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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Em duelo britânico, Inglaterra vira no último lance contra o País de Gales

Na manhã desta quinta-feira (16), Inglaterra e País de Gales fizeram o clássico britânico válido pela 2ª rodada do Grupo B da Eurocopa. Gareth Bale abriu o placar para os Dragões no primeiro tempo, mas Jamie Vardy e Daniel Sturridge, já nos acréscimos da etapa final, garantiram os três pontos para os Three Lions.

Sturridge virou o jogo aos 47' do 2º tempo. Foto: Reuters
O técnico Roy Hodgson preferiu não mudar a escalação da estreia diante dos russos voltando a apostar em um ofensivo 4-3-3. Eric Dier e Dele Alli atuaram com funções mais defensivas, deixando Rooney no meio de campo jogando como um clássico camisa 10. O ataque formado por Lallana, Harry Kane e Sterling prometia movimentação para confundir a defesa galesa.

A estratégia não surtiu efeito nos primeiros 45 minutos, a Inglaterra teve um toque bola estéreo sem pressionar os rivais e como castigo, ainda levou o gol na parte final do primeiro tempo. Hodgson agiu rápido e logo na volta do intervalo promoveu as entradas de Vardy e Sturridge nos lugares de Kane e Sterling.

Com 11 minutos, a estrela do técnico brilhou pela primeira vez, Jaime Vardy foi as redes e empatou para os Three Lions. Sabendo que mais um empate complicaria sua situação na classificação, Hodgson mudou pela terceira vez o ataque, o jovem Rashford entrou no lugar de Lallana. A ousadia do técnico foi premiada nos acréscimos, Sturridge virou o jogo e a estrela do comandante brilhou pela segunda vez. A Inglaterra chegou aos quatro pontos na liderança do Grupo B e enfrenta a Eslováquia, na próxima segunda-feira (20), às 16h, em Saint-Étienne, para fechar sua participação na fase de grupos da Eurocopa.

Gareth Bale abriu o placar aos 42' do 1º tempo. Foto: Reuters
Esse era o confronto mais difícil que o País de Gales esperava nessa primeira fase. Enfrentar a equipe que ganhou todas as partidas das Eliminatórias não seria tarefa fácil.

Como se esperava, o jogo foi difícil para os Galeses, que se viram dominados durante todo primeiro tempo. Com a Inglaterra pressionando a saída de bola, os Dragões só tinham um recurso: usar a bola longa para Robson-Kanu, que isolado, brigava por todas as bolas.

Os ingleses criaram mais chances, chegaram mais vezes ao gol, entretanto, quem levou a vantagem no final da primeira etapa, foi o País de Gales que conseguiu abrir o placar no finalzinho do tempo, com gol de falta de Gareth Bale e “ajudinha” de Hart.

No segundo tempo, os Galeses caíram ainda mais de produção, abdicaram do ataque e só se utilizavam da marcação. A bola e os jogadores recém-saídos do banco, Vardy e Sturridge, puniram a Seleção Galesa, que não soube administrar o placar. O primeiro se aproveitou de um desvio errado de Ashley Williams e com muito oportunismo, fez o gol do empate.

A virada viria justamente nos minutos finais, assim como o primeiro gol do País de Gales. Após triangulação entre Vardy, Dele Alli e Sturridge, o último completou para o gol quase na entrada da pequena área, fazendo 2x1. O próximo jogo do País de Gales é contra a Rússia, também na segunda-feira (20), às 16h. A Seleção espera um jogo mais “fácil”, onde possa jogar de forma mais ofensiva e garantir a classificação.

Lucas Felipe (@lsouza73) e Cássia Gouvêa (@_cassiagouvea)

Antes tarde do que nunca: França vence Albânia


Calma, paciência e resistência. Três palavras que marcam o França e Albânia, encontro que ditou o primeiro classificado para a fase seguinte do Euro 2016. Jogando em casa e perante o adversário teoricamente mais acessível do Grupo A, os franceses tiveram que manter a cabeça fria para conseguir vencer, novamente com os gols no fim da partida. A Albânia surpreendeu pela forma como resistiu, quase até final, à pressão francesa, que aumentou exponencialmente na segunda parte. Uma lição de entrega de uma seleção que tem o destino (quase) traçado.

A França entrou melhor no jogo, mas pareceu surpreendida pela defesa da Albânia. Encontrou albanês sem medo de, sempre que conseguiam tentarem chegar junto da meta adversária. Lenjani conseguiu furar o bloqueio gaulês por algumas vezes, mas sem resultados. Sadiku viu Lloris defender-lhe uma finalização. E, de bola parada, a Albânia também ia mostrando as unhas, com Memushaj.

Do lado francês, Payet fez a ligação para o ataque, mas Martial chegava lento, facilitando para o desarme oponente. Coman subia pelos flancos. Fintas e lances de efeito, mas sem grandes resultados práticos também.

Após o intervalo, Pogba entrou no lugar de Martial, e que diferença fez no jogo. Deschamps fez Matuidi avançar e a França aumentou a pressão. A Albânia ia resistindo, não só por mérito próprio, mas também por demérito e azar alheio.

A resistência cansou os balcânicos. Ainda tentavam o contra-ataque, mas sem velocidade, e era preciso baixar rapidamente quando perdiam a bola, porque a França não parava de tentar o gol.

A França não desistiu, nem se desesperou. Foi tentando, aproveitando os erros que a fadiga levou os albaneses a cometer e, em cima dos 90’, Griezman aproveitou uma falha de marcação e saltou na área após um cruzamento de Rami, para colocar, de cabeça, a bola nas redes.

Tal como no primeiro jogo, o gol chegava nos acréscimos. E não havia força albanesa para reagir. Em contrapartida, Payet, já nos descontos, depois de um belo trabalho individual na área, marcou o segundo para os Azuis.

A França segue em frente. A Albânia está quase a caminho de casa.

França - Lloris; Sagna, Rami, Koscielny, Evra; Kanté, Matuidi, Coman (Griezmann), Payet, Martial (Pogba); Giroud (Gignac). Técnico: Didier Deschamps.

Albânia - Berisha; Ajeti (Veseli), Hysaj, Mavraj, Agolli; Memushaj, Kukeli (Xhaka), Abrashi; Lenjani, Lila (Roshi) e Sadiku. Técnico: Giovanni De Biasi.

Leo Fernandes || @leo_fernandes_9
Pedro Silveira || @PedroSilveira7
Linha de Fundo || @SiteLF

Público pífio para um jogo pífio

Para 633 pessoas, Luver mostra péssimo futebol e consegue um bom resultado.

(Foto:Globoesporte.com)
O Luverdense viajou muito até Juiz de Fora para enfrentar o Tupi, logo aos quatro de partida na Zona da Mata, Hugo recebeu sozinho e perdeu a maior chance do Luver. Após esta oportunidade, o Tupi passou a despontar e aos 28´ Giancarlo chutou e Gabriel Leite defendeu fácil. O time local não parava, era um ataque por instante, uma tentativa desesperada da vitória e o goleiro Rafael Santos também vinha evitando para o Tupi, e desta vez, tudo adiantou e o Tupi prosseguiu o 1 a 0 jogando melhor.

Na segunda etapa o Luver continuou a péssima bola e a estrela de Gabriel Leite voltou a brilhar, Hiroshi tentou em duas oportunidades e o goleiro fez duas defesas. Em outra oportunidade do carijó, Giancarlo novamente perdeu. Aos 20’, Hugo comprovou que estava mal mesmo, novamente sem goleiro, cara a cara, sozinho... Ele isolou. Também em outra oportunidade, outro isolamento. O dia realmente não era do centroavante do Verdão.

Após os momentos de azar de Hugo, o Tupi voltou a reinar e Sacilloto ainda fez pior que o centroavante e perdeu de baixo da trave, Inacreditável Futebol Clube para ele. No finalzinho o carijó continuou forte e pressionando, só que o todo poderoso realmente não queria que a bola entrasse e acabamos em um deprimente 0 a 0.

Melhores momentos:



Ficha técnica:
TUPI-MG 0 X 0 LUVERDENSE-MT

Local: Estádio Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora (MG)
Data: 14 de junho de 2016 (terça-feira)
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (asp.FIFA-RJ)
Assistentes: Vanderson Antônio Zanotti (asp.FIFA-ES) e Eduardo de Souza Couto (CBF-RJ)

Tupi: Rafael Santos; Henrique, Heitor, Hélder (Rodolfo Mol) e Bruno Costa; Rafael Jataí, Marcos Serrato, Hiroshi e Vinícius Kiss; Thiago Silvy (Gabriel Sacilotto) e Giancarlo (Rubens). Técnico: Estevam Soares

Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Everton, Airton e Paulinho; Kazu, Ricardo (Da Matta), Jean Patrick e Sérgio Mota (Rafael Silva); Hugo e Douglas Baggio. Técnico: Júnior Rocha

Náutico falha, não mantem ritmo e perde pro Vasco

O Náutico foi até o Rio de Janeiro enfrentar o líder Vasco na terça (14/06), em um jogo com falhas essenciais e falta de efetividade nas finalizações o Timbu saiu derrotado por 3x2. Podemos arrumar várias desculpas para os gols levados, mas a verdade é que a zaga alvirrubra foi desatenta e nesse jogo importante deu azar, o gostinho de poder ter sido melhor o placar ficou no pós-jogo. Os gols alvirrubros foram marcados por Rafael Pereira e Renan Oliveira.

Rafael Pereira, autor do primeiro gol do Timbu, marcando. Foto:  Fernandes
O primeiro tempo sem dúvidas foi do Náutico. O time pernambucano ficou mais com a posse de bola, procurou o ataque e os erros apareceram de novo para o melhor ataque da competição. Logo no inicio do jogo, o zagueiro Rodrigo se atrapalhou, Rony roubou, saiu de frente pro goleiro e chutou muito mal. O erro custou caro, no primeiro ataque do Vasco a zaga alvirrubra deu mole e não viu Andrezinho aparecer no meio da área sozinho que só recebeu após cobrança de lateral e chutou de primeira para abrir o placar. O Náutico foi em busca do empate, com muitos passes longos geraram bons lances, mas sem muito perigo. Depois de algumas cobranças de escanteio, Taiberson bateu fechado e Rafael Pereira apareceu para o GOL alvirrubro e empatou a partida no São Januario. O final chegou e muitas chances, mas a fominha e falta de concentração não deixaram o time virar o placar na partida.

Júlio César sai mal e o erro custou o gol Vascaino.
O segundo tempo começou mal e mal parecia o time do primeiro tempo, um time com toque de bola e inteligência. Logo no primeiro minuto outra falha da zaga que deixou Rodrigo subir sozinho, Júlio César saiu extremamente mal e o zagueiro só fez desviar para o gol e ficar na frente do placar novamente. Chegando na parte final da partida, a zaga teve um falta de atenção e deixou o lateral vascaíno ficar de frente pro goleiro alvirrubro, mas o Júlio se redimiu e fez boa defesa. Já na etapa final o ditado “quem não faz, leva” resolveu dar as caras na partida, Renan Oliveira cobrou o escanteio e Eurico apareceu para cabecear, a bola quicou e em cima da linha o volante cruzmaltino tirou e evitou o empate, no contra-ataque a zaga mais uma vez lesou e deixou Eder Luis receber, driblar o goleiro e aumentar o placar, para a frustração da torcida que não merecia esse placar pelo volume de jogo. Nos acréscimos o Timbu evoluiu e fez muita pressão, Renan bateu novamente um escanteio perigoso, Maylson cabeceou e de novo em cima da linha, dessa vez foi o goleiro, tirou. Mas a duvida nesse lance ficou na cabeça dos alvirrubros, porque a bola pareceu ter entrado e deveria ter sido gol. O jogo não parou por ai, o Náutico teve uma falta quase para o juiz terminar a partida, Renan Oliveira cobrou, a bola desviou na barreira e GOOL. O Timbu tentou até o final, mas não conseguiu e terminou a série invicta.

Um jogo de grande volume do Náutico, mesmo com as falhas e falta de atenção em alguns momentos. Muita gente vai dizer que o Vasco foi melhor porque venceu, mas não, não foi isso que aconteceu, na maior parte da partida o jogo foi de igual pra igual e se alguém prevaleceu em algum momento foi o Náutico. O time tá parabéns por não ter recuado e mostrado seu jogo, agora vai mostrar seu grande volume de jogo no sábado às 16h contra o Bragantino no Arruda, por falta de acordo com o Governo de Pernambuco.

Escalação:

Vasco: Jordi, Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar (Henrique); Marcelo Mattos, William Oliveira, Andrezinho (Eder Luis) e Nenê; Jorge Henrique e Leandrão (Thalles). Técnico: Jorginho.

Náutico: Júlio César, Joazi, Eduardo, Rafael Pereira e Mateus Muller; Gastón Filgueira (Eurico), Maylson, Bergson (Odilávio) e Roni; Jefferson Nem e Taiberson (Renan Oliveira). Técnico: Alexandre Gallo.

Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima.
Assistentes: Neuza Ines Back e Leirson Peng Martins.

“Hexa é luxo”

Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

Jogando melhor, Oeste empata com o Londrina em Barueri

Oeste mesmo jogando melhor acabou empatando "dentro de casa".


O Oeste começou jogando melhor que o visitante em Barueri, o time estava tentando fazer o dever de casa, estava trabalhando bem a bola, tocando a bola, arriscando, finalizando, porém como diz aquele velho e chato ditado "quem não faz, toma! Dito e feito, após falha da zaga rubro-negra, acabou tomando um gol bobo fazendo que o time ficasse perdido, pois não esperava que começaria atrás do Placar.

No segundo tempo, mas uma vez esperávamos uma regularidade do time, como foi no início da partida, mas não foi isso que aconteceu, o Londrina começou melhor na segunda etapa, e por pouco não ampliaram, o que complicaria a vida do Rubrão. Um dos motivos que atrapalhou o Oeste, que acabava matando as jogadas, eram dos jogadores do Londrina que em inúmeras vezes fizeram falta feias, que justamente foram tomadas medidas com cartões amarelos e uma expulsão.

Apesar de Oeste não estando jogando muito bem, o time estava indo pra frente, em busca do resultado que não seria nada legal uma derrota como mandante, que, aliás, por enquanto o Rubrão está invicto em jogos como mandante nesse Brasileirão. E depois de tanta insistência finalizando, Marcus Vinícius finalmente desencantou marcando seu primeiro gol com a camisa do Oeste empatando a partida em 1 a 1 na Arena Barueri.

O que percebemos é um pouco de falta de atenção em alguns lances contra o Oeste, isso precisa ser revisto, pra não acontecer como foi nessa rodada entre outras, a equipe vem oscilando dentro de campo, mas quando a equipe consegue se encontrar no jogo, a coisa melhora. Uma curiosidade da equipe do Oeste, é que se eu não me engano fazem três ou quatro jogos que o time não toma cartão amarelo, e isso é muito bom. Estamos no começo do campeonato ainda, mas não da pra ficar perdendo ponto dentro de casa, em busca da vitória nos 90 minutos, mas acho que equipe tem tudo pra fazer uma campanha boa, espero que não brigue mais um ano contra o descenso.

O Oeste voltará a campo no próximo sábado às 21h na Arena Barueri, contra a equipe do Vila Nova-GO que vem fazendo uma campanha digamos "razoável". O jogo promete ser muito disputado, mas precisamos fazer nosso dever de casa, que é a vitória.

VAMO RUBRÃO!

Césare Boralli ||@cesareboralli
Linha de Fundo || @SiteLF

Show de gols e emoção


(Foto: Globoesporte.com)
Uma das melhores partidas do campeonato é assim que podemos descrever o duelo entre Chapecoense e Grêmio na noite desta quarta-feira (15). Recheado de emoção e muitos gols, o empate em 3x3 foi emocionante do apito inicial ao final do árbitro.

Após derrota no último sábado para a Ponte Preta, além dos três pontos Guto Ferreira perdeu um dos seus principais jogadores, já que o lateral esquerdo Dener sentiu uma contusão na coxa logo no inicio da partida e ficará parado no mínimo duas semanas. Seu substituto, Alan Ruschel, recém-contratado e ainda sem condições de jogo, ficou de fora e deu lugar ao contestado Lucas Mineiro. A boa notícia foi à volta de Ananias após contusão e de Rafael Bastos, que se apresentou no inicio da semana como novo reforço para o meio.

Com a bola rolando e aproveitando o desfalque do lateral esquerdo do Verdão, o tricolor iniciou a partida pressionando mais. Logo aos dois minutos Luan cobrou escanteio e encontrou Douglas livre de marcação, o meia chutou cruzado e encontrou Geromel, que de cabeça abriu o placar.

O gol logo nos minutos iniciais não abalou o torcedor Chapecoense, que compareceu em grande número, e o empate não demorou muito. Aos 17', Hyoran cobrou escanteio no primeiro poste, Thiego apareceu livre e cabeceou firme, empatando a partida. A virada veio ainda no primeiro tempo quando Silvinho fez bela jogada e foi derrubado por Jaílson, o árbitro não pensou duas vezes e assinalou pênalti, Bruno Rangel, extremamente frio e calculista, foi para cobrança, tirou Marcelo Grohe da foto e virou o placar.

Rangel assumiu artilharia isolada com 7 gols. (Foto: Gilberto Pace Thomaz)
Após o segundo gol do Verdão, o tricolor partiu para cima em busca do empate, e, aos 41 minutos, após bela troca de passes, Jaílson caiu livre nas costas de Lucas Mineiro, a marcação não parou e o meia chutou cruzado, deixando novamente tudo igual no placar.

No intervalo, Guto Ferreira sacou Lucas Mineiro e mandou a campo o volante Sergio Manoel com a função de marcar forte as jogadas pelo lado direito do Tricolor. No reinicio da partida, quem iniciou pressionando foram os donos da casa, já que, logo aos 4 minutos, Lucas Gomes de muito longe soltou a bomba, obrigando Grohe fazer grande defesa e espalmar em escanteio.

O Grêmio respondeu aos 16 minutos, quando Edilson cobrou falta colocada, deixando Danilo imóvel e acertando a trave. O jogo seguia equilibrado, com uma forte marcação e poucas jogadas de ataque das duas equipes. A única alternativa eram as bolas paradas e foi assim que a Chapecoense voltou a ficar a frente no placar. Arthur Maia cobrou escanteio e encontrou Thiego livre na pequena área, que cabeceou estufando a rede e explodindo a Arena Condá aos 35 minutos. 

Thiego destaque da partida com dois gols. (Foto: Gilberto Pace Thomaz)
Faltando 10 minutos para terminar o tempo normal, enquanto Roger colocava sua equipe a frente, Guto Ferreira chamou Moisés com a intenção de segurar o placar. Mas a alegria durou pouco e, aos 37', Negueba cruzou no primeiro pau e Giuliano, de cabeça, jogou no fundo da rede, empatando e definindo o placar em 3x3.

Atualmente a Chapecoense vive um divisor de águas na equipe titular. Enquanto o ataque vem fazendo sua parte, a defesa decepciona, já que nas últimas quatro partidas foram nove gols sofridos. Sem contar que com a exceção do empate sem gols em Porto Alegre diante do Internacional, em todas as partidas o Verdão saiu atrás no marcador.

Um dos principais motivos para esta crise na defesa é o desfalque do zagueiro Neto, contundido desde as finais do Catarinense e com previsão de retorno em torno de três meses. Não podemos deixar de citar a falta que o lateral Dener e, principalmente, o volante Gil fazem na equipe.

Guto Ferreira talvez tenha uma pitada de culpa em nossa atual situação por sua teimosia em escalar o zagueiro Marcelo quando no banco você tem o recém-contratado Demerson, sem contar a má fase do meia Hyoran. Outro que não é mais uma unanimidade para o torcedor do Verdão é o goleiro Danilo, de contrato renovado todos esperavam que a sua atuação diante do Internacional se repetisse durante a competição, mas não é o que o torcedor vê. Seguindo com sérios problemas nas saídas e na reposição de bola, aos poucos as criticas vem aumentando e o nome de Marcelo Boeck surge como principal opção.

Com cinco empates, duas vitórias e uma derrota, o Verdão atualmente é o 10° colocado com 11 pontos, a três pontos do G4 e a três do Z4. No próximo domingo, o almoço dos Chapecoenses será um pouco mais tarde, já que às 11h a Chape enfrenta, no Barradão, o Vitória/BA, partida que decidirá qual caminho seguirá na competição.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Em jogo morno, Alemanha e Polônia não saem do zero

Alemanha e Polônia fizeram um jogo morno no Stade de France e acabaram em um empate sem gols mais comemorado pelos poloneses do que pelos alemães. Apesar dos ataques badalados, a pouca inspiração nem permitiu que Fabianski e Neuer fossem vazados, deixando ambos com quatro pontos e em situação confortável para a última rodada da fase de grupos.

Foto: globoesporte.com
🇩🇪0-0🇵🇱

POLÔNIA: Faltou capricho para surpreender

Apesar de ser uma freguesa história da Alemanha ao longo da história do futebol, a Polônia entrou com moral para pegar os atuais campeões mundiais. Além de conseguir a primeira vitória na história da competição na primeira rodada, o time polonês é forte e já havia batido o adversário pelas eliminatórias.

Sabendo da força ofensiva alemã, os poloneses iniciaram a partida bastante recuada e apostando em contra-ataques. O susto logo aos três minutos em cabeçada de Gotze não passou de um momento raro em um primeiro tempo absolutamente sem emoção. A Alemanha tinha muito mais a posse de bola, mas trabalhava com passes muito longe do gol de Fabianski e praticamente não incomodou no restante do primeiro tempo.

Percebendo que o adversário não estava nos seus dias mais inspirados ofensivamente, a Polônia passou a sair mais para o jogo no segundo tempo. Apesar de todos os olhares voltados para Lewandowski, foi Milik quem quase marcou em duas oportunidades. Na primeira, errou uma cabeçada praticamente na pequena área e na segunda furou ótimo passe recebido após um corta-luz feito por ele mesmo.

As chances perdidas foram respondidas na sequência e fizeram Fabianski trabalhar, quase que como uma resposta dizendo para os poloneses não saírem tanto. Depois de vinte minutos mais abertos, a partida voltou a ficar fria com bom controle polonês, ainda que a bola continuasse com a Alemanha.

Sem grandes chances de gol no final do jogo, a Polônia segurou um empate importante para a classificação. Com quatro pontos e enfrentando uma Ucrânia já eliminada, somente com uma tragédia os poloneses deixarão de estar na segunda fase da competição.

ALEMANHA:

A Alemanha mostrou-se uma equipe muito paciente em trocar passes e buscar os espaços necessários para atacar a Polônia. Os primeiros minutos foram de pressão mais intensa pelos lados, com bolas alçadas, entrada dos meias na pequena área e perigo para a meta adversária. Depois, os germânicos passaram a centralizar mais o jogo. A dificuldade para penetrar na área rival aumentou a partir daí.

Mesmo com um meio de campo formado por Kroos, Draxler, Özil, Götze e até Müller, faltou criatividade à seleção alemã. Deste modo, o técnico Joachim Löw lançou o atacante Schürrle e Mario Gomez para ter mais possibilidade de finalização e tentar sair com a vitória durante o segundo tempo.

Hummels e Boateng foram colocados juntos na defensiva alemã pela primeira vez nesta Euro, os dois devem fazer uma baita dupla de zaga no Bayern a partir de agosto, já que Mats assinou contrato com a equipe de Munique. Hummels foi seguro, tirando apenas o fato de uma leve bobeada no primeiro tempo contra seu novo companheiro de equipe, Lewandowski, mas o resto da partida foi bem e segurou as investidas polacas, Boateng passou confiança ao seu parceiro de defesa.

Os alemães voltam a campo na próxima terça-feira novamente em Paris, desta vez enfrentando a Irlanda do Norte às 13h (de Brasília). Com uma classificação praticamente encaminhada, basta apenas um empate para avançar a próxima fase, algo que não esperamos, os águias devem buscar a vitória e o primeiro lugar do grupo.

Felipe Calheiros
Stéfano Bozza | @stebozza

Com hat-trick de Sassá, Botafogo vence e sai do Z4

Em jogo válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro, o Botafogo recebeu em Volta Redonda o América-MG na noite desta quarta (15) para um confronto de desesperados. E nesse duelo, o Glorioso se deu melhor. Com certa tranquilidade, o Alvinegro bateu o Coelho por 3 a 1 (três gols de Sassá) e deixou a zona de rebaixamento. O Botafogo ocupa agora a décima sexta posição na tabela com oito pontos. O próximo adversário será o Corinthians, no domingo (19), às 16h.

Sassá foi o cara da partida (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
O JOGO

Sem maiores dificuldades, o Botafogo venceu o América-MG. A equipe comandada por Ricardo Gomes esteve longe de apresentar um bom futebol, mas ao contrário de jogos anteriores, criou algumas chances e soube trabalhar melhor a bola. Aos 12 minutos, Neilton recebeu cruzamento pela direita. O atacante chegou antes da defesa e quase fez o gol. João Ricardo defendeu. Aos 21', Gervasio Nuñez chegou bem pela direita e cruzou rasteiro na área. A zaga afastou e a bola voltou para Yaca, que chutou bonito. A bola passou muito perto. No minuto seguinte, Sassá foi derrubado por Artur dentro da área. A arbitragem marcou o pênalti. Aos 23', Sassá bateu no canto esquerdo e abriu o placar. Botafogo 1 a 0.

Aos 24 minutos, Sassá apareceu novamente. O atacante foi acionado, colocou na frente e finalizou. O goleiro João Ricardo defendeu. Aos 31', o Botafogo ampliou. Adalberto deu bobeira na saída de bola e viu Neilton desarmá-lo. O atacante tocou para Sassá, que só empurrou a bola para o gol. Aos 36 minutos, Sassá recebeu livre, driblou João Ricardo e foi derrubado pelo goleiro. Outro pênalti assinalado. Aos 38', o próprio Sassá bateu a cobrança e fez. Hat-trick do atacante.

O Glorioso pressionava a saída de bola do América. Aos 42', Neilton chegou bem pela direita e cruzou rasteiro para Sassá, que se jogou na bola e finalizou. O goleiro, no entanto, salvou o Coelho e evitou o quarto gol alvinegro. Aos 48 minutos, o primeiro tempo chegou ao fim.

O Botafogo voltou para o segundo tempo modificado. Airton foi substituído por Fernandes. Aos 2 minutos, o América-MG diminuiu. Danilo cruzou na área, o ataque desviou e Sidão defendeu. Mas Sávio conseguiu aproveitar o rebote e fazer o gol. Aos 11', o Coelho quase fez o segundo. Osman recebeu dentro da área e finalizou. Renan Fonseca, sem querer, tirou a bola com os pés e evitou o segundo gol. Aos 19', Neilton fez boa jogada pela direita. Ele entrou na área e chutou rasteiro. João Ricardo fez a defesa. Aos 26', Sassá foi substituído por Ribamar.

Aos 28 minutos, Borges chutou bola dividida e quase marcou. A bola passou perto da trave do goleiro Sidão. O Botafogo controlava a partida, cadenciando. Aos 32', Luis Ricardo cruzou na cabeça de Ribamar, que subiu e mirou o ângulo. Aos 40', Ricardo Gomes tirou Gervasio Nuñez e colocou Salgueiro no jogo. Aos 47 minutos, Neilton recebeu na entrada da área, partiu para cima da defesa, puxou para a esquerda e tentou o chute. A bola saiu pela linha de fundo. Aos 49', o jogo terminou. Botafogo 3 a 1.

OBSERVAÇÕES

A vitória era obrigação. Traz um pouco de tranquilidade e só. A realidade ainda é outra. Quanto mais pontos o Botafogo somar, melhor.

Sassá mostrou que é melhor do que Ribamar. É a segunda vez que faz hat-trick. Neilton correspondeu e entrou muito bem. Não faltou disposição.

Diogo Barbosa não voltou bem da lesão, ao contrário de Airton, cada vez mais útil ao time. Bruno Silva não tem condições de ser titular. Gostaria de ver Victor Luis no meio um dia.

Botafogo mais uma vez tomou gol. O time levou gol em TODOS os jogos.

FICHA DO JOGO

Botafogo 3
Sidão, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Silva, Diogo Barbosa; Airton (Fernandes), Bruno Silva, Gervasio Nuñez (Salgueiro), Leandrinho; Neilton, Sassá (Ribamar). Técnico: Ricardo Gomes.

América-MG 1
João Ricardo, Hélder, Artur, Adalberto, Danilo Barcelos; Claudinei (Matheusinho), Juninho, Eduardo (Sávio), Alan Mineiro (Tiago Luis), Osman; Borges. Técnico: Sergio Vieira.

Estádio: Raulino de Oliveira (Volta Redonda/RJ).
Árbitro: Rodrigo Batista Barroso (DF).
Assistentes: Daniel Henrique da Silva (DF) e José Reinaldo Nascimento (DF).
Gols: Sassá (23' do 1º T, 31' do 1º T, 38' do 1º T); Sávio (2' do 2º T).
Cartões amarelos: Renan Fonseca e Neilton (Botafogo); João Ricardo e Sávio (América-MG).
Público: 1.255.
Renda: R$ 19.580,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca).

Agora vai, Paraná?

PARANÁ 2 x 0 GOIÁS

A semana Paranista não foi fácil. Após a grande sequência de empates, o sacode de 5 x 1 do Náutico foi a gota d’água e a diretoria decidiu renovar todo o departamento de futebol. Claudinei Oliveira (técnico) e Beto Amorim (gerente de futebol) foram desligados, enquanto Vavá (superintendente de futebol) afastado. Sendo assim, para o confronto diante do Goiás quem assumiu o time foi o interino Fernando Miguel.

Apesar de tudo Miguel não mexeu muito na estrutura do time e até a zaga do 5 x 1 foi mantida. Jean e Carioca, que voltavam do DM, ganharam suas respectivas posições. O Paraná entrou em campo com: Marcos; LSilva, Pitty, JPaulo e Carioca; Uchoa, Jean e Valber; Henrique, Robson e LFlavio.

Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo
O 4-3-3 de FMiguel não deu muito certo, o time não conseguia criar as jogadas e nem explorar a velocidade de Robson e Henrique pelas pontas, abusando dos chutões. A melhor chance foi num cruzamento de Henrique e conclusão de Robson, impedido. Já o Goiás criou pouco mais, mas parou em Marcos.

O segundo tempo foi um pouco diferente, a entrada de Murilo na equipe Paranista deu mais opção de criação, passando um 4-3-3 defensivo, para um ofensivo, com dois meias.  A pressão em busca do gol começou com Robson quase marcado um golaço de fora da área. Depois Uchoa cabeceou pra fora o escanteio. Na terceira chance uma bela jogada tramada por Robson, Murilo e Fernandes, para este último certeiro para Lucio Flavio abrir o placar na Vila.

A desvantagem no placar soltou o Goiás para o jogo, que chegava com perigo, e exigia boas defesas de Marcos. Se o goleiro de um lado estava bem, do outro, outra falha de Renan decidiu o jogo. Ele espalmou uma bola fácil de Lucio Flavio e no rebote derrubou Robson: pênalti. Na cobrança o mesmo Robson e o mesmo Renan, o arqueiro levou a melhor no 1º lance e conseguiu defender a penalidade, mas no rebote Robson de cabeça guardou e fechou o placar na Vila, 2 x 0 Paraná.

De pontos positivos do jogo, praticamente só podemos pegar a vitória mesmo. O time em si não foi bem, com destaques (negativos) para Henrique, sumido, Valber e a dupla de zaga. Outro destaque negativo foi o público de somente 1500 pagantes na Vila. Apesar de o sócio estar muito mais atrativo, a jogada da diretoria de aumentar o preço dos ingressos não deu certo (ainda, espero).

Martelotte (Esq.) e Hélcio (Dir.) ao lado do Presidente Leonardo Oliveira. Foto: Paraná Clube
Os novos nomes do futebol Paranista foram apresentados nessa tarde (16/06). Como superintendente de futebol temos Hélcio Alisk, ex-jogador do clube nos anos 90. Para o cargo de treinador quem vem é Marcelo Martelotte, que conseguiu o acesso com o Santa Cruz no ano passado e estava sem clube.

Martelotte provavelmente já poderá estar no banco de reservas da equipe nessa sexta-feira para o confronto contra a Luverdense, na Vila Capanema. Para a partida Jean e Carioca voltam a ser desfalques, já que voltaram a sentir na terça feira. Sexta, o seu lugar é na Vila. Pra cima deles Tricolor!

Fellipe Vicentini || @_FellipeS
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