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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Vila Nova joga mal e perde para o Avaí na Ressacada

Em uma noite que o Vila Nova praticamente não entrou em campo, faltou futebol e vontade de jogar. Foi triste de ver. O Vila que entrou em campo nesta terça-feira (28) me fez lembrar o Vila de 2014, o PIOR time da história do clube, uma calamidade.

Chega ser engraçado, o clube deve ter uma praga que nada vai para frente. Há anos convivemos e somos obrigados a aceitar times medíocres que nunca disputam nada. O pior é ver que equipes no Z4 jogam com mais comprometimento que o Vila Nova, que mesmo na zona jogam com vontade. Logo surge aquele filme na cabeça do torcedor com os rebaixamentos repentinos dos últimos anos. 

Mais uma vez o Vila foi à Ressacada passar vergonha. Um time morto, a zaga sendo uma "mãe", técnico perdido, coitado. Novamente ressuscitando times que não venciam há vários jogos, isso jamais muda. A equipe vem mostrando que é bem inferior aos demais, todo clube sabe se arrumar na hora certa, mas o Vila não. Isso, no mínimo, é estranho. Até o rival do lado de lá já começou a se arrumar, mesmo continuando uma posição abaixo do colorado.



De fato, o Vila não entrou para ganhar e nem para arrancar um empate da equipe da casa. Time sem vergonha, falta de apoio nunca foi. Precisam rever tudo e começar a pensar, não é mais momento para errar, mais uma derrota agora pode prejudicar muito o colorado lá na frente.

O torcedor vai ter que se contentar com pouco novamente, já que o time entra para não subir e se não cair já é um começo. Venho falando, a equipe é limitadíssima e precisa de um treinador que fale não ao jogador que quer mandar na escalação. Guilherme tem peito para isso, basta querer. A equipe precisa urgentemente de um novo goleiro, já que Wagner Bueno saiu machucado do jogo e, dependendo do grau da lesão, não deve voltar tão cedo. Sobre Edson, houveram boatos que ele está de saída, mas não se sabe ao certo se é mesmo verdade. 

Frontini tem lugar nesse time, já que vem entrando bem e marcando. Em sua primeira chance ele deu a vitória ao Tigre, na segunda ajudou bastante a equipe a empatar o clássico diante do Goiás. É claro que Vandinho também vem sendo destaque, mas Guilherme precisa rever isso muito bem. Com a volta do profeta, Moisés, se tudo der certo Guilherme poderá contar com a volta dele já na próxima rodada diante do Tupi. 

Corpo mole e queda de técnico: O circo chamado Joinville Esporte Clube

Mais uma derrota e mais uma palhaçada para a conta. Não está fácil a vida da torcida tricolor nesse ano de 2016, ano cujo nada deu certo e que está sendo um pesadelo para todos. A atuação contra o CRB atingiu o ápice do ridículo, o time claramente fez corpo mole para derrubar o até então técnico Hemerson Maria, que tem sua culpa por essa situação deplorável que o Joinville se encontra, mas não merece passar por tal situação.

Chegou ao fim a segunda passagem de Hemerson Maria pelo JEC.
Foto: ANotícia
A tentativa do elenco de derrubar o técnico funcionou bem. A vergonhosa derrota por 3x1 em casa do Joinville foi o suficiente para encerrar a segunda passagem do vitorioso, porém desgastado, Hemerson Maria, que assumiu enquanto o barco estava andando e não conseguiu fazer essa embarcação ir muito além. A forma como o “capitão” Bruno Aguiar entregou o segundo gol foi ridícula, ali ficou explícito que ninguém mais queria o professor Maria por perto... bem que dizem, jogador de futebol é um bicho peçonhento.

Mais uma vez o arqueiro Oliveira provou que não tem condições de ser o titular do Joinville, errando muito na saída de bola e entregando o ouro fácil para o adversário, o típico “chama gol”; tomara que o goleiro Aranha esteja pronto o mais rápido possível, pois estamos precisando.

Os gols do CRB foram anotados por Zé Carlos, Assisinho e Roger Gáucho; três gols originados de falhas do tricolor, isso porque dois gols ainda foram bem anulados, caso contrário, seria mais feio ainda. O gol do JEC foi anotado por Heliardo, que se mostrou um camisa 9 de verdade, nada de tão espetacular, mas bem melhor do que vinha jogando anteriormente. Gabriel Vasconcelos foi outro que foi bem, o garoto provou que caindo pelos lados rende mais e deve ser mais aproveitado na função; Everton Silva mais uma vez foi mal e demonstra que precisa melhorar muito para ser útil ao JEC, faz muitas faltas bobas e não obtém sucesso nas suas jogadas; Júnior mostrou mais do que Diego vinha mostrando, apesar de não ter feito uma grande atuação, mas deve pegar a titularidade facilmente; Carlos Alberto estava apagado em campo, a falta de criatividade dele foi sentida; e Bertotto... bom, foi substituído no intervalo, então ainda é cedo para fazer uma avaliação, mesma coisa em relação a Dodô, que jogou mais tempo, mas não mostrou muito.

Heliardo fez seu primeiro gol com a camisa do JEC.
Foto: Divulgação/JEC
O Joinville precisa de gás novo, de alguém para chacoalhar o ambiente e Lisca foi o escolhido. Ele chega na cidade para assinar com o clube e ser o novo comandante do tricolor para o resto da temporada. Confesso que Lisca é o meu nome predileto para o cargo, mesmo achando nomes como Dado Cavalcanti e Doriva melhores, só que o perfil dele é o que mais se encaixa no momento devido a acomodação de alguns atletas, entre outros detalhes. Agora é esperar, dar tempo ao Lisca e tentar sair o quanto antes dessa situação incômoda.

Confira abaixo a ficha técnica do jogo:

Joinville 1x3 CRB

Local: Arena Joinville, Joinville (SC);
Público e renda: 3.008 pessoas, para uma renda de R$ 33.710,00;
Arbitragem: Vinícius Furlan foi quem comandou o apito, ele foi auxiliado por Daniel Luis Marques e Weber Felipe Silva;
Cartões amarelos: Ligger (JEC) e Heliardo (JEC) | Bocão (CRB), Flávio Boaventura (CRB), Adalberto (CRB), Matheus Galdezani (CRB), Roger Gaúcho (CRB) e Lúcio Maranhão (CRB);
Gols: Heliardo (JEC) | Zé Carlos (CRB), Assisinho (CRB) e Roger Gaúcho (CRB). Confira os quatro gols do jogo clicando aqui; 

Joinville: Oliveira | Everton Silva, Bruno Aguiar, Ligger e Júnior | Bertotto (Pereira), Paulinho Dias (Erick Luis) e Carlos Alberto | Gabriel Vasconcelos, Dodô (William Barbio) e Heliardo | Técnico: Hemerson Maria;

CRB: Juliano | Bocão, Flávio Boaventura, Adalberto e Diego | Matheus Galdezani, Olívio, Gerson Magrão e Luidy (Roger Gaúcho) | Welinton Júnior (Assisinho) e Zé Carlos (Lúcio Maranhão) | Técnico: Mazola Júnior.

Dodô ainda não se encontrou com a camisa do JEC.
Foto: Divulgação/JEC

De técnico novo, mas que deve ser comandado por Fabinho nesse jogo, o JEC volta a campo no próximo sábado; o adversário será o Brasil de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e o jogo tem seu início marcado para às 16h. Esperamos que um novo ciclo comece no Joinville e que daqui para frente só sejam alegrias e vitórias, pois já sofremos o bastante.

Mais erros na escalação e mais uma derrota fora de casa

Então, meu querido leitor carvoeiro, o que podemos falar desse jogo? Mais uma derrota fora de casa, como de costume. Pra fechar com chave de ouro, outra escalação errada e parece que Cavalo está com dificuldades desnecessárias de acertar. Era para ter repetido a mesma equipe desde a vitória contra o Vila Nova, até porque time que está ganhando não se muda.




A proposta do time carvoeiro era até boa, três volantes era bom. Porém, Alex Maranhão estava perdido no jogo e Gustavo precisava de alguém para jogar perto dele e ajudá-lo. O jogo começou melhor para o time de goiano, que chegava melhor no ataque e pressionava muito. O tigre catarinense até chegou algumas vezes no gol, mas não teve sucesso.

O gol do Atlético foi em uma bela jogada individual de Jorginho seguido por uma cochilada da defesa carvoeira. Com todo espaço do mundo, o atacante teve toda tranquilidade de parar, ajeitar o corpo e chutar sem chances para Luiz, que estava fazendo uma bela partida até o momento.

O segundo tempo começou e, depois de alguns minutos, vieram algumas substituições que mudaram o jogo para o tigre carvoeiro. Juninho entrou jogando muito e dando movimentação ao ataque do Criciúma, fez várias jogadas e serviu os atacantes, mas teve aquele velho problema conhecido por todos os torcedores: a falta de competência na hora de finalizar a jogada e estufar as redes. Assim não vamos conseguir subir.

FICHA TÉCNICA PARA  ATLÉTICO GO X CRICIÚMA 

LOCAL – Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
PÚBLICO – 1.336 pagantes.
RENDA – R$ 14.515,00.
ÁRBITRO – Rogério Batista do Prado (SP).
CARTÕES AMARELOS Matheus Ribeiro (Atlético-GO); Diego Giaretta (Criciúma).
GOLS – Jorginho, aos 33 minutos do primeiro tempo.
ATLÉTICO-GO – Márcio; Matheus Ribeiro, Marllon, Lino e Michel; Pedro Bambu, William Schuster, Magno Cruz (Caíque), Jorginho (Bruno Barra) e Luiz Fernando (Luis Soares); Alison. Técnico: Marcelo Cabo.
CRICIÚMA – Luiz; Ezequiel, Raphael Silva, Diego Giaretta e Marlon; Barreto (Jheimy), João Afonso, Ricardinho, Elvis (Juninho) e Alex Maranhão (Andrew); Gustavo. Técnico: Roberto Cavalo.
"Daria a vida por um campeonato e uma taça a mais"
Gabriel Frello - @gabrielcec_

Luverdense dá trabalho, mas peca nas finalizações e perde para o Náutico

(Foto: Globo Esporte)
A boa sequência de cinco jogos sem perder do Luverdense chegou ao fim nesta noite de terça-feira (28). Jogando contra o Náutico, fora de casa, o jogo era um bom teste para as pretensões na parte de cima da tabela. A derrota por 1x0 veio em um erro bobo na saída de bola, que acabou sendo aproveitado pelo time da casa.

O começo de jogo não foi ruim. Se o normal era aguardar alguma pressão inicial do time da casa foi o Verdão quem mais atacou e ainda teve chances de abrir o placar, mas não conseguiu. Com o passar do tempo, o time da casa começou a dominar mais as ações e começou a incomodar o goleiro Gabriel Leite.

Mesmo assim, o Luverdense tem muito a lamentar sobre o gol sofrido pouco tempo depois. Se não sofria grandes riscos de levar o gol, a saída de bola penalizou com um erro fatal que acabou nos pés do atacante Bergson, que chutou cruzado. A bola caprichosamente bateu no zagueiro Wallace e foi para o fundo do gol.

No segundo tempo o Verdão perdeu o acerto da marcação nos minutos iniciais e o Náutico teve boas chances para ampliar o marcador, mas Gabriel Leite e a trave não permitiram. A chance de empatar começou a surgir com espaços na defesa alvirrubra que não foram aproveitados.

O final de jogo foi aberto e o goleiro adversário, Julio Cesar, precisou aparecer bem para segurar os ataques do Verdão. Mesmo com bons ataques dos dois lados, faltou mais qualidade na conclusão e o placar não se modificou, permanecendo 1x0 e interrompendo uma boa sequência sem derrotas do Luverdense.

Aquecimento Olímpico: Futebol Masculino

O futebol é o esporte mais praticado no Brasil e no mundo, esporte que apaixona os fãs por onde passa, capaz de fazer com que amigos e famílias deixem de se falar por conta de uma partida. Um jogo de futebol é suficiente pra dar alegria ao povo brasileiro. Sobre as regras, é bem provável que todos conheçam, em campo 11 contra 11, dez jogadores na linha e um no gol. O objetivo é óbvio, almejar a rede do adversário anotando tento.


Foto: Reprodução Internet
Lá vem história...

Embora a história conte que a origem vem das Antigas China, Japão, Roma e Grécia foi só na Inglaterra onde o esporte ganhou força e se popularizou, obtendo suas regras e se tornando mundial. No ano de 1885, enfim o futebol passou a ser profissional. Embora os ingleses tenham sido os pais do futebol quem ganha a fama como o “país do futebol” é o Brasil por conta de suas cinco conquistas mundiais.

Nos Jogos Olímpicos, a modalidade se fez presente a partir de 1908, em Londres sendo o segundo esporte coletivo a estar presente nas competições. A Hungria é a maior detentora de medalhas, sendo três ouros, uma prata e um bronze. Em seguida vem à Inglaterra com três ouros, apenas. A Rússia conquistou cinco medalhas também, sendo duas de ouro e três de bronze. Embora o Brasil possua cinco Copas do Mundo, nunca conseguiu um ouro pelas Olimpíadas, sendo três pratas e dois bronzes.



Rio 2016

Do dia 4 ao 20 de agosto teremos futebol em campo, sendo uma escala de um dia com futebol e dois com folga. Com quatro grupos e quatro seleções em cada, totalizando 16 equipes, as duas melhores de cada grupo avançam de fase. A idade máxima permitida para os jogadores é de 23 anos sendo que cada escrete pode levar três jogadores com idade superior.

O Brasil se classificou automaticamente por ser país sede, as demais seleções presentes serão: África do Sul, Argélia, Argentina, Colômbia, Dinamarca, Fiji, Alemanha, Honduras, Iraque, Japão, Coréia do Sul, México, Nigéria, Portugal e Suécia.

Por se tratar de seleções com jogadores considerados ainda de base, é até impossível prever o que irá acontecer, mas seleções renomadas, como o caso da Alemanha e Honduras sempre merecem uma atenção especial.

Os representantes Brasileiros sob os comandos de Rogério Micale são:

Goleiros: Fernando Prass (Palmeiras) e Uilson (Atlético-MG)
Defensores: Marquinhos (Paris Saint-Germain-FRA), Rodrigo Caio (São Paulo), Zeca (Santos), Douglas Santos (Atlético-MG), Luan (Vasco) e William (Internacional)
Meio-campistas: Rafinha Alcântara (Barcelona-ESP), Rodrigo Dourado (Internacional), Fred (Shakhtar Donetsk-UCR), Thiago Maia (Santos) e Felipe Anderson (Lazio-ITA)
Atacantes: Neymar (Barcelona-ESP), Douglas Costa (Bayern de Munique-ALE), Gabriel Jesus (Palmeiras), Gabriel (Santos) e Luan (Grêmio)

Local de competição

O legado da Copa do Mundo deixou ao Brasil suas novas Arenas modernas e em condições de receber quem passar pelas capitais brasileiras. As Arenas escolhidas são da Amazônia, Corinthians e Fonte Nova; Estádio Mané Garrincha e Olímpico; seguidos de Maracanã e Mineirão. Os sete estádios espalhados pelo Brasil irão contar com o futebol. A grande decisão será no Maracanã.

LEIA: Aquecimento Olímpico - Hipismo

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF


Patrão Cartoleiro - Rodada #12


Oi, fãs do Patrão! Sei que ficamos fora na rodada passada também, porém, nós até nos sentimos bem ao fazer isso. Quando vimos nossa última pontuação, ficamos com vergonha do que aconteceu. Apostar em Flamengo dá nisso. Agora é hora de recompor nossas energias em uma nova rodada, e que já digo, não está fácil. Que papai do céu abençoe os patroleiros.

Patrão na última rodada:

Resumindo: foi um completo desastre. Apostamos nos jogadores errados e nos times errados. Deve ter sido a quantidade de álcool que o Patrão tomou nos finais de semana junto com várias profissionais do sexo. Briguem com o Ronaldinho que fica me levando pra essas farras.

Melhores times para se apostar - 12ª rodada:

PALMEIRAS - Chegamos ao ponto de ter que confiarmos no Palmeiras, mas não podemos negar que eles estão fazendo uma boa temporada. Depois de uma rodada ridícula, não sobrou tanto dinheiro para colocarmos Gabriel Jesus, porém, tem outros que poderão fazer a diferença em campo.

SANTA CRUZ - Santa mãe de Deus joguem como vocês jogavam no começo do campeonato. É a chance dos Arrudeiros vencerem uma partida e desbancarem a Ponte Preta em casa, e esperamos que Grafite volte a ser um destaque para a nossa felicidade.

ATLÉTICO-MG - O Galo de Minas receberá um embalado Botafogo jogando em casa, porém, não significa que os mineiros não possam vencer, agora que estão se recuperando na tabela de classificação. Cazares vai nos ajudar, tenho fé no pai.

Time para a rodada - 12ª rodada:

GOL: Fernando Prass (PAL) - C$ 13,79
LAT: Carlos Cesar (CAM) - C$ 7,69
LAT: Allan (STC) - C$ 2,79
ZAG: Erazo (CAM) - C$ 6,57
ZAG: Vitor Hugo (PAL) - C$ 8,60
MEI: Cleiton Xavier (PAL) - C$ 14,70
MEI: Cazares (CAM) - C$ 11,69
MEI: Uillian Correia (STC) - C$ 8,61
ATA: Dudu (PAL) - C$ 13,70
ATA: Àngel Romero (COR) - C$ 9,59
ATA: Grafite (STC) - C$ 23,68
TÉC: Cuca (PAL) - C$ 13,67

Análise: Fernando Prass vem de boas atuações, tanto que foi chamado para a seleção olímpica. A defesa vem confiante, principalmente contando com Vitor Hugo, que nos ajudou aqui em algumas rodadas atrás. Allan é uma boa opção por ser barato e tem a chance de fazer a diferença. Nosso meio é forte com Cleiton Xavier e Cazares. Esperamos que Uillian Correia também faça a diferença, assim como esperamos que no ataque, Àngel Romero também pinte alguns gols. Dudu e Grafite são mais confiáveis e da-lhé, Cuca!

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Volta por favor: Caldense empata com Audax e segue invicta na competição

Em Poços de Caldas em uma tarde fria, a Caldense conseguiu um empate heroico, porém temerário. 

(Reprodução do Facebook Oficial da Associação Atlética Caldense)

Volta por favor. Porque este título? Sim, caro colega, pode se acalmar que irei explicar, não precisa da euforia. É bem simples, no último domingo a Caldense foi a campo para obter a vitória e se classificar no Grupo A13. Só que, devido à algumas falhas individuais, isto não foi possível e esta incrível crônica servirá para explicar alguns conceitos errados e lembrar de bons atletas que já passaram pelo alviverde. Saudosismo de uma "criança" e algumas coisas que aprendemos empatando esta partida.

Este jogo foi tão ruim quanto jiló, desculpa os fãs, mas eu acho detestável. Desagradável ver que alguns atletas ainda não entenderam o que o treinador Thiago Oliveira quer deles. Thiago é um cara simples na bola, objetivo e inteligente, por isso a Caldense caminha a passos largos rumando ao acesso. Nada é mais nítido que o treinador cobrando disciplina de seus laterais e principalmente dos marcadores, Álvaro e Michel já entenderam, mas parece que Patrick e Murilo não. Os laterais sobem demais e não voltam. Rafael Estevam e Jefferson Feijão faziam isso, compunham melhor o meio, tinham ainda mais qualidade no passe e principalmente possuíam mais folego.


(Liderança Jefferson Feijão falando para os jogadores da Vetarana antes de entrar para defrontar o Ypiranga-RS, Foto do GloboEsporte.com)
Além dos laterais sofríveis, aquela partida, principalmente no segundo tempo, nos reservou contra-ataques mortais do Audax. O criticado Neguett esteve bem, defendeu e salvou-nos de um possível fracasso em nossa casa, Marcelinho por sua vez parecia mais um cego e Paulão, à o Paulão, xerifão estava em uma tarde fraquíssima, até desperdiçando um gol indispensável que custou bem a vitória.

Não nem tudo é horrível, nem tudo é péssimo e não, eu não sou um corneta da pior espécie. Este jogo nos reservou pontos positivos demais, os meias novamente formaram uma trinca perfeita e o time teve uma qualidade estupenda de passes, inclusive tendo um aproveitamento maior que o do Audax na partida, coisa difícil, mas que a Caldense conseguiu.

Por falar em meio, até o ótimo tem falhas, porque tudo sempre pode ser melhor: Maradona, o que ele está fazendo nesse time? Um craque morto, está mais parecendo um fumante de crack do que um craque da bola. Jogador não consegue se movimentar como antes e até mesmo os passes andam sendo frustrados, não sei se é idade ou mental, mas abre o olho departamento físico, precisaremos do craque para o restante da competição.


(Reprodução do Facebook Oficial da Associação Atlética Caldense)
Léo Guerreiro, que anda marcando gols, se movimentando bem e mostrando serviço, desta vez foi praticamente nulo, pouco se movimentou, não buscou o jogo e teve sérias dificuldades de escapar da marcação, pareceu muito o Marcelo Régis no campeonato estadual. Rafamar, apesar de ser limitado em suas capacidades técnicas, mostra serviço pelas pontas e não apenas se limita ao meio, se continuar assim, fica esperto Thiago, o atacante deve tomar a vaga no time titular.

Ir para a beira do gramado chamar o técnico de burro de nada vai adiantar, cornete sim, mas deixa o homem trabalhar e faça o seu papel incentivar a Caldense rumo ao acesso, não xingar os atletas. Seja sócio-torcedor e ajude o clube, por que juntos vamos subir, nós, a torcida, e o futebol do clube principalmente.

Ficha técnica:


(Reprodução do Facebook Oficial da Associação Atlética Caldense)
Arriba Caldense!


Francisco Borja || @BorjaFrancisco_

Linha de Fundo || @SiteLF 

Em dois duelos contra goianos, o Paysandu soma dois 0x0

Na noite desta terça-feira (28), o Paysandu chegou ao seu sexto jogo sem perder e sem levar gols, após enfrentar o Goiás na casa do adversário. Apesar de garantir um ponto importante fora de seus domínios, este é o segundo 0x0 consecutivo do alviazul.

O clube paraense ficou muito focado em defender e pouco atacou. Fez uma marcação cerrada, mas não conseguiu impedir o time goiano de finalizar algumas vezes. Aos oito minutos do primeiro tempo, o Goiás chegou com Johnathan, que tentou o cruzamento, porém o goleiro Emerson conseguiu fazer a defesa. A boa oportunidade do Papão saiu aos dezessete minutos, quando Leandro Cearense deu passe em profundidade para Fabinho Alves chutar cruzado, a bola acabou indo para fora, já que não havia nenhum outro jogador na área para completar. Com o decorrer da etapa, o alviverde encontrava mais dificuldades para infiltrar a defesa do Paysandu e, quando conseguia infiltrar, finalizava para fora.

(Foto: www.goiasec.com.br/)
No segundo tempo, o jogo começou a aquecer só depois dos vinte minutos. Aos 24’, Rossi cruzou da esquerda e Cassiano tentou um voleio, a bola passou perto da trave e acabou indo para fora. Depois disso, o alviverde perdeu nova chance de abrir o placar de novo com Cassiano, que aproveitou rebote depois de chute de Léo Lima na trave e chutou sem goleiro, conseguindo mandar para fora. Foi quando o Paysandu resolveu levar perigo ao adversário. Aos 44’, o volante Ricardo Capanema mandou um chutaço da intermediária, mas Renan espalmou. E, no lance mais perigoso do confronto, Betinho cabeceou na trave e, no rebote, Lucas chutou por cima, perdendo a grande oportunidade de “matar o jogo”.

Palavra da colunista: Sexta partida sem levar gols, entretanto, a segunda sem marcar. Quando um setor parece melhorar, outro começa a preocupar. Enquanto a defesa está em alta, o ataque chega a sua décima primeira rodada das treze disputadas sem marcar gols.

É preocupante que nossos artilheiros sejam dois volantes e que nosso único gol marcado por atacante seja justamente do atleta mais criticado do elenco bicolor, Alexandro. Vemos atletas que costumávamos confiar, como Fabinho Alves, tendo atuações decepcionantes, se comparadas às suas partidas antes da lesão. Vemos Cearense finalizando, no máximo, uma vez por jogo (e errado) e continuando como titular. Betinho finalizou mais, mesmo tendo jogado trinta e oito minutos a menos que o colega de posição. Maílson foi bem, só que ainda não dá para afirmar nada sobre ele. Esperamos que seja uma solução para o grande problema: ausência de atacantes na artilharia do time. 

Próximo jogo: Nesta sexta-feira (01), o Paysandu enfrenta o lanterninha da competição Sampaio Corrêa. O jogo ocorre às 21h30, no Castelão.
                                        X

Londrina: A recuperação com uma vitória esperada

Nas duas últimas partidas o Londrina havia saído de campo derrotado. Na primeira, diante do Vasco, o Tuba tinha jogado de forma íntegra e foi melhor em relação ao cruz-maltinho - mesmo saindo com o resultado adverso; já contra o Luverdense (esta sim, fora de casa), o Alviceleste tentou até o último minuto e esteve muito perto de trazer três pontos do MT.

Com tais resultados negativos, era necessária uma vitória, para acordar o time e mostrar para a torcida que, apesar dos pesares, seguimos vivos na competição. Pois bem, eis a chance perfeita: embate ante o Brasil de Pelotas dentro de casa; todos os ingredientes para um bom jogo se misturam em partidas contra o rubro-negro pelotense.


Foto: Wellington Ferrugem
Não à toa que as equipes se encontram com campanhas parecidíssimas na tabela do Brasileiro deste ano. Ambos têm técnicos longevos em seus cargos, defesas que sofrem poucos gols e ataques que fazem o necessário para os três pontos. Tais fatores já são conhecidos pela torcida desde o polêmico jogo de 2014, mas o susto foi grande quando Marcelo Rangel fez grande defesa logo no primeiro minuto.

Este, provavelmente, seria o momento em que Cláudio Tencatti iria pedir calma ao time e pouco a pouco encaixaria os detalhes de marcação, mas quem comandou o Alviceleste foi Aléssio, que prontamente pediu para seus jogadores acharem uma brecha e na primeira oportunidade clara, finalizar. Não demorou sequer um minuto para que o Tuba alçasse a primeira bola à área pelotense e reclamasse a marcação errônea da arbitragem, que inverteu o corner em tiro de meta. Nada que fizesse a equipe entrar em um colapso por reclamações, pelo contrário.


Sem a presença do comandante Londrinense, muitos ficaram inseguros, mas Aléssio soube conduzir o time e mostrar que o trabalho desenvolvido junto ao técnico tem lhe rendido boas experiências; da mesma forma que Tencatti orienta seus atletas, o auxiliar orientou e com um "complemento" de quem procurava forçar as descidas principalmente em jogadas diagonais, fazia o ataque ter mais mobilidade principalmente com Itamar, que a todo momento saía da área para buscar jogo e triangular jogadas. 

O estilo de jogar não mudou em relação às demais partidas e o Londrina procurava manter a posse de bola e achar as tais brechas nas diagonais do compacto e recuado xavante. Quando não era a defesa afastando a jogada para onde o nariz apontava, era um dos meias errando passe. Aliás, este problema reapareceu após a lesão de Rondinelly e tem dado prejuízos ao LEC, que tem contado com Rafael Gava e Paulinho para criar suas jogadas, Gava até tem dado conta do recado (mesmo com a partida extremamente abaixo de sua média), mas Paulinho tem deixado a desejar tanto para passes quanto para jogadas mais velozes. 

Não muito diferente dos demais primeiros tempos realizado diante de equipes fechadas, o jogo ficou travado, se o LEC se propunha a atacar, o Brasil de Pelotas se propusera a esperar da linha do meio de campo para trás e esperar sua chance de finalizar ou ainda tentar chegar o mais próximo possível da linha defensiva e arriscar de fora da área. Nada que tenha surtido muito efeito e, como consequência, levou as equipes aos vestiários com o placar ainda zerado.

Se a primeira etapa foi comum, a segunda começou muito bem quando, com apenas um minuto de jogo, Germano cabeceou e fez Eduardo Martini ser instrumento de um milagre com uma bela defesa. No lance ofensivo seguinte, Paulinho Moccelin recebeu de costas para o gol e tocou no vazio para Léo, que levou a redonda mais a frente e cruzou para Itamito/Itamestre/ItaRei cabecear perfeitamente, sem dar chances ao goleiro adversário, obrigado a buscar a bola no fundo das redes.

Após o gol, a equipe pelotense começou a se propôr aos ataques e, ainda que tenha levado alguns minutos, criou chances e até fez um gol corretamente anulado, pois o atleta gaúcho conduziu a bola com a mão para desvencilhar-se da marcação. Diante das tentativas de se atirar ao jogo por parte do rubro-negro, o Alviceleste teve de compactar seu estilo de jogo e dificultar as passagens de bola nas diagonais. Isto se deve à necessidade dos meio campistas do time de não contarem com boa participação ofensivas de seus laterais. O Tuba endureceu o jogo e as chances que eram criadas pelo adversário vinham sempre de bolas paradas ou de finalizações de fora da área, tais oportunidade até assustavam a torcida, mas nenhuma levou tanto perigo a Marcelo Rangel.

Assim como foram os demais embates entre Londrina e o Pelotas, este parecia demorar para acabar, mas o tempo corria normalmente e eram as circunstâncias que mostravam à torcida as adversidades que uma outra equipe retranqueira traz. Ao final da partida, a torcida comemorou mais uma vitória e o time se recuperou na tabela.


Foto: Robson Vilela
A partida desta terça feira mais uma vez evidenciou uma das principais qualidades do Tubarão para esta competição: sua maleabilidade e seu "jogo de cintura" para escapar das adversidades. Se no primeiro tempo a equipe tomou alguns sustos e soube manter a calma, no segundo teve toda as qualidades de um time que sabe segurar a pressão e sair com o resultado. Mesmo sem seu técnico comandando o time do banco de reservas, a equipe mostrou ter um psicológico forte dentro de casa para os momentos decisivos, isto será de grande valia para o decorrer do campeonato.

Londrina (1) x (0) contou com 3300 torcedores e cerca de 50 corneteiros que chegaram atrasados e só viram a parte do gol do Itamestre, a renda foi de R$ 41 mil.

Tencatti assim escalou o Tuba: Marcelo Rangel, Igor Bosel, Luizão, Matheus e Léo; Germano, Rafael Gava e Netinho (Igor Miranda), Paulinho Moccelin (Bidia), Jô e Itamar (Bruno Batata).

O pelotinhas de Rogério Zimmerman veio a campo com Eduardo Martini, Weldinho, Teco, Leandro Camilo e Eduardo Brock; Nem, Washington (Elias) e Clébson, Marcos Paraná (Nathan), Ramon (Nena) e Felipe Garcia.


Na próxima rodada:
Londrina x Criciuma - Estádio do Café - 28/06 as 21h30
Brasil de Pelotas x Joinville - Centenário - 02/07 às 16h

Ceará só empata com o Bragantino, mas segue no G4

O Vozão entrou em campo para enfrentar o Bragantino no Estádio Nabi Abi Chedid, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. A equipe cearense apenas empatou com o time de Bragança Paulista por 1 a 1.


(Foto: Rafael Moreira/ C.A Bragantino)
O empate fora de casa é bom, somar pontos é fundamental para uma equipe que deseja subir para a Série A. Porém, pela situação da partida a vitória era possível, mas o Ceará parecia não querer vencer e se acomodou com o empate. Faltou para a equipe alvinegra chutar a meta e ter vontade de somar os três pontos e não apenas um.

As equipes começaram a partida se estudando e quem abriu o placar foi o Bragantino, aos 11 minutos, com gol do meio-campo Gabriel Dias. O Ceará empatou com um gol contra do zagueiro Renan Diniz. Depois disso, a partida foi totalmente pressionada pelo Braga. Éverson salvou o Ceará em várias ocasiões e sem dúvidas foi o grande nome da equipe do Vovô. O alvinegro já tinha o que queria, um ponto para levar para a capital cearense e permanecer com a terceira colocação.

Na próxima rodada o Ceará enfrentará o Bahia, um grande clássico nordestino. O jogo será sábado (02), às 19h30, na Arena Castelão e dependendo dos resultados da próxima rodada pode encostar no líder da Série B, o Vasco da Gama.

Ficha Técnica:

Ceará: 1-Éverson , 3-Valdo , 4-Charles , 5-João Marcos , 6-Eduardo , 9-Rafael Costa(Wiliiam Henrique) , 10-Felipe , 11-Wescley(Ricardinho) , 15-Marino , 18-Bill , 21-Zé Mário(Richardson). Técnico: Sérgio Soares

Bragantino:1- Feilipe; 2- Guilherme Andrade(Alemão); 3- Rodrigo Sam(Lucas Rocha); 4- Renan Diniz; 5- Gabriel Dias; 6- Bruno Pacheco; 7- Watson; 8- Daniel Pereira; 9- Erick; 10- Tartá; 11- Claudinho(Renato Sorriso). Técnico: Marcelo Veiga

Local: Nabi Abi Chedid
Árbitro: Cleisson Veloso Pereira/MG
Cartões: BRA: Renan Diniz, Watson e Erick | CEA: Eduardo, Charles, Wescley, William Henrique e Bill.
Público: 881
Renda: R$ 6.685,00

Linha de fundo | @SiteLF
Thomaz Gomes | @thomazgomes_
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