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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Show de Bale e Ramsey, Gales nas oitavas e Rússia eliminada

0 - 3  
Nesta terceira rodada da Eurocopa, os dois jogos do grupo acontecem simultaneamente. O País de Gales enfrentava a Rússia, no Estádio Municipal de Toulouse, podendo até empatar para seguir na competição, só ficaria dependendo do resultado entre Eslováquia e Inglaterra. Para os russos, apenas a vitória interessava e ainda assim, teriam que torcer pelos ingleses, para poder passar em segundo no grupo.

A briga dos 11 pela bola (Foto: UEFAEURO)
País de Gales: Dupla de ouro decide com dois gols e duas assistências

O começo do primeiro tempo já dava uma prévia de como seria esta etapa, antes mesmo dos cinco minutos, a Seleção Galesa já levava perigo para o goleiro russo, com Gareth Bale. A Rússia conseguiu dar uma “pequena pressão”, entretanto, era Ramsey quem estava destinado a abrir o placar e depois de uma bela enfiada de Allen, o meia, que estava sumido nesta Euro, cobriu o goleiro Akinfeev.

Os Galeses mantinham a posse de bola e eram eles que definiam como seria o jogo. Depois de um “vacilo” de Shirokov, Bale desarmou o jogador russo e deu passe para Taylor, que precisou de dois chutes para ampliar o placar.

Na melhor oportunidade russa, a zaga de Gales, mas Hennessey não deixou Dzyuba completar, fazendo grande defesa. O jogo passou, então, a ficar mais equilibrado, com oportunidades dos dois lados. Todavia, o resultado permaneceu inalterado.

Dupla de ouro, Ramsey e Bale garantiram os Dragões nas oitavas. (Foto: UEFAEURO)
A Rússia tentou arriscar, botando o time para frente, só que o técnico não viu suas substituições surtirem o efeito que ele esperava e os Dragões continuaram a ameaçar, fazendo uso da grande dupla, Aaron Ramsey e Gareth Bale.

E foi justamente assim que saiu o terceiro, após enfiada de Aaron, Gareth Bale saiu de cara com o gol e bateu na saída do goleiro russo, fazendo o seu terceiro gol em três rodadas, sendo o artilheiro da competição e cravando a classificação galesa para as oitavas. Os russos ainda tentaram, mas tudo em vão.

Com o resultado do jogo entre Eslováquia e Inglaterra, o País de Gales se classificou em primeiro lugar no grupo B, com seis pontos.

Rússia: Não soube se impor e viu a eliminação chegar mais cedo

O início de jogo já demonstrava que a seleção russa sofreria e muito... Logo na primeira oportunidade, Bale arrancou pela esquerda e levou perigo ao gol de Akinfeev, que conseguiu espalmar. A Rússia só levava perigo nos contra-ataques, pois seu meio campo não estava bem postado e não conseguia criar oportunidades, deixando para o País de Gales a missão de jogar.

O primeiro gol sofrido pelos russos foi aos 10 minutos, quando a Seleção errou precipitadamente. Allen interceptou e aproveitou bobeira da zaga para acionar Ramsey que com toque colocado, botou Gales na frente.

Os russos tentaram responderam com chute de Kokorin que acabou indo para fora do gol de Hennessey. Na sequência, sofreram novo contra-ataque e novo gol, desta vez foi Taylor quem finalizou, Akinfeev fez boa defesa, porém no rebote, os galeses ampliaram a vantagem.

(Foto: Divulgação)
Na melhor oportunidade, Akinfeev ligou o ataque e Dzyuba saiu de cara com o goleiro Galês, que conseguiu um milagre. As melhores chances eram criadas pelo País de Gales, a Rússia só chegava bem com chutes de longa e média distância.

No segundo tempo, Glushakov perdeu a grande oportunidade de diminuir o marcador e, quem sabe, de lutar por uma virada histórica. Porém seu chute de primeira, após cruzamento recebido acabou indo para fora. Ramsey deu assistência para Gareth fazer o terceiro da partida, decretando o fim da participação russa na Euro de 2016.

A Rússia desanimou por saber que precisaria fazer quatro gols em 25 minutos para poder ter chance de se classificar. A última boa chance foi dela, que não conseguiu fazer o de honra, pois Dzyuba chutou para fora, mesmo com espaço para ajeitar e marcar.

A Seleção Russa foi eliminada em último lugar no seu grupo, com apenas um ponto e deixa a competição com grande destaque para o goleiro Akinfeev que foi muito exigido e conseguiu fazer grandes defesas, apesar do placar largo.

País de Gales – Cássia Gouvêa.
Rússia – Mateus Segur.

Empate com gosto de derrota

Na tarde deste sábado (18), o time do Criciúma recebeu o Tipi-MG nas dependências do Majestoso. O jogo foi válido pela 10º rodada do Campeonato Brasileiro da Série B e acabou com um ponto para cada lado.


Durante o primeiro tempo o time da casa se mostrou ativo, porém se mostrou muito falho nas finalizações, tanto que, abriu o placar somente aos 37' com um gol do atacante Hélio Paraíba. Antes que a torcida pudesse comemorar, o time do Tupi empatou tudo. Filipe Alves marcou para o time de Minas Gerais aos 38', apenas um minuto após o primeiro gol da partida.

O primeiro tempo se passou com poucas jogadas armadas e poucas finalizações bem sucedidas para ambos, já no segundo tempo o time do Tupi voltou do vestiário um pouco mais determinado a vencer o jogo. O time acabou usando falhas do time catarinense para tirar vantagem no placar. Aos 17' em um cruzamento na área, a bola sobrou para Vinicius Kiss que marcou com tudo para virar o jogo.

Assim prosseguiu todo o jogo. O que se via dentro de campo era um time que anteriormente estava no G4 e agora lutava para vencer uma simples partida contra o penúltimo colocado da tabela. O empate só veio a acontecer nos acréscimos. Aos 47' jheimy empatou o jogo após uma cobrança de escanteio, finalizando Criciúma 2x2 Tupi-MG.

O resultado que foi obtido não agradou a torcida, pois o clube que na última rodada havia vencido um dos grandes da competição acabou empatando num jogo consideravelmente de três pontos. O que se esperava era uma tarde de muitos gols e belas jogadas, porém não aconteceu. Espera-se uma melhora na próxima rodada onde o clube catarinense enfrenta o Vila Nova no estádio Serra Dourada.

Leticia Figueredo.

Com gol no fim, Braga deixa vitória escapar no Arruda

O Bragantino conseguiu um bom resultado fora de casa, um empate em 1 a 1 com uma equipe considerada forte, mas nas circunstâncias da partida, não foi um resultado tão bom assim.

Com gol nos acréscimos, o Bragantino deixou escapar a vitória no estádio do Arruda e volta para Bragança Paulista com apenas um ponto na bagagem. 


PRIMEIRO TEMPO - Na etapa inicial, o Bragantino marcou muito bem e não deu espaço para o ataque alvirrubro e levou apenas uma chance de gol do Náutico, onde Jefferson Nem finalizou da entrada da grande área.

O Bragantino também não conseguiu grandes chances de abrir o placar, e quase não chegou ao ataque; o meia Watson perdeu boas chances, levando o jogo para o intervalo ainda no placar de 0 a 0.

ALTERAÇÕES - No tempo livre, Gallo resolveu mudar suas estratégias e resolveu fazer substituições. O Náutico mexeu na equipe, Rodrigo Souza no lugar de Mateus Müller e Tiago Adan no lugar de Renan Oliveira. Já Toninho Cecílio, técnico do Bragantino, não mudou na formação e preferiu o ritmo igual ao apresentado no primeiro tempo, que apesar de calmo, foi ''efetivo'' e ''suficiente'' na visão do professor.

SEGUNDO TEMPO - A estratégia do Massa Bruta (marcar forte e buscar levar perigo em situações estudadas de contra-ataque) levava mais perigo que a da equipe da casa, que procurava ser agressiva e perigosa no quesito ataque.

A proposta da equipe visitante foi cumprida e aos 12 minutos do segundo tempo, o Braga conseguiu abrir o placar: Edson Sitta dominou na ponta esquerda, deixou a bola fora do alcance da marcação e cruzou bem fechado; a bola acabou atravessando a área e sobrando para Watson, que apareceu de surpresa e pós a bola no fundo das redes do time da casa.

Como já era de se esperar, a equipe do Náutico buscou o empate, e Felipe foi bastante exigido em chutes de Bergson e Jefferson Nem, e quando o goleiro do Braga não conseguia defender, a trave ajudava, porém, a bola insistia em não entrar.

Porém, tudo mudaria aos 45 minutos, quando o Braga já saía de campo com os três pontos na mala.

Em chute de longe, a bola tocou a mão de Daniel Pereira, que mesmo sem intenção, acabou cometendo infração e cometendo pênalti, segundo o árbitro. Muita confusão no Arruda.


Depois de atraso por conta do pênalti polêmico, Bergson cobrou no meio do gol para empatar a partida, tirando assim a chance do Braga de deixar a zona do rebaixamento.

A próxima partida do Braga será nessa terça-feira, 21 de junho de 2016 às 21h30 em Bragança Paulista no Estádio Nabi Abi Chedid contra o time do Goiás, adversário muito próximo na posição na tabela.

Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Unanimidades #10


Alô amigo leitor, sócio torcedor do Linha de Fundo. Se na última rodada você seguiu as dicas dos mitos aqui (@afcmarcelo e @Mhfernandes89), certamente garantiu com três tiros nada mais, nada menos que 35 pontos. Pontuação sensacional, explosiva, comparável até aos mais "nitroglicerínicos" filmes de ação.

Como diria Capitão Nascimento com o Unanimidades é faca na caveira e, sobretudo: Missão dada (cartoleiro) é missão cumprida.


Vamos começar descrevendo a última rodada pelo maior pontuador dentre os escolhidos: Luan aterrorizou a defesa do Cruzeiro, fez um gol e foi decisivo nas finalizações acumulando 14,5 pontos, e valorizando sua cotação em 1,58 cartoletas.  A medalha de prata da rodada foi para o baixinho, bom de bola Juan Cazares. O Equatoriano contribuiu ao galo com um gol e uma assistência somando 11,5 pontos com uma valorização de 0,42 cartoletas. E por fim Marquinhos Gabriel, que não foi tão brilhante quanto os outros dois mais conseguiu acumular 8,7 pontos com assistências e roubadas de bola importantes, valorizando sua cotação em 0,94 cartoletas.

Para a próxima rodada, para continuarmos surfando na crista da onda, vamos de Maicon do São Paulo, um "bis" com Cazares dos Galo e o bom e velho Menino Jesus do Palmeiras. Eu ouvi um Amém?!

MAICON: Após ser escalado na rodada retrasada, o zagueiro ganhou a nossa confiança e de milhões de cartoleiros. Se a defesa do São Paulo era uma peneira, até outro dia, com Bauza a coisa foi se organizando, e certamente Maicon é o grande ingrediente dessa fórmula. Jogando no Morumbi contra o Sport, o xerife do tricolor deve ser um dos mais escalados, já que além de garantir o SG, ainda pode garantir uns pontinhos pelos gols que vive fazendo, principalmente naquela bola vadia cruzada na área.

Nome: Maicon
Posição: Zagueiro
Time: São Paulo
Preço: C$ 8,45

CAZARES: Sabe aquele jogador que vira unanimidade em sua equipe, que independente da partida é considerado ele +10? Este é Cazares, o Equatoriano voltou depois de ser eliminado da Copa América. O jogador é tão importante, que o Galo fez o possível e o impossível para contar com sua presença no duelo contra a Ponte Preta, e consequentemente em nossa equipe. Com faro de gol, muita habilidade, e grande visão de jogo, vamos tentar fazer uma dobradinha, visto que Cazares foi aposta certeira na última rodada. O "bis" como diriam os músicos pelo meia é pautado principalmente pelo perigo constante que o meia representa aos seus adversários.

Nome: Cazares
Posição: Meia
Time: Atlético Mineiro
Preço: C$ 13,16

GABRIEL JESUS: Poderíamos muito bem citar o elenco do Palmeiras como unanimidades da rodada, já que com moral de líder, juntando a força de jogar dentro de sua casa e empurrado pelo seu torcedor, contra uma equipe candidatíssima ao rebaixamento. Mas como a regra não nos permite esta opção, com toda fé possível, apostamos nossas fichas em Gabriel Jesus, o atacante que já figurou diversas vezes em nossas escalações, ganha mais uma oportunidade para mitar e fazer nossa alegria, deixando seu golzinho e no mínimo uma assistência. Jogais por nós, amém!

Nome: Gabriel Jesus
Posição: Atacante
Time: Palmeiras
Preço: C$ 29,41

França e Suíça se classificam com um empate sem gols

Quando as equipes entraram em campo no Stade Pierre-Mauroy - mais conhecido como Grande Stade Lille, em Lille, cidade ao Norte da França, era possível perceber um clima amistoso entre as duas equipes e na atmosfera geral do estádio. França e Suíça já entraram em campo classificadas, o que permitiria um "teste" às duas equipes nacionais. Um teste de alto nível, inclusive.

Hino Nacional da Suíça executado, a tradicionalíssima e emocionante La Marsseillaise - Hino Nacional da França - também, tudo certo e a bola rolou. O jogo tinha tudo para ser um "jogo de cumpadre", que é aquele tipo de jogo que as equipes só vão a campo pra cumprir tabela e fazer a alegria de todos. E realmente foi. França e Suíça fizeram um jogo bem aberto e disputado, com chances para ambos os lados - inclusive, com três bolas na trave dos Les Bleus -, jogo bonito, torcida feliz, jogadores e treinadores também.

Payet lamenta chance perdida no segundo tempo. (Foto: Philippe Huguen/AFP)
A França, anfitriã, se classificou com a primeira colocação do grupo com sete pontos (duas vitórias e um empate) em três jogos, tendo marcado quatro gols e sofrido apenas um e agora aguarda o 3º colocado do grupo C, D ou E para as oitavas de final dessa Eurocopa, que será disputada no Stade des Lumières, em Lyon.

Suíça:

Na reapresentação da segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo 2014, Suíça e França decepcionam e ficam no empate sem gols.

Com a seca de gols, Petkovic fez uma alteração, tirou Seferovic para a entrada de Embolo, embora a disposição tática não mostrasse alteração, o jeito de jogar suíço sofreu mudanças. Com Embolo, a Suíça abusou da bola esticada, dando sempre a bola a França, que durante toda a primeira etapa dominou a partida, e chegou a acertar uma bola na trave, após arremate de Pogba. A única boa chance da La Nati foi em contra-ataque puxado por Mehmedi, que parou em finalização por cima do gol de Hugo Lloris, após chute de Shaqiri.


Com o 0x0, as duas seleções estavam se classificando, e aceitaram isso. Foram 45 minutos finais de calma, com a chance mais perigosa foi já na segunda parte do segundo tempo, quando em lançamento direto de Lloris, Payet acertou a trave dos Schweizer pela segunda vez na partida.

Já nos cinco minutos finais, a Suíça reclamou de um pênalti. Dzemali foi puxado por Sagna após levantamento de Shaqiri, mas o árbitro não marcou nada. Chegando assim, ao 0x0.

Suíça (4-5-1): Sommer; Lichtsteiner, Schär, Djourou e Rodríguez; Behrami, Xhaka, Dzemaili, Shaqiri (Fernandes) e Mehmedi (Lang); Embolo (Seferovic). TEC: Vladimir Petkovic.

Com o empate, as duas seleções se classificaram para as oitavas de final e enfrentará a Alemanha, Polônia ou Irlanda do Norte. Já a França aguarda a definição dos melhores terceiros colocados.

Léo Fernandes e Vinicius Gabriel.

Nacional empata em casa e liga alerta

Tinha tudo para ser um jogo tranquilo na tarde de sábado, em Manaus. Enfrentando o Atlético Acreano, o Naça faria sua estreia em casa na Série D. Amplamente favorito, a torcida (que foi em número baixo, pouco mais de 1.200 presentes) esperava uma vitória. O que se viu em campo foi um time apático, nervoso e que parecia totalmente perdido em alguns momentos.

Jones: Jogador de Série B e reserva do Charles. Ué.
O JOGO:

Antes de dar 20 minutos do primeiro tempo, o jogo já estava 0x2 para o Atlético Acreano com dois gols de Josy, sendo um originado de um pênalti infantil. O jogador que ano passado havia tido uma passagem apagada e figurava no banco do Princesa do Solimões. O time manauara entrou totalmente desligado na partida e cometia erros graves de movimentação, fundamentos técnicos e coletivos. Havia um buraco entre defesa e ataque, porque o meio campo não existia. O entrosado time adversário era bastante leve e mesmo não sendo brilhante tecnicamente, sabia explorar a fragilidade nacionalina. Esquerdinha diminuiu no fim do primeiro tempo e o Naça foi para o intervalo jogando um pouco melhor.

Malaquias levando esse time nas costas no começo de Série D.
Na volta para o segundo tempo, aquele nervosismo e descoordenação voltaram e o time parecia jogar a final de uma Copa do Mundo de tão nervoso. Outro pênalti cometido e Polaco marcou o terceiro. A partir daí, mesmo desorganizado, o time começou a depender de suas individualidades e conseguiu o empate. Após perder vários gols, Nonato fez o segundo e Jones empatou a partida. O clube amazonense ainda poderia ter saído com a vitória se Nonato não houvesse perdido um gol na pequena área, cabeceando nas mãos do goleiro no último minuto: 3x3 que gerou bastante apreensão na torcida.

OPINIÃO DO COLUNISTA:

Amigo, tá f&#*... Diferentemente do jogo em Porto Velho, o time entrou irreconhecível e levou dois gols inadmissíveis. O elenco não é bom, é ótimo. Vários jogadores de Série B e C que vieram com OBRIGAÇÃO de subir. O problema é a falta de entrosamento ainda, que parece pesar. A fase de alguns jogadores é horrível, como a de Charles. O jogador erra TUDO que tenta. É difícil entender como Rafael Bastos, Jones e Leandro Chaves não recebem oportunidades. O time deve classificar em segundo, mas o alerta vermelho já foi ligado. Foi mostrado o poder de reação no jogo de hoje e que as individualidades começaram a resolver. Com o MÍNIMO de organização, ele classifica em primeiro, se quiser. Agora o tiro pode sair pela culatra e nada mudar, são possibilidades. Chance ainda há, e é necessário sonhar. Que os jogadores acordem e entendam que subir é obrigação!

VAMOS, NAÇA!

@gabrielantony_ || Gabriel Antony 

Albânia faz história e Romênia se despede da Euro


Ganhar ou ganhar. A receita única para a Romênia frente à Albânia. Em caso de vitória, a entrada nas oitavas de final tornava-se possível, na condição de um dos quatro melhores terceiros classificados.

Precisando dos três pontos para sonhar com a passagem à segunda fase do Europeu, os romenos lutaram. Os 20 minutos iniciais foram da seleção do Cárpatos¹, com vários chutes de média distância que acabaram por não causar perigo à meta albana.

Apesar de bem organizada defensivamente, a Albânia parecia ceder à pressão a qualquer momento. Mas aos 25 minutos, mostraram força com perigoso contra-ataque, com Lila puxando pela direita e a finalização de Lenjani no lado oposto. Momento esse terá sido o clique de mudança do jogo.

Aos 44’, Memushaj cruzou para a cabeça do centroavante Sadiku, que atirou para as redes, fazendo sofrer a Romênia e assinalar o primeiro gol da Albânia na Eurocopa.

À Romênia só interessava a vitória e até o empate parecia improvável. Iordanescu sabia que não havia tempo para esperar mais. Mexeu ao intervalo e a 20 minutos do fim já tinha esgotado todas as substituições, uma delas (Torje para o lugar do lesionado Alibec) forçada.

A Romênia empurrou a Albânia, mas sem a força e a convicção necessárias para chegar ao empate. Não há registro de uma grande defesa do guardião albanês e só Andone, aos 77’, esteve perto de igualar o placar, com um arremate violentíssimo na trave.

Faltava sorte para desmontar o bloco defensivo coeso montado por Gianni de Biasi. Técnico italiano chutou a Romênia para fora da Euro e ainda sonhou com as oitavas de final. Quem diria, não é?

Depois de surpreender na 1° rodada da Euro contra a Anfitriã França, a Romênia mais uma vez surpreendeu, mas dessa vez de forma negativa.

Sim, foi uma surpresa o desempenho e o bom ritmo de jogo romeno na partida contra a França, a equipe segurou ao máximo os franceses, mas a derrota no final foi inevitável.

Deu pra ver que a Romênia seria forte candidata à classificação ao lado da França, mas os resultados seguintes não favoreceram as expectativas. O jogo seguinte foi contra a Suíça, e a equipe empatou por 1x1, tornando a classificação mais e mais distante.

E por fim, veio o golpe final em um jogo de "Vida ou Morte": Romênia x Albãnia se enfrentaram para decidir quem conseguiria ter chances de acesso para a próxima fase.

E o resultado já sabemos, com gol de Sadiku, a Albânia venceu com o placar de 1x0 (Foi o 1° gol da Albânia na história da Eurocopa). Com isso, a Romênia deu adeus à Euro 2016:

"Mulțumim tuturor suporterilor care ne-au susținut în cele trei meciuri disputate în grupele #EURO2016"!
Palavras ditadas no Twitter oficial da Seleção da Romênia, após a eliminação. Com significado semelhante a:
 "Obrigado a todos os fãs que nos apoiaram nos três últimos jogos disputados na #EURO2016"!

Nota:
1. Cárpatos é o nome de um sistema montanhoso que forma um grande arco em vários países do leste europeu, entre eles, a Romênia.

Pedro Silveira || @PedroSilveira7
Lucas André || @luc4s_andre
Linha de Fundo || @SiteLF

Sobrou atenção a Chapecoense pra bater o Vitória no Barradão

Foto: ECVitória / Divulgação
Brasileirão Série A 2016 Rodada 8, quarto jogo do Vitória como mandante, foi o tempo que durou a invencibilidade do Rubro -Negro no Barradão. Foi batido pela Chapecoense por 2x1.

RESUMO

Quando a tabela marcava Vitória e Chapecoense como jogo de ida no Barradão, os torcedores analistas que acompanha de perto os últimos e atual Campeonato Brasileiro, já imaginavam da dificuldade que o Vitória iria enfrentar.

Um jogo de iguais com propostas bem diferente de um Vitória vs Corinthians e Vitória vs Internacional. Equipes gigantes tendem a se desconcentrar por subestimar um pouco o adversário, já o time da casa costuma jogar com mais empolgação.

Mancini entrou atuando dentro de um 4-1-2-3, sistema raiz de 4-3-3 triangulo invertido. Com um volante e dois apoiadores. Amaral, Flavio e Real, atletas que às vezes ate trocavam de função, mas eram fiel  ao que pedia Mancini, muitas vezes alinhavam e outras fazia o sistema variar para 4-4-2 com linhas e 4-1-4-1 também.

Chapecoense atuava com três volantes e também 4-3-3 triangulo invertido e 4-1-4-1 na variação. Em um primeiro tempo bem igual, com o Vitória tendo um pouco mais de ímpeto na frente, mais ainda sem criação de jogadas, fruto da baixa qualidade técnica do meio campo.

Pra segunda esta era visível que o clube que aproveitasse mais as falhas do rival, venceria o jogo. Competência da Chapecoense que conseguiu manter o equilibro e concentração, aproveitou dois dos cinco erros do Vitória e venceu o jogo por méritos.

Na análise do jogo contra o São Paulo, escrevi o trecho abaixo:

"Nossos números no campeonato não condiz com a forma que estamos atuando, então é rezar para continuar pontuando, pois pelo menos consola".

Na falta desses três pontos citados e em meio a tanta indecisão sobre reforços, devemos deixar claro que o problema do clube ainda é planejamento para o futebol. Haja vista que o planejamento financeiro e patrimonial anda de forma aceitável e a contento da grande maioria.

Mancini definiu paro ano de 2016 jogarmos com dois volantes fixos, forte na marcação e apostar no chamado maestro, o camisa 10. Apostaram em Leandro Domingues que ate agora não correspondeu. Junto a Leandro, apostava também suas fichas no jogo direto praticado por seus extremos. Mas nenhum dos dois funciona para o time.

Marinho se destaca bastante faz gols e ate já ajudou a pontuar, mas para o grupo rende pouco. Dagoberto decepciona no momento em que direção e torcida esperavam digamos 100 dele, mas ele por enquanto só pode dar 10.

Nesse momento a campanha do Vitória não me assusta, esta dentro do que analisei dos adversários e do nosso grupo, mesmo em época de empolgação dos diretores e torcida com o trio Dagoberto, Kieza e Marinho. A pontuação alta para o elenco e time que tinha estava enganando um pouco, haja vista que entramos na Série A atirando no escuro, sem ter testado de fato o time.

Para exemplificar o momento do elenco, temos a substituição de Dagoberto ontem, que vem evoluindo, mesmo que bem devagar, e ontem estava exausto, mas quando olhamos para o banco, estão jogadores jovens, de futuro, mas sem um psicológico pronto pra entrar e decidir jogos.

Imagine o seguinte cenário: Vitória vencendo o jogo ontem por 2x0, sai Dagoberto e entra Alípio, certeza de o atleta entrar melhor, fazer um bom jogo e até ampliar o placar.

Mas jogos encardidos a substituição tem que ter maior peso, e isso só um elenco mais homogêneo pode te proporcionar.

O atleta sentiu bastante a função e o peso da responsabilidade. O jogo estava bem truncado e pesado, faltou o tal lastro que Mancini tanto se refere, o atleta nos pareceu mais cansado que Dagoberto, com lapsos de desatenção e comprometendo muito o sistema.

Aí voltamos à questão do planejamento, onde pra mim até Kieza e Marinho são jogadores razoáveis pra Série A, que somam muito. Mas em um elenco que fosse montado por esse colunista, eles seriam pra somar grupo e sem até muito peso pra decidir. E esse fato poderia fazer ate eles renderem mais, sem o fardo da responsabilidade nas costas.

Alguns torcedores pensam que mudar o sistema, encaixar novas peças e torcer para dar certo, pode resolver. Mas como ficam as demais funções? Jogadores que já estavam adaptados a forma de jogar e que não vinha comprometendo?

O certo mesmo seria tocar a proposta traçada no inicio do ano e corrigir o erro, trazendo um jogador fora de série para acabar com os problemas de criação. Trazer um atleta que de fato até o momento diga, esse mudará o time de patamar.

Trazer laterais mais capacitados e atacantes que possam até por Marinho e Dagoberto no banco.

Mas no momento ainda é o sonho bem distante

Sinceramente, só espero que o Vitória seja campeão da Competição 4 que tracei com seis clubes: Vitória, Botafogo, América, Figueirense, Ponte Preta e Coritiba. Ou na pior das hipóteses, ser melhor que QUATRO.

Melhorar o projeto para 2017. Tocando o que já vem sendo feito, quando anuncia Marinho por mais três anos e quem sabe Escudero por dois anos.

É isso aí galera!

Seja Sócio SMV!

Por @AdsonPiedade

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 x 2 CHAPECOENSE

VITÓRIA – Fernando Miguel; Norberto (Maicon Silva), Victor Ramos, Ramon, Diego Renan; Amaral, Flávio (Leandro Domingues), Tiago Real; Marinho, Kieza, Dagoberto (Alípio). Técnico: Vagner Mancini.

CHAPECOENSE – Danilo; Gimenez, Marcelo, Thiego, Sérgio Manoel; Josimar, Moisés (Rafael Bastos), Cleber Santana (Arthur Maia); Lucas Gomes (Ananias), Silvinho, Bruno Rangel. Técnico: Guto Ferreira.

GOLS – Sérgio Manoel, aos 26, Marinho, aos 27, Thiego, aos 30 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS – Victor Ramos (Vitória); Rafael Bastos, Cleber Santana, Danilo (Chapecoense).
ÁRBITRO – Leandro Pedro Vuaden (RS).
LOCAL – Estádio Barradão, Salvador (BA).

Quem segura o bonde sem freio do Éwerton Maradona?

Após primeiro tempo fora dos planos, Thiago Oliveira arrumou a casa e no segundo tempo marcou os dois.

(Éwerton Maradona comemorando o gol que abriu a porteira dos cariocas/Foto:Globoesporte.com)














Primeiro tempo ruim e fora dos padrões:

A "nova" Caldense teve um primeiro tempo de "velha", um time apático e com sérias dificuldades de criação como no Campeonato Mineiro. Os laterais sofriam na marcação e eram bastante xingados pelos veteranos que no estádio estavam. Apesar das dificuldades, o 4-4-2 era a única coisa que funcionava no setor defensivo, tanto que Neguett teve trabalho em apenas uma oportunidade.

Tempo outro, "time novo":

Apesar de um início de segundo tempo ainda abaixo, o time da Caldense voltou com firmeza e postura ofensiva, já do outro lado o Boavista passava por sérias dificuldades de ultrapassar a defesa do mandante e apenas trocava passes atrás.

A partir dos quinze minutos do segundo tempo com a entrada de Edu, a Caldense passou a realmente dominar o jogo, martelar a defesa do Boavista que se segurava como podia e esforçava-se para sair de Poços com um bom resultado. Apenas no final, a porteira dos cariocas abriu e lá toda a boa partida do time de Saquarema foi para o espaço, Álvaro abriu o placar, e em seguida, Maradona fechou a conta e convocou os jogadores para formar o seu "bonde" e rumar a Caldense para mais uma vitória na semana que vem contra o Audax. É amigo... À resposta para a pergunta do título é ninguém segura, time encaixado e fechado, parabéns para o Thiago pelo ótimo trabalho até aqui e não deixaremos de cantar por ti Veterana. 

(Tabela do grupo A13 da Série D do Campeonato Brasileiro/Reprodução do Facebook oficial da Associação Atlética Caldense)
Arriba Caldense!

Ficha técnica:

Caldense-MG: Neguett, Patrick, Marcelinho, Paulão; Murilo, Álvaro, Michel (Guilherme Noé) Ramon (Edu), Éwerton Maradona; Tito (Raí) e Léo Guerreiro; Técnico: Thiago Oliveira
Cartões Amarelos: Michel e Tito

Boavista-RJ: Gabriel, Carlinhos, Vitor, Anderson, Isack; Fugão, Tiago Silva (Bernardo), Juninho (Jonathan), Faísca; André Luis e Caio; Técnico: Régis Amarante
Cartões Amarelos: Caio

Público: 896
Renda: R$11.990
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