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quinta-feira, 23 de junho de 2016

No frio, Náutico conquista um ponto fora de casa e sai do G4

Na noite da terça-feira, o Náutico foi até Caxias do Sul enfrentar o Brasil de Pelotas. O confronto foi realizado no Estádio Centenário, já que o estádio em Pelotas não foi liberado pelos bombeiros. O frio estava intenso, durante a partida a temperatura estava em 9ºC e fez até esfriar o jogo que teve poucas chances de gol. Os times tentaram, mas sem objetividade, além da falta de criação do meio campo de ambos.

Roni perde gol na melhor chance da partida. Foto: Geremias  Orlandi
No primeiro tempo a partida foi bem baixa fraca tecnicamente. O time alvirrubro já tinha começado jogos melhor fora de casa, mas o frio deve ter mexido com o psicológico do elenco e fez com que eles ficassem recuados e com a posse de bola. A equipe, como quase sempre acontece, estava mais para o contra ataque, só que o meia Caique Valdivia não estava em grande noite, muito menos os pontas Roni e Jefferson Nem, que pouco fizeram para assustar o goleiro adversário.

Foram os donos da casa que deram o primeiro chute quando a bola sobrou para Diogo Oliveira dentro da área e ele chutou para fora. O Náutico logo depois revidou, o ataque alvirrubro apertou a marcação e fez o goleiro Eduardo Martini errar o passe, a bola ficou com Roni que tentou dar por cobertura, mas a tentativa foi para fora. O time de Pelotas reclamou de um gol impedido (não estava e o bandeira errou totalmente), mas não sairia gol no lance porque o goleiro Júlio César ouviu o apito e não defendeu como um goleiro realmente faz.

O Náutico teve a maior chance da partida com Roni quando Rafael Pereira deu um chutão para o ataque, o lateral Wender não achou a bola e o atacante alvirrubro saiu de cara para o goleiro adversário, mas, em vez de fazer o feijão com arroz, puxando para o lado, finalizar e pôr o Timbu na frente do placar, ele preferiu o lance lindo, de cobertura e mal feito, errou e deixou a bola nas mãos do goleiro. No final da primeira etapa, Júlio César com a ponta dos dedos defendeu um bola colocada perigosa do lateral Marlon.

No segundo tempo os donos da casa tiveram duas chances, no inicio e no final. Na primeira jogada dessa etapa a zaga alvirrubra dormiu e deixou o atacante Felipe Garcia disparar em direção a bola, mas o arqueiro do Timbu estava atento, saiu no carrinho e mandou a bola para lateral. Já no fim, o atacante Ramon recebeu livre dentro da pequena área do Náutico e poderia ter sido o gol dos mandantes, mas Júlio estava atento, abafou e defendeu muito bem o vacilo da zaga.

Já o glorioso Timbu praticamente dominou todo tempo complementar com forte marcação e posse de bola, mas com poucas chances perigosas, o que seria o mais importante. O Náutico atacou mais, porém, a defesa do Brasil de Pelotas estava bem e afastava o perigo. A melhor chance foi com Tiago Adan, que ficou livre na área após escanteio e errou o cabeceio. Um centroavante alto não deveria perder um gol desses e desperdiçou a chance dele. A outra boa oportunidade ficou com Jefferson Nem, que recebeu de Rafael Pereira depois do escanteio e chutou forte e cruzado, mas sem capricho.

Jogo de poucas chances e muito frio. Foto: 
Jogo morno, poucas chances boas e as equipes não conseguiram o placar que desejavam. Com o empate, o Náutico saiu do G4 e ficou em 6º, agora enfrenta o Ceará em Fortaleza no sábado (25), às 16h30. O Timbu precisa da vitória para ficar colado no pelotão da frente, já que com a derrota pode ir para o 10º lugar e isso não é nada bom para um time que briga para subir. A equipe tem perdido pontos preciosos e já está na hora de começar a recuperar e não deixar escapar. No próximo confronto o técnico Alexandre Gallo tem reforços e desfalques, mas ele saberá montar uma boa escalação e brigará pelos três pontos.

Escalação:
Brasil de Pelotas: Eduardo Martini; Wender (Weltinho), Leandro Camilo, Teco, Marlon; Leandro Leite, Washington, Diogo Oliveira (Clébson), Marcos Paraná (Nathan); Ramon e Felipe Garcia. Técnico: Rogério Zimmermann.

Náutico: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo, Henrique; Rodrigo Souza (Gustavo Henrique), Gastón Filgueira, Caique Valdivia (Renan Oliveira); Roni (Léo Pereira), Jefferson Nem e Tiago Adan. Técnico: Alexandre Gallo.

Árbitro: Alinor Silva da Paixão.
Assistentes: Marcelo Grando e Jackson Timóteo.

Amei e amarei o Náutico, na vida antiga, nessa vida e na vida que virá”
Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

Uma vitória para lavar a alma

Após uma sequência de dois empates, que evidenciaram uma evolução no Tupi – não pelo futebol apresentado, e sim por voltar a somar pontos no campeonato –, o jogo da 11ª rodada era uma "prova de fogo" para Estevam Soares e sua equipe. Embora fosse em casa e o adversário viesse de duas derrotas consecutivas, não dava para esperar "moleza" contra o Bahia, que tem pretensões muito maiores na Série B.

E o time mineiro conquistou uma bela vitória, voltando a somar três pontos depois de sete jogos de jejum, a primeira sob comando do novo treinador. Com o resultado, o Galo Carijó chegou aos oito pontos e se mantém na 19ª colocação da Série B, podendo deixar a zona de rebaixamento na rodada seguinte. O próximo adversário será o Avaí em um confronto direto na parte de baixo da tabela, novamente o time de Juiz de Fora jogará em casa.

O Alvinegro reencontrou o caminho das vitórias (Foto: Felipe Couri/tupifc.esp.br)
Com a saída inesperada de Heitor, que se transferiu para o futebol do exterior, e o desfalque de Helder, ainda se recuperando de lesão, a principal "dor de cabeça" para Estevam Soares era na defesa. O substituto mais óbvio era Euller, porém, o fato do jovem ainda não ter atuado como profissional pesou e o polivalente Bruno Costa – que vinha atuando na lateral  formou dupla com Rodolfo Mol. A vaga na lateral-esquerda, então, ficou para Wesley Douglas. 

No demais, o time só teve uma mudança em relação à última partida: Rubens no lugar de Thiago Silvy. Portanto, a equipe voltou a ter um homem de referência no ataque, o onze inicial foi alinhado no tradicional 4-3-2-1 (Rafael Santos; Henrique, Rodolfo Mol, Bruno Costa e Wesley Douglas; Rafael Jataí, Filipe Alves e Marcos Serrato; Vinícius Kiss e Hiroshi; Rubens.) 

O JOGO

A partida começou equilibrada, com as duas equipes buscando o resultado sem impôr superioridade sobre o adversário. Porém, com um erro individual de Rodolfo Mol na saída de bola, o Bahia teve as primeiras chances de gol. Aos 10 minutos, Thiago Ribeiro tocou para Juninho, que parou na defesa de Rafael Santos. No rebote, Hernane teve uma chance ainda mais clara, mas novamente o goleiro salvou seu time na finalização do Brocador. No escanteio, mais pressão e mais uma sequência de defesas de Rafael Santos na cabeçada de Jackson e o chute na pequena área de Thiago Ribeiro, que estava à frente e o bandeira parou a "britz" do time baiano ao assinalar o impedimento.

Após o susto, o Tupi colocou a bola no chão e tentou propor o jogo, mas encontrava dificuldades para furar o bloqueio adversário. Até que Hiroshi apareceu pela primeira vez na partida, aos 18 minutos, dano inicio a sua grande atuação individual. O meia roubou a bola, limpou dois adversários e utilizou a sua principal arma – o chute de fora da área  para inaugurar o marcador.

Com a vantagem no placar, o Alvinegro se animou e passou à tomar conta do jogo, criando mais uma boa chance de ampliar. Aos 23', Hiroshi descolou um belo passe para Vinícius Kiss, que saiu cara a cara com Marcelo Lomba, mas adiantou demais a bola e facilitou a defesa do goleiro. Os minutos seguintes foram de posse de bola no campo de ataque, porém, o domínio não foi o bastante para que o time conseguisse uma vantagem maior. 

No fim do primeiro tempo, a bola perdida por Henrique no meio campo gerou o contra-ataque ao adversário, que acabou nos pés de Renato Cajá e o meia carimbou a trave. Contudo, as equipes voltaram para o vestiário com o placar de 1 a 0.

O Galo Carijó voltou à marcar no início do segundo tempo (Foto: Felipe Couri/tupifc.esp.br)
A etapa complementar começou sem alterações nas duas equipes e da mesma forma que havia terminado a etapa inicial: poucas chances de gol e com o time da casa tendo mais posse de bola. Eis que o camisa 11 aparece novamente e, em falta sofrida por Rubens aos 6 minutos, Hiroshi bateu muito bem e Marcelo Lomba espalmou a bola, que ainda tocou na trave. No rebote, Marcos Serrato bateu de primeira, sem chances para o goleiro.

Após o gol, o Bahia teve que sair para o jogo e, consequentemente, teve o domínio da partida, mas era pouco efetivo. O Tupi, por sua vez, tinha boa atuação defensivamente e explorou os contra-ataques. Dessa forma, o time da casa teve chances de construir um placar mais elástico, em duas chances com Rubens. Aos 18', Hiroshi levou perigo em um chute da entrada da área, quase marcando seu segundo gol e o terceiro do time mineiro.

No entanto, nem tudo são flores, o Tupi não matou o jogo e ainda teria emoção até o fim. Aos 28 minutos, Estevam Soares mexeu pela primeira vez, tirando Hiroshi e colocando Recife. A alteração mostrou que o time passaria a apenas se defender e foi justamente o que aconteceu. Com isso, o adversário teve seu melhor momento na partida, criando chances para diminuir. 

A pressão durou até os 37 minutos, quando Rafael Santos trombou com Wesley Douglas e a bola sobrou para Luisinho, que colocou o Bahia novamente no jogo. Daí em diante foi um "Deus nos acuda" para o torcedor carijó, que temia mais um gol no fim de uma partida, o que esteve perto de acontecer em um cabeceio de Hernane. Após uma sequência de várias bolas alçadas na área, o alívio veio com o apito final do árbitro e, finalmente, o torcedor pode comemorar a vitória.

PONTO TÁTICO  Mais uma vez Estevam Soares escalou bem a equipe. A ausência de Heitor, o zagueiro que vinha tendo boas atuações com a camisa Alvinegra, não comprometeu o setor defensivo. As mudanças na escalação inicial foram bem feitas pelo treinador, que certamente fez a escolha mais responsável, escalando o experiente Bruno Costa no miolo de zaga. Na lateral-esquerda, Wesley Douglas entrou bem e mostrou que poderá brigar por posição, até mesmo na direita.

DESTAQUE POSITIVO – Apesar do bom desempenho coletivo de toda a equipe, pelo menos dois jogadores merecem maior destaque: Rafael Santos e Hiroshi. Não é atoa que o goleiro é atualmente o titular, contra o Bahia fez "milagres" no início do jogo e levou um gol em um lance confuso, é verdade, mas isso não apagou a boa atuação na maior parte dos 90 minutos. Se o camisa 12 garantiu lá trás, o camisa 11 foi "o cara" lá na frente. Hiroshi participou efetivamente dos dois gols e, mesmo sem estar 100% fisicamente, demonstrou que será muito importante para a equipe, é titular absoluto. 

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

A teimosia atrapalha: Figueirense não sai do zero contra o Botafogo

Na noite desta quarta-feira (22), o Figueirense foi até a cidade de Juiz de Fora-MG enfrentar a equipe do Botafogo. Em uma fraca apresentação da equipe catarinense, a partida terminou empatada pelo placar de 0x0.

(Foto: Vítor Silva/SSPress/Botafogo)
Ambas as etapas foram fracas, sonolentas, sem nenhuma emoção. Aos 7 minutos da etapa inicial, Ermel tocou de calcanhar para Bady, que chutou para fácil defesa do goleiro Sidão. Aos 16', Fernandes bateu para o gol, mas Gatito defendeu. No lance seguinte, Dudu recebeu passe de Lins, driblou Emerson e invadiu a área, mas bateu pra fora. Aos 36', Lins saiu no contra-ataque, porém foi desarmado. No mesmo lance, a zaga botafoguense errou na saída de bola, Ermel aproveitou, lançou para Dudu, porém o atacante mais uma vez desperdiçou a chance.

Logo no início do segundo tempo, Fernandes cobrou falta na área do Figueira, Emerson subiu e cabeceou tirando tinta da trave e quase abrindo o placar para a Estrela Solitária. A etapa final foi pior que a inicial - pelo lado catarinense. O time morreu. Chegou algumas vezes mas sempre desperdiçando. Assim como Everton Santos, que nos minutos finais teve a bola do jogo e acabou perdendo o gol incrivelmente.

É inaceitável que uma equipe que esteja jogando a Série A do Campeonato Brasileiro tenha um treinador tão burro e medroso - pra não dizer outra coisa - como é Vinícius Eutrópio. A obviedade de suas escalações e alterações é incrível. A insistência nas mesmas ideias que cismam em dar errado é absurda. Eutrópio, meu caro, o senhor é cego? Digo que sim, é cego de amores por Dudu, que rende absolutamente nada há muito tempo, desde sempre.

Temos um time para escapar fácil do rebaixamento, mas do que adianta ter um time se não temos um treinador de verdade? O futuro com Vinícius Eutrópio será longo, frio e muito tenebroso. Rezemos para que o Figueirense perceba quais são as laranjas podres e tome atitude certa antes que seja tarde.

Ficha Técnica - Botafogo 0x0 Figueirense

Data: 22 de junho de 2016
Horário: 21h (horário de Brasília)
Local: Estádio Mário Helênio, Juiz de Fora, MG
Público e renda: Não foi divulgado
Arbitragem: Emerson de Almeida (MG); Pablo Almeida de Castro (MG), Marconi Helbert Vieira (MG)
Cartões amarelos: Ferrugem (FIG)

Botafogo: Sidão, Luís Ricardo, Renan Fonseca, Emerson, Diogo Barbosa; Airton (Octávio), Bruno Silva, Fernandes, Gervásio Nuñez (Ribamar); Neílton, Anderson (Luís Henrique) | Técnico: Ricardo Gomes

Figueirense: Gatito Fernández, Ayrton, Marquinhos, Bruno Alves, Marquinhos Pedroso; Jackson Caucaia, Ferrugem (Jocinei), Bady; Dudu, Gustavo Ermel (Everton Santos), Lins (Guilherme Queiroz) | Técnico: Vinícius Eutrópio

Patrick Silva | @figueiradepre

Goleiro competente e time azarado

Em noite inspirada, Rodrigo Ramos salva o Sampaio e placar não sai do zero.

(Pedro Coelho/Site oficial do Luverdense)
Um primeiro tempo comum do Luverdense, em que o time pressionava e a torcida desta vez fazia barulho. Pelo lado esquerdo de Hugo foram três oportunidades de trabalho para Rodrigo Ramos. Em um chute de Jean Patrick, novamente o arqueiro da Bolívia querida agiu.

Na segunda etapa, o Luver voltou igual a como se portou na primeira etapa, o lado esquerdo de Rafael Estevam continuava sendo bombardeado por Hugo e Paulinho, enquanto Sérgio Mota fazia perigo pela direita. Paulinho forçava com Ricardo e Da Matta o jogo pelo meio, assim dominando completamente todas as áreas do campo. 

Nem no final o Sampaio acordou, o time maranhense realmente estava em um dia fraco e o goleiro Rodrigo Ramos numa noite cheia de inspiração. Na próxima rodada o Luverdense enfrenta o Londrina no Passo das Emas pensando no G4.

Vamos lotar o Passo!

FICHA DO JOGO:
LUVERDENSE 0 x 0 SAMPAIO CORRÊA
Local: Estádio Passo das Emas - Lucas do Rio Verde (MT)
Data/Horário: 21 de Junho, às 21h30
Cartões amarelos: Airton (Luverdense); Diego Lorenzi, Paulo Marcelo e Rodrigo Ramos (Sampaio)
Árbitro: José Antônio de Almeida Pinheiro (AC)

Assistentes: Lucas Torquato Guerra e Luciano Benevides de Sousa (DF)

LUVERDENSE: Gabriel Leite; Raul Prata, Everton, Airton e Paulinho; Ricardo (Romarinho), Jean Patrick, Da Matta, Régis (Erik) e Sérgio Mota; Hugo.
Técnico: Júnior Rocha

SAMPAIO CORRÊA: Rodrigo Ramos; Eder Sciola, Wágner Fogolari, Luiz Otávio e Rafael Estevam; Renan Ribeiro, Diego Lorenzi e Cleitinho; Jean Carlos, Paulo Marcelo e Elias.
Técnico: Wagner Lopes

Vila Nova tropeça em si mesmo e perde para o Criciúma

E mais uma vez o torcedor vilanovense não saiu do Serra Dourada contente. Em uma noite que o Tigre goiano se perdeu em campo, o "xará" catarinense soube aproveitar e, como se tivesse jogando em seus domínios, colocou o Vila no bolso, mostrando como se impor em campo, vencendo os donos da casa por 3x2.

Como nosso capitão faz falta, o Vila sem Robston se perde em campo, sem ele não tem ninguém que chame a responsabilidade pra si e vá lá e faça. Sempre falei que ele e o Frontini sempre teriam lugar no time, e não, não falo com ironia.


Novamente o Vila jogou aquele futebol ruim de se ver. O time não entrou em campo e, sem tirar os méritos do Criciúma que veio retrancado, mas eles acabaram vencendo com gols de bola parada. O Vila Nova mereceu perder, Vinicius Simon, apesar do gol, estava perdido em campo, tanto que foi expulso no segundo tempo. Jean Carlos quis fazer lance bonito e perdeu a bola que originou o segundo gol da equipe visitante. Fabinho mesmo saindo derrotado do Serra foi o destaque da equipe.

Guilherme Alves não acertou no esquema de jogo, não dessa vez. Não era a noite do Tigrão, foi uma derrota inesperada. A equipe até que correu atrás e conseguiu marcar o terceiro com Frontini, mas não valeu. Há dois jogos ele vem mostrando que tem lugar nesse time e a má fase é passageira. O pouco pode se tornar muito. Lá nas primeiras rodadas o time vinha jogando bem e não estava ganhando, era melhor jogar mal e ganhar. O Vila Nova vem jogando um futebol regular e corresponde como pode. 

No sábado teremos o segundo clássico na Série B, dessa vez contra o Goiás, e o técnico precisa correr atrás do prejuízo, já que teremos um duelo difícil. O adversário vem de vitória e vai querer uma reação, sendo obrigado a ganhar. Quem levar os três pontos pode jogar o rival para o Z4. Será um confronto disputado, que seja como a semifinal do Goianão. Que vença o melhor e que a paz prevaleça, porque conhecemos bem a rivalidade fora de campo.

Corram, lutem mais e não desista jamais. O maior clássico do estado vem ai e o Tigrão precisa dessa vitória. Existe um tabu para ser quebrado, há anos não ganhamos do Goiás e esse resultado pode ser essencial para a sequência do campeonato.

"Jogai por nós".

Na batalha de tigres, o catarinense foi melhor

Então torcedor carvoeiro, finalmente um bela vitoria FORA DE CASA. Isso mesmo que você leu, FORA DE CASA. Aquele time gagão ficou no passado, mandou muito bem nesse jogo e agora está no G4, na terceira colocação, apenas a um ponto do segundo.

Vila Nova x Criciúma, Diego Giaretta comemora gol (Foto: André Costa/Estadão Conteúdo)

Bom o que falar desse jogo? Sensacional, o Vila Nova até tentou começar melhor, mas eles esqueceram que temos o Gustavo e ele marcou um belo gol de cabeça quando Elvis praticamente colocou a bola com a mão na cabeça dele. Falando de Elvis, o meia carvoeiro finalmente jogou melhor, acho que a escalação ajudou um pouco. Cavalo mandou agora três volantes e teve uma proteção melhor. Como nem tudo é um mar de rosas, o tigre goiano marcou no final do primeiro tempo, dando um balde de água fria nos tricolores.

Voltando para o segundo tempo veio a dominância catarinense. O Vila Nova estava com muitas dificuldades na marcação do meio-campo e na defesa, tanto que, em uma jogada individual de Douglas Moreira, ele sofreu um pênalti claro e mais uma vez "Gustagol" mandou a bola na rede, se tornando o vice-artilheiro do Brasileiro Série B com sete gols. Raphael Silva ainda ampliou para o Criciúma em uma bela testada no cruzamento, e o tigre goiano até fez um gol no final, porém não teve poder para empatar.

FICHA TÉCNICA PARA VILA NOVA 2 x 3 CRICIÚMA
LOCAL – Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO).
PÚBLICO – 4.330 pagantes (4.930 no total).
RENDA – R$ 48.355,00.
ÁRBITRO – Gleidson Santos Oliveira (BA).
CARTÕES AMARELOS – Marlon, Luiz e Niltinho (Criciúma).
CARTÃO VERMELHO – Vinícius Simon (Vila Nova).
GOLS – Gustavo, aos 20, e Vinícius Simon, aos 40 minutos do primeiro tempo; Gustavo (pênalti), aos 13, Raphael Silva, aos 25, e Fabinho, aos 40 minutos do segundo tempo.

VILA NOVA – Wagner Bueno; Jefferson Feijão, Anderson, Vinícius Simon e Patrick; Victor Bolt, Luiz Fernando (Reginaldo), Roger (Frontini) e Jean Carlos; Leandrinho (Pedro Carmona) e Fabinho. Técnico: Guilherme Alves.

CRICIÚMA – Luiz; Ezequiel, Raphael Silva (Ferron), Diego Giaretta e Marlon; Barreto, Douglas Moreira (Jheimy), Ricardinho e Élvis; Niltinho (Alex Maranhão) e Gustavo. Técnico: Roberto Cavalo.
"Vamos seguir campeões não tenho duvida, com um pouco de esforço a volta iremos dar"

Chile vence e encara Argentina na final

Enfim conhecemos os finalistas da Copa América Centenário. O Chile ganhou sua vaga na final ao vencer a Colômbia, que irá disputar o terceiro lugar. Em jogo inusitado, os chilenos só precisaram dos dez minutos iniciais para liquidar sua classificação. A partida contou com paralisação de mais de duas horas no intervalo e uma etapa complementar bastante contestada por conta do juizão, que supostamente deixou de marcar duas penalidades e expulsou um colombiano erroneamente.

A Colômbia disputará o terceiro lugar diante dos Estados Unidos no sábado, às 21 horas, enquanto os chilenos vão reeditar a final passada diante da Argentina no domingo, às 21 horas.

Foto: Reuters
COLÔMBIA: Sonho desperdiçado

O time de José Pekéman deu adeus ao tão sonhado título. A equipe, que começou bem a Copa América, parece ter se perdido no caminho e não empolga ou tentar ousar novamente. Os badalados Roger Martínes, Cuadrado e Bacca não andam mais encantando, deixando para que tudo se resolva nos pés de James Rodríguez.

As poucas chances da equipe colombiana em direção ao gol contaram com o goleiro Bravo bem atento na noite. O escrete demorou a se encontrar em campo e, quando conseguiu, não teve finalizações suficientes para conseguir anotar os tentos.

Aos Los Cafeteros fica a tentativa do prêmio de consolação diante do mesmo Estados Unidos que venceu na estreia da Copa América por 2x0. 

A expulsão de Sánchez foi bastante contestada pelos colombianos
Foto: AFP
CHILE: em busca do bicampeonato

A seleção chilena acordou na fase eliminatória e conseguiu a sonhada vaga para final da Copa América. Depois de golear o México por 7x0 nas quartas, La Roja precisou somente de 10 minutos para também despachar a Colômbia. Com Vidal suspenso, Juan Pizzi fez três alterações na equipe, as entradas de Silva e Hernández no meio campo, e de Isla na lateral direita.

A seleção chilena começou a semifinal com tudo e abriu o placar logo aos 6 minutos, com Aránguiz aproveitando a sobra de um cruzamento de Fuenzalida. Mais 4’ e a vantagem aumentou. Dessa vez foi Fuenzalida quem pegou o rebote do chute na trave de Sánchez. Parecia que caminharíamos para mais uma histórica goleada chilena, mas os comandados de Pizzi tiraram o pé e só administraram a vantagem no placar.

Fuenzalida só empurra para as redes no 2º gol chileno
Foto: FFC
A expectativa para o segundo tempo era se a Colômbia ia dar uma de México, se abrir em busca do empate e ser goleada. Não foi o que aconteceu. Após um intervalo de duas horas devido a uma tempestade que passava pelo estádio, o jogo recomeçou praticamente no mesmo ritmo, a Colômbia tentava e o Chile administrava. A situação chilena ficou ainda mais cômoda com a expulsão de Carlos Sánchez, passando a controlar o jogo sem maiores preocupações.

Classificada para a finalíssima, La Roja fará a reedição da final do torneio do ano passado com a Argentina. Na oportunidade a partida ficou empatada em 0x0 e só foi decidida nas penalidades, com o Chile se sagrando campeão. A defesa do título chileno ocorre no domingo (26), às 21h, no MetLife Stadium em Nova Jersey.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Fellipe Soares || @_FellipeS

Linha de Fundo || @SiteLF

Com destaque da arbitragem, Atlético e Avaí empatam

Saudações Rubro-Negras

Nas ultimas cinco partidas o Dragão venceu apenas uma. Nas última cinco partidas o Atlético perdeu apenas uma, dessas só uma foi em Goiânia, contra o CRB, quando o time acabou sendo derrotado em um golpe de sorte. Porém, nas outras quatro partidas que foram longe do seu torcedor o ACG sempre pontuou, três pontos contra Vasco e um pontinho contra Paraná, Joinville e Avaí, que foi na última rodada.

Momento do gol de Matheus Ribeiro (Foto: divulgação ACG)
Maus resultados? Talvez. Visto do ponto de vista de como foram os jogos, tenho certeza que poderíamos ter pontuado bem mais, mas do ponto de vista da dificuldade das partidas o único resultado ruim, péssimo, foi a derrota para o CRB. Nos demais, foram placares normais.

O jogo contra o Avaí tem um porém, o ataque falho do Dragão voltou a aparecer. O gol do Atlético saiu de uma ótima jogada entre Jorginho, Magno Cruz e Matheus Ribeiro, que acabou tirando do goleiro e abrindo o placar. Detalhe que a jogada surgiu em um contra-ataque logo após um pênalti do goleiro Marcos em cima do ex-Dragão William ter sido completamente ignorado pelo árbitro da partida, mas o Atlético não tem nada com isso e conseguiu marcar.

No segundo tempo o Dragão perdeu boas chances, estas que o atacante Júnior Viçosa geralmente não desperdiça(va) em sua boa fase. Em um cabeceio logo após um ótimo cruzamento de Matheus e em outro contra-ataque puxado por Magno Cruz, Viçosa ficou na cara do gol e ele chutou em cima do arqueiro Avaiano.

Como tem o ditado que se segue a risca nos jogos do Atlético, "quem não faz leva" e o Avaí chegou ao empate. Se no gol do Atlético teve um pênalti não marcado para o Avaí, no gol do Avaí teve um recuo de bola para o goleirão, que pegou com a mão e deveria ter sido marcada a irregularidade, mas o árbitro também ignorou e no contra-ataque saiu o empate do Leão Avaiano.

O placar de 1x1 foi justo? Devido a todos os erros de arbitragem que influenciaram nos dois gols, digo que sim, foi justo. O Dragão não teve competência para conseguir matar suas chances criadas e o Avaí não teve competência para sequer criar as chances de gol.

FICHA TÉCNICA:
Avaí 1x1 Atlético
Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis
Data: 21 de junho de 2016
Horário: 19h15
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira-SP (Eduardo Cordeiro Guimarães-SC)
Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi (RS) e Leirson Martins (RS)
Cartões amarelos: Jorginho e Magno Cruz (Atlético)
Gols: Matheus Ribeiro (ACG) aos 27' 1T (0-1) e Rômulo (AVA) aos 37' 2T (1-1)
AVAÍ: Renan; Alemão, Fábio Sanches, Gabriel e Célio Santos (Diego Jardel); João Paulo, Braga e Caio César (Menezes); William, Tauã (Lucas Fernandes) e Rômulo. Técnico: Silas

ATLÉTICO: Marcos; Matheus Ribeiro, Marllon, Lino e Romário (Bruno Barra); Michel, Pedro Bambu, Magno Cruz (Luís Soares), Jorginho (Willian Schuster) e Gilsinho; Júnior Viçosa. Técnico: Marcelo Cabo

Falta de vontade em vencer

Longe de casa, treinador novo, time desfalcado, erro de marcação... Vários pontos que se fizeram negativos no jogo diante do Atlético Mineiro. O placar em 2x1 foi merecido ao adversário que viu pela frente um Corinthians com os mesmos esquemas táticos de que Tite comandava, porém menos ofensivo ainda.

Foto: globoesporte.com
Se pegar os números da primeira etapa, o Corinthians teve cinco finalizações contra três do Galo. A questão é que nenhum desses chutes a gol levou perigo ao goleiro Victor. O Atlético conseguiu ter a incrível marca de 69% de bola durante a peleja, mas não conseguia furar o forte bloqueio Alvinegro Paulista.

A primeira finalização de perigo só veio mesmo no inicio da etapa complementar com Romero. Mas é como aquele ditado: Água mole pedra dura tanto bate até que fura... E furou, Fred e Cazares marcaram para o adversário em dois erros de Pedro Henrique, aliás, o segundo foi uma fatalidade, bola recuada para Cássio, o arqueiro tentou salvar e saiu mal, o equatoriano que não tem nada a ver com isso aproveitou a chance.

O gol de honra veio, mas engana-se que o Corinthians tentou busca-lo. A bolinha só parou no fundo das redes com jogada de Romero e a bola sobrando para Lucca deixar o dele nos minutos finais de jogo.

Talvez o Timão nem merecesse o gol pelo pouco futebol apresentado onde ofensividade não existiu e as finalizações voltam a ser questionáveis. Como um time que treina não chuta ao gol? E se não chutar ao gol não irá sair gol... O problema é que quando chuta, a bola não é direcionada ao alvo...

A culpa não deve ser jogada em Cristóvão Borges que teve seu primeiro jogo oficial com a camisa do Timão. O treinador contou com alguns nomes de desfalques e montou bem uma equipe para ir a campo. O comandante, não tem culpa que o elenco caro é ilimitado a ponto de não conseguir finalizar.

Pedro Henrique saiu de campo chorando, se cobrando muito pelos erros cometidos nos dois gols. Este foi apenas o terceiro jogo do menino da base pelo Timão que se sentiu em dívida pelo que fez. É fato que a culpa do placar negativo foi dele, mas não vejo por onde o garoto mereça ser cobrado ou sacado do time.

A falta de pontaria ou vontade de vencer vem fazendo o Corinthians descer ladeira abaixo na tabela. Estamos em sexto lugar com 16 pontos, a seis pontos do líder, não é hora de se preocupar, dá tempo de correr atrás do prejuízo, porém Cristóvão Borges terá que saber comandar e bem o time milionário do Corinthians, colocar a equipe pra frente e trazer as vitórias. O futebol do Timão precisa encantar o torcedor, todo jogo é um ponto de interrogação na mente de como será a postura dentro de campo. Que vençamos o próximo jogo!

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF 

Oeste perde mais uma jogando um futebol triste

No Castelão, Oeste sofre a segunda derrota seguida, desta vez diante o Ceará

Foto: Blog: O Vozão
Pela segunda partida consecutiva o Oeste apresentou um futebol muito abaixo do esperado. O que vimos contra o Ceará foi um time totalmente sem garra, raça, parecia que estavam jogando por jogar. Foi um primeiro tempo em que a equipe teve chance de estar na frente do marcador, porém conseguiu desperdiçar um pênalti com o sumido em campo Léo Arthur, que chutou fraco e facilitou a defesa tranquila do goleiro do Ceará. Será que não treinam penalidades? Para chutar dessa forma acho que não.

No segundo tempo não foi muito diferente. O Ceará mandou na partida toda e teve inúmeras chances de gols, diferentemente do Oeste, que mal atacou. A magia do tiki-taka parece que foi perdida, porque do adianta ficar dando aqueles passes curtos no meio de campo se não resultarem em gol? Quer trabalhar com a bola no chão tudo bem, é uma filosofia do Diniz, mas seja mais objetivo, seja mais ofensivo, porque se não de nada adianta. Do que adianta ter mais posse de bola se sair atrás do placar?

Foi mais um resultado justo, em que o Oeste joga mal. O que achei um absurdo e que muitos acharam legal foi essa loucura que o goleiro fez de aplicar um chapéu no atacante adversário. Isso é um teste para cardíaco, não se deve fazer isso nunca. E se aquilo dá errado e o time acaba tomando mais um gol, como é que ficaria? A sorte dele é que deu certo. Outra coisa que achei errado foi a equipe, faltando 5 minutos para acabar o jogo, ficando tocando bola no meio de campo em vez de correr para o ataque e arriscar um chute que resultasse em gol, já que o placar só era de um gol de diferença. Infelizmente não foi isso que fizeram.

O que antes era um ponto forte do Oeste na marcação, agora não é mais o mesmo. O rubro-negro vem tomando gols em praticamente todos os jogos e na maioria das vezes é por falha na marcação, falta de atenção e isso não pode acontecer. É o terceiro jogo seguido, pelas minhas contas, que o time sai atrás do placar e depois tem que correr atrás do prejuízo. Acredito que é preciso de reforçar mais a zaga e ser um time com mais raça, mais objetivo de buscar a vitória, não só ficar tocando a bola. 

Alguns jogadores da equipe rubro-negra andam muito apagados em campo e não estão jogando da mesma forma que estavam há cinco, seis rodadas atrás. Não estou aqui apenas pra criticar o time, estou apenas falando a verdade, coisa que todo torcedor deve fazer, apoiar sempre, ainda acredito no Oeste, apenas estou fazendo críticas que nesse momento são necessárias pelo bem do clube. A gente ama esse time e não quer ver um 2016 tão difícil como foi esses anos, já foi triste no primeiro semestre quando a equipe rebaixada a segunda divisão e foi, segundo a diretoria, provisoriamente pra Osasco com essa parceria com essa parceria com Osasco/Audax.

Ainda é cedo para se pensar em rebaixamento, mas o quando antes se afastar dessa zona de perigo é melhor. E ainda dá para se recuperar antes que seja seja tarde, a próxima partida será contra o Sampaio Corrêa nesse sábado, às 21h, na Arena Barueri. Essa é a hora de fazer o dever de casa contra uma equipe que vem se recuperando no campeonato e não pode vacilar. 

Césare Boralli || @cesareboralli
Linha de Fundo || @SiteLF

VAMOS OESTE! 

Está na pior? Chama a Ponte Preta

A Raposa não tinha muitas opções para esse confronto era ganhar ou conquistar os três pontos, e missão dada é missão cumprida, os jogadores celestes fizeram algo que ninguém esperava, goleou a macaca por 4x0, aquele velho ditado: Está mal? Chama a Ponte Preta.

Momento de curiosidade, no ano passado, a reação do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro foi acontecer contra a Ponte Preta, conseguimos uma sequencia de invencibilidade e recuperar o futebol que agrada a torcida azul e branca, já podemos nos iludir?

Na mesma noite: Henrique fez gol, Cruzeiro goleou, Mayke deu assistência e jogou bem, a equipe cruzeirense conseguiu fazer dois gols no primeiro tempo e a Raposa ainda anunciou uma boa contratação, por um momento cheguei a pensar que era o fim do mundo.

@Cruzeiro
A Raposa saiu da lanterna, juntamente do Z-4 e ocupa a 15° colocação, com 11 pontos conquistados, a situação ainda não está boa, porém faço das palavras do Alisson as minhas: "O Cruzeiro é time grande. Quem veste a camisa do Cruzeiro tem que pensar grande, o pensamento tem que ser este" - Alisson

Foco total na próxima partida, que acontecerá no sábado (25) ás 19h00, contra o líder Palmeiras, no Gigante da Pampulha.

Sobre o jogo:

A partida começou eletrizante, com apenas 30 segundos de jogo o time mandante foi o primeiro a levar perigo, após cobrança de lateral pela esquerda, Roger quase ficou cara a cara com o capitão cruzeirense, mas o zagueiro Bruno Viana mostrou ousadia e interceptou a jogada, e logo veio aquele questionamento sobre como seria a postura do Cruzeiro durante o restante do duelo.

E a Raposa respondeu da melhor maneira possível, Henrique aos 07’ balançou as redes, após cobrança de escanteio, a defesa Pontepretana falhou e como o jogador cruzeirense não tem nada haver com isso, aproveitou a sobra e mandou para fundo das redes.

Para o Cruzeiro, apenas um gol não seria o suficiente, o time estrelado não se acomodou e buscava a todo o momento aumentar a vantagem construída. Só dava Cruzeiro, o segundo gol da equipe estrelada foi aos 20’, Mayke lançou para Arrascaeta, para o mesmo fazer o segundo gol cruzeirense.

Quase no fim da primeira fase, o ritmo das equipes diminuiu e nenhuma chance clara foi criada, um primeiro tempo digno de Cruzeiro Esporte Clube, superioridade e domínio do inicio ao fim.

Paulo Bento não fez substituições para a etapa complementar, ao contrário da Ponte Preta que fez alterações colocando Ravanelli e William Pottker, no lugar de Renê Júnior e Cristian, as mudanças não fizeram muita diferença e quem chegou com perigo foi a Raposa.

@Cruzeiro
Uma grande evolução do Cruzeiro no jogo de ontem, a Raposa jogou o segundo tempo na mesma intensidade que iniciou a partida, na maioria das vezes, quando o time celeste teve uma vantagem, os jogadores desistiram de jogar e no final entregam o jogo.

“Faz mais gol, que cabe Cruzeiro”, esse foi o pensamento de todos os cruzeirenses na segunda etapa e não é que uma atitude positiva faz toda diferença? Aos 07’, a Raposa teve um pênalti a seu favor e Arrascaeta que perdeu uma penalidade contra o Grêmio, teve a chance de se redimir com a nação azul e foi dito e feito, o Uruguaio marcou o segundo dele na noite e o terceiro gol celeste.

Arrascaeta é o camisa 10 do Cruzeiro, que peso deve ser carregar essa camisa, o 10 que já foi de Alex, Dirceu, Tostão, quanta honra para um guerreiro.

O time da casa tentava de várias maneiras a reação, porém suas tentativas eram falhas e quando precisava Fábio salvava o Cruzeiro do perigo, e quando parecia que a sessão de gols tinha se finalizado, o juiz entendeu que Willian foi puxado dentro e marcou pênalti para a Raposa, Alisson para cobrou com perfeição no canto direito, goleada azul.

Que faro de gol que a Raposa estava ontem, uma garra impressionante, a vitória hoje foi merecimento da equipe, todos os jogadores se entregarem e se doaram para trazer os três pontos para o Cruzeiro, é isso querido Cruzeiro que queremos até o fim do Brasileirão.

Paula Fernandes- @Paulinha_CEC

Defesa vacila e Macaca perde de goleada em Campinas

O sinal de alerta acendeu em Campinas. Depois de alguns bons resultados que colocaram o time da Ponte Preta no meio da tabela, as duas últimas derrotas mostraram certa fragilidade defensiva e já preocupam para a sequência do campeonato. Foi assim que o Cruzeiro construiu a goleada por 4x0 aplicada dentro do Moisés Lucarelli.

A partida começou prometendo gols desde o começo com dois times interessados na vitória. A Ponte deu o primeiro ataque com menos de um minuto e Roger perdeu um gol incrível que complicaria o time mineiro já pressionado pelos resultados ruins recentes. A resposta veio logo na sequência e por pouco quem não marcou foram os visitantes.

Henrique abriu o placar da goleada no Moisés Lucarelli. (Foto: Globo Esporte)
A sorte, porém, durou pouco. Minutos depois veio o primeiro gol mineiro com cabeçada de Henrique. Nem deu tempo de colocar as coisas no lugar e Arrascaeta marcou o segundo gol logo na sequência. Não eram nem vinte minutos e a Macaca já tinha uma grande desvantagem para recuperar. E ainda enfrentava um Fábio em dia inspirado – o goleiro salvou duas boas chances ainda no primeiro tempo.

Precisando ao menos empatar o jogo, a Ponte Preta voltou com mentalidade extremamente ofensiva em busca de um gol no começo da segunda etapa para tirar o adversário da sua zona de conforto. A ideia, porém, deu errado. Não que a Macaca não tenha criado chances de gol, mas deixou espaços para o contra-ataque cruzeirense que, em dois deles, conseguiu pênaltis convertido por Arrascaeta e Alisson.

A próxima rodada da Ponte Preta será diante do Vitória, em Salvador. Jogo difícil, mas no qual o time campineiro não pode voltar de mãos vazias na pontuação. Uma nova derrota deve aproximar novamente o time da zona de rebaixamento e um terceiro revés consecutivo já colocaria uma pressão maior sobre o time.

Vitória do talento: Belgium Golden Boys bate briosa seleção sueca e avança as oitavas

Comemoração de Naingollan no gol da vitória dos belgas. Fonte: esporte.uol.com.br
Com uma partida eletrizante, a Bélgica bateu a Suécia no Allianz Riviera, em Nice por 1X0, com um chutaço de Radja Naingollan e classificou os diabos vermelhos para as oitavas de finais num chaveamento mais facilitado por conta da ausência das grandes seleções.

O primeiro tempo foi marcado por uma partida bem disputada e com chances para ambos os lados. O jogo começou com uma primeira chance num chute de Axel Witsel que chutou de fora da área, mas mandou por cima do gol. Logo em seguida, a melhor chance do jogo foi criada pelos suecos numa cobrança de falta que sobrou para Marcus Berg, mas o goleiro Thibaut Courtois operou um pequeno milagre, fazendo uma linda defesa no meio do gol. Romelu Lukaku teve uma chance criada num passe de Kevin De Bruyne, e bateu forte e cruzado, levando muito perigo para o gol de Andreas Isaksson. Pouco em seguida, foi à vez de Zlatan Ibrahimovic, numa tabela com Marcus Berg, finalizar com enorme perigo, à direita do gol de Thibaut Courtois.

Romelu Lukaku teve atuação destacada pela sua movimentação e empenho no jogo. Fonte: esporte.uol.com.br
A partir daí, o time belga começou há controlar um pouco mais a posse de bola, durante o restante da primeira etapa e o futebol de Kevin De Bruyne começou a aparecer mais, incomodando principalmente o setor direito de defesa da Suécia, para cima do lateral direito Victor Linderlöf. Duas delas, o meia arriscou cruzamentos rasteiros fortes que passou cruzando a área e quase encontrando o centroavante Romelu Lukaku. Os suecos por sua vez criavam poucas chances e a zaga formada por Tobias Alderweireld e Thomas Vermaelen pouco davam chances para os homens de ataque chegar com maior tranquilidade ao gol de Thibaut Courtois.

No fim do primeiro, Kevin De Bruyne ainda proporcionou algumas boas chances, como uma finalização de fora da área para uma boa defesa do goleiro Andreas Isaksson e numa cobrança de escanteio ensaiada com o meia Eden Hazard, onde o camisa 7 cruzou com extremo perigo e quase que o lateral direito. Thomas Meunier conseguiu acertar o gol do goleiro Andreas Isaksson que deu uma leve casquinha para a linha de fundo, mas o árbitro alemão marcou tiro de meta.

No segundo tempo, o time da Suécia voltou mais ligado na partida, até mesmo pela necessidade de fazer um gol para conseguir a classificação e começou a criar algumas chances para finalização. Zlatan Ibrahimovic começou a flutuar mais na partida e passou a criar as melhores chances de gol para a sua seleção. Marcus Berg e Albin Ekdal foram autores das duas finalizações nos primeiros dez minutos para duas boas defesas seguras de Thibaut Courtois. O time belga começou a querer tentar dominar o jogo na posse de bola após estes primeiros minutos do segundo tempo, mas não conseguia finalizar suas jogas. A melhor de todas foi com Yannick Carrasco, que bateu cruzado pelo lado direito de ataque, mas o zagueiro Erik Johansson afastou antes que a bola chegasse a Romelu Lukaku.

 Kevin de Bruyne teve boa atuação na partida. Fonte: esporte.uol.com.br
Aos 20 minutos, Kevin De Bruyne, numa jogada de contragolpe, avançou pela meia esquerda com liberdade, ajeitou e bateu forte e rasteiro, para uma ótima defesa do goleiro Andreas Isaksson que caiu bem no seu canto direito e mandou para escanteio. A partir daí, após os 25 minutos da etapa final, o jogo deu uma crescida em chances de gol. A primeira delas foi numa belíssima enfiada de bola de Kevin De Bruyne para Romelu Lukaku, que ganhou na velocidade do zagueiro Erik Johansson e tentou bater cruzado de canhota, mas o goleiro Andreas Isaksson realizou uma belíssima defesa de forma super arrojada. No minuto seguinte, Romelu Lukaku recebeu um belíssimo passe de Axel Witsel e saiu cara a cara com o goleiro Andreas Isaksson e tocou no canto esquerdo, mas o bandeira marcou impedimento na origem da jogada.

Aos 30 minutos, Zlatan Ibrahimovic voltou a ameaçar numa cobrança de falta de média distância. A bola passou por fora da barreira e obrigou ao goleiro Thibaut Courtois a fazer ótima defesa no canto esquerdo, espalmando para o lado. Os belgas voltaram a responder aos 33 minutos com Romelu Lukaku, que recebeu de Eden Hazard, girou pra cima de Erik Johansson e bateu forte, de direita, por cima do gol. No minuto seguinte, foi a vez de Dries Mertens que fez uma jogada espetacular, driblando quatro marcadores e finalizou com violência no canto direito para uma defesa espetacular de Andreas Isaksson.

Aos 37 minutos, numa batida de escanteio de Kim Kallström, Albin Ekdal acertou uma bela cabeçada no canto direito de Thibaut Courtois, mas o lateral Thomas Meunier tirou em cima da linha o grito de gol dos suecos. Em seguida, aos 39 minutos, num contragolpe fulminante, Eden Hazard caiu pelo lado esquerdo, fez bela jogada e mandou cruzado para o lado direito, para a chegada de Radja Naingollan, que acertou um belo chute e contou com o desvio de Erkan Zengin para vencer o goleiro Andreas Isaksson, no canto direito a meia altura, para euforia dos torcedores presentes em Nice.

No lance seguinte, a Suécia criou outra oportunidade de gol com Zlatan Ibrahimovic, que pegou bonito de virada no canto esquerdo de Thibaut Courtois, a bola passou a esquerda do gol levando muito perigo ao goleiro belga. Aos 43 minutos, Kevin de Bruyne recebeu de Driens Mertens na entrada da área (após o mesmo ter errado no domínio de bola em contragolpe), ajeitou, mas bateu mal a direita do gol. Aos 45 minutos, a última chance da partida foi criada num outro contragolpe organizado por Eden Hazard, que rolou para Christian Benteke ajeitar e finalizar, mas o goleiro Andreas Isaksson praticou outra grande defesa, salvando os suecos de levarem uma sonora goleada no Allianz Riviera.

Com o resultado, a Bélgica confirmou a segunda colocação e o crescimento técnico do seu futebol. Na próxima fase, a equipe jogará contra uma das sensações da UEFA EURO 2016, a seleção da Hungria em Toulouse. A parida será jogada no domingo, às 16h00min no estádio XXX.

Bélgica sacramenta o fracasso sueco

Zlatan Ibrahimovic joga bem mas não impede sua despedida precoce da seleção sueca. Fonte: esportes.yahoo.com.br
No provável ultimo jogo de Ibrahimovic pela seleção sueca, os Blagults foram derrotados pela "ótima geração belga".

Em um primeiro tempo fraco, o meio campo sueco mal se movimentava e apenas se via alguns toques curtos e trabalhos defensivos, o time de Erik Hanrem precisava de gols, mas parecia que os gols não precisavam de Erik e os 11 suecos.

Na segunda etapa, os suecos voltaram mais ligados, nada mal para um time dependente do astro Zlatan Ibrahimovic, inclusive o célebre atacante estava mais presente na área, coisa que não estava acontecendo nas partidas anteriores. Foram tempos de pressão sueca e alguns momentos em que a Bélgica se equiparava e tentava algo mais agressivo e surpreendente. Infelizmente para a Suécia, não adiantou nada e aos 40 minutos, no finalzinho, Nainggolan marcou e a Ibra deu adeus a competições oficiais pelo seu país.

Andreas Isaksson tem belíssima atuação e evitou uma goleada com grandes defesas. Fonte: esportes.uol.com.br
Não tinha como ser pior para um adeus, os suecos foram humilhados na primeira fase, claro que o grupo não era de grandes "babas", mas tinha como pelo menos somar três pontos contra os irlandeses e ao menos quem sabe empatar os outros dois jogos, não sei se é boa vontade demais minha de esperar isso ou se era realmente possível. O que parece é que realmente a minha boa vontade era grande demais, sabe-se lá.

Eurocopa, a gente se encontra em 2020.

SUÉCIA
C
G
S

BÉLGICA
C
G
S


1
GK
Andreas Isaksson
8,0
1
GK
Thibaut Courtois
7,0

14
DF
Victor Lindelöf
4,5
16
DF
Thomas Meunier
6,0


3
DF
Erik Johansson
4,5

2
DF
Toby Alderweireld
6,0

4
DF
Andreas Granqvist
5,0
3
DF
Thomas Vermaelen
5,5

5
DF
Martin Olsson
4,5
5
DF
Jan Vertonghen
6,0

6
MF
Emil Forsberg
5,0
81'
4
MF
Radja Naingollan
7,0
1

7
MF
Sebastian Larsson
5,0
69'
6
MF
Axel Witsel
6,5


8
MF
Albin Ekdal
6,5

11
MF
Yannick Carrasco
5,0
70'

9
MF
Kim Källström
6,0
7
MF
Kevin De Bruyne
8,0

10
FW
Zlatan Ibrahimović ©
7,0
10
MF
Eden Hazard ©
7,0
92'

11
FW
Marcus Berg
6,5
62'
9
FW
Romelu Lukaku
7,0
86'


2
DF
Mikael Lustig

8
MF
Marouane Fellaini


12
GK
Robin Olsen

12
GK
Simon Mignolet


13
DF
Pontus Jansson

13
GK
Jean-Francois Gillet


15
MF
Oscar Hiljemark

14
FW
Dries Mertens
6,5
70'

16
MF
Pontus Wernbloom

15
DF
Jason Denayer


17
DF
Ludwig Augustinsson

17
FW
Divock Origi
-
92'

18
MF
Oscar Lewicki

18
DF
Christian Kabasele


19
FW
Emir Kujović

19
MF
Mousa Dembélé


20
FW
John Guidetti
5,0
62'
20
FW
Christian Benteke
5,0
86'

21
MF
Jimmy Durmaz
5,0
69'
21
DF
Jordan Lukaku


22
MF
Erkan Zengin
5,0
81'
22
MF
Michy Batshuayi


23
GK
Patrik Carlgren

23
DF
Laurent Ciman


-
TR
Erik Hamrén
4,0
-
TR
Marc Wilmots
8,0




C
Cartão
C
Cartão


G
Gol
G
Gol


S
Substituição






S
Substituição






Produzido pelos colunistas:

Marcos Paulo || @makavista || BÉLGICA
Francisco Borja || @BorjaFrancisco_ || SUÉCIA
Linha de Fundo || @SiteLF
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