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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Eterna gangorra?

No início do campeonato eu disse a alguns amigos que, com o elenco que o América tinha à disposição, seria rebaixado sem conseguir somar trinta pontos. Passadas as doze primeiras rodadas, estamos com apenas oito pontos, ou seja, em uma situação ainda pior. Se alguma mudança significativa não acontecer em breve, poderemos não chegar sequer aos vinte cinco pontos, o que seria um vexame gigantesco.

Nos últimos jogos a equipe até conseguiu tocar a bola e criar algumas jogadas (bem poucas na verdade), porém, a zaga fez questão presentear os adversários com gols. Já havia sido assim contra Internacional, Botafogo e Palmeiras. Ficou claro que o time apresentou mais vontade dentro de campo, mas nossos zagueiros insistem em tentar sair jogando bonito, matando no peito, tocando de lado. Custa assumir que não tem essa capacidade e dar um chutão para a lateral?

Sabemos que é difícil montar um time competitivo tendo o menor orçamento da Série A, porém a sensação é de que a diretoria poderia ter feito mais com o que tinha em mãos. Quando os recursos são escassos, a margem para erro é quase inexistente e estes aconteceram aos montes na montagem do elenco. A conquista do Campeonato Mineiro (importante e devidamente comemorada) ajudou a mascarar as fraquezas da equipe, dando a falsa impressão que o América conseguiria encarar a Série A.

É importante evitar que a situação se agrave, já que o campeonato avança rapidamente e, à medida que os resultados não chegam, a tendência é que bata o desespero e ações precipitadas sejam tomadas. Isso além de não conseguir resolver os problemas dentro do torneio atual, pode comprometer as finanças do time para as próximas temporadas, formando o pior cenário de todos, ou seja, rebaixamento associado ao endividamento do clube.

Creio que o mais sensato a ser feito é esperar a estreia dos últimos jogadores contratados, bem como contar com as voltas de Pablo e Tony, que estão saindo do departamento médico, e ver como será o desempenho do time. Caso não consigamos chegar aos vinte pontos ao final do turno, o melhor a ser feito é já pensar no ano que vem, dando oportunidade apenas aos jogadores que ficarão para 2017 e liberando os demais para aliviar a folha de pagamento. Dessa forma é possível evitar gastos desnecessários considerando a quase certeza da queda.

Vai ser uma pena se mais uma vez o América brincar de gangorra, subindo em um ano e caindo no seguinte, porém já estamos acostumados. Certeza mesmo é que, enquanto existirem chances matemáticas, acreditamos em um milagre.

Foto: http://veja.abril.com.br/

Em jogão, arbitragem e Cazares atrapalham e Botafogo perde no Mineirão

Na noite desta quinta-feira (30), o Botafogo foi até o Mineirão para enfrentar o Atlético-MG, jogo válido pela décima segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Em duelo de oito gols, o Glorioso jogou bem, mas foi derrotado em um movimentado 5 a 3. Com a derrota, o Alvinegro segue na zona de rebaixamento com 12 pontos e apenas uma posição acima do Santa Cruz, adversário do próximo domingo (3), em Juiz de Fora. 


Botafogo lutou, fez bom jogo mas saiu derrotado (Foto: Fernando Michel/ Lancepress!)
O JOGO

Aos 12 segundos de jogo, o Atlético abriu o placar. Em jogada ensaiada, Erazo lançou, Leonardo Silva desviou e Fred ajeitou para Cazares, que fez o gol. O Botafogo, apesar da bobeira, não se abateu e foi para cima, deixando a partida era equilibrada. Aos 20 minutos, após seguidas chegadas do Glorioso na área atleticana, Renan Fonseca foi puxado dentro da pequena área por Eduardo, mas a arbitragem não marcou o pênalti claro. Aos 25', após falta cobrada perto da entrada da área, Cazares mandou a bola no canto, mas Sidão, atento, fez um milagre e buscou, evitando o segundo gol do Galo.

Aos 32 minutos, Júnior Urso desviou de cabeça e mandou a bola por cima do gol. Aos 34', o Botafogo teve a chance de empatar quando Diogo Barbosa levantou na área, na medida para Bruno Silva, que cabeceou para fora. Aos 36 minutos, a arbitragem prejudicou o Alvinegro de forma grosseira ao marcar um impedimento inexistente de Ribamar após lançamento de Fernandes, o atacante sairia na cara do gol.

O Atlético cedia espaços. Aos 44 minutos, Ribamar sentiu e foi substituído por Sassá. Aos 46', Camilo sofreu falta não marcada e foi desarmado. Na sequência do lance, Robinho, livre, recebeu de Cazares, invadiu a área e ampliou o placar para o Galo. No minuto seguinte, o primeiro tempo acabou.  

O Glorioso voltou para a etapa final com o mesmo time e, assim como no início do primeiro tempo, aos 2 minutos do segundo o Galo fez mais um. Cazares invadiu a área e tocou para Fred, que sem dificuldades aumentou a vantagem. Aos 5', Camilo bateu falta e quase diminuiu o placar, mas Victor foi no cantinho fazer a defesa. Aos 9 minutos, Ricardo Gomes tirou Neilton e colocou Rodrigo Pimpão no jogo. Aos 15', Cazares, o melhor jogador da partida, arriscou e mandou a bola por cima do gol de Sidão. No minuto seguinte, Sassá chutou de longe e obrigou Victor a fazer outra boa defesa.

Aos 17 minutos, Júnior Urso soltou uma bomba e Sidão fez excelente defesa, evitando o quarto gol atleticano. Aos 20', Robinho tocou de calcanhar para Cazares, que acertou a rede pelo lado de fora em lance perigoso. Aos 25', Camilo cruzou e achou Sassá livre na pequena área, o atacante chutou e Victor defendeu de forma milagrosa. No rebote, Rodrigo Pimpão tentou, mas Erazo salvou. Aos 27 minutos, Carlos Cézar colocou a mão na bola dentro da área de forma escandalosa, a arbitragem demorou mas marcou o pênalti. Sassá converteu e diminuiu o placar, 3 a 1 para o Galo. 

Aos 30 minutos, o equatoriano Cazares arrancou com a bola pelo meio, tabelou com Júnior Urso, que devolveu de letra e chutou cruzado, Sidão tocou na bola, que depois ainda bateu na trave. Porém, aos 32', Cazares não desperdiçou e fez o gol. Ele recebeu de Fred e, fora da área, marcou um golaço, o quarto do Atlético. Aos 35', Fernandes foi substituído por Gervasio Nuñez e, aos 43', o argentino fez o gol após desvio na zaga. Não deu nem tempo de comemorar, pois no minuto seguinte o Atlético marcou pela quinta vez. Já nos acréscimos, aos 46', o Botafogo conseguiu fazer outro gol e diminuir quando Bruno Silva, de fora da área, arriscou e a bola desviou em Leonardo Silva, enganando o goleiro Victor. Aos 48 minutos, o jogo chegou ao fim. Atlético-MG 5 a 3. 

OBSERVAÇÕES

A arbitragem atrapalhou demais. O Botafogo não fez um jogo ruim, tomou o gol bobo no início do jogo e mesmo assim partiu para cima, jogando de igual para igual. No primeiro tempo, quando o Galo ainda vencia por apenas 1 a 0, houve um pênalti NÃO MARCADO sobre Renan Fonseca, um impedimento INEXISTENTE de Ribamar (que sairia livre na cara do gol) e, na jogada que originou o segundo gol atleticano, houve falta clara sofrida por Camilo que foi IGNORADA. 

Apesar dos erros da arbitragem, o Botafogo tomou gols bobos. A defesa é uma verdadeira mãe. 

O próximo adversário do Botafogo é o Santa Cruz, adversário direto na luta contra o rebaixamento. Vitória é OBRIGAÇÃO. 

Ricardo Gomes poderia ter escalado Rodrigo Pimpão como titular. Acho que o treinador deu mole. 

FICHA DO JOGO

Atlético-MG 5
Victor, Carlos César, Leonardo Silva, Erazo (Ronaldo), Douglas Santos; Eduardo, Júnior Urso, Cazares; Clayton (Carlos), Robinho (Dátolo), Fred. Técnico: Marcelo Oliveira. 

Botafogo 3
Sidão, Luis Ricardo, Emerson Silva, Renan Fonseca, Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Fernandes (Gervasio Nuñez), Camilo; Neilton (Rodrigo Pimpão), Ribamar (Sassá). Técnico: Ricardo Gomes. 

Estádio: Mineirão (MG). 
Árbitro: Raphael Claus (SP). 
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Danilo Ricardo Simon (SP). 
Gols: Cazares (0' do 1º T), Robinho (46' do 1º T), Fred (2' do 2º T), Sassá (27' do 2º T), Cazares (32' do 2º T), Gervasio Nuñez (43' do 2º T), Carlos (44' do 2º T), Bruno Silva (46' do 2º T). 
Público: 36.129 pagantes.
Renda: R$ 804.255,00.  

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 

Náutico e mais uma vitória em casa

O Náutico recebeu o Luverdense na terça-feira (28) na Arena Pernambuco, já que clube e governo fizeram um acordo para essa 13ª rodada. Em um jogo de 6 pontos, o Timbu venceu por 1x0, gol marcado contra, e perdeu muitas chances. Com primeiro tempo razoável e segunda etapa boa, o alvirrubro controlou o jogo e venceu mais uma na Arena.

Corrente alvirrubra antes da partida. Foto: Twitter/Náutico
O primeiro tempo foi sem emoções, o time visitante estava no 4-1-4-1 e sua marcação em cima dificultava a saída de bola do Timbu. Muitas vezes se via Eduardo e Mateus Muller armando as jogadas com erros que não poderiam acontecer. O time do  Mato Grosso não teve nenhuma chance, pois praticamente em todo ataque seus homens de frente estavam em posição de impedimento.

No primeiro erro da zaga, GOL do Náutico. O meio campo recuou muito mal para o zagueiro e deu um passe para Tiago Adam ir de frente para o goleiro, mas o atacante é lento e cruzou, mas na tentativa de tirar a bola o zagueiro Wallace chutou pro próprio gol.

O segundo tempo parecia ser o mesmo, jogo amarrado e poucas chances. Um nome, um homem mudou a história da etapa complementar. Hugo, recém contratado, fez sua estreia jogando em Recife. Com seu bom toque de bola e forte chegada dentro da área do adversário, o Náutico teve cinco chances claras de gol. Gol impedido, tirada em cima da linha e goleiro defendendo foram algumas dessas chances que salvaram o Luverdense de perde por um placar mais elástico.

Depois de meses parado por conta de uma cirurgia no joelho, João Ananias voltou a equipe para o delírio da torcida. Com a sua entrada, o Timbu se comportou no clássico 4-4-2 e fez um bom final de jogo. As condições físicas do experiente meia Hugo ainda não são as melhores, mas ele mostra que será peça chave para a equipe alvirrubra, porque com a sua entrada o jogo flui e os jovens pontas parecem gostar de jogar com ele.

Agora o Náutico vai ter outro jogo de seis pontos contra o vice-líder Atlético-GO, no Serra Dourada, sábado às 16h.

Parabéns ao técnico Alexandre Gallo que comandou sua 100ª partida pelo Timbu. Foto: Twtter/Náutico
Escalação:
Náutico: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo, Mateus Muller (Ygor); Gastón, Renan Oliveira; Jefferson Nem (João Ananias), Rony, Bergson e Tiago Adan (Hugo). Técnico: Alexandre Gallo.
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Everton, Walace e Marlon; Kazu (Erik), Ricardo, Da Mata e Sérgio Mota (Romarinho); Hugo (Tozin) e Rafael Silva. Técnico: Júnior Rocha.

Árbitro:  Alisson Sidnei Furtado.
Assistentes: Natal da Silva Ramos Júnior e Jose Maria de Lucena Netto.

“Da união de duas cores mágicas, nasceu a força e a raça”

Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

Pede música? Braga cede terceiro empate na Série B

O Bragantino entrou em campo na noite desta terça-feira buscando mais uma vez sair da zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro da Série B. O resultado foi um empate por 1 a 1 contra o Ceará, em casa, no Estádio Nabi Abi Chedid, que ainda não tira o Braga do Z4.

O novo Braga, já sob o comando de Marcelo Veiga, entrou em campo com a formação 4-3-3, com Gabriel Dias e Daniel Pereira de volantes, Tartá armando o jogo no meio-campo e a dupla Claudinho e Erick no ataque. 

PRIMEIRO TEMPO - O Bragantino, apesar de não ter conseguido os pontos que precisava, sempre se mostra muito disposto quando joga em casa e chegou no ataque logo nos primeiros instantes da partida.


Logo aos 11 minutos, em cruzamento depois de escanteio curto, Gabriel Dias recebeu dentro da área e desviou para o fundo do gol em cabeceio firme, sem chances para Éverson; na primeira boa chegada, o Braga já abriu o placar. Festa em Bragança Paulista, mas não por muito tempo.



O Ceará conseguiu empatar a partida graças ao gol contra do zagueiro Renan Diniz, que ao tentar cortar o cruzamento, acabou marcando ma própria meta. Isso já é muito comum nas partidas do Massa Bruta; quando o time abre o placar, recua e, quando isso acontece, acaba sofrendo o empate, se complicando muito para passar na frente do marcador outra vez.

O Ceará demonstrava mais técnica e pressionava durante a primeira etapa, Marino inclusive tentou um chute de muito longe e a bola acabou passando perto do gol.

RESUMÃO DA PRIMEIRA ETAPA - Bragantino e Ceará começaram muito agitados e focados, buscando o gol nos primeiros minutos. O Braga mostrou vontade, mas não soube controlar o jogo e só não foi pro intervalo na frente do placar por causa do gol contra do zagueiro Renan.

INTERVALO - O técnico Marcelo Veiga fez apenas uma alteração na equipe durante o intervalo, tirando Claudinho para colocar Renato Sorriso, mudança no setor ofensivo do Braga. Já o Ceará voltou com os mesmos onze para a segunda etapa.

SEGUNDO TEMPO - A primeira grande chance do segundo tempo foi do Bragantino. Aos 2 minutos, Watson chutou forte da entrada da área para boa defesa de Éverson. Parecia que o Bragantino percebeu o porquê de não recuar e voltou a pressionar.


Aos 10 minutos, Watson recebeu novamente na área e mesmo sem ângulo buscou a finalização para boa defesa do goleiro do Ceará. Marcelo Veiga fez outra alteração, dessa vez por conta do desgaste físico, e Rodrigo Sam saiu para entrar Lucas Rocha, substituição no setor defensivo.

O Bragantino chegava no ataque por meio dos cruzamentos de Watson, que não eram aproveitados pelo ataque Alvinegro. A última alteração do Braga foi a saída de Guilherme Andrade para que Alemão pudesse retornar aos gramados depois de meses no departamento médico, substituição na lateral direita, visando melhorar a qualidade dos passes.

Aos 37 minutos, a ousadia colocou o Bragantino na frente quando Daniel Pereira resolveu arriscar de fora da área, a bola desviou e entrou para o fundo do gol. O jogo passou a ficar equilibrado, mas com poucas chances claras. Felipe puxava contra-ataque para o Ceará, mas a defesa do Braga estava bem.

Até o final da partida o jogo seguia em aberto, pois ambas as equipes não tinham criatividade para chegar até a defesa adversária. A última boa chance foi de Alemão, que driblou o zagueiro Charles e finalizou para outra grande defesa de Éverson, salvando o Ceará da derrota.

CONCLUSÃO - O Bragantino continua muito bem no setor ofensivo, que apesar de não ter grandes números, tem sido efetivo, porém o time anda pecando no controle da partida, perdendo a chance de sair com os três pontos por bobeiras. 

Assista aos melhores momentos da partida


Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Uma derrota para desanimar de vez

Na última terça-feira (28), o Tupi enfrentou o Sampaio Corrêa, pela 13ª rodada da Série B. Diante do lanterna, o time de Juiz de Fora precisava muito dos três pontos para trazer mais tranquilidade e manter a sequência de jogos sem derrota, que eram de quatro jogos. No entanto, quando a bola rolou o time mineiro foi apático na maior parte do jogo e fez a sua pior partida até aqui, sofrendo a sua sétima derrota na competição.

(Foto: reprodução/ESPN)
Em relação à equipe que começou a última partida, o Tupi não poderia contar com os dois jogadores que saíram lesionados, Hiroshi e Henrique. Com os desfalques, Estevam Soares teve problemas para armar a equipe, sobretudo nas laterais. Com isso, Recife foi improvisado na lateral-direita, enquanto Wesley Douglas permaneceu na esquerda e Bruno Costa na zaga. Jonathan ficou com a vaga de Hiroshi, como era de se esperar.

Contudo, a formação se manteve a mesma, alinhado no 4-3-2-1 (Rafael Santos; Recife, Rodolfo Mol, Bruno Costa e Wesley Douglas; Rafael Jataí, Filipe Alves e Marcos Serrato; Vinícius Kiss e Jonathan; Rubens.)

O JOGO

A partida começou equilibrada, com as duas equipes se estudando e sem grandes emoções. Só a partir dos 10 minutos o jogo esquentou e surgiram as primeiras chances de gol. A primeira delas foi do Tupi, aos 12 minutos, Jonathan tocou para Vinícius Kiss e Rodrigo Lemos fez uma boa intervenção. Três minutos depois, o Sampaio Corrêa respondeu no contra-ataque e Pimentinha finalizou com perigo, mas Rodolfo Mol tirou quase em cima da linha.

O lance animou o time da casa, que cresceu no jogo e passou a buscar mais o gol, ficando mais próximo de abrir o placar. Aos 19', Lucas Sotero tentou duas vezes e na segunda levou perigo, mas a bola passou por cima da meta carijó. No lance seguinte, novamente Lucas Sotero apareceu, desta vez na bola parada. Em cobrança de escanteio, o camisa 10 mandou para área e, mesmo a bola vindo baixa, a defesa carijó não conseguiu cortar e ela morreu no fundo do gol.

Nos minutos seguintes, o Galo Carijó atacou de forma desordenada e deixou espaço para o contra-ataque. Dessa forma, Pimentinha recebeu um lançamento do campo defensivo e saiu cara a cara com o goleiro, mas desperdiçou mais uma boa oportunidade para o Tubarão. O castigo veio no fim do primeiro tempo, Rodrigo Ramos deu rebote e a bola tocou em Rafael Estevam e na trave, antes de sobrar para Rubens, que deixou tudo igual.

Na etapa complementar, o Tupi voltou sem alterações e não houve melhora, pelo contrário. Para piorar, o adversário começou a atacar pelo flanco direito da defesa, exatamente do lado em que Recife estava improvisado e as melhores chances surgiram por ali. Aos 9', Felipe Baiano aproveitou cruzamento e teve toda a liberdade para cabecear, mas mandou para fora. Aos 22', novamente por aquele lado, Edgar construiu toda a jogada e cruzou para Pimentinha, que só teve o trabalho de empurrar para as redes.

Após o gol, Estevam Soares promoveu uma alteração ofensiva, colocando Thiago Silvy no lugar de Marcos Serrato. No entanto, com apenas seis minutos em campo, o atacante levou uma cotovelada e não teve condições de prosseguir. Ygor entrou e pouco apareceu. Aos 32', Rafael Estevam cobrou falta e Luiz Otávio, livre, cabeceou para o chão, a bola quicou e encobriu Rafael Santos. Sem poder de reação, o Alvinegro não levou mais nenhum perigo ao adversário, enquanto o Tricolor apenas administrou a vantagem e, consequentemente, garantiu a vitória merecida.

Com a derrota, o Tupi permaneceu com apenas nove pontos e na 19ª colocação, só que agora está à frente do Sampaio Corrêa somente pelos critérios de desempate. Na próxima partida, o Galo Carijó terá mais um confronto direto fora de casa contra um time que também está próximo da zona de rebaixamento, o Vila Nova-GO.

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

Confirmado: Ibra anuncia que irá jogar no Manchester United

Depois de mais de um mês de suspense e espera, o atacante sueco Zlatan Ibrahimovic, de 34 anos, anunciou em seu Twitter oficial nesta quinta-feira (30) que irá  jogar pelo Manchester United na próxima temporada.

"É hora do mundo saber. Meu próximo destino é @ManUTD" Essas foram as palavras do sueco em seu Twitter.
Os valores da negociação ainda não foram revelados, mas, segundo o jornal inglês "The Guardian", o atacante ganhará cerca de  220 mil libras (R$ 963 mil) por semana.

No United, Ibrahimovic será treinado pelo técnico português José Mourinho. Os dois já trabalharam juntos na Inter de Milão, em 2008 e 2009.

Esse será o oitavo clube na carreira do atleta. Ibra já passou por Malmö, Ajax, Juventus, Inter de Milão, Barcelona, Milan e o último foi o PSG.

Recentemente, Ibrahimovic anunciou sua aposentadoria da Seleção da Suécia após a eliminação na Eurocopa 2016.

Para o torcedor Red Devil, existe muita expectativa para a estreia de  Zlatan Ibrahimovic e para ver se ele irá demonstrar dentro de campo o mesmo que o fez ganhar tanto nome e respeito no PSG.


Lucas André ||@luc4s_andre
Linha de Fundo||@SiteLF

Garçom, põe na conta mais uma derrota

Seria muito fácil, colocar a culpa no juiz, técnico, goleiro ou qualquer outra circunstância que nos impediu de alcançar o triunfo diante da Chapecoense, porém algo que foi observado pelos torcedores da Raposa, é que o Cruzeiro após o abrir o placar se acomodou e simplesmente parou de assustar o time mandante, a verdade que a falha foi da equipe cruzeirense.

Depois de uma sequencia de duas vitorias consecutivas da Raposa, as expectativas para o confronto entre Chapecoense e Cruzeiro eram gigantescas, principalmente do lado celeste que precisa prosseguir com resultados positivos.

(Sirli Freitas / Especial /Diario Catarinense)
A Raposa desperdiçou a chance de ganhar os três pontos no duelo de ontem, porém com dois jogos em casa, a equipe terá a oportunidade de se recuperar, é obrigação do Time do Povo fazer o dever de casa e vencer nas próximas rodadas.

A Raposa enfrentará no domingo (03) o time do Vitória, a partida acontecerá às 11h, tudo indica que a Toca III estará lotada, o que significa que apoio não faltará.

Sobre o jogo:

Mesmo sendo visitante, a Raposa iniciou o primeiro tempo com uma postura ofensiva e pressionava bastante a Chapecoense, o Cruzeiro estava com mudança em seu time, às novidades eram Pisano e Fabrício Bruno.

Matias Pisano, atualmente está sendo muito criticado pela nação azul, porém uma coisa boa ele fez no jogo, o primeiro gol do duelo foi marcado por ele, com menos de 10’ que a bola estava rolando na Arena Condá a Raposa estreou o marcador, após boa jogada de Arrascaeta, Pisano oportunista, aproveitou o rebote do goleiro e mandou para o fundo das redes.

Depois do gol celeste a situação começou a ficar difícil, a Raposa que ate então estava superior, resolveu “tirar o pé do acelerador” e era tudo que a Chapecoense precisava.

E como se diz aqui em Minas Gerais: “O trem ficou feio”, a equipe de Caio Júnior á todo momento levava perigo ao gol defendido por Fábio, e a cada bola que a zaga cruzeirense perdia era um desespero para a torcida azul.

E quem não faz leva, esse é o tipo de ditado que nunca falha, já no final da primeira etapa a Chapecoense conseguiu um empate com Silvinho.

Um primeiro tempo preocupante, o que mais prejudicou a Raposa foi a perda de Henrique que necessitou ser substituído após ter batido a cabeça, quem perdeu literalmente foi o Cruzeiro que ficou com o meia de campo desorganizado e o para piorar Gino entrou. Uma observação ao juiz que distribuiu uma “chuva” de cartões desnecessários, o que de certa forma atrapalhou os jogadores de arriscar mais.

@Cruzeiro
A etapa final começou equilibrada, tudo que o Cruzeiro precisa fazer na fase inicial, fez no segundo tempo com a intenção de correr atrás do prejuízo, porém quem teve a felicidade de virar o jogo foi o time da casa.

A Chapecoense marcou seu segundo gol com Arthur Maia, em cobrança de falta acertou no ângulo do gol defendido pelo capitão cruzeirense, que apenas observou.

Paulo Bento tentou uma nova tática, colocando Fabrício Bruno como atacante e colocando Lucas Romero na zaga e não é que deu certo? O zagueiro que também pode ser atacante fez o segundo gol cruzeirense, o jogo poderia ter acabado nesse exato momento, um ponto já era suficiente.

Estava bom demais para ser verdade e no final do jogo, Kempes faz o terceiro gol da Chapecó e foi assim que a Raposa trouxe na bagagem mais uma derrota.

Paula Fernandes - @Paulinha_CEC

Qual foi a última vez que o Flu ganhou por mérito próprio?


O Fluminense protagonizou mais um jogo ridículo contra o São Paulo no Morumbi. Os mesmos erros de sempre continuam acontecendo e nenhum reforço é visto chegando às Laranjeiras. Estávamos jogando contra um time com a cabeça na semana que vem, morrendo de medo de se contundir e não seguimos o exemplo do Santos, que ganhou tranquilamente por 3-0.

São Paulo x Fluminense  - 29/06/2016
O grande problema do Fluminense, além da diretoria omissa, é ter a bola no pé. Você se lembra da última vitória do Fluminense com um gol em jogada trabalhada? 15 de maio contra o América-MG pela primeira rodada. Acha que estou exagerando? O Flu ganhou apenas três jogos de lá para cá (clique nos nomes dos times e relembre os gols): Botafogo, com o erro na saída de bola da defesa alvinegra; Corinthians, de pênalti; e Flamengo, com gol contra e outra entregada da zaga rubro-negra.

Uma hora essa sorte vai acabar. Nossas vitórias sem mérito estão tranquilizando a diretoria, que parece não fazer nenhum esforço para trazer um armador de jogadas, já que Cícero só dá toque para o lado e Scarpa parou de jogar, e um atacante, pois mandou o Fred embora sem ver que não tinha ninguém a altura. Levir não tem muito que fazer com esse bando que veste a camisa do nosso Tricolor. Tomamos dois gols ridículos. Logo no primeiro minuto levamos da jogada mais manjada de escanteio que existe e depois Douglas errou a saída de bola e todo mundo voltou andando.

São Paulo x Fluminense  - 29/06/2016
Nessa foto você vê um jogador que fez muito pelo Fluminense. Sim, é o Carlinhos. Nelson Perez/Divulgação FFC
Felizmente, Cícero e Giovanni estão suspensos para o próximo jogo. Hora de William Matheus estrear e de Dudu, o provável substituto, mostrar a que veio. Nosso jogo até que é bem encaixado. É possível ver que essa movimentação na intermediária do oponente está sendo treinada. O problema reside na falta de criatividade dos meias e na porca movimentação dos nossos laterais, principalmente Giovanni. Alie isso à mediocridade nas finalizações de Magno Alves, Maranhão, Osvaldo e companhia e temos Marcos Junior como nosso artilheiro na competição.

São Paulo x Fluminense  - 29/06/2016
Quem você prefere? Bruno ou Osvaldo? Só sei que a bola é quem sofre. Nelson Perez/Divulgação FFC
Sábado jogaremos mais uma vez naquele estádio que nunca dá mais de cinco mil pessoas, desperdiçando mais um mando de campo. Estou tão seguro com relação a esse jogo quanto o Cavalieri tem estado em suas defesas. Coragem, amigos.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Em confronto direto, Sampaio leva a melhor sobre o Tupi

Em duelo de lanternas, o Sampaio Corrêa recebeu o Tupi no Estádio Castelão pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B. Muito superior durante todo o jogo, a Bolívia Querida fez valer o mando de campo e mostrou o porquê do canto “Aqui no Maranhão quem manda é o Tubarão”. Vitória maiúscula por 3 x 1.


O jogo teve um início bem movimentado, com o tricolor tocando bem a bola e chegando com velocidade ao ataque. Mas quem deu o primeiro susto foi o time mineiro. Aos 12 minutos, a defesa boliviana marcou mal e Vinicius Kiss recebeu bola enfiada de Jonathan dentro da área. O meia finalizou na saída de Rodrigo Ramos, que conseguiu defender e mandar a bola para a linha de fundo.

Pimentinha se mostrava bastante participativo no jogo, diferentemente de outras ocasiões neste campeonato. Na linha de fundo, ele fez o passe para Lucas Sotero dentro da área, que finalizou colocado, mas com um leve desvio do goleiro a bola tocou a rede por cima do gol. No minuto seguinte, a Bolívia Querida abriu o placar. O camisa 10 do tricolor, Lucas Sotero, em um lance de rara felicidade, cobrou o escanteio pelo lado direito e a bola entrou direto para a rede, gol olímpico.

Ao longo do primeiro tempo, o tricolor maranhense efetuou vários lançamentos diretos, conscientes, para a velocidade de Pimentinha, tentando encontrar a defesa do Tupi mal posicionada. Em um lance assim o Sampaio quase conseguiu ampliar o marcador. Rafael Estevam lançou do campo de defesa para Pimentinha entre dois defensores. Ele dominou e, na saída do goleiro, finalizou de esquerda, frustrando os torcedores que viram a bola tocar a rede, mas pelo lado de fora. Chegando pouco ao ataque, o time mineiro ainda encontrou espaço para chutar de fora da área e assustar o arqueiro tricolor. A bola beijou a trave direita. Próximo ao fim do primeiro tempo, o Tupi chegou ao empate. Em ataque pela esquerda, Jonathan invadiu a área e finalizou para a defesa de Rodrigo Ramos, espalmando para frente. A bola tocou na cabeça de Rafael Estevam e tocou o travessão. Na sobra, Rubens, com o gol livre, apenas empurrou para o fundo das redes.

O segundo tempo começou sonolento. O Sampaio parecia abatido com o gol de empate. Mas aos 9 minutos, após cruzamento de Estevam, a bola passou por Elias e Felipe Baiano cabeceou com perigo. Aos 22’, o Tricolor de Aço deu mais uma alegria aos seus torcedores. Edgar, que havia entrado no lugar de Jean Carlos, invadiu a área pela esquerda, após ótimo passe de Rafael Estevam, levou a bola para a linha de fundo, limpou o marcador e cruzou para Pimentinha, bem posicionado às costas da zaga e livre, somente empurrar para o gol.

O Tricolor de São Pantaleão não se acomodou com o resultado positivo parcial e continuou dominando a partida, atacando com tranquilidade, sem levar sustos em contra-ataque. Aos 33’, Luiz Otávio deu números finais ao confronto. Rafael Estevam, em cobrança de falta pela esquerda, levantou na área. O xerife tricolor subiu sozinho e testou para o chão, enganando o goleiro Rafael Santos. A bola encontrou o fundo das redes e decretou a vitória da Bolívia Querida.

Foi a melhor partida que o Sampaio fez em treze rodadas. O time assumiu outra postura, dominando a posse de bola e atacando com os cuidados necessários na defesa. A Bolívia Querida conseguiu criar muitas chances, bem mais que em jogos anteriores. Lucas Sotero fez uma boa partida, conseguindo conduzir o time ao ataque. O lateral esquerdo Rafael Estevam também se destacou com ótimos passes em profundidade e uma assistência.

Mesmo com a vitória, o tricolor ainda não deixou a lanterna, mas empatou nos pontos com o próprio Tupi. Na próxima rodada, o time maranhense precisará vencer o Paysandu, clássico Norte-Nordeste, na próxima sexta-feira (01/07), no Estádio Castelão, às 19h15, e depender de um resultado negativo do Tupi e da derrota de Bragantino e Joinville para encostar-se ao Goiás, o primeiro fora da zona de rebaixamento. Pra cima deles, PAIO!

FICHA DO JOGO:
SAMPAIO CORRÊA 3 x 1 TUPI

Local: Estádio Castelão, São Luís (MA)
Data/Horário: 28 de Junho, 20h30.

SAMPAIO CORRÊA: Rodrigo Ramos; Eder Sciola, Wágner Fogolari, Luiz Otávio e Rafael Estevam; Renan Ribeiro (Levi), Felipe Baiano e Lucas Sotero (Henrique); Jean Carlos (Edgar), Pimentinha e Elias. Técnico: Wagner Lopes

TUPI: Rafael Santos; Recife, Bruno Costa, Rodolfo Mol e Douglas; Filipe Alves, Marcos Serrato (Thiago Silvy) (Ygor), Rafael Jataí (Gabriel Sacilotto), Vinicius Kiss e Jonathan; Rubens. Técnico: Estevam Soares

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

O Dalpozzismo no Paysandu

Gilmar Dal Pozzo, 46 anos, natural de Quilombo (SC), iniciou sua carreira no futebol como goleiro aos 20 anos na Pratense, atuou em grandes times como Goiás e Avaí e até fora do Brasil pelo Marítimo de Portugal. Aposentou, e decidiu seguir a carreira de treinador no Veranópolis, onde teve três passagens (2008, 2009-2010, 2011-2012), seu auge foi em 2012 quando assumiu a Chapecoense no meio da disputa do campeonato Brasileiro da Série C, onde levou a mesma ao acesso, em 2013, surpreendeu o Brasil com as atuações da Chape que jogava um futebol bem trabalhado e efetivo, levando a mesma ao acesso a elite e um vice-campeonato, após sua saída da Chape em meados de 2014, na Série A assumiu o Criciúma onde também não conseguiu bons resultados, foi demitido, também não obteve sucesso no time do ABC onde foi demitido, e contratado pelo Náutico quando tirou o time da parte de baixo da tabela e quase levou ao acesso terminando o campeonato em 5º.

No dia 7 de junho deste ano, após uma derrota medíocre em casa para o Náutico por 3x1, o técnico Dado Cavalcanti pediu demissão após a série negativa e críticas. E na tarde do dia 8 iniciava-se a era Dal Pozzo no Paysandu. Até o momento, são seis jogos ao comando do bicolor paraense em 25 dias de trabalho, invicto, são três vitórias e três empates, o time saiu da incômoda 18ª posição para a 12ª, tendo um aproveitamento de 66,6% dos pontos conquistados. Apesar do início promissor, o mesmo vem sofrendo críticas pelas atuações do time, e é sobre isso que iremos falar.

Desde o início da carreira, Gilmar sempre prezou por um futebol bem jogado, competitivo, com marcação rápida, um time vibrante e que soubesse trabalhar a bola, assim foi campeão gaúcho do interior em 2010. Em 2013, no seu auge na Chape, o mesmo tinha um time com grande solidez defensiva, boa marcação, posse de bola, forte bola parada e contra-ataque, assim, conseguiu o acesso a Série A, e teve Bruno Rangel como grande artilheiro do campeonato com 31 gols. Em 2015 no Náutico, o mesmo se repetiu, um time compactado em campo, uma defesa sólida, saindo em velocidade e perigoso nas bolas paradas, assim quase conseguiu o acesso também. Estas são as características de Gilmar, um time equilibrado em campo, com uma rigidez defensiva, forte nas bolas paradas e altamente competitivo.

Dal Pozzo comandando o lobo. Créditos: Flickr Paysandu SC Oficial
Características essas que vemos no Paysandu nessa era Dal Pozzo, o time voltou a ter uma forte marcação, a defesa deixou de ficar exposta, assim as falhas e espaços acabaram, e o time completou sete jogos sem sofrer gols, isso são 630 minutos sem ser vazada, após isso, o Paysandu deixou de ser a segunda defesa mais vazada do campeonato para a sétima, esta solidez defensiva fez com que o time obtivesse melhores resultados, pois sofria com os gols no início dos jogos. O time também ganhou uma maior movimentação com a entrada de Johnnatan no meio de campo, pois Gilmar modificou toda a forma de jogar, tendo quando no ataque Johnnatan fazendo a função de um meia, enquanto na defesa, o mesmo faz a função de volante marcando, variando o sistema de jogo do 4-2-3-1 para o 4-3-2-1 na defesa, possibilitando uma maior liberdade aos laterais, Edson Ratinho e Lucas hoje chegam com maior frequência ao ataque, apesar de, não aproveitarem isso na maioria das vezes, estas melhorias no time foram cruciais para a sequência invicta do time e subida na tabela, o bicolor segue a cada jogo evoluindo aos poucos e se encaixando método de jogo de Gilmar.

Entretanto, houve sim grandes avanços nesse período em relação ao time de Dado, porém o time ainda apresenta problemas principalmente do meio para frente, Rafael Costa não consegue cadenciar o jogo bicolor, vem se movimentando mais e tentando, porém, sem sucesso, o meio pouco consegue criar jogadas de perigo mesmo com a chegada de Johnnatan que melhorou, mas ainda não resolveu o problema, a volta de Celsinho quem sabe pode resolver, assim, quando não consegue avançar trabalhando a bola pelo meio, o time fica apostando nas laterais com Lucas, Edson Ratinho e Fabinho Alves, contudo, os erros na definição da jogada vem ocorrendo com muita frequência, principalmente com Lucas e Fabinho, já Edson Ratinho teve uma leve crescida de rendimento, mas ainda peca nos cruzamentos. Essa falta de criatividade no meio vem prejudicando o ataque bicolor, antes com Alexandro, Leandro Cearense e agora Betinho, que pouco conseguem fazer, pois a bola não chega, ou chega de forma errada, gerando um jejum de 12 jogos e 1100 minutos sem um gol de atacantes, Leandro que vem ajudando mais saindo da área e quebrando a marcação adversária.

Gilmar conversando com o elenco. Créditos: Flickr Paysandu SC Oficial
O time ainda possui problemas, sim e muitos, não vêm tendo boas atuações longe disso, o futebol jogado ainda não é aquele que o torcedor espera, alguns jogos em casa sofremos sufoco, porém o resultado veio, no momento o resultado é o mais importante para sairmos do sufoco do Z4, agora, o time a cada jogo vem tendo suas evoluções e encaixando no padrão Dal Pozzo de jogo, a defesa foi arrumada, a proteção e saída de bola também, o espírito do time foi renovado, a competitividade e forte marcação e as coisas vão se ajustando com o passar do tempo, falta arrumar o meio de campo e ataque para assim o time encaixar de vez, e subir cada vez mais na tabela e voltar a sonhar com o acesso, Gilmar Dal Pozzo tem um início promissor no Papão da Curuzu e pode sim nos dar muitas alegrias assim que o time encaixar no seu padrão que como foi mostrado é de sucesso.

Eduardo Maya || @EduMaya7

Kazim: “Hoje e amanhã a cidade é em verde e branco”

Kazim marcou o gol da vitória Coxa-branca na sua estréia. (Coritiba/Divulgação)
Na noite de ontem, o Coritiba recebeu a equipe do Atlético Paranaense e venceu o clássico AtleTiba válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Verdão saiu de campo vitorioso graças ao gol do estreante turco Kazim.

Uma partida que começou com tudo que um clássico pode proporcionar. As equipes começaram se analisando em campo, mas o Coxa tomava a iniciativa e buscava achar espaços no campo ofensivo. Com muitas faltas para os dois lados, o primeiro tempo terminou com o placar zerado. Na volta para o segundo tempo tudo mudou. A equipe adversária começou melhor na etapa complementar, mas o Verdão foi se acertando em campo e fechando os espaços.

Primeiro tempo de muita marcação

O Coxa foi a campo com a confirmação de que poderia contar com a presença do atacante Kleber. O artilheiro passou por testes após sentir dores na região lombar e foi liberado antes da partida. No banco de reservas, Márcio Goiano ficou no comando técnico da equipe, já que Pachequinho foi expulso na última rodada.

A escalação do Verdão inicial foi Wilson, Dodô, Luccas Claro, Juninho, Carlinhos, Edinho, João Paulo, Ruy, Juan, Leandro e Kleber. Com a bola rolando, foi o time coxa-branca que procurou tomar a iniciativa da partida. O Alviverde procurava explorar as jogadas pelas laterais, com o garoto Dodô pela direita e com Carlinhos pela esquerda.

A primeira chance clara Alviverde veio aos 14', após boa troca de passes do ataque coxa-branca, Leandro recebeu pelo lado direito e chutou rasteiro, Weverton defendeu em dois tempos.

O primeiro lance de real perigo criado pelo Atlético-PR aconteceu apenas aos 33 minutos. Nikão cobrou falta de longa distância e a bola subiu e passou com perigo sobre o gol de Wilson.

Prazer, Kazim

Para o 2º tempo, a equipe Coxa-branca voltou modificada. Saiu o apagado Leandro, que já havia tomado cartão amarelo e em seu lugar entrou Iago.

A primeira grande chance de gol do segundo tempo foi do Atlético-PR. Aos 9', depois de jogada pela esquerda, Nikão pegou de primeira e aí foi a vez de Wilson aparecer e fazer grande defesa.

Aos 18’, é chegada a hora que a torcida Coxa-branca aguardava. Márcio Goiano chamou o turco Kazim, que entrou em campo na vaga do meio campista Ruy. E mal sabia ele, que a noite seria especial.

Um minuto após entrar em campo, o turco teve a sua primeira chance. Quando recebeu pela esquerda e bateu cruzado para defesa do goleiro Weverton.

Aos 35’, festa Alviverde no Couto Pereira. Juan cobrou escanteio da esquerda, Edinho desviou no primeiro pau e o estreante Kazim mostrou oportunismo e muita estrela, desviando a bola para o fundo das redes.

Após o gol, o Alto da Glória ficou um verdadeiro inferno verde. Das arquibancadas vinha o som que empurrava o time coxa-branca dentro de campo para manter o resultado. Uma festa coxa-branca!

Ainda deu tempo de Amaral entrar no lugar de Juan. E quando o árbitro apitou pela última vez, a torcida coxa-branca comemorou ainda mais. Coritiba 1x0 Atlético-PR.

No final da partida, Kazim foi muito aplaudido pelos torcedores e, após atender os jornalistas na beira do gramado, até jogou sua camisa para os torcedores do Setor Pro Tork.

Um gesto que demonstra que o turco já se sente em casa no Alto da Glória e seu carinho pela torcida Alviverde. “Estou muito feliz. Não só eu, mas todo mundo junto: torcida e equipe. Isso é para os torcedores. Todo dia o nosso time treina muito forte. É de coração. Obrigado por tudo. Hoje e amanhã a cidade é em verde e branco".

Os companheiros de equipe também elogiaram e comemoraram junto com Kazim. O zagueiro Juninho, que foi para coletiva de imprensa após o jogo, falou que o atacante chegou e todos parabenizaram Kazim pelo gol. “Brincamos muito com o Kazim, para que ele entrasse e fizesse o gol. E isso aconteceu! Ele tem estrela!”, brincou.

Próxima partida

O Coritiba volta a campo já no sábado no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. O adversário da 13ª rodada do Campeonato Brasileiro será o Fluminense.

É claro que não poderia faltar chororó vindo da torcida da parte baixa da cidade. Se tivessem vencido, árbitro passaria em branco. Mas perderam, portanto MIMIMI é a arbitragem. THE CRY IS FREE!!!

Valeu Coxa!!!

Texto feito por: @Andreysuldovski
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