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sábado, 18 de junho de 2016

Papão acaba com invencibilidade do Vasco e vence a primeira fora

                                                        Vasco    0-2 Paysandu

Na tarde de hoje (18), o Paysandu foi a São Januário para enfrentar o time que não perdia há onze meses neste Estádio. O duelo tinha tudo para ser difícil, por isso, o empate já era o bastante para “aliviar” a situação do alviazul nesta Série B. Mas o Papão queria mais e conseguiu. Conquistou sua primeira vitória fora de casa, subiu para a 14ª posição e acabou com a invencibilidade do líder.

No primeiro tempo o Vasco comandou as jogadas perigosas e o Paysandu praticamente só foi ofensivo. Nenê começou passeando, cobrou falta na trave, assustou o goleiro Emerson e por pouco não deu assistência. Entretanto, o jogador vascaíno acabou se descontrolando e caiu de rendimento. Aos 27’ o Papão teve uma das suas melhores oportunidades, com Leandro Cearense dando belo passe para Rafael Costa, que acabou cabeceando para fora. Dois minutos depois, Rafael Costa apareceu de novo cobrando falta por debaixo da barreira, mas viu Martín Silva atento para tirar o perigo. A etapa acabou como começou, com o placar zerado.

O volante letal comemorando um dos dois gols do Papão (Foto: André Durão/globoesporte)
No segundo tempo, o alviazul continuou marcando forte, só que desta vez não deixava o mandante trabalhar a bola na sua área. O visitante começou a achar espaços na defesa do clube carioca, todavia, acabava pecando por sua ansiedade. Aos 33’ o Paysandu chegou bem, Fabinho Alves passou livre pela esquerda, alcançou a bola e cruzou para Ratinho, o lateral chutou forte e a bola acabou indo para fora. No minuto seguinte, Ratinho acertou a bola para Jhonnatan, que livre, cabeceou para o gol e abriu o placar em São Januário. No final do tempo regulamentar, Alexandro tocou para Jhonnatan, o volante driblou Martín Silva e com desvio da defesa do Vasco, marcou o seu segundo gol.

Palavra da colunista: No segundo tempo, Gilmar Dal Pozzo fez uma substituição que de cara deixou alguns torcedores bicolores muito irritados – inclusive esta que vos fala. Mas logo conseguimos perceber o que ele queria, ao tirar um meia para botar mais um zagueiro, o técnico conseguiu adiantar Jhonnatan e o volante acabou marcando os dois gols da vitória. Sorte ou visão de jogo? Fico com a segunda alternativa.

A atuação de hoje no geral foi boa e os gols foram fruto de um trabalho em grupo. Da defesa que soube se postar, diminuindo os espaços que os jogadores do Vasco poderiam achar, desarmando bem e se saindo bem na marcação. Do meio que melhorou e conseguiu trabalhar melhor a bola.

Hoje Ratinho surpreendeu, deu uma assistência e não prejudicou na defesa. Já Alexandro, um dos jogadores que a torcida mais critica, entrou e deu a segunda assistência do jogo. Jhonnatan, que já estava se saindo bem, porém estava meio apagado, pode brilhar com a alteração de Dal Pozzo.

Próximo confronto:

  • PAYSANDU

  • X
  • JOINVILLE
O próximo jogo do Papão é nesta terça-feira (21) contra o Joinville, em Belém. O adversário do clube paraense está apenas uma posição abaixo de nós. O jogo será às 19h15.

Elias marca na estréia e evita derrota do Sampaio em casa

No Estádio Castelão, o Sampaio Corrêa recebeu o Grêmio Esportivo Brasil, de Pelotas-RS, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois times vivem momentos diferentes. A Bolívia Querida luta na zona de rebaixamento, enquanto o time Xavante briga por uma vaga no G4. O resultado do jogo ficou longe de ser o esperado pelos torcedores bolivianos, empate em 1 x 1.  Momentaneamente, o time tricolor saiu da lanterna, ainda dependendo do resultado do jogo do Tupi contra o Criciúma.

(Foto: Elias Auê)
Para essa partida Wagner Lopes não contava com Edgar, Pimentinha e Daniel Barros, este último passará cerca de um mês fora. Mas o técnico também contou com a estreia do atacante Elias, vindo do Figueirense. Outra duas novidades foram a entrada dos atacantes Jean Carlos e William Paulista no onze inicial.

O time da casa iniciou bem o jogo, com uma proposta bastante ofensiva, utilizando-se bastante os dois flancos. Logo aos 13 minutos, o Sampaio assustou com um levantamento na área, a defesa adversária afastou e Léo Gago pegou o rebote seguido por um chute que saiu pela linha de fundo ao lado da trave. Como era esperado, até os primeiros quinze minutos o Brasil esperava o Sampaio agir e o time maranhense empurrava o adversário todo para o seu campo de defesa. A participação dos três atacantes sampaínos dava uma boa movimentação ao time, mas sem a efetividade do meia Cleitinho. O Brasil tentou levar perigo em cobrança de falta de longa distância por Brock, mas o chute saiu fraco e centralizado para a fácil defesa de Rodrigo Ramos.

Na primeira metade do primeiro tempo o jogador mais incisivo era Jean Carlos, mostrando talento e vontade em algumas jogadas individuais. Em uma delas, ele fez tabela com Elias e saiu cara a cara com Eduardo Martini. O atacante tinha como opção o passe para William Paulista que chegava pela entrada da pequena área, mas preferiu a finalização errada em cima do goleiro. Um minuto depois, o time gaúcho respondeu. Bola enfiada por Diogo Oliveira para Nathan. Ele chutou e o arqueiro tricolor tirou a bola para escanteio. Na cobrança, a bola foi cruzada na área e o jogador do time Xavante cabeceou no travessão. Na sobra houve um bate-rebate dentro da pequena área, com direito a defesa de Rodrigo Ramos com o pé. A defesa boliviana rebateu para fora da área e Galiardo chutou forte. A bola passou tirando tinta da trave. O Brasil parecia não parecia se acomodar e tentou novamente tirar o zero do placar com Nem, chutando colocado da entrada da área, tentando acertar o ângulo esquerdo, mas o goleiro Rodrigo Ramos fez uma linda ponte, impedindo o gol. O Sampaio teve uma chance na bola parada em uma falta sofrida por Jean Carlos, que acabou torcendo o tornozelo e foi substituído por Waldir, alteração muito contestada pela torcida. Léo Gago cobrou a falta chutando forte, mas no centro do gol. Eduardo Martini espalmou para escanteio.

O primeiro tempo teve um ritmo acelerado, com as duas equipes tentando bastante o caminho do gol. A segunda etapa começou muito lenta, com toques de bola sem objetividade e profundidade. Somente aos 11 minutos o Sampaio saiu para o jogo. O lateral Eder limpou os marcadores na entrada da área e chutou colocado de esquerda, mas o goleiro do time gaúcho defendeu com segurança. Minutos depois, foi a vez do Brasil levar perigo. Diogo Oliveira chutou fraco da entrada da área e a bola sobrou no pé de Nathan. O centroavante brigou com o zagueiro tricolor e chutou no canto direito, mas Rodrigo Ramos defendeu com a ponta dos dedos.

O Sampaio precisava muito de um resultado positivo, mas foi o time gaúcho quem saiu na frente do placar. Aos 16 minutos, em cobrança de escanteio, Rodrigo Ramos saiu mal do gol e Nathan recebeu livre dentro da área para chutar e fazer o gol para o time Xavante. A Bolívia Querida não se intimidou diante do placar adverso e logo empatou a partida. Elias recebeu bom cruzamento de Waldir e subiu para cabecear encobrindo o goleiro, marcando logo um gol em seu primeiro jogo com a camisa do Tricolor de Aço. O atacante estava há muito tempo apenas treinando, jogou pouco neste ano e sentiu o peso do gramado. Alguns minutos após o gol, ele foi substituído por Henrique. Aos 33’, o seu substituto fez uma linda jogada, driblando vários marcadores, e tocou para Rafael Estevam que chutou forte, mas Eduardo Martini fez uma ótima defesa. Dois minutos depois, Cleitinho deu lugar a Rubens. O meia saiu sem cumprir com eficiência o seu papel no time, muito abaixo do esperado pelo técnico. Próximo aos cinco minutos finais, Henrique recebeu a bola na entrada da área e chutou colocado de canhota, sua jogada mais peculiar, mas a bola explodiu no travessão. E ainda teve tempo para o Brasil tentar desempatar com Marcos Paraná, que arriscou de fora da área com um chute forte, mas a bola apenas passou perto da trave. O árbitro apitou o final do jogo e o empate foi um péssimo resultado para o Tricolor. A torcida boliviana saiu desanimada com o resultado e cobrou dos jogadores, com todo direito.

O Sampaio, precisando de um gol para ter um alívio, avançava muito as suas linhas defensivas e ficava muito exposto em alguns momentos. O Brasil encontrava alguma facilidade para armar contra-ataques. Foi um jogo razoável, com direito a bolas na trave e belas defesas. Mais uma vez o goleiro Rodrigo Ramos foi o destaque da Bolívia Querida, apesar de sua falha no gol. Após a boa estreia de Elias, que mostrou vontade e aplicação, já se projeta uma boa dupla de ataque com Edgar.

Na rodada seguinte, o Sampaio Corrêa terá uma difícil tarefa. Vai a Lucas do Rio Verde-MT enfrentar o Luverdense, no Estádio Passo das Emas, na próxima terça-feira, dia 21. “Vumbora”, Sampaio!

FICHA DO JOGO:
SAMPAIO CORRÊA 1 x 1 BRASIL-RS

Local: Estádio Governador João Castelo (Castelão), São Luís (MA)
Data/Hora: 17 de Junho de 2016, às 21h
Gols: Nathan, aos 16’ 2ºT (Brasil-RS) e Elias, aos 19’ 2ºT
Cartões amarelos: Léo Gago (Sampaio); Galiardo, Brock e Marcos Paraná (Brasil-RS)

SAMPAIO: Rodrigo Ramos; Eder Sciola, Wágner Fogolari, Luiz Otávio e Rafael Estevam; Diego Lorenzi, Léo Gago e Cleitinho (Rubens); Jean Carlos (Waldir), William Paulista e Elias (Henrique). Técnico: Wagner Lopes

BRASIL-RS: Eduardo Martini; Weldinho, Leandro Camilo, Teco e Brock; Galiardo (Leandro Leite), Marcão, Nem (Washington) e Diogo Oliveira (Clebson); Nathan e Marcos Paraná. Técnico: Rogério Zimmermann

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Mais uma atuação ruim e mais um empate

Quinta partida em casa, e nenhuma vitória, foram 15 pontos disputados, e apenas quatro conquistados (quatro empates), números que indicam um início pífio do Joinville, o pior nos últimos anos em que voltou a Série B (desde 2012). A partida contra o Ceará foi reflexo do que está sendo o Joinville ao todo, um time extremamente limitado, que necessita urgentemente da entrada dos reforços que chegaram (e mais precisam chegar), pois esses pontos que estão sendo desperdiçados aqui vão fazer falta lá na frente, mas muita falta mesmo!

Naldo não tem uma saída de jogo qualificada. Foto: Divulgação/JEC
O primeiro tempo foi de doer os olhos, equipes muito amarradas em campo, a meia cancha estava muito congestionada, fazendo o jogo ser truncado. Tivemos nenhum lance de perigo, aliás, a única coisa a ser dissertada no que se refere (Dilma like this) a bola rolando, foi o gol anulado de Cléo Silva, que realmente estava impedido quando completou de cabeça para as redes o cruzamento de Juninho. O treinador Hemerson Maria ainda se viu obrigado a fazer duas substituições; Pereira e Cléo Silva saíram de campo sentindo, Cléo foi por uma dor muscular, e Pereira foi devido a um choque na cabeça, é quase certeza que ambos não jogam a próxima partida. E foi isso, não tem muito que dizer primeiro tempo sem nada de interessante, jogo feio demais e o 0 no placar.

A segunda etapa não foi lá essas coisas também, mas pelo menos ocorreu a maior alegria que o futebol nos proporciona: O gol! O primeiro do jogo foi tricolor, Juninho pifou Fernando Viana dentro da área, e cara a cara fica fácil, 1x0 para o JEC! Após o gol, o tricolor demonstrou lampejos de ofensividade, mas nada de tão incisivo, já o vozão, se lançou para buscar o empate, e conseguiu em uma bola parada; Ricardinho (aquele ex-JEC) lançou a bola na área, Richardson subiu e deixou tudo igual, 1x1. O tricolor ainda se viu obrigado a fazer mais uma substituição por lesão, Robertinho saiu chorando de campo, ao que tudo indica, fraturou o pé. O Ceará ainda quase conseguiu outro gol em um cabeceio de Bill, mas o arqueiro Oliveira praticou uma grande defesa. E foi isso, fim de papo em um fraco jogo na Arena Joinville, um gol para cada lado e a sina tricolor permanece.

Fernando Viana fez o gol e só! Foto: Divulgação/JEC
Falta ambição de vencer para o Joinville, e essa crítica de agora vai para o técnico Hemerson Maria, que recua o time demais, às vezes precisa de um pouco de coragem, exemplo o escanteio que o adversário vai cobrar, os nossos 11 jogadores ficam dentro da área, por que isso? A passividade do Joinville incomoda muito, tudo bem que precisamos fortalecer o elenco, mas não é necessário qualidade para ter audácia, muitas vezes pode se ver os 11 jogadores do JEC no campo de defesa, mesmo jogando em casa, isso é desanimador, temos que ir pra cima! Fernando Viana fez o gol, mas mais uma vez provou que está muito mal, só que vamos fazer o que? É isso que tem à disposição, então vai ele mesmo. Paulinho Dias fez uma partida horrenda, errando passes fáceis, enfim, precisa melhorar muito, pois a primeira impressão que nos passou não é tão animadora. Mas nem tudo é ruim, exemplo é Diego, que vinha sendo muito criticado (por mim), mas que fez uma partida razoável, bem melhor em relação às outras, porém, precisa melhorar muito, mas muito ainda. E para finalizar, precisamos de um volante que saiba sair jogando, com qualidade no passe, pois Naldo não pode ser o encarregado disso; tudo bem que marca muito, mas o passe precisa sair com mais qualidade, essa deficiência está matando o Joinville.

Confira abaixo a ficha técnica do jogo:

JOINVILLE 1x1 CEARÁ

Local: Arena Joinville, Joinville (SC);
Público e renda: 2.323 pessoas presentes, para uma renda de R$ 26.935,00;
Arbitragem: Paulo Schleich Vollkopf foi quem apitou a partida, ele foi auxiliado por Leandro dos Santos Ruberdo e Marcos dos Santos Brito;
Cartões amarelos: Everton Silva (JEC), Carlos Alberto (JEC) e Fernando Viana (JEC) | Valdo (CSC) e Charles (CSC);
Gols: Fernando Viana (JEC) | Richardson (CSC). Confira os gols da partida clicando aqui;

Joinville: Oliveira | Everton Silva, Ligger, Bruno Aguiar e Diego | Naldo, Paulinho Dias, Carlos Alberto e Pereira (Juninho) | Cléo Silva (Robertinho [Danrlei]) e Fernando Viana | Técnico: Hemerson Maria;

Ceará: Éverson | Tiago Cametá (Marino), Valdo, Charles e Thallyson | João Marcos, Richardson, Ricardinho e Felipe | Alex Amado (Rafinha) e Bill (Rafael Costa) | Técnico: Sérgio Soares.

Cléo Silva saiu sentindo dor muscular. Foto: Divulgação/JEC
Relacionado à falta de qualidade na saída de bola, um volante muito bom nisso já confirmou sua vinda ao tricolor, e trata-se de Bertotto, um volante canhoto, que é vinculado ao Internacional e vem como parte da negociação com Anselmo, sem dúvidas vai agregar muito! O JEC volta a campo na próxima terça-feira para enfrentar o Paysandu; o jogo ocorrerá no estádio da Curuzu as 19h15. Ocupando 14°colocação na tabela com 11 pontos ganhos, o Joinville viaja para o Pará com a certeza de que Everton Silva, Robertinho, Cléo Silva e Pereira não jogam, ou seja, provavelmente teremos Danrlei improvisado na lateral direta... Seja o que Deus quiser!

Serra frustrada: Galo no G4


Primeira etapa horrorosa do Regatas, não conseguia acertar passes e nem sair para o jogo de forma cautelosa. Se o meio de campo não conseguia criar, a defesa tentava se safar da bola de qualquer forma, e Juliano foi destaque outra vez. Luidy bem procurado por clubes do futebol brasileiro essa semana, não conseguiu manter o ritmo dos jogos passados, enquanto a equipe de Goiás finalizava de forma errada.

Era se arrumar pro segundo tempo, fazer com que os meias criem oportunidades, mesmo sendo por cruzamentos ou não, tinha que se cuidar pra conseguir o resultado.

Na segunda etapa, Luidy pareceu que acordou no jogo, fez duas belas jogadas no começo do jogo e quase marcou, Wellinton Júnior saiu da reserva, e quase marcou uma obra de arte no Serra, chapelou o marcador e finalizou, pena que a bola não entrou.

Aos 20' Júnior Viçosa saiu da área, fez lindo cruzamento, de três dedos, e Michel cabeceou no cantinho, sem chances para Juliano. Dragão 1 a 0. Tentando chegar para marcar, o Galo foi feliz aos 27' com Adalberto em cruzamento de Dakson que cobrou no primeiro pau, Galdezani cabeceou com violência, e Marcos fez a defesa parcial. No rebote, Adalberto finalizou para o gol, empate do Galo, 1 a 1.

No final do jogo, a equipe mandante fez uma pressão gigantesca, Luis Soares que atuou no Campeonato Alagoano pelo rival do CRB, foi figura importante no ataque goiano, mas a bola não entrava no gol, Éder lançou Welinton Junior, que saiu livre no setor ofensivo e tocou por cima do goleiro Marcos com imensa categoria, estreia sensacional do atacante.

O Galo agora volta para Maceió para enfrentar a equipe do Paraná na terça-feira buscando ficar no G4, serão dois jogos seguidos em casa para se manter.

Por: Felipe Calheiros.

Apagão

Alguém, por favor, chame a Copel, pois houve um apagão de grandes proporções no segundo tempo ontem na Vila Capanema. Para muitos foi a gota d’água tomar uma virada da Luverdense em casa, dentre eles a Torcida Fúria Independente, que protestou muito na reta final do jogo. Coitado de Marcelo Martelotte, que mal chegou e já está nessa fogueira.

Apesar de na teoria o treinador ser Martelotte, quem convocou, escalou e praticamente comandou a equipe nesta sexta foi Fernando Miguel. Com o comando em mãos, Miguel repetiu a escalação que deu certo no 2º tempo contra o Goiás, com: Marcos; LSilva, Pitty, JPaulo e Fernandes; Uchoa, Murilo e Valber; Robson, Henrique e Lucio Flavio.

Alguém viu o Paraná Clube por aí?
O primeiro tempo foi a continuação do jogo contra o Goiás, só que melhor. O time jogava em cima, não dava espaços pra Luverdense, que não passava do meio campo. O volume de jogo era grande, as finalizações baixas. Na primeira que saiu: gol Tricolor. Murilo arrancou do meio e colocou a bola no canto de Gabriel, que nada pode fazer. O gol deu confiança, a pressão aumentou e a bola chegou a entrar de novo, com Lucio Flavio, mas ele estava impedido.

O segundo tempo dispensa comentários. O time não entrou em campo. Em menos de 10’ a Luverdense teve quatro escanteios e ganhou TODOS de cabeça, foram dois gols e uma bola na trave. Se tava ruim, com a virada então... Resta nos perguntar, qual Paraná veremos para o restante da temporada? O do primeiro ou o do segundo tempo?

Sobre o jogo: Valber e Henrique não entraram em campo. Robson tentou, mas estava mal (não é de hoje). Fernandes, Uchoa e Pitty ridículos. Lucio Flavio foi Lucio Flavio. Por que Alisson não joga? Por onde anda Nadson, que nunca mais tivemos notícias? E os necessários reforços?

Torcida protestou bastante contra a diretoria e time. Foto: Geraldo Bubniak
A Série B não para e já na próxima terça-feira o Tricolor volta a campo. O confronto é contra o CRB em Maceió. O calendário cheio desde o início de campeonato prejudica as equipes, ainda mais agora com novo técnico sem tempo pra trabalhar. Voltar com os três pontos seria sonhar demais?

Fellipe Soares || @_FellipeS

Espanha da aula e bate sem dificuldades a Turquia

Um time extremamente técnico, contando com uma defesa forte demais e um meio campista gênio, essa é a Espanha, que enfrentou pela segunda rodada da Eurocopa uma limitada e acovardada Turquia, resultado? Um banho de bola proporcionado pelos espanhóis, e o que resta para a Turquia é ter fé, pois mesmo tendo apresentado um futebol pífio nas primeiras duas rodadas, ainda pode chegar as oitavas como um dos quatro melhores terceiros colocados.

A Turquia nem viu a cor da bola. Foto: Uol esporte
Foi basicamente uma aula para os turcos, tendo que correr o tempo todo atrás da bola, e não sabendo o que fazer no pouco que tinha ela no pé com tranquilidade, tanto é, que até os 11 minutos de jogo, a Espanha havia chegado com perigo três vezes. Os turcos foram ter uma boa chance apenas em bola parada, quando Hakan Çalhanoglu bateu por cima do gol. O primeiro gol da fúria veio aos 33 minutos, quando Nolito cruzou na medida para Morata, que só teve o trabalho de raspar na bola e correr para o abraço, 1x0 Espanha! O segundo gol não demorou, veio 3 minutos depois, quando Nolito aproveitou um vacilo de Topal, e mesmo caindo, botou a bola para o fundo das redes, 2x0 Espanha. Após os gols, a fúria seguia no comando total da partida, fazendo a bola correr, e botando os turcos na roda, que se vinham acuados, sem forças para sequer tentar reverter o cenário: 2x0 e fim de primeiro tempo, mais um jogo onde a Espanha deu aula, e viu seu maestro (Iniesta) fazer parecer que o futebol é algo tão fácil de ser jogado, um gênio!

O segundo tempo começou e não demorou muito para a Espanha dar um beijo na viúva e fechar a tampa do caixão; Iniesta efetuou um grande passe (gênio), achando Jordi Alba dentro da área, o lateral só rolou para Morata anotar seu segundo gol no jogo, o terceiro da fúria, 3x0 Espanha. Dois minutos após o gol, Iniesta fez outro cruzamento preciso, dessa vez achando Morata, que cabeceou para fora. A Turquia teve a chance do gol de honra aos 6 minutos, Burak Yilmaz invadiu a área e soltou o pé, por cima do gol. E teve mais, David Silva e Bruno Soriano tiveram a chance de fazer o quarto gol, mas faltou calibrar melhor o pé. E foi esse o segundo tempo, a Espanha fazendo a bola (e os turcos) correr, só deixando o tempo passar, e assegurando sua vaga nas oitavas da Eurocopa. 

Nolito comemorando o seu gol. Foto: Uol esporte
A Espanha se mostrou ser um grande favorito ao título nesses dois jogos da Euro, impondo seu futebol, liderada por um gênio chamado Andrés Iniesta, ainda tendo jogadores de extrema qualidade, como Busquets e David Silva, além do fortíssimo setor defensivo, formado por Juanfran, Piqué, Sérgio Ramos e Jordi Alba, e tendo embaixo das traves o monstro De Gea; a partida que a fúria fez foi mais uma prova desse favoritismo, toque de bola quase perfeito, jogo inteligente, enfim, joga fácil, mas a curiosidade de os ver jogando contra uma qualificada equipe é grande, não duvidando da qualidade espanhola, mas sim querendo 90 minutos de um futebol bem praticado por ambas as equipes, já que a Turquia se acuou completamente e não reagiu, apesar de estar perdendo e precisar da classificação. Sobre a participação de Arda Turan e cia, só uma palavra descreve: Pífio. Simples assim, é uma seleção que tem certa qualidade, e que poderia jogar um pouco mais de futebol.

Confira abaixo a ficha técnica do jogo:

ESPANHA 3x0 TURQUIA

Local: Allianz Riviera, Nice;
Árbitro: Milorad Mazic (Sérvia);
Cartões amarelos: Sérgio Ramos (ESP) | Tufan (TUR) e Burak Yilmaz (TUR);
Gols: Morata 2x (ESP) e Nolito (ESP); Veja os gols do jogo clicando aqui;

Espanha: De Gea | Juanfran, Piqué, Sérgio Ramos e Jordi Alba (Azpilicueta) | Busquets, Fábregas (Koke) e Iniesta | David Silva (Bruno Soriano), Morata e Nolito | Técnico: Vicente Del Bosque;

Turquia: Babacan | Gonul, Topal, Balta e Erkin | Ínan (Malli), Tufan, Hakan Çalhanoglu (Sahin), Ozyakup (Sahan) e Arda Turan | Burak Yilmaz | Técnico: Fatih Terim.

Jogadores da fúria comemorando o gol de Morata. Foto: Uol esporte
Espanha e Turquia voltam a campo na próxima terça-feira; a fúria viaja até Bordeuax para encarar a Croácia, jogo que vale a liderança do grupo, já os turcos vão até Lens enfrentar a República Tcheca, necessitando da vitória para tentar classificar como terceiro colocado, ambos os jogos são às 16h. 

Debaixo de dilúvio, Irlanda do Norte "afoga" Ucrânia e faz história

Nessa quinta-feira (16/06) Irlanda do Norte e Ucrânia lutaram por uma chance de continuarem vivos na Eurocopa, debaixo de um dilúvio em Lyon, e foram os Irlandeses que saíram vitoriosos após o apito final. Além de conquistarem três pontos, a Irlanda do Norte conseguiu sua primeira vitória e seus dois primeiros gols em toda sua história na fase final Eurocopa, além de eliminar a Ucrânia, cotada como uma das favoritas para a segunda vaga do seu grupo.

Irlanda Do Norte: Mudança de postura, três pontos, um dia para entrar na história.

Debaixo de chuva e granizo,a Irlando do Norte venceu a Ucrânia por 2x0. (Foto: Uefa Euro 2016/Divulgação)
Desacreditada por todos (inclusive por seus torcedores) a Irlanda do Norte viajou a Lyon para enfrentar a Ucrânia, com remotas chances de se classificar para a próxima fase. Para essa partida o técnico Michael O'Neill realizou quatro mudanças na equipe titular, dentre elas, a saída do craque Kyle Lafferty que estava desgastado devido a última partida e três mudanças ofensivas no meio campo, com a chegada de Washington, Ward e Stuart Dallas.

O primeiro tempo foi algo muito parecido com o episódio ocorrido em Nice. A Norn Iron se defendia com um esquema 5-4-1 e apostava em seus contra-ataques rápidos armados por Dallas e Norwood para conseguir finalizações. O meio campo ucraniano se mostrou ineficaz exigindo pouco de McGovern e para o espanto de todos, os irlandeses mesmo ficando menos com a bola (35% dos primeiros 45 minutos) terminaram o primeiro tempo com mais finalizações, somando um total de oito sendo três no alvo de Pyatov.

A chuva veio com o segundo tempo, e logo aos cinco minutos saiu o primeiro gol da Irlanda do Norte em fases finais da Eurocopa. Em uma cobrança de falta, Norwood achou McAuley na área para empurrar a bola para o fundo das redes e fazer história, Irlanda 1x0 Ucrânia. Nos cinco minutos seguintes, ocorreu uma intensa pressão ucraniana que somente parou quando a chuva trouxe granizo, paralisando a partida. Para segurar o resultado Norwood foi recuada a linha defensiva e a muralha verde foi erguida, aguardando ansiosamente por um contra-ataque.

A chuva cessou no fim da partida, mas a festa dos norte-irlandeses não. Na arquibancada se via um espetáculo verde, que dava forças à muralha feita pelos jogadores em campo. Nos últimos minutos, a defesa era constituída por seis ou até sete jogadores na mesma linha. Todo esse esforço defensivo e da torcida não foi jogado fora, pois em um contra-ataque aos 51 minutos do segundo tempo Maggenis cruzou e no chute de Dallas rebatido por Pyatov, McGinn empurrou para o fundo das redes sacramentando a vitória norte-irlandês, e um dia histórico para o futebol.

Ao final dos 90 minutos, a Irlanda do Norte pode dar alegria aos torcedores e fazer história na Eurocopa (Foto: globoesporte.com)
Com a vitória e os três pontos, a Norn Iron alcança a terceira colocação e vai enfrentar a Alemanha em Paris, começando a sonhar com uma inédita vaga o que aumentaria ainda mais seu feito histórico realizado nessa Eurocopa.

Ucrânia: Mais uma vez decepcionando a sua torcida.

A Ucrânia sem muitas mudanças era favorita para a partida, pois mostrou um bom futebol na partida contra Alemanha apesar da derrota, Pyatov, Fedetskiy, Rakitskiy, Shevchuk, Khacheridi, Stepanenko, Sydorchuk, Yarmolenko, Kovalenko, Konoplyanka e Seleznyov foi o time que Fomenko mandou a campo apenas com Seleznyov de diferente no time anterior.

O jogo começou e com ele veio a surpresa, Irlanda do Norte dominava as ações com a posse de bola, porem a Ucrânia começou a ficar mais presente no ataque, mas sem o poder de finalização, os ucranianos eram melhores até o primeiro tempo com 68% de posse da bola mas nada criava.

O segundo tempo voltou e com ele novamente à surpresa, logo no começo uma ducha de água fria, o gol da Irlanda do Norte, depois disso só tinha uma coisa a fazer ir ao ataque e a seleção ucraniana e foi com tudo tentou de varias maneiras, mas nada dava certo nessa tarde então mais um gol dos Norn Iron fechando o Caixão ucraniano, nesse momento a Ucrânia encerrou sua participação na Euro 2016.

Chuck Norris 9ª Rodada: Pequenos ajustes, grandes pontuações

Nosso desafio na rodada passada era montar um ataque goleador. Conseguimos: Gabigol MITOU, Calleri deixou o dele e Luan fez 9,30 mesmo sem ir às redes. Apesar disso nossa pontuação caiu bastante. Nosso goleiro não levou gol, mas acabou ZERADO – saiu machucado viu seu time perder – nossos laterais decepcionaram e nosso craque DE ARRASCAETA foi a decepção da rodada. Apesar destes contratempos pontuamos acima da média e nos mantivemos na liderança da Liga dos Colunistas do Linha de Fundo. Mas estamos poço abaixo da posição 3000 na liga Nacional, ou seja: Temos que REMAR muito ainda.

Esta rodada tem alguns times FAVORITAÇOS – ao contrário do que a maioria pensa, esse cenário indica muito RISCO: Tentação de apostar as fichas em jogadores de poucos times e de escolher mal diante de tantas aparentes boas opções.

Seguiremos o espírito AUDACIOSO de nosso mentor e escalaremos um time forte, confiável, mas com boas surpresas para garantirem aquele DIFERENCIAL na pontuação final da rodada. Uma análise minuciosa do nosso DADICO [Departamento de Análise, Dados, Intercorrências Casuais e Ocasionais] sugeriu mudança de sistema para 3-4-3 devido à alta oferta de bons [e goleadores] zagueiros e meias, em detrimentos de laterais em queda de produção. Sem mais delongas, eis nosso ESCRETE:
 
ESQUEMA: 3-4-3    PREÇO: C$167, 89
Grohe [Grêmio] – A defesa gremista decepcionou na última rodada – levou três gols na Arena Condá. Grohe parecia sob o efeito NEFASTO da INHACA da seleção de Dunga. Só que Dunga caiu, o jogo será na Arena do Grêmio contra o OSCILANTE Cruzeiro de Paulo Bento – líder em finalizações erradas no campeonato. O time azul, no entanto marcou em todas as partidas fora de casa, ou seja: Está na hora de passar em branco. Com sorte Grohe ainda fará um ou dois defesas difíceis.

GeroMITO [Grêmio] – Não preciso nem justificar sua presença aqui. Esteve no Chuck em 6 das 9 escalações do ano. Contra a Chape fez seu primeiro gol no BR-16. Acho que repetirá a dose.

Rafael Vaz [Flamengo] – Dois jogos e OITO roubadas de bola. É média espetacular até para volante. Contra o São Paulo – time que mais PERDE POSSE no campeonato deve se destacar bastante no quesito.

Vitor Hugo [Palmeiras] – É quase como escalar mais um atacante tal sua eficiência na área adversária. Jogando em casa – onde o Palmeiras tem 100% de aproveitamento – e contra um adversário em queda técnica o SG também é uma possibilidade real. Chance de MITAGEM.

Osman [América-MG] – Chuck tem tido mais sorte com APOSTAS que com jogadores consolidados. Osman é o jogador mais talentoso do meio-ataque do time mineiro, que precisará reagir no campeonato contra um adversário direto contra o rebaixamento. Quase marcou na rodada passada, nessa ele não falhará.

Cazares [Atlético-MG] – Quarta passada fomos bem com Gabigol retornando da Copa América. Agora o retorno da vez é Cazares, eliminado com a seleção equatoriana. Chega para ser solução e repetir as boas atuações antes da viagem. Esperem gols e assistências.

Diego Souza [Sport] – Média de 11 pontos nas três últimas rodadas. Enfrenta seu ex-clube, na ilha de Retiro e precisando tirar o time da zona de rebaixamento. Escalação obrigatória.

Giovanni Augusto [Corinthians] – Não tem repetido a temporada de 2015. Mas é o autor do primeiro gol no Itaqueirão e costuma jogar bem lá. Superstição é tudo.

Luan [Grêmio] – Nem precisa marcar gols para pontuar bem. Mas é difícil que não marque neste domingo contra o Cruzeiro. Vale gastar essas quase 20 cartoletas.

Marinho [Vitória] – Jogador que mais sofre faltas no campeonato, individualista e quer resolver tudo sozinho [o que é ÓTIMO para o Cartolafc]. O ataque do Vitória se resume a ele e Kieza, mas acredito que Marinho é uma melhor opção nesta rodada, pois a Chape vem com lateral esquerdo improvisado – e por ali Marinho costuma infernizar.

Gabriel Jesus [Palmeiras] – Muita gente se decepcionou com a joia palmeirense na última rodada – quem não seguiu a dica do Chuck de não escalá-lo. Contra o Santa, no entanto ele é CABEÇA DE POLE. Palmeiras sempre imprime um forte ritmo de jogo e Gabriel é o atacante mais participativo do time.

Marcelo Oliveira [Atlético-MG] – Não, eu não fiquei maluco. Marcelo Oliveira ainda não venceu pelo Galo, o time vem jogando pedra em santo e vai precisar atacar muito para sair da má fase. Acho que é a hora de tirar o pé da lama – se tiver com pouca grana melhor investir em Mancini ou Autuori.

 ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP

Torcida dá show, Dempsey decide e Estados Unidos elimina o Equador

A bonita festa da torcida norte-americana foi fundamental para empurrar o time da casa rumo à vitória. Com um gol em cada tempo, os Estados Unidos bateu o Equador por 2x1 e avançam para as semifinais da competição após muita emoção: com um jogador a menos por parte do segundo tempo, os minutos finais foram um teste para cardíaco após o gol de honra dos equatorianos.

O apoio da torcida tem sido fundamental e decisivo para a boa companha norte-americana. (Fonte: Ussoccer.com)
EUA: O mesmo de sempre que deu certo

O time norte-americano conseguiu mais uma vez mostrar um bom futebol e muita eficiência para derrotar o Equador. Com um estádio lotado, o time viu o seu principal jogador, Dempsey, fazer o seu melhor jogo na competição, fazendo um gol e dando uma assistência, fora as boas finalizações do atacante. Utilizando a mesma escalação desde o início da Copa América, com exceção do lateral Yedlin que foi expulso no jogo diante do Paraguai, o técnico Klinsmann mostrou que a experiência e o entrosamento do grupo que joga há muito tempo junto, funcionou.

Em um primeiro tempo onde tudo funcionou, desde o goleiro até o atacante, os norte-americanos controlaram toda a etapa, sem dar muita chance e espaço para os visitantes. Já na segunda etapa, Klinsmann sofreu uma grande perda pra semifinal. Após reclamar muito em um lance de expulsão equatoriana, Jones também acabou indo para o chuveiro mais cedo e está fora da semifinal. Mesmo com mais espaço, os EUA mostrou quem mandava ali, e ampliou o placar. A defesa dos norte-americanos se mostrou muito bem, mesmo depois de sofrer gol. Os equatorianos foram com tudo para tentar o empate, mas a forte marcação (e sorte também!) garantiram a seleção americana pra semifinal pela 2ª vez na história.

Agora o time se prepara para enfrentar a temida e favorita Argentina ou a surpresa Venezuela. Independente do adversário, os Estados Unidos tem que mostrar o que vem fazendo até aqui. Bons jogos, pressão e precisão nos chutes, além de se favorecer do apoio das arquibancadas. Se conseguir fazer isso, principalmente se enfrentar a Argentina, terá boas chances de chegar à final do campeonato. E acreditar que é possível. E acabar de vez com a história de que nunca será forte no futebol. 

A união do time pode fazer a diferença na semi-final
(Fonte: Ussocer.com)
EQUADOR: O fim de um sonho

O sonho de conquistar o título da Copa América ficou pelo caminho para os equatorianos, ainda que a jornada nessa edição tenha sido mais do que honrosa. Perder para os donos da casa em um jogo inspirado de Dempsey está longe de ser um absurdo, além de ficar a marca de passar de fase em um grupo que o poderoso Brasil foi eliminado.

Apesar de tudo, não foi um bom jogo na fase decisiva de quartas de final. Em que pese à torcida contra, foram muitos os espaços deixados pelos equatorianos para que os norte-americanos trabalhassem a bola e chegassem com facilidade ao gol de Dominguez. O gol nem demorou a aparecer: logo aos 23 minutos, Dempsey estava livre em mais uma falha de marcação equatoriana. A desvantagem complicou ainda mais um dia pouco inspirado dos equatorianos cuja proposta de contra-atacar acabou comprometida. Restou propor o jogo, coisa que não é exatamente a especialidade da La Tri.

O segundo tempo começou ainda mais complicado, levando o segundo gol após outra boa jogada de Dempsey, o ponto de desequilíbrio do jogo e que não conseguiu ser bem marcado pelo meio-campo equatoriano. O que parecia um jogo perdido teve uma daquelas reviravoltas que o futebol proporciona com a expulsão de Jones.

Com um a mais, os equatorianos conseguiram crescer na partida e descontaram. O final de jogo foi uma grande pressão que poderia ter levado o jogo para os pênaltis com um pouco mais de capricho. A eliminação foi dolorosa, mas longe de apagar o bom trabalho que vem sendo feito até aqui. O foco volta para as eliminatórias para o próximo jogo contra o Brasil.

Frederico Kuhnen | @Fred_Metro2002
Stéfano Bozza | @stebozza
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