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terça-feira, 28 de junho de 2016

Um visitante avassalador: CRB vence sua quarta partida fora de casa

Um primeiro tempo típico de CRB nesta Série B. Pressionando o adversário em seu campo, impedindo a troca de passes ofensivade e buscando roubar a bola para marcar. Bem equilibrado, as equipes foram tentando ocupar os espaços.

Zé Carlos fazia sua estreia pelo CRB na Série B, o atacante havia jogado a competição do ano anterior pelo clube, e saiu após o término como artilheiro. Mantendo a fama, Zé Carlos começou sua Série B marcando seu primeiro gol em sua primeira partida. Aos 46' Magrão em jogada pela esquerda lançou Zé Carlos na área, o atacante de cabeça colocou a bola no canto direito de Oliveira: CRB 1 a 0, na última jogada do primeiro tempo.

Foto: Roberto Casagrande
Na segunda etapa, o tricolor catarinense pretendia virar a partida. Seu treinador em risco de ser demitido, e o time na zona da degola serviam como motivacional para o time buscar o gol e a virada.

Aos 10' Heliardo marcava o gol de empate para o Joinville, poderia ser o início de uma possível reação dos catarinenses. William Barbio foi colocado em campo, buscando deixar os ataques com mais velocidade e tentando marcar o gol da virada. Porém, aos 24' Magrão bate escanteio, Bruno Aguiar corta mal e Adalberto toca para o meio da área. Livre, livre, Assisinho só teve o trabalho de finalizar para o gol. Foi o primeiro dele! Galo voltando a comandar o placar. 2 a 1.

Zé Carlos em razoável exibição, substituído e dando lugar a Lúcio Maranhão aos 35'. Roger Gaúcho também entrava em campo. A noite era dos estreantes, do primeiro gol daqueles que ainda não marcaram, e assim continuou. Em um contra-ataque aos 46', Gerson Magrão tocou na medida para Roger Gaúcho, que deu um tapa e deixou sua marca no gol de Oliveira. Galo ampliou na Arena Joinville, e conquistou sua quarta vitória fora de casa na Série B deste ano.

O G4 agora é realidade!

Se com a regularização de Zé Carlos os torcedores estavam felizes, com esse gol dele com apenas 46 minutos em campo na Série B faz com que o torcedor acredite mais e mais no acesso.

O Galo agora conquistando sua quarta vitória fora de casa, curiosamente, o CRB tem mais pontos conquistados fora de casa do que em casa. Longe de Alagoas, o Galo conseguiu 12 pontos, em Alagoas foram conquistados apenas 10. É uma grande campanha, isso mostra que tanto faz para o CRB, se vai jogar em casa ou não, é sempre jogo de três pontos.

Agora o Regatas volta para Maceió pensando no Goiás, a partida será realizada no próximo sábado às 21h no Estádio Rei Pelé.

Chuck Norris Rodada 12: Hora da redenção!

"Do alto da montanha a vista é bela, mas a queda é feia".

Após um merecido retiro espiritual no norte da Chapada Diamantina-BA [quem não conhece aproveite para fazê-lo quanto antes], estou assumindo novamente a RESENHA explicativa da escalação do Chuck Norris. Quero agradecer publicamente ao confrade Matheus Freitas por assumir a tarefa semana passada. Consegui enviar o ESCRETE apesar da dificuldade de comunicação. Sem acesso à mídia convencional, restou-me consultar os velhos XAMÃS do PLANALTO JACOBINO, em produtivas caminhadas pelo VALE DO OURO. Eles orientaram a manter Vanderlei e Victor Ferraz - que mitaram demais no nosso time - a escalar Juninho e Ernando na zaga, Oswaldo de Oliveira como técnico e a trocar Bruno Rangel por Sasha. Ignorei a última e me arrependi. Vida que segue. Pontuação não foi ruim, estivemos bem acima da média dos catoleiros, mas caímos posições significativas na liga nacional - estamos na posição 1971 - pois lá a briga é de CACHORRO-DO-MATO. Na Liga de Colunistas do LF lideramos, porém a folga diminuiu com a entrada de mais um competidor forte. Hora de desgarrar, voltando nossa média de 80 pontos.

O campeonato entrou naquela fase GOSTOSA que não tem favorito absoluto em confronto nenhum e onde mais importante que ter acesso às informações é saber ler os SINAIS e confiar na INTUIÇÃO. Pontuar bem quando todo mundo vai bem é importante, mas não pontuar mal quando todo mundo vai mal é mais IMPACTANTE. Sem mais lições e frases de MESTRE DOS MAGOS, vamos ao que interessa: Os DOZE escolhidos para a rodada DOZE.

OBS: Após criteriosa análise dos laterais X meias disponíveis, o Chuck optou pelo 3-4-3:
ESQUEMA 3-4-3      PREÇO DO TIME; 172,19
MAGRÃO [SPORT] - O Vitória ainda não perdeu no Barradão. Doideira escalar um goleiro que vai atuar lá contra um time forte em casa e desesperado para não entrar na zona? De forma alguma. O time baiano vem desfalcado de Kieza e Marinho que juntos marcaram DEZ dos DOZE gols do time na Série A. O ataque com Dagoberto, Vander e Rafaelson tem somados, UM GOL em toda a temporada. Os outros dois tentos na A foram de Diego Renan e Victor Ramos. É bem possível que Magrão seja exigido em chutes de fora e bolas cruzadas. Mas ele tem 22 defesas difíceis, empatado com Wilson, maior escore da Série A. Dica preciosa do Chuck, alta probabilidade de MITAGEM. [AGENOR] - MAGRÃO FOI VETADO HOJE E AGENOR SERÁ SEU SUBSTITUTO. É ÓTIMO GOLEIRO E SERÁ SEU SUBSTITUTO NO CHUCK TAMBÉM 

RÉVER [FLAMENGO] - O zagueiro terá chance de se vingar daquele que o deixou meses afastado, sem dar oportunidades para jogar: Argel. Um homem com sede vingança não deve ser desprezado NUNCA. Acredito em uma atuação antológica e, quem sabe, com direito a um golzinho com sabor de DESFORRA.

PAULO ANDRÉ [ATLÉTICO-PR] - Quebrar regras, às vezes, é necessário. Eu mesmo já disse: Escalar zagueiro em clássico, e na casa do rival é FURADA. Mas Paulo André tem uma média espetacular de 8,82 nos últimos quatro jogos.  Em três desses quatro o time não levou gol, e ele marcou duas vezes. Além disso, o Coxa foi VARRIDO pelo Furacão no estadual e o time rubro-negro manteve a base, que está em ascensão, enquanto o Coritiba segue mudando o time a na zona de rebaixamento. [MAICON] - MUDANÇA DE ÚLTIMA HORA. COM A CONFIRMAÇÃO DA PERMANÊNCIA DO SÃO-PAULINO, VAMOS SEGUIR A REGRA DE NÃO ESCALAR ZAGUEIRO EM CLÁSSICO. ESPERO NÃO ME ARREPENDER.

VITOR HUGO [PALMEIRAS] - Eu não gosto de escalar Vitor Hugo. O Palmeiras quase nunca consegue manter o SG e a pontuação dele se limita aos cabeceios no ataque. Mas no Allianz o Palmeiras de Cuca tá 100% e abusa da bola áerea. Por ser o mais escalado da rodada, deixá-lo fora do time é um risco que quem está no topo das ligas ou em algum mata-mata não deve correr.

BRUNO HENRIQUE [CORINTHIANS] - Depois de um início de temporada fraco o volante subiu muito de produção. Com a contusão de Elias ganhou a função de infiltrar no ataque e participar mais das jogadas ofensivas. Contra o lanterna do campeonato, mesmo fora de casa. É grande a chance de assistência ou gol.

ALAN PATRICK [FLAMENGO] - O time carioca não tem casa fixa para jogar, mas mesmo assim briga por G4. Nessa rotina de viagens, Patrick participou de quase metade dos gols - tem ótima bola parada e costuma arriscar chutes de fora da área.

ARRASCAETA [CRUZEIRO] - O Cruzeiro de Paulo Bento é um time em ascensão. E o motor desse time é o uruguaio. Na teoria, meio-campo; na prática, atacante. Contra a Chapecoense - em processo de mudança na comissão técnica - o Cruzeiro costuma se dar bem. Mais um tempero pra escalar Arrascaeta.

CAZARES [ATLÉTICO-MG] - Passou em branco na última rodada mas não jogou mal. Criou duas chances cristalinas que foram desperdiçadas - em uma delas Fred acertou a trave. Nessa sequência de jogos em BH, que se encerra nesse jogo, aposto que o equatoriano deixa o dele.

GRAFITE [SANTA CRUZ] - A boa posição do Chuck Norris nas ligas deve muito à arrancada de Grafite no início da Série A. O Santa caiu muito de produção, mas Grafite segue fazendo seus golzinhos. Na verdade se ele não marcar ele NEGATIVA [faltas e impedimentos], porém enfrentando a Ponte e entrando em uma zona perigosa, aposto no Santa CONTUNDENTE do mês de maio.

FRED [ATLÉTICO MG] - Botafogo é a vítima preferida de Fred. O Mineirão é o estádio favorito de Fred. BH é a cidade de Fred. Fred é o artilheiro da era dos pontos corridos e não costuma passar dois jogos em branco em casa.  Escale o Fred ou o ARREPENDIMENTO vai te pegar.

GABRIEL JESUS [PALMEIRAS] - É preciso um motivo MUITO CONVINCENTE para não escalar o MENINO JESUS em um jogo em casa contra o Figueirense, especialmente sendo essa partida decisiva para manter a liderança. Eu não tenho esse motivo. Portanto, joelhos no GENUFLEXÓRIO: ELE está no Chuck para nos REDIMIR e nos livrar da pontuação baixa.

CUCA [PALMEIRAS] - Mesmo sem confiar muito no SG do alviverde o time paulista está 100% em casa e costuma ter um bom volume ofensivo. Aposta aparentemente segura para a rodada.

OBS: "Ah, mas o CHUCK NORRIS ficou muito caro!" Amigos, caso vocês estivessem seguindo as dicas do Chuck desde o início não teriam problemas de patrimônio. Independente disso, nossa escalação é para servir como BASE e dar opções seguras nas posições que vocês têm dúvidas. Para baratear o time, sugiro mesclar nosso esquadrão com a XEPA [que é específico para quem tem poucas cartoletas] e com o PATRÃO CARTOLEIRO [que oferece outras opções para armar seu time]. Não adianta vir chorar miséria. Faça como o Chuck: Saia ARREBENTANDO fuças sem medo de ousar.

ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP

O medo de perder tira a vontade de ganhar

Não sou o torcedor que sabe tudo dos bastidores do clube, não conheço totalmente da política do Internacional, estou pouco informado sobre o que está sendo feito com a comissão técnica, não sei o que os jogadores vibram com a vitoria ou choram com a derrota no vestiário. O que eu consigo ver é que o Internacional da era Pezinho no Chão está terminado.

Os últimos três resultados que o time sofreu me fizeram pensar muito sobre, claro que eu entendo que momentos bons e ruins acontecem no clube e que um time é cíclico, nunca será uma constante. Mas o que aconteceu com o Botafogo no Beira Rio não é fácil de aceitar. Não da pra aceitar o que o grupo anda fazendo, se acadelando diante de times medíocres. O medo de perder tá tirando a vontade de ganhar. O time entrou mal em campo, parecia que só estava ali para bater ponto. Esperou o Glorioso fazer os gols e dominar o jogo DENTRO dos nossos domínios.

Foto: Deive Pazo
Cada dia mais eu vejo os jogadores sem esmero. Anderson se arrasta em campo, mas vive pedindo para a torcida vibrar junto com os gols. Gustavo Farrareis marcou um gol apenas e está totalmente intimidado dentro das quatro linhas. Alguns jogadores que mal são relacionados ou que nunca estrearam com a camisa do Inter que já ficam ostentando chuteiras coloridas e telefones caríssimos. Esses são o futuro do futebol do time, falta de envolvimento e ostentação?

Ontem um dos maiores volantes do Internacional foi tirado de nós, Caçapava, o jogador que defendeu o Inter nos anos dourados do Colorado, um dos grandes dos anos 70. O tempo do Celeiro de Ases tinha valores no futebol, respeitavam a camisa acima de tudo. Representavam com orgulho o time e o seu país através do esporte, onde pouco se importavam com valores. O Colorado perdeu mais um ídolo que nos alertam cada dia mais que o futebol mudou e não está agradando a quem está vendo isso.

Sobrou emoção e tradição, faltou o gol da Lusa

Bruno Mineiro lamenta gol perdido (Foto: GazetaPress)
Portuguesa e Guarani mediram forças na noite de segunda (27) no Canindé, ambas as equipes buscando a vitória cada uma com um objetivo distinto, a Lusa ingressar no G4 e o Bugre se distanciar na liderança do grupo B do torneio. A partida marcava também a estreia do novo segundo uniforme da equipe do Canindé, um fardamento branco, com detalhes em verde na manga e vermelho na gola, e atrás, próximo ao número uma grande marca d´água do escudo da Portuguesa, um lindo material fornecido pela empresa local Uniex.

Camisa branca da Lusa que foi estreada no jogo com o Guarani
(imagem: Uniex/Divulgação)
O jogo começou chato e monótono em campo, mas com um duelo na arquibancada interessante, as duas torcidas protagonizaram um duelo interessantíssimo que fizeram o primeiro tempo valer a pena, pois chances de gol mesmo nada. Só aos 40’ do primeiro tempo com Felipe Alves ao chutar para defesa de Leandro Santos. Mesmo com o Guarani propondo jogo e a Lusa no contra-ataque praticamente os campineiros não criaram nada no primeiro tempo e a Portuguesa também não, exceto a chance acima já citada. Foi chato, cansativo e sonolento o primeiro tempo e como também já dito, salvo pela festa das torcidas.

No segundo tempo, a dinâmica do jogo foi mantida, Guarani na posse, mesmo fora de casa e Lusa no contra-ataque, aconteceu que mesmo jogando desta maneira em casa, de maneira inteligente a Portuguesa chegava com rapidez e com mais frequência no gol bugrino, Renato Kayser, Leonardo e Felipe Alves conseguiam acelerar o jogo e defensivamente a partida da Lusa era perfeita. Alê e Augusto na zaga eram perfeitos, juntamente com a cobertura de Ronaldo. Faltava o capricho na finalização e a Lusa falhou nisso várias vezes. Leonardo por exemplo, recebeu no primeiro toque de Caio Cézar na bola, que havia acabado de substituir Bruno Mineiro, um passe açucarado de cabeça o camisa 10 da Lusa podia carregar mais a bola invadir a área e escolher o canto para tentar melhor sorte, no entanto chutou afobado de fora da área e desperdiçou a melhor chance do jogo. Ainda houve chances com Felipe Alves, que também se afobou, com Renato Kayser, Caio Cézar e Césinha todos afobados em seus lances.

E o placar seguiu inalterado, o 0 a 0 perdurou no "clássico" aclamado por alguns da mídia esportiva. Que não sei o porquê dessa nomenclatura para o jogo envolvendo Lusa e Bugre, sendo que são apenas duas equipes ricas em tradição e do mesmo estado jogando o mesmo campeonato.

PORTUGUESA: Douglas, Césinha (Vinícius), Alê, Augusto e Bruno Oliveira; Ronaldo, Dudu e Leonardo; Felipe Alves, Diego Gonçalves (Renato Kayser) e Bruno Mineiro (Caio Cézar). Técnico: Jorginho

GUARANI: Leandro Santos; Daniel Damião, Ferreira, Leandro Amaro e Gilton; Evandro, Lenon, Renato Henrique (Edinho), Fumagalli (Marcinho) e Deivid (Éverton); Pipico. Técnico: Marcelo Chamusca.

Deu empate no confronto entre o Leão e a Macaca no Barradão

Foto: ECVitoria / Divulgação
Brasileirão Série A 2016, Rodada 11. O Vitória voltou a Salvador para duelo de seis pontos contra a Ponte Preta. Ficou no empate diante do seu torcedor no Barradão. Kieza marcou para o Vitória e Pottker para a Macaca.

RESUMO

Vitória tem falhado muito em jogos contra clubes do mesmo nível. Esse impacto de poucos pontos somados nos jogos de seis pontos será sentido realmente na RODADA 38.

Em nosso texto da ultima rodada tentamos alertar o clube para de alguma forma, aumentar seu nível de jogo, concentração e motivação, para buscar os pontos necessários logo no inicio do campeonato, principalmente contra clubes do mesmo nível.

Conseguimos fazer um jogo ainda abaixo que contra a Chapecoense, mas algumas atuações individuais nos deram uma sustentação melhor e ficou parecendo que tivemos mais qualidade. Destaco Euller e Renan, jogadores que melhoraram um pouco no quesito ultrapassagens e amplitude. Kieza e Dagoberto também se entendem bem na frente e o bom jogo do garoto Gabriel.

Na segunda etapa Mancini leu o jogo diferente da minha leitura, por exemplo, e acabou errando ao tirar Gabriel e voltar com Domingues. Ele disse que buscava mais posse, criação e ultimo passe. Eu entendia que faltava mais velocidade na frente, logo, voltaria com Gabriel e trocava Real por David.

Eduardo Batista tentou vencer o Vitória com intensidade de jogo e usando basicamente o erro. Pottker em diagonal abriu o placar com falha de posicionamento do zagueiro Ramon, esse que esta na hora de descansar um pouco no banco. Euller tentou a cobertura, mas sem sucesso.

Ramon errou também no lance do pênalti, pois rebateu muito mal uma bola, que voltou rapidamente.

O Vitória reagiu rápido, no lance de bola parada Kieza empatou. Mas o time continua sem progredir. O meio campo do Vitória é muito carente de técnica para criar situações de gols. Vivemos de lapsos dos defensores adversário em bolas que alongamos.

Voltar aqui para citar os mesmos problemas que tem o time de Mancini já esta ficando cansativo para o torcedor até lê. 

Onde á saída é uma só, contratar mais quatro ou cinco jogadores de muita qualidade que estejam em boa forma, para chegar e ajudar. O time está naquela condição que basta a direção do clube ter bom senso e por um pouco mais de grana e ambição no futebol, que conseguiremos ter mais êxito.

De outro modo é torcer continuar com a calculadora nas mãos rodada a rodada.

BOLA MUCHA DO VITÓRIA NO JOGO: Leandro Domingues.

É isso aí galera!

Seja Sócio SMV!

Por @AdsonPiedade

FICHA TÉCNICA:
VITÓRIA 1 X 1 PONTE PRETA

VITÓRIA – Fernando Miguel (Caíque); Diego Renan, Ramon, Kanu e Euller; Amaral (Marcelo), Willian Farias, Tiago Real e Gabriel (Leandro Domingues); Kieza e Dagoberto. Técnico: Vagner Mancini.

PONTE PRETA – João Carlos; Jeferson, Fábio Ferreira, Kadu e Reinaldo; João Vitor, Matheus Jesus e Renê Júnior (Felipe Menezes); Felipe Azevedo (Thiago Galhardo), William Pottker e Clayson (Nino Paraíba). Técnico: Eduardo Baptista.

GOLS – William Pottker aos 8 e Kieza aos 21 minutos do primeiro tempo.
ÁRBITRO – Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG).
CARTÕES AMARELOS – Kanu, Kieza e Diego Renan (Vitória). Felipe Azevedo e Matheus Jesus (Ponte Preta)
RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.
LOCAL – Estádio Barradão, em Salvador (BA).
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