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domingo, 26 de junho de 2016

Uma noite trágica


Talvez não exista outro título para descrever a noite de 26 de Junho de 2016, quando a Chapecoense viajou para enfrentar o desesperado Sport, na Ilha do Retiro. 

Foto: Cleberson Silva
Já sem Guto Ferreira que na sexta-feira (24), anunciou sua saída ao aceitar a proposta apresentada pelo Bahia. A direção não perdeu tempo, e já acertou a contratação de Caio Jr, para seguir o projeto da equipe no decorrer do Campeonato Brasileiro.

Com a crise da empatite dentro da Arena Condá, a partida deste domingo era a chance de manter a boa campanha fora de casa e ainda buscar se aproximar do G4. No comando da equipe, Emerson Cris técnico da equipe sub-20, auxiliado pelo diretor de futebol Cadu Gaúcho.

Em relação ao time titular que iniciou o duelo nebuloso da última quarta e quinta-feira contra o Atlético Paranaense, duas alterações realizadas, Sergio Manoel suspenso pelo terceiro amarelo deu lugar a Cláudio Winck, a outra mudança foi por opções técnicas, Arthur Maia deu lugar a Rafael Bastos.

Com a bola rolando, a pressão da apaixonada torcida rubro-negra fez a Chapecoense apostar pela marcação e saída em velocidade nos contra-ataques. Não demorou muito para essa pressão surtir efeito, o Costa-Riquenho Rodney Wallace recebeu de Diego Souza e cruzou, a bola pegou efeito incrível, enganando Danilo, acertando a trave e morrendo no fundo das redes.

O gol fez o Verdão acordar, as melhores jogadas saíam em velocidade dos pés de Silvinho. Na melhor oportunidade, o atacante recebeu na área, dominou e saiu na cara do gol, após ser puxado pelo calção por Samuel Xavier foi derrubado, o árbitro parou a jogada marcando simulação e advertindo com amarelo o jogador Chapecoense.

Atrás do placar, o Verdão voltou para o segundo tempo com uma alteração, Lucas Gomes deu lugar a Ananias. A alteração surtiu efeito logo nos primeiros minutos, quando Ananias recebeu lindo passe do zagueiro Marcelo, ficando livre com Magrão, aproveitando a saída do goleiro, com um toque jogou a bola nos fundo das redes, empatando o placar.

Parecia ser um novo jogo, apenas parecia, a comemoração durou pouco tempo, Richely de cabeça recolocou o Sport em frente ao placar novamente com 8 minutos. O gol sofrido foi um banho de água fria, mas o pior estava por vir. Aos 11', Rodney Wallace chutou cruzado, Danilo espalmou e a bola bateu no zagueiro Thiego, ampliando o placar em 3x1.

Com a vitória já garantida, o Leão não parou por ali, Diegou Souza livre na área acertou um lindo voleio, marcando um golaço, o quarto dos rubro negros. Restou tempo ainda para Ronaldo deixar sua marca e fechar o placar em 5x1 para os donos da casa.

A Chapecoense até tentou, mas nada conseguiu fazer para mudar o placar trágico desta noite. Com a humilhação, o Verdão se mantém com 15 pontos, caindo para a 11° colocação, ficando há três pontos da zona de rebaixamento.

Não há explicações para descrever a humilhação sofrida nesta partida, podemos ver em campo uma equipe totalmente perdida, sem a mesma pegada na marcação dos duelos anteriores. Nos resta rezar, e muito para a volta de Dener na lateral esquerda, Cláudio Winck novamente com uma apresentação pífia, deixou uma avenida no lado esquerdo para o ataque rubro negro.

Nesta segunda-feira (27), Caio Jr será apresentado para a imprensa e aos torcedores como novo técnico do Verdão, assumindo a vaga deixada por Guto Ferreira já nesta quarta-feira (29), quando a Chapecoense recebe na Arena Condá a equipe do Cruzeiro, às 21h.

Talvez esteja na hora de uma mudança não somente no banco de reservas, hoje na equipe considerada titular, existam jogadores que passou da hora de receber um chá de banco, Danilo após renovar contrato, parece ter voltado a se acomodar na posição, falhas constantes como no primeiro gol do Sport, deixam cada vez mais em aberto a chance a Marcelo Boeck.

Na partida diante dos mineiros, não existe outro resultado que não seja a vitória, o torcedor está cansado de comparecer e ver empates como foram nos últimos duelos em casa, a obrigação de vencer é também em virtude de se aproximar cada vez mais da zona de rebaixamento. É bom ficar ligado, a competição está apenas começando, mas já desperdiçamos pontos importantíssimos, que poderão fazer falta no futuro.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Contra-ataque perfeito e na hora certa: Portugal elimina a Croácia e está nas quartas

Portugal e Croácia duelaram em Lens por uma vaga nas quartas de final da Euro, Portugal buscava a primeira vitória na competição, pois se classificou com 3 empates, apesar de muito mais volume de jogo que seus adversários. Já a Croácia, além da vitória buscava também um tabu histórico vencer a seleção portuguesa pela primeira vez na história e também, marcar o primeiro gol nos lusos.


Diferente dos jogos da fase de grupo, onde Portugal fazia questão da posse de bola, trabalhar todas as jogadas e propor o jogo, contra a Croácia os portugueses inverteram os papéis, Deixaram os croatas propor o jogo, porém a boa marcação e bons desarmes faziam com que as jogadas da seleção croata fossem sem efeito. O jogo foi feio, durante os 90 minutos, com Portugal apenas saindo nos contra ataques, CR7 isolado esperando por uma bola. A seleção portuguesa começou a se aventurar no ataque à partir do segundo tempo, quando o treinador Fernando Santos colocou o jovem Renato Sanches no lugar de André Gomes, a mobilidade do "miúdo" fez bem aos portugueses, que passaram a acreditar mais depois de 45 minutos só a se defender.

Na prorrogação a dinâmica foi a mesma, a Croácia percebeu que por baixo, estava difícil chegar ao gol, a partida de José Fonte e Pepe era perfeita, ambos anularam Perisic, Mandzukic e depois Kalinic, e William Carvalho foi perfeito na marcação sobre Rakitic e Adrien Silva tomava conta de Modric. Assim apesar de Croácia ter a bola, a marcação portuguesa fazia com que os croatas errassem muito nas finalizações.

Na prorrogação Portugal e Croácia buscaram a vitória, mas dentro da dinâmica inicial, Croácia propunha a posse de bola e ações ofensivas, e Portugal os contra-ataques, mas emoção mesmo só foi aparecer após os 10 minutos da etapa final da prorrogação. A seleção croata havia chegado por duas vezes e quase marcou, primeiro com Vida de cabeça, após cobrança de falta lateral, depois com Kalinic que após cruzamento, acertou a trave. No contra-ataque, Cristiano Ronaldo e Quaresma roubaram juntos a bola no campo de defesa e tocaram para Renato Sanches, que sozinho pode avançar até o gol croata num ataque de quatro contra três, rolou pra Nani na esquerda que devolveu pra CR na esquerda. Ele chutou cruzado e o goleiro defendeu, no rebote a bola se ofereceu em cima da linha, no alto para Ricardo Quaresma fazer o gol da vitória portuguesa, aos 12 minutos da parte final da prorrogação. Praticamente um gol de morte súbita, que acabou com o ímpeto croata e classificou Portugal para as quartas, em que agora enfrentará a Polônia.


CURIOSIDADE E BIZARRICE

Portugal se torna também a única seleção das presentes a estar em todas as quartas de final, desde 1996.

Foi sem dúvida o jogo mais bizarro até agora da Euro, pois até os 12 minutos do segundo tempo da prorrogação portugueses e croatas não haviam acertado sequer um remate no alvo. Croácia e Portugal finalizaram 22 vezes, mas só Portugal acertou o alvo por três vezes, inclusive  a que resultou no gol de Quaresma ao fim da prorrogação.

Croácia:

A Croácia se despede definitivamente da Euro 2016, depois de ser eliminada pela seleção portuguesa. Seleção croata que entrou como zebra, começou a competição encantando muitos e para alguns otimistas acreditavam que ela podia chegar mais longe - eu era um desses - porém infelizmente não teve como.

Era esperado desde um início um jogo bem equilibrado e truncado de se ver. Havia uma grande esperança pelo lado croata que sabiam que era uma partida importante e tinham capacidade de vencer, já que a Croácia foi uma das surpresas da fase de grupos.
Porém, foi uma partida de poucas finalizações e chances de gol, pelo lado croata estavam muito apagado dois destaques da seleção, trata-se de Modric e Rakitic que erram inúmeros passes na partida e foram pouco participativos. Sabíamos que os dois poderiam ter mostrado mais no jogo, mas nada de gols na primeira etapa.

Já que ambos os lados não marcaram gols, a partida acabou indo pra prorrogação e na infelicidade croata, aos 12 minutos da segunda etapa, em um rebote, Quaresma na primeira finalização do jogo abriu o placar para Portugal, na tristeza dos croatas que até então estavam sendo eliminados da Eurocopa 2016. Sem dúvidas foi uma competição incrível para o povo croata que foram muito bem na fase de grupos, mas que acabou parando no mata-mata, nada mais, nada menos, pelos portugueses. 

Os jogadores e torcedores saíram de campo chorando, pois não queriam ser eliminados, acreditavam que a Seleção poderia fazer história e quem sabe poderia conquistar a inédita Euro. Agora é bola pra frente e tentar na próxima Euro fazer história novamente. Deixo aqui meu muito obrigado a seleção croata por tudo o que proporcionou nessa competição, foi uma honra cobrir essa seleção que por mais que nunca tenha vencido a Euro, ela tem bastante tradição. Enfim, até a próxima, Vamos Croácia!


Foto: globoesporte.com
A seleção de Portugal classificada jogará pelas quartas de final diante da Polônia na próxima quinta-feira (30) às 16h em Marseille. Promessa de outro jogo difícil e truncado, a expectativa é que Portugal vença.


Rodrigo Portuga e Cesare Boralli.

Frustração dupla: Tigre e Leão apenas empatam em Santa Catarina

O Bragantino entrou em campo na noite desta sexta buscando sair da zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro da Série B. O resultado foi um empate por 1 a 1 contra o Criciúma, no Estádio Heriberto Hülse, o que ainda não tira o Braga do Z4.

(Foto: Globo Esporte)
O Braga entrou em campo com o tradicional 4-4-2, com Gabriel Dias e Daniel Pereira de volantes e Watson e Edson Sitta de armadores; no ataque Erick e Claudinho.

PRIMEIRO TEMPO - O Criciúma é conhecido por sempre vencer em casa, e quase surpreendeu o Massa Bruta no primeiro tempo.
Logo aos 9 minutos, Elvis recebe dentro da área e desviou para o centro do gol, na sobra, quase que Hélio Paraíba abre o placar para o Criciúma, que buscava o gol logo no início.

Aos 16, Elvis cruza para dentro da pequena área e Gustavo, de cabeça, acerta o travessão; o Tigre pressionava, como já era de se esperar. O Bragantino apenas se defendia, pois ainda não havia encontrado espaços para atacar.

A melhor chance do Braga foi aos 22, Edson Sitta chutou na entrada da área, acertando a zaga, no rebote, Claudinho perdeu a chance do gol,chutando em cima do zagueiro Raphael Silva.

O Criciúma pressionava e no último minuto da primeira etapa, Gustavo recebeu dentro da área, mas cabeceia para fora.

O Bragantino foi dominado durante o primeiro tempo e praticamente não levou perigo ao gol de Luiz. A primeira etapa terminou com o placar zerado, mas que não diz muito sobre o jogo, que foi basicamente ataque contra defesa.

INTERVALO - O técnico Toninho Cecílio não fez alterações na equipe durante o intervalo, os mesmos do Braga voltaram para a segunda etapa.

SEGUNDO TEMPO - A primeira grande chance do segundo tempo foi do Bragantino; aos 7 minutos, Watson chutou forte da entrada da área, para defesa de Luiz. Parecia que o Bragantino ensaiaria uma pressão, mas a limitação técnica dificultou demais.

Aos 27 minutos começaram as primeiras alterações: saiu Watson (meia)  para entrar Alemão (lateral direito) e saiu Erick (atacante) para entrar Tartá (meia). As substituições pareciam ter surtido efeito, já que na sequência, o Braga chegou ataque com Edson Sitta, que aciona Alemão dentro da área, porém o chute foi para fora.

Aos 37 minutos, a ousadia colocou o Bragantino na frente, quando Daniel Pereira resolveu arriscar de fora da área, a bola desviou e entrou para o fundo do gol.

A vantagem no placar do Bragantino durou apenas alguns segundos, pois o Tigre respondeu com gol de Jheimy de cabeça em cruzamento de Niltinho.

O jogo teve cenas lamentáveis, com direito a expulsão de Edson Sitta (Bragantino) e Nathan (Criciúma) depois de se estranharem após disputa de bola.

A última boa chance do jogo foi de Bruno Pacheco, que cruzou para dentro da área e Luiz tirou, salvando o Criciúma.

Ainda deu tempo de Éder Lima ser expulso por atingir Gabriel Leite, mas o jogo acabou terminando empatado em 1 a 1.

CONCLUSÃO - O Bragantino melhorou seu setor de criação e demonstrou bom futebol, chegando a dominar a partida por um instante, porém, acabou levando um gol no final e perdeu a chance de sair do Z4. Com a demissão do técnico Toninho Cecílio (nesse final de semana), não se sabe quem vai dirigir o Bragantino contra o Ceará nessa terça-feira.O provável substituto é Marcelo Veiga, que se encontra treinando o Remo na Série C e já foi treinador do Massa Bruta.

Assista aos melhores momentos da partida


Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Botafogo se agiganta e bate Inter no Beira-Rio

O Botafogo foi até o Beira-Rio enfrentar o Internacional, que briga pela liderança do Brasileiro. Com bom futebol, o Glorioso surpreendeu e bateu o Colorado por 3 a 2. Com o triunfo, o Alvinegro chegou a 12 pontos na competição. O próximo jogo do Botafogo também será fora de casa, em Belo Horizonte, onde enfrentará o Atlético-MG, na próxima quinta-feira, às 21h. 

O JOGO

O mandante Inter até começou o jogo com mais posse de bola. O Botafogo marcava forte. Aos 7 minutos, foi do Glorioso o gol que abriu o placar no Beira-Rio. Luis Ricardo fez ótima jogada pela direita, passou por Geferson e cruzou para Fernandes, que dominou livre na área e mandou para o gol. Botafogo 1 a 0. 

Aos 9 minutos, o Inter teve a chance de empatar a partida. Eduardo Sasha desceu pela direita, invadiu a área e cruzou. Sidão saiu bem do gol e fez a defesa. Aos 13', o Colorado teve outra oportunidade, de novo com Eduardo Sasha. Anderson fez lançamento e o atacante, na corrida, ganhou de Renan Fonseca mas chutou em cima do goleiro Sidão. No minuto seguinte, o Internacional quase igualou o placar. Após cobrança de escanteio e desvio, Sasha não conseguiu completar para o gol. Andrigo, na sequência, ainda tocou de cabeça, mas Bruno Silva, atento, salvou o Botafogo ao tirar a bola em cima da linha. Depois da pressão do Inter, em belo contra-ataque aos 15 minutos, Airton lançou Camilo, que tocou para Neilton. O atacante chutou cruzado e ampliou. 

Autor de um dos gols, Neilton comemora (Foto: Agência Estado)
Aos 31 minutos, o Inter tentou diminuir. Andrigo tocou para William, que chutou rasteiro. Sidão, com a perna direita, fez bela defesa. Depois de uma série de escanteios a favor do Colorado, aos 38' o Botafogo teve a oportunidade de fazer o terceiro. Fernandes avançou pela esquerda, cortou para o meio e chutou. O goleiro Jaccson defendeu. Aos 42', o volante Fabinho foi expulso após entrada forte em Neilton. Aos 48 minutos o primeiro tempo acabou. 

Para a etapa final, o Glorioso voltou com Rodrigo Lindoso no lugar do Airton. Aos 2 minutos, Anderson pegou sobra de bola e chutou por cima do gol. Mesmo com um jogador a menos, o Inter tinha posse de bola e tentava a todo custo diminuir o placar. Mas aos 19', Neilton, em mais um contra-ataque do Botafogo, finalizou. Livre, o atacante mandou a bola para fora. Aos 25', o Colorado enfim marcou. Marquinhos achou Sasha sem marcação pela direita. O atacante chutou cruzado e fez o gol. O Botafogo respondeu rápido, no minuto seguinte. Camilo tabelou com Fernandes. Livre, o estreante bateu da entrada da área e fez um golaço. Botafogo 3 a 1. Aos 27', ele foi substituído por Gervásio Nuñez. Aos 28', o Inter diminuiu novamente. Alex bateu escanteio da esquerda, Ernando subiu livre de cabeça e fez o gol. 

Aos 33 minutos, o Alvinegro teve a chance de matar a partida. Neilton deixou Fernandes livre na cara do gol. O volante chutou e a bola passou muito perto da trave. No minuto seguinte, foi a vez do Inter desperdiçar chance clara. Ernando, dentro da pequena área, no chão, chutou para fora. Aos 42', Sidão fez um verdadeiro milagre. Sasha cruzou na área e Bruno Baio cabeceou. O goleiro botafoguense se esticou todo para mandar a bola para escanteio. Aos 44', Ricardo Gomes tirou Fernandes e colocou Gegê no jogo. Segundos depois, Bruno Baio novamente levou perigo. E de novo em um cabeceio. Dessa vez o atacante mandou para fora. Aos 47', em novo contra-ataque, Gervasio Núñez chutou rasteiro para a defesa tranquila de Jaccson. Aos 49 minutos o árbitro apitou o fim da partida. Botafogo 3 a 2. Vitória maiúscula. 

OBSERVAÇÕES

Sidão passa segurança. Fez defesas importantes, uma delas aos 42 minutos do segundo tempo, evitando o empate. 

Que estreia sensacional a do Camilo, hein!? Fez gol, deu assistência para outro e controlou o meio. Palmas!

A vitória de hoje é uma daquelas para empolgar. Ganhar do Inter no Beira-Rio é um feito gigantesco. No entanto, o Botafogo podia ter evitado o sofrimento. Perdeu algumas oportunidades claras de gol. 

Camilo estreou. Pimpão deve estrear na quinta-feira. Rodrigo Lindoso entrou no segundo tempo. Airton, mesmo sem estar 100%, vem sendo fundamental. Ricardo Gomes vai tendo mais opções em campo. Isso é ótimo. 

FICHA DO JOGO

Internacional 2
Jaccson, William, Alan Costa, Ernando, Geferson (Alex); Rodrigo Dourado, Fabinho, Anderson, Andrigo (Marquinhos), Gustavo Ferrareis (Bruno Baio); Eduardo Sasha. Técnico: Argel Fucks. 

Botafogo 3
Sidão, Luis Ricardo, Emerson Silva, Renan Fonseca, Diogo Barbosa; Airton (Rodrigo Lindoso), Bruno Silva, Fernandes (Gegê), Camilo (Gervásio Nuñez); Neilton, Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes. 

Estádio: Beira-Rio (RS). 
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO). 
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Pablo Almeida da Costa (MG). 
Gol: Fernandes (7' do 1º T), Neilton (15' do 1º T), Eduardo Sasha (25' do 2º T), Camilo (26' do 2º T), Ernando (28' do 2º T). 
Cartões amarelos: Geferson, Ernando, Rodrigo Dourado e Alan Costa (Internacional); Renan Fonseca, Sidão e Gervasio Nuñez (Botafogo).
Cartão vermelho: Fabinho (Internacional). 
Público: 25.037. 
*A renda não foi divulgada. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca).

De virada: CSA vence Central e assume a liderança na Série D

O Azulão venceu o Central-PE pelo placar de 2 a 1 na tarde deste domingo(26) às 16h, no Estádio Rei Pelé. O lateral esquerdo Altemar abriu o placar para o time pernambucano com um gol de falta aos 30 minutos da segunda etapa, mas o meia Kattê deixou tudo igual quatro minutos depois para o Azulão. Nos acréscimos, Marcelo Nicácio aproveitou a falha do goleiro e marcou o gol que definiu o triunfo azulino em Maceió. Com a vitória, o CSA assumiu o primeiro lugar do Grupo A6 com seis pontos e um maior saldo de gols.

(Crédito: Pei Fon /Portal TNH1)
O time azulino dominou as ações na primeira etapa e jogou o tempo todo no campo do rival. Porém, criou poucas chances claras de gol e parou muitas vezes na defesa da Patativa. No segundo tempo, a equipe de Caruaru tentou sair mais para o jogo e o CSA voltou menos agressivo do intervalo. Com o gol do adversário, a equipe de Alagoas viu a necessidade de ir para o tudo ou nada e pressionou o alvinegro nos instantes finais. Kattê empatou aos 34' e Nicácio, no apagar das luzes do Estádio Rei Pelé, mostrou ter a estrela de um artilheiro e garantiu a vitória do time do Mutange.
Para o confronto, o técnico Oliveira Canindé não contou com o meia Jeferson Maranhense, que sentiu um desconforto muscular durante os treinamentos desta semana. Para a sua vaga, o treinador azulino escalou o lateral esquerdo Rayro. O camisa 10, Bismarck, que era dúvida, foi escalado entre os titulares do time marujo, mas foi substituído no intervalo. No lado da Patativa do Agreste, o meia Liniker ganhou uma oportunidade na formação principal no lugar de Luís Felipe, e Abuda, seguiu sem balançar as redes pelo alvinegro de Pernambuco. 

Lucas André ||@luc4s_andre
Linha de Fundo ||@SiteLF

A covardia precede a derrota

O título dado a este humilde pré-jogo resume tudo: o Joinville é um time preso, sem atitude, sem saber o que fazer com a bola, devido a bagunça que se faz presente no tricolor do norte de SC; e isso tudo culmina em decepções que desanimam até o mais otimista torcedor. A salada de frutas que o técnico Hemerson Maria vem fazendo a cada rodada está surtindo efeito, que aliás, é bem amargo, até porque estamos na zona de rebaixamento e isso precisa mudar o mais rápido possível.

A situação de Hemerson Maria no JEC está complicada
(Foto: Divulgação/JEC)

Náutico oscila e perde no Castelão

No sábado (25) o Náutico foi até Fortaleza enfrentar o Ceará na Arena Castelão e saiu até com um bom resultado para o que foi a partida, 2 a 1 para os donos da casa. Primeiro tempo péssimo, digno de esquecer e seguir em frente, o Timbu sentiu o primeiro gol e quase abriu as portas para uma goleada. Já o segundo tempo voltou com mais vontade, as substituições deram uma melhorada, mas de nada adiantou.

Náutico joga mal e perde fora (Foto: LC Moreira)
O primeiro tempo o Náutico não pareceu entrar em campo, marcação não dava certo, deixavam muito espaço principalmente no meio, contra ataques só dois e mal executados, além da falta de concentração. Os gols dos cearenses foram marcados logo na etapa inicial com Eduardo e Bill, o gol de Eduardo foi na pura sorte, ele cobrou a falta, a bola desviou na barreira, enganou o Júlio César e morreu no fundo das redes. A bola após desviar ganhou força e velocidade, sem chance de reação para o goleiro alvirrubro. Já o segundo foi pura falta de marcação, perdeu a bola no ataque e deixou o campo praticamente todo aberto para o Wescley no contra ataque, o meia deu um lindo passe para Bill que ficou de frente para Júlio e com um toque de categoria ampliou o placar. Tava ruim? Podia piorar? Claro que sim, no final do tempo o volante Gustavo Henrique foi para o mirim e meteu a mão na bola sem explicação, pênalti para o Ceará que teve a chance de fazer o 3x0, mas Júlio César como um ótimo defensor de pênaltis acertou o canto e botou para fora.
 
Júlio César defende pênalti e mesmo assim lamentou a derrota (Foto: André Nery) 
O segundo tempo Gallo viu que o time estava muito mal e fez logo duas substituições, entrou o meia Renan Oliveira no lugar do Henrique (Gaston foi para a lateral) e o estreante Hugo no lugar do Caique Valdivia, o que mudou? Tudo. O time pareceu que acordou, tanto que logo no início Renan enfiou uma linda bola para Rony que saiu de frente para o goleiro do Vozão, deu um toquinho na bola fazendo o goleiro dar um soco no ar e empurrou para o fundo das redes. 

Os dois meias deram grande movimentação para o Timbu, contudo nada mais funcionava, não era o dia do Náutico para nem sair com o empate.
O que faltou foi a garra que víamos nas partidas anteriores, pois a defesa era sólida e o contra-ataque era mortal, mas pareceu que nada mais funcionava. Depois de dois jogos fora e cair para a 8ª posição, o Náutico tem que parar de relaxar e voltar a vencer, o caminho começará contra o Luverdense, em casa na terça-feira (28) às 20h30.

Escalação:
Ceará: Éverson; Thallyson, Valdo, Charles e Eduardo; João Marcos, Richardson, Felipe e Wescley (Marinho); Rafael Costa (Rafinha) e Bill (Ricardinho). Técnico: Sérgio Soares.

Náutico: Júlio César; Joazi, Eduardo, Rafael Pereira e Henrique (Renan Oliveira); Gustavo Henrique, Gastón, Rony e Caíque Valdívia (Hugo); Jefferson Nem e Bergson (Odilávio). Técnico: Alexandre Gallo.

Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva.
Assistentes: Vaneide Vieira de Gois e Daniel Vidal Pimentel.

“A melhor coisa da semana é ver o Náutico em campo”
Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

A escalada continua – Em 3 min Galo tira Coelho da cartola

Alo amigo leitor, sócio torcedor do Linha de Fundo.  Ando afastado desse espaço à aproximadamente duas semanas por questões pessoais (trabalho anda me tirando um pouco do tempo). Contudo esse hiato foi fundamental tanto para o bolgueiro que vos fala, quanto ao próprio Atlético: Adrenalina do Atlético e Cruzeiro a parte, confesso que saí do Independência como aqueles sobreviventes de desastre, estava um tanto quanto desacreditado com o rumo que o campeonato estava tomando e obviamente, esse misto de frustração, insegurança e até uma melancolia transpareciam nas palavras.

Fonte: fotos.sapo.pt

Essas semanas sabáticas foram essenciais para a observação e para a reflexão para as coisas que aconteciam ao Atlético, e principalmente para atentar que nosso campeonato começou de fato com os gols dos EUA (obrigado Yankees!!! obrigado Tio Sam!) em cima do Equador, com consequente volta confirmada de Erazo e principalmente de Cazares (como um articulador de jogadas faz falta).
Seriam ali quatro jogos em casa contra três adversários cuja vitória é obrigação (Ponte, América e Botafogo) e um jogo para o time se afirmar (Corinthians). Apesar de nos encontrarmos no rebaixamento, a meta de quatro vitórias seguidas era possível, e esses pontos recolocariam o Galo de volta no bolo. A primeira parte da missão foi cumprida com excelência 3x0 na Ponte com show de Cazares, e 2x1 no Corinthians com o faro de Fred e (sim) um gol irregular, mas como disseram alguns durante a semana: “ganhar do Corinthians no apito não é roubo, é reembolso”. 

O terceiro trabalho seria contra outro rival caseiro, o América, ainda engasgado na garganta do atleticano por aquele fatídico 2x2 no Mineirão que nos tirou o título estadual. O momento do adversário é outro, com técnico novo, o Coelho tenta não ser algo que era previsto que seria, um saco de pancadas para os fortes rivais da série A. Contudo mesmo com o péssimo momento do rival sabia-se que não seria fácil, visto que é clássico...e clássico é clássico e vice versa.

Em relação ao jogo contra o Corinthians, uma mudança: Urso voltaria ao time no lugar de Rafael Carioca, poupado por conta de um desconforto muscular. Nesse sentido o time entrou em campo no tradicional 4-2-3-1 (todo mundo na sua posição o que ajuda muito no rendimento). Victor, Rocha, Leo, Erazo, Douglas Santos, Jr. Urso, Donizete, Clayton, Cazares, Robinho e Fred.

Importante mencionar que em termos de funcionamento de time, já no terceiro jogo com a mesma formação, deu para notar duas coisas. Marcelo de fato tem DNA ultra ofensivo, para seu time funcionar o ataque tem que estar afiado, o volume ofensivo vai garantir a eficiência defensiva, assim como Cuca e Levir. Ainda na comparação com os técnicos de 2012-2013 e 2014-2015 diria que o Galo de Marcelo tem mais traços de Cuca do que de Levir Culpi. No sentido de Marcelo não está muito preocupado em controlar o jogo com a posse, ele quer passar por cima dos adversários com ritmo, ou seja, é um jogo de pressão, esticada para os homens de velocidade e muitas bolas para o centro avante.

Contudo a execução desse jogo é inviável sem a presença de pelo menos uma cabeça pensante no meio campo, no caso Cazares, sem o equatoriano o time peca por falta de massa encefálica confunde ritmo com pressa, e um jogo de apenas chutões para o pobre centroavante ver se virar lá na frente. É só lembrar o Cruzeiro de 2013/2014, não havia muito brilhantismo em construção. Era ritmo, intensidade e muita precisão na bola parada lateral.
Voltando ao jogo, digamos que dessas três últimas rodadas, talvez esse tenha sido tecnicamente a pior, relaciono talvez com a partida do próprio Cazares, mais apagada do que de costume. Se o maestro não joga a engrenagem tem dificuldade. Vejam pelo Mapa de Calor do meia nos últimos três jogos e reparem na participação do equatoriano contra o América, muito mais restrita aos flancos do que no centro da cancha (Fonte: Footstas.net). 


Fonte: FootStats

Ainda segundo o footstats, Galo ficou menos com a bola 48% contra 52% do América, consequentemente esse foi o jogo o segundo jogo com o menor número de passes certos, 256 (perdendo apenas para o confronto com o Santos quando trocou a pelota por 249 vezes); menor número de finalizações certas, quatro (empatado com as derrotas para dupla Grenal e empate para o Flu); cruzou a bola apenas três vezes para área (menor número do campeonato) e abusou dos lançamentos longos, 27, contra apenas 13 do América, ou seja, os números comprovam que a bola passou pouco pelo meio campo do Atlético.

Fonte: Superesportes
Mas para vencer o América com todo respeito ao adversário, não é preciso de uma atuação brilhante (fato que acentua a incompetência de Aguirre no estadual).  O jogo foi literalmente resolvido em três minutos, como num passe de mágica o Galo tirou um Coelho da Cartola: jogo no lado esquerdo da defesa americana, pressão, Suelinton e Adalberto se enrolam, Clayton rouba a bola, corta para dentro e acha Robinho, que com uma frieza monstruosa apenas deslocou João Ricardo e empurrou a bola para o fundo da rede.


Fonte: Superesportes

No restante do primeiro tempo não aconteceu muita coisa, o Atlético um tanto quanto desorganizado cedeu à uma pressão igualmente desorganizada do América, algumas bolas passaram perigosas perto do gol de Victor como na cabeçada de Victor Rangel e em dois chutes de fora da área de Alan Mineiro. Nada além disso. No segundo tempo a defesa do Galo se reorganizou, o América pouco chegou, mas o ataque alvinegro também não concluía da maneira correta os contra-ataques que lhe eram oferecidos. A melhor oportunidade do segundo tempo esteve nos pés de Fred, que só não foi às redes por conta da brilhante intervenção de João Ricardo que espalmou uma bola impossível em direção à trave.

Fonte: Superesportes
No mais, o que deve ser dito sobre essa partida é que foi cumprida a meta, 9ptos ganhos em 9 disputados, o que coloca o Galo na primeira página da tabela, batendo na porta do G4 e com os líderes no radar. As derrotas de Palmeiras, Inter e Flamengo por exemplo contribuíram.

Agora é manter o foco e continuar cumprindo a programação, uma vitória contra o Botafogo é primordial, e obrigação para o time, caso tenha mesmo as pretensões de Libertadores e de Título que todos achamos que tem.

Como diria a ex presidente, vamos ganhar do Bota para deixar a meta aberta, e quem sabe nos confrontos seguintes contra o Figueira, o Fla e o Coxa possamos dobrar a meta.

Saudações Alvinegras e Aqui é Galo!

Por: @Mhfernandes89

Vencer FlaFlu é normal

Que vitória meus amigos! O torcedor tricolor está numa mistura de sentimentos (como sempre). Por um lado muito feliz por ter ganhado do seu maior rival, do outro os recorrentes erros da zaga em demasia e a oscilação da atuação da equipe durante os noventa minutos. O triunfo nos traz muita moral para a sequência do campeonato e alivia o ambiente que andava agitado nas Laranjeiras.

Jogadores comemoram o primeiro gol (FOTO: FluminenseFC)
Primeiro tempo foi todo do rival, pressionou a nossa saída de bola que praticamente não existiu nos primeiros vinte minutos. Tivemos muita sorte que o Flamengo não aproveitou suas chances claras de gol, sempre pela nossa esquerda, em cima do HORROROSO Giovanni.  Nulo no ataque, uma avenida na defesa. 

Veio o segundo tempo, encontramos o gol na infelicidade do Arão, que aconteceu depois de começarmos com um ritmo bem melhor do que na primeira etapa. Depois de mais uma falha conjunta de Diego Cavalieri e Gum, Guerrero empatou e parecia que a virada seria questão de tempo, com o time muito acuado e o Fla sempre forçando no lado do Giovanni.  Levir mexeu, deu força no ataque com as entradas de Osvaldo e Richarlison. Deu certo. Erro de Vaz, Rick com muita explosão passou de Muralha e estava ali decretada a vitória do Fluminense. A quarta no Brasileirão 2016. Raça e comprometimento não têm faltado para esse time, falta QUALIDADE. 

Pegaremos o São Paulo que vem de derrota para o Santos, que o Fluminense pare de ser o ressuscitador de time morto e imponha o seu jogo! Vamos Fluzão!

Saudações Tricolores!

Curtinhas:

- Mais uma boa atuação de Douglas, é obrigação o nosso presidente fazer um plano de carreira e segurá-lo por no mínimo mais dois anos. Voa garoto!

- Cadê os reforços Macedo? Foi para Argentina a passeio?

Clássico da paz? Que nada!

Com falha de Denis, dos laterais e expulsão de Lugano, São Paulo perde o SanSão no Pacaembu


Faltando cerca de uma semana para o primeiro jogo da semifinal da Copa Libertadores da América, Edgardo Bauza já começou a poupar alguns titulares dos jogos do Brasileirão. Pensando no fato de um clássico ser muito pegado e com medo de lesionar jogadores importantes, São Paulo enfrentou o Santos com cinco titulares em campo e o resto todos jogadores da base, inclusive no banco. 

Santos e São Paulo organizaram uma bela ação para promover a paz entre as torcidas. O jogo que era pra ser na Vila foi passado para o Pacaembu e os dois times chegaram no mesmo ônibus. 


Todavia, o jogo em si foi desastroso nas laterais são-paulina. Matheus Reis e Caramelo, ambos, estavam mal demais. No meio, Michel Bastos estava em campo, mas fez falta, ele não apareceu no jogo em nenhum momento, Artur e Luiz Araújo compunham o meio. O primeiro mal tocou na bola, já Luiz foi o qual mais apareceu. As chances (poucas) que o São Paulo teve de marcar foi com auxílio desse. Já na frente, Ytalo e Calleri não tinham acesso a bola, já que por falta de um armador ela não chegava neles.Denis vinha fazendo boas partidas, mas falhou feio no primeiro gol e depois ficou inseguro em todo restante da partida, errou até reposição de bola. 

O primeiro gol da partida saiu antes de um minuto de jogo. Gabriel, nas costas de Matheus, cruzou para área, encontrou Thiago Maia sozinho, esse chutou para o gol e no rebote de Denis, Vitor Bueno completou e abriu o placar. O segundo gol, Victor Ferraz, nas costas de Caramelo, fez o passe para Rodrigão que ampliou o placar. Já o terceiro gol, foi um golaço de falta de Lucas Lima. Sem chances para o Denis, o meia mandou no ângulo. São Paulo teve chances com Calleri e até com Lugano, mas nada muito assustador pra torcida santista. Bravo com a postura dos companheiros em campo, Lugano foi expulso após o gol de Lucas Lima, por reclamação. Algo que mostra que pelo menos alguém no jogo estava realmente preocupado com o resultado da partida.

Com esse resultado, o Tricolor permanece com 15 pontos e em 11ª na tabela. Próximo jogo é contra o Fluminense, no Morumbi, quarta-feira (29), às 21h45. E no domingo (3) enfrenta a Ponte Preta, em Campinas, no Moisés Lucarelli, às 16h. Na quarta-feira (6) tem o tão esperado jogo da semifinal da Libertadores contra o Atlético Nacional. Logo, provavelmente, o São Paulo deve ir com time misto nesses dois jogos do Brasileirão, poupando (com razão) os titulares.

FICHA TÉCNICA
Local: Estádio do Pacaembu - SP
Gols: Vitor Bueno, Rodrigão e Lucas Lima (SAN)
Cartões Amarelos: Gabriel e Lucas Lima (SAN); Calleri, Hudson e Lugano (SP)
Cartões Vermelhos: Lugano (SP)
Arbitragem: Raphael Claus (Fifa-SP), auxiliado por Danilo Ricardo Simon Manis e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (ambos de SP) 

SANTOS:
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia (Caju), Renato, Vitor Bueno (Yuri) e Lucas Lima (Jean Mota); Gabriel e Rodrigão. Técnico: Dorival Júnior

SÃO PAULO:
Denis; Caramelo, Maicon, Lugano e Matheus Reis; João Schmidt, Artur (Hudson), Luiz Araújo (Carlinhos) e Michel Bastos; Calleri e Ytalo (Daniel). Técnico: Edgardo Bauza


Ceará vence o Náutico e vira vice líder.

No Castelão o Ceará venceu o jogo de seis pontos e se consolidou no G4
(Reprodução: GloboEsporte.com)
Em um início avassalador, o Vozão mostrou a todos porque é o vice líder da competição, envolvendo o Timbu em trocas de passes rápidas e consistentes, o Ceará forçou o recuo do time pernambucano assim pressionando-o demais. Na primeira falta do jogo, Eduardo cobrou um balaço e marcou, 1 a 0 alvinegro.

Nos momentos seguintes, o Náutico começou a ser mais ousado, algumas oportunidades de fora da área que pouco ameaçaram o goleiro Éverson e algumas investidas na frágil defesa cearense que por sorte não resultou em bola na rede.

No finalzinho da primeira etapa, em contra-ataque de extrema velocidade e controle, Bill, o Búfalo alvinegro fez o que mais sabe: marcou, 2 a 0 Vozão e controle total da partida.

Voltando para o segundo tempo, o Ceará se propôs a administrar o resultado e jogar na falha do adversário (que voltou mais ligado), jogo monótono e pouco participativo, que mudou em sobra para Renan Oliveira, que marcou, 2 a 1 e o pênalti mal cobrado de Rafael Costa, poderia fazer falta se o Vozão não tivesse conseguido manter o retrospecto e vencer a partida.

Na próxima rodada o Ceará enfrenta o Bragantino no Nabi Abi Chedid, jogo válido pela décima terceira rodada.

Um jogo de dar sono

Com gol no finalzinho, Oeste vence o lanterna da Série B


O time do Oeste fez mais um jogo bem abaixo do esperado e do que pode mostrar. Já são três rodadas seguidas que a equipe não vem se encontrando em campo. Mesmo com a vitória no fim da partida, o elenco não escapa de críticas que precisam ser analisadas.

O primeiro sono, digo primeiro tempo, estava dando sono literalmente. Um jogo chato de ser assistido, com o Oeste precisando da vitória e o lanterna Sampaio Corrêa na retranca. O adversário veio com a proposta de segurar o jogo e parar o "tiki-taka", e de fato conseguiram, já que o rubro-negro teve bastante dificuldade pra tocar a bola.

Na segunda etapa, o Oeste já conseguiu criar mais chances de gol e acertou os toques de bola. Porém, o que achei um absurdo no time é que, na hora que eles estavam na área adversária, ficavam trocando passes em vez de arriscar o chute. É claro que é essencial ter o toque de bola, mas o que a equipe fez ontem não é certo, sem contar que não foi uma ou duas vezes, foram várias.

Com todo o respeito ao time maranhense, mas jogando com seu "mando de campo" e com o fato do adversário ser o lanterna da competição, o Oeste foi muito abaixo do que era esperado, sofreu muito para ganhar e demorou para abrir o placar. O gol saiu dos pés de Marcus Vinícius, que desencantou com a camisa rubro-negra por cobertura no final do jogo, aos 42 minutos da segunda etapa, dando a vitória pro Rubrão, que não vencia há quatro jogos.

Na minha opinião, se o Oeste almeja algo importante nessa Série B que comece a reagir logo, pois com esse futebol, não queria dizer isso, mas é triste. Não é implicância, mas como é que Fernando Diniz insiste em escalar o Mazinho nesse time titular? Léo Arthur sumido em campo, não é mais aquele destaque das primeiras rodadas. A equipe perdeu a raça. E esse campeonato não tem moleza e ninguém pode ficar perdendo ponto bobo em casa. Fez o dever de casa, mas não pode ficar só nisso, tem que ser mais objetivo.

Na próxima rodada o Oeste terá uma pedreira pela frente, já que enfrenta o grande Bahia na Arena Fonte Nova, em Salvador-BA, na terça-feira às 19h15. Promessa de jogo difícil, mas vamos à luta.

Césare Boralli || @cesareboralli
Linha de Fundo || @SiteLF

VAMOS OESTE!

Gol contra classifica País de Gales e elimina Irlanda do Norte

Na tarde desse sábado (25), País de Gales e Irlanda do Norte se enfrentaram em um confronto inédito entre britânicos na fase final de Eurocopa, no Parc dês Princes, em Paris. Em um confronto bem equilibrado, o gol contra de McAuley no segundo tempo acabou decidindo o jogo e classificando os galeses para as quartas de final.

Dallas (à direita) persegue o craque do Real Madrid, Gareth Bale. 
         País de Gales: Dia de Gareth... Gareth McAualey
Depois de uma derrota para um britânico, o País de Gales voltava a enfrentar alguém do Reino Unido, desta vez, um adversário tecnicamente inferior, o que dava esperança de uma história com final mais feliz.

No primeiro tempo, eram os galeses quem comandavam a partida, mantinham mais posse de bola e tentavam amadurecer o gol. Antes dos vinte minutos, os Dragões comemoraram o gol, após Vokes escorar de cabeça para Ramsey colocar para dentro, entretanto, o bandeira assinalou o impedimento. 

O ocorrido fez com que os norte-irlandeses “acordassem”. E Ward arriscou de fora da área para mostrar ao País de Gales que eles teriam um adversário difícil e Hennessey deixou claro que não facilitaria as coisas para a Irlanda do Norte, fazendo bela defesa.

A etapa permanecia equilibrada, as duas seleções tentavam chegar ao gol, porém nenhuma conseguia obter êxito. Com um tempo apagado de Gareth Bale, as oportunidades mais perigosas acabaram sendo do adversário. 

No segundo tempo, Bale resolveu voltar a ser o que vinha sendo. Em uma de suas oportunidades, quase abriu o placar de falta, mas McGovern salvou os Norte-Irlandeses.

Até que aos 29 minutos algo mudou a história da partida. McGovern não conseguiria e nem poderia imaginar que após grande jogada e belo cruzamento de Gareth Bale, o seu companheiro de seleção, Gareth McAualey faria gol contra e daria a classificação ao adversário.
Gareth Bale comemora após o gol contra de McAuley
Os Dragões se garantiram na próxima fase e seu adversário nas quartas de final sai do confronto entre Bélgica x Hungria.

Por: Cássia Gouveia

 Irlanda do Norte: Uma despedida dolorosa...


A Irlanda do Norte foi à Paris com a esperança de fazer história. Classificada em terceiro lugar de seu grupo, os norte-irlandeses encaravam um adversário em tese mais "fácil"do que qualquer seleção de peso, já que País de Gales também era um estreante em fases finais de Eurocopa. Sendo assim, a esquadra verde entrou em campo aliada com a sua incansável torcida em busca da vaga para as quartas de final, em Lille.

A formação dessa vez era mais ofensiva, o craque Lafferty estava de volta no ataque além de Dallas e Ward terem total liberdade pelas pontas. No momento defensivo, os pontas voltavam para recompor a linha defensiva e o tradicional 4-5-1 voltava à tona. No primeiro tempo, a Irlanda do Norte criou três chances importantes mas esbarrou na grande atuação do goleiro galês Hennessey. 

No segundo tempo, o técnico Michael O'Neill abriu mão da partida e já ajeitou o time para tentar vaga nos pênaltis, o recuo era visível pois nos primeiros 11 minutos do segundo tempo a Irlanda do Norte não passou do meio de campo, literalmente. Aos 30 minutos, após cruzamento de Gareth Bale, McAuley, o herói da vitória contra a Ucrânia empurrou a bola para dentro dá própria rede. O gol contra acabaria por definir o placar final de 1 a 0 e eliminar a Norn Iron da Eurocopa.

O gol contra de McAuley acabou eliminando os norte-irlandeses, mesmo
com substituições o placar permaneceria o mesmo.
Mesmo com uma despedida de forma extremamente dolorosa, a Irlanda do Norte volta pra casa  com motivos pra comemorar. Além da primeira vitória em fases finais contra Ucrânia, a animação de sua torcida  foi um dos destaques da competição e com certeza, faz qualquer norte-irlandês ter orgulho de sua seleção.

Por: Artur Pinheiro
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