosta: na raça. Detalhe, após marcar o gol, o atacante chocou-se com a trave e machucou a canela, porém, nada grave. O jogador Lucas Fernandes do Avaí foi expulso após levar o segundo amarelo ao simular pênalti.


Segundo tempo: o segundo tempo foi muito fraco tecnicamente, praticamente sem lances de perigo, apenas duas cobranças de falta, uma para cada time, dois chutes para fora.

A próxima partida do Bragantino será contra o Paysandu dia 11 de Junho às 21h00min em Bragança Paulista.


Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Fim de tabu e consolidação de modelo: Bahia vence sem sustos

O Bahia estipulou uma meta de pontos para os dez primeiros jogos que seria impossível de alcançar caso não exorcizasse um velho FANTASMA: Era necessário derrotar o Goiás no Serra Dourada. O time tricolor nunca havia alcançado tal feito pela Série B contra o esmeraldino e não costuma ter muita SORTE contra times que vestem verde. Pequenos detalhes que teriam que ser superados para se manter no G4 contra um time em crise e à beira da zona de rebaixamento.

O Bahia manteve a postura do último triunfo contra o Paysandu: Time jogando no 4-2-3-1 e se defendendo no 4-4-2, dentro do modelo de jogo favorito de Doriva: Time reativo, marcando na intermediária rival, sem pressionar o jogador com a bola, aguardando o erro adversário.  Time mais cadenciado com a bola, oferecendo campo e posse ao Goiás. A proposta era, desde cedo, bem clara: Vencer sem se expor muito e controlando o desgaste físico. Um jogo de menor intensidade que se não pode ser muito agradável de assistir, é compreensível pela maratona que envolve os times que disputam a divisão de acesso à elite.


Dessa forma a partida foi posta em banho-maria desde o primeiro minuto. Faltava qualidade ao Goiás para propor o jogo, o Bahia compactava-se na fase defensiva [algo mais simples de fazer no 4-4-2, daí a opção pelo sistema] e procurava negar espaços a partir da intermediária e quebrar as linhas de passe do Goiás. O jogo se arrastava nesse ritmo até que, sem opções para passar à frente o lateral Jefferson recuou para Renan que foi pressionado por Hernane. Faltou qualidade para sair jogando e o goleiro rebateu a esmo, com a bola saindo muito alta e sem ganhar muito terreno. Nesse momento, sobrou qualidade para Renato Cajá: O meia amorteceu a bola no peito e após deixá-la cair acertou um PETARDO de canhota no canto baixo de Renan: Bahia 1 X 0 com vinte minutos de jogo. Cenário IDEAL para a estratégia de Doriva.


Com a vantagem diante de um adversário fragilizado técnica e emocionalmente, com a própria torcida pressionando o time, Bahia intensificou a compactação defensiva em duas linhas, aguardando as ações do Goiás. Aguardando sempre a iniciativa do rival, Bahia teve a menor posse de bola do ano – apenas 37% - trocou apenas 200 passes certos e teve SETE finalizações a gol. Volume ofensivo bem menor que da ‘fase’ anterior do time de Doriva. Porém com uma eficiência maior, que lhe permite ser mais assertivo ao atacar. Atacar muito não é sinônimo de atacar bem, atacar bem muitas vezes tem a ver com atacar com espaço e velocidade. Isso é mais fácil de conseguir explorando o contragolpe. Por isso é tão importante ter a vantagem no placar; obriga o adversário a tomar decisões desconfortáveis durante o confronto e deixar fragilidades à mostra.


Mas nem tudo são flores dentro desse contexto das últimas duas partidas. Doriva reclamou – e com razão – das oportunidades oferecidas ao Goiás. Assumir o risco de chamar o time contrário ao seu próprio campo implica em disciplina e em sucesso nos ‘confrontos individuais’. Torcida não gosta dessa postura, pois fica com a impressão que o time ‘parou de jogar’. Se defender também é jogar. Mas em alguns momentos o Bahia permitiu cruzamentos desnecessários e arremates à média distância que poderiam por todo o planejamento de jogo a perder. Contra um time de melhor qualidade esses deslizes costumam ser fatais [alguém se lembra do jogo contra o Vasco?].

A segunda etapa desenvolveu-se à imagem e semelhança da primeira. Bahia tinha a partida e o Goiás tinha o controle [inócuo] da bola. Em muitas oportunidades Bahia foi até INDOLENTE para contragolpear, excessivamente lento na transição e abusando de bolas longas desnecessariamente - teve apenas 82% de acerto de passe, o que indica muitas decisões precipitadas na retomada de posse – mesmo após as substituições de Cajá por Régis e Luisinho [muito apagado novamente] por Thiago Ribeiro. As mudanças, porém trouxeram mais qualidade a esse passe de transição e o time teve duas oportunidades em sequência para liquidar a partida. Não o fez. Na terceira oportunidade Thiago deixou Régis em ótimas condições para marcar, o meia driblou Renan e foi tocado dentro da área. Pênalti que Thiago Ribeiro cobrou com tranquilidade para decretar números finais à partida. Bahia dois a zero, em terceiro lugar na tábua de classificação empurrando o tradicional Goiás para a zona de rebaixamento e afundado em crise: Sem técnico e com péssima perspectiva para um futuro próximo. Próximo desafio do Bahia já será amanhã contra o bom e perigoso CRB de Mazola Júnior, no estádio de Pituaçu – palco do último acesso do clube em 2010.


NOTAS SOBRE ELE [O FIM DO TABU]

- A maneira de jogar do Bahia de Doriva pode ser resumida em alguns números reveladores: Em 22 oportunidades que o time INAUGUROU o placar apenas em UMA não venceu a partida: No empate em 2 X 2 contra o Santa Cruz no Arruda, pela semifinal da Copa do Nordeste. Não tomou nenhuma virada em jogos oficiais esse ano. Sabe jogar com a vantagem;

- Por outro lado das cinco derrotas na temporada em QUATRO o time não mostrou poder de reação: Contra o Vitória duas vezes, Santa Cruz e América o time saiu atrás no placar e sequer marcou gol. Apenas na derrota contra o Vasco o time buscou o empate, mas acabou derrotado por 4X3. Categoricamente só conseguiu virada de placar duas vezes no ano: Contra a Juazeirense pelo Campeonato Baiano, na ESTREIA oficial da temporada [3 X 2] e contra o Fortaleza no jogo de ida pelas quartas da Copa do Nordeste [1 X 2];

- Pela primeira vez Jackson fez uma partida MEDIANA. Poderia ser a emoção de voltar ao Serra – no Goiás o zagueiro fez excelente temporada e despontou o cenário nacional – mas acredito que tenha sido fruto de limitação física: Quase foi vetado para a partida. Mesmo assim esteve no nível do sempre atabalhoado Lucas Fonseca;

- Cajá enfim marcou seu gol após dois encontros com a trave. É jogador que acrescenta uma característica que faltava ao time do Bahia e mesmo sem estar na plenitude física é bastante útil ao time;

- Moisés voltou ao time provando sua importância ao time. Foi o líder em desarmes [8] e teve muito trabalho, pois o Goiás forçou muito o jogo por seu setor. Sentiu a fase final do jogo o que obrigou Doriva a colocar João Paulo para reforçar o setor;

- Thiago Ribeiro entrou bem no jogo. Ainda parece um pouco BLASÈ em determinados momentos, mas sua categoria foi fundamental para aproveitar os espaços oferecidos pelo desespero goiano, como no lance que resultou no pênalti convertido por ele.

ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP

Peru não segura vantagem e Equador consegue o empate

Na segunda rodada da Copa América Centenário, o Peru saiu na frente com dois gols logo no começo, mas a Seleção Equatoriana conseguiu o empate no University of Phoenix Stadium em um jogo que teve emoção até o fim.

O resultado deixou ambos com chances de classificação na rodada final, mas com ligeira vantagem para o Equador que entra em campo sabendo o que precisa fazer contra o já eliminado Haiti. O Peru encara o Brasil sabendo que precisa vencer já que um tropeço dos equatorianos é improvável.

Renato Tapia e o autor do primeiro gol Equatoriano (Foto: Ross D Franklin)
EQUADOR: Reação contra o risco de uma nova eliminação precoce

O jogo da segunda rodada começou bem ruim para o Equador antes mesmo de a bola rolar para o duelo diante do Peru. Com a goleada aplicada pelo Brasil sobre o Haiti, uma derrota no jogo contra os peruanos praticamente eliminaria a La Tri já que uma goleada por mais de sete gols na última rodada parece improvável.

A pressão pelo resultado diante de um Peru mesclado parece ter surtido um efeito negativo. Entrando desligado, o Equador conseguiu se complicar e antes mesmos dos quinze minutos já perdia por 2x0. Pior do que o resultado era o desempenho: pouca criatividade no ataque e muitos riscos para o gol de Dominguez, que voltava ao time hoje, mas não teve grande culpa nos gols sofridos.

Gustavo Quinteros viu seu time em uma situação absolutamente desconfortável – e aqui nem tanto pela situação da tabela ou mesmo pelo placar do jogo, mas principalmente pelo panorama que se desenhava para furar a defesa peruana. Sem a sempre útil altitude de Quito, o Equador se viu obrigado a ser o time a propor o jogo já que era a melhor seleção em campo, fato que não é simples para uma equipe montada para o contra-ataque.

Diante do Brasil, Quinteros pôde manter a sua formação voltada para explorar a velocidade. Atirando-se ao ataque, os brasileiros davam espaços para os contra-ataques equatorianos. No jogo contra o Peru esses espaços sumiram e dificultaram demais a estratégia do treinador. O alento veio na reta final do primeiro tempo: longe de ser melhor em campo, Enner Valencia recebeu passe e marcou um golaço.

O empate saiu dos pés de Bolaños (Foto: Divulgação)
A dificuldade poderia ser mantida na segunda etapa não fosse um gol logo cedo que empatou o jogo em um dos poucos lances que os habilidosos Montero, Bolaños e Enner Valencia conseguiram trocar passes na frente da área peruana até então. O gol que parecia tranquilizar os ânimos, porém, trouxe um cenário absolutamente louco para a partida.

Era-se de se esperar um Equador satisfeito com o empate (com uma vitória por 2x0 diante do fraco Haiti, na última rodada, a vaga já estaria garantida), não foi o que aconteceu. A La Tri foi com tudo em busca da virada e, lógico, deixou espaços no contra-ataque. Um risco absolutamente desnecessário.

A pressão equatoriana foi muito grande e chances de gol foram criadas aos montes. O Peru não deixou por menos e respondeu com pelo menos três ataques perigosos. No fim, a bola do jogo acabou com o time peruano: um chute de Ruidíaz passou muito perto da trave e quase jogou pelo ralo toda reação da La Tri.

Na rodada final, o Equador precisa vencer o Haiti por 2x0 para não ter sustos. Com esse placar, a La Tri consegue garantir a vaga na próxima fase e evita uma nova eliminação precoce na primeira fase.

PERU: Início surpreendente, final desfavorável

A Blanquirroja vinha para o seu jogo mais difícil da Copa América até o momento. Enfrentar o Equador, que é detentor de uma defesa compactada, estando com algumas dificuldades para finalizar, deixava os peruanos aflitos.

Mas diferentemente do que se esperava, o Peru começou o jogo assustadoramente bem e levou menos de quinze minutos para abrir uma vantagem de dois gols. O primeiro foi marcado por Cueva (o meia São-Paulino) e o segundo por Edson Flores, ambos com assistência de Paolo Guerrero.

O ritmo do jogo acabou diminuindo, a Seleção Equatoriana não levava nenhum perigo Real, o que fazia os peruanos já comemorarem a classificação antecipada. Entretanto, o jogo ainda não havia chegado ao fim e antes do primeiro tempo acabar, Enner Valencia literalmente “carregou” no peito e diminuiu a vantagem alvirrubra.

Comemoração do primeiro gol da Blanquirroja, marcado por Cueva. (Foto: AFP)
O Equador mudou sua postura e passou a explorar sua velocidade, tanto é que antes mesmo dos cinco minutos do segundo tempo, Miller Bolanos só rolou para dentro, para dar aos equatorianos o tão sonhado empate. Porém, a La Tri demonstrou não estar contente com o placar e saiu em busca da virada. Essa saída para o jogo, facilitava as coisas para o Peru que viu um adversário mais aberto e propenso a aceitar o contra-ataque.

No finalzinho do jogo, numa jogada entre Guerrero, Ruidíaz e Cueva, um chute de primeira poderia ter dado a classificação à blanca y roja, mas o atacante do Coxa Branca viu o seu chute passar raspando a trave, acabando com as chances de se classificar nesta rodada.

O próximo jogo do Peru é contra a “embalada” Seleção Brasileira, que apesar de ter vencido por goleada, ainda está longe de conseguir esconder seus erros. E é justamente em cima destes erros que a Seleção Peruana vai tentar jogar. Um empate pode até classificá-la, caso o resultado entre Haiti x Equador não seja a vitória equatoriana.

Tigrão vence, e volta com animo renovado para Goiânia

Jogadores, comissão e diretoria se unem no centro do gramado após a partida. "UNIÃO! #TodosPeloVila"
O Tigre visitou a equipe do Luverdense nesta terça-feira (7), em jogo valido pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Partida realizada no Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde. Em 2016 as equipes já haviam se enfrentado, em dois jogos válidos pela Copa Verde, a equipe Vilanovense levou a melhor vencendo o primeiro jogo por 4 a 0, no Serra Dourada. Já no segundo jogo o Colorado venceu por 1 a 0, com gol do garoto Dudu. Onde nessa ocasião o Vila passou de fase na competição.

Venceu, mais não convenceu mesmo saindo da Z-4 o Vila Nova precisa pensar grande, não para lutar por rebaixamento novamente. O torcedor necessita de vitórias, o clube da mesma forma. A união faz a força, junte e comece a lutar. O clube procura manter uma boa sequência daqui pra frente, vem ai a abertura do OBA, jogando sobre seus domínios o  Colorado deve usar isso como uma peça chave para a sequência da Série B. Estádio pequeno, torcida próximo ao gramado, a festa colorada. Mas, para que isso aconteça o Tigre, precisa correr atrás do prejuízo, de 21 pontos disputados a equipe só conquistou sete, ocupando hoje a 14° posição da tabela. 


Hoje o Colorado reagiu e voltará para Goiânia com outro animo. Mas, não pode dormi no ponto. Assim como saiu, pode voltar para o Z-4. Que seja literalmente uma reação, e não somente uma alegria por uma noite só. O clube ainda procura um treinador novo, enquanto não chegue esse tal técnico o auxiliar Cuca. Não! Não é aquele Cuca do Palmeiras.

Cuca no jogo desta terça-feira optou pelo esquema 4-1-4-1, com Pedro Carmona e Jean Carlos no meio. Meio no qual, se deu muito bem em campo. Carmona, um dos destaques da partida ao lado do companheiro Jean. E foi dos pés de Jean que saiu o segundo gol do Colorado. Após lançamento de Pedro, a bola e rebatida e acabou sobrando para o meia Vilanovense que chutou sem chances para o goleiro do Luverdense, fazendo 2 a 0 Vila. É de fato, o Vila já acostumou a jogar no Passo das Emas. Jogou e dominou o jogo, a equipe precisa arriscar mais.

Na próxima rodada o Vila Nova, visita novamente a equipe do Londrina, no Estádio do Café as 16h00. Revivendo a grande final do Brasileiro Série C de 2015, onde as equipes se enfrentaram com uma vitória para cada lado, 1 a 0 Londrina, no Estádio do Café. É 4 a 1 Vila Nova, no Serra Dourada placar no qual consagrou o Tigre campeão. 

Náutico toma susto, domina e vira contra o Paysandu

O Náutico foi em busca da sua primeira vitória contra o Paysandu em Belém-PA no estádio da Curuzu na terça (07/05) e saiu com um belo placar, 3x1 com gostinho de poder ter sido muito mais. O jogo foi marcado por gols relâmpagos, domínio do Timbu e muito protesto da torcida do papão. O Timbu tomou um susto, mas virou com gols de Maylson e Jefferson Nem (2).

Timbu conquista sua primeira vitória fora de casa. Foto: Antônio Cícero
O primeiro tempo começou a mil, com menos de um minuto gol do Paysandu e foi uma péssima maneira de começar a partida pra quem queria a primeira vitória fora de casa, após cruzamento na área, Júlio César, não segurou e soltou no pé do volante improvisado na lateral, Lucas. Uma falha que deixou toda a torcida preocupada, pois começar tomando um gol em menos de um minuto com falha, é de ter um infarto no sofá. Só foi um susto, o Náutico acordou e começou a ficar com a posse de bola e aos 6’ já teve chance, Taiberson recebeu um lindo lançamento e ficou de frente pro goleiro, mas preferiu enfeitar botando por cima e se atrapalhou todo perdendo ótima chance.

As chances não pararam ai, Jefferson Nem e Bergson quase fizeram e por pouco não empataram, na terceira tentativa GOL de Maylson depois de bela jogada pela esquerda, Jefferson Nem segurou e esperou a passagem de Mateus Muller, recebeu e tocou para trás, Bergson fez o corta luz e a bola sobrou pro volante que só dominou e chutou forte empatando a partida. Logo depois Júlio César se redimiu da falha do primeiro minuto, salvando o gol que botaria o Paysandu na frente de novo. Celsinho aproveitou vacilo da zaga, saiu de frente para o arqueiro alvirrubro e como um gato fechou o ângulo e evitou o gol. O jogo até ficou equilibrado depois do gol alvirrubro, mas os times pareciam desesperados por gol e erravam toda hora. O Timbu ainda teve chance de virar depois de uma BOMBA de Mateus Muller, a bola sobrou e ele meteu o petardo, só não foi gol porque o goleiro botou o braço e a bola desviou, bateu na trave e foi para fora. O lateral esquerdo alvirrubro foi o melhor em campo no primeiro tempo, com vários desarmes e participando bem dos ataques.

Júlio César falha, mas se redime com boas defesas. Foto: Fernando Torres
O segundo tempo começou mais mil ainda, a nova saída de bola (pode ser tocada pra trás por apenas um homem) fez com que Rafael Pereira recebesse e desse o chutão, o zagueiro e goleiro do papão bateram cabeça e o jovem Jefferson Nem aproveitou para fazer o GOOL, o atacante só deu um toque e deixou o time do Paysandu assustado, pois ninguém esperava um gol tão rápido. Isso fez com que o time ficasse apático em campo e o Timbu aproveitou para entrar na cabeça e dominar a partida por completo. O Timbu praticamente tomava conta do meio campo, principalmente depois da expulsão do meia Capanema. Aos 23’, Jefferson Nem fez outro GOOOL e ouviu aplausos da torcida. Ele recebeu na esquerda, deu um belo drible e chutou colocado, a bola beijou a trave e entrou pra sacramentar a primeira vitória do Náutico fora de casa. O jogo ficou lento, o Timbu não quis mais atacar e ficou só atrás esperando o Paysandu que pouco fazia, a maior chance deles veio de um erro da zaga do Timbu, contudo Júlio César defendeu e após o rebote, o zagueiro Leo Pereira tirou quase em cima da linha.

A partida foi quase inteira dominada pelo Timbu, mesmo com o gol levado logo no inicio do jogo. Agora são quatro jogos invictos, três vitórias e um empate. O placar fez com que o Náutico entrasse no G4 e agora tudo indica que ficará e brigará até o fim do campeonato. Jefferson Nem foi o destaque da partida, fazendo dois gols e ajudando muito na marcação, botou mais duvida na cabeça do técnico. O Timbu recebe o Paraná no sábado na Arena, às 16h e o público promete com a promoção do dia dos namorados. Assista aos melhores momentos: http://sportv.globo.com/futebol-nacional/videos/v/melhores-momentos-paysandu-1-x-3-nautico-pela-7a-rodada-da-serie-b-do-brasileirao/5078385/

Escalação:

Náutico: Júlio Cesar; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo e Mateus Muller (Eurico); Gastón Filgueira, Maylson e Renan Oliveira (Léo Pereira); Bergson (Tiago Adan), Jefferson Nem e Taiberson. Técnico: Alexandre Gallo.

Paysandu: Marcão; Edson Ratinho, Domingues, Pablo e Lucas; Ricardo Capanema, Hiltinho (Betinho), Celsinho (Raphael Luz) e Rafael Costa (Jhonnatan); Fabinho Alves e Alexandro. Técnico: Dado Cavalcanti.

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden. .
Assistentes: Flávio Gomes Barroca e Jean Márcio dos Santos.

“É amor, é saúde, é paixão, é o Náutico meu time do coração”

Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

Nosso amor te levará ao acesso

Entre tantas fronteiras, tantas amarguras, temos um espaço que devemos conquistar. É um sonho do torcedor, é um desejo que já vem sendo adquirido pelo povo Alagoano faz décadas, todos querem ver seu clube disputar um Campeonato Brasileiro da Série A, todos querem, mas será que todos podem? Essa é a dúvida que pode chegar até nós e fazer com que ficamos tristes. 



O ano de estreia do nosso saudoso clube no Brasileiro Série B, que na época era popularmente conhecido como "Taça de Prata" foi em 1971, década de 70 que foi a mais brilhante em toda a história do clube, colecionando sete campeonatos estaduais, dois torneios inícios e uma Copa do Nordeste. O jogo era contra o Náutico de Recife, o dia era 12 de Setembro, e o resultado da partida foi de 6 a 1. Impossível ter uma estreia melhor do que essa, vencer por goleada como mandante é sempre algo agradável para o torcedor, que comparece e ver uma partida fantástica de seu clube.

Ao passar do tempo, o clube foi mantendo sua regularidade em competições nacionais, nunca teve perto de falir, e muito menos de ser um clube de sucesso de reputação nacional. Sempre sendo um clube tradicional da principal divisão de acesso do país.

Colecionadas e bem guardadas participações faz com que o clube venha sendo o segundo clube que mais vezes disputou o torneio, atrás apenas do Ceará. É importante que o clube se mantenha firme sempre com sua regularidade, mas claro, sempre almejando o sucesso para a felicidade de seus torcedores.

2016, seria o ano?

Um ano que começou cheio de confiança por parte da torcida e dirigentes, mas foi aos trancos e barrancos, e com a velha freguesia que o título estadual foi bem conquistado. Estaremos agora com uma esperança de acesso para a Série A, que todos desejam em ser conquistado.

Sempre irá existir esse sentimento no coração do torcedor, esse clube que leva a emoção para as pessoas, que traz o amor verdadeiro ao nosso dia a dia, é essencial sempre querer o bem do clube, e pensar grande, devemos sempre impôr nossas realidades a tona, e não pensar em soberba.



O torcedor sempre estará do lado do jogador, treinador e dirigentes. Ele quer representar seu sentimento ali, na arquibancada, mostrar seu fanatismo a quem presencia a mais bela forma de viver o futebol. Esse clube que tanto falo sobre, mas nunca digo o nome, é o meu maior patrimônio, é aquilo que eu sempre vou estar junto, mesmo nas horas difíceis, eu vou lembrar que posso sorrir novamente, e ele será o motivo.

Clube de Regatas Brasil, um símbolo de que o torcedor pode sim fazer a história do clube com amor, com presença e com união. Seu passado de glórias, de ídolos, pode ser reaberto novamente para o presente, o clube está agradando em partes a torcida com suas contratações e revelações de base, xodós já temos, mas pode ser aberta uma nova lacuna para ídolos sim, afinal, um ídolo nasce, quando outro o apoia. E quem o apoia? Regatianos, aqueles que como diz o dicionário "pertencente ou relativo aos clubes de regata ou ao Clube de Regatas Brasil, Alagoas." Está no sangue do alagoano, as cores do Galo, está na alma de cada torcedor, o desejo de vencer e conquistar este acesso. Estamos sonhando acordados, mas se estamos sonhando, é importante alimentar este sonho e compartilhar com vocês, jogadores do CRB.

O que é a torcida do CRB?



É aquela que se une, aquela que se abraça, aquela que canta e chora,
É o sentimento guardado dentro do peito, estampado na camisa e com apenas duas cores
Sem dúvidas, ser CRB é fazer amizades com a pessoa do lado na hora do gol,
É sorrir quando se ver um resultado que já estava improvável de se reverter, acabar revertendo

Estamos unidos, por esta batalha. Se não for na técnica, será na raça!
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana