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domingo, 12 de junho de 2016

Caiu no Horto? Tá tranquilo

Comemorar o dia dos namorados pode ser até interessante, mas vocês já tiveram a sensação de ganhar do seu rival dentro da sua própria casa (quer dizer, nesse caso, a casa do América) e o mais emocionante quando seu time está em má fase? Se a resposta for não, você ainda não testou o seu coração o suficiente. Cruzeiro exibe sua invencibilidade contra o Atlético no horto de um ano e sete meses, mas quem está contando certo?

A partida entre Cruzeiro e Atlético já estava vidente que iria pegar fogo, se o Atlético ganhasse poderia colocar a Raposa na lanterna e uma vitoria Celeste podia significar Atlético-MG na zona de rebaixamento, ou seja, esse era o momento perfeito para saber se temos problemas cardíacos.

Gazeta Press
Provocações, expulsões, chinelo voando no campo, vários gols, torcida mista, isso sim é clássico, enquanto o Atlético apostava no horto (o que não tem feito muita diferença), o Cruzeiro apostava na tradição e a camisa pesou meus amigos, aquele velho ditado que em clássico não tem favorito se concretizou.

Esse jogo não foi marcado apenas pelo triunfo celeste, mas também com uma grande conquista do capitão da raposa que possui números surpreendes em clássicos, na partida de hoje, Fábio fez seu jogo de número 50° com 23 vitórias, 13 empates e14 derrotas, respeita o chefe.

Foi só o Marcelo Oliveira sair do Cruzeiro, que a Raposa começou a ganhar os clássicos e vale destacar que ganhou com Luxemburgo e com Deivid, é impossível não questionar se o problema não estava no Marcelo Oliveira.

A rivalidade é dentro das quatro linhas, ainda falta algumas pessoas entenderem o real motivo de ser apaixonado por futebol, infelizmente antes do jogo tivemos cenas lamentáveis entre cruzeirenses e atleticanos, que sem duvida não podem ser considerados como torcedores, por um mundo onde cada um tem o direito de torcedor pelo time que ama, isso se chama respeito.

Sobre o jogo:

Soberano no jogo e nas arquibancadas, a torcida do Cruzeiro não decepciona na criatividade dessa vez levaram: milho, pena e um balãozinho escrito “B” que não podia faltar, tudo para presentearmos nosso rival da melhor maneira, 1.700 calaram o resto do Independência, só espero que eles não tenham se calado para copiar nossas musicas como sempre fazem.

Cruzeiro foi a campo com Fábio, Lucas, Bruno Rodrigo, Bruno Viana, Bryan, Henrique, Romero, Arrascaeta, Alisson, Élber e Riacos, o tão conhecido 4-4-2, as primeiras oportunidades de abrir o placar foram do Maior de Minas com Alisson, Élber e Arrascaeta que dava os passes na medida para os atacantes finalizarem.

Até os 13’, o time mandante ainda não tinha assustado o capitão cruzeirense, porém o Lucas fez questão de dar aquela “mãozinha amiga” para Atlético-MG, cometeu uma falta desnecessária perto da área, facilitando as coisas para o Rafael Carioca, que teve apenas o trabalho de chutar rasteiro, não deu tempo dos atleticanos comemorar o gol, 5’ depois, em grande jogada de Arrascaeta que passou pelo Leonardo Silva e fez um ótimo lançamento para Alisson empatar. Boatos que o Leonardo Silva está procurando o Arrascaeta até agora.

Felizmente, a reação do Cruzeiro veio ainda no primeiro tempo e se a Raposa tivesse mais um pouco de cautela e paciência, poderia ter conquistado grande vantagem ainda na primeira fase, porém quem precisa ir com vantagem para etapa final, bom mesmo é ter vários ataques cardíacos durante o jogo.

Uma pergunta que não quer calar, alguém viu o Fred jogar o primeiro tempo e boa parte do segundo tempo?

Na etapa final a Raposa manteve a raça e o sangue nos olhos, a vitoria era o único objetivo e aos 03’, Riascos virou o jogo para o time azul e branco, melhor que o gol de Riascos, sem duvida foi à comemoração: Cisca que eu jogo milho.

A lei do ex não falhou novamente e Fred deixou tudo igual aos 10’, a estreia do Fred foi muita esperada pelos torcedores atleticanos, entretanto foi decepcionante.

Quando parecia que estava tudo encaminhado e organizado, começou o tumulto no campo e no final Bryan e Marcos Rocha foram expulsos, entretanto o jogo não tinha cara de empate e o Time do Povo merecia ganhar pela superioridade, objetividade e raça, e aos 17’ o terceiro gol cruzeirense veio de Bruno Rodrigo, o zagueiro celeste desencantou.

Já nos minutos finais do confronto, Lucas recebeu o segundo cartão amarelo e em seguida foi expulso, Cruzeiro tinha apenas 08 jogadores em campo, sem duvida que o Atlético aproveitou a chance para tentar igualar o duelo, mas para infelicidade atleticana, o dia era do Cruzeiro, somar três pontos é bom, agora somar três pontos e vencer o rival é maravilhoso.

@Paulinha_CEC

Em duelo de Xhaka's, Schär rouba a cena e Suíça vence Albânia

Um jogo especial que colocou frente a frente os irmãos Xhaka. Taulant do lado da Albânia (à esquerda), Grantit do lado dos suíços. Além deles, outros albaneses nascidos no país dos Alpes: Amir Abrashi, Arlind Ajeti, Migjen Basha, Shkëlzen Gashi e Frédéric Veseli.


A Suíça venceu a Albânia em sua estreia na Euro 2016 por 1 a 0, na manhã deste sábado (11), na segunda partida da Eurocopa.

A Suíça começou pressionando os albaneses, e abriu o placar logo no início, com 5 minutos, em cobrança de escanteio de Xherdan Shaqiri, Fabian Schär aproveitou a péssima saída de Berisha e escorou para as redes, deixando os rossocrociati em vantagem no marcador. Com o revés, os balcânicos alteraram a tática do 4-5-1 para 4-3-3: Roshi (meia-direito) e Lenjani (meia-esquerdo) tiveram liberdade para avançar e trabalhar no ataque com o Sadiku.

Após o gol, o jogo ficou morno, e só voltou a ficar quente aos 35 do primeiro tempo, quando o zagueiro e capitão albanês Cana foi expulso. No lance seguinte, Dzemali acertou a trave, sendo essa a última chance perigosa da primeira etapa.


Mesmo com um a mais por 45 minutos, a Suíça não soube aproveitar a vantagem numérica, e mesmo criando boas chances na segunda etapa parou em Berisha. Os albaneses souberam ocupar bem os espaços e, praticamente, nem se notou a desvantagem. Lutaram até o fim pelo gol. Exigiu muito do guarda-metas adversário.

A melhor chance do segundo tempo veio da Albânia, Grisha, cara a cara com Sommer perdeu a chance que seria fatal para os suíços. Com a vitória, a Suíça se igualou a França em número de pontos, mas ficam atrás no critério de gols marcados, e ocupa o segundo lugar da chave, atrás dos anfitriões. E enfrentará a Romênia, (13h no horário de Brasília) jogo que abrirá a segunda rodada da Eurocopa. Já a Seleção Vermelha e Preta rivalizará contra Os Azuis, às 4 da tarde de Brasília, no Estádio Velódrome, em Marseille.

Suíça: (4-5-1): Sommer, Djourou, Lichtsteiner, Scär, Ricardo Rodriguez; Behrami, Dzemali (Frei), Xhaka, Shaqiri (Gelson Fernandes), Mehmedi (Embolo), Seferovic. Tec: Vladimir Petkovic

Albânia (4-5-1/4-3-3): Berisha; Hysaj, Cana, Mavraj e Kukeli; Abrashi, Agolli, Lenjani e Xhaka (Kaçe); Roshi (Cikalleshi) e Sadiku (Gashi). Téc: Gianni De Biasi

Falhas acabam com a invencibilidade vascaína

Depois de 223 dias, sete meses, 34 jogos, o Vasco perdeu sua invencibilidade e voltou a sentir o gosto ácido da derrota.

Sem a estrela Nenê, o Vasco começou a partida tentando se impor no jogo, mas o meio campo não conseguia criar e a defesa não se encontrava num bom dia, na verdade, estava em um péssimo dia. Aos 20 minutos quase saiu o primeiro do Atlético-GO, depois de uma falha absurda do zagueiro Rodrigo, mas por sorte Junior Viçosa chutou para fora.

Foto: Uol

Três minutos depois, em mais uma falha ridícula, dessa vez de Jordi, o Atlético-GO conseguiu chegar ao gol. Em um lance que teoricamente não daria trabalho, Jordi se enrolou e chutou a bola em cima de Junior Viçosa, que dessa vez não desperdiçou. 1x0 para o time de Goiás.

A equipe vascaína conseguiu o empate ainda no primeiro tempo, aos 40', depois da cobrança de falta feita por Julio César, a zaga do Atlético cortou, mas a bola sobrou para Luan que marcou, empatando a partida. Final da primeira etapa, 1x1.

O segundo tempo não foi o esperado, não foi como os torcedores vascaínos haviam se acostumado, não houve uma virada linda, nem ao menos conseguiram segurar o placar, tudo parecia dar errado naquela partida.

Foto: vasco.com.br
Ao som de uma arquibanda gritando "virada!" o time Cruzmaltino foi para cima, conseguiu criar algumas jogadas, mas não concretizou nenhuma. E quem não faz, leva! Para fechar o placar com chave de ouro, tinha que ter mais uma falha da defesa vascaína e mais uma vez ela foi do Rodrigo.

Aos 7 minutos, após cruzamento, Rodrigo furou feio e Viçosa tentou, mas Jordi fez uma bela defesa, porém o rebote sobrou para William que sozinho, marcou o seu, para desespero da torcida vascaína.

Esse foi o triste fim de uma invencibilidade memorável, não chegamos a nos igualar ao Expresso da Vitória, mas não tem que ser o fim! A fase vascaína é muito boa, com 19 pontos, o time carioca ainda é o líder da série B. A torcida precisa erguer a cabeça e apoiar o time para que haja a continuidade dessa campanha sensacional, afinal é na alegria e na dor.

Na próxima rodada, terça-feira, o Vasco recebe o Náutico em São Januário. No mesmo dia, o Atlético-GO visita o Joinville.

Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)
 
FICHA TÉCNICA

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo (SP)
Cartões amarelos: Gilsinho, Bruno Barra, Jorginho e Júnior Viçosa (ATL); Madson (VAS)
Cartões vermelhos: Júnior Viçosa (ATL)

ATLÉTICO-GO: Marcão; Matheus Ribeiro, Marllon, Lino e Michel; Bruno Barra, Pedro Bambu, Magno (Jorginho - 28'/2ºT) e William Schuster (Ricardo Silva - 45'/2ºT); Gilsinho (Luiz Fernando - 20'/2ºT) e Júnior Viçosa - Técnico: Marcelo Cabo.

VASCO: Jordi; Madson, Rodrigo, Luan e Julio Cesar; Marcelo Mattos (Evander - 17'/2ºT), Willian, Andrezinho e Yago Pikachu (Eder Luis - intervalo); Jorge Henrique e Leandrão (Thalles - 24'/2ºT) - Técnico: Jorginho.

Um Galo que vive dias de um passado esquecido

Três técnicos em menos de 12 meses (completamente antagônicos), contratações midiáticas e nada produtivas, uma defesa para lá de amadora (todas as peças, sem exceção) e principalmente: Erros graves de planejamento (até uma criança que nada entende de futebol sabia que Douglas Santos e os equatorianos seriam convocados à Copa América). O atleticano poderia pensar que estou me referindo a 2004, 2005, 2008, 2010, 2011, anos negros, terríveis, quando de joelhos atravessamos os sete portões do inferno. Porém não, é 2016. Sequência de um dos períodos mais vitoriosos da história do clube (sendo que até a velha raça, presente nesses anos com times patéticos está em falta).

Fonte: esportes.opovo.com.br
Eu esperava sinceramente aqui hoje dizer que vencemos o Clássico que nos deu a liderança do Brasileirão, que o time, mesmo com a classificação para as finais da Libertadores, não havia baixado o ritmo; Que Levir, o burro com sorte, era considerado melhor técnico do Brasil pelo futebol ofensivo que seu time apresentou no título Mineiro e na campanha invicta no torneio continental.  A máquina alvinegra estava voando, Jemerson havia recusado a proposta monegasca, era dono da defesa alvinegra, tido como futuro da seleção Canarinho (inclusive com saída quase certa no meio do ano para o Manchester City, pedido pessoal de Pep Guardiola).

Fonte: Portal Superesportes.
Esse meus amigos, era o presente que eu esperava, um futuro que dava como certo. Mas não passou de sonho, uma sequência infindável de lambanças não deixou acontecer, e o que temos aqui, pós mais uma derrota para o Cruzeiro (e o que é mais lastimável, pelo menos se fosse para o Cruzeiro de Tostão, de Nelinho, de Marcelo Ramos, de Alex, até era compreensível, mas é para um time fraquíssimo, o pior Cruzeiro dos últimos 30 anos, só não é mais feio que aquele da década de 80, feito de gato e sapato por Reinaldo e companhia) é um cenário digno dos piores anos de nossa história. O jogo de hoje foi didático, para enxergarmos a quantidade erros cometidos, não nesse domingo, mas desde novembro, dezembro do último ano.

A começar pela escalação que foi a campo. Marcelo Oliveira mandou a campo um 4-3-3 com Victor, Rocha, Gabriel, L.Silva e Patric na linha defensiva; Carioca, era primeiro volante; Donizete e Urso alinhados à sua frente; Robinho e Carlos nas pontas, e o recém chegado Fred (que não fez nem um treino com o time e já estava em campo dada tamanha carência de jogadores) como centroavante.

O primeiro tempo começou com o expediente de costume no Horto, grito da torcida, marcação alta e pressão. Robinho em um primeiro momento ocupava o centro do ataque, atrás de Fred, Carlos caia para a esquerda e entrava na diagonal fazendo uma dobra com Patric (embora o jovem atacante tivesse ficado mais embolado com Fred do que desse amplitude ao jogo), enquanto Urso se descolava da linha de volantes e era o suporte para Marcos Rocha, que de lateral não tinha nada, era um ponta, jogava muito avançado. Os primeiros minutos foram de total domínio atleticano (talvez os únicos). Logo aos 6 minutos em cobrança de escanteio pela direita, Urso subiu sozinho e cabeceou para fora; aos 7 minutos, Carlos saiu cara a cara com goleiro do Cruzeiro, porém deixou a bola escapar para as mãos de Fábio; aos 13: trama pela esquerda, fora do lance Lucas segurou Carlos na entrada da área – falta. Carioca bateu com força, bola desviou na barreira morrendo no fundo do gol. Atlético 1 x 0 Cruzeiro. 

O prosseguimento do jogo se deu como um filme repetido, um disco velho. O Atlético se sentou na sua vantagem, simplesmente parou de jogar e em apenas 5 minutos (aos 18 do primeiro tempo) o Cruzeiro já empatara. Saída de bola com Patric, um destro que não é dos mais habilidosos, jogando como lateral esquerdo e deu o óbvio, uma atravessada completamente torta, equivocada, de alguém que não é da posição e estava jogando em um terço crítico do gramado, onde não é permitido erro. Bola roubada, esticada para Arrascaeta que livre encontrou Alisson, que só teve o trabalho de empurrar para as redes Atlético 1 x 1 Cruzeiro. Nesse lance duas chagas desse elenco de 2016 ficaram nítidas, a falta de um lateral esquerdo de ofício e um zagueiro rápido. Leo Silva do lado esquerdo saiu 10 metros antes e chegou 10 metros depois de De Arrascaeta, mas também pudera, o zagueiro no auge de sua forma nunca foi dos mais rápidos, imaginem já veterano (foi, é, e será preza fácil para atacantes rápidos).

O jogo ficou ruim para o Galo, erros de passe em profusão atrapalharam demais o alvinegro que oferecia aos celestes contra-ataque atrás de contra-ataque. Em um deles, por exemplo, aos 30 minutos Elber saiu cara a cara com Victor, tentou um toque por cima, mas o goleiro se recuperou bem; e no último lance de perigo do primeiro tempo (44 minutos) Arrascaeta saiu livre nas costas de Patric, passou por Victor, mas foi abafado por Leonardo Silva na hora do passe. O Cruzeiro só não virou o primeiro tempo em vantagem porque seus atacantes foram muito incompetentes com a bola nos pés.

O Atlético jogou futebol por apenas 10 minutos, o restante foram erros, erros e mais erros. Mesmo da arquibancada minha impressão era que o castelo de areia se rompesse a qualquer momento, o time não atuava bem. Falhas grotescas e recorrentes foram repetidas, e mais um filme de terror era previsto para os 45 minutos finais.

Fonte: Portal Superesportes
O segundo tempo começou com Marcelo tentando resolver o problema da lateral esquerda com a entrada de Carlos Cesar no lugar de Jr. Urso (que não fazia boa partida). Na teoria a mexida foi boa, Carlos Cesar defensivamente é dos melhores jogadores do Atlético, e sempre se mostrou seguro quando acionado, sendo pela direita, sua posição de origem seja pela esquerda. Contudo, como um cobertor curto, a saída de Urso deixava o outro lado, o direito, mais exposto. Rocha não teria o apoio que precisava. Parecia que estava cantando a pedra do estádio: Aos 3 minutos do segundo tempo, Arrascaeta (sempre ele) passou pelos defensores que cobriam a defesa da direita atleticana como se passasse por cones, Victor demorou a reagir, demorou a abafar o uruguaio, que chutou a gol, a bola passou por debaixo do goleiro (não foi um frango, mas era uma bola defensável para o goleiro do porte do nosso camisa 1) ficando à feição de Riascos (aquele mesmo que foi pra bola...que fase amigos). Atlético 1 x 2 Cruzeiro.

O caldo aí já tinha entornado, todo arremete de esquema tático que havia sido pensado para o segundo tempo, cairia com apenas 3 minutos. O Atlético que não estava bem, agora tinha mais um fator complicador, os nervos e a tensão do horto atrapalhavam ainda mais o desenvolvimento do time, passes e mais passes errados. O Cruzeiro só não foi mais perigoso, pois também abdicou do ataque, recuando perigosamente. O Galo meio que aos trancos e barrancos foi ganhando terreno até que aos 10 minutos da segunda etapa, Robinho descobriu Patric solto na esquerda que cruzou bem para dentro da área para Fred, fazer o que melhor sabe: empurrar a bola ao barbante. Atlético 2 x 2 Cruzeiro. Talvez esse tenha sido o ponto bom do jogo. O tão falado centroavante (visto que todos concordaram que Pratto é um excelente segundo atacante), o cara que vai colocar a bola pra dentro, peça tão declamada em verso e prosa desde o segundo semestre do ano passado (mas aí pergunto a vocês amigos torcedores, o Atlético fracassou no negócio com Calleri, não era o caso de ter buscado outro nome ainda na pré-temporada? Todos sabiam da dificuldade de Pratto em jogar de costas para o gol. Não seria o caso de buscar esse cara - não necessariamente o Fred, mas um 9 de ofício?).

No minuto seguinte, confusão. Ataque do Cruzeiro, Bryan e Marcos Rocha se desentenderam, uma chinela voou a campo e confusão armada. Os dois atletas supracitados foram expulsos. Fred e Henrique amarelados. Óbvio que a confusão favorecia aos visitantes, Marcos Rocha é muito mais jogador que Bryan deram um jeito bom de desacelerar o jogo, que ameaçou ficar como nos primeiros minutos do primeiro tempo.

Como previsto o Atlético perdeu totalmente concentração, e em uma sequência de faltas laterais e corners, o Cruzeiro foi ensaiando o que seria o gol da vitória, bateram umas três bolas do mesmo lado, até que na última delas Arrascaeta (três assistências), encontrou a cabeça de Bruno Rodrigo na primeira trave. Atlético 2 x 3 Cruzeiro aos 18 minutos do segundo tempo.

Os treinadores usaram o banco de reservas: para segurar o jogo Paulo Bento colocou em campo Allano no lugar de Alisson, Bruno Ramires no lugar de Elber e o zagueiro Fabrício no lugar de Riascos. Enquanto Marcelo Oliveira sacou Robinho dando lugar a Clayton, Carlos para a entrada de Carlos Eduardo.  O Cruzeiro obviamente queria segurar o resultado, recuou novamente para tentar matar um jogo em um contra-ataque, e o Galo tentava atabalhoado o gol de empate, entretanto as alterações pouco surtiram efeito. Clayton, badalado pelo dinheiro investido em uma concorrência vencida a duras penas contra os gigantes de São Paulo nada acrescentou pelo lado direito, já Carlos Eduardo, esse eu não sei nem porque foi contratado, jogo simplesmente não evolui quando chega ao seu pé. São toques laterais apenas, muito pouco para um cara que deveria ser ao menos criativo.

Nessas horas me pergunto porque não subiram das categorias de base os meias Thalis e Felipinho. Os dois são da posição, são meias-centrais, sabem fazer a movimentação da posição, sabem distribuir o jogo. Se as categorias de base devem suprir as necessidades imediatas do profissional, por que não uma chance a um dos dois ou aos dois? Junior Urso não é meia, Donizete não é meia, Patric não é meia, Robinho não é meia. Os dois são. Pelo que acompanho, ambos podem ser muito úteis a um time carente de ideias até a volta do selecionável Cazares e do frequentemente contundido Dátolo.

Não aconteceu muita coisa entre o terceiro gol do Cruzeiro e o final da partida, apenas mais do mesmo já descrito. Erros de passe, erros de posicionamento, erros de escolhas (mesmo com a expulsão de Lucas Romero, nada mais poderia ser feito, era apenas um bate e volta na frágil defesa celeste, que mesmo sendo fraca não foi vazada). O Atlético tem o pior início de campeonato em pelo menos uns 10 anos, e olha que fizemos campanhas pífias nesse meio tempo. Como coloquei nos primeiros parágrafos, era difícil imaginar um começo de temporada assim, entretanto uma sucessão de erros de planejamento jogou o ano do Galo no lixo, desde a ruptura de um trabalho vitorioso; a escolha de uma nova metodologia técnico e tática (Ultraofensivo Levir pelo defensivista Aguirre), erros de prioridades em contratações (um grande zagueiro para o lugar de Jemerson seria mais útil que Robinho; um centroavante logo de início, um lateral esquerdo decente para a reserva, e cabeças pensantes para o meio campo – havíamos perdido Guilherme e Giovanni Augusto, que querendo ou não, faziam a função, e para o lugar de ambos chegou apenas Cazares, selecionável, todo mundo sabia que o Equatoriano nos desfalcaria por seguidas rodadas por conta da Copa América).

Remetendo a uma metáfora do automobilismo: carro mal nascido, mal pensado pelos engenheiros raramente ganha corridas, e muito menos campeonatos (um desses inclusive matou Ayrton Senna). O Atlético de 2016 foi um time mal nascido, mal pensado e está sendo mal gerido. A bola pune incompetência.

Estamos vivendo dias de um passado esquecido. Um passado de Nélio Brant, Ricardo Guimarães, Ziza Valadares. Espero acordar logo desse pesadelo.

Por: @Mhfernandes89

Polônia bombardeia e vence Irlanda do Norte

No primeiro jogo deste domingo (12/06), Polônia e Irlanda do Norte se enfrentaram em Nice, sendo esta a primeira partida da cidade na Eurocopa. Em um jogo de ataque e defesa, coube à Milik marcar o gol solitário e acabar com o tabu polonês de nunca ter vencido na fase final da Euro, enquanto aos Irlandeses, restaram apenas lamentações pela derrota e o fim de uma invencibilidade de 12 jogos.

Polônia: Um bombardeio para conquistar a primeira vitória

A estreia da Polônia na Eurocopa da França foi cercada de ingredientes. Se não era uma debutante no torneio, a seleção polonesa nunca havia vencido uma partida nas duas vezes anteriores em que participou do campeonato europeu. Além disso, os alvirrubros nunca chegaram considerados tão fortes como nessa competição.

A primeira partida foi bem mais tranquila do que o placar aparenta. A Irlanda do Norte, rival nesta tarde, limitou-se à defesa em praticamente todo o jogo e mal esboçava contra-ataques. Apesar de amplo domínio da primeira etapa e de uma posse de bola digna de Barcelona (na casa dos 60%), os poloneses abusaram de perder gols e não saíram do 0x0.

A briga contra o relógio não durou muito na etapa final. Milik recebeu boa bola logo aos cinco minutos e bateu no contrapé do goleiro adversário, aliviando os polacos e a si mesmo, já que o autor do gol havia perdido uma chance incrível no primeiro tempo.

Depois do gol os poloneses continuaram dominando totalmente a partida e só levaram sustos em uma oportunidade, muito pouco, porém, para correr riscos de vitória. Era muito mais provável marcar o segundo gol do que sofrer o empate e a vitória foi assegurada sem maiores problemas.

A vitória vale muito para a Polônia. Não apenas pelos tradicionais três pontos - já que o próximo duelo é contra a forte Alemanha -, mas principalmente por tirar o peso de uma vitória que ainda não tinha sido conquistada na história.

Por: Stéfano Bozza | @stebozza

Irlanda do Norte: Um sonho que durou 50 minutos e 24 segundos

A Irlanda do Norte foi à Nice com um objetivo, se defender. Em sua estreia em Eurocopa, A Norn Ironentrou em campo com um plano tático muito bem formada sendo sua base uma defesa sólida em uma tentativa de passar os 90 minutos sem levar nenhum gol. Plano que se mostrou ineficaz ao permitir as diversas infiltrações polonesas pelas laterais, e que aos 5 minutos do segundo tempo, permitiu Blaszczykowski cruzar para Milik transformar o sonho de estar na Euro 2016 em um enorme pesadelo.

A muralha irlandesa durou até os 5 minutos do segundo tempo (Foto: globoesporte.com)
Em um primeiro tempo de ataque contra defesa, os Irlandeses adotaram uma formação extremamente defensiva, usando um 5-4-1 deixando Kyle Lafferty como único atacante e às vezes alternado para um 6-3-1 com o recuo de Baird para formar uma superbarreira defensiva. Tal esquema de jogo obrigou a Polônia "bombardear" a área irlandesa, mas nada que causasse algum incomodo, já que a jogada aérea é algo bem trabalhado pelo técnico Michael O'Neill.

No segundo tempo todo o plano foi por água a baixo. Em uma jogada nas costas do lateral McAuley surgiu o gol polonês, tal acontecimento obrigou o time a sair do modo defensivo o qual se encontrava e começar a ir ao ataque. Mas dessa vez a seleção irlandesa esbarrava em sua qualidade técnica precária tendo como única arma lançamentos longos rumo a área da Polônia, mesmo criando algumas chances com Washington e Lafferty todo o esforço irlandês se provou ineficaz.

Mesmo com a derrota, a Norn Iron ainda possui chances de classificação e enfrenta a Ucrânia em Lyon na próxima quinta-feira (16/06) em busca de uma inédita vaga na segunda fase.

Por: @arturpinheirom

Naça estreia com derrota na Série D

Parece um pesadelo, mas não é. Após uma excelente partida, o Nacional foi derrotado em sua estreia na Série D, jogando contra o Gênus, em Porto Velho. Pemaza marcou para os donos da casa e fez o time manauara voltar sem nenhum ponto para casa.


O JOGO:

Mesmo com um time totalmente novo, o Nacional começou melhor na partida. Com velocidade pelas laterais e muita marcação no meio campo, o time pressionava o adversário e não o deixava jogar. Nonato perdeu dois gols que não costuma perder e ainda marcou em um impedimento. Benazzi armou o time em duas linhas de quatro que buscavam o fundo para Nonato finalizar e Malaquias pegar o rebote. Dava certo, o time criava bastante e não tomava conhecimento do adversário. A defesa era segura e jogava adiantada, o goleiro Tom trabalhou pouco.

Na volta do segundo tempo, o time continuou da mesma forma: Utilizando os flancos, a bola era recuperada e rapidamente chegava o ataque pelos pés de Charles ou Esquerdinha. O time foi começando a cansar e Benazzi logo substituiu Nonato e Malaquias por Verçosa e Raílson. Com um time mais leve, as chances criadas eram ainda maiores e o time perdeu gols em grande escala. Lá atrás, Tom fazia boas defesas e garantia lá atrás. Como quem não faz leva, o time foi castigado. Os donos da casa acharam uma bola, e após um cruzamento, Pemaza marcou.  A partir daí não teve tempo pra mais nada, e o árbitro encerrou o jogo.

Torcida se fez presente em Porto Velho.
OPINIÃO DO COLUNISTA;

Ninguém gosta de sair perdendo em uma competição, muito menos pro GÊNUS(!!!), já começa a passar aquele filme na cabeça, entretanto, há de se destacar a boa atuação do time. Fazia anos que não via o Nacional jogar tão bem fora de casa contra um adversário tão enjoado. O próximo jogo é em Manaus e a tendência é que melhore ainda mais. Esquerdinha entrou bem na equipe e parece ser o maestro que a equipe necessitava. Vamos esperar, mas eu fiquei confiante. Se isso é bom? Só os jogos irão dizer.

Nacional FC: Tom; Osvaldir, Roberto Dias, Tiago Bernardi e Alex Cazumba; Esquerdinha, Thiago Ulisses, Carlinhos e Charles; Nonato (Verçosa) e Malaquias (Raílson)

VAMOS, NAÇA!

@gabrielantony_

Sem gols, Braga empata em casa com o Paysandu



Bragantino 0 x 0 Paysandu - Um placar que poderia ter sido diferente se a equipe do Massa Bruta se as finalizações fossem feitas com mais precisão. Movimentação é o que não faltou, mas as equipes não conseguiram o mais importante no futebol: o gol. Vamos para a resenha da partida.

PRIMEIRO TEMPO - A primeira chance de gol foi da equipe paraense: cruzamento para dentro da área e cabeceio de Alexandro, passou longe. O Bragantino parecia perdido em campo e não conseguia manter a posse de bola. Toninho Cecílio fez sua primeira substituição ainda no primeiro tempo, saiu Léo Jaime que sentiu a coxa e colocou Claudinho, atacante que veio do Corinthians por empréstimo.

A substituição pareceu ter surtido efeito, aos 40 minutos veio a melhor chance do Bragantino no primeiro tempo: cruzamento na área e cabeçada de Eliandro, no rodapé de Emerson, que segurou a bola antes que Tartá chegasse para garantir o gol.

SEGUNDO TEMPO - As equipes retornaram ao gramado sem alterações, a primeira boa chance foi do Braga: cobrança de falta de Bruno Pacheco e cabeceio de Eliandro, muito rente à trave. Na sequência, o Paysandu chegou com perigo: Jhonnatan tocou para Rafael Costa, mas o chute foi ruim e não levou perigo para Felipe.

Aos 15 minutos, Watson deu bom passe para Eliandro, que dentro da área finalizou muito mal e desperdiçou uma grande oportunidade de abrir o placar. A partir disso, o jogo ficou morno, muito pegado no setor do meio-campo, e o Bragantino não se impôs para tentar fazer o gol.


Aos 38 minutos, o Bragantino acordou e voltou a pressionar: Guilheme Andrade cruzou para dentro da área e Eliandro se esforçou para conseguir cabecear (a bola passou muito próxima a trave). No lance seguinte, o Paysandu teve sua melhor chance da partida, Fabinho avançou e chutou cruzado com força, mas Felipe consegue espalmar e garantir o empate até então.

A última chance do Bragantino foi aos 47 minutos do segundo tempo: após cobrança de escanteio, a bola sobra para o zagueiro Éder Lima, que não conseguiu a conclusão, desperdiçando, de fato, a melhor chance do jogo.

CONCLUSÃO - Jogo muito fraco tecnicamente, muito frio e vento e falta de precisão, acabaram definindo o placar de 0 a 0. O Bragantino volta aos gramados nessa terça-feira dia 14 de junho às 21h30min para enfrentar o CRB em Alagoas no Estádio Rei Pelé.

Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Botafogo cede empate no fim e continua lanterna

Em jogo válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, o Botafogo recebeu o Vitória, na manhã deste domingo (12), em Volta Redonda. Após ter sofrido goleada na semana passada, o Glorioso veio em busca de reabilitação. E quase conseguiu, porém, já nos acréscimos, cedeu o empate e viu as chances de sair da zona da degola irem por água abaixo. O Alvinegro, ainda lanterna, enfrentará o América-MG, adversário direto, na próxima quarta (15), às 21h, também no Raulino de Oliveira.

Aquino não ajudou e Botafogo apenas empatou (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
O JOGO

Aos 6 minutos do segundo tempo, Sassá, que havia acabado de entrar no jogo, abriu o placar. Gegê bateu escanteio e Luis Ricardo desviou. A bola passou por toda a pequena área e achou o atacante, livre, que fez 1 a 0. O empate veio aos 46'. Diego Renan cruzou na área e a defesa do Botafogo parou achando que a bola ia para fora. Mas Victor Ramos apareceu para completar para o fundo das redes e deixar tudo igual no Raulino. 

Sassá comemora o gol, coisa rara (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
O Vitória teve oportunidade de gol. E foi no começo do jogo. Aos 3', Kieza recebeu passe de Dagoberto, ganhou da marcação e bateu cruzado. A bola passou bem perto do gol. Mas o Botafogo teve mais chances ao longo do jogo. Aos 17 minutos do primeiro tempo, Anderson Aquino recebeu na área, dominou e finalizou. O goleiro Fernando Miguel espalmou e salvou o Vitória. Aos 36', o Glorioso apertou a saída do time baiano e roubou a bola. Leandrinho tocou para Ribamar, que tentou tirar do goleiro, porém, sem sucesso. Fernando Miguel fez outra boa defesa. Aos 47', no último lance da etapa inicial, Bruno Silva recebeu lançamento excelente de Diogo Barbosa, mas cabeceou para fora.

O Alvinegro retornou para o segundo tempo com Sassá no lugar de Ribamar. Aos 5 minutos, Luis Ricardo tocou para Anderson Aquino, recebeu de volta e mandou na área. A bola bateu na trave.  Aos 13', Marinho puxou contra-ataque e tocou para Kieza. Ele passou pelo zagueiro e chutou na trave. Quase o empate. No rebote, Tiago Real acertou a zaga. Aos 18', Fernandes substituiu Airton, com cãibra. Aos 23', Diego Renan pagou sobra de bola na entrada da área e soltou uma bomba. Sidão espalmou e salvou o Botafogo. Salgueiro, no minuto seguinte, entrou no lugar de Leandrinho. Aos 37', Sassá foi lançado e se livrou de Fernando Miguel. Sem ângulo, o atacante saiu da área e tocou para Salgueiro, que cruzou na direção de Anderson Aquino. Ele não conseguiu o cabeceio e desperdiçou boa chance. E foi só. Empate com sabor de derrota.

OBSERVAÇÕES

- Ricardo Gomes, nervoso, após o jogo, declarou que a pressa é inimiga da perfeição. Ou seja, para ele, a demora para vencer é normal. Ok.

- Ganhar do Vitória "em casa" era obrigação. Tomar o empate nos acréscimos lutando para fugir da zona de rebaixamento é vacilo. Atitude de time displicente, desatento, sem ambição. Botafogo perdeu pontos essenciais, que o tirariam da zona. Quarta, diante do América, também no Rio, mais uma vez a vitória é obrigação.

- Fato preocupante: Botafogo levou gol em TODOS os jogos do Brasileiro até agora. E continua com o pior ataque da competição.

- Airton voltou ao time. E voltou bem. Sidão estreou e agradou. Mostrou segurança. Não teve culpa no gol. Já Ribamar não tem condição de ser titular. Anderson Aquino idem.

- É torcer para que os reforços, assim que puderem jogar, correspondam. Caso contrário...

FICHA DO JOGO

Botafogo 1
Sidão, Luis Ricardo, Emerson Silva, Renan Fonseca, Diogo Barbosa; Airton (Fernandes), Bruno Silva, Leandrinho (Salgueiro), Gegê; Anderson Aquino, Ribamar (Sassá). Técnico: Ricardo Gomes.

Vitória 1
Fernando Miguel, Norberto, Victor Ramos, Ramon, Diego Renan; Amaral (Alípio), Willian Farias, Flávio (Tiago Real); Marinho, Kieza, Dagoberto (Vander). Técnico: Vagner Mancini.

Estádio: Raulino de Oliveira (Volta Redonda/RJ).
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Assistentes: Celso Luiz da Silva (MG) e Sidmar dos Santos Meurer (MG).
Gols: Sassá (6' do 2º T), Victor Ramos (46' do 2º T).
Cartões amarelos: Airton e Anderson Aquino (Botafogo); Marinho (Vitória).
Público: 2.208.
Renda: R$ 28.340,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 
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