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domingo, 19 de junho de 2016

Sob frio de 7ºC, Grêmio vence e convence

O Tricolor Imortal foi a campo hoje, às 19h (horário de Brasília), para receber o Cruzeiro na Arena em partida válida pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. Um jogo que tinha tudo para ser uma partida comum, recebeu a neblina e o frio como "intrusos", dando um clima londrino à Arena do Grêmio. Os termômetros de Porto Alegre marcavam 7ºC e a neblina se instalou por toda a capital gaúcha, inclusive, no campo de jogo, que somente em poucos dos 90 minutos de bola rolando foi possível observar 100% do gramado.

Campo de jogo tomado pela neblina. (Foto: Eduardo Moura / Globoesporte.com)
Mesmo com a neblina e o frio como adversários, as duas equipes só tinham interesse na vitória. O Grêmio para continuar na cola dos líderes e o Cruzeiro, para tentar escapar da zona de rebaixamento que vem flertando com a equipe mineira desde o início do Campeonato Brasileiro. Mas a vitória interessava, principalmente, o Grêmio que, além de querer ficar colado na liderança, jogava em casa.

No primeiro tempo de jogo, nem Grêmio e nem Cruzeiro conseguiam jogar muito, salvo algumas chances criadas pelo Tricolor, mas sem perigo. Talvez o frio estariam deixando o futebol dos jogadores congelado e a neblina, atrapalhando as equipes de enxergar a possibilidade de vitória na partida. O 1º tempo seguiu frio até os 42 minutos, que foi quando Luan resolveu esquentar a partida com um belo chute de canhota, mas a bola bateu na trave e Douglas chutou por cima do gol de Fábio, no que foi a melhor chance do jogo.

Aos 44 minutos, Luan esquentou de vez. Everton recebeu a bola pelo lado direito do ataque, e cruzou a bola na medida para Luan, que cabeceou a bola como manda o manual do centroavante e abriu o placar para os donos da casa, sem chances para o goleiro Fábio. Grêmio 1x0 Cruzeiro. Luan, que era muito escalado como "falso 9", se mostrou muito melhor como um "verdadeiro 9".

No 2º tempo, as equipes voltaram com ritmos muito diferentes. O Cruzeiro parecia o mesmo da etapa inicial, sem empolgar muito. Já o Grêmio, parecia o mesmo dos minutos finais do 1º tempo e voltou esquentando ainda mais ao jogo. Aos 6 minutos da etapa complementar, Luan arriscou o chute de fora da área, Fábio rebateu a bola que, para a infelicidade do arqueiro cruzeirense, foi parar na cabeça de Douglas. O maestro pifador - como é conhecido Douglas - só precisou completar para o fundo do gol, livre de marcação para encaminhar a vitória Tricolor. Grêmio 2x0 Cruzeiro.

Douglas comemorando o gol com seus companheiros. (Foto: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação)
A Raposa ainda teria a chance de diminuir o placar quando teve um pênalti ao seu favor aos 23’ do 2º tempo, em lance que Riascos chutou e a bola bateu no braço de Marcelo Oliveira. De Arrascaeta pegou a bola para a cobrança, mas isolou. O Cruzeiro seguiu sendo envolvido pela posse de bola do Grêmio (58% do Tricolor contra 42% da Raposa) e não conseguiu esboçar uma reação. Final de jogo, com vitória do Grêmio, que venceu, convenceu e garantiu os três pontos em casa, se mantendo na 3º colocação com 18 pontos - um ponto atrás do líder Palmeiras e do vice-líder Internacional, que têm 19 pontos. O Grêmio volta a jogar na Arena na próxima quinta-feira contra o Vitória, às 19h15min.

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

Na estreia de Guilherme Alves, Vila Nova vence o Oeste na Arena Barueri

Na noite deste sábado (18), o Vila Nova não tomou conhecimento da equipe da casa, e venceu o Oeste por 3 a 1. Na estreia do técnico colorado Guilherme Alves, que já havia levado a melhor sobre Fernando Diniz no Campeonato Paulista desse ano. O treinador estreou um esquema de jogo novo para a equipe Vilanovense 4-4-1-1. Marcando mais de perto o adversário, e foi isso que aconteceu. O Tigre dominou totalmente o esquema de jogo da equipe da casa, o Oeste criou pouco chegando sem perigo ao gol de Wagner Bueno. Com essa vitória o Tigrão manteve a sequência e venceu a segunda partida seguida nessa Série B.

Esquema que deu certo, um treinador até então desconhecido chegou e já começou a colocar ordem nos jogadores, Vandinho se quer viajou com a equipe, Carmona pegou banco. Segundo o próprio Guilherme ele quer todos os jogadores bem fisicamente e com segurança de jogo, e para ele nenhum dos dois tinha condição de ir para o jogo.

O primeiro gol da partida foi marcado por Jean Carlos. Foto: Vila Nova Futebol Clube
Parece que as coisas finalmente vão começar a andar, Wagner Bueno super seguro no gol, devemos muito ao Edson mais vinha falhando não tinha lógica manter ele no time, não passava por uma boa fase. Bueno está segurando a oportunidade como nunca, Fabinho e Jean Carlos dupla de destaque no jogo de ontem, o capitão Robston também teve uma noite iluminada marcou seu terceiro gol no campeonato. Dos três gols dois passou pelos pés de Fabinho e o terceiro ele mesmo dominou no peito e aproveitou a saída do goleiro Felipe Alves chutou do meio da rua marcando um golaço, o gol foi bem parecido com o do Moisés na final da Série C 2015. Dupla que tem tudo para ser destaque no decorrer do Campeonato.

O clube agora pode respirar aliviado hoje se distanciou do Z-4, e está a quatro pontos do G-4. O clube vive a anos um sobe e desce, a Série B parecia não ser mais o lugar do Vila, vivendo um dia após o outro é com pés no chão o clube vai entrando nos trios. Fora de campo sofreu baixas e teve uma semana conturbada, mas souberam deixar tudo que aconteceu fora de campo lá.

Assim como o rival Atlético o Vila apostou em um técnico desconhecido, e isso pode dar certo. A primeira impressão é a que fica! Guilherme só precisa ser firme não deixar jogador mandar no time, e nem diretoria se intrometer em escalação. Não são treinadores, ele precisa falar não. E pelo visto ele tem pulso firme, era de treinador do tipo que o Vila precisa. Boa sorte a ele, porque ele vai precisar de muita o Vila e cheio de problemas, e sempre terá um para tentar o derrubar mais isso é a lei da vida.

Robston recebe o apoio dos jogadores após marcar mais um gol nesta Série B. Foto: Vila Nova Futebol Clube
Guilherme aproveitou a vitória e convocou a torcida para o jogo de terça-feira (21), onde o Tigrão receberá o Criciúma no Serra Dourada, as 21h30. O Vila hoje ocupa a 11° posição com 13 pontos.

"Vou fazer um convite para a torcida do Vila, porque o jogo de terça-feira é primordial para as nossas intenções. Peço para que o vá ao estádio, que lute com a equipe e que, se as coisas não saírem da melhor maneira possível, podem vaiar, mas depois do jogo, pois durante o jogo a gente vai precisar muito da torcida".

Um jogo do Oeste horrível de se ver

Oeste jogou uma partida horrível diante do Vila e saiu com uma derrota merecida.

Foto: Globoesporte

O futebol apresentado pela equipe do Oeste contra o Vila Nova não foi ruim, foi PÉSSIMO, mostrou um time totalmente abaixo do esperado, não parecia o Oeste do começo do campeonato de três, quatro rodadas atrás, um time que pressionava bastante o adversário, que controlava bem a bola, o time vem oscilando demais nesse campeonato, e mais uma vez começou atrás do placar, até quando isso? Será que não foi treinado isso, diversas chances que o time teve de abrir o placar, foram mal finalizadas, é lastimável.

O time do Vila Nova foi totalmente superior do começo ao fim, e por sorte nossa não fizeram mais, mas pelo o que apresentou era pra ter sido goleada. Foi uma das piores atuações do Oeste nessa Série B, e não estou atirando pedras contra o time somente pela derrota, até porque uma hora ou outra acaba perdendo mesmo futebol é isso. O que acho errado é essa grande oscilação da equipe e o porquê do Fernando Diniz não manter a mesma escalação, dificultando o entrosamento. Concordo que mudanças são bem vindas e tem que ser feitas, mas nos momentos certos e as mudanças certas.

Jogadores que começaram muito bem a competição andam meio sumidos do jogo, como é o caso do Léo Arthur que é o artilheiro do Oeste até o momento, sinceramente não sei o que está acontecendo, Mazinho ainda não se encontrou na equipe titular, um kogador totalmente perdido em Campo, não é o mesmo Mazinho de antes, é evidente isso. Já Marcus Vinicius que tanto critiquei que vinha jogando mal, anda melhorando, já marcou dois gols em duas rodadas seguidas, aliás, ele foi o autor do único gol do Oeste na derrota para o Vila.

Até acreditei, que após o gol de empate do Oeste o time até ia embalar e ir em busca da virada. Até que tentaram, e por pouco o Rubrão não virou o jogo, mas foi só. Depois disso, só deu Vila Nova, não deu outra, segundo gol do Vila. O time já não tinha mais forças e tentava suas últimas cartadas, nos instantes finais o goleiro do Oeste foi pra área adversária, porém pra mim foi um lance suicida que não foi concluído em gol. O que restava era o Felipe Alves correr pra área pra evitar o terceiro gol, mas não chegou a tempo e não evitou o que foi o terceiro gol do Vila Nova, decretando mais uma derrota do Oeste.

É triste ver nosso Oeste jogando tão longe de sua casa, e ainda por cima jogando mal, pode parecer estranho, mas nós não queremos e não precisamos estar na elite do futebol brasileiro, não tem necessidade, só o que ele conquistou que muita gente nos desmerece dizendo que a gente não é digno de estar numa Série B no qual foi muito difícil chegar até onde chegamos, isso já é de orgulho pra nós o que esse time já trouxe de alegria pra gente mesmo sendo um time de menor expressão, e não queremos passar mais um ano brigando por rebaixamento, nenhum torcedor gosta de passar por isso. E não desejo pra nenhum time o que a gente está passando que é ver nosso time do coração longe da gente, então, por favor, não manchem nosso Oeste.

O Rubrão voltará a Campo na próxima terça-feira, em Fortaleza-CE onde enfrentará o Vozão, conhecido Ceará que vem fazendo uma boa campanha até nessa Série B no Estádio Castelão às 19h15.

VAMOS OESTE!

Césare Boralli || @cesareboralli
Linha de Fundo || @SiteLF

Empate com gosto de derrota e um Flamengo diferente

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
O empate contra o São Paulo não reflete o que foi o Flamengo durante os 90 minutos. Apesar de suas limitações, o desempenho rubro-negro também merece destaque e elogios. Além disso, jogadores como Willian Arão e Alan Patrick mais uma vez ganharam o papel de protagonistas nesse elenco.

O Flamengo voltou a campo neste domingo (19) para tentar continuar no caminho das vitórias. Após o duelo contra o Cruzeiro, que teve diversos pontos negativos e positivos, o Mais Querido teve a chance de vencer a segunda seguida e continuar uma boa campanha nesse Brasileiro.

Não estamos no melhor momento de nosso ano. Se em outros dias acreditávamos que era o time ideal jogando, hoje ainda existem muitas dúvidas sobre o elenco que usa a camisa vermelha e preta. Entretanto, existe algo diferente que não vimos quando Muricy Ramalho estava no comando.

A equipe de Zé Ricardo, assim como era na Copa São Paulo de Futebol Júnior, não tem as melhores peças, mas possui uma vontade que era difícil de ver há alguns jogos, o que acaba mantendo o Flamengo na disputa pelo resultado e por posições. É interessante ver que até os jogadores mais limitados acabam lutando pela vitória.

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
É claro que nem tudo é positivo. Não podemos levar dois gols em falhas individuais. O primeiro saiu em um contra-ataque que deixou Calleri, antes marcado por Márcio Araújo, completamente sozinho no ataque; o segundo de um espaço enorme na esquerda finalizado por falha de Réver. Além disso, nossos jogadores de meio e ataque erram demais em finalizações. O Flamengo precisa de mais atenção e de suas peças mais talentosas. Zé Ricardo tem Mancuello e Cuéllar no banco, porque não utilizá-los com mais frequência?

O pênalti perdido por Alan Patrick fez muita diferença, ainda mais por ter sido o último lance da partida. Foi difícil ver aquela bola ir para fora justamente pelo grande jogo que ele fez. Alan não só atuou bem como fez seus companheiros seguirem seu caminho, o que foi muito importante. Foi injusto vê-lo finalizar um grande dia desta forma.

Outro que vive grande fase é Willian Arão. Além de fazer o segundo gol do Fla, ele ainda jogou muito bem e esteve em diversas jogadas defensivas e ofensivas, o que definitivamente mudou o jogo. Arão não assumiu a faixa de capitão por nada e, apesar de ser novo no elenco, tem sido decisivo e essencial para o rubro-negro.

Arão escolheu ser feliz (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
O próximo duelo será contra o Santa Cruz, que não está em seus melhores dias, no Arruda. Jogar fora de casa é uma tarefa muito difícil, mas pode ser o momento ideal para o Flamengo voltar a conquistar os pontos que precisa. Perto do G4, o Mais Querido tem a chance de conseguir a confiança de sua torcida e, com isso, alcançar lugares melhores nas competições esse ano.

Mariana Sá | @imastargirl 

Se não contratar, vai continuar assim

Fluminense FC  19.06.2016
A imagem que traduz o jogo: Flu tropeçou feio no Sport. Foto: Mailson Santana/ Divulgação FFC
A situação começa a ficar preocupante. Praticamente um quarto do Campeonato Brasileiro já passou e ainda não temos um sistema de jogo que funcione. Para alguns que andavam iludidos após a nossa vitória contra o Corinthians na quinta, perder para o Sport foi um duro choque de realidade. O jogo na Ilha do Retiro foi icônico no momento em que conseguiu reunir todas as nossas deficiências. Uma vitória significaria o quinto lugar, mas será mesmo que temos alguma chance de G-4 com esse time?

O primeiro tempo foi horroroso. Para variar não estávamos conseguindo criar nenhuma chance clara de gol. Apenas no primeiro minuto de jogo que conseguimos uma jogada trabalhada e nada mais. Levir Culpi percebeu isso, mas tentou resolver da pior forma possível: tirando Edson e colocando Dudu. Não sou contra substituições ainda no primeiro tempo desde que elas tenham efeito positivo. Levir já deveria saber que Cícero não tem como jogar de volante. Muito lento, ele não consegue acompanhar ninguém e acaba deixando o oponente livre. Isso ficou claro no lance seguinte à substituição quando levamos o primeiro gol: Gabriel Xavier cabeceou livre, porque o nosso camisa 7 ficou trotando o lance inteiro. Quero deixar também minha indignação com Henrique cobrando falta. Desde quando Henrique é cobrador de falta? Procurei algum gol dele nessa situação e não achei nada. Nosso zagueiro não tem conseguido nem chutar a bola para longe, imagina acertar o gol. A falta de referências no time nos obriga a ver uma bizarrice como essa.

Fluminense FC  19.06.2016
De boa esperando mais uma finalização para fora. Foto: Mailson Santana/Divulgação FFC
Veio o segundo tempo e mais duas alterações. Jonathan realmente precisou ser substituído por lesão e Richarlison foi corretamente tirado. Já disse isso no jogo contra o Grêmio e repito: ele não pode ser nossa referência no ataque. Nem ele nem Magno Alves. Precisamos urgentemente de um camisa 9. O Flu só sabe cruzar. Não sabemos o que fazer com a bola. Tivemos 60% de posse e a maior parte do tempo, estamos tocando bola atrás com os zagueiros e laterais. Praticamente todas as nossa jogadas consistem em trocar passes na defesa, dar um lançamento pra um dos nossos laterais, ele chega na entrada da área e cruza. Quantas vezes você viu isso hoje? Para quem essa bola está sendo cruzada? Richarlison não consegue se adiantar aos zagueiros adversários, Cícero foi recuado para segundo volante e quem vem de trás para o cabeceio é o Marcos Junior.

Fluminense FC  19.06.2016
Um presente para quem adivinhar para onde o chute foi. Foto: Mailson Santana/Divulgação FFC
Conseguimos achar um gol com Magnata, mas a alegria durou pouco. O lance que deu a vitória para o Sport deveria ser passado para nossos dois zagueiros com eles amarrados a uma cadeira, vendo aquilo um milhão de vezes seguidas. Henrique foi ao meio do campo e foi driblado no corpo como um Sub15. Gum veio para rasgar e chutou no pé do Diego Souza. Nosso ex-jogador ficou com o resto do campo livre e fez. Simplesmente vergonhoso.

Temos o pior ataque do campeonato junto com Botafogo e Cruzeiro. Time que não faz gol, não ganha. Já passou da hora de acertarmos o pé. Scarpa que era o único que salvava começou a jogar mal. Está enchendo o pé de qualquer lugar e isolando a bola.

Próximo jogo é contra o Santos, na quarta. Sem plano de jogo, sem acertar finalizações e com zagueiros entregando, acho difícil vir uma vitória. Espero estar errado.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Vitória para dar ânimo aos Alvinegros

Como é bom o sentimento de vencer, enfim o Corinthians voltou a saber o que é isso depois de perder dois jogos. Aos comandos de Fabio Carille o Timão venceu o Botafogo por 3x1.

Fico imaginando Tite das arquibancadas tentando comandar o clube, apesar do seu desligamento o comandante tem um carinho enorme pelo Alvinegro Paulista e fez hoje a sua despedida emocionando muitos fãs do futebol brasileiro. Outro que deve ter tentado dar seus pitacos das arquibancadas é Cristóvão Borges que chega para substituir o professor vitorioso. A missão não será fácil, Cristóvão chega com a desconfiança de muitos, eu partilho da ideia de esperar ele trabalhar para podermos opinar. Sem mais delongas vamos a peleja que minutos antes de a bola rolar Carille já teve que pensar no substituto de Giovanni Augusto que sentiu incomodo na coxa.

Foto: Reprodução Corinthians
Carille inclusive foi ousado fazendo mudanças da equipe de Tite para o seu time, Luciano perdeu a vaga para Romero e Guilherme jogou mais avançado. Pedro Henrique ganhou a posição de Yago cumprindo suspensão.

É incrível a maré de azar que reina com os goleiros Corintianos, Matheus Vidotto (3º goleiro) já estava lesionado, na última partida Walter se lesionou e fica um mês de fora, Cássio seu substituto passou mal durante o jogo e Caíque França, ele mesmo campeão da Copinha entre outros campeonatos pela base do Corinthians fez oficialmente sua estreia com a camisa Alvinegra. O arqueiro saiu de campo feliz por não ter tomado nenhum gol em sua partida. O camisa 40 estreou bem e mostrou estar bem preparado para o que der e vier. Aliás, Cássio foi o arqueiro a tomar o gol da partida, bola defensável, mas ele caçou borboletas.

Vale ressaltar que a partida do Timão só foi boa mesmo na segunda etapa, enquanto no primeiro tempo a equipe tentava se encontrar no jogo. O nome do jogo foi Marquinhos Gabriel, além de ser autor de um dos gols, foi elem que tumultuou durante todo o jogo. Bruno Henrique deixou dois tentos sensacionais, autor de dois golaços o jogador se torna o artilheiro do clube na competição onde todos os seus gols anotados foram bonitos. Será que é ainda para continuar criticando o volante?

No quesito finalização que sempre venho cobrando, parece ter melhorado na partida de hoje, os números já foram maiores do que em pelejas passadas e poderia ser maior o placar se Sidão não estivesse em uma tarde inspirada.

Valeu toda a festa a Tite, merecia ser homenageado pelos jogadores, obrigada a Carille que comandou a equipe em dois jogos, um não tendo culpa alguma do resultado e em outra colocando o Coringão para frente. A Cristóvão Borges, o meu boa sorte que faça um excelente trabalho.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Botafogo perde e volta ao Z-4

Botafogo e Corinthians enfrentaram-se na tarde deste domingo (19), em jogo válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O Timão venceu o Glorioso por 3 a 1. Com o resultado, o Alvinegro carioca voltou a figurar na zona de rebaixamento. O próximo adversário do Botafogo será o Figueirense, quarta, às 21h, em Juiz de Fora.

O JOGO

Em jogo disputado, Corinthians levou a melhor (Foto: Marcello Zambrana/ AGIF/ Lance!Press)
O jogo começou movimentado. Botafogo marcava com muita determinação e causava dificuldades ao Corinthians, que apesar disso, tinha maior posse de bola. Aos 4 minutos, Gervasio Nuñez cobrou falta e Bruno Silva, de cabeça, mandou para fora. Aos 18', Neilton fez boa jogada pela esquerda. O atacante cruzou para Sassá, que não alcançou a bola. Aos 24 minutos, o Corinthians abriu o placar. Fagner invadiu a área e achou Bruno Henrique com espaço. De fora da área, o volante arriscou e mandou a bola no ângulo. Golaço. O Glorioso empatou instante depois, mais precisamente aos 27'. Sassá lançou Leandrinho na direita. O meia chutou forte, cruzado e Cássio, mal no lance, falhou. Gol do Botafogo. Tudo igual na Arena.

Aos 40 minutos, o Botafogo teve a chance de virar o jogo. Gervasio Nuñez lançou Luis Ricardo na direita. O lateral cruzou na medida para Neilton, que na pequena área, na cara do gol, acertou a bola na canela e desperdiçou excelente oportunidade. No minuto seguinte, Sassá achou Yaca livre na área. O argentino chutou cruzado e carimbou a trave. Aos 47', o primeiro tempo chegou ao fim.

O Botafogo retornou modificado para a etapa final. Ribamar entrou no lugar de Sassá. Aos 7 minutos, o Corinthians fez o segundo gol. Marquinhos Gabriel, sem marcação, invadiu a área e chutou no canto direito do goleiro Sidão. Aos 12', Ricardo Gomes tirou Gervasio Nuñez e colocou Victor Luis. A mudança não fez efeito. O Timão continuava chegando com perigo. Aos 16 minutos, Rodriguinho pegou de primeira. A bola passou perto do gol. Aos 18', Guilherme, de cabeça, mandou no canto e também quase fez. O Glorioso só incomodou aos 27 minutos. Luis Ricardo cruzou para Neilton, que arriscou de prima e levou perigo. A bola passou rente à trave. Aos 35', última alteração no Botafogo. Leandrinho foi substituído por Salgueiro. No minuto seguinte, Marquinhos Gabriel chutou cruzado e Sidão fez ótima defesa. Na sequência, Romero pegou o rebote na pequena área e Sidão, de novo defendeu, dessa vez com os pés. Milagre. Aos 43', o Corinthians ampliou. Fagner levantou bola na área, Balbuena escorou de cabeça e Bruno Henrique dominou para estufar as redes. Aos 48' o jogo terminou.

OBSERVAÇÕES

O primeiro tempo do Botafogo foi bom. Fez o gol, criou chances e poderia ter saído para o intervalo vencendo. Mas esqueceu de entrar em campo no segundo tempo.

Neilton perdeu gol inacreditável após cruzamento do Luis Ricardo. Na cara do gol, ele deu canelada. Não pode.

Gervasio Nuñez fez boa partida e mesmo assim foi substituído. Sinceramente eu não entendi. Acho que Ricardo Gomes errou. Por falar no treinador, ele declarou não estar preocupado com o Z-4.

Não é possível que seja normal essa onda de lesões no Botafogo. Preparação física e Departamento Médico do clube precisam ser cobrados. Dá para montar um time só com os lesionados. Alguns desses são titulares absolutos.

Torço para que os reforços que agora podem jogar correspondam. Caso contrário...

FICHA DO JOGO

Corinthians 3
Cássio (Caíque), Fagner, Balbuena, Pedro Henrique, Uendel; Bruno Henrique, Marquinhos Gabriel, Rodriguinho (Willians), Guilherme (André); Ángel Romero, Lucca. Técnico: Fábio Carille.

Botafogo 1
Sidão, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Silva, Diogo Barbosa; Bruno Silva, Fernandes, Gervasio Nuñez (Victor Luis), Leandrinho (Salgueiro); Neilton, Sassá (Ribamar). Técnico: Ricardo Gomes.

Estádio: Arena Corinthians (SP).
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR).
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Rafael Trombeta (PR).
Gols: Bruno Henrique (24' do 1º T), Leandrinho (27' do 1º T), Marquinhos Gabriel (7' do 2º T), Bruno Henrique (43' do 2º T).
Cartões amarelos: André e Balbuena (Corinthians); Fernandes e Victor Luis (Botafogo).
Público: 35.024.
Renda: R$ 2.023.396,50.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca).

Londrina: Toca um axé que nós vamos comemorar

Após mais um empate fora de casa, a gana não era e não podia ser outra além da primeira vitória fora de casa. Se em rodadas anteriores o clube teve suas chances e as desperdiçou, nesta teria de ser diferente, ainda mais por se tratar de um adversário que vem bem no campeonato e tem a "obrigação" de chegar à série A de 2017 (as aspas são para fazer referência à faixa que a torcida da equipe baiana tem levado ao estádio).

Foto: espn.uol.com.br
Quem está acostumado a ver os jogos em que o Londrina é visitante até se assustou ao ver a equipe passar a bola de pé em pé, pelo campo ofensivo à esquerda e em seguida assistir a uma bela assistência (de calcanhar), de Itamar para Zé Rafael que saiu de cara para Marcelo Lomba e completou para inaugurar o placar logo cedo, antes mesmo de um minuto de jogo. E para quem pensou que o Londrina ia se recuar ao ponto de só levar pressão eu digo: está enganado. A equipe de Cláudio Tencatti se organizou dentro das            quatro linhas e buscava pressionar as saídas de bola da equipe tricolor, óbvio que nem em todas as jogadas conseguia fazer o desarme em seu campo de ataque e acabava possibilitando boas jogadas da equipe baiana, mas nenhuma que levasse de fato grande perigo ao arqueiro Marcelo Rangel. O jogo ficara truncado, principalmente pelo modo como o meio campo do Tubarão se postara para impedir o avanço do adversário, as grandes chances criadas em jogos anteriores foram substituídas por passes errados e a torcida da casa ficava cada vez mais irritada com o baixo desempenho do time de Doriva, até que... Surgiu uma falta para o Bahia, de frente ao gol Alviceleste, Juninho pegou a bola e analisou onde cobraria: que tal onde a coruja dorme, do lado de fora da barreira? Lá mesmo, sem chance, ele cobrou e empatou a partida. A partir do gol de empate, a partida que já era truncada e pesada, ficou ainda mais. Fator este que dificultou o aumento de placar para ambos e fez os times saírem para o intervalo com o placar empatado

A segunda etapa prometia ser apimentada, mas começou amarrada, com muitos passes e com a marcação adiantada da casa o Tuba tinha sua saída de bola pressionada, o que dificultava o estilo de jogo de Cláudio Tencatti. A partir da marca de dez minutos o tricolor começou a dominar as ações, invertendo a situação que acontecera no primeiro tempo, onde o LEC marcava e impunha seu estilo fazendo o adversário errar passes, tentando corrigir a falha Tencatti mexeu no time: tirou Zé Rafael e colocou Júlio Pacato, com a intenção de aproximar as jogadas do meio campo com os defensores. Com a substituição o Tubarão parecia ter estabilizado as situações que anteriormente eram contra a seu favor, aumentou quantidade de desarmes e com um pouco mais de facilidade criava jogadas pelas laterais, eis que em um desarme Matheus desaba no campo e sentindo dores musculares pede substituição; Tencatti se viu obrigado a ousar e por Marcondes não ter viajado, chamou Anderson para a vaga do zagueiro.

A substituição - ainda que tenha ocorrido no improviso - mostrou versatilidade do elenco Londrinense, Luizão era o único zagueiro dentro e por isso o LEC se guardou próximo à área defensiva para aproveitar chances de contra-ataque, quando atacado Anderson e Germano recuavam o mais próximo o possível à defesa e Pacato retornava para fazer a função de primeiro volante. O esquema funcionava bem, pois compactara o time e além de tal fato, dava mais liberdade aos laterais que auxiliavam nas jogadas ofensivas e tinha sua parte defensiva "coberta" pelos volantes (hora Anderson, hora Germano), e mais uma vez um atleta Alviceleste despenca no gramado com dores musculares. Dessa vez o atleta caído era Rondinelly, outra vez a mexida veio com a saída de um armado para entrada de Bidia, mais um defensor que apenas remodelou o sistema anteriormente aplicado por Tencatti, que invertera a função de Júlio Pacato, fazendo-o se posicionar como armador. 

Foto: futebolbahiano.org
Compactado, enxuto e bem postado o LEC obrigava a equipe baiana a tentar sua sorte de fora área, e poucas vezes essas chances levavam perigo, e o sistema extremamente maleável do técnico Alviceleste teve seu funcionamento comprovado quando Itamito arrancou e fez o passe para Jô, colocar a Fonte Nova dentro de um caixão e acender a vela preta para o time do Bahia. A partir do gol, o que se viu foi um show de malandragem e experiência do Londrina que segurava a bola na linha de fundo ofensiva e ganhava escanteio atrás de escanteio, lateral atrás de lateral, só para o tempo passar até que o fim da partida chegou e o Tuba - até que enfim - comemorou sua primeira vitória fora de casa.

Foto: globoesporte.globo.com
Mérito total nosso, que fomos à Bahia enfrentar uma grande equipe, a qual está brigando para ascender de divisão. É interessante comentar o modo como o time se postou diante das dificuldades e adversidade proporcionadas pela partida, uma vez que com substituições por lesão, teve jogo de cintura para se compactar e ainda buscar a vitória nos minutos finais. Interessante também ressaltar um fator que fazia falta para o time em ocasiões passadas: a malandragem do futebol, de segurar o jogo para manter o resultado favorável. Esta mesma malandragem que fez o time segurar a vitória, derrubou Doriva do comando baiano, óbvio que o técnico não caiu somente por este jogo e sim por um conjunto deles, porém é importante ressaltar que o golpe de misericórdia veio do Paraná, diretamente de Londrina.

Bahia (1) x (2) Londrina contou com público de 9635 torcedores e renda de R$ 152.853,50.

Doriva escalou o tricolor baiano com Marcelo Lomba, Tinga, Jackson, Lucas Fonseca e Moisés (João Paulo); Paulo Roberto, Juninho, Danilo Pires, Régis (Zé Roberto), Thiago Ribeiro (Luisinho) e Hernane.

Já o Alviceleste de Tencatti veio com Marcelo Rangel, Igor Bosel, Luizão, Matheus (Anderson) e Léo; Germano, Rafael Gava, Zé Rafael (Júlio Pacato) e Rondinelly (Bidia); Itamito e Jô.

Na próxima rodada:
Tupi x Bahia - Helenão - 21/06 às 19:15
Londrina x Vasco - Estádio do Café - 21/06 às 19:15

Vitor Guimarães || @VitorBatata3
Linha de Fundo || @SiteLF 

Peru não resiste à Colômbia e é eliminado

Peru e Colômbia vieram para a segunda fase da Copa América dispostos a fazer um belo duelo, porém o placar não saiu do zero a zero e a decisão foi decidida em penalidades. Por 4x2, o Los Cafeteros avança na competição e terão pela frente o Chile que goleou o México por 7x0. O jogo está marcado para quarta-feira às 21 horas.

Foto: globoesporte.com
PERU: Confiança desapontada

Chegar as quartas de final eliminando a Seleção Brasileira deixou o Peru mais confiante. Entretanto, enfrentar a Colômbia não seria tarefa fácil, visto que os colombianos têm um dos melhores goleiros desta Copa América.

Quem comandou o primeiro tempo foi a Colômbia, que manteve a posse de bola durante a maior parte do tempo e teve oportunidades mais claras de gol. O Peru, quando conseguia prender a bola, acabava tendo uma posse estéril.

No segundo tempo, as duas seleções pareciam estar apenas esperando os pênaltis. Mantiveram a cautela e não se lançaram ao ataque, tanto é que a única chance clara só veio nos acréscimos. Após um escanteio, Ramos cabeceou forte e o goleiro Ospina operou um milagre. A vaga na semifinal teria que ser decidida nos pênaltis.

COLÔMBIA: Ousadia fracassada

A ousada seleção Colombiana não fez seu melhor jogo, em uma partida totalmente apagada, jogo chato e apático o time contou com seus melhores jogadores para converter as penalidades.

Os noventas minutos contaram com um Ospina brilhante no gol, salvando as raras chances dos adversários, e apenas uma boa chegada de perigo com James Rodríguez.

Para o próximo confronto José Pekerman precisa rever a equipe que possui excelentes jogadores para criar jogadas e o time ser ofensivo. A equipe não chegava as semifinais da competição desde 2004.

PENALIDADES:

Cobranças de pênaltis sempre mexem com o torcedor, ainda mais como foi a deste jogo. A Colômbia não errou nenhuma cobrança enquanto o Peru acertou os seus primeiros chutes e errou os dois últimos não precisando do quinto batedor de cada seleção.

#COL: James Rodríguez, Cuadrado, Marlos Moreno e Sebástian Pérez converteram.
#PER: Ruidíaz e Tapia anotaram; Trauco e Cueva erraram.

Cássia Gouvêa || @_cassiagouvea
Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Palmeiras joga bem e vence Santa Cruz

Em mais um ótimo jogo atuando dentro do Allianz Parque, o Palmeiras bateu o Santa Cruz por 3x1 com direito a um primeiro tempo que beirou a perfeição e uma etapa final que evidenciou o que todos já sabem: o Verdão tem um ataque sensacional, mas deixa a defesa exposta em diversos momentos. Não que isso preocupe já que o próprio Cuca repete com certa insistência que prefere ganhar jogos por 4x3 a ganhar por 1x0.

Cuca, aliás, escalou bem a equipe para o duelo deste sábado. Prevendo um adversário bastante recuado, abriu mão de um volante de marcação (Matheus Salles ou Thiago Santos) e colocou Moisés como primeiro volante. Deu muito certo e, além de dominar completamente o primeiro tempo, teve em Moisés um dos melhores jogadores do time.

Com exceção feita a dois contra-ataques, Fernando Prass foi mais um espectador de um Palmeiras envolvente, com uma ótima saída de bola e muita movimentação de Tchê Tchê, o meio-campo palmeirense conseguia quebrar a marcação e encontrar espaços para o sempre veloz trio de ataque. As chances começaram a aparecer e, consequentemente, Tiago Cardoso também.

Depois de algumas boas defesas, ele não conseguiu segurar o toque de Cleiton Xavier após cobrança de lateral feita por Moisés (a mesma jogada que Cuca forçava no Atlético-MG e que, com camisa verde, já havia funcionado no Couto Pereira) e a bola sobrou para Dudu estufar a rede e abrir o placar. Sem acomodação, o segundo gol saiu ainda no primeiro tempo. Em ótima jogada ensaiada de falta, Jean ampliou.

Dudu marcou dois gols contra o Santa Cruz e ajudou a construir a vitória. (Foto: Globo Esporte)
A segunda etapa foi completamente diferente e o Santa Cruz veio com tudo para buscar o empate. O gol sofrido logo aos cinco minutos, ainda que Grafite estivesse ligeiramente impedido, colocou a ótima atuação em risco – especialmente porque no minuto seguinte Keno quase empatou em bobeada na saída de bola alviverde que funcionou tão bem no primeiro tempo.

Passado o susto, o Palmeiras reagiu e voltou a equilibrar o jogo. O terceiro gol não demorou a sair: boa jogada de Gabriel Jesus, que havia levado bronca de Cuca minutos antes, e Dudu fechou para marcar o terceiro gol e colocar uma maior justiça ao que era o jogo até ali.

Não que tenha parado por aí. Se não saíram mais gols, não faltaram oportunidades. O Palmeiras fez duas jogadas de efeito, com passe de letra e duplo chapéu de Jesus, mas não balançou a rede. O Santa Cruz respondeu e obrigou Prass e duas grandes defesas, com direito a uma delas tocando a trave caprichosamente e matando qualquer esperança de reação pernambucana.

PONTO TÁTICO: A escalação em função do adversário tem sido o principal mérito de Cuca nesse começo de campeonato. Vendo que teria pouco a marcar no começo, deixou Moisés como homem mais recuado em seu 4-1-4-1 tradicional sem a bola. Com isso, o Palmeiras ganhou em qualidade no passe e permitiu amplo domínio na primeira etapa.

O DESTAQUE: Impossível não atribuir o grande jogo do Palmeiras à atuação de Moisés. Ele foi dono da área central do gramado e impediu inúmeras vezes que o contra-ataque pernambucano levasse perigo para Fernando Prass. Ainda bateu a lateral que abriu o caminho da vitória.

BOLA MURCHA: Voltando ao time após cumprir suspensão, Vitor Hugo não teve a atuação segura de sempre. Foi ele quem deixou Grafite livre no único gol sofrido em casa pelo Palmeiras até aqui, além de errar alguns cortes. Parecia um pouco desligado.
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