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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Faltou "feijão" e empenho, CRB derrotado

Primeiro tempo complicado para o CRB, não conseguiu respirar e foi surpreendido por ataques em sequência do Bahia, foram várias finalizações da equipe tricolor contra apenas uma do Galo. Renato Cajá e Juninho foram uma grande pedra no sapato da defesa regatiana que foi bem sufocada após a saída de Gérson Magrão aos 6' minutos por uma possível lesão muscular.

Bahia tentou algumas jogadas pelo lado esquerdo, mas é pela direita que o time leva perigo com Danilo Pires. Houve uma pressão na saída de bola com Renato Cajá e Hernane que estavam bem adiantados na marcação, complicando muito o início de jogadas defensivas da equipe alagoana. Foi um primeiro tempo volumoso da equipe do Bahia, com maior posse de bola e finalizações.

(Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia)
No segundo tempo, o Bahia lançou Régis e Edigar Junio ao jogo. Aos 7' Renato Cajá cruzou, Hernane deu voltando e Feijão emendou um voleio desajeitado para abrir o placar no Pituaçu, 1 a 0. Edigar saiu com problema no tornozelo, e deu lugar a Moisés, e Somália que havia entrado no lugar de Gérson Magrão aos 6' minutos de jogo, deu lugar a Luidy. A postura do Bahia foi defensiva, o Regatas tentou aproveitar a situação tocando a bola, mas o toque de bola era inofensivo na defesa, não causava tanto perigo.

Olívio teve destaque na defensiva regatiana com cinco desarmes na partida, atuou bem, mas uma só andorinha não faz verão. Tentativas em vão do Galo fazia com que a equipe tricolor ganhasse espaços em contra-ataques. 33' Elton Lira que já havia recebido amarelo, recebeu o segundo foi expulso, desta vez recebeu o cartão por colocar a mão na bola.

Um bom goleiro, com certeza, Juliano fez belas defesas na partida, 35' em troca de passes, Hernane deixou na medida para Régis. O jogador do Bahia soltou a bomba e o goleiro do CRB espalmou. 37' após belo lançamento de Régis, Hernane deu um toque de craque por cima de Juliano e a bola morreu no fundo da rede do Regatas, 2 a 0. A porteira foi abrindo, e aos 42' Régis pegou rebote de Juliano, após chute de Cajá, e empurrou para o gol, aumentando o placar no Pituaçu para 3 a 0. Neto Baiano no minuto final do jogo foi expulso por agredir o adversário de forma direta.

Análise

Há uma falta de jogadores no elenco. Gérson Magrão e Dakson são os únicos meia-armadores da equipe que estavam entre os relacionados. Elton Lira que é lateral esquerdo atuou pelas pontas junto de Diego, difícil ver jogadores improvisados no elenco do CRB.

Com a chegada de Assisinho, Welinton Júnior e Éder, Mazola terá melhores opções no banco de reservas para alterações no segundo tempo.

Próximo compromisso do Galo é na próxima terça-feira no Estádio Rei Pelé contra o Bragantino. Éder que chegou esta semana, já pode fazer sua estreia pelo clube na Série B.

Unanimidades #7

Salve cartoleiros.


Na última rodada parece que nosso selo anti zica não funcionou. Bruno Rangel entrou em campo no sábado contra o freguês Fluminense na Arena Condá, depois de se destacar e marcar três gols na vitória de 4x3 sobre o Coritiba, no Paraná. A forte marcação da zaga tricolor não deixou nosso matador respirar, e o resultado foi uma catástrofe, com uma pontuação negativa de -1,10 e a desvalorização de C$ 3,74.

Quem também decepcionou foi o maestro da equipe, Robinho entrou em campo com a camisa Cruzeirense contra o São Paulo no Mineirão, após se destacar nas partidas anteriores e pelo histórico nos confrontos diante do tricolor apostamos no meia. Assim como nosso matador, com uma pontuação negativa de -1,50 e uma desvalorização de C$ 1,73. E sabem o que é pior nessa história, o Robinho (das pedaladas), o xará do cruzeirense e comandante do ataque do rival mitou, e mitou muito. Fez 26 ptos, 2 gols e 2 assistências, das maiores pontuações registradas por esse fantasy dos infernos até aqui

Se o setor ofensivo foi decepcionante, não podemos dizer do nosso setor defensivo, vestindo a camisa do Grêmio, GeroMITO fez nossas unanimidades sorrirem, mesmo sem o golzinho que tanto sonhamos, o zagueiro em mais uma brilhante partida atingiu uma pontuação de 11,70 e de quebra uma valorização de C$1,96.

Como o Unanimidades é mais ousado que o menino Neymar em dia de jogo contra time pequeno vamos apostar em jogadores dos jogos mais tensos dessa rodada os dois clássicos que balançarão o Brasil nesse domingo: Atlético e Cruzeiro no Horto; Palmeiras e Corinthians no Allianz. Com direito à um P.S. especial para os ousados de plantão após as dicas de praxe.



Os nomes escolhidos são: Gabriel Jesus, Robinho e Riascos.

No Allians Parque, mando alviverde, o menino Jesus tem tudo para fazer mais um milagre. Goleador do Palmeiras na temporada,  ele tem sido o grande finalizador de jogadas no agressivo time do mestre Cuca, perdão do trocadilho. 



Nome: Gabriel Jesus
Posição: Atacante
Time: Palmeiras
Preço: C$29,91


Robson Arantes do Nascimento, vulgo Robinho, o rei das Pedaladas. É inegável que com todos os desfalques do ataque atleticano, naturalmente as bolas sempre passarão pelos pés do Camisa 7. Dada a fragilidade da defesa celeste (terceira pior do brasileiro, perdendo para a defesa do Galo e do Coxa), é natural a aposta em um alvinegro, ainda mais sendo jogo no cemitério do Horto, contra um adversário que sabidamente tem crises epiléticas quando vê o Atlético Mineiro jogar.


Nome: Robinho
Posição: Atacante
Time: Atlético-MG
Preço: C$25,63

Se tem um jogador que pode definir a jornada do Herói, é o tal de Riascos. O colombiano protagonizou o lance mais importante da história do Rival Atlético, por ironia do destino foi contratado pelo Cruzeiro, seu maior rival. Em sua primeira passagem, foi extremamente penoso, fracassado. Foi exilado ao Vasco. Na Colina, sob a batuta de Jorginho, reencontrou seu futebol. Cruzeiro precisando de atacantes, buscou seu filho pródigo de volta. O jogo de domingo no Horto é a chance da Vendetta. Um gol que alivie um pouco a barra daquele penalty. Somado à esse fato, a zaga atleticana é a segunda mais vazada do brasileiro (que fase dos times mineiros, meu Deus!) até agora, e tomou gol para praticamente todos comandantes de ataque que enfrentou (Andre Lima, Edmilson, Kieza, Luan). O Cruzeiro pode até perder o jogo, dada a dificuldade do confronto, mas certamente fará gols na meta alvinegra.


Nome: Riascos
Posição: Atacante
Time: Cruzeiro
Preço: C$5,14


Por Marcelo Weber (@acfmarcelo) e Matheus Valle (Mhfernandes89). Vejam também no @SiteLF as escalaçoes do Xepa, do Chuck e do Patrão Cartoleiro. Sensacionais!


P.S. Se você cartoleiro não for ousado, daqueles que manda um all win na primeira rodada do Poker, ou pede truco com 4,5,6 na mão, não precisa nem se dar ao trabalho de ler essa última dica. Só para os muito fortes. O Atacante Fred, ex-fluminense e novo contratado do Galo das Alterosas teve seu nome regularizado no BID, e pode atuar contra o clube que o lançou para o futebol, o Rival Cruzeiro (Lei do Ex!!!). Não há garantia nenhuma que o matador jogue, porém, o cidadão fez gol em todas as suas estreias (América, Cruzeiro, Lyon, Fluminense). Se por um acaso Marcelo Oliveira mandar essa surpresa pra campo, seja de cara, seja ao longo do jogo, diria as chances de uma mitada daquelas, é real. Muito real.


Nome: Fred
Posição: Atacante
Time: Atlético-MG
Preço: C$18,90

Chuck Norris 7ª Rodada: Em busca da escalação perfeita

“Dia de muito, véspera de pouco” – dito popular que atravessa milênios desde que os hebreus fugiram do Egito rumo à terra prometida e que se aplica PARI PASSU ao #cartolafc. Depois de uma rodada ESTUPENDA, o Chuck deu uma derrapada na semana passada, ficou pouco acima da média de pontos e deixou rivais perigosos encostarem na Liga do Linha de Fundo e perdeu posições na lIga Nacional. Após uma semana de INTENSA reflexão, análise de dados, consultas ESÓTERICAS e uso de ciência oculta e CATILOGÊNCIA chegamos ao ESCRETE que baterá nosso recorde da rodada 5 de 80 pontos:

ESQUEMA: 4-3-3   PREÇO DO TIME: C$148,69


Gatito Fernandez [Figueirense] – Acertar na posição de goleiro é fundamental para alcançar uma pontuação alta. Nas duas últimas rodadas apostamos no SG e não fomos bem – ainda que Walter não tenha negativo contra o Coritiba. Gatito fez 9 defesas difíceis em 5 jogos, a média é ótima e o Figeirense, mesmo em casa, deve ser muito pressionado pelo Flamengo. Apostar em time em crise [Eutrópio balança por lá] não é AUSPICIOSO, mas acredito que Gatito pontue bem independente do resultado.

William [Internacional] – Jogando em casa contra o América que estreia técnico novo, qualquer defensor do Inter é uma boa pedida. William é acima disso: Tem ótima média de RBs, chega bem no apoio e marca com eficiência – é um dos destaques de uma das melhores defesas do campeonato.

Alan Costa [Internacional] – Para se diferenciar nas ligas e alcançar bos pontuações é preciso arriscar. Alan Costa  é o substituto do suspenso Paulão em uma rodada que todos vão escalar Ernando. Vamos apostar em Alan Costa que terá oportunidade de mostrar que tem qualidade para jogar – especialmente agora que Leandro Almeida está chegando para o elenco. Dica do nosso confrade XEPA FC

Juninho [Coritiba] – Juninho é um dos melhores zagueiros jovens do país. Deveria defender o Brasil nas Olímpiadas, mas joga em um time que não tem tanta ‘mídia nacional’ e que atravessa momeno complicado. Mesmo assim apostaremos no canhotinho de muitas roubadas de bola e bom jogo aéreo.

Carlinhos [Coritiba] – O lateral esquerdo volta ao time tentando ajudar a PIOR defesa do campeonato. Escalar dois jogadores da pior defesa parece loucura, né? Mas esse tipo de aposta costuma ser o diferencial [esperamos que positivo]

Thiago Mendes [São Paulo] – O São Paulo não é um bom time para acreditar nessa fase de campeonato – time está focado nas semifinais da Libertadores e tem poupado jogadores. Mas Bauza confirmou a escalação e Thiago está nela ao lado João Schimdt que é um volante mais construtor. Com isso ele deve apoiar bem o ataque além das tradicionais roubadas no meio. Em uma rodada sem grandes opções para o meio, Thiago é aposta certeira. O Patrão Cartoleiro também acredita nele. 

Rafael Carioca [Atlético MG] – Escalar volante que atua em clássico é algo que não recomendo. Mas às vezes é necessário quebrar suas próprias regras. Rafael carioca não é volante botinudo – joga com classe de quem atua de TERNO. O Cruzeiro deve jogar fechadinho, marcando bastante os meias e atacantes do Galo – portanto sobrará espaço para Rafael construir o jogo, arriscar bons passes e chutes de fora da área.

Gustavo Scarpa [Fluminense] – A saída de Fred muda totalmente a referência técnica do Fluminense. Scarpa já vinha sendo um dos protagonistas e deve chamar a responsabilidade mais ainda – especialmente nas bolas paradas. Gostamos e APOSTAMOS nisso.

Bruno Rangel [Chapecoense] – O artilheiro que tanta alegria [e pontos] tem nos proporcionado decepcionou na última rodada. Ele não costuma falhar duas vezes.

Kieza [Vitória] – Fez gol em quatro dos seis jogos – e seriam CINCO caso Paulão não tivesse tirado um gol seu com a mão – e o juiz tenha ignorado o pênalti. A defesa do Botafogo não anda nada bem, tem se atrapalhado na saída de bola e Kieza costuma não dar espaços, nem moleza, aos zagueiros. Deve guardar pelo menos um golzinho.
Gabriel Jesus [Palmeiras] – Clássico sem torcida rival, Palmeiras 100% no seu estádio pelo brasileiro, grande chance do Palmeiras jogar no ABAFA. Se há um atacante que tem chance de se destacar é o menino JESUS.

Argel [Internacional] – Sempre é bom escalar técnico de times com chance manter SG. Nesse brasileiro o Inter ainda não levou gol em casa, não acredito que seja o América LANTERNA e em crise que vá conseguir esse feito.



ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP



XEPA LF FC - RODADA #7

   Fala, Cartoleiros e Cartoleiras!!


          Senhoras e Senhores, nesse final de semana volta o melhor campeonato, todos estavam aguardando a Eurocopa RODADA DO CARTOLA!



Vendo minha pontuação no Cartola


Um Vinho Tinto por favor. Uma vitória para História

Alô amigo leitor, sócio torcedor do Linha de Fundo, talvez a melhor pedida para um dia frio como esse seja um bom vinho, boas companhias e muito futebol. Como diriam muito sabiamente os romanos In vino veritas (ou no vinho está a verdade). Esse também é o ponto, que talvez, una as duas desafiantes de hoje nessa segunda rodada do Grupo C da Copa América Centenário.

Diria que soa como aquelas curiosidades que não tem nada a ver com nada, simplesmente enchem um pouco de linguiça. O Uruguai é famoso por seus vinhos e suas vinícolas (talvez dos mais saborosos do mundo), enquanto nossa Venezuela é tradicionalmente conhecida como Seleção Vinho Tinto, pelo tom bordô de sua camisa.

Falando do que interessa, as seleções vivem momentos digamos opostos. A Venezuela vem de vitória sobre a Jamaica (1x0), enquanto o Uruguai sofreu pesada derrota para a seleção mexicana (1x3). Desta feia esperava-se uma Celeste pressionada, precisando tomar a iniciativa do jogo, enquanto a Venezuela faria um jogo mais defensivo, por uma bola (um empate não seria mal resultado).

Fonte: Jornal El País
Quando analisadas as escalações Óscar Tabarez mandou a campo a Celeste alinhada em um 4-2-3-1 com algumas mudanças em relação à estreia: Muslera, Maxi Pereira, Godin, Gimenez e Gastón Silva (no lugar de Álvaro Pereira). Arévalo Rios, Álvaro Gonzales (no lugar do suspenso Veccino), Carlos Sanches, Gastón Ramires (substituindo Lodeiro), Stuani (que tomou lugar de Diego Rolán) e Cavani. Já a Venezuela do técnico Dudamel mandou a campo. Hernandez, Rosales (substituído por Gonzales, Angel, Vizcarrondo, Feltscher, Rincón, Figueira, Alejandro Guerra, Peñarada, Martínez e Rondón.

Jogo começou, e quem imaginou domínio fácil da Celeste se enganou profundamente. Os Venezuelanos entraram no gramado sabendo exatamente o que fazer, o que executar: Transições rápidas e velocidade, explorando a grande fragilidade do time Uruguaio -  um meio campo com pouquíssima capacidade de controlar o jogo.

Com menos de dois minutos de jogo, o dinâmico Peñarada já assustou Muslera com um voleio mascado; aos 15 minutos o Uruguai teve uma chance espetacular digna do Tabajara futebol clube. Cavani recebeu bola açucarada, ajeitou o corpo para o voleio, fez pose, todos os flashes e uma furada espetacular, inacreditável chance perdida; nova carga Venezuelana, aos 22 minutos Muslera saiu catando borboletas perigosamente e aos 27’ novamente Peñarada, sempre ele, deixou o bom Gimenez sem saber o caminho de casa, em uma sequência de cortes desconcertantes; Aos 30’, falta lateral cobrada por Alvaro Gonzales, Cavani casquinhou, e novamente a trave Venezuelana foi carimbada; aos 36’ o lance do jogo, e um dos lances mais espetaculares da Copa América: contra-ataque venezuelano em velocidade Alejandro Guerra escapou pela direita, viu Muslera adiantado, tentou um gol antológico por cobertura, o Uruguaio como um gato desviou a bola que ainda se chocou com o travessão, picou na linha do gol e ficou a feição do artilheiro (interminável) Rondón. Uruguai 0 x 1 Venezuela.

Fonte: Jornal El País
Celeste meio "grogue", nas cordas e a Venezuela, ainda no primeiro tempo teve chance clara de ampliar: Alejandro Guerra, personagem da partida faz grande jogada passando entre dois adversários e chuta para boa defesa de Muslera. O primeiro tempo acabara com mais um drama desenhado para a Celeste. Novamente faltava futebol, porém dessa vez foi mais grave. Até a velha raça não entrou em campo.

Iniciou-se o segundo tempo e o filme contra o México se repetiria, Uruguai no desespero partia para cima. Contudo, o meio campo não ajudava, o time não criava, eram ligações diretas para Cavani, cruzamentos da intermediária e bolas paradas, como a finalização de Stuani por cima do gol, pós-cobrança de escanteio aos 7 minutos; aos 22’ aproveitando nova falha na transição Uruguaia, a Venezuela puxou outro excelente contra-ataque, puxado por Peñarada, porém na finalização a bola parou nos braços de Muslera.

O jogo a partir desse lance ficou truncado e apenas aos 43’ do segundo tempo o Uruguai já naquele abafa final chegou duas vezes à meta Venezuelana, a primeira com Cavani em um chute da entrada da área e a segunda com Abel Hernandes em uma bola atravessada. Por fim, ainda havia tempo para o desespero Uruguaio, quase se transformar em gol Venezuelano. Aos 48’, Muslera na área para tentar o gol salvador, cobrança de escanteio, bola rebatida, contra-ataque venezuelano sem o guarda metas, Otero da intermediária chutou, a bola foi caminhando marota, tranquila, faceira e saiu tirando tinta da trave.

Final de jogo, tragam vinho, por favor, (e vinho tinto!) Uruguai 0 x 1 Venezuela. Uma das maiores zebras da história da Copa América. Celeste zerada, fora da competição com a vitória Mexicana. Enquanto a Venezuela avança aos seis pontos, e disputará com o México a liderança do Grupo C.

Fonte: Jornal El País
Opinião do Colunista – Uruguai

A partida contra Venezuela mostrou mais uma vez que é preciso um pouco mais do que a velha Raça Charrua para se vencer uma partida. O Uruguai do Maestro Tabárez mostrou novamente um problema velho, talvez de geração. Falta ao Uruguai transição, a bola não para no meio campo, não ha controle da partida. E não se enganem vocês que o problema está no enganche (seja Lodeiro, seja Gastón Ramirez), mas no início das jogadas. Arévalo é um volante pra lá de limitado, não capacidade alguma de construção, e é nos pés dele que o jogo Uruguaio começa. A tentativa de Álvaro Gonzales naquela função como segundo volante, era muito nesse sentido, contudo a apagada partida do meia acabou mais atrapalhando do que ajudando (foi em cima dele que Peñarada deitou e rolou, enquanto a saída de bola não melhorou em nada com sua entrada). Outro ponto a se ressaltar é sobre a condição de Luís Suarez. Era notório nas tomadas sobre o banco de reservas que o artilheiro queria entrar, estava incomodado (um leão sedento estava enjaulado). E seu time precisava dos seus gols. Mesmo não estando 100% será que em uma emergência, mesmo que fossem apenas 10 minutos em campo, apenas a presença de Luisito não imporia algum respeito. O gol que Abel Hernandes perdeu nos finalmentes do cotejo, o pistoleiro (atualmente melhor atacante do mundo) dificilmente perderia. Resumindo, o Uruguai volta da Copa América pior do que entrou (hora de Tabarez pensar em Nico Lopez, depois de Luis Suarez é o melhor atacante Uruguaio em atividade, superando inclusive o badalado Cavani).

Opinião do Colunista – Venezuela

Essa partida mostrou o quanto à Venezuela pode fazer no campeonato. Lembrou-me muito o Leicester em questão de resultado, um 1 x 0 magro para consolidar a vaga para fase de mata-mata. Esta partida também mostrou que a Venezuela pode sim se recuperar nas eliminatórias sendo muito guerreira, queria aqui destacar que depois de 100 ANOS sem ganhar da Celeste deu VinoTinto! O técnico Dudamel ousou em mudar o 4-3-2-1 por um 4-4-2 e deu certo. Rondon depois de algumas partidas sem marcar por sua seleção fez as pazes com as redes, dando mais esperança ao seu povo.

Parabéns ao Vinho Tinto que mostrou ser muita guerreira mesmo tendo suas limitações conseguiu passar de fase. Próximo jogo da VinoTinto será contra o poderoso México que esta muito bem no campeonato e quer a liderança, o jogo acontecera na segunda (13) no NGR Stadium, uma briga pela liderança.

Por: Matheus Valle - @Mhfernandes89; e Gabriel Frello- @gabrielcec__

Eu vou estar lá!

Jogadores fazem a festa com a torcida. Foto: Monique Vilela/Banda B
Nem mesmo o frio que fazia na noite curitibana foi capaz de afastar a apaixonada torcida Paranista da Vila, e certamente a noite de 09/06 ficará marcada na história do Paraná Clube. Essa foi a noite para uma nova página do clube, apresentação de marca, plataformas, loja, uniformes, mas principalmente uma noite de união torcida-clube-diretoria-jogadores.

Para entrar no evento a torcida passou por um túnel, onde estavam expostas as camisas e as taças dos títulos do clube. Uma viagem no tempo para relembrar os tempos de maior glória do clube. No final do túnel, a mensagem de que, apesar de tudo que passamos, com o torcedor abraçando o time, sairíamos de tudo isso.

Foto: Monique Silva/Globoesporte
O evento foi marcado pelas diversas novidades apresentadas pela diretoria Tricolor, do início ao fim. A primeira delas foi a marca ‘PRC’. Há algum tempo o clube já tenta impor o PRC como um nome ligado ao clube (apesar da TV não concordar e continuar insistindo no PAR), agora a marca vem para consolidar isso. Já com a marca foram divulgados o ‘PRC Vantagens’, programa de vantagens aos sócios, a ‘Escola PRC’, escolinhas de futebol do clube e a loja do clube, a ‘Loja PRC’.

Imagem: Paraná Clube
Junto com a marca foi apresentada outra grande novidade, a volta da TV do clube. Desde o paranaense o clube já vem postando os vídeos dos jogos em casa em sua página no Facebook, agora com o lançamento da TV, isso não ficará somente nos ‘pós-jogos’, mas em bastidores do clube, treinamentos, informações e muito mais.

Imagem: Paraná Clube
Continuando nas plataformas virtuais, o clube apresentou o novo site oficial, muito mais moderno e adequado à grandeza do Tricolor. O site contará com grande cobertura do futebol, informações exclusivas aos sócios e até um espaço dedicado as histórias dos torcedores com o clube.

Na sequência foi apresentada oficialmente a parceria com a Topper. Por três anos e meio a marca vai ser não só uma fornecedora, mas uma parceira do Tricolor, como foi dito no evento. A grande novidade dessa parceria é a construção de uma ‘Loja PRC’ em anexo a Vila Capanema. A loja será a maior do sul do Brasil em anexo ao estádio, com mais de 720 m2. A previsão de abertura é de 150 dias.

A apresentação da nova fornecedora contou, não só com a divulgação dos novos uniformes, mas da coleção completa, com agasalho de viagem, camisas da comissão técnica, camisas de treino, de aquecimento, de goleiros e a mais esperada, a camisa oficial de 2016. Mantendo a tradição, a camisa 1 veio bicolor em azul e vermelho, e a camisa 2 em branco.

Imagem: Paraná Clube
Por fim foi divulgado o novo plano de sócios do clube e a separação da Curva Norte da Reta do relógio com a setorização do estádio. Todos os valores foram reduzidos:

Sócio Guerreiro da Curva (Curva Norte) – R$65 e R$120
Sócio Força da Reta (Reta do Relógio) – R$80 e R$ 150
Sócio Valente das Socias (Arquibancada e Cadeira) – R$115 e 220 (arquibancada) R$160 e R$300 (cadeira)
Sócio Camarote Tricolor (Camarote) – R$160 e R$300

Além desses planos, foi apresentado também o programa Desde SemPRe, para a associação dos pequenos torcedores. Para participar do programa, deve se ter uma associação a algum setor do estádio, além de presença maior que 50% nos jogos.

Fellipe Vicentini | @_FellipeS

Rafael Vaz e Réver são as novas apostas para a zaga

Desde o início do ano a diretoria rubro-negra estava atrás de um zagueiro para reforçar o setor mais fraco do time. Seis meses depois, após o setor acumular muitas falhas, com uma falta de planejamento enorme, enfim a diretoria anuncia os reforços.

O ex-vascaíno Rafael Vaz sendo apresentado a torcida do Flamengo no Ninho do Urubu. (Foto: Gilvan de Souza)
O primeiro a ser apresentado foi o ex-Vasco Rafael Vaz. O zagueiro foi apresentado no Ninho do Urubu na quarta-feira (08/06) dois dias após terminar seu vínculo com o Vasco da Gama. O zagueiro fez seu primeiro treino ainda na quarta e já se colocou a disposição para enfrentar o Figueirense, no domingo.

O outro reforço para o setor é o ex-Internacional Réver, que chega por empréstimo até o meio de 2017. Ele se apresentou ontem (09/06) no Ninho do Urubu e em sequência fez trabalho leve na academia. A diretoria corre para inscrevê-lo ainda hoje e deixá-lo a disposição de Zé Ricardo para o jogo desse domingo. 

Zagueiro Réver vestindo a camisa rubro-negra em sua apresentação no ninho do urubu. (Foto: Gilvan de Souza)
Opinião: Dois reforços que se juntar não dá um. O superestimado Rodrigo Caetano parece ter parado no tempo, assistindo os jogos de 2010, 2011 e 2012 e achando que os atletas de nível alto naqueles anos ainda rendem a mesma coisa hoje em dia. A diretoria ficou seis meses falando que buscava um zagueiro de velocidade para jogar ao lado do Juan, e Réver, 31 anos, não é nem de longe esse zagueiro. Um ex-jogador em atividade que acumula lesões na sua carreira não pode vir com grife do grande e esperado reforço rubro-negro.

Se o Réver, que tem certo renome, não pode ser considerado o grande reforço, imagina o mediano Rafael Vaz. Zagueiro que teve certa notoriedade no Ceará, mas ficou famoso no Vasco por marcar meia dúzia de gols em três anos. Entre 2013 e 2016, período que defendeu o alvinegro, ele foi reserva na maioria do tempo. Além de ser um jogador mediano ele vem do maior rival do Flamengo (fez até gol de título pelo Vasco) o que é um agravante para sua questionável chegada.

A torcida rubro-negra esperou impaciente - e vendo o setor defensivo falhar em todo jogo - durante seis meses por um reforço e a diretoria, novamente, decepcionou. Os nomes apresentados não são nem de longe os grandes reforços, mostrando a incompetência dos diretores. Dinheiro tem, Bandeira de Mello vive batendo no peito por isso; mas ao invés de gastar um pouco mais, preferem trazer jogadores de graça mesmo que não tenham nível para serem titulares. Se parassem para observar por um minuto a Libertadores, eles veriam que o que não falta é zagueiro bom e barato.

Rafael Vaz deve estrear já no domingo, contra o Figueirense no Orlando Scarpelli. A diretoria corre para inscrever Réver a tempo para essa partida, porém, mesmo se conseguirem, Réver não deve ser titular, pois ainda precisa melhorar a forma física. A torcida do Flamengo ainda espera o prometido - e tão sonhado - reforço para a zaga, enquanto isso vão torcendo para que Réver reencontre sua melhor forma e que Rafael Vaz dê certo no Flamengo. 

Classificação mexicana e decepção jamaicana em Pasadena

O JOGO

México e Jamaica duelaram em jogo válido pela segunda rodada da Copa América Centenário na madrugada desta quinta (10), no Estádio Rose Bowl, em Pasadena. Em uma partida bem movimentada, os mexicanos venceram por 2 a 0 selando sua classificação para próxima fase da competição.

Chicharito abriu o placar para o México. Foto: Divulgação Oficial Copa América
Ao contrário do que se esperava, o favoritismo mexicano não se traduziu desde o início do jogo e mesmo com gritos de “olé” vindos de sua torcida, foram os jamaicanos que começaram assustando e partindo ao ataque.

Porém logo em sua primeira investida, os mexicanos abriram o placar com sua grande estrela, Chicharito Hernandez, após cruzamento de Corona. A partir daí o México ficou com controle do jogo, mas só a Jamaica chegava com perigo, desperdiçando várias chances de gol.

Na segunda etapa, a seleção mexicana assumiu uma postura mais ofensiva, procurando ficar mais com a bola, entretanto sofria com os contra-ataques jamaicanos que assim como no primeiro tempo, não resultaram em gol, graças a uma atuação impecável do goleiro Ochoa.

E como já diz uma das máximas do futebol, “quem não faz...”. Aos 35 minutos, Oribe Peralta, que havia entrado no lugar de Chicharito entrou sozinho dentro da área e finalizou cruzado, para dar números finais ao marcador e eliminar a Jamaica da Copa América.


MÉXICO

Não foi uma das melhores partidas da seleção mexicana ao comando de Juan Carlos Osorio. A linha defensiva tão elogiada nos últimos jogos, sofreu com a movimentação do time adversário, porém contou com a má pontaria dos atacantes jamaicanos e uma grande atuação de seu goleiro Ochoa. Entretanto, a equipe manteve regularidade em relação à posse de bola e eficiência ofensiva com seus dois atacantes indo às redes para resolver o jogo.

Agora, os mexicanos chegam a incríveis nove vitórias em nove jogos com o novo comandante Juan Carlos Osorio e cada vez mais se consolidam como fortes candidatos ao título.

Com a vitória conquistada diante de mais de 80 mil pessoas, o México já soma os mesmos seis pontos da Venezuela e já classificadas, ambas as equipes decidem a primeira posição do grupo na próxima segunda-feira (13).

JAMAICA

Após estrear com uma derrota diante da Venezuela, os Reggae Boyz jogaram todas as suas fichas no duelo local contra os mexicanos. O técnico alemão Winfried Schäfer manteve o tradicional 4-4-2 com suas duas linhas de quatro na defesa e no meio campo e os atacantes Donaldson e Barnes mais avançados.

Com duas derrotas em dois jogos, Jamaica esta eliminada da Copa América.
Foto: Reuters
Precisando do resultado, a Jamaica se lançou ao ataque desde o início, mas foi castigado com o gol de Chicharito aos 17 minutos. A desvantagem no placar não intimidou os caribenhos que continuaram buscando o resultado, mas a reação parou nas mãos do goleiro mexicano Ochoa.

Na etapa complementar, Schäfer não tinha outra opção se não mandar o time ao ataque, uma derrota eliminaria os jamaicanos do torneio. Mas quanto mais o tempo avançava, os Reggae Boyz não conseguiam furar a defesa mexicana mesmo ficando com a bola nos pés.

Com a defesa aberta pela necessidade de buscar o empate, o golpe de misericórdia veio aos 35 minutos com o gol de Peralta. Entregues ao resultado, os jamaicanos não tiveram como reagir e jogam a terceira rodada contra o Uruguai apenas para cumprir tabela.

Pedro Henrique (@peeedrito17)
Lucas Felipe (@lsouza73)

O ilusório 7 a 1: Coutinho faz três e Brasil goleia Haiti

O famoso placar dessa vez teve dono diferente. No Citrus Bowl Stadium, o Brasil conseguiu massacrar os haitianos e conquistou sua primeira vitória na Copa América Centenário sem dificuldade alguma - se bem que já era esperado que a seleção haitiana não traria ameaças à Seleção.

O primeiro tempo teve três gols logo de cara, eliminando qualquer chance de reação do Haiti. Além disso, o Brasil não demorou a voltar a marcar na segunda etapa, ampliando o marcador e marcando sete gols. No meio disso tudo, os haitianos surpreendentemente conseguiram marcar uma vez quando Marcelin mandou para o fundo da rede após falha de Alisson Becker e da defesa, que conseguiram fazer a proeza tomar gol do Haiti, fechando o 7 a 1.

Foto: Mike Ehrmann/Getty Image
Haiti: Apesar da goleada, alguns pontos positivos

Sim, o Haiti levou sete gols e não pode ter feito um bom jogo justamente pelo número de bolas que entraram. É claro que não foi o melhor dia do mundo para a seleção haitiana, já que os buracos defensivos e um pouco de amadorismo no futebol acabaram com a proposta de Patrice Neveu já no primeiro tempo, já que o Brasil foi para o intervalo com 3 a 0 no placar.

Precisamos levar em consideração alguns pontos que chamam atenção na equipe do Haiti. Inicialmente, a defesa apresenta muitos espaços, mas também tem capacidade de se recuperar rápido. Graças aos erros de finalização do Brasil e o bom desempenho do goleiro Placide, que evitou um vexame grande apesar de levar sete gols, o Haiti poderia ter tido um desempenho muito pior.

Além disso, a seleção brasileira deixou um incontável número de bolas nos pés dos haitianos, abrindo espaços que poderiam ter sido bem utilizados por eles. O que falta no Haiti, e provavelmente é a ausência mais sentida, é um atacante que tenha "faro de gol", se movimentando bastante atrás das boas jogadas. É fato que o time azul e vermelho poderia, assim como o Brasil, ter feito mais se quisesse.

Já eliminado, o Haiti enfrenta o Equador na última rodada e pode usar toda paixão e confiança de sua torcida para fazer bonito pelo menos uma vez. Não é possível imaginar um cenário de vitória, mas certamente uma melhora e garra maiores, assim como as apresentadas contra o Peru.

Brasil: Apesar da goleada, mais do mesmo

Já vou antecipando que a equipe da CBF - sim, vou continuar chamando de equipe da CBF até que a verdadeira Seleção Brasileira volte - não será aliviada só pelo fato de ter aplicado 7 a 1 contra a fraquíssima seleção haitiana (com todo respeito ao Haiti).

No jogo válido pela segunda rodada da fase de grupos, o Haiti lembrou o Brasil da Copa do Mundo de 2014, mas a Seleção nem de longe pareceu à Alemanha. Na verdade, o Brasil pareceu o mesmo que temos visto nos últimos jogos mesmo. A equipe da CBF tem apresentado a cada jogo um futebol gourmetizado e longe de lembrar o verdadeiro jeito brasileiro. Isso fica cada vez mais claro quando vemos uma vitória e não comemoramos com emoção, não vestimos a camisa no dia seguinte e não fazemos nada.

Depois do vexame contra a Alemanha, quando perdemos dolorosamente de 7 a 1, o Brasil virou o "filho que tira notas boas no colégio com os pais exigentes". Quando a Seleção vence, não fez mais que a obrigação e às vezes ainda recebe críticas por não convencer - como essa que está sendo feita. Mas quando perde não fica de castigo, vira chacota e recebe contestações mais duras em relação aos jogos que vence sem convencer. Esse é o atual cenário quando se trata de futebol brasileiro.

Quando fiz a comparação do Brasil com o "filho que tira notas boas no colégio e tem os pais exigentes", expliquei que o Brasil é o filho, mas não expliquei os "pais exigentes" que somos e nossos motivos para isso. Somos os pais exigentes, e cobertos de razão, pelo simples fato de já termos visto, ao longo da história da Amarelinha, uma constelação de craques e jogadores que jogavam com raça, honrando a camisa, como Zico, Romário, Bebeto, Pelé, Ronaldo, Ronaldinho, Dida, Juninho Pernambucano, Juan, Lúcio, Garrincha, que quando faltavam com a técnica, compensavam com a raça e amor ao verde e amarelo.

Na Seleção de hoje, quase não vemos craques com a camisa do Brasil graças aos empresários - Gilmar Rinaldi se enquadra nesses -, que só têm interesse de colocar seus atletas na equipe para conseguir um contrato melhor e uma valorização deles. Exemplos é o goleiro Alisson Becker, que saiu do Internacional para a Roma após ter se tornado o titular da equipe da CBF, e Hulk, que, quando foi convocado, saiu do Porto para o Zenit com cifras astronômicas.

Hulk sendo apresentado no Zenit-RUS após sair do Porto-POR (Foto: Site oficial do Zenit)
Infelizmente, temos raros exemplos de jogadores que têm amor à camisa que estão vestindo. Desses, vou dar destaque para Philippe Coutinho, que atua no Liverpool, Willian, do Chelsea, e Renato Augusto, atualmente no futebol Chinês (?!). É aí que pegamos o primeiro erro. Como é possível que um dos nossos destaques atue no fraquíssimo campeonato da China? Renato chegou à equipe da CBF com as ótimas atuações na época de Corinthians, com mérito. Mas logo depois foi vendido para o outro lado do mundo recebendo rios de dinheiro.

Willian e Philippe Coutinho, destaques em seus clubes e no Brasil, disputando bola em um Liverpool x Chelsea (Foto: Getty Images)
Coutinho, que marcou três contra o Haiti, é destaque no Liverpool e não "se vende" como muitos (tanto que já recusou grandes equipes da Europa para se manter no Liverpool) e Willian, que é destaque no Chelsea - mas que também só chegou no clube inglês após as convocações - e foi convocado por conta das suas boas atuações na Ucrânia. Esse 7 a 1 contra o Haiti só serviu para iludir os críticos (como pude ver em alguns sites das mídias esportivas), acalmar os ânimos, encaminhar a classificação e tentar dizer que "A Seleção voltou". Bem, tomara que tenha voltado mesmo. Mas ultimamente, o futebol do Brasil tem respirado por aparelhos - como tenho dito - e essa goleada foi apenas um "balão de oxigênio" pra tentar recuperar a nossa Seleção.

Foto: Eitan Abramovich/AFP/Arquivo
Sem mais delongas, torço muito para que o Brasil volte a ser A Seleção. Antes de concluir, só lhes deixo um último recado: não se iludam com esse 7 a 1, o time não fez mais que sua obrigação.

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
MARIANA SÁ || @imastargirl
LINHA DE FUNDO || @SiteLF
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