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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Com Hamsik decisivo, Eslováquia vence Russia

O homem do jogo, Marek Hamsik. Créditos: Reuters
Em partida movimentada, principalmente no primeiro tempo, a Eslováquia soube aproveitar bem as oportunidades criadas, para assim garantir sua primeira vitória na Euro; Já a Rússia se complicou na chave, com apenas um ponto somado até agora, irá depender de combinações de resultados para avançar para a fase das oitavas da competição.

Uma vitória para a história

Eslováquia, pequeno país do leste Europeu, suas altas temperaturas, montanhas e a tradicional neblina formam um clima frio e sereno, que hoje foi banhado de alegria e cores, pois pela primeira vez na história a seleção eslovaca venceu na Eurocopa em sua primeira participação, e regida por seu maestro Marek Hamsik venceu a Russia por 2 tentos a 1.

Um primeiro tempo perfeito, todos os erros da estréia, a ansiedade, o medo de ir pra cima e os erros na transição defesa para meio de campo foram solucionados, a grande estrela Marek Hamsik se movimentando, e fazendo o papel de puxar o jogo para si foi exercida e assim o jogo fluiu contra uma Russia que possuía a posse da bola, entretanto, apenas no seu campo, não avançava rumo o gol esloveno. O jogo seguia o parâmetro do equilíbrio até que ele Marek Hamsik voltou a defesa para armar a jogada e fez um lançamento espetacular para Weiss que precisou apenas cortar a zaga e jogar no fundo da rede russa aos 31' minutos do primeiro tempo. E aos 44' saiu mais da safra de golaços dessa Euro, Hamsik recebeu após escanteio curto e da lateral arriscou um chutaço que foi no canto do goleiro Akinfeev.

Seleção eslovaca comemorando o seu segundo gol. Créditos: Reuters
No segundo tempo, a postura eslovaca continuou, com uma marcação até mais forte sobre a Russia, que ficava acuada, apostava nos lançamentos e sofria com os contra-ataques, o jogo foi ficando truncado, a Eslováquia com o tempo foi mudando sua postura e recuando sua linhas, assim deixando espaço para a Russia trabalhar a bola, isso possibilitou mais chances de gol russas principalmente com Smolov, e o jogo foi ficando cada vez mais morno até que aos 36' saiu o gol de honra russo com Glushakov, a Eslováquia conseguiu segurar a pressão final russa e assim sagrou sua primeira vitória no grupo B da Eurocopa e colocar o seu nome e de seu maior jogador na história da competição, o time eslovaco agora irá enfrentar a Inglaterra no dia 20 de Junho às 16 horas no estádio Geoffroy Guichard buscando a classificação com vitória ou empate, dependendo do resultado do outro jogo da chave.

A Rússia agora precisa vencer, além de ter que contar com a combinação de resultados envolvendo a mesma Eslováquia e a Inglaterra. Situação muito complicada para a Rússia, que irá enfrentar o País de Gales na próxima segunda-feira, dia 20 de junho, às 16 horas no Estádio Municipal de Toulouse.

FICHA TÉCNICA 
RÚSSIA X ESLOVÁQUIA

Local: Estádio Pierre Mauroy, em Lille (França) 
Data: 15 de junho de 2016 (Quarta-feira) 
Horário: 10h(de Brasília) 
Árbitro: Damir Skomina (Eslovênia)

RÚSSIA: Akinfeev, Smolnikov, Berezutski, Ignashevich e Schennikov; Neustädter, Golovin e Shatov; Smolov, Kokorin e Dzyuba. Técnico: Leonid Slutsky

ESLOVÁQUIA: Kozácik, Pekarík, Skrtel, Durica e Svento; Mak, Kucka, Hrosovsky, Hamsik e Weiss; Michal Duris. Técnico: Jan Kozak

Eduardo Maya
Matheus Segur

Zagueiro Lucas Cunha elogia preparação do XV de Piracicaba para a Copa Paulista

Na manhã desta quarta-feira (15), o XV de Piracicaba realizou um jogo-treino contra a equipe do Palmeirinha de Porto Ferreira, no Estádio Municipal Barão da Serra Negra. O Nhô Quim, que segue na preparação para a estreia da Copa Paulista, venceu pelo placar de 1 a 0.

- Por ser o primeiro jogo da equipe, o time se portou muito bem. Conseguimos realizar tudo o que foi pedido pelo Cléber Gaúcho, impusemos o ritmo de jogo e saímos com a vitória. Foi um placar magro, mas criamos várias jogadas de gol onde o goleiro adversário e a trave impediram que o placar fosse mais elástico, diz Lucas Cunha.

O zagueiro de 21 anos, que retornou neste ano para Piracicaba, ressalta a importância de atividades como essa.

- Realizar jogo-treino antes da competição é de suma importância, pois nos dá confiança e entrosamento para o início da competição, avalia.

O XV de Piracicaba estreia na Copa Paulista no dia 02 de julho, às 16h, contra a equipe do Juventus. Ainda pelo Grupo 3, o time comandado por Cléber Gaúcho, vai enfrentar o Bragantino, Ituano, Paulista, Red Bull Brasil e o São Paulo.

- Nossa equipe vem muito forte para a Copa Paulista, todos os atletas estão comprometidos e queremos deixar o nosso nome na história do clube conquistando o título e a vaga para a Série D do Campeonato Brasileiro do ano que vem, garante o zagueiro.

O XV de Piracicaba faz outro jogo-treino diante do Independente, na próxima segunda-feira (20), no Estádio Municipal Barão da Serra Negra.

Foto: Assessoria de Comunicação - XV de Piracicaba

Bragantino perde para o CRB e volta para o Z4

CRB 2 X 1 BRAGANTINO

O torcedor do Massa Bruta estava feliz pelo fato do Bragantino ter saído da zona de rebaixamento semanada passada, mas o time perdeu para o CRB de Alagoas nessa terça e acabou retornando ao Z4 na 17ª colocação.


PRIMEIRO TEMPO

No primeiro bom lance do jogo, aos 6 minutos, Claudinho recebeu passe aberto pela direita e cruzou rasteiro para Renato isolar por cima do gol de Júlio César. O time alagoano respondeu em chute de fora da área de Galdezani que exigiu defesa de Felipe.

Aos 11 minutos de bola rolando, o CRB conseguiu abrir o placar, Luidy driblou a defesa do Massa Bruta e cruzou para Bruno marcar de cabeça o primeiro gol do jogo.

O Braga acabou se abatendo com o gol e foi dominado pelo CRB. O jogo acabou ficando feio, e Diego Jussani do CRB foi expulso por reclamação, mesmo no banco de reservas.

Aos 34 minutos, Dakson cobrou falta de longe e colocou pela linha de fundo, mas na cobrança de escanteio a defesa do Bragantino afastou o perigo. A resposta veio logo em sequência: Claudinho pedalou dentro da área e chutou rasteiro, mas Júlio César defendeu.

O segundo gol do CRB surgiu aos 38 minutos após cobrança de falta de Diego e cabeçada de Adalberto, sem chances para Felipe.

SEGUNDO TEMPO

Para tentar corrigir o time, Toninho Cecílio trocou Erick por Leandro Brasília e Serginho por Tartá, mas foi o CRB que começou melhor e quase fez o terceiro em chute de Dakson, defendido por Felipe em dois tempos.

Aos 19 minutos, Bruno Nascimento recebeu passe de Lúcio Maranhão e chutou cruzado para fora. O Bragantino respondeu com jogada do meia Watson: cruzamento na medida para Eliandro que sobiu no meio da defesa e cabeceou sobre o travessão.

Num dos últimos lances do jogo, aos 46’, Bruno Pacheco cruzou para dentro da área com efeito, a defesa não conseguiu afastar e a bola sobrou para Edson Sitta fuzilar para o fundo das redes para diminuir o placar.


CONCLUSÃO

O Bragantino melhorou num quesito, mas parece que piorou em outro. O meio-campo passou a funcionar melhor Watson e Tartá armando as jogadas e o ataque ganhou uma referência com Eliandro isolado na frente com a 9.

Outra boa escolha do técnico Toninho Cecílio foi colocar Edson Sitta como segundo volante, dando liberdade de subir para o ataque, onde tem qualidade. Porém, a defesa piorou com a saída de Douglas Silva, pois Éder Lima não apresenta segurança ao lado do jovem Rodrigo Sam que chegou da base do Corinthians por empréstimo.

PRÓXIMA PARTIDA

O Bragantino volta aos gramados nesse sábado dia 18 de junho às 16 horas, no Estádio do Arruda, onde irá enfrentar o Náutico. O Braga tem oito pontos, apenas um a menos que o Paysandu, primeiro time fora do Z4.

Vacilos na defesa, virada e novo revés: Pesadelo de 2015 voltando?

A torcida do Bahia – que não difere muito das outras espalhadas pelo país – é marcada por uma bipolaridade comportamental que chega a ser risível de tão ESCRACHADA. Após a sequência de três triunfos era inevitável a CAÇADA ao líder Vasco e o sentimento era de euforia e satisfação. Hoje, parece que abriram a caixa de PANDORA e todos os males e defeitos do mundo foram direcionados ao time do Bahia – que pelo que leio e escuto da aficionada turba está prestes a repetir o destino trágico da equipe de Sérgio Soares temporada passada e condenada a seguir no purgatório da B. Alguns desesperados temem até o inferno da Série C. Algo de palpável que sustente tal preocupação? Antes da resposta, debruçar-me-ei sobre a derrota que desencadeou essa onda de pessimismo e lamúria.

O Bahia que entrou em campo na GÉLIDA noite de terça-feira no Heriberto Hulse não tinha grandes surpresas: Thiago Ribeiro retornava ao time titular, pois Edigar Junio deve ficar fora por 15 dias e Luisinho não inspira confiança – para dizer o mínimo. Na lateral Moisés voltava à lateral esquerda totalmente recuperado da lesão muscular que o tirou do time por dois jogos. Com os jogadores disponíveis a escalação era a mais coerente e o sistema de jogo o mesmo dos últimos jogos – a repetição proporciona o padrão de jogo.

O embate começou morno, e que poderia ser explicado pela baixa temperatura da noite. Mas era fruto realmente de duas equipes muito bem postadas em campo, defensivamente sólidas. O Criciúma iniciou o jogo com sua característica histórica dentro de casa: Imposição física, jogo aéreo, bola parada, transições pelo alto e muita força nos encaixes individuais, na segunda bola e confronto direto por setor. O Bahia marcava por zona, bloco médio, negava espaços e tentava sai cadenciando o jogo e buscando espaços nas falhas de recomposição dos carvoeiros. Faltava mais intensidade para contragolpear e velocidade nessa transição ofensiva.

Bahia deu um susto na torcida local quando Tinga encontrou Hernane livre de marcação no miolo da zaga, porém o Brocador cabeceou fraco e em cima do goleiro Luiz. Era um ensaio. Em jogada similar a bola foi invertida pro Juninho e encontrou Danilo livre às costas do lateral [novamente pela direita]. Sem marcação o volante/meia/extremo cruzou rasteiro para o artilheiro do Bahia no ano com 14 gols empurrar para as redes no final da primeira etapa. Vantagem para descer aos vestiários com tranquilidade.


A situação estava tranquila para o Bahia, mas era bem incômoda para o time da casa. Roberto Cavalo ciente da necessidade de mudar a dinâmica da partida realizou uma mudunça: Tirou o bom volante prata da casa Barreto – sem função no contexto do jogo – e colocou o promissor meia Juninho, emprestado pelo Palmeiras após se destacar no vice-campeonato Paulista pelo Audax. A diferença na características dos jogadores deu ao Criciúma mais qualidade na saída para o ataque, porém expôs o meio campo do time às investidas tricolores. Tinga poderia ter ampliado a vantagem em grande jogada individual mal concluída. O Bahia seguia controlando o jogo e não corria riscos. Até que Roberto Cavalo resolveu arriscar mais. Trocou o apagado atacante Roberto por Hélio Paraíba – a mudança que alterou o panorama do jogo.

Em uma saída errada de jogo do Bahia, Hélio foi acionado em seu primeiro lance e encontrou Gustavo pelo meio da área. Lucas demorou a fazer a leitura da jogada e permitiu a finalização certeira do atacante. Jogo empatado. Por pouco tempo. No lance seguinte Moisés subiu ao ataque e experimentou um chute rasteiro no gol que o goleiro Luiz aceitou de bom grado. Nova vantagem tricolor faltando meia hora de peleja.

A partida então esquentou de vez. Precisando reagir o Criciúma adiantou suas linha e empurrou o Esquadrão contra seu próprio campo. Para reoxigenar a equipe Doriva trocou Thiago por Luisinho e Cajá por Régis. A ideia era ter jogadores prontos para aproveitar os espaços e contra atacar com qualidade. E poderia ter dado certo pois logo após as mudanças o time encaixou excelente contragolpe que Danilo cruzou na cabeça de Luisinho. Na conclusão a bola chocou-se com o poste. Novamente mais uma grande partida protagonizada pelo tricolor na divisão de acesso à elite.

Sentindo a água bater no pescoço, o Criciúma lançou-se de vez ao ataque: Poderia ter empatado com Ezequiel que isolou a bola de frente para Lomba, mas só conseguiu a igualdade na bola parada, novamente com Gustavo. O atacante subiu sozinho na pequena área. Falhou grave da defesa em um momento de definição da partida.

Restando quinze minutos para o fim do jogo a equipe da casa partiu para o ABAFA. Teve pênalti em bola que pegou no braço de Tinga, mas Lomba INACREDITAVELMENTE voltou a defender uma penalidade pelo Bahia após TRÊS ANOS. No entanto foi um feito inócuo. Outra bola alçada na área, Feijão e Jackson se atrapalharam no corte pelo alto e ela sobrou limpa para o zagueiro Raphael cruzar para o complemento de Hélio Paraíba – o homem que mudou o jogo. Desatenção e falhas bobas determinantes para que o tricolor deixasse escapar pontos importantes e difíceis de conquistar. Não foi a tragédia que pareceu, ainda que o contexto do jogo permita lamentar uma derrota que, espero, seja circunstancial.

Por isso não vejo muito sentido – e claro, essa impressão é baseada na racionalidade da análise do contexto da partida – em associar o que aconteceu ontem no interior de Santa Catarina com as recorrentes ‘amareladas’ do time na temporada de 2015. Sim, a equipe mostrou incapacidade de controlar as vantagens contra Vasco e Criciúma, porém isso tem sido EXCEÇÃO e não regra. Foi a primeira virada que o Bahia sofreu na temporada toda. A defesa, que se comportou muito mal nesses dois jogos, não foi vazada em SEIS das NOVE rodadas iniciais, e mesmo os erros que apareceram nessas ocasiões [falhou na bola parada, erro na bola aérea e pênaltis bobos] têm sido menos frequentes atualmente que eram um ano atrás. Claro, é importantíssimo estar atento para que tais erros não se repitam, porém enxergar similaridade com 2015 – quando tínhamos um elenco notadamente mais limitado e qualidade em posições como ataque e laterais – parece-me mais HISTERIA motivada por componentes emocionais. Válido e compreensível, portanto. Desde que não seja transformado em pressão exacerbada em cima de um time que até agora tem mostrado evolução e mantido um desempenho razoavelmente bom no campeonato mais importante da temporada.

Bahia está IDENTICAMENTE na mesma posição da tabela que 2015. Suficiente para acordar FANTASMAS
NOTAS SOBRE ELA [A DERROTA DE VIRADA]

- Feijão tem sido o principal destaque do time este ano [você leu sobre isso aqui], mas ontem falhou RUDE nos dois últimos gols do Criciúma. No primeiro ficou pregado no chão e no segundo atrapalhou Jackson na tentativa de corte. Ele é um dos responsáveis pela melhora do time na bola aérea defensiva, mas ontem parece ter CONGELADO no frio;

- Um dos principais líderes do elenco e referência técnica do time, Marcelo Lomba não se NOTABILIZA pela capacidade de defender pênaltis – motivo até de CHACOTA pela própria torcida. Ontem defendeu a cobrança de Élvis muito bem, esperando a batida e voando no canto certo. No twitter o preparador de goleiros do Esquadrão, contratado esse ano, comemorou e explicou o trabalho desenvolvido. Pena que o impacto foi reduzido com a derrota;

- Essa equipe do Criciúma mostra-se candidata a uma vaga na Série A 2017. Tem bons destaques [Gustavo, Niltinho, Élvis, Barreto, Marlon] e EMULA as características históricas do clube: Time forte no aspecto físico, boa bola parada, raçudo e forte em casa. Elementos que combinam muito com a Série B;

- Bahia perdeu Feijão e Cajá para o confronto sábado contra o Londrina e possui reservas imediatos prontos para entrar no time: Paulo Roberto e Régis. Isso mostra que o elenco está equilibrado e sendo bem conduzido por Doriva;


- Índice de acertos nas finalizações segue em franca evolução. Se o time comprovar que os erros defensivos contra Criciúma e Vasco são ‘pontos fora da curva’ dá para projetar uma caminhada tranquila até a Série A. Para tanto será necessário se impor contra os próximos adversários [Londrina e Tupi] já que a tabela tem sido ‘ingrata’ até agora, com confrontos contra os times mais tradicionais. É não sair do G-4 até final de novembro.



Fonte estatística: Footstats

ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP

Deficiência no ataque e 0x0 no placar

Na noite de ontem (14/06), o Joinville mais uma vez deixou explícito a sua principal carência: o ataque. Mau posicionamento, camisa 9 que não consegue prender a bola, atacante de beirada que não consegue acertar uma jogada individual, enfim, está complicado, mas reforços para este setor estão chegando (alguns já chegaram), e a expectativa é que melhore. Mais um empate na conta do Joinville, e aos poucos vamos desperdiçando pontos preciosos em casa.

Hemerson Maria precisa contar logo com os reforços que chegaram e estão chegando.
Foto: Divulgação/JEC
Sem Cléo Silva suspenso, o setor ofensivo do JEC contou com Juninho e Gabriel Vasconcellos (recém-chegado); Juninho foi relativamente bem, mas precisa mostrar bem mais com a camisa do JEC, ontem foi apenas uma finalização perigosa, e só, falta acertar mais nas jogadas individuais, encaixar um drible que faça a diferença no campo de ataque; já Gabriel, precisa mostrar mais, foram duas partidas, e duas atuações apagadas, talvez possa ser remanejado para a beirada do campo, pois na função de camisa 9, não está rendendo (e nem tem característica de 9). 

Com a bola rolando, foram três boas chances de gol na primeira etapa, duas para o JEC (Pereira e Juninho) e uma para o clube goiano, que seria em uma cobrança de falta aos 50 minutos da etapa inicial, exigindo uma linda defesa de Oliveira. Jogando em casa, o Joinville foi para cima nos minutos iniciais, tanto que chegou com perigo logo aos 8 minutos, quando Pereira deu uma boa arrancando e bateu com a perna esquerda, pena que saiu fraco. Alguns minutos depois (12 para ser mais preciso), Juninho foi pifado dentro da grande área e bateu bem para o gol, mas o arqueiro Marcos praticou uma grande defesa. Após isso, jogadas perigosas foram escassas, a não ser a cobrança de falta já citada no início para o Atlético. Um jogador do Joinville ainda merecia ser expulso, e trata-se de Ligger, que matou uma jogada do Atlético, sendo o último homem de defesa. E fim de primeiro tempo, etapa onde o Atlético botou a bola no chão (e muito bem), tocando a bola com consciência, mas não conseguindo finalizar com perigo, a não ser em cobranças de falta; enquanto isso, o JEC sofreu com a falta de um camisa 9 de verdade, já que não tinha ninguém que segurasse a bola para quem vinha de trás, só que mesmo assim, conseguiu chegar com perigo duas vezes, pena que a bola não entrou.

O segundo tempo foi um pouco mais fraco tecnicamente, tanto que os dois únicos lances perigosos aconteceram antes dos 15 minutos iniciais, um a favor do JEC e o outro a favor do Atlético; o lance do tricolor catarinense veio aos 5 minutos, quando Carlos Alberto bateu forte, mas no meio do gol. A oportunidade a favor do clube goiano apareceu aos 11 minutos, quando Michel driblou Bruno Aguiar e bateu forte, Oliveira espalmou! As chances de vitória a favor do JEC se reduziram quando Fernando Viana entrou no time, atacante completamente nulo, muito fraco tecnicamente; com a saída de Pereira e a entrada de Diones então... Aí se aniquilaram por completo alguma pretensão de vitória. O clube de Goiás ainda teve um jogador expulso, mesmo assim o Joinville não conseguiu fazer o gol, até porque o Atlético se fechou ao máximo formando duas linhas de quatro, decretando assim o fim de jogo na Arena Joinville e o zero no placar.

Juninho quase anotou o seu gol. Foto: Divulgação/JEC
Empatar em casa sempre é ruim, mas há de se levar em consideração que o Joinville empatou com um bom time, que está nas cabeças da competição, vale lembrar que o clube goiano bateu na última rodada o bicho papão da Série B. Já pelo lado tricolor, algumas coisas precisam ser destacadas, umas boas e outras ruins. As ruins são em relação a Diego (LE) e ao ataque; o lateral esquerdo não vem fazendo boas partidas, e vem taxando o lado direito ofensivo adversário como o “mapa da mina”, ele demora muito para colar no jogador que está marcando, ou seja, bolas são alçadas na área sem dificuldade. Outro destaque negativo vai para Hemerson Maria, que fez lambança duplamente: uma ao por Fernando Viana, e outra em sacar Pereira para pôr um volante. Mas temos coisas positivas também, como as ótimas partidas que Ligger vem fazendo, um ótimo quarto zagueiro, que caiu como uma luva no tricolor; vale ressaltar também a qualidade que Carlos Alberto vem demonstrando, um meia inteligente que vai nos ser muito útil no decorrer da competição.

Confira abaixo a ficha técnica do jogo:

JOINVILLE 1x1 ATLÉTICO-GO

Local: Arena Joinville, Joinville (SC);
Público e renda: 3.801 pessoas presentes, para uma renda de R$ 41.790,00;
Arbitragem: José Cláudio Rocha Filho foi quem comandou o apito, ele foi auxiliado por Alberto Poletto Maseira e Daniel Luis Marques;
Cartões amarelos: Ligger (JEC), Bruno Aguiar (JEC) e Carlos Alberto (JEC) | Marcos (ACG), Lino (ACG), William Schuster (ACG) e Alison (ACG);
Cartão vermelho: Alison (ACG);

Joinville: Oliveira | Everton Silva, Bruno Aguiar, Ligger e Diego | Naldo, Paulinho Dias, Carlos Alberto e Pereira (Diones) | Juninho (Murilo) e Gabriel Vasconcellos (Fernando Viana) | Técnico: Hemerson Maria;

Atlético-GO: Marcos | Matheus Ribeiro, Lino, Marllon e Romário | Michel, Pedro Bambu, Magno (Bruno Barra) e William Schuster (Luiz Fernando) | Gilsinho (Jorginho) e Alison | Técnico: Marcelo Cabo.

Paulinho Dias esteve meio apagado no jogo. Foto: Divulgação/JEC
Apesar de ainda ser deficiente no setor ofensivo, mas o Joinville vem evoluindo na competição, os problemas na defesa e no meio campo parecem que foram solucionados, só falta um lateral esquerdo de qualidade para fechar, além do ataque, cuja posição onde alguns jogadores já estão acertados (Dodo e William Barbio), outro pode retornar de lesão na próxima partida (Heliardo, que estreou contra o Vasco e machucou o joelho) e um bem conhecido da nação pode estar voltando (Jael). O tricolor volta a campo na próxima sexta-feira, abrindo a 10ª rodada da Série B contra o Ceará, o jogo ocorre na Arena Joinville as 19h15. 

Artilheiro do Alagoano, Katê reforça o ataque do CSA

Artilheiro do Campeonato Alagoano, com nove gols, o meia-atacante Katê é o mais novo reforço do CSA. O atleta foi apresentado nesta quarta-feira (15), no CT do Mutange, em Maceió. O departamento de supervisão do clube corre contra o tempo para regularizar o jogador e deixá-lo disponível para o próximo jogo do Azulão.


Aos 24 anos, Katê tem passagens por Vitória, Ceará, América de Natal e Cuiabá, tendo disputado o último Campeonato Alagoano pelo Murici. Em entrevista à assessoria de imprensa do clube, o jogador mostrou muita empolgação com a chegada ao CSA.

"É um clube grande, que tem uma torcida que deixa até o adversário arrepiado. Pude sentir isso nas várias vezes em que atuei contra o time. Tivemos uma negociação ao final do Alagoano, mas as coisas não deram certo. Agora, estou aqui, muito motivado, e vou trabalhar duro para buscar meu espaço e ajudar o CSA no seu objetivo, que é o acesso", disse o jogador.

Com mais um reforço, o técnico Oliveira Canindé conta, agora, com Jônatas Obina, Marcelo Nicácio, Jeferson Maranhense e Katê como opções para o setor de ataque. Domingo, o CSA estreia em casa na Série D. O duelo será contra o Guarani de Juazeiro-CE, às 16h30, no Estádio Rei Pelé.

Confira a Ficha Técnica do Jogador:

Nome: Kartjaneo Barbosa de Arruda
Data de nascimento: 16/09/1991 (24 anos)
Natural: João Alfredo-PE
Clubes: Murici, Cuiabá, Vitória da Conquista-BA, América-RN, Potiguar, Ceará.
Lucas André ||@luc4s_andre
Linha de Fundo ||@SiteLF

Uma virada na raça e continuamos 100% dentro de casa

Então torcedor carvoeiro mais uma vitória em casa e essa foi teste pra cardíaco hein, Cavalo mais uma vez esta com a gangorra lá em cima fez boas trocas que mudaram o jogo, será que vamos subir? Isso só o tempo dirá.


Bom, vamos ao que interessa O JOGO foi uma partida tecnicamente feia diferente do placar amplo, o Criciúma teve varias chances claras para abrir o placar mas o velho problema carvoeiro de sempre a falta competência na hora da finalização, algumas falhas da zaga resultaram nos dois gols do Bahia, destaque aqui para Juninho que entrou no segundo tempo e movimentou a partida, dois gols do Criciúma foram na especialidade do time bola parada, o outro gol do Criciúma saiu de uma falha da zaga e da competência de "GustaGol", sou obrigado a elogiar ele, desde que chegou ao tigre vem evoluindo de forma acelerada, se tornou um jogador muito veloz, finalizador e cabeceado. O time carvoeiro venceu na raça como sempre e mostra sua força dentro de casa mais uma vez.

Critica construtiva para Elvis


Elvis o que falar desse jogador? Seus números são ótimos, ele foi o artilheiro do time no catarinense e vem fazendo muitas assistenciais esse ano, porém ele acha que é o dono do time, pela segunda vez nessa Série B errou pênalti e esta errando muito nas bolas paradas, sem ele não mudar talvez tenha que esquentar um pouco o banco.

Ficha técnica para Criciúma 3x2 Bahia

Local: Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma (SC)
Data: 14 de junho de 2016, terça-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Mauricio Coelho Silva Penna (RS)
Cartões amarelos: Raphael Silva (Criciúma); Renato Cajá, Feijão, Moisés e Luisinho (Bahia)
Cartão vermelho: Gustavo (Criciúma)

Gols:
CRICIÚMA: Gustavo, aos 13 e aos 30, e Hélio Paraíba, aos 37 minutos, do segundo tempo.
BAHIA: Hernane aos 41 minutos do primeiro tempo; Moisés aos 15 minutos do segundo tempo.

CRICIÚMA: Luiz; Ezequiel, Raphael Silva, Nathan e Marlon; Barreto (Juninho), Douglas Moreira e Elvis (João Afonso); Roberto (Hélio Paraíba), Gustavo e Niltinho Técnico: Roberto Cavalo

BAHIA: Marcelo Lomba; Tinga, Lucas Fonseca, Jackson e Moisés; Feijão, Juninho, Danilo Pires (Zé Roberto) e Renato Cajá (Régis); Thiago Ribeiro (Luisinho) e Hernane Técnico: Doriva

"[...] Não desistir até o jogo acabarE ter a certeza que podemos cantar. Outra vez na primeira o tigre estará".

Gabriel Frello - @gabrielcec__

O gol de uma vida

Fala, Turma da Fuzarca!

Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito”.

A frase de Machado de Assis representa o que está sendo o Éder Luís e o Vasco, em 2016. A necessidade de esquecer o passado e continuar caminhando em frente é preciso.

Foto: Vasco Oficial
O gol do “Chico Bento” vascaíno, que manteve o Vasco líder isolado, na vitória por 3 a 2, em São Januário, contra o Náutico foi um gol Fênix, causando uma emoção demais a todos os presentes na Colina Histórica, nessa terça congelante.


Mais de dois anos sem comemorar um gol dele próprio – o último tinha sido em 2013, no Al Nasr - o único remanescente do Trem Bala deu fim ao jejum após sérias lesões e foi as lágrimas. O herói da Copa do Brasil é dado como “ex jogador em atividade” e já pensou em desistir da carreira. Mas Jorginho o bancou - mesmo contra a vontade da torcida - e com a ajuda do CAPRRES vem tentando retomar a glórias de tempos atrás.

Foto: Vasco Oficial
Errei alguns gols, mas falta um pouco de ritmo de jogo para eu chegar no ponto que acredito como o ideal para mim. Agora nesse gol diante do Náutico tive a oportunidade de fazer a jogada completa, com consciência. Graças a Deus saiu. É um gol que vai dar uma tranquilidade maior para a sequência da competição e da temporada”, disse o Vascaíno, logo após o apito final. Éder foi bastante aplaudido pela torcida.

Abcs, Galera,

Matheus Freitas     @_MFreitas9_
Linha de Fundo     @SiteLF

Com noite iluminada de Bill, Ceará joga bem e anima seu torcedor

O Ceará entrou em campo na noite de terça-feira contra a equipe do Brasil de Pelotas, em partida válida pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, e esperava apagar a má atuação diante do Luverdense na rodada anterior, mal sabia a torcida que o time faria isso muito bem e empolgar o torcedor alvinegro de vez.

A equipe alvinegra entrou em campo com os desfalques dos zagueiros Antônio Carlos que ainda se encontra no departamento médico e do também zagueiro Sandro que sentiu um incomodo pouco antes da partida e não foi relacionado, mas a falta dos dois jogadores não foi sentida, os substitutos Valdo e Charles tiveram uma atuação boa e não deixaram a desejar, não comprometendo assim o alvinegro em nenhum momento, o alvinegro teria também ele jogando, Bill, que conseguiu um efeito suspensivo e pode jogar a partida e a essencial volta do Meia Felipe, que após cumprir suspensão por cartão, teve mais uma boa atuação pelo alvinegro cearense.

O jogo teve domínio alvinegro, mesmo que nos primeiros minutos o time estudasse o seu adversário e comandasse a partida, mas não finalizasse a gol e o time do Brasil desde o primeiro tempo, parava as boas oportunidades do Ceará com faltas duras. E de tanto pressionar o alvinegro marcou o primeiro gol da partida aos 43 minutos com Bill, o iluminado da noite fez o seu primeiro gol aproveitando o rebote do goleiro e cochilo da zaga xavante, gol importante que traria tranquilidade ao segundo tempo, mas não só isso, o segundo tempo do Vovô de Porangabuçu foi o que a torcida espera do time todos os jogos.

Bill fez um hat-trick na partida, e assim, foi o melhor em campo. (Foto:Christian Alekson/CearáSC)
A equipe alvinegra voltou para o segundo tempo pressionando mais, marcando bem e fez com que o time do Brasil tivesse bastante dificuldade em propor o jogo ofensivo, de tanto tentar e com um a mais em campo depois da expulsão do atacante Felipe Garcia na equipe xavante, o alvinegro fez uma linda jogada aos 44 minutos, Felipe chamou os defensores do rival para dançar e os deixou procurando a bola, lançou na medida para o atacante Bill novamente marcar. Os alvinegros já estavam satisfeitos com o placar e principalmente pelo futebol apresentado, mas ainda deu tempo para mais um já nos acréscimos Marino que entrou no segundo tempo de partida foi derrubado na área e lá estava ele para bater e concretizar seu hat-trick, Bill marcava novamente e fechou assim o placar da partida.

Com a vitória o alvinegro continua na briga pelo G4, com o mesmo número de pontos do 4º colocado Náutico, perde apenas nos critérios de desempate. A chance de entrar no grupo dos quatro que sobem para a Série A pode ser na próxima partida fora de casa contra o Joinville na Arena Joinville, aonde já venceu esse ano por 1x0, a competição em ocasião era a Copa do Brasil. Os torcedores alvinegros com certeza estarão torcendo por mais uma vitória e também por um empate ou derrota de Náutico e Criciúma.

Ficha Técnica:

Ceará: Éverson; Eduardo (Marino), Valdo, Charles e Thallyson; João Marcos, Richardson, Felipe e Ricardinho (Tomas Bastos); Bill e Rafael Costa (Alex Amado). Técnico: Sérgio Soares

Grêmio Esportivo Brasil: Eduardo Martini; Wender, Leandro Camilo, Teco e Marlon (Xáro); Leandro Leite, Felipe Garcia, Washington e Clébson (Diogo); Nena (Nathan) e Ramon. Técnico: Rogério Zimmermann

Árbitro: Nielson Nogueira Dias/PE
Cartões: BRA: Felipe(expulso), Wender, Camilo.
Público: 6191
Renda: R$ 32.626,00

Por: Thomaz Gomes | Twitter: @thomazgomes_

Mais uma decepção

Na noite de ontem o Avaí foi à Belém enfrentar o Paysandu pela nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Mais uma vez decepcionou, voltou sem os três pontos e amargou mais uma derrota longe de casa. Com o Jejum, o time azurra se afasta cada vez mais do G4, colocando a frustração no coração avaiano.

O jogo inteiro foi dominado pelo papão que, logo aos 20' minutos, quase abriu o placar com Jhonnatan numa cabeçada que fez o goleirão avaiano realizar um milagre. Renan, que é o único jogador desse elenco capaz de vestir o manto avaiano, estava determinado em não deixar o papão da Curuzu festejar seu aniversário de 102 anos.

Apesar da determinação do paredão avaiano, logo após, num cruzamento de Lucas, Jhonnatan em impedimento abriu o placar aos 22' do primeiro tempo. O time que há dezessete dias não vencia, triunfou na noite de ontem e comemorou com vitória o seu aniversário.

A segunda etapa não foi diferente. Com um time apático, sem vontade, com erros bisonhos e a falta de determinação e qualidade, o Avaí não levou perigo algum ao goleiro do Paysandu. Sem nenhum meia de referência, o time azurra não criou nada, fazendo com que o Paysandu se tranquilizasse em campo e não sofresse pressão, tendo apenas que administrar o resultado.

Foto: Ricardo Lima / Estadão
Relembrando

O técnico do papão é um velho conhecido do torcedor avaiano. Minha infância na Ressacada foi marcada pelas defesas de Gilmar Dal Pozzo que ontem estreou pelo Paysandu. Como técnico, muito retranqueiro. Como pessoa, na noite de ontem perdeu seu caráter, ao atrapalhar uma jogada avaiana. Apesar da situação "compreensível" teve sorte ao enfrentar um time tão enguiçado como está o Avaí.

"Silascou"

Não é de hoje que venho comentando as atuações pífias do técnico Silas. Sinceramente eu ainda não entendi qual é a sua pretensão. Qual técnico em sua sã consciência coloca quatro atacantes sem nenhum meio de campo para criar jogadas? Os volantes sem apoio não conseguiam passar da metade do campo. Com as laterais parecendo "avenidas pavimentadas e com sinalização", como disse um amigo, não conseguiam fazer um cruzamento. Tivemos que apostar na qualidade individual, coisa inexistente nesse elenco.

Renan, o salvador da Pátria

Expresso aqui a minha solidariedade ao goleiraço Renan, único capaz de vestir o manto azul e branco nessa temporada. Um jogador de qualidade e hombridade está tendo que aguentar a fase que estamos passando com esse elenco. Se não fosse ele, a Série C viria com trinta rodadas de antecedência. O meu desejo é que ele nunca vá embora, justamente por ser um dos melhores goleiros da história do Avaí, porém tenho pena dele por estar no meio dessa canalhada que mancha a história do Leão da Ilha.

Constatação

É o pior elenco das últimas décadas. Seu Amadeu Horn, que Deus o tenha, deve se revirar no túmulo vendo esses jogadores fajutos desonrando a camisa do nosso Avaí. Espero sinceramente que essa diretoria acorde pra realidade, porque se não acordar, que vão todos tomar no CURUZU.
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